Eduardo Nóbrega assume como vice-presidente na Junto Seguros

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Eduardo Nóbrega assume o cargo de vice-presidente executivo da Junto. A decisão, anunciada nesta semana, reflete não apenas a confiança em sua capacidade estratégica, mas também o reconhecimento de uma carreira construída com dedicação e profissionalismo.

“Assumir a vice-presidência executiva na Junto é uma grande honra. Empresa em que trabalho há 17 anos e que se pauta pela seriedade, inovação e cuidado com a pessoas. Estou entusiasmado com os próximos passos e determinado a contribuir ainda mais para o crescimento sustentável da companhia”, afirma Eduardo Nóbrega.

O executivo ingressou na Junto em abril de 2008 como superintendente de Crédito, trazendo consigo um olhar analítico e a expertise necessária para fortalecer os pilares da empresa. Em 2010, assumiu a diretoria de Resseguros, posição na qual destacou-se por sua habilidade de equilibrar riscos e oportunidades, sempre pautado pelos valores de simplicidade, segurança e transformação, princípios que hoje são marcas registradas da seguradora.  

Nos últimos anos, seu papel ganhou ainda mais relevância. Em 2022, o executivo liderou a consolidação das áreas de “Resseguros, Atuarial, Crédito e Subscrição”, estruturando uma diretoria técnica coesa e alinhada aos desafios de um mercado em constante evolução. Sua capacidade de integrar equipes multidisciplinares e traduzir complexidade em soluções acessíveis tem sido um diferencial para a Junto, garantindo solidez operacional e resultados consistentes.  

Assumindo o cargo de vice-presidente executivo, Eduardo Nóbrega terá um papel fundamental na condução dos rumos estratégicos da companhia, em um momento marcado por mudanças tecnológicas e demandas crescentes por segurança e eficiência no setor. 

“Estou muito feliz com esse movimento e por poder contar com o Edu, agora na posição de vice-presidente executivo, auxiliando-nos a conduzir a Junto e liderar um time formado por profissionais, igualmente, excepcionais. Trata-se de um movimento natural na trajetória brilhante de um profissional que sempre demonstrou muito profissionalismo, resiliência e paixão pelo que faz”, completa Roque de Holanda Melo, CEO da Junto Seguros. “O processo regulatório está em curso e, tão logo ocorram as aprovações de costume por parte da SUSEP, Eduardo assumirá a nova posição”, pontua.

It’sSeg amplia área de parcerias e atrai novas corretoras

A It’sSeg, de propriedade da Acrisure, está ampliando sua área de parcerias para atrair novas corretoras. A divisão, lançada em agosto, já conta com 60 corretores e associados. O objetivo da companhia é encerrar o ano com 20 novas parcerias.

“Ao estruturarmos essa área, trazemos para a companhia uma cultura de parceiros. Queremos atrair corretoras de todo o Brasil com faturamento anual superior a R$ 500 mil, independente da concentração de produto, ou seja, buscamos parceiros nos segmentos de benefícios, varejo e ramos elementares”, explica Patrícia Martins, diretora de Canais da It’sSeg.

Segundo a executiva, a companhia está oferecendo às corretoras dois modelos de negócios. “Podemos firmar parceria por meio de migração (exclusividade), na qual a It’sSeg assume toda a operação da carteira e o parceiro fica focado em novas prospecções. No outro modelo, os corretores definem um segmento, por exemplo, benefícios, e a It’sSeg oferece o suporte operacional, comercial, tecnológico, além do relacionamento com as seguradoras, considerando que a It’sSeg é uma das corretoras líderes do mercado brasileiro. Queremos agregar valor ao negócio dos nossos parceiros, promovendo o crescimento da carteira por meio de uma parceria transparente e de longo prazo”, detalha Patrícia, da It’sSeg.

Uma das mais novas parcerias que a companhia acaba de firmar é com a corretora Nova Rota, de Salvador (BA). A empresa, fundada em 2002, possui expertise no ramo de benefícios. “A chegada da Nova Rota vai fortalecer ainda mais nossa presença na região Nordeste”, diz a diretora da It’sSeg.

