A AIA, o braço de seguros de vida asiática de American International Group (AIG), parece ter obtido muito sucesso com a emissão de ações (IPO na sigla em inglês). Agências internacionais noticiam, sem revelar fontes, que a AIA levantou US$ 17,9 bilhões no mercado asiática, que vive um boom de emissões, com captação de US$ 90 bilhões de janeiro a setembro deste ano. A forte procura pelos papéis, oito vezes acima da oferta, fez com que a ação fosse negociada no maior valor previsto no prospecto de lançamento. Se confirmado, a AIA passa a figurar como o terceiro maior IPO do mundo.
A preparação para a emissão de ações começou antes da crise financeira mundial, quando a AIG precisou ser socorrida pelo governo americano, que injetou cerca de US$ 182 bilhões na companhia. Depois de interrompido com a crise, o grupo tentou vender a empresa, mas acabou optando pelo IPO por acreditar que conseguiria um volume de recursos maior para pagar pagar a dívida com o Tesouro Americano e voltar a comandar o grupo com autonomia. A seguradora britânica Prudential chegou a ofertar US$ 35 bilhões pela AIA, mas dias depois recuou para US$ 30 bilhões, o que fez a AIG agilizar o IPO.
A AIA opera em 15 mercados na Ásia. O rápido crescimento do mercado de seguros, especialmente de vida, é um grande atrativo para os investidores travarem uma batalha pelas ações da AIA. Principalmente por ser ela uma das poucas seguradoras estrangeiras num mercado fechado e dominado por seguradoras locais. Enquanto suas concorrentes estrangeiras atuam em uma ou outra cidade e sem ter a totalidade das ações das companhias, a AIA está presente na China, Indonésia, Malásia, Tailândia e Vietnã e ainda tem mais de 300 mil agentes na região. Apenas 8% dos negócios da AIA vem de bancassurance, ou seja, venda através de banco.
Segundo as agências, o IPO da AIA deverá gerar até US$ 355 milhões em taxas para os bancos envolvidos na venda, liderada pelo Citigroup, Deutsche Bank, Goldman Sachs Group Inc e Morgan Stanley como co-coordenadores globais.
*matéria extraída do site da CNSeg www.viverseguro.org.br
A SulAmérica aparece muito bem na foto de boas práticas de Governança Corporativa. Tanto que a seguradora (BM&FBovespa: SULA11) estreou no ranking das Melhores Companhias para os Acionistas com a terceira melhor nota neste quesito. Na pesquisa, realizada pela revista Capital Aberto entre as 100 companhias mais líquidas no pregão da Bolsa ao longo de 12 meses, a SulAmérica obteve 8,34 pontos, de um máximo de 10.
A excelente participação da SulAmérica no ranking é resultado do trabalho contínuo da companhia de aprimorar suas práticas de Governança e oferecer informações que permitam o maior entendimento dos investidores sobre a companhia e o próprio setor de seguros. Estas iniciativas contribuíram para aumentar a atratividade dos papéis da companhia na Bolsa – o volume médio diário de negociação dos papéis da SulAmérica passou de R$ 2,8 milhões no primeiro semestre de 2009 para R$ 8,7 milhões, no mesmo período de 2010. “A área de Governança Corporativa da SulAmérica é extremamente atuante e a companhia aprimora de forma contínua suas práticas. Seguiremos inovando e desenvolvendo outras ações que nos permitam aliar agilidade e transparência ao negócio da companhia”, afirma o vice-presidente de Relações com Investidores da SulAmérica, Arthur Farme d’Amoed Neto.
Entre as práticas da SulAmérica avaliadas pela pesquisa destacam-se iniciativas para incentivo à participação dos acionistas nas Assembléias Gerais da companhia, adotadas muito antes de sua exigência pela CVM, além de uma política de dividendos disponível no seu site e da divulgação de informações relativas à remuneração de seus administradores.
Finalista do Premio Allianz novamente!!! Neste ano, com materia produzida para a revista Conjuntura Economica!!! Tambem estao no pareo Janes Rocha, do Valor, Giulianna Napolitano, da Exame, Thais Folego, do Brasil Economico, e Fabiola Gomes, da Agencia Estado. Sorte a todos!!! Resultado final sai em 9 de novembro. Ano passado levei o prêmio com matéria produzida para a revista Valor 1000 e no ano anterior por um caderno especial de seguros feito para o jornal Gazeta Mercantil, que não existe mais (uma peninha). Veja abaixo a matéria deste ano, terceiro consecutivo entre as finalistas.
Governo quer pôr a mão no seguro
Denise Bueno e Aline Bronzati, de São Paulo
O desejo do governo em atuar no mercado segurador roubou a cena nos debates do I Seminário Nacional sobre Seguros no Brasil, promovido pela revista Conjuntura Econômica, em 22 de junho, na capital de São Paulo. Por ora, há apenas uma Medida Provisória, ainda em discussão. Mas foi o suficiente para movimentar a indústria de seguros mundial, que por anos esperou a abertura do mercado de resseguros no Brasil e agora, dois anos após a flexibilização da operação, se vê diante da ameaça de uma nova estatização.
“A indústria cresceu a taxas três vezes superiores ao Produto Interno Bruto (PIB) na última década. Isso mostra que é dinâmica e com capacidade de atender a demanda de um país que se prepara para estar entre as cinco maiores economias do mundo”, disse Jorge Hilário Gouveia Vieira, presidente da Confederação Nacional de Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), entidade que reúne as principais seguradoras e resseguradoras do país.
