Prudential do Brasil debate sobre longevidade e mudanças climáticas no BTG Summit 2025

A Prudential do Brasil participou da 7ª edição do BTG Summit, evento anual promovido pelo BTG Pactual, que reuniu parceiros comerciais, escritórios de investimentos e profissionais de referência do mercado financeiro na última semana, em São Paulo. O vice-presidente de Parcerias Comerciais da Prudential, Carlos Cortez, o superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Alessandro Octaviani, e o sócio do BTG Pactual, Gabriel Escabin, estiveram no painel “Os impactos da longevidade e das mudanças climáticas nos seguros”.

“Vivemos em um mundo em constante transformação, onde a crise climática traz grandes desafios para a sociedade, assim como o contexto de aumento na longevidade da população. O setor de seguros de vida está no centro dessa equação, compreendendo os impactos das mudanças no clima e longevidade. Além disso, estamos comprometidos em incentivar o setor a desenvolver soluções inovadoras que promovam maior acesso às nossas proteções e ofereçam maior segurança e tranquilidade aos brasileiros agora e no futuro”, afirmou Cortez.

O seguro de vida já havia ganhado destaque por seu papel no planejamento empresarial durante o painel “A aplicabilidade do seguro de vida na sucessão patrimonial e empresarial”, que contou com a presença do diretor de Parcerias da Prudential, Rui Marques, ao lado de Gabriel Escabin. “O seguro de vida é uma ferramenta essencial para o gerenciamento de riscos no planejamento sucessório. Ele permite a criação de uma estrutura societária que garante a perenidade e a solidez do negócio, especialmente para empresas familiares”, explicou Rui.

Mapfre renova parceria com o piloto Lineu Pires na Porsche Cup Brasil 

Fonte: Mapfre

A Mapfre renovou o patrocínio ao piloto Lineu Pires na Porsche Cup Brasil 2025. Com o objetivo de valorizar o esporte e incentivar novos talentos, a companhia iniciou no ano passado a parceria com o jovem piloto de 25 anos, que disputará pelo quinto ano consecutivo uma das mais tradicionais competições do automobilismo nacional. Em 2024, ele terminou a Carrera Cup na 11ª colocação, de um total de 38 pilotos. 
 

Reconhecida pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), a Porsche Cup foi criada em 2005 e é a primeira divisão do automobilismo de corrida de Porsche no Brasil, que reúne os modelos 911 GT3 Cup e 718 Cayman GT4 Clubsport. 

mapfre“É com muita satisfação que anunciamos a renovação do nosso patrocínio ao Lineu Pires na Porsche Cup Brasil. A parceria, firmada em 2024, foi marcada por grandes conquistas e visibilidade para a seguradora. Acreditamos no potencial do Lineu e queremos continuar contribuindo para o seu sucesso nas pistas. O automobilismo, com sua rica história no Brasil, exige precisão, estratégia e superação a cada segundo. São valores que se conectam à essência da companhia”, destaca o CEO regional da Mapfre no Brasil, Felipe Nascimento.

A marca está presente no carro, box, macacão, camiseta e boné de Lineu Pires, além de aparecer em campanhas publicitárias e materiais promocionais relacionados à Porsche Cup Brasil. “É uma honra enorme ter o apoio de uma empresa como a Mapfre, que tem uma trajetória de sucesso e responsabilidade social no Brasil e no mundo e conhecida por patrocinar competições renomadas e grandes referências do mundo do esporte. Vou seguir me dedicando ao máximo e lutando por bons resultados na pista para retribuir a confiança depositada em mim. É uma categoria muito competitiva e desafiadora, mas estou pronto para encarar mais uma temporada com o apoio da seguradora”, celebra Lineu Pires.

A competição deste ano começa em 22 de março, com a etapa que ocorre no Autódromo Velocitta, em Mogi Guaçu, para onde retorna no início de abril. Na sequência ocorre uma prova no Autódromo José Carlos Pace (Interlagos), em São Paulo; duas provas no Autódromo Internacional do Algarve e duas no Circuito Estoril, ambas em Portugal; para então encerrar a temporada em novembro, com mais duas provas em Interlagos.

