A Ecoassist celebra 15 anos de uma jornada incrível e desafiadora! Durante esse tempo, a empresa se consolidou como referência em serviços como: Descarte Ecológico, Logística Reversa e Soluções Sustentáveis. Com dedicação às práticas ambientais responsáveis e com a missão de apoiar empresas e pessoas a gerenciarem seus resíduos de maneira sustentável, a Ecoassist implementou (e implementa) soluções inovadoras que transformam lares e empresas, criando impactos positivos ao meio ambiente e à sociedade.
Jornada de Impacto
Com um compromisso sólido com a sustentabilidade, a Ecoassist destaca-se pela capacidade de entender as necessidades de seus clientes, elaborar projetos robustos e implementar soluções sustentáveis que visam a preservação do meio ambiente. Ao longo desses 15 anos de atuação, a empresa evitou o descarte irregular de milhares de toneladas de resíduos, promovendo a reciclagem e fomentando a economia circular.
Graças ao esforço em conjunto com a Ecoassist e seus clientes, muitas empresas e residências adotaram práticas ecológicas, contribuindo diretamente para a redução do impacto ambiental negativo e fortalecendo as práticas ESG (ambientais, sociais e de governança).
Por meio de serviços como o Descarte Ecológico e Logística Reversa, a empresa garante que materiais e produtos sejam corretamente destinados, por meio da reciclagem ou do co-processamento, sempre com o principal objetivo de preservar o meio ambiente.
Agradecimentos!
Cada passo dessa jornada de 15 anos só foi possível com a confiança e colaboração dos clientes, funcionários e parceiros ativos. A empresa acredita que, juntos, somos mais fortes na construção de um futuro mais sustentável e na preservação do nosso meio ambiente e expressa sua imensa gratidão por essa parceria contínua, reconhecendo que seu compromisso com a sustentabilidade tem se fortalecido a cada novo passo. O apoio recebido é fundamental para que a Ecoassist continue avançando em sua missão de promover um futuro mais verde e sustentável.
Futuro!Em 2024, a Ecoassist deu um importante passo em sua trajetória ao transferir sua sede para um novo e maior espaço em Tamboré, Barueri. Este movimento reflete a expansão da empresa, que visa atender com ainda mais eficiência seus clientes e parceiros em todo o Brasil. E a jornada não para por aí: com muitos novos planos para o futuro, a empresa está se preparando para expandir ainda mais soluções e impactar positivamente um número maior de empresas e lares, promovendo a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável.
“Ao longo desses 15 anos, a Ecoassist teve a honra de contar com o apoio de uma ampla rede de clientes, parceiros e colaboradores, que juntos contribuíram para o sucesso da empresa. Hoje, celebramos um marco importante, mas sabemos que esse é apenas o começo. Com o apoio de todos, vamos seguir impulsionando soluções inovadoras e impactando positivamente o nosso planeta. Obrigado a todos que fizeram parte dessa história!”.
Uma evolução no cuidado ao atendimento aos beneficiários de planos de saúde e de seguro de vida. Essa é a promessa da nova solução que a Samplemed, companhia provedora de serviços e tecnologias para subscrição de risco para seguros de pessoas, apresenta ao mercado em parceria com a dacadoo, empresa suíça de gestão e captação de informações de saúde.
Segundo Silas Kasahaya, CEO da Samplemed, a parceria entre Samplemed e dacadoo tem um apelo forte devido à complementaridade de serviços. “Nós temos a preocupação de ajudar os nossos clientes, que são as seguradoras, a fazer uma gestão melhor dessa questão de saúde. Essa plataforma vai ajudar a reduzir os gastos médicos, pois ao fazer uma boa prevenção os gastos são reduzidos. Por outro lado, existe um processo de fidelização porque a seguradora está oferecendo mais um serviço importante e ainda pode, no futuro, fazer um cross-sell dessas informações e fazer uma oferta mais dirigida”.
Conforme Mario Jorge Pereira, diretor comercial Latam da Samplemed, a parceria representa uma evolução da s.360 life underwritting, plataforma completa de subscrição lançada pela Samplemed no final de 2022. “Estamos acoplando à nossa plataforma o score de comportamento de hábitos e saúde das pessoas oferecido pela dacadoo. Isso complementa o nosso serviço para que possamos influenciar positivamente na saúde da pessoa durante o período em que ela está com a seguradora”.
