Indicador de Longevidade Pessoal aponta que público 60 menos já busca mais informações sobre tema

Kalache: A população acima de 80 anos, que era de 14 milhões em 1950, chegará a quase 400 milhões em 2050

Segundo dados obtidos pelo Indicador de Longevidade Pessoal (ILP), desenvolvido pelo Grupo Bradesco Seguros em parceria com o Instituto de Pesquisa Locomotiva e o especialista em envelhecimento Alexandre Kalache, a maioria dos respondentes do teste está na faixa etária entre 20 e 59 anos, evidenciando que, ao contrário do que se poderia imaginar, o tema não é de interesse exclusivo dos mais velhos, mas sim uma preocupação crescente desde as fases mais iniciais da vida adulta, abrangendo diversas gerações.

Além disso, o engajamento pela longevidade transcende gênero. Em pouco mais de três meses e com milhares de acessos, o teste contou com 55% das respostas de mulheres e 45% de homens. O ILP avalia fatores essenciais como saúde física, mental, finanças e relações sociais, fornecendo uma visão sobre como estamos nos preparando para o futuro.

Para Alexandre Kalache, esse comportamento demonstra uma percepção mais ampla sobre a longevidade. “Estamos acompanhando os jovens cada vez mais conscientes sobre o envelhecimento como um processo natural. E, para viver essa fase da vida com qualidade, é necessário adotar uma perspectiva de curso de vida – da infância até a velhice – respeitando a dignidade e autonomia, através de cuidados e hábitos desde a juventude. Quanto mais cedo melhor, nunca é tarde demais”, explica o especialista.

Com metodologia proprietária, o teste do ILP é gratuito e permite mapear hábitos e ampliar o conhecimento sobre o tema. Além de identificar áreas de melhorias individuais, ao final do teste, o portal disponibiliza um guia com dicas para uma vida mais longa e saudável, ajudando cada pessoa a se preparar para os seus próprios desafios do envelhecimento.

Clique aqui e descubra o seu ILP.

Aon reporta lucro líquido de US$ 2,65 bilhões em 2024

Nesta sexta-feira, a Aon PLC (AON) reportou um lucro líquido de US$ 716 milhões no quarto trimestre. A empresa, com sede em Dublin, informou que o lucro líquido por ação foi de US$ 3,28. Os ganhos, ajustados para custos não recorrentes, foram de US$ 4,42 por ação. No acumulado do ano, a Aon reportou um lucro de US$ 2,65 bilhões, ou US$ 12,49 por ação, enquanto a receita total foi de US$ 15,7 bilhões.

“Encerramos 2024 com mais um trimestre de forte desempenho e execução excepcional em todos os aspectos da nossa estratégia”, disse Greg Case, CEO. “Geramos um crescimento orgânico de receita de 6% no quarto trimestre e no ano completo, com crescimento de um dígito médio ou superior em todas as nossas linhas de soluções.”

Segundo o executivo, a força no crescimento da receita, combinada com esforços contínuos de controle de custos, impulsionou margens robustas, crescimento de dois dígitos no lucro por ação (EPS) e um fluxo de caixa livre de US$ 2,8 bilhões. “Como esperado, a execução do nosso Plano 3×3 tem sido um diferencial na forma como atendemos nossos clientes em Risk Capital e Human Capital, impulsionados pelos serviços da Aon Business Services. À medida que os clientes enfrentam dinâmicas de mercado cada vez mais complexas, a demanda por nossas soluções continua forte. Estamos bem posicionados para manter esse impulso em 2025 e impulsionar a criação de valor a longo prazo para nossos colaboradores, clientes e acionistas.”

Generali lança videocast para comemorar os 100 anos

Em celebração ao seu centenário, a Generali Brasil lança uma série de videocasts, em parceria com a MIT Technology Review Brasil, trazendo conteúdos inovadores e relevantes para o público. O objetivo é compartilhar histórias inspiradoras e discutir temas importantes como mercado de seguros, negócios, clientes e tecnologia.

