Euler Hermes, filial da Allianz, aposta as fichas no Brasil

Matéria extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Companhia de seguro de crédito prevê desempenho da carteira melhor neste ano, após pibinho de 2012
Uma rede internacional de monitoramento que acompanha a situação financeira de 40 milhões de empresas. Quem não gostaria de ter esse serviço num momento de incerteza da economia mundial? Possivelmente, qualquer companhia interessada em reduzir o risco de calote e melhor gerenciar os resultados do grupo. E é exatamente com esse objetivo que a Euler Hermes, líder mundial em seguro de crédito, gerencia tal banco de dados para seu próprio negócio e também para prestar serviços aos seus segurados.

Com faturamento anual acima de 2,2 bilhões de euros e transações comerciais acima de 700 bilhões de euros anuais, a filial do grupo alemão Allianz tem grandes expectativas com sua operação local. Opera no Brasil desde 1999, tendo sido estabelecida como seguradora em 2003. Atualmente a Euler Hermes ocupa a segunda posição no ranking do seguro de crédito no Brasil, com cerca de 20% de market share e uma equipe de 45 funcionários espalhados por São Paulo, Curitiba, Bauru, Campinas e Porto Alegre. O que esperar de 2013? “Nossas ambições e expectativas continuarão sendo de crescimento de dois dígitos e acima da média do mercado”, afirma Guilherme Perondi, CEO da Euler Hermes no Brasil.
Veja abaixo os principais trechos da entrevista concedida ao portal da CNseg.

O grupo costuma divulgar anualmente o Índice Global de Insolvência de Empresas (IGI). Ele já saiu? Se sim, qual a previsão para 2013?
A expectativa da nosso núcleo de pesquisas econômicas na França é que o IGI atinja 4% em 2013 após terminar 2012 em 1%. A piora do indicador está sendo causada pela deteriorização econômica na Eurozona, com expectativa de aumento de 12%, em especial nos países do Mediterrâneo (+19%). Na região da Américas, a perfomance do indicador deve melhorar, com queda de 6%, apesar do aumento na inadimplência no Brasil. Na Ásia-Pacífico, esperamos um aumento de 2%. Em resumo, a lentidão na retomada econômica mundial deve acelerar o IGI em praticamente todas regiões.

Apesar do otimismo com o Brasil, tivemos um “pibinho”. Isso altera o risco do seguro de crédito? E a classificação das empresas?
De fato, a economia brasileira cresceu abaixo das expectativas e aquém do seu potencial. Porém, o Brasil tem mostrado um bom nível de resiliência aos impactos da crise internacional e isso merece ser sempre lembrado. O seguro de crédito é um produto que auxilia as empresas tanto em momentos de baixo crescimento, quando elas buscam proteção contra o aumento de inadimplência, quanto em expansão, quando vendem mais para os mesmos clientes e também para novos clientes, encontrando no produto um instrumento para compartilhar risco e alavancar vendas. Estamos otimistas em relação à 2013 pois a expectativa de retomada de crescimento combinada com o clima de incerteza sobre os rumos da economia global certamente levará mais empresas contratar o seguro de crédito como uma ferramenta estratégica para capturar a oportunidade de crescer com riscos controlados. Em relação ao risco de crédito no Brasil, sentimos a partir da segunda metade de 2012 um aumento na inadimplência de pessoas jurídicas porém ainda dentro de níveis aceitáveis. Com a chegada da temporada de publicação de balanços vamos analisar melhor como o ano de 2012 afetou as empresas e os setores chave da economia, porém não antecipamos alterações significativas em nossa política de aceitação de risco em 2013.

A Euler Hermes mudou muito desde que entrou no Brasil. Por que?
A Euler Hermes opera como seguradora no Brasil desde 2003 quando o mercado de seguro de crédito começou sua fase de maior desenvolvimento no Brasil. Trazer um produto de seguro novo para um mercado emergente é um desafio e temos explorado várias alternativas para levar nossa solução para uma quantidade maior de empresas seguradas ano após ano. Esse esforço tem exigido adaptações e melhorias em nosso modelo de distribuição. Outro elemento transformador foi o fato de que, a partir de 2011, o Brasil passou a ser uma área de investimento estratégico para a Euler Hermes e lançamos um plano de investimento de 3 anos para acelerar nosso desenvolvimento. Em grande medida, temos tido bastante sucesso e posso citar por exemplo nosso crescimento de 78% nos prêmios emitidos entre 2010 e 2012. Esse rápido crescimento e nosso esforço para levar ao mercado de empresas médias uma especialidade de seguro tem transformado nossa operação no Brasil e esperamos que essa tendência se mantenha nos próximos anos.