Com a novidade, as seguradoras têm todos os dados diferentes canais de subscrição, desde modelos preditivos até exames médicos para seguros mais complexos. “Com isso, a seguradora de vida ou saúde tem controle total da sua operação, otimiza seus custos, acompanha o resultado das suas operações e, principalmente, tem como ofertar ao cliente uma jornada mais simples no momento da subscrição do risco”, ressalta.
Um dos pontos altos da plataforma da dacadoo, que quantifica a saúde por meio de informações sobre estilo de vida e bem-estar emocional, é o engajamento gerado com o usuário. “Através da promoção da saúde e bem-estar as companhias conseguem engajar os segurados a melhorarem os hábitos”, diz Manuel Heuer, COO da dacadoo, sobre a plataforma que oferece informações sobre o dia a dia do cliente.
Evolução da subscrição
Segundo Pereira, o score de risco é mais um avanço da plataforma s.360 life underwriting, que está em constante evolução, e vai ao encontro da evolução da própria subscrição do risco no Brasil e no mundo. Afinal, conforme o executivo, avança-se da automatização dos processos, passa-se pela subscrição acelerada e a personalização, ao ponto de se acompanhar o comportamento do consumidor e, a partir de então, ter ações para influenciar positivamente a sua saúde.
“Mais do que subscrição, queremos apoiar as seguradoras a oferecer mais cuidado e bem-estar aos seus clientes”, define o diretor.
Com a parceria, a Samplemed passa a representar a dacadoo no Brasil, enquanto a dacadoo representará a Samplemed – que já atua em cinco países – no exterior.
A precariedade da infraestrutura de rodovias tem colocado em alerta proprietários da carga, agentes e embarcadores para a importância da contratação de coberturas adicionais em seguros de transporte. Nos três primeiros trimestres de 2024, a Akad Seguros registrou um aumento de 25% nas solicitações de cotação para o RC Transportador, modalidade que protege a carga de carretas e caminhões contra perdas materiais decorrentes de acidentes, colisões, incêndios, entre outros eventos naturais.
A seguradora digital foi responsável pela cobertura de dois dos quatro caminhões envolvidos no desabamento da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira entre Tocantins e o Maranhão, em dezembro do ano passado. Na ocasião, o vão central da ponte cedeu, causando a queda dos veículos no Rio Tocantins. Segundo a Akad, a indenização por perda das cargas estimasse em torno de R$ 250 mil por veículo.
“Diante de um evento inevitável e inesperado como esse, o seguro pode suprir de alguma previsibilidade os transportadores, minimizando os prejuízos financeiros”, afirma Ivor Moreno, Head de Transportes da Akad Seguros”. “Ao mesmo tempo, a recorrência de desastres naturais, somados à precariedade na infraestrutura de algumas estradas e rodovias, acaba deixando os veículos ainda mais expostos a danos”, alerta o executivo.
O aumento exponencial na incidência de desastres naturais surge como outro fator de risco. O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), emitiu 3.620 alertas de desastres em 2024. O número é o maior desde o início das atividades de monitoramento, em 2011. Cerca de 53% dos alertas foram de risco geológico, envolvendo sobretudo deslizamentos de terra. Os demais 47% foram associados a riscos hidrológicos, como enxurradas e transbordamentos de rios e córregos. Ambos os riscos, segundo a Akad, podem comprometer as condições da carga.
No início do mês de janeiro, chuvas intensas no Sergipe derrubaram um trecho da rodovia SE-438, no município de Capela, abrindo um buraco na pista e arrastando dois veículos para a água. Já na última semana, temporais no litoral de Santa Catarina causaram a abertura de uma cratera na BR-101, na altura da cidade de Biguaçu, engolindo um motociclista.
Entre os meses de abril e maio do ano passado, o setor de transporte de cargas e logística teve uma amostra das proporções catastróficas de um desastre climático com as enchentes no sul do País. Segundo a Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs), 99% das empresas não estavam protegidas contra inundações e não possuíam seguro total do caminhão.