As corretoras que se associarem à It’sSeg terão uma estrutura dedicada, contando com atendimento exclusivo, concierge comercial, especialistas em Ramos Elementares, Benefícios e Varejo, material de apoio e espaço dedicado. “Além disso, oferecemos uma série de incentivos com base no desempenho da corretora durante a parceria”, finaliza.

Setor segurador tem papel fundamental para enfrentamento das mudanças climáticas

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Fonte: CNseg

Ao participar do painel “Finanças Climáticas”, do seminário “Rumos 2025 (O Brasil que teremos e o Brasil que queremos)”, organizado pelo jornal Valor nesta segunda-feira, o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, apresentou um diagnóstico sobre saídas possíveis para conter a crise ambiental e como financiá-la a partir das soluções do mercado segurador.

Dyogo Oliveira assinalou que os impactos e severidade dos eventos climáticos são cada vez maiores, ao passo que o gap de proteção permanece elevado, mundialmente. Lembrando que o mercado segurador brasileiro acompanha a evolução das mudanças climáticas desde a década de 70 – “não por altruísmo, mas sim por preocupação com seus impactos financeiros” em sua cadeia de valor – o presidente da CNseg destacou que, no prazo dos últimos 10 anos, as perdas geradas por eventos climáticos (enchentes, secas, geadas, vendavais etc.) superaram, em nove anos, a casa dos US$ 300 bilhões anuais em perdas econômicas no mundo, cabendo ao mercado segurador global responder por 40% desse total.

Só no ano passado, os prejuízos alcançaram US$ 368 bilhões no mundo. Nos últimos 10 anos, as perdas econômicas permanecem 14% acima da média histórica, o que confirma que os eventos climáticos estão não só mais frequentes quanto também mais severos em seus impactos.

Só as enchentes do Rio Grande do Sul de 2024 geraram perdas econômicas de mais de R$ 100 bilhões, das quais R$ 6 bilhões indenizados pelas seguradoras. “Gostaríamos de ser mais acionados porque a sociedade estaria mais protegida”, afirmou ele, chamando a atenção para o enorme gap de proteção. Nos últimos 10 anos, perdas causadas por incidentes climáticos no país somam R$ 320 bilhões, 90% afetando atividades agrícolas. São eventos que, ao contrário das enchentes nas cidades, passam meio despercebidos pela mídia, como secas, geadas prolongadas, mas causam perdas onerosas. “A falta de aderência aos seguros ainda é nosso problema mais sério e não a falta de produtos, porque nosso nível de riscos é ainda bem abaixo de outras regiões do planeta, como a Califórnia, por exemplo.  

“O setor de seguros do País tem capacidade de absorver esses riscos, mas precisa haver muito cuidado na regulação para evitar erros, como ocorridos nos Estados Unidos – na Califórnia, o governo substitui as seguradoras privadas por públicas e tabelou os prêmios, provocando fuga das companhias do seguro residencial”, disse Dyogo Oliveira.

Esse painel contou também com a participação da secretária Nacional de Planejamento do Ministério do Planejamento e Orçamento, Virgínia de Ângelis. Ela relatou o andamento de estudos no seu ministério para avaliar os efeitos da crise climática no PIB, na geração de empregos e em setores estratégicos como agricultura, energia, entre outros, além de recursos da ordem de R$ 32 bilhões para ações direcionadas ao clima. Outros participantes foram Denise Hills, especialista em sustentabilidade, Gustavo Pinheiro, associado sênior do Thing tank de diplomacia climática E3G, e Edvaldo Santana, especialista em energia 

Brasil ainda pode ter seguros para riscos climáticos, diz presidente da CNseg

Fonte: Valor, por Michael Esquer e Naiara Bertão

No ano passado o Brasil registrou três eventos climáticos extremos sem precedentes: as chuvas no Rio Grande do Sul entre abril e maio; a seca na Amazônia, com ápice em julho, e a onda de calor que atingiu o Mato Grosso em agosto, como mostrou o relatório State of the Global Climate 2024, divulgado na última terça-feira (18) pela Organização Meteorológica Mundial (OMM). Para Dyogo Oliveira, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras, a CNseg, o grande problema é que a frequência desse tipo de situação só tende a aumentar, o que coloca como pauta ainda mais urgente a asseguração dos riscos climáticos por empresas e governos. “Isso tem acontecido com maior frequência e precisamos nos preparar para isso.”