O desenvolvimento do mercado de seguro de crédito no Brasil está dentro das estimativas do grupo?
Conforme os números da Susep, o volume total de prêmios de seguro de crédito emitidos entre 2008 e novembro de 2012 cresceu 36% passando de R$ 135,8 milhões para R$ 185 milhões. Esses valores incluem tanto o seguro de crédito doméstico quanto o de exportação que nesse período apresentaram dinâmicas muito diferentes. Enquanto o volume de prêmios de exportação caiu 16%, de R$ 37,6 milhões para R$ 31,4 milhões, o mercado doméstico cresceu 56%, chegando a R$ 154 milhões. É um claro reflexo do desenvolvimento da economia brasileira nesse período, comprovando o potencial do mercado brasileiro e demonstrando que as empresas estão adotando o seguro de crédito como uma ferramenta de apoio ao seu crescimento. O mercado segurador tem respondido à demanda e no Brasil hoje as empresas já contam um leque bem amplo de soluções em seguro de crédito e com coberturas mais flexíveis do que no passado recente quando o produto começou sua expansão no Brasil.

O que precisa acontecer para o seguro de crédito deslanchar no Brasil?
Na Euler Hermes, estamos convencidos de que o maior valor agregado que trazemos para segurados e parceiros de negócio é nossa capacidade de analisar de forma competente o risco de crédito que subscrevemos e comunicar de forma clara e objetiva nosso conhecimento e decisões. Para isso, precisamos ter uma equipe da analistas de crédito que realmente conheça os setores onde atuamos e que esteja disponível para os nossos clientes.

E isso requer investimentos…
Sim. Em 2011 iniciamos um plano de investimento de três anos cujo um dos pilares era aumentar o tamanho e a senioridade de nossa equipe de analistas. Concluímos em 2012 a montagem dessa equipe e posso dizer que hoje a qualidade do serviço que prestamos é o nosso maior diferencial competitivo. Em 2012, tínhamos uma meta de reter 86% do prêmio em nossa carteira e terminamos o ano com 97% de retenção total, comprovando que a satisfação de nossos segurados foi um fator determinante para que renovassem suas apólices conosco. Por isso, na minha opinião é fundamental que as seguradoras de crédito invistam na capacidade de distribuição para levar o produto a novas empresas mas também na capacidade de analisar e absover risco, permitindo que esse conhecimento seja compartilhado com os segurados. Essa percepção de valor é fundamental para que mais empresas contratem o produto especialmente pela primeira vez.

Em outros países, a seguradora de crédito é vista como uma competidora dos bancos ou como parceiras?
O
seguro de crédito funciona com muito mais freqüência como um instrumento adicional de mitigação de risco do que como substituto de qualquer solução financeira. Ao emitir uma apólice, a seguradora de crédito oferece à empresa uma camada adicional de proteção sobre sua carteira de recebíveis beneficiando tanto o segurado quanto a instituição financiadora dos recebíveis que passa contar com um duplo regresso sobre o risco dos sacados. Aproximadamente 60% das apólices que emitimos no mundo estão direta ou indiretamente ligada à algum tipo de operação de financiamento de recebíveis. Em nossa carteira no Brasil esse percentual ainda está abaixo de 10% mas temos visto um esforço crescente de bancos em encontrar maneiras de utilizar a apólice como um mitigador de risco em suas operações de desconto de recebíveis, abrindo uma nova oportunidade de expansão para o produto.

Quais os principais nichos de atuação da Euler Hermes no Brasil?
O investimento que fizemos em capacidade de analisar e subscrever risco de crédito nos deu também uma estrutura de serviço diferenciada. Esse diferencial competitivo tem nos ajudado a conquistar novos clientes tanto no segmento de empresas corporate, que tem necessidade de coberturas altas e demandas de serviço complexas, quanto entre as médias empresas que precisam de decisões rápidas sobre clientes sobre os quais há pouca informação disponível. A Euler Hermes é a maior seguradora de crédito no mundo e parte do Grupo Allianz, temos vontade e capacidade de investir no Brasil e força financeira para assumir grandes riscos. Essa combinação nos dá o privilégio de poder continuar investindo em nossa capacidade de distribuição e serviço para empresas médias e ao mesmo tempo ser também capaz de trabalhar com grandes empresas.

