O Itaú Unibanco divulgou fato relevante hoje informando que sua controlada Itaú Seguros e a XL Swiss Holdings Ltd, sociedade controlada pela XL Capital Ltd celebraram em 12 de novembro um contrato regulando a aquisição da participação da XL na Itaú XL Seguros Corporativos. Nesse contexto, a Itaú XL Seguros Corporativos será 100% detida pelo Itaú Unibanco.
Segundo o fato relevante, em linha com os interesses da XL em continuar atuando no Brasil e com o relacionamento existente entre ambas, um acordo separado foi firmado por meio do qual a Itaú irá fornecer cobertura de seguros aos clientes da XL no Brasil e também aos clientes dos programas globais da XL com operações no Brasil. Essas apólices de seguros serão resseguradas pela XL Re, constituída no Brasil como uma resseguradora local. O acordo terá efeito após a aprovação dos órgãos reguladores.
A Revista Carreiras, editada pelo Valor Econômico, trouxe duas seguradoras entre as melhores empresas na gestão de pessoas. A Prudential levou a premiação na categoria entre 100 a 500 funcionários e a SulAmérica acima de 4 mil empregados. Um ganho e tanto para a imagem do setor.
A SulAmérica registrou lucro líquido de R$ 81 milhões no terceiro trimestre, 32,9% inferior ao do mesmo período de 2008. No acumulado em nove meses, o ganho ficou em R$ 269 milhões, recuo de 8%. Assim como no Bradesco, a gripe suína e o maior uso de serviços médicos em razão da crise foram os vilões do fraco desempenho, bem como este trimestre estar sendo comparado com um período de ganhos extraordinários.
O faturamento caminhou em direção inversa. Os prêmios evoluíram 11,4%, para R$ 2,2 bilhões no terceiro trimestre e 12,3%, para R$ 6,4 bilhões, até setembro. Em automóveis, responsável por 33% da receita da seguradora, os prêmios cresceram 30,4% no trimestre e a sinistralidade caiu 2,7 pontos percentuais, para 63,6%.
Valeu a torcida!!! Graças a todos aqueles que sempre me privilegiam com boas informações, ao apoio da minha família, ao editor Antonio Felix, a todos os amigos que torcem por mim diariamente e a Deus que nos ensina e protege em tempo real, cá estou eu de novo embasbacada de tanta alegria. Venci pelo segundo ano consecutivo o Prêmio Allianz de Jornalismo. Desta vez com a matéria “Sob a proteção de leis mais rigorosas”, produzida para a revista Valor 1000, do jornal Valor Econômico.
Sou muito grata a todos, pois esta conquista não aconteceria sem as informações que recebo diariamente das mais variadas fontes. Desde o segurança que me quebra sempre um galho para estacionar o carro na apertada garagem dos prédios até os mais ocupados CEOs das companhias da indústria de seguros.
Espero atrair cada dia mais novas fontes e informações. Estou aqui, de mente e coração abertos para todas as notícias que quiserem me dar. Não só para concorrer no Prêmio Allianz novamente, mas para divulgar um setor que se torna a cada dia mais sustentável.
Chegando lá, digite a página 171 na coluna da esquerda.
Conheça todos os vencedores:
Tema Especial de Sustentabilidade – Mudanças Climáticas
Mídia Impressa e Online Nacional e Regional
Soraya Aggege venceu com a série “O caos no clima”, O Globo.
Mídia Eletrônica – Telejornalismo
Jorge Luiz dos Santos, com reportagem de Nélson Araújo e equipe – Sandro Queiroz, Francisco Maffezolli Jr., Epitácio Araújo, Wilson Berzuini e Fernando Passarelli -, foi premiado por “Buriti Veredas”, veiculada na TV Globo – Globo Rural.
Mídia Eletrônica – Radiojornalismo
Akemi Nitahara venceu com a série “Todos pelo cerrado: pesquisa, tecnologia e preservação”, Rádio Nacional.
Tema Seguros – Categoria Linguagem Escrita
Mídia Impressa e Online Nacional e Regional
José Carlos Chaves, em coautoria com Cláudio Gradilone, Tatiany Cavalcante e Ana Borges, venceu com o especial “Seguros – O que você precisa saber para dormir tranquilo”, publicado na revista Quatro Rodas.
