Cesce debate seguro de crédito diante da crise

A crise mundial pode gerar uma mistura explosiva para as empresas, que buscam mitigar riscos por meio do seguro de crédito, uma ferramenta de gestão e de transferência do risco de inadimplência das empresas para as seguradoras. Para falar desse assunto, a Cesce, uma das maiores seguradoras de crédito do mundo, e a Serasa Experian, realizaram em outubro o I Fórum CesceBrasil – Serasa Experian, em São Paulo. O objetivo foi discutir o cenário da Crise Mundial e a gestão de risco, analisando as perspectivas e os mecanismos de proteção para as empresas e indústria brasileira.

Maurício Molan, economista-chefe do Banco Santander, apresentou um panorama sobre a Crise Financeira Internacional. O diretor internacional do Grupo Cesce, Manuel Alves, veio ao Brasil para apresentar a experiência europeia da gestão de risco na crise e compartilhar informações estratégicas sobre os mecanismos de proteção (incluindo o seguro de crédito) utilizados pelas empresas para superar o cenário desfavorável.

Veja abaixo entrevista concedida por Manuel Alves (foto) ao Blog Sonho Seguro:

Como a crise afeta o seguro de crédito?
O segmento é afetado de forma direta e indireta pelo agravamento da situação econômica, a qual influi de forma significativa sobre as contas e a solvência das empresas. Isso acontece pois hà redução da demanda interna, o que reduz as vendas das empresas. Além disso, a presente crise pelas suas especificidades financeiras que levaram a uma forte restrição do crédito bancário incide particularmente sobre a capacidade de manutenção dos prazos de pagamento. Podemos dizer que, do ponto de vista do risco de inadimplência, a redução das vendas e simultaneamente do crédito constitui uma mistura explosiva. Por outro lado, a crise, justamente pela percepção do aumento do risco de inadimplência é também uma oportunidade para que as seguradoras de crédito possam demonstrar os benefícios do produto e para aumentar a penetração do seguro no tecido empresarial.

Que dicas temos para as empresas poderem comprar um seguro em tempos de crise com coberturas abrangentes e preços acessíveis?
Em primeiro lugar, creio que o preço do seguro de forma absoluta é pouco relevante e até enganoso. O desafio para as empresas é fazer a contabilidade entre o custo total da gestão do risco, o qual inclui os custos de análise dos seus clientes, os valores das eventuais vendas não cobradas, o custo da gestão dos processos de cobrança contenciosa, os custos do financiamento das contas de clientes e ainda as vendas que deixam de efetuar devido ao aumento da probabilidade de inadimplência e aquilo que pagam pelo seguro, mais a margem resultante do aumento das suas vendas.

A gestao de risco fica por conta da seguradora?
O que ocorre a muito curto prazo é que além da vantagem da transferência do risco, a gestão profissional e especializada efetuada pelas seguradoras reduz enormemente os valores da inadimplência dos compradores, uma vez que a seguradora aplica todo o conhecimento disponível externamente e ainda a sua informação gerada internamente com todas as apólices, para determinar um limite de risco a cada comprador e acompanha o seu comportamento ao longo do contrato de seguro, de forma muito próxima. É muito frequente que os piores pagadores se concentrem mais como clientes das empresas que não têm seguro, reduzindo as perdas daquelas que estão seguradas pelo efeito dessa gestão especializada.

O Brasil mantém seu crescimento e a inadimplência, de certa forma, sob controle. Isso faz com que os clientes aqui tenham condições diferenciadas de outros países do mundo que enfrentam crise, inclusive de risco soberano?
Com efeito, o fato de as empresas brasileiras concederem aos seus clientes em geral prazos de créditos mais curtos, bem como o bom ambiente econômico do país, reduz a disposição das companhias para utilizar esta ferramenta tal como determina que os custos de gestão sejam inferiores e o seguro possa ter um custo médio mais baixo se comparado com outros mercados. Em todo caso, a concorrência e necessidade de expansão das empresas para mercados externos ou novos setores do mercado doméstico obrigará a alterações das condições tradicionais de concessão de crédito comercial e a uma análise e vigilância mais incisiva posta à disposição das empresas através do seguro de crédito.

Acredita num aumento da inadimplência no Brasil?
Existe a perspectiva de que a baixa inadimplência do mercado brasileiro possa aumentar a curto prazo pelo simples efeito do aumento do crédito na Economia já que o Brasil registra também uma taxa de endividamento das empresas bastante mais baixa do que ocorre em outros países. A inadimplência poderia ainda aumentar mais rapidamente em caso de redução do crescimento econômico. Neste contexto, dispor de um seguro de crédito para apoiar a expansão é evidentemente uma vantagem competitiva enorme.