Icatu Seguros oferta cobertura que ampara filhos em caso de perda dos pais

A Icatu Seguros anuncia o lançamento de melhorias em seu produto Essencial. A novidade inclui a disponibilização de uma nova cobertura para morte de pais e mães, criada para amparar filhos em caso de perda familiar. Essa iniciativa reforça o compromisso da Icatu em democratizar o acesso ao seguro às famílias brasileiras e está alinhada à estratégia de expansão da companhia no segmento de Vida Individual, onde registra um crescimento superior a 90% nos últimos dois anos.

Parte das soluções do Essencial – produto individual e personalizável da Icatu –, a cobertura está disponível para segurados cujos pais tenham até 80 anos no momento da contratação. É possível contratar até R$ 100 mil por familiar, podendo chegar a R$ 200 mil caso a cobertura inclua ambos os pais.

A novidade se soma às diversas outras coberturas do produto, como a indenização por morte e invalidez permanente por acidente do segurado; o Auxílio Financeiro Imediato, que garante aos familiares apoio imediato para cobrir despesas em caso de falecimento; e a proteção para o diagnóstico de doenças graves, cobertura em vida que amplia o suporte financeiro para enfrentar tratamentos e cuidados de saúde. 

Outra novidade do Essencial é que, a depender do capital segurado e coberturas selecionadas, a adesão pode ser feita de forma bastante simplificada, por meio de uma autodeclaração de saúde do segurado. Hoje, o Essencial oferece um conjunto abrangente de proteções, permitindo que o segurado personalize sua cobertura de acordo com suas necessidades.

Para a diretora de produtos de Vida da Icatu Seguros, Luciana Bastos, a novidade representa um avanço significativo na missão de ampliar a proteção das famílias brasileiras. “Somos uma seguradora que coloca a proteção familiar no centro da nossa estratégia. Afinal, o seguro de vida sempre foi sobre proteger a você e a quem você ama. Esse é o nosso propósito. Por isso, elevamos essa ideia ao máximo na reestruturação do Essencial, que agora amplia sua capacidade de proteção para mais pessoas no núcleo familiar de maneira inovadora e pioneira”, afirma.

“Nosso objetivo é que o Essencial seja cada vez mais versátil. Essas atualizações reforçam o compromisso da Icatu com a democratização do seguro de vida e na superação do desafio de ampliar a parcela de brasileiros protegidos, hoje ainda abaixo dos 20%”, completa Luciana. 

Arthur Boullosa é o novo sócio da Moby Corretora de Seguros 

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por Karem Soares

A Moby Corretora de Seguros anuncia Arthur Boullosa como seu novo sócio. Com 12 anos de experiência no mercado de seguros, iniciou sua jornada em 2012, assim que a empresa iniciou suas atividades. É corretor de seguros e segue cursando Ciências Atuariais, na UERJ. Possui experiência em gestão comercial, operacional e atendimento ao cliente. O executivo chega com o desafio de liderar o setor de Ramos Elementares e de novos negócios, apoiando o crescimento na venda de seguros e investindo na diversificação de produtos. 

“Esse novo ciclo na Moby é um passo importante na execução da nossa estratégia, e tem como propósito reforçar a capacidade de expandir a venda dos seguros de ramos elementares, contando com o suporte de um time qualificado, para assumir a nova meta da Moby nessa modalidade de seguro. Seguiremos trabalhando com foco no cliente, visando oferecer a melhor experiência aos nossos segurados, que confiam na nossa atuação”, declarou. 

A Moby Corretora de Seguros atua no setor há 13 anos, como uma empresa especializada na venda de seguros online. É referência em gestão, administração e consultoria em seguros, com integração às necessidades do consumidor. Conta com um time comercial multidisciplinar, que atua com transparência na construção dos negócios, da primeira abordagem ao pós-vendas.

XP Seguros lança plataforma de seguros para empresas com soluções personalizadas

Roberto Teixiera XP

A XP Seguros fez parcerias com seguradoras para lançar uma plataforma exclusiva de seguros para empresas, que marca a entrada no mercado empresarial de seguros com uma solução que nasce totalmente integrada ao ecossistema XP. Em seguro garantia, tem a Pottencial Seguros com parceira; em saúde, SulAmérica, Unimed, Amil e Bradesco. “Para os demais seguros, a XP Seguros oferece o maior marketplace do mercado com as mais diversas seguradora, informa Roberto Teixeira, sócio e head da XP Seguros e Previdência.

