A Caixa Seguros, que detém operações em seguros, vida e previdência, capitalização e consórcio, divulgou lucro líquido de R$ 354,8 milhões no primeiro semestre deste ano, crescimento de 17,4% comparado aos R$ 302,2 milhões no mesmo período do ano anterior. O patrimônio líquido evoluiu 20%, para R$ 1,96 bilhão. A rentabilidade sobre o patrimônio ficou em 21%.
O presidente da Caixa, Thierry Claudon, informou em nota divulgada à imprensa, que o resultado deve-se ao grande e ainda pouco explorado potencial do mercado de seguros, previdência, consórcio e capitalização no Brasil. “Acredito no início de uma nova era para a cultura do seguro, pois hoje os brasileiros sabem que é importante investir na proteção e no futuro da família. Se pensarmos no cenário atual, a maioria da população não tem um seguro de vida ou um plano de previdência porque simplesmente não recebeu a educação financeira adequada para assegurar sua qualidade de vida. A boa notícia é que este quadro está mudando”.
Em seguros, a Caixa encerrou o último semestre com alta de 25,4% nos prêmios ganhos, passando para R$ 757,9 milhões. O índice de sinistralidade se manteve praticamente estável nos seis primeiros meses do ano: 52%. Em capitalização, o grupo obteve receita de R$ 445,9 milhões, alta de 12,8%.
Após comunicar o fim das negociações com o Bradesco na sexta-feira, a Porto Seguro comunica hoje a associação com o Itaú Unibanco. Depois de fechar com queda de 3,61% na sexta-feira, as ações ON da Porto Seguro, da qual Jayme Garfinkel detém 57%, subiam 9,43%, a R$ 17,51, na abertura da bolsa nesta segunda-feira.
Segundo a nota, a associação visa à unificação de operações de seguros residenciais e de automóveis, bem como Acordo Operacional para oferta e distribuição, em caráter exclusivo, de produtos securitários residenciais e de automóveis para os clientes da rede Itaú Unibanco no Brasil e no Uruguai. A conclusão da operação depende de aprovação dos acionistas, da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e do Sistema Brasileiro de Defesa de Concorrência (SBDC).
A Porto vai emitir ações equivalentes a 30% de seu novo capital social, que serão repassadas ao banco Itaú Unibanco. A Itaú Unibanco Seguros de Automóvel e Residência (PSIUPAR) passará a ser gerida pela Porto Seguro que assim contará com as marcas Porto Seguro, Itaú Unibanco e Azul, que serão oferecidas em todos os canais de venda, por meio de diferentes produtos e serviços.
O Itaú Unibanco vai deter 43% da Psiupar e a Porto o restante. A nova empresa, por sua vez, deterá 70% da Porto Seguro e os 30% restante ficarão no mercado. O banco poderá indicar dois dos sete membros do conselho de administração da seguradora. “Não se espera que essa Associação acarrete efeitos relevantes nos resultados deste exercício social”, afirma o Itaú Unibanco em nota.
A fusão cria um grupo com prêmios de R$ 2,32 bilhões em veículos e de R$ 198 milhões em residências, com 3,4 milhões de automóveis e 1,2 milhão de residências seguradas. O patrimônio líquido será de R$ 3 bilhões.
Tendo como base os resultados do primeiro semestre deste ano, a Itaú Unibanco sai da quarta colocação em vendas de seguro de carro para a primeira, ocupada pela Porto Seguro, com prêmios de R$ 689 milhões e R$ 1,609 bilhão, respectivamente, totalizando R$ 2,298 bilhões, praticamente o dobro do Bradesco, segundo colocado, com R$ 1,086 em prêmios emitidos no primeiro semestre deste ano. O valor representa 28% dos prêmios totais de vendas de seguro de carro no primeiro semestre, com R$ 8,068 bilhões.
Para detalhar à imprensa a associação o presidente da Porto Seguro, Jayme Brasil Garfinkel, e presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal participarão de uma coletiva de imprensa, às 15 horas, em São Paulo.