Para mostrar o ritmo de desenvolvimento do mercado de seguros, o diretor regional da Escola Nacional de Seguros (Funenseg) São Paulo e da Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros (Fenacor), João Leopoldo Bracco de Lima, apresentou alguns números do setor. Segundo ele, o faturamento da indústria chegou a R$ 111 bilhões, em 2009, cifra que há cerca de 20 anos não passava dos US$ 10 bilhões, quando o seguro
correspondia a 1% do PIB. “Nós já temos 7% do PIB, levando em conta os resultados das áreas de saúde e previdência privada fechada”, comparou. “Para os próximos anos, a nossa expectativa é dobrar o volume de arrecadação do setor.”
O presidente do Sindicato das Seguradoras, Previdência e Capitalização do Estado de São Paulo (Sindseg-SP), Mauro Batista, ressaltou as expectativas otimistas de crescimento. De acordo com pesquisas entre os executivos, o crescimento da indústria de seguros deverá chegar a 15%, em 2010. No entanto, dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) mostram que o mercado teve expansão de 20% nos quatro primeiros meses deste ano na comparação com o mesmo período de 2009. “O setor tende a evoluir em meio à expansão da economia e o comportamento da sociedade, com destaque, para as classes C, D e E e também pelos gigantescos projetos de infraestrutura para tornar este crescimento econômico sustentável”, afirmou.
O desenvolvimento da economia, atrelado a abertura do mercado de resseguros, atraiu para o Brasil 118 companhias, sendo 86 resseguradoras e 32 corretores de resseguros. Elas investiram na abertura de escritórios no país e representam mais de 90% da capacidade do resseguro mundial. Por isso, a notícia de que o governo brasileiro está criando uma seguradora estatal repercutiu de forma negativa. “Há farta capacidade de recursos ofertados pelas seguradoras e resseguradoras no Brasil. Caso os grandes projetos hoje em andamento necessitem de mais recursos, eles serão obtidos com as matrizes das companhias que aqui estão”, disse Jorge Hilário.
A ideia original do governo era criar uma seguradora estatal, denominada inicialmente de Empresa Brasileira de Seguros (EBS), para atender às necessidades de seguro garantia por parte das construtoras brasileiras. Grande parte delas tem obras cujos valores ultrapassam o limite de risco de crédito, inviabilizando a emissão de mais garantias por parte de seguradoras e de resseguradoras. “Este é problema que ocorre em todo o mundo e o setor privado tem resolvido bem a questão”, argumentou Fernando Zamboim, responsável pelas operações de resseguros da seguradora suíça Zurich.
Diógenes Gonçalves, sócio do escritório Pinheiro Neto e Advogados, compartilhou da mesma opinião. De acordo com ele, esta é uma ideia similar a vista na Venezuela, decorrente do risco político local. No Brasil, o assunto começou a ser discutido por conta da crise econômica mundial, em meados de 2009. “A criação da seguradora estatal surgiu diante da possibilidade de faltar capacidade para as garantias locais, porém, isso não decorre das seguradoras e sim das empresas tomadoras de seguros, que são sempre as mesmas e participam de vários projetos”, explicou ele.
O que preocupa o governo é ficar sem o seguro em razão do agravamento da crise europeia. E não é só o governo que se preocupa. Duas das maiores empresas do mundo, a seguradora Allianz e a resseguradora Munich Re, informaram que redobram atenção na hora de fazer contratos com empresas ligadas aos países mais afetados, como Grécia, Espanha e Portugal, porque a sinistralidade tende a aumentar neles.
“Existe uma preocupação muito grande e quase não fazemos mais negócios na Espanha”, disse Tânia Amaral, superintendente de Riscos Financeiros da Munich Re do Brasil. Na Allianz, a mesma situação. “Na Espanha não fazemos mais seguro garantia”, acrescentou Edson Toguchi, superintendente de Produtos Financeiros e Responsabilidades da empresa.
A situação, entretanto, torna o Brasil ainda mais importante na indústria mundial de seguros. O fato de a economia brasileira estar com sólidos fundamentos para seguir por mais alguns anos um próspero período de crescimento, contribui para manter a rentabilidade das empresas, reduzida com a crise em outros países. “No Brasil, todos os segmentos da economia são promissores e atraem a atenção dos investidores em todo o mundo”, disse Toguchi. Por isso, acrescentou, há farta capacidade de oferta de seguro garantia no país. O Brasil tem 22 seguradoras e 18 resseguradores em operação. Ofertaram cerca de R$ 100 bilhões em limite de garantias, em 2009. “São projetos enormes, que chegam a surpreender a matriz”, comentou a executiva da Munich Re.
Para o setor privado, o assunto estava resolvido em relação à estatal. No entanto, a preocupação se transformou em um assunto prioritário e urgente ao vazar para todo o mercado uma cópia da minuta da Medida Provisória que criará a seguradora. O documento diz que a estatal atuará em vários segmentos e não apenas em seguro garantia, como havia sido divulgado pelo ministro Guido Mantega, da Fazenda. No texto da minuta, o governo mostra interesse em operar em diversas frentes: seguros habitacionais para baixa renda, de crédito à exportação, compra de maquinário agrícola e micro, pequenas e médias empresas; e seguros de crédito, garantia ou engenharia em projetos de infraestrutura e de construção naval.