“Hoje ainda cerca de 75% dos seguros no Brasil são comercializados por bancos, muitas vezes atrelados a outros produtos financeiros e produtos da própria instituição, o que limita o acesso das empresas a soluções mais especializadas e competitivas. A XP chega para democratizar esse mercado com um modelo inovador de atendimento para os mais diversos perfis e necessidades de empresas”, afirma

Com uma rede de mais de 18 mil assessores em todo país, a XP combina o atendimento exclusivo e especializado, característico das boutiques de seguros, com a infraestrutura e segurança de uma grande instituição financeira. “Nosso objetivo é permitir que os empreendedores e administradores se concentrem no crescimento de seus negócios e contem com a XP para se protegerem de riscos adversos através de seguros. Para isso, garantimos proximidade e soluções sob medida que atendam às suas necessidades no dia a dia”, avalia Teixeira.

A plataforma tem foco em soluções para PMEs e empresas de middle market, e oferece inicialmente cinco produtos de grandes seguradoras do mercado e que são essenciais para atender às principais demandas das empresas: plano de saúde, seguro de vida, seguro patrimonial, responsabilidade civil e seguro garantia. Além disso, a XP Seguros planeja incluir produtos mais sofisticados no portfólio voltado a esse segmento no futuro.

Para as grandes corporações, que possuem demandas mais complexas e específicas, a ideia é trazer uma proposta de consultoria e estruturação: “Para esses clientes, oferecemos um modelo consultivo que vai além da corretagem tradicional, atendendo desde seguros de benefícios corporativos, como saúde e previdência, até seguros operacionais e financeiros”, explica Vitor Brandão, head da operação de seguros para empresas.

A plataforma da XP Seguros combina tecnologia e excelência no atendimento ao cliente. Esse modelo garante uma curadoria eficiente dos produtos de grandes seguradoras do mercado. Além disso, o acesso direto a um público seleto– formado por investidores e empresas de alto valor agregado – permite negociar condições diferenciadas com as seguradoras, resultando na oferta de produtos competitivos. “É uma solução altamente personalizada e acessível para empresas de todos os portes”, conclui Brandão.

FOLHA: Governo prepara regulamentação para contornar ‘apagão de seguros’ e garantir entrega de obras

Fonte: Folha

O governo federal trabalha para regulamentar em breve novas regras para a contratação do chamado seguro-garantia, dispositivo que obriga as vencedoras de licitações de obras públicas com valor acima de R$ 200 milhões a contratar apólices de seguro que garantam até 30% do valor total da obra.

O seguro também deve conter uma “cláusula de retomada”, que determina que a seguradora contratada assuma a conclusão do projeto caso a empreiteira deixe de entregar a obra por alguma razão.

Essa regra chegou a ser incluída na nova Lei de Licitações (14.133/2021), mas até hoje aguarda um ato normativo para passar a valer em contratações federais.

Na prática, o cenário atual é de um total apagão de seguros no setor de infraestrutura, um segmento historicamente castigado pelo grande número de obras paralisadas.

“Hoje, a infraestrutura brasileira está completamente sem seguro. Essa condição não é exigida claramente nos editais públicos, diferente do que vemos nos Estados Unidos e Europa. Com a regulamentação, esse cenário tende a mudar radicalmente no país”, diz Dyogo Oliveira, diretor-presidente da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização).

É o que já começa a acontecer em alguns Estados, como Mato Grosso, Pernambuco e Paraná, com contratações locais. Segundo ele, o seguro da infraestrutura em geral é próximo de zero.

Conforme informações obtidas pela Folha, a regulamentação do seguro-garantia foi tema de reunião com membros do Ministério da Fazenda e também com o novo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

O assunto também é acompanhado pelo MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos), que tem publicado regulamentações da nova lei de licitações desde a sua promulgação.

À reportagem o MGI afirmou que priorizou, num primeiro momento, normas que entendia serem mais emergenciais e que o seguro-garantia nos contratos de obras de grande vulto “é um tema inovador e sua regulamentação demanda diálogo com diversos atores”, como a Fazenda e o CNSeg, além da Susep (Superintendência de Seguros Privados), AGU (Advocacia-Geral da União) e o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), que é o maior contratante de obras públicas federais.

Hoje, as apólices de seguro contratadas pelas empresas chegam a, no máximo, 5% do valor da obra, sem oferecer garantia de sua conclusão.

