Grupo Argo prevê crescimento orgânico no Brasil, sem descartar fusões ou aquisições

Ontem, mais de 300 convidados prestigiaram o lançamento da seguradora local do grupo Argo, sediado nas Bermudas, o maior mercado de seguros do mundo. O evento contou com o presidente mundial do grupo, Mark Watson III (esquerda na foto), que conversou com vários executivos do mercado de seguros local, entre eles Jayme Garfinkel, presidente da Porto Seguro e Fenseg, João Francisco, presidente da HDI, Luis Maurette, CEO da Willis para a America Latina, Paulo Botti, CEO da Terras Brasis entre muitos corretores, advogados e resseguradores. “Conhecendo melhor o Brasil pelas conversas com as pessoas, me pergunto por que demoramos tanto para abrir uma companhia aqui”, disse Watson III em seu discurso durante o coquetel.

Segundo ele, o grupo vislumbra um cenário internacional com vários desafios. De um deles, pelo menos, o grupo Argo está livre: das indenizações que terão se ser pagas caso o governo da Grécia não consiga entrar num acordo com os credores hoje para assim receber uma nova parcela do pacote de ajuda. “Não temos exposição”, afirmou Watson, durante conversa com jornalistas na noite de ontem. “Estou impressionando com o Brasil, que cresce com indicadores robustos. O mercado de seguros é beneficiado pelo crescimento econômico e vemos grande potencial no país, principalmente quando analisamos a baixa penetração de seguros no PIB”, comentou.

Presidida por Pedro Purm (direita na foto), um executivo carismático e muito respeitado por todos, a Argo já começa com força. Purm já formou uma equipe de primeira, que já produziu mais de 40 produtos. “Neste primeiro momento lançamos 17. Desde janeiro, quando a Argo obteve autorização da Susep, mais de 80 apólices já foram vendidas. Em março, o primeiro sinistro na carteira de transporte foi registrado”, conta Purm.

O CEO mundial do grupo que movimentou US$ 1,5 bilhão em prêmios no ano passado não descarta aquisições, uma vez que começa a atuar no Brasil com folga de capital: R$ 60 milhões, sendo que a exigência mínima do órgão regulador era de apenas R$ 15 milhões. Questionado sobre possíveis seguradoras, principalmente ligadas a bancos, que procuram um parceiro de peso para a área de grandes riscos, Watson sorri e diz: “Vamos ver se elas gostam do nosso desempenho”.

Especulações à parte, o plano estratégico prevê o crescimento orgânico, sustentado pela eficiência operacional, definida por produtos inovadores e sofisticados que atendam a necessidade de transferência de risco de pessoas e empresas. “Praticamos um preço técnico para poder garantir a segurança que as pessoas e empresas buscam quando transferem riscos. E investimos na qualidade do serviço, pois ele é primordial para manter um relacionamento de longo prazo”, diz Mark Watson III.

Purm diz o mesmo. “Queremos ser reconhecidos como uma seguradora diferenciada, inovadora, especializada nos segmentos de mercado que definimos como foco. Nosso portfólio de produtos será bastante completo, incluindo Transportes, Patrimoniais, Engenharia, Garantia, Responsabilidade Civil, D&O e E&O dentre outros. Buscaremos uma atuação muito próxima a clientes e parceiros de negócios, para entender suas necessidades e viabilizar as soluções que melhor os atendam, sempre privilegiando construir relações de longo prazo.” Num primeiro momento, o foco serão pequenas e médias empresas e no médio e longo prazo o grupo prevê ingressar nos grandes riscos.

Para poder criar no Brasil os diferenciais que caracterizam o Grupo Argo internacionalmente, a empresa buscou colaboradores alinhados com a filosofia de negócios da empresa e que tivessem destacada atuação nos segmentos em que irá operar. Veja abaixo a lista de profissionais que compõem a equipe:

O economista suíço Christoph David Glatz é o Diretor de Operações e Finanças. Formado pela Universidade de St. Gallen, Glatz conta com 16 anos de experiência no mercado internacional de seguros, tendo atuado em diversos países, incluindo México, Argentina e Brasil, onde foi, durante três anos, presidente da XL Insurance.

Para o cargo de Diretor de Linhas Financeiras & Desenvolvimento de Negócios, o Grupo Argo trouxe Eduardo Pitombeira. Com experiência de 12 anos no mercado, ele é pós-graduado em direito empresarial , tendo se especializado em seguros de Linhas Financeiras, englobando D&O, E&O, Garantia e Responsabilidade Civil. Antes de integrar a equipe da Argo, o executivo atuou nas seguradoras Zurich, Ace, Unibanco AIG e Chubb.