“Não há um relato de caso em que o segurado tenha ficado sem cobertura de risco de engenharia ou de incêndio para pequenas e médias empresas, um setor totalmente atendido pelas seguradoras. Em seguro habitacional, um setor que há uma imensa concorrência, faz menos sentido ainda a interferência do governo”, afirmou o advogado Diógenes Gonçalves. Segundo a minuta da MP, será constituído um fundo R$ 11 bilhões. “O montante não será suficiente frente às estimativas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de desembolso de R$ 40 bilhões a R$ 50 bilhões para os próximos quatro anos”, relembrou Gonçalves.
De acordo com o superintendente da Susep, Paulo dos Santos, a autarquia não foi convocada, por isso desconhece o projeto. “O mercado continuará se expandindo e as novas necessidades que surgirão diante de projetos como o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), Olimpíadas, Copa, entre outros, serão atendidas”, afirmou. Durante painel sobre o tema disse que “pode haver algum problema localizado, mas aparentemente para os próximos anos a indústria de seguros tem capacidade”, afirmou. Ele ressaltou que caso a Medida Provisória demore mais de seis meses para ser aprovada, poderá caducar. “Ela não pode ser mais reeditada infinitamente”, observou.
Para o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado do Rio de Janeiro (Sincor-RJ), Henrique Brandão, a criação de uma seguradora estatal é desnecessária. O fator mais preocupante, segundo ele, é a amplitude dada a esta nova empresa conforme o artigo 11 da MP, que cria a EBS. “Nele, é ressaltado que a seguradora será criada para qualquer tipo de atuação e ramo. Mais uma vez, o Governo está colocando a mão no setor privado, que não precisa”, criticou.
Na visão de Gonçalves, é natural o interesse do governo em grandes investimentos, assim como acontece na França, Alemanha e Inglaterra, entretanto, ele não deve ser o player que comandará a operação em seguros. “É inconsistente o Estado ser garantidor do seu próprio dinheiro. São duas chances de se perder recursos”, enfatizou. Além disso, a nova estatal está na contramão do princípio securitário, que é a transferência de risco. “A filosofia do setor é transferir o risco e sempre que possível pulverizá-lo por meio de consórcio, cosseguro, resseguro e retrocessão”, complementou.
A CNSeg tem um grande numero de argumentos tecnicos a convencer o governo a estimular a concorrência da indústria de seguros e focar-se em áreas prioritárias para a atuação estatal. “Não faz sentido o governo usar o dinheiro para abrir uma seguradora para concorrer com a iniciativa privada num momento em que é preciso tantos recursos para aprimorar a infraestrutura do país capaz de sediar dois mundiais esportivos”, diz Vieira. O argumento jurídico de grande peso é a inconstitucionalidade. “A Constituição diz que seguro é uma atividade privada e também há a Lei 5627, art. 9o, de 1o de dezembro de 1970, que impede que o estado tenha controle em atividade de seguro.”
Seguros
Um apaixonado pela sustentabilidade
Qualquer pessoa que queira debater o tema “sustentabilidade” em seguros pode procurar Fernando Moreira, presidente da HSBC Seguros. Apaixonado pelo assunto, Moreira consegue convencer qualquer pessoa a reciclar lixo ou trocar o sistema de aquecimento da casa ou da empresa. “Garanto. O investimento se paga em no máximo quatro anos”, disse ele durante a sua palestra no I Seminário do Mercado de Seguros, promovido em São Paulo, pela revista Conjuntura Econômica, no dia 22 de junho.
O executivo foi convidado para presidir a comissão de sustentabilidade da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Capitalização (CNSeg), pela nova diretoria que assumiu o comando da entidade em maio. A ideia, segundo Moreira que aguarda a oficialização do convite, é aproveitar a sua experiência internacional para ajudar as seguradoras na criação de práticas sustentáveis.
Moreira foi indicado, no início do ano, como co-presidente do grupo de seguros para a América Latina do programa de políticas ambientais das Nações Unidas. A entidade reúne cerca de 200 instituições financeiras no mundo, que voluntariamente discutem práticas socioambientais relacio- nadas ao setor.
Recentemente, Moreira enviou aos principais executivos do setor uma carta convite para juntos criarem “Os Princípios Sus- tentáveis do Setor de Seguros”. “Acreditamos que a adesão a esta iniciativa pelas instituições de seguros poderá ajudá-los a fazer melhores negócios, de acordo com as políticas sustentáveis do século XXI”, diz.
O objetivo é criar “Os Princípios Sustentáveis do Setor de Seguros” como base da informação para o setor e seus acionistas, com a finalidade de atuar como um marco de melhores práticas, criando consenso global sobre sustentabilidade para integrar e adotar soluções inovadoras e ações coletivas frente aos desafios globais que afetam a continuidade e o meio ambiente.
Moreira representa um grupo de Instituições de Seguros da América Latina, membros da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEPFI). Na carta enviada a vários profissionais do mercado de seguros, ele detalha o que é a instituição e o projeto e convida os profissionais a se juntar ao programa.
A UNEP FI é uma entidade público-privada, entre o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e o setor financeiro mundial, reunindo em torno de 200 instituições finan- ceiras. Os membros da UNEP FI assinaram a Declaração do setor de seguros da PNUMA e desenvolvimento sustentável. O grupo de trabalho das Instituições financeiras de Seguros fundamenta suas ações na materialidade dos temas sócio ambientais.
Os membros comprovaram a necessidade de considerar as questões ambientais, sociais e de governança empresarial (ASG) nas atividades de seguros, já que estes fatores extrafinancei- ros podem afetar diretamente nossas instituições de seguros e acionistas, especialmente a longo prazo.Segundo Moreira, a adesão a esta iniciativa é voluntária e a Declaração é um ideal a que aspirar.