No evento Rumos 2025, organizado pelo Valor nesta segunda-feira (24), em São Paulo, o executivo destacou que “o maior problema [do Brasil] ainda é a falta de seguro” e cita, como exemplo, a situação no Rio Grande do Sul.

“Só com o evento do Rio Grande do Sul, no ano passado, estimamos uma perda econômica de R$ 100 bilhões. O setor de seguros cobriu 6 bilhões disso, apenas”, comenta. Da área agrícola gaúcha, só 6% estava coberta com seguros específicos.

“Nos últimos nove, dez anos, o Brasil teve acima de R$ 300 bilhões em perdas causadas por incidentes climáticos, 90% disso impactam a agricultura brasileira”, afirmou Oliveira.

Ele reitera que há aprendizados a serem absorvidos de lugares como a Califórnia, nos Estados Unidos, que sofreu perdas impensáveis com incêndios florestais há alguns meses.

“O setor de seguros tem a capacidade de absorver esses riscos, mas é preciso tomar cuidado com a regulação”, disse, se referindo a mudanças na regulação do Estado americano que induziram quem tinha propriedade na região a contratar seguro do governo e não de seguradoras particulares”.

Ele reforça que, para o Brasil, ainda há espaço para ampliar a cobertura de seguros para riscos climáticos. “No Brasil, em particular, isso é muito viável, porque o nosso nível de risco está muito longe desses riscos da Flórida e da Califórnia.”

Oliveira acrescenta que é importante, contudo, se atentar a três elementos: gestão de risco/mitigação de risco, regulação adequada, e incentivo para que as pessoas realmente contratem seguro. Ele volta no exemplo do Rio Grande do Sul ao dizer que pouco mais de 600 propriedades rurais estavam asseguradas quando a tragédia aconteceu.

Dyogo Oliveira, que foi ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão do governo Temer, e presidente do BNDES (2018-2019), acrescenta que a infraestrutura do país também não está coberta de riscos climáticos, deixando os gastos públicos ainda mais expostos em momentos de eventos extremos, que têm se tornado mais frequentes.

“A infraestrutura do Brasil está quase sem seguro nenhum de risco climático. O governo do Brasil, em todos os níveis, não contrata nada de seguro”, afirma. Isso significa, para ele, assumir um grande risco fiscal para si, ao considerar que os eventos climáticos já estão acontecendo e certamente vão acontecer”.

“No Brasil ainda estamos em um momento de tratar disso de maneira adequada e cobrir o ‘gap’ [buraco] de proteção que temos, desenvolver seguros para cobrir esses gaps, como o rural”, comenta Oliveira.

Assista ao vídeo publicado na matéria.

Generali anunica Eric Dannemann como CEO a partir de abril

A Generali Brasil anuncia Eric Dannemann Lundgren como novo CEO no Brasil com nomeação em 1° de abril de 2025.  Andrea Crisanaz assume a posição de CEO Regional para América Latina e Grécia.

Com vasta experiência no setor de seguros, Lundgren soma passagens por grandes seguradoras, entre elas Allianz, Prudential e SCOR Brasil Resseguros. O executivo chega ao cargo reforçando o compromisso da empresa em seguir com sua estratégia de crescimento sustentável, inovação e foco no cliente.

Eric Lundgren é economista e pós-graduado em Finanças pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), possui MBA em Administração, pela Cranfield School of Management, e especialização em M&A, pela The Wharton School, trazendo para o cargo uma extensa experiência, de mais de 25 anos, no mercado de seguros local e internacional.