Como Diretor da área de Transportes, a empresa conta com Salvatore Lombardi Junior. Acumulando 24 anos de atuação no setor, Salvatore terá sob sua responsabilidade o desenvolvimento de negócios de Transportes Nacionais e Internacionais, RC do Transportador e Cascos Maritimos. Ele é pós graduado em Comércio Internacional, e trabalhou nas seguradoras Ace, HDI, Allianz e Zurich.

Para comandar a Diretoria de Patrimoniais e Engenharia, a empresa contratou Ana Carolina Mello. Com 17 anos de experiência no mercado de seguros, Ana Carolina é pós-graduada em Administração e exerceu cargos executivos nas seguradoras Chubb e RSA.

Os riscos da indústria de energia

A Marsh fez um estudo sobre o segmento de energia bem interessante. Veja as principais conclusões do estudo divulgadas pela assessoria de imprensa de uma das principais corretoras e consultora de seguros/resseguro do mundo:

Para reduzir os riscos de perdas significativas relativas a danos patrimoniais, as empresas de energia precisam aprender com os acontecimentos passados de grandes perdas do setor. É o que mostra o relatório “As 100 Maiores Perdas” (The 100 Largest Losses) da Marsh, uma das maiores corretoras de seguros do mundo. As empresas de petróleo e petroquímicas estão expandindo suas atuações globais, construindo mais ativos intensivos em capital e implantando uma tecnologia mais sofisticada para acessar as reservas de hidrocarbonetos em condições cada vez mais desafiadoras. Isso tem aumentado o perfil de risco do setor, levando a um maior potencial de perdas que podem ter um impacto importante nos balanços das empresas de energia.

A 22ª edição do relatório da Marsh “As 100 Maiores Perdas” (The 100 Largest Losses) detalha as perdas mais significativas resultantes de danos patrimoniais na indústria global de hidrocarbonetos desde 1972. De acordo com o relatório, seis das 100 maiores perdas decorrentes de danos ao patrimônio – que incluem a remoção, limpeza, responsabilidade empregatícia e custos com interrupção de negócios – ocorreram desde 2009, tendo como base valores estimados e atualizados.

O relatório inclui a análise de uma explosão que ocorreu no ano passado em Alberta, em uma instalação petrolífera que estava sendo modernizada, ocasionando perdas decorrentes de danos patrimoniais de US$ 600 milhões. Ele também mostra as perdas ocasionadas por danos devido a uma tempestade em uma unidade flutuante de produção, armazenamento e descarga (FPSO) localizada no Mar do Norte, estimadas atualmente em US$ 450 milhões. A explosão do Golfo do México, em 2010, causou perdas de danos patrimoniais avaliadas atualmente em US$ 590 milhões.

Segundo Jim Pierce, Presidente da Prática Global de Energia da Marsh, as empresas envolvidas na produção e processamento de hidrocarbonetos estão tornando-se cada vez mais sofisticadas em suas abordagens de gerenciamento de riscos. “No entanto, mesmo com melhores práticas de engenharia e de consciência de risco, grandes perdas continuam ocorrendo já que o setor enfrenta novos riscos e aqueles associados ao crescente envelhecimento dos ativos baseados em algumas partes do mundo”, afirma.

“Assim como precisa superar problemas tecnológicos e geográficos, a indústria também necessita reconhecer os desafios de operar em diferentes ambientes culturais. Traduzir uma boa prática de gerenciamento de riscos de uma região para outra invariavelmente requer mais do que apenas a habilidade de se saber uma segunda língua”, acrescenta. “O setor não pode ser complacente. Ele precisa entender e lembrar-se das lições do passado, ao mesmo tempo em que antecipa os riscos criados por esta nova era de exploração”, complementa.

Pauta do Insurance Meeting é debater inovação, comunicação e assim conquistar mais clientes

O que fazer para aumentar de seguro para a geração Y e para a nova classe C? Esse é o grande desafio das seguradoras e que estará na pauta de dois dias de debates no evento Insurance Meeting, organizado pela Cnseg. Segundo nota da confederação, cerca de 300 participantes já estão inscritos para o vento que acontecerá nos dias 16 e 17 de março, em Angra dos Reis. O objetivo é estimular o mercado segurador a investir em soluções de tecnologia para aprimorar operações e comunicação com consumidores.

Segundo as seguradoras, há dois grandes desafios a serem vencidos nesta nova etapa da indústria de seguros. O primeiro é ampliar a oferta de informação, interatividade e autosserviço nas seguradoras para atender a uma nova geração de consumidores – a chamada geração Y –, cada vez mais familiarizada com as novas tecnologias e o ambiente web. E o segundo é desenvolver novos canais de comunicação e criar produtos de seguro com valor adequado ao bolso da nova classe C brasileira.

“Para se relacionar com esses consumidores, as seguradoras devem estar presentes obrigatoriamente nos meios eletrônicos. Muitas companhias já oferecem alguns serviços via internet, mas é preciso ampliar este leque e torná-los acessíveis via celular, SMS e redes sociais”, comenta o superintendente de Regulação da CNseg, Alexandre Leal, em nota.