Mídia Impressa e Online Especializada em Seguros
Kelly Lubiato foi premiada pela matéria “Reciclagem de veículos beneficia mercado e sociedade”, revista Apólice.
Mídia Impressa e Online Especializada Economia e Finanças
Denise Bueno, com a matéria “Sob a proteção de lei mais rigorosa”, publicada na Revista Valor 1000, recebeu o prêmio máximo.
Menção Honrosa– A premiação iniciou-se com a entrega de menções honrosas ao jornal Correio Braziliense e à revista Quatro Rodas, por terem sido os veículos que mais deram espaço ao setor de seguros, somente considerando as matérias inscritas em Mídia Impressa Nacional e Regional. José Carlos Chaves, redator-chefe da revista Quatro Rodas e Dad Squarisi, colunista e editora do Correio Braziliense, receberam as homenagens.
A Porto Seguro divulgou ontem lucro líquido de R$ 73 milhões no terceiro trimestre deste ano, queda de 2,3% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado do ano até setembro, o lucro totaliza R$ 209,6 milhões, recuou de 0,6%. Segundo a empresa, o resultado reflete o aumento de 3,6 pontos percentuais no índice de sinistralidade total e a queda de 2,2 % no resultado financeiro em função da marcação de mercado dos títulos pré-fixados. A receita total cresceu 11,5%, para R$ 1,65 bilhão. O total de prêmios auferidos atingiu R$ 1,4 bilhão, com alta de 10,9% no trimestre.
A sinistralidade total da companhia subiu 3,6 pontos percentuais, para 58,4%. O maior aumento veio da carteira de automóveis, com alta de 5,7 pontos, para 56,7%. Segundo a nota, o grupo está otimista com 2010, quando começará a implementar a parceria com o Itaú. Em outubro foi criada a Porto Seguro Itaú Unibanco Participações (Psiupar), que já recebeu autorização preliminar da Superintendência de Seguros Privados (Susep).
O comunicado divulgado ontem, no qual a Porto Seguro fala sobre o andamento da associação, diz que os ativos e passivos da Itaú Seguros relacionados às atividades de seguros residenciais e de automóveis foram transferidos para uma companhia denominada Itaú Seguros de Auto e Residência (Isar) — que já não traz mais o nome Unibanco –, será incorporada. A Porto Seguro fará aumento de capital de R$ 950 milhões, mediante a emissão de 98.292.519 ações ordinárias, que serão transferidas ao Itaú Unibanco.
As seguradoras brasileiras obtiveram lucro líquido de R$ 6,97 bilhões no período de janeiro a setembro deste ano, avanço de 8% comparado com o mesmo período do ano passado. Segundo estudo da consultoria Siscorp, o retorno sobre o patrimônio líquido do final de período se manteve em 18%, seis pontos percentuais abaixo dos 24% registrados em mesmo período do ano passado. E a previsão é de encerrar o ano em 16%.
A líder absoluta no quesito lucro é a Bradesco Seguros e Previdência, com R$ 2,2 bilhões até setembro, segundo revela o estudo que tem como base os dados enviados pelas seguradoras à Superintendência de Seguros Privados (Susep), informa Flávio Faggion (foto), proprietário da consultoria. Itaú Unibanco vem em segundo, com R$ 1,056 bilhão, Caixa Seguros com R$ 544 milhões e Banco do Brasil, com R$ 500 milhões. As seguradoras ligadas a bancos respondem por mais de 62% da lucratividade do setor.
Sem considerar saúde, as seguradoras registraram vendas de R$ 67,8 bilhões no acumulado do ano até setembro, evolução de 9%. O segmento de seguros gerais respondeu por R$ 24,6 bilhões; seguro de vida e acidentes por R$ 10,2 bilhões; previdência, incluindo VGBL, por R$ 26 bilhões; e capitalização por R$ 6,9 bilhões.
O maior produto em termos de arrecadação é o VGBL, com R$ 20,8 bilhões, crescimento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado. Seguro de carro movimentou prêmios de R$ 12,6 bilhões, alta de 12%, sendo o segundo produto mais vendido pela indústria de seguros. Em terceiro vem o seguro de vida e acidentes pessoais, com R$ 10,2 bilhões em prêmios, evolução de 15%.
Segundo o estudo da Siscorp, entre as tendências de alta até o final do ano estão VGBL e riscos especiais. Automóveis, vida, rural, responsabilidades e habitacional manterão o crescimento estável. Nos demais produtos, a tendência revelada pela consultoria é de baixa.