De que forma o rebaixamento de rating de países impacta os preços de seguro garantia praticados no Brasil?
Num mercado com características globais como o em que vivemos, os efeitos acabarão por fazer-se sentir nos mais variados aspectos e em todas as latitudes. No entanto, pode prever-se que o efeito sobre o seguro garantia no Brasil possa ser de pequeno significado. O risco mais evidente – que por enquanto não se faz sentir – poderia ser a redução das capacidades das seguradoras em assumir determinado tipo de riscos muito elevados, e que têm uma parte distribuída ao mecanismo de resseguro internacional, com intervenção em grandes grupos financeiros mundiais.

Qual a perspectiva para o seguro de crédito mundial diante dessa crise que não tem data para acabar?
Creio que o seguro de crédito tem cumprido a sua função essencial de proteção do patrimônio das empresas contra a inadimplência dos seus clientes tanto em períodos de bonança econômica como em períodos de crise. Todavia, as seguradoras não têm todas as mesmas perspectivas nem o mesmo comportamento perante a crise.

Como a Cesce se preparou para esse período recessivo ou explosivo, como citou?
No grupo Cesce, desenvolvemos mecanismos potentes de classificação e gestão do risco que permite oferecer aos nossos clientes de seguro de crédito grande estabilidade na proteção das suas vendas a crédito mesmo em períodos de crise, prevenindo perdas. Alteramos o nosso modelo de negócio exatamente para responder a essa exigência e tivemos um comportamento no período mais grave de 2008 e 2009 reconhecido pelo mercado de grande inovação e diferenciação. O nosso objetivo é que o nosso produto possa manter a sua oferta de proteção durante o período de crise sem necessidade de retirar proteção de forma quase total nos momentos em que as empresas mais necessitam dela. Queremos diferenciar-nos por oferecer uma nova concessão de gestão integral do risco e que possa aumentar as potencialidades do produto de forma a aumentar o seu interesse para as empresas.

Seguridade responde por 28% do lucro do Bradesco

A Bradesco Seguros divulgou hoje lucro líquido de R$ 2,3 bilhões no acumulado do ano até setembro, crescimento de 10,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.Isso representa 28% do lucro de R$ 8,3 bilhões divulgado pelo banco. A rentabilidade no mesmo período ficou em 26,5%. O faturamento chegou a R$ 26,5 bilhões até setembro de 2011 nos segmentos de seguro, capitalização e previdência complementar aberta, 20,4% acima dos R$ 22 bilhões totalizados no mesmo período de 2010. O crescimento ficou em linha com o mercado, que vem avançando a passos firmes, mesmo diante da desaceleração sentida no crédito e incremento da inadimplência.

Nos primeiros nove meses de 2011, os ramos que mais contribuíram para o crescimento do grupo foram o VGBL(21,95%); previdência privada aberta (20,45%); capitalização (26,49%); ramo saúde (22,98%); e vida (23,13%). O total pago em indenizações e benefícios atingiu R$ 17,3 bilhões, 12,1% a mais que os R$ 15,4 bilhões registrados nos primeiros nove meses de 2010. O conglomerado contabiliza cerca de 39,4 milhões de clientes entre segurados, participantes de planos de previdência complementar aberta e portadores de títulos de capitalização. O crescimento foi de aproximadamente 13,9% em relação a 2010.

O volume de provisões técnicas alcançou R$ 97,1 bilhões, contra R$ 82,3 bilhões no mesmo período de 2010. O montante das provisões do Grupo corresponde a 30,1% das reservas do mercado segurador nacional, conforme informações da Susep**. Os ativos financeiros passaram de R$ 92,5 bilhões em setembro de 2010, para R$ 107,2 bilhões em setembro de 2011.

Somos dependentes da cadeia de seguro e resseguro, diz diretor da Petrobras

Hoje vi uma matéria muito interessante no site da Escola Nacional de Seguros. O texto traz informações do I Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, que infelizmente não pude cobrir. Por achar a notícia muito relevante e que pode ser base para pesquisa, com dados importantes para quem estuda o setor, vou reproduzi-la na integra aqui. Assim fica guardada para futuras consultas sobre pré sal.