“Não é um clube fechado. Nosso planejamento está em “aprender fazendo”, o enfoque da Iniciativa consiste em fomentar a colaboração e o intercâmbio entre pares para aprender de um para outro, elaborar publicações que alimen- tem o conhecimento de melhores práticas relacionadas ao setor de seguros, criando fóruns e diálogos entre instituições, desenvolver ferramentas práticas e guias setoriais/temáticos apropriados para o setor, capacitação, eventos e reuniões”, explica na carta.“Juntem-se a nós nesta iniciativa financeira da PNUMA, com o objetivo de trabalhar em conjunto para adotar melhores práticas e se envolver no desenvolvimen- to dos Princípios Sustentáveis de Seguros (PSI)”, finaliza Fernando Moreira (DB).
Oferta de riscos
Fernando Zamboim, diretor de resseguros da Zurich, afirma que há capacidade de sobra em todo o mundo para ofertar os riscos brasileiros. “Tanto a Zurich como seus concorrentes disputam os contratos no Brasil. Prova disso é o nosso interesse na realização de debates como este, quando podemos mostrar o que temos a oferecer para contribuir com o crescimento sustentável do Brasil”, disse o executivo durante o I Seminário sobre a Indústria de Seguros, organizado pela revista Conjuntura Econômica.
A Zurich lidera o mercado mundial de riscos de enge- nharia, com especial destaque nos Estados Unidos. Tem mais de 500 subscritores de riscos, responsáveis por mensurar as probabilidades de acidentes de um empreendimento, 200 engenheiros de risco e 350 inspetores de sinistro, além de 65 mil clientes. Ter esta retaguarda traz ao grupo contratos significativos, que ajudam a ampliar ainda mais a experiência mundial — opera em 15 países da Europa, Ásia e Américas. Hoje, a empresa tem em carteira contratos de seguros com 17 das 25 maiores construtoras do mundo. Em crédito, é a terceira maior seguradora nos Estados Unidos, com uma carteira de prêmios de US$ 645 milhões.
No Brasil, a seguradora suíça foi a pioneira no lançamento do seguro de risco político. Segundo o diretor de linhas financeiras da Zurich, Eduardo Pitombeira, este seguro oferece três diferenciais: prazo máximo de 15 anos; até US$ 150 milhões de limite de cobertura; e indenização de até 100% do investimento. “Somos a seguradora privada que oferece a maior e mais longa cobertura de risco político do mercado. Além disso, uma vez firmada a apólice, a seguradora não pode cancelar a cobertura durante a vigência por causa de eventuais mudanças polí- ticas e sociais no país aonde o investimento foi firmado”, afirma.
A Zurich também tem obtido forte crescimento no segmento de seguros de responsabilidade civil para executivos (D&O). O produto cobre despesas de defesa (judicial ou administra- tiva), eventuais indenizações e multas de executivos em virtude do exercício de seu cargo. Em dezembro de 2009, a Comissão de Valores Imobi- liários (CVM), órgão regulador do mercado de capitais bra- sileiro, editou novas normas para tornar mais transparente a divulgação de informações por parte das companhias de capital aberto. As regras elevam consideravelmente o nível de detalhamento das informações que devem ser divulgadas pelas companhias abertas. A maior transparência facilita o processo de análise de risco de um lado e deixa as empresas menos expostas a questionamentos sobre omissão de informações de outro.
Segundo Zamboim, uma parte significativa dos litígios e controvérsias que põem os executivos no banco dos réus diz respeito à suposta falta de transparência ou a não divulgação de informações relevantes sobre os negócios da companhia. Espera-se que ao adotar este novo padrão, os executivos estarão intera- gindo mais eficazmente com o mercado e, principalmente, com seus acionistas, levando ao conhecimento público não apenas dados esporádicos, mas de fato uma visão panorâmica de toda a companhia, reduzindo assim as chances de serem eles próprios contestados e de tornarem-se alvo de processos.
Com mais transparência, a competição entre as seguradoras cresce e o preço do seguro fica mais acessível. Consequentemente, esse é um nicho de negócio que deverá apresentar um forte crescimento no Brasil nos próximos anos. “E a Zurich desenvolveu coberturas diferenciadas para atender às necessidades dos clientes e ser reconhecida pela inovação e prestação dos serviços, dentro de um mercado cada dia mais competitivo”, afirma Fernando Zamboim. (DB).
Diversidade
Poupar para garantir um futuro melhor é preocupação da população mundial. Pesquisas mostram que as pessoas estão conscientes de que elas é que tem de assegurar o amanhã, pois a dependência de uma aposentadoria oficial tem se mostrado cada dia mais um benefício insuficiente por vários motivos, entre eles o avanço da longevidade e o recuo da natalidade. Além de ter menos gente para pagar a conta dos anos a mais que se vive, a crise financeira elevou os déficits de muitos governos em razão do socorro financeiro dado às instituições com problemas de caixa.
Considerando-se apenas Grécia, Espanha, Irlanda e Portugal, o total de dívida que vence somente neste ano é de € 291,7 bilhões. Somando os vencimentos de títulos desses quatro países, em 2011, de € 590,1 bilhões, o total chega a € 881,80 bilhões. Isso deverá gerar algum impacto de redução de custos e a previdência oficial pode ser afetada.