Segue a íntegra do comunicado da Porto Seguro enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM): Em atendimento à Instrução CVM n.º 358/02, Porto Seguro S.A. (“Porto Seguro”) informa a seus acionistas e ao mercado que não tiveram sequência seus entendimentos com a Bradesco Seguros S/A (“Bradesco”), informados à CVM nos dias 30.6.2009 e 5.8.2009, visando a eventual combinação dos investimentos detidos pela Porto Seguro nas seguradoras por esta controladas com o investimento detido por Bradesco na seguradora Bradesco Auto RE.
A temporada de formação de furacões no Atlântico, entre junho e novembro, tem o seu primeiro evento depois de quase dois meses em razão do El Nino, que inibe a formação de furacões no Atlântico, levando-os para o oceano Pacífico. Depois das tempestades Ana e Claudette, veio o Bill, que ganhou força e já passou da categoria 2 do último dia 17 para a categoria 4 nesta quarta-feira, segundo informou o National Hurricane Center dos Estados Unidos. Bill está nas ilhas Bermudas, com ventos de 215 quilômetros por hora e poderá ganhar ainda mais intensidade.
Os especialistas prevêem a formação de até três furacões nesta safra. Apesar de reduzido número, os estragos que eles podem causar são incalculáveis. O furacão Katrina foi responsável pelo maior prejuízo financeiro em 2005. Segundo cálculos da Swiss Re, só esse furacão gerou perdas econômicas superiores a US$ 135 bilhões, sendo US$ 40 bilhões indenizadas pelas seguradoras, superando o furacão Andrew, ocorrido em 1992, com indenizações de US$ 22 bilhões e os atentados terroristas de Nova York, em 11 de setembro de 2001, com US$ 21 bilhões.
A principal preocupação das seguradoras está com o Golfo do México, local de grande concentração de plataformas de petróleo, que consumiu metade das indenizações do Katrina. O setor de energia, que engloba riscos de petróleo, embarcações e mineração, movimenta prêmios anuais de US$ 4 bilhões.
A grande perda aconteceu em 2005, com a ocorrência de quatro furacões – Katrina, Rita, Wilma e Dennis-, com intensidade elevada. Mas foi o Katrina que causou boa parte das perdas de US$ 20 bilhões registradas no Golfo do México nas plataformas de petróleo. O efeito foi a saída de várias seguradoras do ramo, aumento do preço do seguro e conseqüentemente a redução de capacidade de capital para segurar os riscos.
Curiosidade – Os nomes dos furacões são retirados de uma lista de mais de 100 nomes, que são repetidos em um ciclo de 6 anos. Segundo explicam os especialistas, os nomes dos furacões e das tempestades tropicais são dados sempre que seus ventos atingem 62 quilômetros por hora.
Quando um furacão causa danos excessivos seu nome é retirado da lista. Isso já aconteceu com mais de 60 nomes, entre eles o Katrina.
O nome Bill foi utilizado em junho de 2003. A tempestade tropical Bill que devastou o estado norte-americano da Louisiana em junho causou prejuízos de US$ 22 milhões para as seguradoras e pelo baixo custo, o nome Bill permaneceu na lista de nomes de furacões e está agora sendo usado novamente.
Cerca de 5 mil moradores pediram indenização por danos causados às suas residências atingindo o montante de US$ 9,1 milhões. Além deles, 2.128 motoristas exigiram indenização por ferimentos sofridos nos acidentes provocados pelas chuvas e outros 252 motoristas reivindicaram US$ 656 mil pelos danos aos seus veículos. Estas indenizações somaram US$ 5,1 milhões. Os prejuízos causados a 1.555 estabelecimentos comerciais custaram quase US$ 4,5 milhões em indenizações.
Classificação – Existe uma escala que mede o poder de destruição dos furacões a partir da intensidade dos ventos. A escala vai de 1 a 5, sendo o quinto grau o mais violento e arrasador. Segundo o site apolo11.com, somente três furacões categoria 5 atingiram a costa dos EUA no século passado: um deles, sem nome, atingiu a Flórida em 1935, Furacão Camille em 1969 e Furacão Andrew em 1992.