O aumento da renda e a facilidade de acesso às novas tecnologias formam um cenário propício para que novos consumidores contratem seguros para seus bens de valor. “O mercado segurador precisa estar atento a essa nova demanda, a fim de facilitar os processos de contratação das apólices e fidelizar o cliente. A tecnologia é essencial para aperfeiçoar a comunicação entre o segurado e o segurador”, afirma Leal.

O desenvolvimento do microsseguro no Brasil – sua regulamentação é discutida no âmbito da Susep (Superintendência de Seguros Privados) –, por exemplo, é uma das alternativas que permitirá às seguradoras ampliar a oferta de produtos de seguro voltados para as famílias de baixa renda. Um estudo encomendado pela CNseg – realizado pelo Cenfri (Centro para Regulação e Inclusão Financeira) e divulgado em 2011 – aponta que o mercado-alvo de microsseguros no Brasil é de aproximadamente 128 milhões de pessoas.

O Insurance Service Meeting 2012 contará com a participação de lideranças do mercado brasileiro de seguros, como o presidente da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), Jayme Garfinkel; e o presidente da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar), Márcio Coriolano.

Uma boa estratégia precisa ter respostas para perguntas certas

Quais cenários e estratégias as seguradoras devem esperar para os próximos anos? Esse é o tema da série de comentários econômicos do consultor Francisco Galiza. Em seu texto 102, ele aborda o estudo “Insurance 2020: Turning change into opportunity”, que divulgado pela Price no início do ano.

O trabalho apresenta as principais mudanças que estão ocorrendo no mundo, com implicações nos setores de seguros e previdência. Elas são divididas por assuntos: social (maior poder dos consumidores), tecnológico (maior volume de dados), ambiental (mais eventos catastróficos), econômico (crescimento dos países emergentes) e político (padronização e globalização).

O estudo comenta o que essas transformações podem trazer ao segmento, como, por exemplo, um aumento na automação dos processos. Mas fazer previsões não é tarefa fácil, sobretudo em prazo longo! Além disso, com um mundo em constante mutação, muitas vezes uma resposta para “hoje” pode não ser a resposta ideal para o “amanhã”. Com esse cenário de incerteza, descobrir, pelo menos, “as perguntas certas que devem ser feitas” já é algo útil. Assim, de forma didática e objetiva, o estudo sugere quais são elas, separadas segundo o cargo profissional.

Veja as principais perguntas que devem ser feitas pelos executivos:

Presidência (“Chief Executive Officer, CEO”)
• Como antecipar e definir a melhor resposta estratégica diante de todas essas mudanças?
• Quais são os mercados e segmentos que devem ser priorizados?
• Como definir os investimentos, tentando sobreviver e prosperar em uma conjuntura que está se alterando?

Diretoria de Avaliação de Riscos (“Chief Risk Officer, CRO”)
• Como está a gestão de riscos na organização e como ela ficará diante desse novo cenário estratégico e, com isso, antecipar a melhor resposta (em produtos, serviços e canais de distribuição)?
• Como a empresa pode estar preparada para eventos extremos e imprevistos (tipo “Black Swan”)?’

Diretoria Financeira (“Chief Financial Officer, CFO”)
• Qual será a resposta dos investidores com relação ao novo posicionamento da seguradora?
• Como gerenciar a estrutura de capital da seguradora, em função das mudanças regulatórias e das expectativas das empresas classificadoras de risco?

Diretoria de Marketing (“Chief Marketing Officer, CMO”)
• Como transformar a seguradora em uma organização centrada no cliente, capaz de comercializar e adequar os produtos para as mudanças nos comportamentos e nas atitudes de seus consumidores?

Diretoria de Tecnologia (“Chief Technology Officer, CTO”)
• Como assegurar que a seguradora não só esteja ciente das tendências tecnológicas emergentes, mas também envolvida na aplicação desses novos mecanismos que chegam ao mercado?

Diretoria de Informações (“Chief Information Officer, CIO)
• Como construir uma estrutura útil de informações e análises, suportada por um banco de dados dinâmico e com uma relação custo/benefícios compatível?

Diretoria de Atuária (“Head of Actuarial”)
• Como selecionar atuarialmente a melhor estratégia, segundo o grau de aversão ao risco e das expectativas da seguradora?

Diretoria de Subscrição (“Head of Underwriting”)
• Como explorar as novas fontes de informação disponíveis para melhorar a subscrição e a seleção de risco e de preços?

Diretoria de Sinistros (“Head of Claims”)
• Como transformar a seguradora de uma “liquidadora de sinistros” em uma organização que seja capaz de executar um gerenciamento de perdas em tempo real?

Diretoria de Recursos Humanos (“Head of HR”)
• Como atrair e reter talentos dentro da organização, especialmente quando esse profissional tem que ser culturalmente consciente, multidisciplinar e global?