A íntegra está no link http://funenseg.empauta.com/funenseg/index.php?action=1&data=20111025&utm_campaign=empauta mail&utm_medium=mail&utm_source=empauta

A previsão de investimento total da Petrobras para o período 2011-2015 é de US$ 224,7 bilhões e, somente para a exploração do pré-sal, a empresa deverá destinar US$ 53,4 bilhões até 2015. Diante deste cenário otimista, o setor de resseguros terá grandes oportunidades nos próximos anos, já que o trabalho da indústria petrolífera envolve uma série de proteções, que vão desde o seguro de riscos de engenharia até o seguro saúde para os colaboradores. O assunto foi tema de debate no I Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, realizado na última semana.

O diretor Financeiro e de Relações Institucionais da Petrobras, Almir Barbassa, afirmou que a produção atual da empresa é de 2,7 milhões de barris e a expectativa é de que este número chegue a 4 milhões em 2015. Para isso, será preciso instalar 19 novas unidades de produção, que terão o custo aproximado de US$ 1 bilhão cada. “Cada uma dessas estruturas demandará um seguro de risco de engenharia e depois um seguro para sua operação. Somos dependentes da cadeia de seguro e resseguro”, explicou.

De acordo com o executivo, o valor segurado pela Petrobras corresponde a US$ 100 bilhões e o prêmio pago para as apólices de risco operacional no Brasil foi de US$ 60 milhões. “Se incluirmos o seguro de riscos de engenharia, esse valor sobe para US$ 160 milhões”, acrescentou.

Para Luis Felipe Pellon, do escritório de advocacia Pellon & Associados, o mercado de resseguros vem se mostrando um grande parceiro para a atividade de exploração do petróleo. Segundo ele, não há como trabalhar neste ramo sem proteção. “Toda essa cadeia é passível de seguro e resseguro, o que vai implicar em um grande desenvolvimento para o nosso setor”, apontou.

Carlos Vinicius Coutinho, do IRB-Brasil Re, ressaltou que grande parte da prospecção de petróleo no Brasil é feita em águas profundas. De acordo com ele, isto torna a atividade mais complexa, mas, por outro lado, gera um volume de prêmios mais significativos. A falta de profissionais experientes, a questão logística e as inovações tecnológicas foram citadas por Coutinho como alguns dos desafios enfrentados pelos resseguradores.

Susan Swails, da Chartis Insurance, também destacou que é preciso aprender a cada minuto com as novas tecnologias usadas na exploração do petróleo. Para ela, é fundamental entender os riscos para poder aconselhar o cliente sobre as melhores coberturas e também para precificar. “Quanto mais informações tivermos, mais justa será a precificação. Na verdade, não sabemos qual o custo exato de um sinistro. Temos o valor dos equipamentos, mas não sabemos o valor da vida. São riscos muito sofisticados”, completou.

Luis Maurette assume como CEO regional da AL da Willis

Gostaria de escrever muito sobre essa notícia. Mas Luis Maurette está se ambientando ao novo cargo para depois falar com a imprensa. Então, por enquanto, o que me resta fazer é colocar o comunicado oficial. Mas prometo uma boa matéria em breve.

COMUNICADO À IMPRENSA

A Willis anunciou Luis Maurette como novo CEO regional do escritório da América do Sul. Baseado em São Paulo, Maurette reportará a Tim Wright – CEO da Willis International. A presidente da Willis Internacional, Sarah Turvill, e o CEO, Tim Wright, deram as boas vindas a Maurette. “O sucesso do nosso grupo é baseado na entrega consistente da Causa Willis em cada canto único do mundo em que operamos. A América Latina é uma parte tão integral de nossa estratégia de crescimento internacional que era essencial ter um líder do calibre de Luis para conduzir mudanças positivas e exceder as expectativas dos nossos clientes lá”, afirmou Wright.

Maurette atuou como presidente e CEO da Libery Seguros durante dez anos. Possui experiência no setor de seguros e serviços financeiros. “Estou satisfeito por estar à frente da Willis América Latina. Apoiado pelos recursos internacionais e experiência de nosso grupo, nossa rede de corretores especializados em toda a região continuará a fornecer soluções de gestão de risco de nível mundial, oferecendo a Causa Willis aos nossos clientes”, finaliza Maurette.

CNseg e Cetip se unem para agilizar pagamento de indenizacoes

A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (Cnseg) e a Cetip lançam hoje uma plataforma eletrônica que automatiza processos de pagamento de indenização integral – quando há perda total do carro segurado – a proprietários de automóveis financiados, segundo nota divulgada pelas entidades.