O primeiro episódio conta com a participação de Andrea Crisanaz, CEO da Generali Brasil. Durante a entrevista, Andrea compartilha sua trajetória na companhia, seus desafios e conquistas ao longo dos anos e sua contribuição para o crescimento e desenvolvimento da Generali no país. Além disso, o CEO explora a área de inovação e tecnologia e traz sua visão do mercado.

O videocast já está disponível nos canais oficiais da MIT Technology Review Brasil e da Generali Brasil no Youtube, com novos episódios a cada semana até março. O público pode acompanhar a série, que trará os diretores da multinacional e debates sobre temas transformadores para o mercado e sociedade.

Esta é uma das ações em comemoração aos 100 anos da empresa e traz uma oportunidade exclusiva para quem deseja entender a visão da Generali sobre o futuro dos negócios e o papel da companhia no Brasil e no mundo.

Millennials buscam seguro de vida mais cedo do que a geração X, aponta Prudential do Brasil

A geração Millennial está mais consciente sobre a importância de planejar o futuro, é o que mostra um levantamento da Prudential do Brasil. Mulheres e homens com idades entre 28 e 43 anos têm apresentado um comportamento mais interessado em relação à contratação de seguro de vida se comparado à geração X, nascidos entre 1965 e 1980. A companhia observou um crescimento de produtos contratados para serem usados em vida, como coberturas para doenças graves e diária hospitalar, que auxiliam as pessoas a manterem a renda diante de imprevistos. O número de novos clientes da geração Milennial, de 14 a 39 anos, é quase três vezes maior do que o registrado entre os segurados da geração X.

“Temos evoluído de forma assertiva o nosso portfólio de produtos e serviços oferecendo soluções de proteção cada vez mais alinhadas às necessidades de nossos clientes para serem usadas ao longo da vida. Queremos acompanhar a evolução dos nossos segurados e chegar a mais consumidores, contribuindo para essa conscientização em cada geração. E não apenas com produtos, mas também com serviços, como telemedicina e o Fully, um ecossistema de bem-estar com foco na saúde física, mental e financeira. Nossa missão é proteger famílias financeiramente e ajudar os nossos clientes a viverem mais e melhor”, explica o vice-presidente de Parcerias Comerciais da Prudential do Brasil, Carlos Cortez.

Chubb lucra US$ 9,27 bilhões em 2024

A Chubb registrou lucro de US$ 9,27 bilhões em 2024, 2,7% maior que o apurado no ano anterior. Os prêmios retidos de “Property and Casualty” (P&C) cresceram 9,6%, sendo 8,7% nos seguros corporativos e 12,1% no seguro no varejo. Na América Latina, o crescimento foi de 11% em P&C — abaixo do registrado na região “Ásia-Pacífico”, de 22%, mas acima do apontado na Europa, que cresceu 6,3%, e na América do Norte, com 8%. Em seguro de vida, os prêmios retidos somaram US$ 6,33 bilhões em 2024, quase 16% maiores que em 2023.

As perdas por catástrofes cresceram 30,5% de 2023 para 2024, totalizando US$ 2,39 bilhões, antes dos impostos, segundo a companhia. Os recentes incêndios na Califórnia, nos Estados Unidos, devem ter impacto nos resultados de 2025.

“Nossa estimativa atual do custo para apoiar nossos clientes e ajudá-los a se recuperar e reconstruir após essa catástrofe é de US$ 1,5 bilhão antes dos impostos”, disse o presidente do conselho e CEO da Chubb Limited, Evan G. Greenberg, em nota.

Seguradoras da Europa avaliam novas regras para riscos climáticos

Veículos danificados por inundações extremas em Alfafar, Espanha: Angel Garcia/Bloomberg

Fonte: Bloomberg

O órgão de fiscalização de seguros da Europa solicitou uma recalibração das exigências de capital para refletir o aumento dos desastres provocados pelo clima em todo o continente. A Autoridade Europeia de Seguros e Pensões Ocupacionais recomenda que o setor atualize a forma como considera os riscos de catástrofes naturais nas calibrações da fórmula padrão, de acordo com um comunicado na quinta-feira.

