BB Mapfre lança serviço de apoio ao pet

Que fofo!!! Adorei. Concorrência é bom por isso. O consumidor começa a ter serviços que realmente fazem a diferença

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O POP – Programa de Ouvidoria e Papo do GRUPO BB E MAPFRE inicia uma nova fase da sua atuação. Existente há oito anos, o serviço atinge a marca de 2,5 mil atendimentos mensais a colaboradores e familiares, com apoio psicológico e profissional, e amplia o atendimento para os animais de estimação (cães, gatos e passarinhos) dos colaboradores.

“Preocupações com o comportamento, alimentação e a saúde do animal de estimação fazem parte do cotidiano dos nossos colaboradores e seus familiares. O serviço permite às pessoas consultarem um médico veterinário e garantir o bem-estar do animal”, afirma Cleide Fonseca, diretora de RH do GRUPO BB E MAPFRE.

O POP Pet realizou mais de 200 atendimentos somente no primeiro mês. Durante esse período, os chamados mais frequentes foram sobre alimentação e o bem-estar dos animais durante o tempo seco. Mas as recomendações abordam também banho, tosa, doenças, medicação e até estética, como locais e benefícios do ofurô e massagem.

Realizado por uma consultoria especializada e exclusiva do GRUPO, o atendimento é feito por veterinários de segunda a sexta, das 8h até as 22h. “Mesmo que aconteça alguma emergência fora desse horário, o time que estiver de plantão entrará em contato com o veterinário para que a pessoa receba a informação que precisa naquele momento”, complementa a diretora.

Diferenciais do POP – Com o objetivo de oferecer apoio psicológico aos colaboradores, a ouvidoria ganhou força e hoje também conta com um time de especialistas na área jurídica, nutricional, fisioterapêutica e serviço social. Carro-chefe do programa, o atendimento psicológico corresponde a cerca de 50% das ligações. “A confidencialidade sobre a identidade e o tema confere segurança ao funcionário e permite que ele divida seus problemas e dúvidas sem constrangimento”, conta Cleide.

Capitalização mantém ritmo de crescimento

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Pelo sétimo mês consecutivo, o setor de Capitalização registrou crescimento expressivo nas receitas. Em julho, o faturamento alcançou R$ R$ 9.2 milhões, um avanço de 19,5% em relação a igual período do ano passado. No acumulado do ano, as empresas devolveram aos clientes mais de R$ 6 bilhões e foram pagos mais de R$ 480 milhões em prêmios, um crescimento de 19,1% e 27,2%, respectivamente.Os resultados foram recebidos com otimismo pela Federação Nacional de Capitalização (Fenacap).

“Não há dúvida de que o produto é um grande atrativo para quem quer acumular recursos e ainda concorrer a prêmios em dinheiro”, diz Marco Barros, presidente da FenaCap. O crescimento é atribuído, em parte, ao crescente interesse da chamada nova classe média pelos títulos de capitalização. Segundo o executivo, ainda que não sejam considerados investimento, e não possam ser comparados a qualquer outro instrumento financeiro convencional, uma vez que devolvem ao fim do período de vigência os valores depositados atualizados monetariamente, os produtos vem sendo cada vez mais procurados por aqueles que buscam uma forma simplificada de guardar dinheiro. “Capitalização é particularmente indicada para quem está dando os primeiros passos no mercado financeiro”, assinala, dizendo que é um instrumento que ajuda a desenvolver a disciplina e o controle sobre as finanças pessoais.

Para Marco Barros, quem busca a capitalização abre mão de um possível rendimento em outra aplicação para ter a chance de concorrer a prêmios e também para evitar que o dinheiro evapore da conta. “Não há como comparar um título a qualquer outro instrumento financeiro, não se trata de um investimento”, reitera. O executivo se opõe a visão daqueles que apontam a Capitalização como desvantajosa em comparação a outras aplicações, uma vez que o produto não se assemelha a qualquer outro. “Isso demonstra um desconhecimento sobre as características do produto e do consumidor a que se destina” afirma, lembrando que existem hoje mais de 40 milhões de portadores de títulos de capitalização no país, um universo que engloba todas as classes sociais. “Não podemos perder de vista que nem todos os consumidores têm perfil ou renda para se expor aos riscos inerentes ao mercado financeiro”,acrescenta.