O processo e conhecido como Sistema de Liquidação Automática de Gravames e tem o objetivo reduzir o prazo da indenizacao ao segurado. O novo sistema visa substituir o atual modelo, onde o pagamento de indenizações integrais é feito por bancos e seguradoras por meio de processos que combinam sistemas manuais e eletrônicos.

Segundo nota, o sistema protege as instituições contra eventuais falhas na entrega dos títulos ou no pagamento, assegurando que as operações somente sejam finalizadas caso os títulos estejam efetivamente disponíveis na posição do vendedor e os recursos relativos ao pagamento disponibilizados integralmente pelo comprador.

Acontece hoje o I Fórum CesceBrasil e Serasa Experian

Acontece hoje o I Fórum CesceBrasil – Serasa Experian, que terá como tema central a discussão “Crise Mundial: Conjuntura, perspectivas e gestão de riscos”. O evento será mediado pelo jornalista e colunista de negócios Guilherme Barros e terá abertura realizada por Ricardo Loureiro, presidente da Serasa Experian e Experian América Latina, e Enrique Asenjo, presidente da CesceBrasil.

Dividido em dois blocos, o programa do Fórum contará, na primeira parte, com os seguintes painelistas: o economista-chefe do Banco Santander, Maurício Molan, que apresentará um panorama sobre a “Crise Financeira Internacional” e o diretor internacional do Grupo Cesce, Manuel Alves, com a “Visão Europeia da Crise Econômica e Mecanismos de Proteção”.

Na segunda etapa, o painelista Marcos Augusto Evangelista, da Suzano Papel e Celulose, irá expor o ponto de vista do exportador brasileiro na crise mundial. Em seguida, Luiz Rabi, economista da Serasa Experian, discutirá os “Impactos da Crise na Economia Brasileira e a Gestão de Risco de Crédito”. Encerram a programação com as perspectivas para a economia brasileira o economista Daniel Nobre, diretor comercial da CesceBrasil, e Claudia Tazitu, diretora de segmento Indústria da Serasa Externai

Revista Epoca Negocios traz reportagem sobre a industria de seguros

Vale a pena comprar a revista Epoca Negocios, que ainda esta nas bancas, para ler a materia especial “A explosao (e as oportunidades) do mercado de seguros”. Modestia a parte, o texto foi escrito por mim, Janes Rocha e o editor Antonio Felix. Sendo assim, ficou muito bom (kkk). A reportagem esta dividida em tres blocos: Prospecção – as razões do crescimento; Renovação – a hora dos novos produtos; Grandes riscos – Quem garante os megaprojetos; e Previdência – Os planos de aposentadoria.

Agora rumo ao especial de seguros da revista Veja. Noticias exclusivas, diferenciadas e importantes PARA O LEITOR sao muito bem- vindas!

Boa Leitura!!!

(para os mais criticos, estou em um computador no qual ainda nao fiz a configuracao para acentuacao e com pressa para ficar usando recursos extras. sorry)

Previdencia aberta nao sente efeitos da crise e da inadimplencia

Efeitos da crise ainda nao chegaram aos planos de previdencia aberta, que mantiveram o ritmo de crescimento acelerado nos oito primeiros meses do ano. A carteira de investimento do sistema (total de recursos das diversas modalidades de ativos) chegou a R$ 251,4 bilhões de janeiro a agosto deste ano, avanco de 22,41% comparado aos R$ 205,4 bilhões obtidos em igual período do ano passado. As contribuicoes registraram alta de 21,9%, para R$ 33 bilhões no período, na comparação com o mesmo período do ano passado. “A arrecadação é a maior dos últimos três anos”, informa a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), em nota divulgada.

Os planos individuais acumulam neste ano arrecadação de R$ 27,7 bilhões, uma expansão de 22,17%. Planos empresariais e para menores também merecem atenção. As carteiras alcançaram cifra de R$ 4,2 bilhões (elevação de 20,52%) e R$ 1 bilhão (incremento de 20,43%), na mesma ordem e período de referência.

Na análise mensal, o segmento de previdência complementar também apresentou resultado positivo, com arrecadação de R$ 4,2 bilhões em agosto último, aumento de 9,12% na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. No mês, quem se destacou foram os planos para menores, cujo volume em aportes totalizou R$ 146,8 milhões, alta de 20,73%, na mesma base de comparação. Os planos individuais somaram R$ 3,5 bilhões, expansão de 8,90%, e planos empresariais totalizaram R$ 542,5 milhões, alta de 7,76%.