A frouxidão nas garantias turbina o volume de obras paralisadas. Em 2024, o TCU (Tribunal de Contas da União) identificou 11.941 obras paralisadas no país, o que corresponde a 52% das contratações vigentes.

As áreas de educação e saúde concentram a maior quantidade dos projetos sem perspectiva de conclusão, com 8.674 empreendimentos nessas condições, representando 72,6% do total. Basicamente, nada disso está amparado por algum seguro que permita a sua conclusão.

O subsecretário de Regulação Financeira do Ministério da Fazenda, Vinicius Brandi, diz avaliar que a nova regra dará celeridade e eficiência ao processo de conclusão de obras públicas que são interrompidas pelo inadimplemento do contratante original.

Brandi antecipou que a Fazenda está fazendo novos estudos para introduzir aperfeiçoamentos do texto. A ideia é que mais seguradoras se sintam seguras e confortáveis em participar dos editais de contratação de obras públicas. “Isso acaba tendo o efeito de maior concorrência, maior competitividade e resulta em menores custos na contratação de obras públicas”, diz.

Entre os pontos em discussão, está a definição das condições em que a seguradora vai retomar a obra. Para ele, o custo do seguro tende a cair, porque a lei criou uma condição de incentivo para que a seguradora possa executar a obra. O que se espera é que o custo para a seguradora retomar a obra seja menor do que os 30% da indenização.

Segundo Roque Melo, presidente da Comissão de Crédito e Garantia da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), um novo normativo federal vai ajudar a consolidar a contratação do seguro das obras. “Passaremos a ter uma instrução mais precisa para o agente público”, diz.

A mudança das regras também está mexendo com a estruturação das seguradoras. Ao todo, segundo Melo, há cerca de 40 seguradoras com perfil para atuar no setor. Três delas já estão prestando serviços em contratos pontuais.

De acordo com CNseg, atualmente já há cerca R$ 2 bilhões em valores de obras com previsão de serem feitas a partir de contratos com seguro-garantia.

Em Belém (PA), o edital para contratação de duas empresas para montar as estruturas da COP30 (30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas) já prevê a apólice de 30% e a entrega total da obra. São mais de R$ 595 milhões em contrato.

Em Pernambuco, o edital das obras do arco viário metropolitano, com valor estimado de R$ 743 milhões, segue a nova cartilha. O mesmo está valendo na licitação para a construção de mais de 40 mil unidades habitacionais em São Paulo.

Em Mato Grosso, uma lei estadual passou a adotar o critério para licitações a partir de R$ 50 milhões. O Estado foi o primeiro a implementar a cláusula de retomada em seus contratos. Ao todo, já foram firmados cinco contratos em rodovias estaduais, os quais somam R$ 454 milhões.

Porto registra lucro líquido de R$ 2,7 bilhões em 2024, alta de 18% no ano

Matéria atualizada às 12h40

O grupo Porto encerrou o ano de 2024 com resultados financeiros robustos, impulsionado pela estratégia de diversificação e fortalecimento de suas quatro unidades de negócio. O lucro líquido anual atingiu R$ 2,7 bilhões, um aumento de 18% em comparação com 2023. As receitas totais do grupo cresceram 13% no acumulado do ano, alcançando R$ 37 bilhões, enquanto o número de clientes chegou a 18 milhões, reforçando a consistência do desempenho da empresa.

Em auto, uma das principais forças do grupo Porto com um peso de 60% do resultado, o aumento dos prêmios foi de 2%. A frota segurada avançou 1%. Para 2025, Paulo Kakinoff, CEO da holding, espera crescimento moderado, em linha com o que os principais bancos projetam para o crescimento do financiamento de veículos. 

Em fevereiro de 2025, os grandes bancos divulgaram durante a apresentação dos balanços do ano passado previsões sobre o crescimento dos financiamentos para carros, indicando um cenário de moderação no crédito para o setor automotivo. As projeções apontam para um crescimento mais contido em comparação com anos anteriores, influenciado por fatores como a retração na oferta de crédito, as pressões inflacionárias e o custo mais elevado de veículos, incluindo peças e mão de obra.