Categoria 1 – ventos entre 119 e 153 km/h
Categoria 2 – ventos entre 154 e 177 km/h
Categoria 3 – ventos entre 178 e 209 km/h
Categoria 4 – ventos entre 210 e 249 km/h
Categoria 5 – ventos maiores que 249 km/h
O Banco do Brasil conseguiu recuperar o estatus de maior banco do Brasil e da América Latina por manter o pé no acelerador de crédito no auge da crise, como ordenava o presidente Lula. A estratégia ajudou o banco oficial a obter bons resultados, como um lucro líquido de R$ 4,063 bilhões no primeiro semestre, com alta de 0,6% em comparação com igual período do ano anterior.
A indústria de seguros traz mudanças para o BB, assim como o BB mudará a concorrência nos setores em que atua, principalmente automóvel. As quatro empresas de seguros que o BB possui – Brasilveículos, Brasilsaude, Brasilprev e Brasilcap, em parceria com sócios privados como SulAmérica, Icatu Hartford, a americana Principal, e mais a Aliança do Brasil da qual detém 100%, agregaram R$ 848 milhões ao lucro liquido do BB em equivalência patrimonial e receitas de serviços, incremento de 12% em relação a 2008.
Segundo informaram os executivos do BB ontem durante a divulgação dos resultados, a nova configuração da área de seguridade do banco está em andamento e deverá ser divulgada em breve. Negociações com novos sócios envolvem a espanhola Mapfre, a americana Principal e a SulAmérica, onde o BB pode vir a comprar a participação do holandês ING. O que já está sendo implementado é a venda de produtos por intermédio de corretores independentes, até então concentradas na corretora cativa da instituição.
Outra notícia de peso do dia também envolve o BB. Porto Seguro, Mapfre e SulAmérica perdem o canal de vendas da Nossa Caixa para a Brasilveículos.Segundo nota divulgada pela Nossa Caixa, comprada pelo BB, a Brasilveiculos passa a ter exclusividade nas vendas de seguros de veículos feitas nas agências da Nossa Caixa.
O acordo tem prazo de 12 meses a partir de hoje e terá como intermediário das operações a BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens. Pela exclusividade na comercialização, a Nossa Caixa será remunerada mensalmente com base no total dos prêmios líquidos recebidos pela BrasilVeículos. Na nota, o percentual de participação nos prêmios não foi divulgado.
As mudanças reforçam a musculatura do BB em seguro de carro estimulam que outros bancos passem a priorizar o atendimento aos correntistas que hoje possuem seguro de carro em outras seguradoras. Um tema e tanto para as seguradoras independentes e os corretores priorizarem, principalmente com a tendência dos clientes em concentrarem seus negócios em uma instituição para obterem descontos em tarifas e produtos.
A SulAmérica divulgou lucro líquido de R$ 188,4 milhões no primeiro semestre deste ano, alta de 9,5%, recorrentes, em relação ao mesmo semestre do ano passado. A rentabilidade do patrimônio anualizada foi de 14%. A receita em prêmios de seguros chegou a R$ 4,1 bilhões, evolução de 12,8% na comparação com o primeiro semestre de 2008.
Os prêmios de seguro saúde – principal carteira da companhia com 50,7% do total de prêmios de seguros – aumentaram 9% no segundo trimestre alcançando R$1,1 bilhão, graças ao crescimento de 16,1% na carteira de seguro saúde grupal, cujo destaque foram as vendas para o segmento de pequenas e médias empresas, que registraram incremento de 21,8%. Os planos odontológicos tiveram evolução de 36%.
Na segunda maior carteira da companhia, a de seguro de automóveis, com 34,1% do total de prêmios de seguros, a receita cresceu 22,5% no segundo trimestre de 2009 ante ao mesmo trimestre do ano anterior, chegando a R$ 733,8 milhões. “O crescimento desta carteira reflete a reação positiva do mercado de automóveis às medidas de incentivo adotadas pelo governo, como a manutenção da redução da alíquota de IPI incidente sobre os veículos novos e redução na taxa básica de juros”, informou na nota o vice-presidente Corporativo e de Relações com Investidores da SulAmérica, Arthur Farme d’ Amoed Neto (foto).