Segundo Marco Barros, como há carência para resgate, geralmente de 12 meses, e alguma perda para quem retira o dinheiro antes do fim do prazo de capitalização, os títulos acabam sendo um aliado importante para a formação de reservas, uma vez que as pessoas pensam duas vezes antes de sacar. “Fora isso, como geralmente os pagamentos são feitos por meio de débito automático e as mensalidades têm valor relativamente baixo – o tíquete médio é de R$ 26 – as pessoas vão economizando sem sentir muito no bolso e ficam satisfeitas quando chegam ao fim do prazo e verificam que, mesmo com um pouquinho por mês, conseguiram juntar algum dinheiro”, assinala.

Para o presidente da Fenacap, essas características, aliadas ao aspecto lúdico dos sorteios, explicam o fato de a aplicação em títulos de capitalização ocupar o segundo lugar na preferência dos brasileiros, perdendo apenas para a Caderneta de Poupança, conforme atestam dados de pesquisa realizada pelo Instituto Fractal, divulgados recentemente.

Ranking Anbima

Boa informação para quem trabalha com seguros financeiros…

Comunicado Oficial

A ANBIMA divulgou nesta quarta-feira (19) o ranking de Mercado de Capitais de agosto. Dividido em duas partes, Originação e Distribuição, o levantamento do mercado doméstico considera quatro grandes grupos de ranking, com listas para renda fixa, renda variável, operações híbridas e operações com empresas ligadas. Ambos os rankings, para os consolidados de renda fixa, apresentam uma subdivisão entre operações de curto prazo (com vencimento até 365 dias), longo prazo (com vencimento superior a 365 dias), e securitização, que são divididos em Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA). São elaborados mensalmente.

O Ranking ANBIMA de Originação é dividido em dois levantamentos: por valor e por número de operações. Enquanto o primeiro apresenta os valores originados pelas instituições coordenadoras e coordenadoras contratadas, o segundo contém o número total de operações originadas por estas mesmas instituições.

Já o Ranking ANBIMA de Distribuição​ mostra os valores distribuídos pelas instituições que participaram do esforço de colocação dos papéis no mercado.

No Ranking ANBIMA de Emissões do Mercado Externo são quatro famílias de rankings. Três relacionam os coordenadores de emissões por setor: público, privado e totais (público e privado). São contempladas as instituições financeiras de acordo com o papel desempenhado em cada emissão (Book-Runner e Co-Leader), considerando também o tipo de emissão (Títulos de Dívida, Renda Variável e Outros). O quarto tipo é um ranking dos emissores. São elaborados mensalmente.

UOL: Maioria dos acidentes ocorre com motoristas de 26 a 35 anos, revela Liberty

O UOL divulgou hoje uma interessante pesquisa da Liberty Seguros sobre seguro de carro. Veja abaixo:

Motoristas com idade entre 26 e 35 anos são os que mais sofrem acidentes de carro em todo o país, segundo uma pesquisa realizada pela seguradora Liberty Seguros. Esta faixa etária responde por 27,1% das ocorrências e, se for levado em consideração apenas o período da madrugada, este número sobe para 33,1% de todos os acidentes ocorridos no país.

Ainda na madrugada, jovens de 18 a 25 anos ocupam o segundo lugar no ranking — eles são responsáveis por 21,3% das ocorrências neste período específico do dia. Mas, levando em conta manhã, tarde, noite e madrugada, o número cai para 10,5%. É a faixa etária menos expressiva em relação aos acidentes de trânsito. Adultos com idade entre 36 a 45 anos respondem por 24,2% dos acidentes de trânsito no país; aqueles de 46 a 55 anos correspondem a 18,3%; e, por fim, cidadãos acima dos 55 anos são responsáveis por 19,8% das ocorrências.

De acordo com a pesquisa, acidentes ocorridos na madrugada são mais graves do que os que acontecem nos outros períodos do dia. Os casos de perda total representam 22,3% das colisões registradas entre 0h e 6h. Em relação às perdas parciais, os períodos da manhã, tarde e noite apresentam percentuais muito próximos. Eles representam 92,5%, 93,3% e 91,5%, respectivamente, dos casos de perdas parciais registrados no país.