Neste período, o volume acumulado na carteira de VGBL, indicado para quem faz a declaração simplificada do Imposto de Renda, passou de R$ 110,9 bilhões para R$ 144,5 bilhões, expansão de 30,26%. Enquanto isso, o de PGBL, voltado para poupadores que fazem a declaração completa do IR, teve alta de 15,79%, passando de R$ 53 bilhões para R$ 61,4 bilhões.

Ranking A Bradesco Vida e Previdência manteve no topo do ranking de arrecadação da indústria no acumulado de janeiro a agosto de 2011, com 31,80% do total arrecadado; BrasilPrev (23,16%); Itaú Vida e Previdência (22,35%); Caixa Vida & Previdência (7,61%); Santander Seguros (5,20%); HSBC Vida e Previdência (4,02%); Icatu Seguros (0,90%), Sul América Seguros e Previdência (0,85%); Safra Vida e Previdência (0,83%); Porto Seguro Vida e Previdência S.A. (0,56%). As demais entidades somam, no total, 2,72% da arrecadação. A Fenaprevi reúne 64 seguradoras e 15 entidades abertas de previdência complementar no Brasil.

Aon participa do seminário da ABGR

Eis outra boa oportunidade para descobrir belas pautas de seguros. E para quem gosta, concorrer ao sorteio de uma camiseta do Manchester United.

Comunicado da Aon

De 24 a 26 de outubro, a Aon participa com stand e palestras do 9º Seminário Internacional promovido pela ABGR – Associação Brasileira de Gerência de Riscos. Com o tema “Os Novos Desafios da Gerência de Riscos do Século XXI”, o evento acontece na Amcham Business Center (Rua da Paz 1431 – Santo Amaro) e contará com grandes nomes nacionais e internacionais do setor de Seguros. Além do Brasil, especialistas de outros nove países também estarão presentes: Estados Unidos, Japão, França, Bélgica, Itália, Espanha, Portugal, Reino Unido e Argentina.

Entre os temas expostos pelos executivos da Aon estão Mercado Brasileiro de Resseguros, Riscos em Grandes Eventos, Seguros de Garantia e, finalmente, um dos temas mais atuais em razão da expansão das empresas brasileiras: Multinacionais Brasileiras – Seus riscos no Exterior e Risco Político.

Quem visitar o stande da Aon pode concorrer a uma camiseta do Manchester United. Desde 2009 a Aon patrocina o Manchester United – um dos mais poderosos clubes de futebol do mundo com 300 milhões de torcedores. Durante o seminário o stand da Aon estará promovendo o sorteio de uma camiseta do famoso time.

Rio de Janeiro recebe I Encontro de Resseguro

Quem quiser entender de resseguro, eis uma boa oportunidade.

Comunicado da CNseg

Os investimentos para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016 e para a exploração do pré-sal e as oportunidades de novos negócios estão no centro da programação do I Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, na próxima quinta-feira (20), das 8h30 às 18 horas, no Hotel Sheraton.

Promovido pela CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), Aber (Associação Brasileira das Empresas de Resseguros) e Abecor-Re (Associação Brasileira das Empresas de Corretagem de Resseguros), o evento reunirá cerca de 250 participantes, entre executivos e profissionais de resseguradoras, seguradoras, corretoras de resseguro e escritórios de advocacia, além empresários do setor industrial e comercial e representantes do poder público.

Na programação, palestras com foco nos Jogos Olímpicos de 2016 e na exploração do pré-sal, seguidas de debates com convidados especiais. Entre os palestrantes, Almir Barbassa, diretor financeiro e de relações com investidores da Petrobras, e Susan Capocci Swails, executiva que abordará a experiência Chartis Insurance na prospecção de petróleo; além de Duncan Fraser, executivo da JLT Re, corretora britânica responsável pelos seguros para a Olimpíada de 2012, em Londres, na Inglaterra.

Entre as autoridades que participarão da cerimônia de abertura, o superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna; o presidente da CNseg, Jorge Hilário Gouvêa Vieira; o presidente da Abecor-Re, Carlos Alberto Protásio; o presidente da Aber, Paulo Pereira; e o diretor-executivo da Escola Nacional de Seguros, Renato Campos.

SERVIÇO

I Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro

Data: 20 de outubro

Horário: das 8h30 às 18 horas

Local: Hotel Sheraton – Avenida Niemeyer, 121 – Leblon, RJ

Informações: www.funenseg.org.br ou (21) 08000-253322