Catlin registra alta de 5% nos prêmios do trimestre

stephen-catlinO grupo Catlin, dono do maior sindicato do Lloyd’s of London e presente no Brasil, anunciou prêmios brutos de US$ 3 bilhões no terceiro trimestre deste ano, alta de 5% em relação ao mesmo período do ano passado. O Catlin Syndicate no Reino Unido representou US$ 1,9 bilhão, ligeira queda diante dos US$ 2 bilhões do mesmo período anterior. A unidade dos Estados Unidos movimentou prêmios de US$ 429 milhões, acima dos US$ 257 milhões e o Catlin Internacional, onde está incluído o Brasil, foi responsável por US$ 268 milhões, acima dos US$ 210 milhões.

Os contratos de resseguros representam a maior fatia do Catlin, com US$ 999 milhões; responsabilidade civil teve prêmios de US$ 590 milhões; riscos marítimos e de energia US$ 503 milhões; e riscos especiais, de guerra e político, US$ 315 milhões. Stephen Catlin (foto), diretor executivo, comentou que algumas linhas de negócios continuarão apresentando desafios para 2010, mas a meta do grupo é continuar crescendo com rentabilidade.

Lucro da Zurich cresce 490% no terceiro tri

zurich-jamesO grupo Zurich Financial Services Group, com filial instalada no Brasil, obteve uma sensível melhora nos resultados mundiais do terceiro trimestre. É preciso considerar que o ápice da crise financeira aconteceu no terceiro trimestre de 2008. Segundo nota do grupo, o lucro operacional teve incremento de 138%, para US$ 1,5 bilhão. O lucro líquido ficou em US$ 909 milhões, com 490% de alta comparado ao mesmo período do ano anterior.

O CEO James J. Schiro (foto) comentou na nota distribuída à imprensa que “mesmo neste período de volatilidade da economia o grupo conseguiu manter resultados fortes e sólidos.” Este resultado é fruto de uma forte reorganização pela qual o grupo passou nos últimos quarto anos. No acumulado do ano até setembro, o lucro operacional foi de US$ 4,1 bilhões, queda de 3%. O lucro líquido recuou 24%, para US$ 2,2 bilhões, com retorno sobre o capital de 11.6%. O faturamento com seguros chegou a US$ 26,4 bilhões, queda de 10%. O índice combinado ficou em 96.9%.

Hartford melhora resultado, mas ainda têm perdas

hartfordA Hartford Financial Services Group, que no Brasil tem parceria com a Icatu, ainda registra perdas em consequência da crise financeira. O grupo divulgou prejuízo de US$ 220 milhões no terceiro trimestre deste ano. No mesmo período do ano passado, o prejuízo chegou a US$ 2,6 bilhões.

Os prêmios nas operações de ramos elementares atingiram US$ 2,4 bilhões, recuo de 6%, justificado pelo fraco desempenho da economia americana. Segundo nota do grupo, já há sinais de retomada nas vendas de seguros, principalmente nas linhas pessoais e comerciais para pequenas e médias empresas. O segmento de ramos elementares registrou lucro de US$ 190 milhões, comparado a perdas de US$ 774 milhões no mesmo período anterior. O índice combinado ficou em 93,8%.

Bradesco vende mais e lucra menos

bradesco-logoA Bradesco de Seguros e Previdência divulgou lucro líquido de R$ 1,9 bilhão entre janeiro e setembro deste ano, recuo de 9,67% sobre os R$ 2,09 bilhões do mesmo período do ano passado. O valor representa 34% do ganho total de R$ 5,8 bilhões do banco. A queda do resultado foi atribuída ao aumento de provisões para fazer frente a pedidos de indenizações, principalmente nas áreas de saúde, atingida pelo maior uso em razão da gripe suína, e automóvel, resultado das mudanças climáticas que agravam a ocorrência de inundações em todo o País.