Os jovens de entre 18 e 25 anos lideram o ranking dos responsáveis por perdas totais de carros, com 11,6% dos casos. Os números vão baixando à medida que a idade do motorista avança e, na faixa etária dos que têm mais de 55 anos, a cifra chega a 6,6%. A pesquisa foi realizada em todo o país com base em 107,7 mil acidentes ocorridos com os segurados da empresa entre agosto de 2011 e julho de 2012.

Quer ganhar ingressos para a Copa das Confederações da FIFA™?

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A Liberty Seguros, seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™, lança concurso cultural na Fanpage da empresa no Facebook (https://www.facebook.com/libertyseg), no período de 18 de setembro a 05 de outubro. Os autores das cinco melhores respostas para a pergunta “O que você pode fazer para que esta seja a melhor Copa do Mundo da FIFA™ de todos os tempos?” ganharão quatro ingressos cada para os jogos da Copa das Confederações da FIFA™.

O 6º ao 30º colocados serão premiados com um kit da Liberty Seguros, composto por uma mochila, caderno e caneta. “Essa é a primeira promoção onde os brasileiros têm a oportunidade de ganhar ingressos para a Copa das Confederações, com o objetivo de engajar os seguidores da Liberty na Fanpage e trabalhar o conceito de responsabilidade compartilhada para a Copa no Brasil”, afirma Adriana Gomes, diretora de marketing da Liberty Seguros.

Porto Seguro lança bikes “Felisa Lithium” e “Trânsito+gentil dobrável”

Outro dia várias pessoas me perguntaram sobre a bike dobrável da Porto Seguro. Quem queria detalhes, vai encontrar tudo nesse release distribuído hoje

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A Porto Seguro (www.portoseguro.com.br/bike) acaba de lançar a “Felisa Lithium”, segunda geração da bicicleta elétrica da Companhia, lançada em 2008; e a bike “Trânsito+gentil” dobrável, inspirada no movimento que promove a prática da gentileza no trânsito.

As novas bicicletas são comercializadas em São Paulo (Capital, Grande São Paulo, Santos, Campinas, São José dos Campos e Sorocaba) e no Rio de Janeiro (Capital e Região Metropolitana), apenas pela Central Telefônica 3004-BIKE (o mesmo que 3004-2453). Clientes Porto Seguro Auto, funcionários da Companhia e corretores contam com vantagens exclusivas na aquisição das bicicletas.

Segundo Fabio Luchetti, presidente da Porto Seguro, “ao apresentar as novas linhas de bicicletas, seguimos adiante com as iniciativas de estímulo ao uso de meios de locomoção mais sustentáveis, que aliem maior mobilidade à necessidade ambiental”, explica. “Quem utiliza está colaborando para diminuir o trânsito dos grandes centros urbanos e reduzir as emissões de poluentes.

A seguir, mais informações sobre as novas bicicletas da “Porto Seguro Bike”.

Felisa Lithium

Disponível nos modelos “Azul” (cano alto) e “Vermelho” (cano baixo), a nova Felisa alia o “estilo retrô”, predominante em seu design, a uma estrutura robusta, idealizada para o uso frequente. O motor da Felisa Lithium possui 250Watts de potência e desenvolve uma velocidade máxima de aproximadamente 30Km/h.

A nova bike se destaca por ser equipada com uma bateria mais leve, de Lítio, que garante uma com autonomia de até 70 quilômetros e conta com um sistema auxiliar de pedalada, que dá “uma forcinha extra” ao ciclista, principalmente nas subidas. Acompanha carregador Bi-Volt (110V e 220V). A bateria leva, no máximo, seis horas para ser completamente recarregada.

Além disso, a bicicleta elétrica possui câmbio traseiro com sete velocidades (Shimano); freios V-Brake (dianteiro e traseiro); sensor de segurança, que corta a aceleração; suspensão dianteira; manetes em alumínio; pedal de Nylon com refletores; e paralamas traseiro e dianteiro, em alumínio. Suporta até 120 quilos.

O nome da bike elétrica remete às iniciais no nome do engenheiro industrial que inspirou o projeto, Felício Sadalla. Já na década de 1970, o engenheiro utilizava um protótipo de bicicleta elétrica adaptada com um motor trazido da Itália para ir de sua casa, localizada na Vila Mariana, ao seu trabalho, em Santo Amaro, bairros de São Paulo (SP).

Trânsito+gentil dobrável

Disponível nas cores branca, laranja e azul, a bike Trânsito+gentil dobrável tem como principal proposta oferecer praticidade aos usuários, de forma a incentivar mais pessoas a aderirem ao uso da bicicleta no seu dia a dia.