Os bancos destacaram que a taxa de juros para financiamentos de veículos deve se manter em patamares elevados, refletindo o cenário macroeconômico e as políticas monetárias adotadas pelo Banco Central. Além disso, a demanda por crédito pode ser impactada pela redução do poder de compra dos consumidores, especialmente em um contexto de inflação persistente e desaceleração econômica.

As instituições financeiras também mencionaram que a expansão do crédito para carros elétricos e híbridos deve continuar, impulsionada por incentivos fiscais e pela crescente conscientização ambiental. No entanto, o volume total de financiamentos para veículos convencionais pode apresentar um crescimento mais modesto, com estimativas variando entre 2% e 4% em 2025, dependendo da instituição.

O CEO da Porto acrescenta que os bancos de montadoras têm mostrado interesse em subsidiar os juros para compra de carros, o que traz mais força para o seguro auto, uma vez que a maioria da compra dos seguros é feita no momento da compra de veículos novos e seminovos.

“Acompanhamos estes cenários diariamente e temos ferramentas suficientes para adaptar nossas ofertas. A precificação de um seguro é complexa e tem vários itens que monitoramos para ter um preço adequado ao consumidor e competitivo para o corretor de seguros”, argumentou. 

Um deles é o ganho financeiro, previsto como um ponto forte para o setor, uma vez que as reservas técnicas das seguradoras são aplicadas em papeis de renda fixa. “Isso reduz a pressão que a inflação ou a alta do dólar trazem para os custos de reparo e indenizações dos veículos”, argumentou Celso Damadi, vice-presidente Financeiro, Controladoria, Investimento e Planejamento na Porto.

No quarto trimestre de 2024, o lucro líquido, excluindo efeitos extraordinários, foi de R$ 710 milhões, um crescimento de 3% em relação ao mesmo período do ano anterior. A rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROAE) manteve-se em 20% no trimestre, refletindo a solidez financeira da companhia. Durante todo o ano, todas as unidades de negócio – Seguros, Saúde, Banco e Serviços – registraram rentabilidade superior a 20%.

A Porto Seguro, unidade de seguros do grupo, apresentou crescimento de 4% nas receitas no quarto trimestre, com destaque para os segmentos Patrimonial (14%) e Vida (10%). No segmento de automóveis, os prêmios aumentaram 2%, e a frota segurada cresceu 1%. O Índice Combinado, que mede a relação entre sinistros e despesas em relação aos prêmios, ficou em 89%, alinhado à estratégia de preservação das margens operacionais.

A Porto Saúde registrou um crescimento expressivo de 37% nas receitas anuais, impulsionado pelo aumento de 24% no número de vidas no Seguro Saúde, que atingiu 675 mil beneficiários, e de 27% no segmento Odontológico, com 995 mil pessoas atendidas. O lucro da unidade no quarto trimestre foi de R$ 139 milhões, um salto de 109% em comparação com o mesmo período de 2023.

O Porto Bank também teve um desempenho destacado, com crescimento de 21% nas receitas no quarto trimestre. Todas as linhas de produtos registraram avanços: Consórcio (35%), Capitalização (21%), Riscos Financeiros (16%) e Cartão, Financiamento e Empréstimos (15%). A inadimplência das operações de crédito acima de 90 dias recuou para 5,2%, abaixo da média do mercado, refletindo a melhoria na qualidade do crédito. O lucro líquido anual do Porto Bank cresceu 53%, totalizando R$ 632 milhões.

A Porto Serviço, por sua vez, registrou R$ 641 milhões em receita no quarto trimestre, com 1,4 milhão de atendimentos realizados. As vendas ao consumidor final cresceram 62%, enquanto as parcerias estratégicas avançaram 25%, representando 27% do faturamento do período.

O índice de eficiência operacional, que mede a relação entre despesas administrativas e receita total, apresentou melhora tanto no trimestre (11,2%, redução de 0,6 pontos percentuais) quanto no ano (11,4%, redução de 0,4 pontos percentuais), refletindo ganhos de produtividade e otimização de custos.

Além dos resultados financeiros, a Porto destacou-se no âmbito digital, com 80 milhões de interações e atendimentos digitais no quarto trimestre e 3,8 milhões de usuários ativos no aplicativo da empresa. Cerca de 57% dos acionamentos para serviços de carro ou residência foram realizados por meio do aplicativo ou do WhatsApp.