O estudo complete pode see acessado no link
http://www.pwc.com/en_GX/gx/insurance/pdf/insurance-2020-turning-change-into-opportunity.pdf

Americana Principal faz segunda parceria no Brasil

Depois de consolidada a parceria de 12 anos com o Banco do Brasil na empresa de previdência privada Brasilprev, o Principal Financial Group faz uma nova aposta no país. Segundo comunicado divulgado hoje, o Principal assinou acordo para comprar 60% da Claritas Administração de Recursos. A nova aliança estratégica oferecerá fundos de investimento e expertise em gestão de recursos.

De acordo com Roberto Walker, presidente do Principal Financial Group na América Latina, “a Claritas tem uma forte equipe de gestão, com grande reputação e sólido histórico em gestão de fundos de investimentos. Temos prazer em nos associar com este talentoso time de investimentos. Adicionalmente, a forte rede de distribuição e relacionamento com seus clientes, foram pontos-chave no nosso desejo em formar esta nova parceria de negócios, que fornece uma excelente plataforma para continuar a desenvolver produtos de valor agregado para clientes brasileiros e internacionais (pessoas físicas, jurídicas e institucionais),” afirma na nota.

A respeito da parceria, Carlos Ambrosio, sócio diretor e responsável pela área de produtos estruturados da Claritas, declara: “A parceria estratégica com a Principal fornece recursos adicionais à Claritas, preservando nossa filosofia de gestão e cultura de investimento”. Ele acrescenta: “Com a Principal, poderemos expandir nossos esforços com clientes institucionais e obter um maior acesso a investidores estrangeiros. A Principal traz mais suporte para continuarmos nosso forte crescimento na indústria de fundos e de gestão de recursos, assim como um expertise de classe mundial em gestão de investimentos, com as melhores práticas e ferramentas, que nos permitirão oferecer soluções avançadas de investimentos e serviços a nossos clientes e distribuidores”.

De acordo com o comunicado, a Claritas é uma das empresas lideres na gestão de investimentos no Brasil, com mais de R$ 3 bilhões em ativos sob gestão. Sediada em São Paulo, gerencia fundos de ações (long short e long only), multimercados e fundos exclusivos, além de ofertar outras estratégias para investidores qualificados e instituições, por meio dos diferentes canais de sua rede de distribuição.

A Principal é uma empresa global, líder na gestão de investimentos e de previdência, está entre as 500 maiores empresas listadas pela FORTUNE e está situada em Des Moines, Iowa, nos Estados Unidos. A empresa tem US$ 335 bilhões de ativos sob gestão1 e atende a 18 milhões de clientes em todo o mundo, por meio de seus escritórios na Ásia, Austrália, Europa, América Latina e Estados Unidos.

Prudential encerra 2011 com 125 mil apólices

A Prudential do Brasil, especializada na venda de seguro de vida personalizado para proteger famílias, divulgou crescimento recorde nos últimos 5 anos, de 30% em prêmios de seguros em 2011, para R$ 273 milhões, informa o presidente Fábio Lins. O lucro bruto, antes dos impostos, chegou a R$ 24 milhões, valor 267% superior ao apurado em 2010, calculado pelo sistema contábil USGAAP. Na conversão dos valores para o modelo utilizado no Brasil (IFRS) a companhia registrou prejuízo de R$ 803 mil. Segundo ele, o capital segurado teve alta de 27%, para R$ 38 bilhões, com 125 mil apólices ativas, uma alta de 20,5% em relação ao final de 2010.

Para a Prudential, é importante ressaltar o balanço em USGAAP, pois as regras mostram com maior clareza o investimento realizado na força de vendas, que é quem define o jeito de ser da seguradora. No padrão brasileiro, os custos com comercialização, bem maiores no início da vigência da apólice, são considerados integralmente, o que acaba pesando na linha final do balanço. Já na demonstração USGAAP, os valores de faturamento e comissões são contabilizados de acordo com o tempo de vigência das apólices.

Padrões de contabilidade à parte, a Prudential tem contribuído de forma expressiva para a qualidade da venda do seguro de vida no Brasil. E é a equipe que Lins credita o bom desempenho. “Além do crescimento da economia e do seguro de pessoas ter contribuído para que tivéssemos um resultado muito bom, nossa força de vendas, os franqueados Life Planner®, e os funcionários da seguradora têm feito grandes realizações”, afirma.

Realmente, a força de vendas é o grande diferencial da Prudential. A forma como atua e treina seus especialistas tem sido usada pelos principais concorrentes para qualificar a oferta do seguro de vida e assim elevar a quantidade de famílias protegidas do risco de perder qualidade de vida em razão de morte ou acidente do responsável financeiro. “Estamos em franco crescimento e entusiasmados com o aquecimento da economia, do mercado de seguros de pessoas e, mais ainda com o entendimento crescente das pessoas sobre a importância do seguro de vida. Todos nós saímos ganhando”, diz.