A EIOPA disse que suas recomendações se baseiam em um “exercício de reavaliação abrangente” de dois anos que examinou os riscos elevados associados a enchentes, tempestades de vento e outros perigos relacionados ao clima. O objetivo é “garantir a proteção contínua dos segurados e a estabilidade geral do mercado de seguros da UE em meio a padrões climáticos mais erráticos e prejudiciais”, disse a EIOPA.

Os desastres naturais na Europa destruíram ativos no valor de US$ 31 bilhões no ano passado, dos quais US$ 14 bilhões estavam segurados, de acordo com uma estimativa recente da Munich Re. Alguns dos eventos mais danosos foram as enchentes na Espanha, Alemanha e Europa Central.

A reavaliação da EIOPA inclui novos fatores de risco para 24 regiões. A EIOPA ajustou os fatores de risco de inundação para três países e propôs a adição de mais sete países para o risco de inundação “depois que suas exposições foram consideradas materiais”. O órgão de fiscalização também afirmou que os fatores de risco de vendaval devem ser aumentados para a Islândia e outras regiões, enquanto o risco de granizo deve ser aumentado para a Alemanha, Bélgica e Luxemburgo.

Outros riscos, incluindo incêndios florestais, inundações costeiras e secas, também estão no radar para possível inclusão nos cálculos da fórmula da EIOPA. “Como a frequência e a intensidade de certos riscos mudam devido às mudanças climáticas, eles podem se tornar mais relevantes para o setor de seguros da UE do que eram no passado”, disse a EIOPA.

A autoridade tem o mandato de reavaliar e potencialmente recalibrar os parâmetros de risco de catástrofe natural a cada cinco anos. A EIOPA disse que apresentou a última proposta à Comissão Europeia, que é o braço executivo da União Europeia.

As autoridades europeias têm se preocupado cada vez mais com a falta de cobertura de seguro para desastres naturais. O Banco Central Europeu e a EIOPA propuseram recentemente uma abordagem dupla para aumentar a cobertura, incluindo uma parceria voluntária de resseguro público-privada e um fundo obrigatório da UE para pagar os custos de reconstrução quando ocorrerem catástrofes.

Como o continente que está se aquecendo mais rapidamente, a Europa tem sido atingida por perdas crescentes devido a condições climáticas extremas nos últimos 15 anos. Entre 1981 e 2023, as catástrofes naturais causaram cerca de 900 bilhões de euros (US$ 936 bilhões) de perdas econômicas diretas na UE, sendo que um quinto dessas perdas ocorreu nos últimos três anos.

Grupo Bradesco Seguros abre inscrições para Programa de Estágio 2025

Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.
Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.

São Paulo, 30 de janeiro de 2025 – O Grupo Bradesco Seguros está com as inscrições abertas para o Programa de Estágio de 2025 até o dia 26 de fevereiro. A edição 2025 oferece mais de cem vagas para estudantes de nível superior ou tecnólogo em áreas como tecnologia, comunicação, recursos humanos, financeiro e compliance, para atuação nas cidades de São Paulo (SP), Barueri (SP), Osasco (SP), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA).

“O desenvolvimento de profissionais é um dos nossos compromissos. Mais do que uma oportunidade para iniciar a carreira, nosso programa de estágio é uma jornada de aprendizado, que valoriza o potencial de cada um”, diz Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade da Seguradora.

Durante o programa, as pessoas estagiárias passarão por uma jornada de desenvolvimento com algumas etapas fundamentais: integração, conhecimento e desenvolvimento de competências corporativas, e capacitação com treinamentos comportamentais, além de encontros periódicos para acompanhamento do progresso e compartilhamento de experiências.