A sinistralidade total da companhia no segundo trimestre foi de 76,5%. Na indústria de seguros, índice de sinistralidade significa o percentual de prêmios que é utilizado para pagar sinistros. No acumulado do semestre este índice foi de 74,4%. O índice combinado chegou a 101,1% no segundo trimestre, com aumento de 0,6 ponto percentual em relação ao segundo trimestre de 2008. No acumulado do primeiro semestre este índice ficou em 99,5%. E o resultado dos investimentos totalizou R$ 172,4 milhões no segundo trimestre com rentabilidade equivalente a 119,5% do CDI.
A Brasilprev registrou lucro líquido de R$ 115,6 milhões no primeiro semetre deste ano, 22,5% superior ao registrado nos primeiros seis meses de 2008. Os ativos administrados cresceram 27%, para R$ 23,3 bilhões. “Os números reforçam a boa atuação da Brasilprev que, mesmo num cenário desafiador, manteve crescimento consistente”, comenta o presidente da Brasilprev, Tarcísio Godoy (foto), em nota divulgada à imprensa.
A captação líquida da Brasilprev no primeiro semestre foi de R$ 2,1 bilhões, um aumento de 31,6% face ao resultado de 2008. Esse indicador representa todo o recurso arrecadado pela empresa nos planos PGBL e VGBL, menos os resgates realizados no período O PGBL registrou crescimento de 25,4%, para R$ 619,5 milhões, e o VGBL de 63,2%, para R$ 1,8 bilhão.
O índice de resgates dos produtos PGBL e VGBL totalizou 8,8% face a 13% do mercado como um todo. O investimento em educação financeira dos clientes e a rentabilidade dos fundos administrados são algumas das ações da empresa para ter um índice abaixo da média do mercado.
As operações de seguros, previdência e capitalização do Itaú Unibanco geraram resultado de R$ 620 milhões para o banco no segundo trimestre do ano e de R$ 1,1 bilhão no acumulado do semestre. Em lucro líquido recorrente, a seguradora do maior banco do Brasil obteve R$ 292 milhões no segundo trimestre do ano, abaixo dos R$ 324 milhões do primeiro trimestre. Segundo nota do grupo, o lucro líquido na comparação dos trimestres foi menor em razão, principalmente, de no primeiro trimestre ter recebido dividendos do IRB Brasil Re, no qual mantém participação acionária, e pelo desempenho menos favorável dos fundos de investimentos.
O lucro representou 11% do ganho de R$ 2,5 bilhões do banco no segundo trimestre. Deste valor, a operação de previdência aberta tem o maior peso, com R$ 192 milhões, seguida por seguro, com R$ 61 milhões e capitalização, com R$ 37 milhões.
O faturamento cresceu em todas as atividades em razão da fusão entre Itaú e Unibanco, anunciada em novembro do ano passado. Em seguros, os prêmios passaram de R$ 1,1 bilhão para R$ 2,8 bilhões nos semestres comparados. Em previdência, as contribuições evoluíram de R$ 3,5 bilhões para R$ 4,7 bilhões. Capitalização apresentou receita de R$ 507 milhões para R$ 752 milhões. A maior carteira do grupo em seguros é vida e acidentes pessoais, com 29,5% dos prêmios ganhos. O seguro automóvel é o segundo maior, com 23,9%, seguido por garantia estendida, com 16%, outros com 14%, risco patrimonial com 11%, e transporte com 3,8%.
A despesa de comercialização, geralmente baixa em seguradoras ligadas a bancos, é um item que chama a atenção na Itaú Unibanco, por representar praticamente um terço dos prêmios ganhos, com R$ 424 milhões no segundo trimestre. Os sinistros retidos somaram R$ 710 milhões. O índice combinado, que indica a eficiência dos custos operacionais em relação ao prêmio ganho, ficou em 90,7%.