Em uma reunião presidida por Andrea Sironi, o conselho de administração da Assicurazioni Generali aprovou o novo plano estratégico trienal do grupo, batizado de “Lifetime Partner 27: Driving Excellence”, apresentado no dia 30 de janeiro à comunidade de investidores.
Com base na plataforma estabelecida desde 2016 e superando todas as principais metas financeiras do plano 2022-24, a estratégia foca na excelência no relacionamento com o cliente, em suas capacidades centrais de seguros e gestão de ativos, bem como em seu modelo operacional.
Philippe Donnet, CEO do Grupo Generali, declarou que o grupo superou as metas financeiras do plano ‘Lifetime Partner 24: Driving Growth’ em um ambiente macroeconômico global desafiador. “Agora, vamos acelerar nossa busca pela excelência para impulsionar um maior crescimento dos lucros e geração de caixa, com o objetivo de aumentar os retornos aos acionistas, incluindo um crescimento de dois dígitos no dividendo por ação, totalizando mais de €7 bilhões em dividendos acumulados, além do compromisso de pelo menos €1,5 bilhão em recompras de ações ao longo do plano, incluindo a recompra de €0,5 bilhão que estamos lançando em 2025.”
Ele disse ainda que com o plano ‘Lifetime Partner 27: Driving Excellence’, o grupo Generali deve fortalecer o relacionamento com os clientes, no modelo operacional do grupo. “Investiremos em inteligência artificial, novas tecnologias e na capacitação de nossos colaboradores para aproveitar as oportunidades geradas por tendências emergentes, mudanças rápidas nas expectativas dos clientes e um mercado em constante evolução”, pontuou o executivo.
O Lifetime Partner 27: Driving Excellence criará valor, com uma meta de crescimento do lucro por ação (EPS) entre 8% e 10% ao ano. O plano também prevê um crescimento sustentado da geração de caixa, ultrapassando €11 bilhões em Fluxo de Caixa Líquido da Holding (comparado a aproximadamente €9,5 bilhões esperados em 2022-24), impulsionados por cerca de €14 bilhões em repasses das subsidiárias (em relação aos €11,5 bilhões esperados em 2022-24).
Além disso, o grupo busca uma geração de capital superior a €14 bilhões ao longo do período do plano (2022-24: acima de €13 bilhões esperados). Tudo isso reflete a aplicação consistente do modelo de gestão de capital do Grupo e um claro compromisso com o aumento do retorno aos acionistas.
Como resultado, a Generali se compromete com um crescimento anual composto do dividendo por ação (DPS) superior a 10%, totalizando mais de €7 bilhões em dividendos ao longo do plano – cerca de 30% a mais do que os €5,5 bilhões distribuídos durante o Lifetime Partner 2024.
Mais de €3 bilhões foram alocados para recompra de ações e outras formas de alocação de capital (como fusões e aquisições – M&A). O grupo se compromete a realizar recompras anuais de ações de pelo menos €0,5 bilhão, com o valor sendo avaliado no início de cada ano. Já foi confirmada uma recompra de €0,5 bilhão para 2025, sujeita à aprovação da Assembleia Geral (AGM) e dos órgãos reguladores. Além disso, o Grupo avaliará oportunidades de M&A com disciplina rigorosa, comparando qualquer potencial transação com as recompras de ações. Entre €0,5 e €0,7 bilhão foram reservados para alocação interna de capital, a fim de impulsionar o crescimento dos negócios e iniciativas estratégicas.
O novo plano estratégico é impulsionado por três pilares fundamentais: pessoas, inteligência artificial/dados e sustentabilidade. A Generali apoiará ainda mais o desenvolvimento de suas equipes, aprimorando suas habilidades técnicas para promover a inovação e a eficiência em toda a empresa, enquanto fortalece sua robusta rede de distribuição liderada por agentes, incorporando as mais recentes tecnologias de IA e dados. A Generali também visa manter seu compromisso com a sustentabilidade, estabelecendo novas metas e objetivos de investimento para ampliar seu impacto positivo.
A Porto anuncia Emerson Valentim como seu novo diretor comercial Brasil. Com mais de 20 anos de experiência no setor de seguros, o executivo assume a posição com a missão de liderar estratégias de crescimento, otimizar operações e expandir a distribuição de produtos da companhia.