As inscrições para o Programa de estágio do Grupo Bradesco Seguros 2025 podem ser realizadas no link: https://www.estagiobradescoseguros2025.com/

O processo seletivo, composto por testes online, avaliações e dinâmicas de grupo, será realizado entre janeiro e abril, e as admissões estão previstas para acontecer a partir de maio.

Confira os pré-requisitos e perfil: 

  1. Estudantes de nível superior, cursando a partir do 2º semestre (bacharelado, licenciatura), ou estudantes em nível de tecnólogo, cursando a partir do 1º semestre.
  2. Disponibilidade para uma jornada de estágio de 20, 25 ou 30 horas semanais e, preferencialmente, com possibilidade de realizar 2 anos de estágio. 
  3. Disponibilidade para trabalhar no modelo híbrido ou 100% presencial, de acordo com a área.

O que oferecemos:

  • Bolsa auxílio compatível com o mercado
  • Seguro contra acidentes pessoais
  • Auxílio transporte
  • Programa Viva Bem
  • TotalPass
  • Cesta de serviços bancários
  • Cursos para apoiar o desenvolvimento pessoal e o profissional
  • Day off no dia ou no mês do aniversário
  • Oportunidade de participação em Programas de Voluntariado
  • Incentivo à realização de cursos universitários e de idiomas com escolas parceiras
  • Acesso ao clube recreativo localizado em SP e RJ

Setor de seguros debate taxonomia sustentável em webinar da CNseg

Fonte: CNseg

Um webinar promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) reuniu especialistas para avaliar a importância da taxonomia sustentável brasileira e o engajamento das seguradoras nesse processo de transformação ecológica

O evento, ocorrido na manhã de terça-feira (28/01), contou com a participação de Alexandre Leal, diretor técnico da CNseg, Jéssica Bastos, diretora da Susep (Superintendência de Seguros Privados), e David Batista, coordenador de taxonomias da UNEP FI (Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente)

Taxonomia é um sistema de classificação que organiza assuntos em grupos com características semelhantes. No contexto ambiental, a taxonomia organiza e define quais atividades econômicas são realmente sustentáveis, com base em critérios científicos. No setor de seguros, ajuda a incentivar investimentos em práticas ecológicas e a reduzir riscos ambientais, garantindo que o dinheiro seja direcionado para negócios que realmente contribuam para um futuro mais sustentável

Os três palestrantes concordaram sobre a importância da participação ativa do setor de seguros no processo de construção da taxonomia, para que ela atenda às necessidades do contexto nacional brasileiro. A taxonomia, segundo eles, é um instrumento fundamental para integrar as finanças sustentáveis à agenda regulatória.


Foi destacado o papel das seguradoras na prevenção de riscos e no estímulo a práticas sustentáveis. Elas podem influenciar seus clientes e fazer escolhas de investimentos que impulsionem a economia verde.


O webinar enfatizou a importância de aprofundar o debate e de unir esforços para que o setor de seguros cumpra seu papel na transformação ecológica e no desenvolvimento sustentável do país. Foi informado que os cadernos técnicos da taxonomia estão disponíveis para consulta pública em uma plataforma online.


Alexandre Leal assinalou que o seguro não deve ser visto apenas como um produto de proteção financeira, mas também como um segmento que, a partir de sua especialização em gestão de riscos, pode induzir melhores práticas em seus clientes e fornecedores. Acrescentou que o setor, tendo em vista ser um dos maiores investidores institucionais, hoje detém R$ 1,8 trilhão em ativos garantidores, pode destinar parcelas desses recursos para atividades sustentáveis. Mas seu apetite, maior ou menor, acompanhará o comportamento das taxas de juros. Em consequência, quanto mais alta a Selic, os investimentos das seguradoras tendem a permanecer nas atuais aplicações de renda fixa, exigindo prêmios maiores dos investimentos verdes para atrair alocações.  