Segundo dados da Swiss Re, Swiss Re, o seguro de vida tem participação de apenas 1,43% no PIB brasileiro, o que faz o país, sexta maior economia do mundo, ocupar o 26° lugar em uma lista de 30 paí­ses, atrás do Reino Unido, que liderou o ranking com 9,5%, seguido pelo Japão (8%) e pela Finlândia (7,5%). Ou seja, ainda temos muito para crescer.

Andre Gregori, ex-Fator Seguradora, divulga comunicado

Ontem, Andre Gregori, que esteve a frente da Fator Seguradora até o dia 15 de fevereiro, substituído por Luis Eduardo Assis, ex-diretor de Política Monetária do Banco Central e ex-executivo do HSBC, divulgou um comunicado ao mercado sobre a sua saída. Só não disse ainda qual o seu novo projeto. Nem tocou no nome do BGT Pactual, destino apontado pelos especuladores de plantão para ele e sua equipe que também deixou a Fator, que completa em setembro deste ano quatro anos de vida, atuando com seguros de riscos de engenharia, garantia, aeronáutico e responsabilidade civil. A expectativa era chegar a R$ 1 bilhão de prêmios no prazo de cinco anos, meta que deverá ser revista por seu sucessor.

Segue abaixo o comunicado ao mercado.

Conselho da SulAmérica aprova recompra de units

A seguradora Sul América anunciou hoje que seu conselho de administração aprovou a realização de um programa de recompra de até 3.174.247 units. Pela cotação de fechamento de hoje, de R$ 18,39, o programa pode ser avaliado em R$ 58 milhões. Cada unit da SulAmérica representa uma ação ordinária da empresa e duas preferenciais. Segundo a companhia, o total de papéis objeto da oferta equivale a 3% das units em circulação e a 1,1% do total de ações emitidas. As recompras serão feitas por meio das corretoras BTG Pactual, Merrill Lynch, Santander e Itaú. O programa tem prazo de validade de um ano.

Segundo especialistas, trata-se de uma operação normal em empresas abertas, especialmente aquelas que têm programas de remuneração de executivos com base em ações (stock option). Essas empresas precisam comprar no mercado para poder entregar os papéis aos executivos e fazem isso ao longo de um certo período, aproveitando-se de momentos em que as ações estão cotadas abaixo de um certo parâmetro de preço.

Veja abaixo o comunicado

Em atendimento ao disposto no artigo 2º da Instrução CVM nº 358, de 3 de janeiro de 2002, e nos termos da Instrução CVM nº 10, de 14 de fevereiro de 1980, conforme alterada, a Sul América S.A. informa aos seus acionistas e ao mercado em geral que seu Conselho de Administração, em reunião realizada em 28 de fevereiro de 2012, aprovou programa de recompra de ações da Companhia de acordo com as seguintes condições:

Objetivo: aquisição de certificados de depósito de ações (units), representativos, cada, de uma ação ordinária e duas ações preferenciais de emissão da Companhia, para manutenção em tesouraria e utilização em plano de remuneração baseado em ações de emissão da Companhia. A operação atende também aos interesses da Companhia, tendo em vista suas perspectivas de crescimento e rentabilidade, bem como a existência de reservas disponíveis, nos termos da Instrução CVM nº 10.

A aquisição será realizada na BM&FBOVESPA S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, a preço de mercado, cabendo à Diretoria decidir o momento e a quantidade de ações a serem adquiridas, seja em uma única operação ou em uma série de operações, dentro dos limites previstos na regulamentação aplicável.

Quantidade de ações a serem adquiridas: até 3.174.247 units, representativas de 3.174.247 ações ordinárias e 6.348.494 ações preferenciais, correspondendo a 3% das units em circulação no mercado e a aproximadamente 1,1% do total de ações de emissão da Companhia em 17.02.2012.

Prazo para aquisição: até 365 dias contados da data do respectivo Fato Relevante, encerrando-se em 27.02.2013.
Quantidade de ações em circulação: 317.564.367 ações, sendo 105.946.687 ações ordinárias e 211.617.680 ações preferenciais, representadas na forma de 105.808.237 units.

Quantidade de ações em tesouraria: a Companhia atualmente possui 13.453.053 ações em tesouraria, sendo 4.484.351 ações ordinárias e 8.968.702 ações preferenciais.

Corretoras autorizadas:

BTG PACTUAL CTVM S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima 3729, 10° andar, parte, São Paulo/SP, CEP 04538-905
ITAÚ CORRETORA DE VALORES S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima 3400, 10° andar, São Paulo/SP, CEP 04538-132
MERRILL LYNCH S.A. CTVM
Av. Brigadeiro Faria Lima 3400, 16° andar, parte A, São Paulo/SP, CEP 04538-132
SANTANDER BRASIL S.A. CTVM
Rua Hungria 1400, 4° andar, São Paulo/SP, CEP 01455-000

Rio de Janeiro, 28 de fevereiro de 2012.