Com MBA em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral, Emerson construiu uma trajetória consolidada na área comercial e de vendas, destacando-se pela liderança em estratégias de crescimento e pela construção de relacionamentos sólidos com clientes e parceiros. Antes de assumir o cargo atual, Emerson atuava como diretor comercial de São Paulo e região Metropolitana na Porto.
À frente da diretoria comercial Brasil, Emerson lidera uma nova estrutura do time comercial, composta por mais de 50 sucursais e 8 diretorias comerciais especializadas em diversas frentes, incluindo canais diferenciados, corretores potenciais e expansão regional. Com foco especial na regionalização, a Porto seguirá fortalecendo sua presença no país ampliando o suporte aos corretores e garantindo proximidade com os clientes em todas as localidades.
“Assumir esse novo desafio na Porto é uma grande honra. Nosso foco será intensificar o relacionamento com os corretores, expandir a presença regional e oferecer soluções inovadoras que consolidem ainda mais a nossa liderança no mercado segurador. Com uma estrutura comercial robusta, seguimos comprometidos em garantir resultados sustentáveis e fortalecer a presença e a reputação da marca no país”, afirma Emerson Valentim.
O mês de janeiro de 2025 foi marcado por fortes tempestades que atingiram diversas regiões do Brasil, evidenciando os desafios impostos pelas mudanças climáticas ao setor de seguros e à população. Em São Paulo, no dia 24, as chuvas causaram alagamentos, transtornos e um aumento expressivo na demanda por assistência e sinistros nas seguradoras.
O volume dos temporais em São Paulo no dia 24 de janeiro correspondeu a quase à metade do esperado de chuva para janeiro na cidade. Ao todo, foram 125mm de precipitação, enquanto a média para o mês é de 288mm, segundo a Defesa Civil. Ou seja, choveu 43,4% do previsto para os primeiros 31 dias do ano na capital paulista. A chuva também vem sendo tratada como histórica. Trata-se do terceiro maior volume de precipitação registrado na cidade de São Paulo nos últimos 64 anos.
A boa notícia é que São Paulo registra o maior volume de vendas de seguros no Brasil. Por isso, parte dos danos sofridos por empresas e proprietários de veículos e residências contam com o apoio das seguradoras, que ainda calculam o volume de indenizações que serão pagas aos clientes que tem apólices com cobertura para dados da natureza. Por ora, o que temos são dados dos atendimentos realizados neste período chuvoso.
Executivos do setor relatam as medidas emergenciais adotadas e o crescimento da busca por coberturas contra danos naturais. Jaime Soares, diretor de Auto da Porto Seguro, ressalta que o Seguro Auto da companhia inclui cobertura para eventos climáticos adversos. “Se o carro for atingido por enchentes, inundações, quedas de árvores ou raios, a proteção garante a indenização necessária”, explica Soares. “Para conscientizar e ajudar ainda mais nossos clientes sobre essas coberturas, contamos com mais de 37 mil corretores parceiros, que possuem amplo conhecimento sobre a importância da proteção e preservação do patrimônio de cada cliente, e que irá orientá-los a contratar as coberturas mais adequadas às necessidades.”
Marcelo Sebastião, diretor da Porto Serviço, destaca o impacto das tempestades nos serviços de assistência e sinistros, sobretudo em São Paulo no dia 24 de janeiro. Segundo ele, a Porto reforçou sua operação com 35 prestadores e 200 guinchos espalhados pela cidade. “Nossa prioridade foi garantir um atendimento ágil e eficiente para pessoas em situação de risco, e para nossos clientes, tanto nos serviços de assistência quanto nos processos de sinistro”, afirma Sebastião.
No dia 24, foram realizados 379 atendimentos distribuídos em diversas regiões afetadas. A digitalização também se mostrou um diferencial, com 38% dos acionamentos realizados por canais digitais, como o App Porto e WhatsApp, enquanto 62% ocorreram via call center. “Nosso compromisso é continuar oferecendo soluções ágeis e um atendimento de excelência para nossos clientes”, complementa o executivo. Até o dia 26 de janeiro, mais de 53% dos avisos de sinistro registrados já estavam com orçamentos concluídos e mais de 34% com liberação em sistema.