O ano de 2024 também marcou a comemoração dos 20 anos da entrada da Porto na Bolsa de Valores brasileira, além da recente inclusão da empresa no índice Ibovespa, consolidando sua trajetória de crescimento e reconhecimento no mercado.

Genial projeta um bom ano para a Porto

A Genial divulgou que espera um outlook positivo para a Porto em 2025, impulsionado pelo crescimento acelerado das unidades mais rentáveis, como Bank, Saúde, Vida e Patrimonial, que deve superar o avanço do segmento de seguro automóvel, menos lucrativo. “Esse movimento será complementado por ganhos de eficiência operacional e pela estratégia de diversificação de produtos, ajudando a expansão estrutural do ROE da companhia. Embora a alta dos juros deva desacelerar a emissão de prêmios, esse impacto tende a ser mais do que compensado por um resultado financeiro mais robusto. Projetamos para 2025 um crescimento de +15,5% a/a no lucro líquido, alcançando R$ 3,15 bilhões, o que representa um sólido ROE de 22,9% (+1,4 pp a/a)”, comentou em relatório.

Recompra de ações

A Porto também comunicou que seu Conselho de Administração aprovou a renovação do programa de recompra de ações, podendo adquirir até 18.472.080 ações ordinárias, que representam 10% do total de papéis em circulação, no prazo de um ano. Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa destaca que o objetivo do programa é manter as ações em tesouraria, cancelamento ou alienação, sem redução do capital social. A recompra também poderá ser vinculada ao plano de remuneração de ações da Porto.

Junqueira & Gelbecke Advogados atuará com foco no setor de seguros

O mercado jurídico brasileiro passa a contar com a boutique Junqueira & Gelbecke Advogados, fundada por Thiago Junqueira e Daniel Gelbecke. O escritório oferecerá serviços jurídicos especializados para seguradoras, resseguradoras, insurtechs e intermediários do setor.

Thiago Junqueira foi sócio da área de Seguros e Resseguros do Chalfin, Goldberg & Vainboim Advogados. Doutor em Direito Civil pela UERJ e mestre pela Universidade de Coimbra, é professor de Direito de Seguros e Resseguros na FGV e na ENS, além de autor de diversas publicações sobre o tema.

Daniel Gelbecke atuou como diretor jurídico e de compliance de uma seguradora no Brasil. Especialista em Direito Empresarial pela FGV e com mestrado em andamento no CEDES – São Paulo, possui experiência na área corporativa e no funcionamento operacional do setor de seguros.

O escritório oferece consultoria jurídica em Seguros e Resseguros, Contencioso e Arbitragem, Contratos, Direito Empresarial e Proteção de Dados. Sua atuação em seguros inclui assessoria regulatória e consultiva, gestão de sinistros e litígios, com foco em apólices de grandes riscos e produtos como seguro-garantia, linhas financeiras (E&O, D&O, Cyber), seguro agrícola, seguro de vida e resseguros. A equipe conta também com Karine Lemos, doutoranda em Direito Civil pela UERJ.

Com estrutura de boutique e atendimento personalizado, o Junqueira & Gelbecke Advogados atua na interpretação de desafios regulatórios, oferecendo soluções estratégicas para a tomada de decisão de seus clientes no setor de seguros e resseguros no Brasil.

Fórum aponta setor de seguros comprometido com a sustentabilidade e desenvolvimento econômico do país

Fonte: CNseg e Correio Braziliense

Na abertura do CB Fórum: Alavancas de Crescimento Econômico: perspectivas e diálogo entre os setores de seguros e franquias, realizado nesta quinta-feira (13), em Brasília (DF), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, destacou que o setor “tem assumido um papel estratégico, tornando-se um agente indutor de práticas sustentáveis e um aliado fundamental para o desenvolvimento econômico responsável”. 

“As seguradoras têm utilizado critérios em ESG (Environmental, Social and Governance) como filtro decisivo para aceitação de riscos, podendo demandar planos de contingenciamento e dispositivos de integração de tantos ambientais, exigências que vão além das normas legais para a renovação de contratos. Na prática, o setor atua em duas frentes principais como protetor contra riscos climáticos e como promotor de inclusão social”, afirmou o ministro do STF.

Nesse sentido, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, destacou que a fala do ministro vai de encontro às iniciativas que o setor já vem atuando, principalmente para mitigar riscos climáticos. 