A liderança dos grupos seguradoras muda para os diferentes tipos de produtos, tendo a Bradesco a liderança geral, com prêmios de R$ 10,8 bilhões (sem considerar saúde). Também é do grupo segurador controlado pelo Bradesco a liderança em vendas de VGBL, vida e acidentes.
O Itaú Unibanco lidera em patrimoniais, DPVAT, riscos financeiros, casco e riscos especiais. O Banco do Brasil é líder na venda de seguro rural e títulos de capitalização, enquanto a Caixa fica em primeiro lugar no ranking de seguro habitacional e de crédito. Em transporte, a Mapfre assumiu a liderança.
A Bradesco Seguros e Previdência foi premiada hoje como a “Melhor Seguradora da América do Sul”. A premiação, concedida pela revista britânica World Finance, foi realizada nesta sexta, 6 de novembro, na Bolsa de Valores de Londres.
Esta é a segunda vez consecutiva que o grupo leva o troféu pela sua solidez financeira, carteira de produtos, ações de sustentabilidade e programas sociais na comunidade. A Bradesco Seguros e Previdência é líder do mercado brasileiro com 23,5% de market share e faturamento de R$ 18,3 bilhões até setembro deste ano.
Na foto, o Presidente do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência, Marco Antonio Rossi, e o Diretor Vice-Presidente Executivo do Grupo, Samuel Monteiro dos Santos Jr., no momento da premiação em Londres.
A Hannover Re, quarta maior resseguradora do mundo, divulgou hoje um balanço positivo. O que significa boas notícias para as seguradoras brasileiras, empenhadas na busca de capacidade para os riscos do Brasil.
O lucro líquido chegou a € 159,4 milhões no terceiro trimestre, comparado a perda de € 395 milhões no mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano até setembro, o lucro ficou em €578.4 milhões, estimulado pela demanda das seguradoras por resseguros como forma de aliviar o capital e também pela fraca ocorrência de catástrofes.
Os prêmios brutos evoluíram 23%, para € 2,4 bilhões, principalmente pela aquisição da Scottish Re no primeiro trimestre deste ano. Este é o terceiro trimestre consecutivo em que o grupo Hannover Re divulga resultado positivo. “Com o nosso resultado deste trimestre, atingiremos nossa meta para 2009”, informa o CEO Ulrich Wallin, em nota divulgada à imprensa. O grupo espera bons resultados para 2009, com alta de dois pontos percentuais no retorno sobre o capital, que deverá situar-se na casa dos 20%.
A Munich Re, maior resseguradora do mundo, divulgou lucro líquido consolidado de € 651 milhões no terceiro trimestre, alta em comparação ao período de eclosão da crise financeira no ano passado, quando o grupo registrou lucro de € 2 milhões. No acumulado do ano até setembro, a resseguradora alemão presente no Brasil como local, obteve alta de 27%, para € 1,79 bilhão. O resseguro contribuiu com a maior parcela do ganho, ao apresentar retorno de investimento na casa dos € 2,8 bilhões e resultado operacional de € 2,9 bilhões. O bom desempenho foi creditado a melhora dos mercados acionários e ao fraco período de catástrofes naturais em 2009.
Os prêmios totais tiveram alta de 11,7% no trimestre, para € 10,3 bilhões. Nos nove meses, os prêmios € 31 bilhões, incremento de 10,4%. Resseguro representou € 18,7 bilhões, com alta de 15,5%. O índice combinado de resseguro situou-se em 96%. Este resultado, aliado ao bom resultado apresentado também pela Swiss Re, segunda maior resseguradora do mundo, mostra a franca recuperação da maior resseguradora do mundo, que terá condições de disputar bons contratos de resseguros em todo o mundo.
A seguradora espanhola Mapfre, que atua de forma independente e também é sócia do Banco do Brasil em vida e ramos elementares, lança no próximo sábado, dia 7, em São Paulo, um projeto destinado ao público feminino. Nele, as mulheres terão um espaço inovador com dicas de mecânica, economia, decoração, saúde, moda, entre outros temas. Segundo comunicado do grupo, o projeto reunirá quatro blogueiras, que fornecerão às mulheres um mix de informações e curiosidades, como serviços domésticos, tratamentos de beleza, trânsito, contas a pagar e até como lidar com a família.
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