Quais as metas para 2013?
Em função do período que antecede a divulgação de nossos relatório anual, estamos em período de blackout quando não podemos compartilhar resultados de 2012 ou metas para 2013. Entre 2011 e Novembro de 2012, conforme dados públicos da Susep, crescemos 34% em volume de prêmios e nosso market share atingiu 19% (contra 14% em 2010). O que posso antecipar é que em 2013, nossas ambições e expectativas continuarão sendo de crescimento de dois dígitos e acima da média do mercado.

Icatu Seguros lança jogo eletrônico sobre seguros

Release

Agnaldo Boaventura é um detetive particular que precisa viajar no tempo para resolver um importante mistério, quando se dá conta de como as atitudes do presente afetam no futuro. Este é o tema do jogo online “Vivendo e Aprendendo”, que a Icatú Seguros acaba de lançar para reforçar a importância da educação financeira e do planejamento. Unindo a funcionalidade de um simulador com a atratividade de uma história de animação, o jogo também é uma oportunidade para que os usuários conheçam os produtos oferecidos pela Icatú Seguros, experimentando-os em situações simuladas.
“o comportamento dos clientes e percebemos que o uso de uma linguagem divertida facilita o entendimento da mensagem. Esse é um dos nossos grandes projetos para 2013” – afirmou Humberto Sardenberg, superintendente de Marketing da Icatu Seguros.

Criada pela Agência 3, as peças da campanha serão veiculadas exclusivamente na mídia online. O jogo será dividido em quatro episódios, sendo um por mês. Esta não é a primeira vez que um jogo de computador é utilizado como ferramenta de aprendizado sobre o mercado securitário. Em dezembro de 2012, a CNseg lançou o jogo eletrônico Caminhoneiro Estou Seguro, em que o participante dirige um caminhão por estradas do Brasil para entregar uma carga, enquanto desvia-se de obstáculos e descobre como proteger a família com os diferentes tipos de seguro exibidos pelo trajeto.

Yasuda adquire controle acionário da Marítima Seguros

Comunicado

Comunicamos que a SOMPO JAPAN INSURANCE INC. através de sua subsidiária no Brasil, Yasuda Seguros S.A., firmou acordo para aquisição do controle acionário da Maritima Seguros S.A.

1- AQUISIÇÃO DO CONTROLE ACIONÁRIO DA MARÍTIMA SEGUROS S.A

Atualmente, a SOMPO JAPAN INSURANCE INC., por intermédio da Yasuda Seguros S.A., detém 50,0% do total das ações ordinárias da Marítima Segurose juntamente com a Família Vidigal, vem realizando a gestão compartilhada da Empresa.

Com aquisição de parte das ações da Família Vidigal, a SOMPO JAPAN INSURANCE INC., por intermédio da Yasuda Seguros S.A., aumentará sua participação,assumindo o controle acionário da Marítima Seguros S.A.Para tanto, está previsto um valor de aquisição de R$ 200.000.000,00.

Assim, a Yasuda Seguros S.A. passará a deter 88,2% das ações da Marítima Seguros S.A.

A aquisição do controle acionário da Marítima ocorrerá mediante a autorização dos Órgãos Reguladores do Brasil (CADE,SUSEP e ANS), bem como das Entidades Reguladoras do Japão.

2- HISTÓRICO e ESTRATÉGIA

O Grupo SOMPO JAPAN INSURANCE INC. tem o Brasil como a principal região de crescimento de seus negócios no exterior e vem desenvolvendo suas atividades neste importante mercado por intermédio de duas empresas: Yasuda Seguros e Marítima Seguros.

Neste processo de expansão dos negócios brasileiros, entendeu-se como estratégia de crescimento, a aquisição dos direitos de gestão da Marítima pelo Grupo SOMPO JAPAN INSURANCE INC. visando elevar ainda mais o valor corporativo da Marítima Seguros a médio e longo prazo.