No segmento de seguros patrimoniais, Jarbas Medeiros, diretor de Ramos Elementares e Vida da Porto Seguro, aponta que as coberturas para alagamentos e desmoronamentos foram muito acionadas. “Percebemos uma mudança na percepção dos clientes, que estão buscando mais proteção contra danos elétricos e vendavais”, observa Medeiros. E em resposta a essa demanda, a Porto Seguro passou a incluir nos seguros patrimoniais uma cobertura para casos de alagamentos e inundações que afetem imóveis.
Em geral quem mais procura este tipo de coberturas são os residenciais ou empresas que ficam em regiões mais expostas, porém, é importante lembrar que as tempestades têm sido cada vez mais frequentes e vários danos podem ser causados por elas, por isso, a importância do cliente contratar um seguro completo com a consultoria dos corretores parceiros que irá orientar o cliente a contratar as coberturas e limites mais adequados às necessidades.
A Tokio Marine também enfrentou um alto volume de sinistros. Adilson Lavrador, diretor executivo de Operações, Sinistros e Tecnologia da Tokio Marine, informa que a seguradora registrou 1.696 avisos de sinistros em janeiro, com destaque para 601 casos em São Paulo, seguidos por 252 em Santa Catarina, 203 em Minas Gerais e 138 no Rio Grande do Sul. Os 502 casos restantes ocorreram em outras localidades do país.
“Temos consciência do nosso papel social como seguradora e atuamos para minimizar os impactos causados por eventos climáticos cada vez mais severos”, afirma Lavrador. Com relação aos produtos, os que mais acionados foram os Seguros Residencial e Condomínio, com 937 ocorrências; Auto que identificou 435 casos; e Seguro Empresarial, com 324 casos.
Após as fortes chuvas que atingiram a cidade de São Paulo no último dia 24, a Tokio registrou 80 casos do Produto de Auto, seguido pelo Seguro Residencial/Condomínio com 26 acionamentos e 3 avisos de Seguro Empresarial. Isso até o dia 28 de janeiro. “Dos sinistros registrados para o Seguro Auto identificamos que, mais da metade corresponde a chamados relacionados às enchentes. Para os Produtos Residencial, Condomínio e Empresarial as principais ocorrências estão ligadas a alagamentos, desmoronamentos, vendavais, danos elétricos, queda de raio, incêndio ou explosão”, contou Lavrador.
Segundo o diretor da Tokio, um ponto fundamental do plano colocado em prática é o aprimoramento das ferramentas digitais para otimizar a jornada de corretores e segurados no acionamento da Assistência 24 horas e no aviso do sinistro. A recomendação é que, ao abrir um chamado ou um aviso de sinistro, os clientes recorram primeiro aos canais digitais – Whatsapp, SuperApp, Chat Online, Portal Institucional, Facebook Messenger, Apple Messenger ou Telegram –, pois eles aceleram o processo de acionamento do prestador e na abertura do sinistro.
De acordo com Luciane Merli, COO da Fácil Assist, empresa de assistência do grupo segurador HDI, os atendimentos foram concentrados, principalmente, no ramo de seguros de automóveis, com destaque para dois eventos de grande impacto em Santa Catarina e São Paulo. “Nesses casos, disponibilizamos uma célula de atendimento presencial exclusiva para os DDDs mais afetados, garantindo um suporte diferenciado e acolhimento especializado aos segurados”, afirma.
O episódio do dia 24 de janeiro, em São Paulo, exigiu uma atuação rápida da empresa para atender as demandas dos segurados. “Atuamos de forma ágil e estratégica, avaliando a necessidade de cada segurado e o local onde ele se encontrava. Em casos de remoção emergencial devido a risco iminente, a assistência foi prestada de imediato”, explica Luciane. Nos demais casos, o serviço foi agendado, considerando as dificuldades de mobilidade na região e, em algumas situações, a impossibilidade de remoção do veículo por estar submerso. A grande maioria dos atendimentos foi para apólices de automóveis de passeio, com acionamentos decorrentes de alagamentos e enchentes, que deixaram veículos submersos ou com pane.