Por todo este estresse do cotidiano, a saída é investir, não só para poupar recursos para ter um futuro melhor, como também aplicar em saúde. Pensan- do nisso, a BrasilPrev, empresa de previdência privada do Banco do Brasil em parceria com a norte-americana Principal, lançou o Programa Projeto de Vida. No seminário organizado pela revista Conjuntura Econômica, Mauro Guadagnoli, superinten- dente comercial da BrasilPrev, informou que a iniciativa será apresentada em uma série de 48 programas de cerca de um minuto de duração no Programa Giro Business, transmitido pela rádio e TV BandNews, duas vezes por semana até o final de agosto.
De acordo com a seguradora, o principal objetivo do programa é tratar o tema previdência privada com simplicidade e didatismo, além de explicar a importância das pessoas utilizarem os planos de previdência como meio de acumulação de recursos no presente, visando à concretização de projetos de vida no futuro. Entre os diversos temas abordados, figuram as diferenças entre as modalidades PGBL e VGBL, tipos de tributação e benefícios fiscais, 13o salário e declaração de Imposto de Renda, diferenças entre os fundos de investimentos nos planos de previdência privada, tempo de contribuição e opções de resgate dos recursos, aumento da expectativa de vida e a necessidade de planejamento financeiro no longo prazo.
Para a Brasilprev, esta iniciativa, utilizando o conceito Projetos de Vida, é uma forma diferenciada de prover educação financeira. “Este projeto também contribui para desmistificar a previdência privada”, diz Guadagnoli. “Trata-se de uma forma simples e acessível que, de maneira rápida e prática, ensina os fundamentos dos planos de previdência e auxilia as pessoas a se programarem para os mais diferentes projetos de vida. Fornecer informações didáticas à sociedade sobre o tema é uma maneira de fazê-la conhecer todos os benefícios e vantagens que a previdência privada oferece”, acrescenta Celso Barros, executivo responsável pela iniciativa do projeto da Brasilprev, uma das maiores empresas de previdência privada no Brasil, com mais de 1,2 milhão de clientes em todo o Brasil e R$ 29 bilhões em ativos sob gestão. (DB)
A rede de 27 corretores formados pela Brasil Insurance, empresa controlada pela Brazil Brokers, do fundo de private equity Gulf Capital Partners, divulgou o prospecto da oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) de ações. Segundo dados divulgados, a companhia disponibiliza 191 mil papéis em oferta primária e 191 mil ações em oferta secundária – montante que ainda pode ser acrescido de lote adicional e suplementar. O preço por ação ficará entre R$ 1,25 mi e R$ 1,45 mil. O período de reserva para os investidores interessados na operação começa em 26 de outubro e se encerra no dia seguinte. A fixação do preço ocorre em 28 de outubro e os papéis começam a ser negociados na BM&FBovespa em 1º de novembro.
Os bancos coordenadores são Morgan Stanley, BTG Pactual, JPMorgan e HSBC. Segundo o prospecto, o faturamento bruto das 27 corretoras que formarão a companhia foi de R$ 125,6 milhões em 2009, com aumento de 32% ante o volume de 2008. Em 2009, elas contabilizaram aproximadamente 1,2 milhão de clientes pessoa física, 14 mil empresas, além de cerca de 1 milhão de vidas e 111 mil veículos segurados. Em 2009, elas intermediaram prêmios de R$ 960 milhões, com comissão média de 13%.
O prospecto preliminar pode ser acessado no site www.brasilinsurance.com.br.
*matéria extraída do site da CNSeg www.viverseguro.org.br
O Lord Mayor da City de Londres, Alderman Nick Anstee, visitou a CNSeg nesta segunda-feira, liderando uma comitiva composta por 17 empresários britânicos. Eles foram recebidos pelo presidente da CNSeg, Jorge Hilário Gouvêa Vieira, acompanhado de assessores. Na oportunidade, eles avaliaram temas de interesse comum dos dois mercados.
Os britânicos solicitaram informações sobre os ramos que mais crescem no mercado brasileiro e a respeito da qualificação de seus profissionais. Já o presidente da CNSeg, aproveitando-se do fato de que Londres vai sediar as Olimpiadas de 2012, pediu aos membros do mercado britânicos que enviem relatórios, após o evento esportivo, sobre os seguros mais demandados e a sinistralidade apresentada pelas carteiras. Tal material vai servir de parâmetros para o mercado nacional definir sua política de subscrição para as Olimpíadas de 2016, que será realizada no Rio de Janeiro.
Ainda no encontro, Jorge Hilário destacou que o mercado brasileiro tem forte potencial de crescimento, tendo em vista que o País é a décima economia mundial, mas ocupa o 15º posto do ranking global de seguros. Nesse sentido, Jorge Hilário disse que a CNSeg examina os principais obstáculos para que o mercado de seguros torne-se mais proporcional ao tamanho da economia nacional.
Os picos atingidos recentemente pelos preços das commodities e o afrouxamento atual da política monetária intensificaram os temores de inflação. Muitas seguradoras identificaram estas circunstâncias como um de seus principais riscos. O mais recente estudo sigma da Swiss Re “O impacto da inflação sobre as seguradoras” sugere que as seguradoras podem limitar o impacto da inflação sobre os retornos dos investimentos, avaliações de ativos e compromissos futuros de seguros aplicando hedging de inflação, incluindo cláusulas de indexação aos contratos e adquirindo resseguro.