Diante do exposto, o Grupo SOMPO JAPAN INSURANCE INC. define a permanência do Sr. Francisco Caiuby Vidigal como Presidente do Conselho de Administração e anuncia como Presidente da Diretoria da Seguradora, o Sr. Francisco Caiuby Vidigal Filho, atual Vice-Presidente. Essas nomeações também dependem de aprovação dos órgãos reguladores.

3. MARÍTIMA SEGUROS S.A.

A Marítima Seguros S.A. atendendo a todos os valores corporativos difundidos pelo Grupo SOMPO JAPAN INSURANCE INC.,empenhará todos os seus esforços para proporcionara os seus clientes, corretores, colaboradores e parceiros, serviços de alta qualidade, credibilidade e segurança.

SulAmérica inicia estratégia de negócios no mercado de shoppings em parceria com BRMalls

Release
A SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos, começou, no dia 23, uma forte campanha de comunicação e de expansão física em 11 shoppings centers de diversas regiões do País. A iniciativa visa expandir a visibilidade da marca SulAmérica neste tipo de empreendimento e engloba desconto aos clientes do seguro auto na tarifa avulsa ou serviços de vallet e a instalação de mais oito Centros Automotivos de Super Atendimento (C.A.S.A. SulAmérica).

A primeira parceira deste projeto, e que participou ativamente da construção deste modelo inovador de comunicação, é a BRMalls, maior rede de shoppings centers do Brasil. A campanha de comunicação com os clientes seguirá para os shoppings da rede, totalizando 34 estabelecimentos localizados em oito Estados brasileiros.

“A ideia desta iniciativa é proporcionar uma maior comodidade aos clientes SulAmérica Auto. Ao iniciarmos esta estratégia, buscamos ampliar o leque de serviços e benefícios de qualidade disponíveis aos nossos segurados, uma das marcas da SulAmérica. Estamos confiantes e certos do sucesso da ação e de sua breve expansão”, afirma o presidente da SulAmérica, Thomaz Cabral de Menezes.

Para utilizar o benefício, basta o segurado apresentar seu cartão do Seguro Auto SulAmérica no guichê de pagamento. A expectativa da companhia é que esta iniciativa contribua para o crescimento da carteira de Seguros de Automóveis da empresa, que já conta com mais de 1,4 milhão de segurados, uma vez que os shoppings administrados pela BRMalls movimentam aproximadamente quatro milhões de veículos por mês, com cerca de 23 milhões de pessoas circulando nos empreendimentos mensalmente.

A instalação dos Centros Automotivos nos shoppings levará ainda mais comodidade para os clientes SulAmérica Auto, que contarão com um atendimento de qualidade em locais de fácil acesso. A proposta do C.A.S.A. é agilizar todo o processo de conserto do automóvel, em caso de acidente, desde a entrada do veículo danificado na unidade, retirada do carro reserva – quando contratada a cobertura – até a entrega do carro reparado, depois de vistoriado pela SulAmérica e com um certificado de garantia dos serviços prestados. É muito mais conforto e segurança para o cliente.

Segundo Ruy Kameyama, diretor de operações da BRMalls, o objetivo da companhia com ações como a desenhada para a SulAmérica é possibilitar a interação dos cerca de 23 milhões de visitantes mensais que circulam pelos shoppings da BRMalls com grandes marcas, como a SulAmérica. “Nossos shoppings são cada vez mais veículos de mídia e interação com consumidores. Conseguimos oferecer a SulAmérica uma forma de reforçar a divulgação de sua marca nacionalmente e diferenciar-se com descontos exclusivos aos seus segurados”, explica Kameyama.

O investimento da SulAmérica ultrapassa R$20 milhões para três anos de contrato, considerando marketing e benefício aos segurados do SulAmérica Auto. “Esta será uma ótima oportunidade para a SulAmérica expor sua marca para seu público alvo. Assim, além de divulgarmos o produto, atraímos a atenção de todos os frequentadores dos shoppings dessas regiões, oferecendo um benefício inovador e que faz diferença para o cliente SulAmérica”, acentua Menezes.