O aumento na ocorrência de tempestades e alagamentos também tem impactado a procura por coberturas contra danos da natureza nos seguros de automóveis. Rafael Ramalho, vice-presidente de Auto do Grupo HDI, destaca que essa proteção sempre esteve incluída dentro da cobertura compreensiva, conhecida popularmente como “cobertura completa”, e sua aceitação tem crescido entre os consumidores. “Cada vez mais, os segurados têm se preocupado com riscos como alagamentos, quedas de árvores e danos causados por tempestades e granizo”, afirma. Para atender essa demanda, a seguradora passou a oferecer a cobertura de alagamento também em produtos mais enxutos, permitindo que os clientes incluam essa proteção específica por um custo mais acessível.
Na Allianz Seguros, o foco foi a resposta rápida aos clientes afetados. Marlon Teixeira, diretor de Sinistros de Automóvel da Allianz Seguros, informa que a maioria dos acionamentos está relacionada ao atendimento de veículos afetados pelas enchentes, além de residências e comércios que sofreram panes elétricas. “Estamos acompanhando de perto, dia após dia, os impactos das chuvas de 23 de janeiro. Nossos times de assistência 24h e sinistros estão totalmente dedicados a oferecer o melhor suporte a clientes e corretores”.
No setor de seguros patrimoniais, Verônica Gomes, superintendente de Massificados da Allianz Seguros, destaca que “as coberturas contra danos naturais, como quedas de raios e vendavais, estão cada vez mais valorizadas pelos clientes”. No Allianz PME, há uma gama de coberturas adaptáveis a diferentes tipos de eventos climáticos, atendendo às crescentes preocupações com as mudanças no clima. “O alto nível de contratação dessas proteções reflete a importância que os clientes atribuem à segurança do patrimônio”, disse.
Essa tendência também é observada no segmento automotivo, conforme aponta Ana Freitas, diretora de Automóvel da Allianz Seguros: “A cobertura compreensiva do Allianz Auto já oferece proteção automática contra eventos naturais, garantindo mais segurança aos segurados”. “Todas as apólices que incluem a proteção para o casco do veículo – cobertura compreensiva – garantem automaticamente a cobertura contra danos causados por eventos naturais, como inundações por chuvas. Além disso, os segurados estão protegidos contra colisões, incêndios, roubos e furtos. A medida reforça o compromisso da Allianz em oferecer segurança e tranquilidade aos clientes em diferentes cenários”, conclui.
A Bradesco Seguros não disponibiliza dados sobre o volume de atendimentos realizados durante as tempestades de janeiro, incluindo os impactos do último dia 23 em São Paulo, por estar em período de silêncio. No entanto, a seguradora reforça que, historicamente, nos meses de janeiro a abril, quando as chuvas são mais intensas, os avisos de sinistros por alagamento costumam ser aproximadamente três vezes maiores do que a média dos demais meses do ano.
Segundo Eduardo Menezes, Superintendente Sênior de Ramos Elementares, entre as principais razões para os acionamentos de seguros nesses períodos estão os danos causados por alagamentos, afetando diferentes tipos de apólices, como as de automóveis, residências e comércios. Para mitigar os impactos das tempestades e prestar assistência de forma mais ágil, a companhia conta com planos de contingência e a “Operação de Sinistros em Situações Climáticas Severas”, uma estratégia voltada para quantificar e indenizar segurados afetados por desastres naturais no menor tempo possível. Essa mobilização se estende até que o volume de sinistros na região atingida seja normalizado e envolve o reforço no atendimento de guinchos e outros serviços de assistência.
Prevenção e ações para emergências climáticas
As seguradoras têm investido cada vez mais em estratégias preventivas para lidar com os efeitos das mudanças climáticas. Menezes reforça que nos últimos anos, a busca por coberturas contra desastres naturais tem aumentado, especialmente após a enchente histórica ocorrida no Rio Grande do Sul no ano passado. O episódio destacou a vulnerabilidade de muitas propriedades e levou a um crescimento expressivo na procura por seguros que protejam contra eventos climáticos extremos. Essa maior conscientização dos consumidores tem impulsionado mudanças na oferta de produtos, com maior ênfase em coberturas adaptadas às novas necessidades do mercado.