O faturamento do grupo chegou a R$ 18,2 bilhões no acumulado do ano até setembro, 7% acima dos R$ 16,9 bilhões totalizados no mesmo período de 2008. Saúde registrou crescimento de 16,29% nas vendas, seguida por 12,98% em vida; 15,78% em capitalização e 5,99% em ramos elementares. O volume de provisões técnicas alcançou R$ 71,4 bilhões, 32,26% das reservas do mercado segurador nacional, conforme informações da Susep. Os ativos financeiros se aproximaram de R$ 80 bilhões em setembro de 2009.

A rentabilidade sobre o patrimônio chegou a 26,74%, praticamente o dobro da obtida pelos grupos internacionais, segundo balanços divulgados nos últimos dias. O total pago em indenizações e benefícios atingiu R$ 13,137 bilhões, avanço de 5,51%. Segundo nota da empresa, o grupo contabiliza 30,339 milhões de clientes entre segurados, participantes de planos de previdência complementar aberta e portadores de títulos de capitalização. O crescimento foi de 12,96% em relação a 2008.

Mapfre vence licitação da Petrobras

plataformaSegundo noticiou hoje o jornal Brasil Econômico, a Petrobras fechou com a Mapfre o seguro de riscos de engenharia e de responsabilidade civil para a construção e montagem das estações de compressão de Prado (Bahia), Aracruz (ES) e Píuma (ES). O valor total dos riscos envolvidos nesse investimento é de US$ 1,2 bilhão, mas é comum que não se contrate o seguro para o valor total. Nesse caso, as apólices vão cobrir até US$ 270 milhões em casos de sinistros de engenharia e até U$S 50 milhões em caso de responsabilidade civil.

Ações da Swiss Re disparam após balanço

swiss-reA Swiss Re, segunda maior resseguradora do mundo e presente no Brasil desde 1996, divulgou ontem lucro líquido de US$ 334 milhões no terceiro trimestre deste ano, quase o mesmo valor do prejuízo registrado no mesmo período anterior. O resultado foi beneficiado por ganhos com investimentos (mais de 3 bilhões de francos suíços) e pela menor ocorrência de catástrofes. Como resultado, as ações do grupo tiveram alta de 6,4% na bolsa. O índice combinado ficou em 84.5%.

Diante da melhora dos números do grupo, que enfrentou perdas significativas com derivativos no ano passado, a perspectiva é de que a segunda maior resseguradora do mundo voltará com apetite em 2010. Segundo recentes declarações em Baden Baden, Alemanha, onde esteve presente no tradicional encontro anual de resseguradores, a Swiss Re afirmou que tem farta capacidade para assumir riscos de qualidade.

Scor vende 12,9% mais até setembro

denis_kessler__scor_A Scor Re divulgou hoje um balanço positivo, principalmente depois de uma crise financeira com as proporções desta que ainda afeta vários países. O volume de prêmios brutos registrou alta de 12,9%, para €4,8 bilhões, no acumulado do ano até setmbro. O lucro líquido permaneceu estável, em € 278 milhões.

O retorno anualizado chegou a 10,5%. Segundo informou Denis Kessler (foto), presidente e CEO, em nota que o resultado demostra a foraça do grupo, com crescimento tanto na área de vida como de ramos elementares. Na divisão de seguros de ramos elementares, o índice combinado ficou em 97,4%.

Para 2010, a Scor ainda espera impactos da crise no valor das empresas no mercado acionário, bem como redução nos volumes segurados em razão da recessão. Porém acredita que a demanda por capacidade continuará elevada, com oferta estável das resseguradoras.

Jayme Garfinkel, o cabeça dura

jayme-garfinkelRealmente algumas matérias e personalidades valem a pena na vida. Fazem a total diferença. Jayme Garfinkel (foto), presidente da Porto Seguro, é uma delas. Ele faz a diferença para toda a indústria de seguros, servindo de exemplo. Pouco fala de negócios e por isso aparece menos do que deveria na mídia.

Hoje, a Vanessa Adachi, jornalista do Valor Econômico, publicou uma matéria muito interessante. De tirar o chapeú. Soube usar com muita elegância todas aquelas conversas que ficaram na memória, pois o momento do encontro das entrevistas era negócios e Jayme mais falava da vida.