Segundo release distribuído pela resseguradora, a inflação é o fenômeno econômico de aumento dos preços de bens e serviços. Ela influencia as despesas com reclamações de sinistro e despesas em geral, o valor dos passivos e, menos diretamente, o valor dos ativos. Em termos históricos, o aumento dos custos das reclamações de sinistro ultrapassou a inflação devido a fatores adicionais conhecidos como “escaladas dos custos sociais” que, somadas aos custos da inflação, incluem os efeitos do aumento do número de litígios, mudanças nas normas sociais e crescentes despesas com tratamento médico.
A inflação afeta as seguradoras de vida e não-vida de diferentes maneiras Para as seguradoras do ramo não-vida, uma inflação súbita leva a maiores custos de reclamações de sinistro, minando sua rentabilidade. Thomas Holzheu, um dos autores do novo estudo sigma, comenta: “Períodos prolongados de inflação galopante são problemáticos sobretudo para os segmentos de negócios long-tail. Ainda segundo Holzheu: “As seguradoras podem atenuar o impacto ajustando as taxas de prêmio; porém, às vezes isto não é possível se as regulamentações ou o ambiente competitivo não permitirem tais ajustes.”
Para as seguradoras de vida, tanto a inflação quanto a deflação constituem riscos. Geralmente a inflação vem acompanhada de um aumento das taxas de juros, o que reduz o valor das garantias de retorno. Uma inflação em alta pode ter efeito negativo sobre a O novo estudo sigma da Swiss Re analisa o impacto da inflação sobre as
seguradoras e as maneiras de enfrentar este desafio página 2/4 demanda, podendo levar a cancelamentos de apólices pelos tomadores de seguro bem como acarretar crescentes custos para as seguradoras.
Em caso de deflação, ou se uma inflação muito baixa persiste, as taxas de juros tendem a cair. Kurt Karl, economista chefe da Swiss Re nos EUA e um dos autores do estudo, comenta: “Isto dificulta às seguradoras de vida, com grandes carteiras de produtos de poupança com garantia de taxa de juros mínimo, obterem o retorno esperado dos ativos.”
As seguradoras têm diversas opções para atenuar o risco de inflação. As seguradoras preocupadas com o risco de inflação podem atenuar este risco de diversas maneiras. David Laster, um dos autores do estudo, comenta: Quanto aos ativos, as seguradoras podem investir em commodities, imóveis e títulos indexados à inflação, que consideramos os hedges de inflação mais viáveis. Tais investimentos têm obtido bom desempenho durante períodos de inflação alta.”
As seguradoras também podem modificar os contratos de seguro para encurtar o prazo e, consequentemente, reduzir o risco de desenvolvimento. Holzheu afirma: “As seguradoras podem introduzir apólices ‘claims made’ ou cláusulas ‘sunset’ para solucionar a questão de sinistros latentes, além de poderem incluir cláusulas de indexação vinculando prêmios, limites e dedutíveis/retenção a um índice atrelado à inflação.”
O resseguro também pode oferecer às seguradoras proteção contra surpresas inflacionárias, o que se revela particularmente útil em mercados emergentes, onde o risco de inflação alta é mais elevado. A inflação é uma possível ameaça no médio prazo Karl afirma: “Embora as políticas monetárias agressivas e os gastos públicos em nível recorde tenham causado inquietações com a possibilidade de um drástico crescimento inflacionário, é improvável que isso ocorra nos próximos um a três anos, uma vez que as taxas de desemprego estão elevadas e há poucas restrições de capacidade.” “Mas a inflação poderá aumentar se o afrouxamento da política monetária for mantido por muito tempo e se houver forte aceleração no crescimento”, acrescenta Karl.
O crescimento do mercado de seguros tem estimulado que analistas de bancos passem a cobrir o setor, mesmo tendo apenas duas seguradoras com ações negociadas na bolsa brasileira, além da Odontoprev, a maior em planos odontológicos, controlada pela Bradesco Saúde. O mais novo banco a emitir relatório sobre o setor foi o britânico Barclays Capital. Em março foi a vez do americano Goldman Sachs dar início a cobertura da indústria de seguros, recomendando a compra das ações da SulAmérica e mantendo posição neutra para a Porto Seguro.
Tanto para a Porto Seguro como para a SulAmérica os analistas do Barclays fazem recomendação de compra, com classificação overweight, ou seja, exposição acima da média do mercado. Os analistas projetam evolução do lucro de 60% para SulAmérica e de 21% para a Porto Seguro no segundo semestre deste ano comparado ao primeiro semestre. Segundo o relatório, os papéis da Porto Seguro são negociados sob um múltiplo Preço por Lucro estimado de 11,5 vezes, enquanto os da SulAmérica são negociados a 11,8 vezes para 2011. O lucro viria da aposta dos analistas, que projetam multiplos de 14 para a Porto e de 13,4 vezes para a SulAmérica.
Assim como o Brasil, a indústria de seguros atrai o interesse dos investidores, cada dia mais familiarizados com o custo benefício dos projetos nos quais pretendem apostar. A notícia de hoje vem da Tempo Participações. Depois de matéria publicada pelo Valor Econômico nesta sexta-feira, a empresa disparou um comunicado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para afirmar que as negociações ainda estão em andamento. “A Companhia informa que não há no presente momento qualquer definição com relação às oportunidades ora avaliadas”, diz a nota.
O banco de capital suíço UBS foi contratado para negociar a venda de até 100% do capital da empresa, avaliada em mais de R$ 900 milhões. Segundo o Valor, o grupo GP Investimentos já tem vários compradores para a Tempo Assist, uma empresa de prestação de serviços de saúde e de assistência 24 horas que abriu capital no final de 2007, ano do boom da bolsa brasileira.