A nova bicicleta pesa 12,5 quilos e, quando dobrada, cabe numa sacola que acompanha o produto (mede 80 centímetros de largura, 56 centímetros de altura e 33 centímetros de profundidade). Dessa forma, a bike pode ser transportada, por exemplo, no porta-malas do carro, em ônibus, no metrô e em outros meios de transporte. Pode também ser guardada com facilidade em casa, no escritório e em estabelecimentos comerciais. Ela pode, ainda, ser um meio a mais de locomoção, ou seja, o usuário pode ir de carro até um determinado local e fazer outra parte do percurso de bicicleta, enquanto seu veículo está estacionado.

O quadro da bicicleta é em alumínio, com desenho exclusivo da Porto Seguro. A transmissão é feita por corrente, sem câmbio. Possui também freios V-Brake (dianteiro e traseiro); rodas e raio com aro 16”; pneus aro 16”, de uso misto; e bagageiro para pequenas cargas em alumínio.

Preços e ficha técnica

Felisa Lithium

· R$ 3.590,00, para Clientes Porto Seguro Auto, funcionários da Companhia e Corretores;

· R$ 4.500,00, para outros clientes;

· Inclui: uma bicicleta motorizada, uma bateria, um carregador de bateria, duas chaves de bateria e um manual do usuário; garantia de um ano.

Rodas: Aro 700

Raios: ambos em aço inoxidável

Quadro: Alumínio, com desenho exclusivo Porto Seguro

Transmissão: Câmbio traseiro, 7 velocidades – Shimano

Garfo: Suspensão dianteira

Freios: V-Brake (Dianteiro e Traseiro) e sensor de segurança que corta a aceleração

Manetes: em alumínio

Paralamas: Traseiro e Dianteiro, em alumínio

Pneus: 700/35

Pedal: Nylon, com refletores

Peso: 26,4 Kg (Bike, 22,4 Kg/ Bateria, 4 Kg)

Peso suportado: 120 Kg

Motor

Potência: 250 Watts

Voltagem: 36 Volts

Velocidade máxima: aproximadamente 30 Km/h (em terreno plano, condutor com aproximadamente 85 Kg)

Bateria

Material: Íon de Lítio (36V)

Corrente elétrica: 9 Ah (Ampères por hora)

Carregador: Bi-Volt (110V ~ 220V)

Carregamentos: mais de 600 ciclos

Tempo de recarga: máximo 6 horas

Gasto com energia: R$ 0,01 por Km rodado

Garantia do fornecedor: 1 ano

Trânsito+gentil dobrável

· R$ 790,00, para clientes Porto Seguro Auto, funcionários da Companhia e corretores;

· R$ 1.100,00, para outros clientes;

· Inclui: uma bicicleta, uma bolsa para transporte e garantia de um ano.

Quadro: Alumínio, com desenho exclusivo Porto Seguro

Transmissão: por corrente e sem câmbio

Freios: V-Brake (Dianteiro e Traseiro)

Paralamas: Traseiro e Dianteiro, em alumínio

Rodas: Aro 16’’

Raios: ambos em aço inoxidável

Pneus: 16’’ uso misto

Peso: 12,5 Kg

Peso suportado: 100 Kg

Garantia: 1 ano

Bagageiro: em alumínio (para pequenas cargas)

Comercialização

· Apenas pela Central 3004-BIKE (o mesmo que 3004-2453).

Formas de pagamento:

· À vista, por boleto bancário (pagamento antecipado);

· Em até quatro vezes, nos cartões MasterCard e Visa;

Em até dez vezes, no Cartão de Crédito Porto Seguro.

Susep diz que fiscalização está mais rígida

A Susep divulgou hoje a nota abaixo. Pena que os números são do ano passado. Trabalho mesmo a Susep terá daqui para frente, com tantos pedidos de indenizações em seguro de garantia, de risco de engenharia entre outros, num momento em que as empresas seguradas sofrem com inadimplência e consequente limite a linhas de créditos, pois os bancos estão mais seletivos. Com o fluxo de caixa prejudicado, a obra, no caso de construção civil, deverá sofrer atrasos. E tudo isso num momento em que as seguradoras registram queda no ganho financeiro e na receita com a redução do valor do custo de apólice. Vamos ver como fica. No mercado mundial, há pouco apetite dos investidores pelo setor, segundo sinalizou a desistência do grupo Talanx, que controla a HDI, pelo IPO que vinha sendo estruturado há meses. Em 2010, quem desistiu do IPO foi a Liberty Mutual. Agora quem tenta um IPO é a Direct Line. Enfim, um setor com muitas notícias.