Arthur Farme d’Amoed Neto
Diretor de Relações com Investidores

Um dia repleto de balanços

Hoje foi o último dia legal para divulgação de anúncios de seguradoras. Data em que os jornais ficam gordos, pesados. Aliás, se depender das seguradoras, essa é a única data do ano de gasto com balanços. Antes, elas também anunciavam em agosto o resultado do primeiro semestre. Agora não mais. Ou melhor. Em 2011 foi assim. Tudo pode mudar de novo. Ainda mais num momento de tantas inovações no Brasil. Dilma mudou tantos ministros, que mudaram tantos assessores, que por sua vez mexeram em tudo. Sobrou até para a Casa da Moeda e para Susep. Um complexo e grande jogo.

Bem, mas eu estou aqui para falar do preto no branco. Dos balanços publicados hoje no Valor Econômico. Entre todos eles, os da SulAmérica, da Caixa Seguros e do grupo segurador Banco do Brasil e Mapfre dão gosto de ler. Afinal, seguro serve para faciltar a vida das pessoas. Letras grandes, que nem exigem óculos. Informações que vão além do tradicional. “110 mil sonhos da casa própria realizados graças ao nosso consórcio”, informa a Caixa. “700 mil projetos depositados na nossa previdência e 100 mil apólices ativos do seguro amparo”, acrescenta.

Na SulAmérica, lucro de R$ 445 milhões em 2011, ativos totais de R$ 13,4 bilhões e receita de prêmios de R$ 9,4 bilhões. Em 2011, a SulAmérica aprimorou produtos e serviços, ampliou canais de distribuição e desenvolveu processos inovadores. Foi, pelo segundo ano consecutivo, a única seguradora do ISE, da BM&F, e ganhou o prêmio de melhor seguradora para o acionista da Revista Capital Aberto. Dois reconhecimentos do “compromisso de assegurar proteção financeira a suas clientes em uma relação única de agilidade, confiança e transparência. Afinal, se aborrecer pra quê?”, destaca na primeira página do caderno de 11 páginas publicados no Valor.

O grupo segurador BB Mapfre, com 27 páginas, vem com força no primeiro ano de atuação. “O ano em que o mundo descobriu o Brasil também foi o ano em que o Brasil ganhou um dos maiores grupos seguradores do mundo”. Isso mesmo. Do mundo, diz o texto da página E25. Prêmios, que podemos entender como faturamento, de R$ 9,6 bilhões em 2011.

Só para contextualizar, a Allianz, maior seguradora do mundo, obteve receitas de 103 bilhões de euros. Com certeza a BB Mapfre começou como uma das principais do Brasil e em 2012 pode ser a maior em vários quesitos. Mas do mundo, mesmo com toda essa crise, ainda falta percorrer um longo caminho. Inclusive porque a Mapfre é espanhola, pais que vive uma dura crise, com um dos mais elevados índices de desemprego. Para o primeiro ano — momento em que as atenções se voltaram para a integração das duas operações, os acionistas da Mapfre envoltos com troca de CEO mundial e crise na Europa e os do Banco do Brasil com briga pública por cargos –, os resultados das operações de seguros foram relevantes (números no post abaixo).

A Santander Seguros, vendida pelo grupo espanhol para a Zurich, operação aprovada pela Susep em outubro de 2011, apresentou lucro liquido de R$ 406 milhões para um faturamento em prêmios de R$ 2,2 bilhões. Apesar da receita de prêmios ter aumentado em mais de R$ 700 milhões, o lucro recuou em R$ 85 milhões. A partir deste ano e pelos próximos 25, o Santander passa apenas e receber comissões por disponibilizar a rede de agencias para venda de seguros para a Zurich, exceto automóveis, carteira fora do acordo.

Já os balanços de seguradoras independentes e estrangeiras mostram que a globalização da indústria de seguros está apenas começando. Muita seguradora nova e muitas que ainda não conseguiram acordos. Executivos importados de países vizinhos por falta de executivos locais ou apenas para manter o controle da operação em um momento de tanto deslumbramento com o país do futuro que passou a figurar como o país da salvação dos lucros comprimidos por uma grave crise internacional.

O balanço da Argo, que realizará na próxima semana um coquetel com a presença do CEO mundial para inaugurar a operação brasileira comandada por Pedro Purm, sequer uma lupa dá jeito. Acredito que tenha sido a falta do que dizer e a economia com o valor do anúncio que fez a letra ficar tão miúda. Mas ta perdoada, pois não tinha muito para informar, uma vez que a operação começa de verdade em 2012.