“Para mim é um enorme privilégio me juntar à Generali em um momento tão especial, durante a celebração dos 100 anos no Brasil. Estou muito satisfeito por assumir essa posição em uma empresa que sempre se destacou pelo compromisso com a inovação e pelo foco no bem-estar de seus clientes e colaboradores. É uma grande oportunidade contribuir para o crescimento do Grupo enquanto reforçamos a missão de desenvolver soluções cada vez mais eficazes e sustentáveis para o mercado”, afirma Lundgren.

Austral Seguradora tem lucro líquido de R$ 43,4 milhões em 2024

Fonte: Austral

Com uma gestão focada na sustentabilidade operacional e na precisão técnica, a Austral Seguradora conseguiu reafirmar em 2024 a sua solidez e a expertise no setor. A companhia alcançou resultado técnico de R$ 93,9 milhões, 5,1% maior que em 2023, e o melhor lucro líquido da história, que registrou R$ 43,4 milhões. Os números refletem ainda a saúde financeira da seguradora, que mantém o compromisso com a excelência dos produtos, subscrição criteriosa, geração de caixa, além de soluções digitais que têm contribuído para o crescimento do negócio, reforçando ainda mais o relacionamento de longo prazo com os clientes e parceiros. Os prêmios emitidos brutos ultrapassaram R$ 1,16 bilhão e os resultados operacionais, R$ 33,4 milhões, com índice de sinistralidade em 7%. Houve ainda um aumento no patrimônio líquido, que chegou a R$ 270 milhões, crescimento de 8%.

A Austral Seguradora permanece entre as dez maiores seguradoras do país nas operações de grandes riscos – desconsiderando as carteiras de Vida, Previdência e Auto, confirmando mais um ano a posição no ranking da Superintendência de Seguros Privados (Susep) em Seguro Garantia – 4º lugar. Com baixíssimo índice de sinistralidade, a seguradora teve resultado recorde em prêmio, que alcançou R$ 287,8 milhões, e em resultado técnico de R$ 67,9 milhões, um incremento de 20% sobre 2023 e 11% acima do projetado para o ano.

Isso se deve, entre outros aspectos, pela ampliação de serviços digitais, crescimento do portfólio e consolidação da plataforma Plug In, que emitiu mais de 6 mil apólices em 2024. O resultado supera a marca do ano anterior, quando foram contabilizadas 5 mil apólices. 

“Nossa estrutura tecnológica contribuiu para resultados muito representativos e seguiremos apostando na eficiência operacional do produto. Temos as principais corretoras conectadas a nossa plataforma, que permanece aberta para eventuais novas oportunidades, e há ainda uma expectativa no mercado de crescimento no segmento de Óleo e Gás, o que deve impulsionar ainda mais o Seguro Garantia, especialmente em garantias para projetos subsea e construção de plataforma. Além disso, o ambiente regulatório com a nova portaria da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN/MF 2.044), o Marco Regulatório do setor e a agenda do Governo para a infraestrutura do país, com a previsão, por exemplo, de 15 leilões para a concessão de rodovias neste ano, também ampliam as nossas possibilidades”, afirma o CEO da Austral Seguradora, Carlos Frederico Ferreira.

Líder em Riscos de Petróleo

Pelo sexto ano consecutivo, a companhia ocupa a liderança no segmento. Apesar da concorrência, a Austral se diferencia pelo alto nível de conhecimento técnico, representando 70% das maiores operadoras do Brasil em sua carteira. Nesta linha de negócio, a companhia obteve R$ 838,5 milhões em prêmios emitidos brutos e R$ 19 milhões em resultado técnico, reforçando robustez e relevância no mercado.

“O mercado manterá com uma agenda forte em projetos subsea e de construção de novas plataformas – inclusive a Petrobras, que é nosso cliente – e seguimos preparados porque a Austral se consolidou como one stop shop para o mercado de Óleo e Gás (O&G). Este é um compromisso não apenas com a excelência operacional, mas também com a sustentabilidade e a preservação ambiental, reafirmando o nosso papel como líder inovadora e responsável no segmento de seguros”, afirma o executivo.