Desde a oferta inicial até ontem, as ações da Tempo caíram 21,4%. Nesse mesmo período, o Ibovespa foi positivo em 17,3%. Segundo analista entrevistado pelo Valor, o fraco desempenho é fruto “do mercado brasileiro ainda não tem maturidade para entender esse tipo de empresa, mais comum lá fora”. Quem acompanha de fato o mercado de seguros sabe que as seguradoras internalizaram a assistência 24 horas por acharem este um momento único de ter contato com os clientes e assim diferenciarem o serviço prestado num mercado altamente competitivo.
Isso fez com que a Tempo não tivesse muitos clientes na área de assistência. Já na área de saúde, com a aquisição da carteira da Unibanco Seguros, há grande interessse, segundo fontes do setor. A Mapfre, por exemplo, tem interesse em entrar em saúde, único ramo em que não atua no Brasil. Já Bradesco e SulAmérica, as maiores em seguro saúde, buscam escala, assim como Amil. Apesar de rentável, o setor de saúde no Brasil é amarrado por uma regulamentação rígida, onde o preço dos produtos individuais é controlado pelo governo, o que conta pontos negativos para a entrada de novos investimentos.
Mas uma coisa atrai. A parceria com a Caixa Econômica Federal, com 2 mil agências espalhadas pelo Brasil. A parceria é para a criação de uma seguradora de planos de saúde e odontológicos que começa a operar em janeiro. Mas há um risco com a mudança de governo e este contrato sofrer mudanças, segundo analistas do setor.
Chegaram a analisar a empresa a operadora de planos de saúde Amil; as seguradoras Bradesco Saúde, Mapfre e SulAmérica; a corretora de saúde Qualicorp, adquirida em julho pelo fundo americano Carlyle; além da gigante United Healthcare, empresa de saúde dos Estados Unidos que há algum tempo tenta entrar no mercado brasileiro.
Veja abaixo a íntegra do comunicado divulgado na CVM.
A TEMPO PARTICIPAÇÕES S.A. (“Companhia”), em cumprimento ao disposto no artigo 157 da Lei nº 6.404/76 e na Instrução CVM nº 358/2002 e com base nas notícias veiculadas na imprensa sobre uma possível transação envolvendo a Companhia, vem a público informar que esta sendo assessorada pelo Banco BTG Pactual S.A. e UBS Securities LLC na avaliação e prospecção de oportunidades de combinação de negócios, investimentos e desinvestimentos para seus diversos segmentos de negócios.
A Companhia informa que não há no presente momento qualquer definição com relação às oportunidades ora avaliadas.
A Companhia manterá o mercado informado do assunto.
Ministério de Seguros. Está foi a idéia lançada por Jorge Hilário, presidente da CNSeg, em seu discurso de abertura do XIV Conec, que acontece nesta manhã no Centro de Convenções do Anhembi, em São Paulo. A idéia foi aplaudida pelos corretores que lotam o auditório principal do evento.
Segundo Hilário, a idéia vem de 25 anos, quando comandou o IRB e o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). Quando o ministro da Fazenda, na época o grande Dornelles, me empossou nos dois cargos me disse que queria um ministro de seguros para comandar o crescimento da indústria”, relembrou.
A medida, na época, gerou a mudança da presidência do CNSP, passado a ser presidida por um membro do mercado, ou seja, o presidente do IRB, e não mais pelo Ministro da Fazenda. “Agora lanço o nome de Armando Vergílio, para ser o novo ministro”.
Segundo Paulo Santos, titular da Susep, caso a idéia de criação de um ministério não consiga emplacar no próximo governo, “desejo que pelo menos consigamos trabalhar juntos no planejamento do crescimento sustentável da indústria de seguros”.
Independentemente de Ministério, o fato é que a indústria de seguros cresce de forma acelerada, podendo dobrar de tamanho num curto espaço de tempo. “Temos um potencial muito grande e para crescermos como pretendemos será necessário criarmos uma aliança para mapear e vencer todos os desafios que temos pela frente”, ressalta Jorge Hilário.
Veja a seguir a íntegra do discurso do presidente da CNSeg.
São muitos os marcos na trajetória do seguro no Brasil em que a sensibilidade dos principais agentes do mercado para identificar as necessidades do consumidor foi decisiva e contribuiu para vislumbrar espaços de crescimento e a criação de produtos que agregaram valor ao seguro e melhoraram a performance do mercado. Um exemplo disso foi o que ocorreu com o seguro de automóveis, em que foi fundamental o papel do corretor de seguros para perceber as oportunidades de aperfeiçoamento do produto. Juntos, precisamos fazer o mesmo com o segmento Vida e com outras modalidades de grande relevância para o mercado.
Digo ‘juntos’ porque identificar as necessidades e levar segurança ao consumidor é função de todos nós, seguradores e corretores. Faz parte da missão da CNSeg promover o desenvolvimento do mercado visando ao atendimento das necessidades de coberturas securitárias das instituições, das empresas e dos cidadãos. Queremos ser um indutor do mercado, agregando valor para a economia, a sociedade e a opinião pública. É por isso que convoco as lideranças e proponho uma grande aliança, para elaborarmos juntos um planejamento estratégico para o setor.
Estamos diante de uma sociedade e de um consumidor cada vez mais exigentes. Para atendê-los, precisamos conhecer os interesses comuns entre os vários atores do mercado e trabalhar nossa estratégia de crescimento em cima das nossas convergências. Assim, nos tornaremos mais fortes para reconhecer e combater os inimigos comuns.