A Allianz Seguros apresentou lucro liquido de R$ 149 milhões, 13,4% acima do resultado de 2010. Um resultado que levou a subsidiária brasileira, conduzida por Max Thiermann nos últimos nove anos, a brilhar para os acionistas do maior grupo segurador do mundo. “Os bons resultados são consequência das ações adotadas para intensificar nossa participação no mercado em setores estratégicos para a companhia no segmento de massificados, com destaque para a carteira de automóvel, ao mesmo tempo em que participamos das oportunidades que o país está oferecendo para os seguros de grandes riscos, como as obras de infraestrutura”, afirma Max Thiermann, presidente da Allianz Seguros, em nota.

“No caso da seguradora de saúde, como atuamos apenas no ramo empresarial, a alta no emprego formal e a oferta do nosso produto em regiões onde ainda não atuávamos foram as principais responsáveis pelo crescimento”, conclui Thiermann, que neste ano passa para a presidência do conselho de Administração, sendo sucedido por Edward Lange, que aguarda sua documentação para ser oficilamente apresentado ao mercado. Os prêmios totalizaram R$ 2,6 bilhões, 22% maiores do que o registrado no ano anterior. O resultado operacional avançou 10,5%, mesmo com a acirrada concorrência vivida pelo setor em 2011.

Assim como Edward Lange, que deixou a operação da Allianz na Argentina para comandar a subsidiária brasileira, a americana Liberty Mutual designou o executivo da subsidiária chilena, Pablo Barahona, para comandar a operação no Brasil. Ele também aguarda o trâmite burocrático da documentação para assumir o posto ocupado por Luis Maurette por dez anos, findos em setembro do ano passado. Em 2011, a seguradora oficial da Copa 2014 apresentou prejuízo de R$ 30 milhões, segundo balanço publicado na página E 33 do Valor. No ano anterior, o grupo havia lucrado R$ 16 milhões. O volume de vendas chegou a R$ 1,6 bilhão, sendo seguro de carro responsável por 79%. Segundo a nota, o grupo chegou a marca de 960.100 veículos segurados.

A Chubb Seguros registrou lucro líquido de R$32,2 milhões, ultrapassando a marca de R$1 bilhão em ativos totais. O patrimônio líquido ficou em R$ 362,9 milhões de reais, representando um aumento de cerca de 8% em relação a 2010. “Este resultado é consequência de um crescimento de 11,7% nos prêmios emitidos somado a uma forte disciplina de subscrição e foco na administração de otimização dos processos”, informa Acacio Queiroz, presidente & CEO da companhia, em nota. O índice combinado chegou a 85% e o índice combinado ampliado, que considera receitas financeiras, ficou em 79%. “Esses números refletem a estratégia da seguradora nesses últimos anos de manter uma forte análise de riscos e controle de despesas, com oferta de produtos e serviços diferenciados e exclusivos, o que vem permitindo a conquista de uma carteira cada vez mais rentável e diversificada”.

A holding JMalucell, que agora conta com quatro empresas, duas seguradoras, uma resseguradora e uma prestadora de serviços de gerenciamento de riscos, encerrou o ano com lucro líquido ajustado de R$ 83,2 milhões, ante R$ 55,2 milhões em 2010, evolução de 50,7%. O valor significou 51,2% do lucro obtido pelo Paraná Banco, que reduziu de 100% para 56,5% a sua participação nas empresas de seguros e resseguros a partir de junho de 2011, quando recebeu um valor significativo do novo sócio, a seguradora americana Travelers. O aporte fez o saldo da reserva de seguros saltar de R$ 431 milhões para R$ 1,034 bilhão.
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O grupo francês BNP Paribas tem duas seguradoras. A Cardif Vida e Previdência apresentou alta de 58% no volume de prêmios, para R$ 609 milhões. O lucro liquido passou de R$ 28 milhões para R$ 33 milhões no período analisado. Já a Cardif Seguros e Garantia apresentou faturamento de R$ 156 milhões para um lucro de R$ 3,9 milhões.

A britânica RSA saiu de um lucro de R$ 14 milhões em 2010 para um prejuízo de R$ 862 mil em 2011. Os prêmios emitidos avançaram de R$ 382 milhões para R$ 477 milhões. A Crêdito y Caucion, do grupo Atradius, obteve prêmios de R$ 19 milhões e lucro de R$ 337 mil com a seguradora de crêdito e garantia. A seguradora de crédito à exportação emitiu apenas R$ 201 mil e lucrou 238 mil.

A Icatu Seguros fechou o ano passado com lucro de R$ 103 milhões, alta de 30% sobre 2010. O faturamento total bateu R$ 2,07 bilhões, 18% a mais que um ano antes. A empresa tem seis milhões de clientes. Totalizou R$ 8,8 bi em ativos administrados. A expansão é resultado da consolidação de canais de vendas de produtos e da maior proximidade de corretores, informa nota.