A consolidação da fusão entre Itaú e Unibanco na área de seguros está praticamente finalizada, com as operações consolidadas no prédio antes ocupado pelo Unibanco, na avenida Rebouças. Tanto as operações da Unibanco Seguros, que ficavam no prédio da avenida Eusébio Matoso (do outro lado do rio pinheiros) como os que estavam no centro de operações do Itaú no Jabaquara, estão mudando neste mês de agosto para o novo endereço.
A maior parte dos produtos já foi reformulada, com destaque para os seguros de acidentes pessoais. Um dos produtos que ainda está sem rumo definido é o seguro saúde, que era administrado pela Unibanco. Apesar de a carteira contar apenas com apólices grupais, o Itaú não tem apetite pelo setor, que foi o responsável por dar prejuízo ao banco anos atrás, com o Hospitaú, hoje administrado pela Omint.
A Porto Seguro registrou lucro líquido de R$ 136 milhões no primeiro semestre, praticamente estável em relação ao mesmo período do ano passado. No segundo trimestre, a queda de 27,5% no lucro líquido, para R$ 67 milhões, foi decorrente do aumento de 1,5 ponto percentual no índice de sinistralidade total; da queda de 12,5% no resultado financeiro em função da queda da taxa básica de juros; e do aumento de 0,5 ponto percentual no índice de despesas de comercialização, principalmente pelo investimento em campanhas de vendas de seguros.
“No primeiro semestre de 2009 tivemos um ambiente de recuo da economia brasileira e a manutenção de forte concorrência, principalmente no produto automóvel. Embora o ambiente de negócios tenha sido adverso, os prêmios totais cresceram 10,1% no semestre, para R$ 2,5 bilhões, e os prêmios do produto automóvel cresceram 8,1%”, informa a seguradora.
O retorno sobre o patrimônio ficou em 13,5% e o índice combinado ultrapassou 100%, para 100,6%. No entanto, quando considerado o ganho financeiro, o índice combinado ampliado recua para 90,5%. O índice de sinistralidade aumentou 1,5 ponto percentual, para 58,6%, principalmente em decorrência do maior índice na Azul Seguros, que foi impactado, principalmente, pela maior freqüência de roubo e furto; da maior sinistralidade na carteira de seguros de pessoas, devido, principalmente, ao aumento da freqüência e da severidade.
Os prêmios da carteira de automóveis da Porto Seguro atingiram R$ 1,2 bilhão no semestre, 5,6% maior que no mesmo período do ano passado. Segundo o grupo, o aumento decorre, principalmente, do crescimento de 11,8% na quantidade de itens emitidos, parcialmente compensado pela redução de 5,6% no prêmio médio.
A frota de veículos segurados atingiu 1,6 milhão em junho de 2009 em relação aos 1,5 milhão em junho de 2008.
Na Azul, os prêmios de automóveis atingiram R$ 322,1 milhões, 19,7% maior, com aumento de 15,7% na quantidade de itens emitidos e do aumento de 3,5% no prêmio médio. A frota de veículos segurados aumentou 32,1%, atingindo 555 mil.
Segundo os executivos do grupo, com os sinais de recuperação da economia brasileira no segundo trimestre, o grupo acredita na continuidade da expansão dos nossos negócios. “Ratificamos a nossa orientação estratégica de compromisso com a qualidade dos nossos produtos e serviços e na busca contínua pela excelência no atendimento”.
A AIG, que ja recebeu US$ 180 bilhões do governo americano, obteve lucro líquido de US$ 1,82 bilhão no segundo trimestre deste ano, saindo do prejuízo líquido de US$ 5,36 bilhões anunciado no mesmo período do ano passado. Esse foi o primeiro lucro do grupo em seis trimestres. No primeiro semestre, a empresa registrou prejuízo de US$ 2,531 bilhões, menor do que os US$ 13,162 bilhões perdidos nos seis primeiros meses do ano passado. A receita saltou 48%, para US$ 29,5 bilhões no trimestre. O resultado é fruto da reestruturação do grupo, informa nota da companhia. Neste ano, a AIG ainda espera levantar US$ 8 bilhões com a venda de ativos. No Brasil, o grupo passou a chamar-se Chartis do Brasil.
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