Na Porto Seguro, o plano emergencial inclui o envio de alertas meteorológicos por SMS, WhatsApp e App Porto, além do trabalho preventivo com a Moto-Enchente, que monitora regiões sujeitas a alagamentos e alerta os proprietários dos veículos antes das tempestades.
A Tokio Marine também acompanha constantemente as previsões meteorológicas e reforça seu contingente de prestadores de serviço nas regiões afetadas. Segundo Lavrador, a seguradora tem a iniciativa de estruturar ações de apoio em casos de eventos extremos, envolvendo as diversas áreas da companhia, a fim de otimizar os atendimentos de sinistros e assistências, além de avaliar também formas de ajuda humanitária para as comunidades impactadas.
Já a Allianz Seguros tem parceria com a Allianz Partners para garantir suporte especializado, amplia sua infraestrutura para recolhimento e vistoria de veículos e agiliza os processos de indenização. “Nosso compromisso é oferecer suporte rápido e eficaz em momentos críticos”, conclui Teixeira.
Para lidar com eventos climáticos extremos, o Grupo HDI estruturou um plano de atendimento para eventos catastróficos, que é continuamente aprimorado com base na experiência adquirida e na crescente frequência e complexidade desses episódios. Segundo Marcio Probst, diretor de operações e sinistros do Grupo HDI, esse planejamento prevê um acionamento em fases, levando em consideração critérios como nível de criticidade da situação, número de pessoas afetadas e acessibilidade às áreas impactadas. “A segmentação do plano em fases permite o envolvimento apenas dos profissionais necessários em cada etapa, garantindo maior rapidez e eficiência na resposta”, explica.
O mundo se tornou um lugar mais perigoso? Essa é uma questão complexa. O que sabemos é que a percepção de risco está mais presente do que nunca. Pesquisas globais apontam para uma preocupação crescente em relação às condições econômicas, aos eventos climáticos, ataques cibernéticos e impactos do rápido avanço tecnológico, que envolvem a inteligência artificial e a disseminação de fake news. Em meio a tantas incertezas, como viver bem e prosperar?
Esse cenário de insegurança tem impulsionando uma mudança de mentalidade, tornando as pessoas mais atentas e precavidas. E essa preocupação não é infundada, reflete experiências reais e traumas coletivos vividos recentemente. A pandemia da covid-19 foi um marco transformador e desencadeador deste processo. Ressignificou o uso da casa, o cuidado com os entes queridos e com a própria vida e a proteção dos investimentos, sejam pessoais ou empresariais.
Esses fatores desempenham um papel fundamental no fortalecimento de uma cultura de seguro no país. Na Brasilseg, uma empresa BB Seguros, esse movimento já pode ser observado. Após a pandemia houve um aumento significativo na aquisição de Seguro pra Vida por jovens, refletindo uma mudança no perfil de consumo deste produto. Da mesma forma, questões climáticas têm impulsionado o desenvolvimento de soluções inovadoras, como o Seguro Floresta, voltado à preservação ambiental. Outro exemplo de destaque é o Seguro Prestamista, que ajuda a prevenir a inadimplência, especialmente em momentos de incerteza econômica.
Apesar desses avanços, o setor de seguros no Brasil ainda enfrenta desafios significativos. Embora tenha registrado um crescimento em torno de 6% no último ano e haja projeções de que este mercado represente 10% do PIB até 2030, sua penetração continua limitada em comparação a países desenvolvidos. No segmento rural, por exemplo, apenas 10% das propriedades no Brasil contam com seguro, enquanto nos Estados Unidos essa cobertura atinge 80%. Essa disparidade também se reflete em outras áreas. Vale lembrar que em muitos países o seguro é obrigatório em alguns setores, o que repercute em altas porcentagens de cobertura.
A baixa penetração de seguros no Brasil revela um problema ainda mais crítico diante de desastres naturais. Um exemplo claro é o impacto econômico das enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul no ano passado. Segundo a CNseg, os prejuízos estimados alcançam R$ 100 bilhões, mas apenas R$ 6 bilhões são segurados, evidenciando a fragilidade dos mecanismos de transferência de risco no país.
Como mudar este cenário? Certamente o medo não é o melhor caminho, mas sim o desenvolvimento de uma educação financeira e de uma conscientização sobre o papel do seguro como ferramenta essencial para lidar com imprevistos. Trata-se de um investimento estratégico de proteção, permitindo que se enfrente crises com maior resiliência.