Jéssica Bastos destacou que a Susep tem trabalhado para integrar as reflexões sobre sustentabilidade em suas ações, referindo-se ao grupo de trabalho chamado “Seguros de Transformação Ecológica”. Ela enfatizou que o setor de seguros, por ser acessório à economia real, tem um papel crucial a desempenhar na indução de práticas sustentáveis e na gestão de riscos ambientais.


Já David Batista apresentou o funcionamento da taxonomia sustentável brasileira, que busca classificar atividades econômicas com base em critérios claros e objetivos, baseados em ciência. Ele mencionou que o objetivo é identificar atividades habilitadoras de uma economia mais resiliente, justa e de baixas emissões.


Batista detalhou a estrutura de governança da taxonomia, que envolve diversas organizações, incluindo órgãos governamentais, consultores e entidades da sociedade civil. Ele ressaltou a importância do processo de consulta pública para o aprimoramento da taxonomia e incentivou a participação de todos, principalmente as seguradoras.

Tokio Marine anuncia nova estrutura da diretoria comercial Varejo e Vida

Com o objetivo de aumentar a eficácia e a eficiência nos processos e reforçar o relacionamento com os Parceiros de Negócios, a Tokio Marine Seguradora anuncia nova organização da diretoria comercial Varejo e Vida, com a promoção de Rosangela Spak a Superintendente Comercial Vida, a criação de cinco novas sucursais e a constituição de um time especializado e dedicado ao atendimento de Produtos Pessoa Jurídica.

De acordo com o diretor comercial Nacional Varejo e Vida, Marcos Kobayashi, para essa reestruturação foram realizados diversos estudos focados em aumentar produtividade e potencializar os negócios. “No último ano, ouvimos muito as áreas comerciais, corretores e assessorias e investimos muito na melhoria de processos, visando a especialização, o ganho em escala e a eficiência operacional, além da valorização de profissionais da casa, com a promoção de vários colaboradores para gerentes comerciais, gerentes comerciais PJ Varejo e gerentes de sucursais, o que também impacta diretamente em nosso crescimento e resultados”, enfatiza.

Ampliando a estrutura física de atendimento aos corretores e assessorias, os escritórios de Joinville (SC), Maringá (PR), Passo Fundo (RS), São Luís (MA) e Vitória da Conquista (BA) tornaram-se Sucursais, absorvendo também os então homeoffices de Araçatuba (SP), Pelotas (RS), Francisco Beltrão (PR), Montes Claros (MG), Poços de Caldas (MG), Varginha (MG), Porto Velho (RO) e região Serrana do Rio de Janeiro.

Com investimento em 6 novas posições, os gerentes especialistas que atendem Norte e Nordeste, Minas Gerais e Centro-Oeste, Rio de Janeiro e Espírito Santo, Sul, São Paulo Interior e SP Capital, dedicarão tempo integral aos produtos Pessoas Jurídica com o objetivo de impulsionar os negócios dessas carteiras. “Com essa mudança, vamos realizar consultorias exclusivas para corretores que já trabalham ou desejam atuar com os nossos produtos PJ, prestando todo apoio necessário e utilizando a capilaridade da companhia para potencializar a comercialização e os resultados”, explica o diretor.

Kobayashi reforça, ainda, que a promoção de Rosangela Spak a superintendente comercial Vida é uma movimentação que evidencia a expertise da Tokio Marine e a convicção da expansão na carteira de seguros de pessoas. “O reconhecimento da Rosangela é mais uma forma de valorizar os nossos talentos. Continuamos contando com todo o empenho, dedicação e trabalho excepcional dela a frente da carteira de Vida, agora com um olhar mais estratégico, especialmente no Vida Individual, produto importante no planejamento pessoal e financeiro, reforçando a nossa atuação neste segmento”, finaliza.