Os segurados poderão utilizar o benefício nos seguintes shoppings centers: Rio de Janeiro (Fashion Mall, NorteShopping, Plaza Shopping, Casa e Gourmet Shopping, Shopping Tijuca, West Shopping, Shopping Via Brasil, Center Shopping e Ilha Plaza Shopping); São Paulo (Shopping VillaLobos, Shopping Jardim Sul, Shopping ABC, Shopping Tamboré, Shopping Granja Vianna, Shopping Piracicaba, Shopping Metrô Santa Cruz, Mooca Plaza Shopping e Campinas Shopping); Minas Gerais (Shopping Independência, Shopping Del Rey, Center Shopping Uberlândia, Shopping Sete Lagoas e Shopping Estação BH); Paraná (Catuaí Shopping Maringá, Catuaí Shopping Londrina, Shopping Crystal Plaza, Shopping Curitiba e Shopping Estação); Rio Grande do Sul (Shopping Iguatemi Caxias do Sul); Goiás (Shopping Araguaia e Goiania Shopping); Mato Grosso do Sul (Shopping Campo Grande) eAmazonas (Amazonas Shopping).

A promissora indústria de seguros da América Latina, segundo a Ernst & Young

Estudo bacana sobre a indústria de seguros na América Latina. Vale a pena dar uma olhada.

Fenacap promove seminário para jornalistas

A Federação Nacional de Capitalização (Fenacap) programou para 7 de fevereiro, pela manhã, o seminário ‘Capitalização: Perspectivas para 2013’. Presidente da entidade, Marco Antônio Barros fará um balanço de 2012 e falará sobre crescimento e perspectivas de negócios para este ano. Especialista em tema motivacional, o consultor Daniel Godri também tem palestra pautada para o evento, que prevê reunir, em especial, profissionais das áreas de vendas das empresas de capitalização.

Allianz lança descarte ecológico e consultoria sustentável

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Os novos segurados e renovações da Allianz Seguros dos produtos empresarial para PME’s, residencial e de condomínio contam agora com os serviços de consultoria sustentável e descarte ecológico em diversas cidades do Brasil. Os benefícios resultaram da parceria firmada entre a seguradora e a Ecoassist. A seguradora é a única do país a oferecer esse tipo de benefício aos segurados de condomínio e seguro empresarial para PME’s.

A companhia re-lançou o Allianz Residência disponibilizando mais serviços e coberturas aos segurados, além de incentivar as melhores práticas de sustentabilidade com os Serviços Sustentáveis, o produto passou por ampliação incluindo duas novas coberturas, e não deprecia mais os bens segurados, pois os bens são indenizados a valor de novo, os serviços de assistência ganhou novos serviços como conserto de linha marrom, help desk, check-up infantil, entre outros.

“Os seguros de condomínio, residência e empresarial para PME’s da Allianz registraram aumento de 21%, 13%, 7%, respectivamente, entre janeiro e setembro deste ano”, aponta Rafael Rodrigues, Diretor de Multi-Produtos e Transportes.

Por telefone ou e-mail, o segurado recebe, em todo território nacional, orientações e dicas relativas à economia de água e energia elétrica, reciclagem do lixo e indicação de profissionais para projetos sustentáveis.

Já o descarte ecológico retira os objetos no local segurado e dá o destino correto aos móveis, equipamentos eletro-eletrônicos e aparelhos de informática que não são mais utilizados em diversas cidades do Brasil.

O agendamento para o descarte ecológico deve ser feito por telefone, o segurado será informado sobre a equipe responsável pela retirada dos materiais. A Allianz Seguros emite um certificado em nome do segurado, e ainda garante que os bens coletados seguirão as mais rigorosas normas de sustentabilidade, caso os mesmos não estejam em condições de serem doados a entidades assistenciais devidamente cadastradas.

Novidades do Allianz Residência

Conserto de linha marrom

Em caso de problemas com televisão, home theater e aparelho de DVD e som, o Allianz Assistência Residência enviará um profissional para realizar o reparo do equipamento.

Help Desk

Suporte telefônico ou acesso remoto ao computador para execução de serviços de otimização, instalação de softwares, internet e e-mail.

Check-up infantil

O Allianz Assistência Residência envia um profissional habilitado para avaliar os riscos que as crianças correm dentro de casa, apontando tomadas e os interruptores sem proteção ou móveis pontiagudos que precisam ser remanejados ou substituídos, por exemplo.

Check-up domiciliar

O Allianz Assistência Residência faz inspeção na residência e resolve problemas como fixação de prateleiras, quadros e persianas. O segurado ainda tem direito a serviços como limpeza de caixa d’água, lubrificação de fechaduras e dobradiças, revisão de instalações elétricas e de vazamento, troca de resistência de chuveiro, instalação de varal de teto, entre outros.