Assim como Jayme, eu também sei o que não quero. Ir a um funeral por exemplo. Entre as coisas que quero continuar fazendo na vida é divulgar o setor de seguros para que ele cresça e proteja o mundo dos riscos inerentes da sociedade moderna.

Por isso ai vai a matéria da Vanessa. Acrescentaria apenas mais um detalhe: a Porto fez um concurso para escolher o nome da hoje seguradora Azul. No final, quem escolheu foi o determinado Jayme, que realmente pode ser chamado de cabeça dura. Minha filhota está ao meu lado dizendo que este título vai me trazer inimigos. Uma grande oportunidade de ensiná-la que, às vezes, ser cabeça dura traz alegrias na vida. Na nossa e na dos outros.

Apesar de ser um texto grande, principalmente para um blog, se cortasse uma linha sequer os leitores iriam perceber e se chatear. Por isso, vai na íntegra. Boa leitura.

Um homem que sabe o que não quer
Vanessa Adachi, de São Paulo

http://funenseg.empauta.com/funenseg/index.php?action=999&data=20091104&cod_noticia=953754165

Previdência puxa lucro da Itaú Unibanco Seguros

A Itaú Unibanco Seguros e Previdência registrou lucro líquido de R$ 374 milhões no terceiro trimestre deste ano. O lucro representou 16,5% do resultado total do banco, de R$ 6,8 bilhões, divulgados ontem. Antes da fusão com o Unibanco o lucro representava 10%.

O ganho veio da venda de títulos de capitalização, com alta de 47%, para R$ 76 milhões, e de previdência, de 5,6%, para R$ 210 milhões. Seguro registrou queda no ganho de 10%, para R$ 88 milhões, em razão da alta da sinistralidade, segundo dados divulgados na teleconferência. Os prêmios ganhos somaram R$ 1,6 bilhão no terceiro trimestre.

Até o final do ano, o nome Unibanco deverá desaparecer, restando apenas Itaú.

Finalista do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo!!

london-090-150x1501Nada melhor do que ficar feliz. E hoje comemorei muito com minha família e amigos ao receber o email “Parabéns! Você é finalista do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo”. No ano passado, ganhei o primeiro lugar na categoria economia e finanças, com o especial Seguros, publicado pela infelizmente falida Gazeta Mercantil.

Entre mais de 300 textos inscritos neste ano, a minha matéria “Sob a proteção de lei mais rigorosa” foi uma das cinco selecionadas do tema Seguros, categoria Linguagem Escrita e subcategoria Mídia Impressa e On-line Especializada em Economia e Finanças. Esta matéria foi publicada no Valor 1000, revista do jornal Valor Econômico, que por sinal ficou com três das cinco selecionadas.

Estou concorrendo com pesos pesados. “A guerra dos seguros”, de Marcio Kroehn e Milton Gamez, da IstoÉ Dinheiro; “Crise faz mercado mundial de seguros recuar 2%; Brasil sobe 8%”, de Altamiro Silva Júnior, repórter do Valor Econômico; “Especial: área coberta por seguro rural cresce com subvenção”, de Fabíola Gomes, da Agência Estado – AE Agronegócios; e “Temporada de duras negociações na saúde”, de Beth Koike, do Valor Econômico.

A Revista Apólice, da qual sou colunista, também é finalista com três das cinco indicações na categoria Mídia Impressa e On line Especializada em Seguros. “Reciclagem de veículos beneficia mercado e sociedade”, da Kelly Lubiato, “Show business descobre o Brasil e o seguro”, da Aline Bromatti, e “Retrato de uma empresa em nota”, de Luciano Máximo.

Os vencedores receberão o prêmio de R$ 15 mil. Na verdade, quase R$ 12 mil, considerando o desconto do leão. Serão conhecidos no dia 11 de novembro, no Apollinari, em São Paulo. Espero que cruzem dos dedos por mim novamente. Toda a minha família e amigos agradecem desde já a torcida. Namastê!