Newe Seguros aposta em diversificação e tecnologia para crescer dez vezes até 2029

Após enfrentar uma das maiores crises climáticas do Brasil em 2021, quando pagou R$ 1,3 bilhão em indenizações, a Newe Seguros inicia 2025 com uma estratégia renovada e ambiciosa. A companhia está agora em uma nova fase de ampliação de produtos, contratação de executivos e investimentos em tecnologia. O objetivo é ousado: alcançar R$ 1,5 bilhão de faturamento até 2029.

“2024 foi um ano desafiador para o mercado como um todo, com juros altos, menos subvenção e margem apertada para o agricultor, o que impactou as seguradoras. Mesmo assim, conseguimos avançar cerca de 45% em agro, graças ao empenho das nossas equipes e uma reestruturação comercial significativa”, explica Rodrigo Motroni, vice-presidente da Newe Seguros.

Entre os reforços na busca por nomes de peso do mercado, além da contratação feita no início de 2024 do vice-presidente Henrique Camillo, destacam-se o novo diretor Marcos Pereira, contratado em janeiro de 2025 para liderar as áreas comercial, marketing e atendimento ao cliente, e Brunno Oliveira, que assumiu a posição de head de TI. “Outras contratações virão e serão essenciais para oxigenar a companhia e reforçar nosso olhar focado nos clientes e nos parceiros comerciais, como corretores, assessorias e canais especiais”, complementa Motroni.

A Newe Seguros também irá intensificar investimentos em tecnologia para facilitar ainda mais a sua operação. “No passado, muitas seguradoras de Agro, inclusive nós, criaram soluções para cotação que os corretores não queriam. Como temos a vantagem de sermos independentes, o que nos trouxe uma rápida adaptabilidade, construímos um sistema que se conecta ao que eles já utilizam, fortalecemos nosso relacionamento e, consequentemente, o crescimento da carteira em 2024”, destaca Motroni.

Já no segmento de garantia, a estratégia tecnológica foi um acerto. A emissão digital permitiu um salto de 200% nas apólices emitidas de 2023 para 2024. “Queremos replicar esse modelo para outros segmentos, como seguros cibernéticos, o qual aumentamos nossa capacidade de R$ 1 milhão para R$ 12 milhões. Isso nos permite atender desde pequenas até médias empresas”, explica.

No Rural, a empresa desenvolveu estratégias específicas, como parcerias com cooperativas e revendas de insumos agrícolas que atuam junto aos produtores. Segundo Motroni, a mesma estratégia está sendo replicada para outras linhas de negócios, por meio de canais estruturados que tenham sinergia com os produtos que seguradora oferece ao mercado.  

Embora o agronegócio continue sendo uma área importante, a diversificação é uma prioridade para a Newe. A seguradora quer ampliar o seu atual portfólio, que já contempla coberturas para lavoura, equipamentos rurais (linha verde), garantia, fiança locatícia e riscos cibernéticos. 

“Estamos também apostando na ampliação do seguro paramétrico, que tem grande potencial, principalmente em riscos expostos a eventos climáticos, como, por exemplo, geração de energia. É uma solução inovadora que pode apoiar as pessoas, empresas e governos em situações como as catástrofes no Sul do Brasil em 2024, ao mitigar as consequências dos riscos a que estão expostos através desse seguro. Além disso, mantemos um trabalho importante com microprodutores de cacau e umbu na Bahia e no Pará, levando garantia e acesso a um mercado hoje praticamente desassistido”, explica.

Além de fortalecer a operação, a empresa pretende ampliar sua participação em outros segmentos como, por exemplo, RD equipamentos, por meio de plataformas automatizadas para cotação, venda, emissão de apólices e regulação de sinistros. Nos novos planos, também está prevista a realização de cross-sell entre as linhas que a Newe já opera e aquelas que agora entram no portfólio da companhia.

“Contamos com um painel de resseguro amplo e de primeira linha, o que nos traz aprendizado e segurança para encarar desafios futuros. Nosso foco é crescer com produtos que atendam as necessidades reais de nossos clientes e parceiros, sem abrir mão da especialização e da agilidade que nos definem”, conclui Motroni.