Resultados do Grupo Austral

O Grupo Austral, controlado pela Vinci Partners, encerrou 2024 com um lucro líquido de R$ 120 milhões, apresentando um crescimento expressivo de 61% em relação ao ano anterior. O desempenho consistente é suportado pelas práticas de subscrição e pela diversificação das operações da Austral Seguradora e da Austral Resseguradora. 

O Grupo registrou R$ 3,3 bilhões de prêmios ganhos, um incremento de 2% em relação ao ano anterior, e registrou ainda receita de R$ 3,9 bilhões em 2024. O retorno sobre o patrimônio foi de 18%, demonstrando capacidade de gerar valor a seus acionistas. Além disso, o patrimônio líquido da empresa cresceu 8%, atingindo R$ 733 milhões. A carteira de investimentos também apresentou um desempenho expressivo, totalizando R$ 1,9 bilhão, um aumento de 22% em comparação a 2023. Este crescimento reflete a confiança contínua da empresa em suas estratégias de investimento e na diversificação de seus ativos.

Ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros está entre as melhores do Brasil pelo 13° ano consecutivo

Fonte: Bradesco

Pelo 13º ano consecutivo, o Grupo Bradesco Seguros está entre as empresas com as melhores Ouvidorias do país, de acordo com o Prêmio Ouvidorias Brasil 2025, promovido pela Associação Brasileira das Relações Empresa Cliente (Abrarec). A premiação reconhece organizações que se destacam no fortalecimento e na expansão do instituto da Ouvidoria no Brasil e no mundo. Com mais de 20 anos de atuação, a Ouvidoria do Grupo Segurador já acumula mais de 25 prêmios no mercado.

Em 2025, com o case “Customer Satisfaction Score (CSAT) – A experiência que marca”, a companhia buscou reforçar a tecnologia como aliada na experiência do cliente. O foco foi a integração do indicador CSAT, que mede a satisfação do cliente com o serviço prestado e auxilia na prevenção de churns e na melhoria contínua dos serviços, com a pesquisa de Net Promoter Score (NPS), que avalia o nível de lealdade dos consumidores. A combinação dessas métricas, como parte da estratégia de crescimento para um negócio sustentável, nos permite fazer da visão do cliente o nosso verdadeiro foco, ou seja, a partir de seus sentimento e percepções, podemos oferecer soluções com qualidade, assegurando uma experiência marcante para atraí-los e fidelizá-los. 

Valdirene Soares, diretora de Recursos Humanos, Sustentabilidade e Ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros, destaca que essa conquista reafirma os pilares fundamentais da empresa: transparência, eficiência, responsabilidade e inovação contínua. “A introdução dessa métrica nos permitiu compreender melhor a experiência do cliente, identificar pontos que ainda precisam de atenção e gerar insights valiosos para aprimoramentos. Essa abordagem resultou em um atendimento mais empático e alinhado ao nosso compromisso com o cuidado, que é a marca registrada da nossa atuação”, ressalta a executiva.

A cerimônia oficial da premiação aconteceu no dia 20 de março, com transmissão online e ao vivo pelo YouTube da ABRAREC

Prudential do Brasil lança benefícios para clientes de seguro de vida

diretor de Parcerias Estratégicas Multicanais da Prudential do Brasil, Erick Kluft

Fonte: Prudential

A seguradora Prudential do Brasil lança um pacote de benefícios com foco nos cuidados com a saúde para os clientes do seguro de Vida em Grupo. A partir de agora, as companhias de pequeno, médio e grande portes podem incluir ou contratar assistências nutricional e psicológica, check-up médico e segunda opinião médica internacional para seus colaboradores. As novas assistências se somam às outras já oferecidas pela Prudential aos seus clientes do segmento coletivo, entre elas assistência funeral, cesta natalidade, pet e residencial. Os benefícios reforçam o compromisso da seguradora em apoiar seus segurados a cuidarem da saúde e a conquistarem o bem-estar físico, emocional e financeiro, além da longevidade.