Essa aliança pode e deve se estender também aos órgãos reguladores. Devemos prestar bons serviços e ser vistos pelos reguladores como aliados, para que eles entrem atuando apenas para corrigir os eventuais desvios.
É por isso que convoco uma força-tarefa entre todos nós, agentes de seguro, no sentido de estarmos permanentemente focados nas necessidades do mercado e na proteção do consumidor.
Aqui e agora, estamos todos do mesmo lado e queremos o choque do desenvolvimento do mercado de seguros no Brasil.
Tudo pronto para a abertura do XIV Conec, que será realizado entre os dias 7 e 9 de outubro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. O evento começa com um debate entre os porta-vozes da Susep, Fenacor e CNSeg, debate sobre automóveis e também marketing simples e objetivo. Os três acontecem simultaneamente entre as 9h e 10h30.
Às 7 horas da manhã o único movimento era da enorme equipe de funcionários responsáveis pela montagem do megaevento. Eu, que vim cedo para não ficar estressada no trânsito e assim ter um dia bem gentil, e Ricardo Saad, presidente da Bradesco RE, erámos os únicos por aqui.
O dia terá doze palestras simultâneas. Além dos debates, acontece a Exposeg, com estande das diversas seguradoras, que buscam levar aos corretores um pouco mais de informações sobre a estratégica de vendas adotada para este final de ano. Além, é claro, da tradicional distribuição de brindes, sorteios e relacionamento.
A Porto Seguro aproveitará o evento para ressaltar as três marcas oferecidas pela companhia: Porto Seguro, Azul Seguros e Itaú Seguros de Auto e Residência. O diretor do Porto Seguro Auto, Marcelo Sebastião, apresenta a palestra “Automóvel – Tendências e Expectativas”, as 9 horas de hoje. A seguradora patrocinará o sorteio de 13 automóveis ‘Novo Uno’ e de um ‘Smart Conversível, durante os intervalos do Congresso.
A Liberty Seguros enfatizará a necessidade de mostrar as pequenas e medias empresas a importância do seguro e que a companhia tem produtos segmentados para atender necessidades específicas de cada setor. A seguradora também apresentará as novidades de sua campanha de incentivo aos corretores, intitulada Embarque Nessa. O estande segue o tom da campanha e é inspirado na arquitetura e cultura orientais, uma menção à viagem para o país da incrível Hagia Sophia, um marco do Império Bizantino. No estande, os corretores poderão se inteirar sobre a dinâmica do novo programa e também sobre prêmios, além de poderem aproveitar a oportunidade para compartilhar experiências e análises sobre o setor.
No estande da Allianz, o clima é do automobilismo, com dois simuladores de carros da Fórmula 1 que contam com pedais, volante e marcador de velocidade. Os participantes da simulação da corrida ganharão brindes com o tema da Fórmula 1. Já o campeão de cada dia do evento leva para casa uma miniatura do carro da Williams. Os corretores também poderão tirar fotos no interior de um carro virtual da equipe, dos pilotos Rubens Barrichello e Nico Hülkenberg.
A SulAmérica, que traz ao evento seu novo vice-presidente comercial, Matias de Ávila, aproveita para fazer relacioamento e aprofundar o relacioamento com o corretor sobre o que ele espera da centenária companhia. Para atrair os corretores para um bate papo, a SulAmerica oferecerá um bar, a Pizzaria SulAmérica, estações para recarga de celulares, serviço de concierge, computadores para acesso à internet e lounge para descanso. Os visitantes também receberão brindes, como adesivos e car freshs, e poderão concorrer a um Kia Soul zero quilômetro.
Os executivos da SulAmérica participarão como palestrantes de diversas temas. No dia 8 de outubro, o diretor de Operações da SulAmérica Saúde, Marco Antunes, estará presente no debate “Saúde e Odonto: Valem a pena?”. Já no dia seguinte, o presidente da companhia, Thomaz Cabral de Menezes, será um dos convidados do painel “Seguradoras: Tendências”, que abordará as perspectivas para o futuro do mercado segurador no país e no mundo.
A HDI Seguros participará do painel “Tecnologia: Facilite seus Negócios!”, enfatizando que as novas ferramentas e tecnologias oferecidas pela internet, são aliados aliados para fomentar novos negócios e agregar mais qualidade no relacionamento entre os corretores, seus clientes e as companhias de seguros.
A ACE aproveita o Conec para mostrar aos corretores o imenso mercado de pequenas e medias empresas que há no Brasil para ser conquistado. Para isso, a seguradora coloca no ar o seu novo portal de internet, que, segundo ela, permite a venda online de seus produtos de forma rápida e desburocratizada, a qualquer momento e de qualquer lugar do mundo. Um dos principais atrativos da nova ferramenta da ACE é a sua capacidade de incluir os profissionais de pequeno e médio porte em nichos de mercado antes inacessíveis a eles em razão de custos e operacionalização. O Portal ACE Seguros disponibilizará inicialmente mais de 20 tipos de produtos, com inúmeras combinações de planos, modalidades e coberturas. O portal é totalmente online e não requer instalação de programas, atalhos ou chaves eletrônicas.
A Generali optou por trazer a feira todos os produtos oferecidos para os riscos envolvidos na proteção da vida, do patrimônio e da responsabilidade civil, com seus riscos inerentes ao desenvolvimento econômico.
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