Uma sociedade mais consciente sobre os benefícios do seguro estará mais preparada para enfrentar os desafios de um mundo em constante transformação. A cultura de seguro não é apenas uma questão de prevenção, mas de segurança e prosperidade. O Brasil tem potencial para avançar nessa direção, mas é preciso plantar as sementes agora para colher frutos no futuro.
A Bradesco Seguros anuncia mudanças internas na liderança de superintendências, com o rodízio de posições entre dois executivos: a partir deste ano, a Superintendência de Produto Auto passa a ser comandada por Raquel Cerqueira, enquanto a Superintendência de Ramos Elementares (Residências, Empresas, Equipamentos e Equipamentos Agrícolas) será liderada por Eduardo Menezes.
“A movimentação faz parte de uma prática da companhia, que valoriza a circulação dos líderes e demais talentos em diferentes áreas”, explica Raquel Cerqueira. Já Eduardo Menezes ressalta que a estratégia amplia a visão de negócio. “As mudanças mantêm os times sempre atualizados e trazem mais sinergia para as equipes, sendo benéfico tanto para os líderes quanto para a organização”, destaca o superintendente.
Luiz Carlos Gomes, Superintendente Sênior da Bradesco Seguros
Além disso, as superintendências regionais também passaram por mudanças. A Superintendência Regional Sudeste incorporou as sucursais de São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, que antes eram atendidas pela Regional Sul. A região será ligada à gestão do Superintendente Sênior Luiz Carlos Ferreira Gomes.
“Com a transferência das sucursais para a nova estrutura, unificamos o estado de São Paulo em uma única superintendência, trazendo melhor direcionamento e atendimento à região, que é estratégica para a seguradora”, afirma Luiz Carlos.
Para o superintendente de planejamento e gestão comercial, Emanuel Paiva do Nascimento, este movimento traz mais dinâmica e visão estratégica para o interior de São Paulo e para o Sul do país, regiões importantes de atuação da Bradesco Seguros.
A Solo Iron, unidade de cibersegurança da Solo Network, anunciou uma parceria com a AIG Seguros para oferecer uma nova modalidade de seguro cibernético voltada a empresas que enfrentam dificuldades na contratação do serviço devido a processos burocráticos ou custos elevados.
O seguro cobre incidentes cibernéticos, como ataques de ransomware, notificações da LGPD e perdas financeiras, além de prejuízos decorrentes de reclamações de responsabilidade civil, como multas e custos jurídicos.
A parceria simplifica a contratação do seguro com a inclusão do Plano Estratégico de Segurança da Informação (PESI) da Solo Iron, baseado nas diretrizes do NIST. O assessment de segurança realizado pela empresa gera um score de maturidade aceito pela AIG, reduzindo o tempo e o custo do processo de auditoria.
A AIG, presente há mais de 70 anos no Brasil, foi pioneira na oferta de seguros cibernéticos no país e atualmente atende a 46% do mercado, sendo também a seguradora que mais pagou sinistros no segmento, totalizando R$ 74 milhões.
Como parte de sua estratégia de crescimento no Brasil, a Mitsui Sumitomo Seguros anuncia a chegada de Ricardo Beyer como novo Superintendente de Marine. Beyer retorna à companhia, onde já atuou entre 2015 e 2022, para liderar a equipe e impulsionar os negócios dessa importante carteira.
Profissional com mais de 24 anos de experiência em Transportes, RD Equipamentos, Operador Portuário e Cascos Marítimos, Ricardo Beyer é graduado em Matemática e Ciências Atuariais, além de possuir pós-graduação em Seguros e Previdência. Sua carreira inclui passagens por algumas das principais empresas do setor, como AIG, Chubb, Fairfax, Itaú XL e HDI, consolidando sua expertise no mercado.
Reportando-se diretamente ao diretor geral, Luiz Nagamine, Beyer terá o desafio de elevar a carteira de Marine a um novo patamar, reforçando o compromisso da Mitsui Sumitomo Seguros em oferecer soluções cada vez mais inovadoras e estratégicas para seus clientes.
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