“Na Prudential, queremos apoiar as companhias na promoção de um ambiente mais saudável. Por isso, estamos continuamente ampliando o número de assistências disponíveis com o objetivo de proporcionar aos nossos clientes oportunidades para aumentar a qualidade de vida dos seus colaboradores, como a chance de consultar especialistas internacionais antes de uma decisão importante sobre um tratamento médico ou a escolha de um plano de alimentação sob medida”, afirmou o diretor de Parcerias Comerciais Erick Kluft.

A assistência segunda opinião médica internacional, por exemplo, oferece a possibilidade de revisão de diagnóstico por especialistas renomados de hospitais de referência em outros países, ajudando a encontrar o tratamento mais adequado para doenças graves. Já a assistência nutricional proporciona orientação sobre alimentação saudável e controle de peso. Com a assistência psicológica, o segurado pode receber acolhimento e orientação emocional, contribuindo para o bem-estar mental. Para acompanhar a saúde, fazer análises preventivas e diagnósticos precoces, o segurado pode contar com o check-up médico.

Além das novas assistências, a Prudential também disponibiliza telemedicina como um dos benefícios relacionados aos cuidados com a saúde. A oferta dessa e de outras assistências para uso em vida segue uma tendência de mercado. Após a pandemia, 75% dos brasileiros passaram a ter mais cuidado com a saúde, segundo uma pesquisa da Ernest Young, de 2023, e a maioria dos entrevistados pelo estudo Prudential/FGV (2023) apontou que obter maior proteção em vida – como auxílio financeiro para acidentes, doenças graves e despesas médicas – é um dos principais motivos para se contratar um seguro de vida.

Susep libera operações de seguros da Loovi

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A Superintendência de Seguros Privados (Susep) liberou as operações da Loovi e LTI Seguros. Segundo nota do órgão regulador “após a adoção das medidas necessárias para a regularização das questões que motivaram a suspensão temporária, a LTI Seguros S.A. e sua representante CW Technology (Loovi) estão autorizadas a retomar a comercialização de seus produtos e a prestação de serviços. Esclarecemos, ainda, que, reforçando seu compromisso com a proteção dos consumidores e a integridade do setor de seguros, a Autarquia seguirá analisando o processo de denúncia para a apuração de eventuais outras irregularidades por parte das empresas”

FenaCap participa de simpósio que discute o desenvolvimento dos sistemas financeiro e securitário no país

O presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), Denis Morais, participou em Brasília do II Simpósio do Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN) e do Conselho de Recursos do Sistema Nacional de Seguros Privados, de Previdência Aberta e de Capitalização (CRSNSP). O encontro, que apresentou o tema “O Processo Administrativo Sancionador no âmbito dos mercados regulados”, reuniu especialistas nacionais e internacionais para debater assuntos essenciais ao aprimoramento da estrutura regulatória, à interpretação de normativos e à efetividade do processo administrativo relacionado a essas questões.

O evento, iniciado na quinta-feira (20/03) no Auditório Otávio de Bulhões, no Banco Central, foi encerrado na sexta-feira (21/03). O vice-presidente do Conselho de Recursos do Sistema Nacional de Seguros Privados, de Previdência Aberta e de Capitalização, José Antônio Maia Piñeiro, e a suplente Simone Ayub Moregola Bonafonte, indicados ao grupo pela FenaCap, também acompanharam o simpósio. Além de incentivar a troca de experiências e boas práticas entre profissionais dos setores, o evento celebrou os 40 anos do CRSFN.

O simpósio reforçou ainda o compromisso das instituições em promover um ambiente de diálogo qualificado, contribuindo para o desenvolvimento de um sistema financeiro e securitário mais transparente, eficiente e moderno.

“É sempre muito importante para a FenaCap participar de eventos como este, que não apenas contribuem para a evolução do mercado e o desenvolvimento do país, mas também promovem um ambiente de reflexão e diálogo construtivo entre os envolvidos com o setor. Vivemos um momento de transformação nos mercados financeiro e securitário, e os encontros são fundamentais para fortalecer a regulação, a transparência e a eficiência do sistema”, afirma Denis Morais.