A Fator Seguradora, que registrou baixa de boa parte da equipe, divulgou receita de prêmios de R$ 201 milhões e lucro de R$ 17,4 milhões. Segundo informou o Valor, em reportagem no dia 15 de fevereiro, André Gregori deixou a presidência da Fator Seguradora com mais sete profissionais da casa rumo ao Pactual.

As resseguradoras apresentam uma curiosidade. As três que divulgaram balanço no Valor obtiveram o mesmo valor de lucro, apesar de faturamentos bem diferentes. A Munich Re, maior resseguradora do mundo, que atua no Brasil como um ressegurador local, apresentou prêmios de R$ 500 milhões e lucro de R$ 12 milhões. A Mapfre Re apresentou prêmios de R$ 152 milhões e lucro de R$ 13 milhões. Já a XL Re registrou prêmios emitidos de R$ 68 milhões e lucro de R$ 12 milhões. A ACE se diferenciou. Obteve prêmios de R$ 169 milhões e lucro de apenas R$ 1,9 milhão.

Lucro da Caixa Seguros chega a R$ 1 bilhão

Abaixo, release da Caixa Seguros

A Caixa Seguros bateu recordes em suas operações do ano passado. O grupo, que atua em seguros, previdência, consórcios e capitalização, encerrou o exercício passado com faturamento de R$ 7,4 bilhões e um resultado líquido de R$ 1 bilhão – o melhor desempenho de sua história. Em 2010, o faturamento havia sido de R$ 6,6 bilhões, com um lucro de R$ 889 milhões, o que representa crescimento de mais de 12% nos dois quesitos.

Outro número que merece destaque é a baixa sinistralidade, que ficou na faixa dos 34% – resultado de uma análise de risco cuidadosa em sua carteira. “Temos uma política de crescimento em bases sólidas, cuidando basicamente de três pilares: aumento nas vendas, controle de sinistralidade e redução de despesas administrativas”, avalia o presidente do Grupo, Thierry Claudon. Pelo terceiro ano consecutivo, a companhia manteve suas despesas administrativas em 3,3%, número comemorado como exemplo de boa gestão.

“Outro fator determinante é a força do mercado segurador brasileiro, que vem em crescimento constante nos últimos anos, tanto por uma mudança de cultura de comprar seguros como pela entrada de milhões de pessoas em novos níveis de consumo”, analisa Claudon.

Prova disso é que o melhor desempenho do grupo se deu nos produtos de Vida e nas categorias de riscos diversos, que incluem seguros automóvel, residencial e empresarial. O esforço foi premiado com a inclusão da Caixa Seguros no seleto grupo de empresas com lucro superior a R$ 1 bilhão. A companhia também foi reconhecida por ser a seguradora que mais respeita os consumidores dos segmentos de previdência e seguros de residência e automóvel, em uma avaliação realizada com clientes brasileiros de empresas de diferentes ramos*.

Seguros. Em 2011, a Caixa Seguradora se destacou nos ramos “Vida”, “Residencial” e “Habitacional”, onde mantém altos índices de crescimento há vários anos. Destaque para as vendas do Seguro Amparo, produto de assistência funeral que registrou aumento de mais de 300% em relação ao último ano. A empresa encerrou 2011 com prêmios diretos da ordem de R$ 1,79 bilhão. Alta de 20,4% quando comparado aos R$ 1,49 bilhão arrecadados no exercício anterior.

Vida e Previdência. Já a Caixa Vida & Previdência encerrou o exercício de 2011 com lucro líquido de R$ 167,2 milhões. Alta de 19,9% se comparado aos R$ 139,5 milhões registrados no ano anterior. A receita com contribuições e prêmios subiu dos R$ 3,3 bilhões acumulados ao longo de 2010, para os R$ 3,7 bilhões no ano de 2011. Uma evolução de 12,1%. É importante destacar que, neste exercício, a empresa ultrapassou o importante patamar dos R$ 16,2 bilhões em reservas técnicas. Crescimento de 22,7% em relação aos R$ 13,2 bilhões registrados em 2010.

Capitalização. O lucro líquido da Caixa Capitalização em 2011 atingiu os R$ 125,7 milhões. No quesito patrimônio líquido, a empresa registrou R$ 344,2 milhões. Alta de 4,1%. No último ano, o resultado financeiro foi de R$ 160,1 milhões – valor 9,2% superior aos R$ 146,6 milhões alcançados em 2010.

Consórcios. Administradora que mais entrega imóveis no país – uma média de 43 por dia –, a Caixa Consórcios encerrou o exercício de 2011 com lucro líquido de R$ 124,4 milhões. Ao longo do ano, a empresa acumulou receita bruta de prestação de serviços na ordem de R$ 243 milhões. O patrimônio líquido da administradora em 2011 foi de R$ 168,1 milhões. Destaque para a taxa de rentabilidade sobre o patrimônio líquido: 55,7%.