Comunicado oficial

Balanço realizado pela Coordenação Geral de Fiscalização Direta (CGFIS), que analisa o desempenho do setor, aponta que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) apresentou resultados positivos no último ano (2011) e números crescentes, se comparados ao mesmo período do ano anterior (2010). Em relação ao número de fiscalizações realizadas, o resultado é surpreendente: houve crescimento de 84,67%. O coordenador de Fiscalização Direta, Benísio José, explica como o atual planejamento, realizado junto ao superintendente Luciano Portal Santanna, levou a autarquia aos números positivos.

– Até dezembro de 2011 executamos o planejamento estratégico de fiscalização do exercício anterior, porém acrescido de nova sistemática, implementada seguindo orientações da atual administração. Realocamos a fiscalização em atividades relacionadas ao mercado marginal, demandas internas e externas e atendimentos aos órgãos de controle – explicou.

Já no planejamento de 2012, foi criado um rating das entidades, que foram classificadas de A até E. O objetivo era dar prioridade às piores classificadas bem como o tempo decorrido da última fiscalização contábil. Até outubro de 2011, havia 37 entidades classificadas com nota E, além de 47 entidades que se encontravam sem fiscalização há mais de 60 meses. Dentre estas, 10 acumulavam as duas condições. Esses foram os critérios para o início de uma nova fiscalização, observando o mercado como um todo.

– Precisamos, é claro, fiscalizar os conglomerados, de forma a evitar riscos sistêmicos, que podem abalar o mercado do país. Nosso papel é acompanhar todas as entidades. A meta é que, após a conclusão desta primeira fase, nenhuma entidade permaneça mais de 36 meses sem fiscalização – declarou Benísio.

Além disso, outras ações estão sendo realizadas para atender e proteger o consumidor, como a observação dos problemas de produtos, como garantia estendida, seguros de obras e apuração de denúncias do mercado marginal.

Mapfre e Gerworth fecham acordo para distribuir seguro de vida

A Mapfre assinou um acordo de exclusividade para vender seguros que protegem o estilo de vida das pessoas, com o braço de seguros Lifestyle Protection da Genworth, que opera em 20 países da Europa, por meio de 250 acordos de distribuição. A aliança prevê acordo de exclusividade na distribuição dos produtos em 18 países da América Latina nos quais a Mapfre atua.

Antonio Huertas, presidente da MAPFRE, e Peter Barrett, diretor global da divisão Lifestyle Protecção da Genworth, informaram que a nova gama de produtos complementa o portfólio da Mapfre. O seguro oferece cobertura de crédito em caso de acidentes, doenças ou morte, visando que o segurado mantenha seu padrão de vida na ocorrência de um desses três riscos.

“A rede de distribuição da Mapfre e a experiência da subscrição da Genworth é uma combinação vencedora”, disse Peter Barrett. “Estamos muito satisfeitos em construir a nossa oferta de seguros na América Latina com um parceiro-chave”. Antonio Huertas afirmou que a experiência global da Genworth e notável capacidade de criar produtos inovadores nos permite expandir nossa oferta de seguros na região “.

REVISTA ISTOÉ: Os gigantes querem os microsseguros

O microsseguro na mídia. A revista Isto É traz uma reportagem sobre o tema neste fim de semana.Melhor ler no site da revista para ler outros temas. Quem não conseguir, segue o texto da matéria para ficar informado.

http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/96661_OS+GIGANTES+QUEREM+OS+MICROSSEGUROS

Por Fernando TEIXEIRA
O próximo produto financeiro a disputar o orçamento dos consumidores das classes C, D e E serão os seguros. Especificamente, produtos com pequeno valor individual, que cobrem necessidades básicas e são vendidos em massa. São itens baratos: comprar um seguro de vida, auxílio-funeral ou uma proteção contra a inadimplência custa, em média, R$ 5. Batizados de microsseguros, eles serão regulamentados pela Superintendência de Seguros Privados no dia 1º de outubro e podem movimentar até um total R$ 6 bilhões nos próximos dez anos, de acordo com a Confederação Nacional das Seguradoras. Enquanto a largada não é dada oficialmente, gigantes como BB Mapfre, Caixa Seguros e Bradesco Seguros já buscam fatias desse negócio.