“Nós temos um desenvolvido lá na Confederação um hub de dados climáticos para ajudar o setor a avaliar o risco e poder oferecer seguro, também, para problemas envolvendo o clima. Estamos trabalhando com o governo a respeito de seguro para a infraestrutura brasileira. Inclusive, vemos trabalhando numa proposta de seguro social contra a catástrofe. Vários países já desenvolveram programas desse tipo, como o México, o Chile, o Peru, o Japão tem, todos os países que estão mais suscetíveis a catástrofe climática, desenvolveram um programa de seguro. Então o Brasil também precisa desenvolver isso”, lembrou.

O superintendente de Seguros Privados (Susep), Alessandro Octaviani, ressaltou também sobre a importância dos temas que envolvem o desenvolvimento sustentável para o setor de seguros. Para ele, iniciativas como garantir melhor acesso de produtores ao seguro rural, em virtude das mudanças climáticas e promover mecanismos de assegurar direito de ressarcimento dos bens das famílias em catástrofes ambientais, são ações prioritárias para todos envolvidos no setor.

Debatendo também sobre o tema da sustentabilidade e desenvolvimento, a CEO da Prudential do Brasil, Patrícia Freitas, mencionou durante o evento que a pauta de seguros e franquias teve a oportunidade de demonstrar toda sua atuação. Para ela estes setores além de impulsionar a economia oferecem oportunidades que vão desde mitigar riscos diversos a melhorar a renda da população. 

Sustentabilidade e Inclusão Social

Patrícia Freitas destacou a relevância dessas áreas, reforçando que a ausência de e evidencia uma oportunidade de expansão para a economia nacional. Com uma presença consolidada de 27 anos no país, sendo 21 deles atuando no modelo de , a se estabeleceu como uma das principais seguradoras de vida no Brasil. Hoje, a empresa atende mais de 5 milhões de clientes e opera com mais de 2 mil ativas, refletindo a solidez do setor e seu potencial de crescimento.

Freitas ressaltou que os segmentos de e movimentam juntos mais de R$ 700 bilhões, representando quase 10% do PIB nacional. O setor de cresceu entre 2% e 3% no último ano, enquanto o mercado de apresentou um avanço ainda mais expressivo, acima de 13%. Esses números evidenciam o dinamismo e a resiliência dessas áreas, mesmo em um cenário econômico desafiador.

Outro ponto de destaque foi o impacto direto do seguro de vida na economia. Dados recentes da Fundação Getulio Vargas (FGV) apontam que, para cada R$ 1 bilhão arrecadado em prêmios de seguro de vida, o efeito no PIB é de R$ 1,48 bilhão. Já em relação às indenizações, cada R$ 1 bilhão pago gera um impacto de R$ 1,35 bilhão na economia. Esses dados reforçam como o setor vai além da proteção individual e desempenha um papel relevante na movimentação financeira do país.

Além do impacto econômico, Freitas ressaltou a dimensão social do setor de , que atua como um instrumento de inclusão e sustentabilidade. O acesso ao seguro de vida oferece uma rede de proteção essencial para as famílias brasileiras, promovendo estabilidade financeira e reduzindo vulnerabilidades em momentos críticos.

“A gente está falando sim de inclusão social, de sustentabilidade e de instrumentos de proteção nas suas diversas formas”, afirmou a CEO, destacando que o crescimento do setor deve ser visto como um avanço para toda a sociedade.

Com o potencial de ampliação da cobertura de e a expansão do modelo de , o mercado segue como uma peça-chave para o desenvolvimento econômico e social do Brasil, criando oportunidades para empreendedores e garantindo maior segurança financeira para milhões de brasileiros.

A diretora jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, informou sobre as mudanças de leis que norteiam o mercado de seguros no país. Durante o encontro ela pontuou as principais legislações que impactam o setor e debateu sobre transformações regulatórias que promovem a segurança jurídica para consumidores e seguradoras.

“O Brasil passou por uma série de transformações, muitas delas até ocasionadas por fatos mundiais, como a pandemia, transformações tecnológicas, relações familiares e sociais, uma sociedade muito mais atenta aos princípios de sustentabilidade e diversidade. O seguro esteve atento e atuante em cada uma destas mudanças”, afirmou.

Assista na íntegra o encontro.