Marcos Ferreira, da BB Mapfre: “Vamos entrar de cabeça nesse negócio”

Os líderes do mercado disputam esses tostões porque as vantagens para a seguradora são muitas e as margens, gordas. As apólices têm prazo de um ano, a indenização máxima é de R$ 60 mil para danos patrimoniais e cada segurado não pode contratar mais de duas apólices por CPF. “Vamos entrar de cabeça nesse negócio”, diz Marcos Ferreira, presidente da BB Mapfre, associada ao Banco do Brasil. Para isso, a seguradora tem 30 produtos prontos à espera de autorização – sobre os quais Ferreira não faz comentários. “Podemos adaptar seguros populares para esse mercado ou criar novos produtos.” Uma de suas armas será a distribuição pelos Correios, cuja parceria com o BB ampliou a rede do banco em 6,1 mil agências, cobrindo praticamente todos os municípios brasileiros.

O apetite está tão aguçado que a BB Mapfre pode até abrir uma empresa voltada especificamente para esse setor. “Pode, inclusive, ser uma companhia aberta”, diz Bento Zanzini, diretor de seguros de pessoa do grupo. Já a Caixa Seguros quer nada menos do que a liderança do setor. Rosana Techima, diretora de vida da seguradora, afirma que seu principal trunfo são os 20 milhões de apólices de seguros massificados já emitidos, com valores que variam entre R$ 2,50 e R$ 5. “A Caixa tem 60 milhões de correntistas com perfil para adquirir seguros massificados e populares”, diz. Para facilitar a entrada de novos clientes, a Caixa conta com 60 mil pontos de venda. “O cliente pode contratar o seguro nas lotéricas e nos terminais bancários ou nas agências”, diz.

Techima fala sobre o tema com base na experiência da própria Caixa. Lançada sem alarde em fevereiro, a apólice popular Amparo conquistou 100 mil clientes em seis meses. “O cidadão faz um seguro de vida por R$ 2,50 por mês, protege a família e garante o enterro digno”, diz ela. “Esse é o apelo do produto.” Há outro atrativo, bem ao gosto do cliente de baixa renda: o fato de o seguro sortear prêmios em dinheiro. As seguradoras que não são associadas a grandes bancos e não contam com redes de agências apostam nas parcerias com o varejo. É o caso da francesa Cardif, controlada pelo banco BNP Paribas, que se associou ao Magazine Luiza e ao Carrefour.

Em busca da liderança: Rosana Techima, da Caixa Seguros:
20 milhões de apólices vendidas

Adriano Romano, CEO da Cardif, diz que as lojas atraem clientes que não têm conta em banco nem cartão de crédito, mas fazem compras com os tradicionais carnês. “Vendemos um milhão de apólices de R$ 3,99 todos os meses, embora não as chamemos de microsseguros”, diz Romano. Como as apólices têm validade de um ano, a renovação acontece quando o cliente retorna à loja. “O percentual de renovação é elevado”, diz ele. Para o Bradesco Seguros, a capilaridade será a arma na briga pela liderança dos microsseguros. Atualmente, o banco possui 45 mil correspondentes bancários – pouco mais de 20% dos 210 mil existentes em todo o País. Os correspondentes incluem de grandes comerciantes a farmácias e padarias. A regionalidade e o comportamento do consumidor também serão levados em conta.

“Um microsseguro desenvolvido para o litoral não necessariamente será vendido no interior do Brasil”, diz Eugênio Velasques, diretor da seguradora. Ganhar musculatura nesse mercado requer pesados investimentos em tecnologia, para permitir uma distribuição a baixo custo. “Além da escala, as seguradoras precisarão evitar calotes”, diz Wladimir Chinchio, diretor da Vayon Insurance Solutions, empresa paulista de TI com foco no mercado de seguros. Para livrar-se dos maus pagadores, a solução para as seguradoras é vender apólices por meios eletrônicos como máquinas de captura de cartão (POS) e celular. “Uma transação pelo POS pode custar de R$ 0,15 a R$ 0,40, e esse custo cai se houver escala”, diz Chinchio.