CVG-RJ comemora a chance de inclusão dos microsseguros no Programa Bolsa Família

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Fonte: CVG-RJ

O presidente do CVG-RJ, Edson Calheiros, fundador e presidente da Associação Nacional das Microsseguradoras (ANM) é um dos precursores da ideia da proposta que deu origem a um projeto de Lei (PL n. 273/2025 de autoria do Deputado Max Lemos PDT/RJ), que está na pauta e em tramitação no Congresso, visando a inclusão dos microsseguros no Programa Bolsa Família.

Em 10 de outubro de 2024, Calheiros esteve reunido com o Ministro Estado do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, no seu gabinete em Brasília. “O encontro foi uma excelente oportunidade de criar um canal de comunicação com o governo atual para falar da relevância do microsseguro e dos seguros inclusivos como instrumento de proteção para as camadas mais vulneráveis da sociedade. Ampliar esse acesso ao seguro inclusivo é incluir essa garantia como parte da cesta básica dos brasileiros que mais precisam” alerta o presidente do CVG-RJ. 

O propósito, segundo descreveu à nossa reportagem o líder do CVG-RJ, é promover a inclusão para garantir amparo a milhares de famílias que não dispõe sequer de recursos para um sepultamento digno de seus entes queridos.

Inserido no “Programa Bolsa Família” o microsseguro chegará aos beneficiários nas modalidades de seguro de vida, saúde, propriedade, agrícola e funeral. 

O papel do CVG-RJ – “O CVG-RJ, o pioneiro dos CVG´s, tem como principal missão difundir a cultura do seguro, em especial os seguros de benefícios, pelo país. E nós estamos abraçando esta causa nobre na entidade não só como uma meta a ser cumprida, mas com a absoluta convicção de que é uma entidade chave no processo educacional e de difusão de conhecimento para levar o seguro para quem mais precisa.

“Eu, pessoalmente, gostaria de deixar este legado, já que foi o mercado securitário que me ajudou a educar meus filhos e prover a minha família. O ideal de levar o seguro para a população necessitada através do “Programa Bolsa Família” vem para coroar a minha luta convicta de que o seguro é um instrumento de inclusão social, o seguro é para todos”, destacou o presidente Edson Calheiros, que finalizou agradecendo “Prezados, sem o esforço da busca não há alegria no encontro. Portanto, me sinto honrado e quero agradecer a vocês que contribuíram e contribuem para chegarmos até aqui. Obrigado a todos que acreditaram e acreditam nos microsseguros e seguros inclusivos como um verdadeiro projeto de inclusão social no Brasil”.

Histórico – Edson Calheiros é conhecido no mercado de seguros por sua luta constante, há mais de 17 anos, em prol da disseminação dos microsseguros e seguros inclusivos no Brasil. Entre as diversas iniciativas que empreendeu destacamos algumas: a fundação, em 2016,  da Associação Nacional das Microsseguradoras e Seguros Inclusivos, com agenda voltada para divulgação e disseminação do conceito deste importante seguro Brasil afora; Idealizador da maior e primeira grande conferência já realizada no país sobre o tema – A Primeira Conferência Nacional do Microsseguros – com participação da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em 2020; em junho de 2023 lançou o livro “Dos Microsseguros aos Seguros Inclusivos no Brasil”, com Helios Lavrador; em julho de 2023, foi a principal fonte da matéria que foi chamada de capa do Jornal o GLOBO: “Mercado de seguros para baixa renda vive boom no país. CABE NO BOLSO microempreendedor individual e autônomos recorrem ao modelo”, da jornalista Letycia Cardoso; no carnaval de 2024 foi o autor do inédito enredo sobre seguros da Escola Protegidos da Princesa, de Florianópolis/SC, com mais de 2 (dois) mil componentes desfilando na Passarela do Samba Nego Quirido as mais diversas formas de seguros.

Olhar atento – O próximo passo agora é acompanhar atentamente a tramitação do Projeto de Lei nº 273/2025 de autoria do deputado Max Lemos do PDT/RJ sobre a inclusão dos microsseguros no Programa Bolsa Família e oferecer apoio até que seja aprovado pela Câmara. “O CVG-RJ, a ANM, e as famílias que aguardam por este benefício importantíssimo para suas vidas, estaremos de olho na tramitação do processo e sempre à disposição para contribuir, sugerir e aperfeiçoar o Projeto”, finaliza o líder do CVG-RJ.