Seguros Unimed patrocina corrida Circuito do Sol

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Pelo terceiro ano consecutivo, a Seguros Unimed é patrocinadora do Circuito do Sol, prova que reúne corredores profissionais e amadores para corridas nas principais capitais brasileiras. Neste ano, duas etapas já foram realizadas: a primeira em Belo Horizonte, no dia 13, e a segunda em Brasília, no último dia 20. Além delas, mais duas já estão confirmadas: uma no Rio de Janeiro, dia 27/01, e outra em São Paulo, dia 03/02.

Para as corridas, que acontecem nas modalidades de 5 e 10km, a Seguros Unimed preparou uma interação especial em 2013. O estande da seguradora oferece a todos os atletas um buffet de frutas, água e dois terapeutas que realizarão quick massage ao longo de toda a corrida.

“Patrocinar um evento como o Circuito do Sol é uma forma de a Seguros Unimed reforçar sua preocupação com a saúde e o bem-estar das pessoas, como também trazer esse valor para mais perto de nossos segurados, parceiros e colaboradores”, afirma Henrique João Dias, superintendente de marketing da Seguros Unimed.

A Seguros Unimed patrocina também outras importantes corridas de rua espalhadas pelo Brasil, como a Eco Run. Esta ação, bem como todas as iniciativas de marketing esportivo da seguradora, vão ao encontro de um dos principais pilares da marca, o cuidado com as pessoas.

Para mais informações sobre o Circuito do Sol 2013, acesse o site: www.circuitosol.com.br.

Estudo da Accenture projeta crescimento e boa rentabilidade do setor

Mais um estudo positivo para a indústria de seguros mundial. Realmente parece que o setor está conseguindo mostrar ao mundo a a sua importância e, consequentemente, passou a ser notícia positiva no planeta. Depois da Folha noticiar, o Brasil Economico publicou hoje um resumo interessante sobre a pesquisa apresentada pela Accenture, que avalia a rentabilidade das seguradoras ao redor do mundo, encomendada pela Accenture e conduzida pelo Institutional Investor Market Research Group. Segundo noticiam os jornais, o estudo consultou 68 dos principais analistas de seguros, em 16 países, e apontou que analistas de investimentos de seguros esperam uma maior rentabilidade destas companhias. A opinião dos especialistas de mercado é baseada no melhor desempenho das seguradoras e naquelas que investiram na expansão para os mercados emergentes.

Os analistas esperam que as seguradoras recomendadas – baseadas em ratings – possam entregar um retorno médio antes de imposto sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês: ROE) de 14,9% em 2012, comparado a 13,7% em 2011. A expectativa é de que a rentabilidade continuará a subir: metade dos entrevistados espera das seguradoras recomendadas maior ROE antes de impostos nos próximos três anos. A expansão para mercados emergentes é considerada pelos analistas como importante ou fundamental para elevar o rating.

Todos disseram que iniciativas de fusão e aquisição de seguradoras norte-americanas, europeias e japonesas nos mercados do Brasil, Rússia, Índia, China e México são importantes orientadoras para elevação do rating ao longo dos próximos três anos. A maioria (88%) dos analistas de seguro de vida disse que o crescimento orgânico nestes mercados é importante para também elevar o rating nos próximos três anos.

Universal Life e VGBL Saúde são expectativas do futuro presidente da Fenaprevi para 2013

Entrevista extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Em fevereiro de 2013, têm início a nova gestão da FenaPrevi, com Osvaldo de Nascimento, da Itaú Vida e Previdência, na presidência. Formado em Engenharia Eletrônica pela Escola Politécnica da USP e com mestrado na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, Osvaldo de Nascimento concede sua primeira entrevista como presidente eleito para o portal da CNseg.

Quais serão as prioridades de sua gestão?

Na realidade, a nova gestão da FenaPrevi, focada tanto no segmento de previdência privada quanto no de seguro de vida, vai dar continuidade ao plano diretor traçado na atual gestão, da qual eu também faço parte. Mas obviamente temos alguns vetores bastante relevantes. Um deles, sem sobra de dúvidas, é o da educação financeira do cidadão brasileiro, porque entendemos que, num cenário de juros baixos, as pessoas vão ter de reaprender a formar poupança de curto, médio e longo prazos. Além disso, elas terão de começar a entender, nesse novo quadro, um pouco melhor o papel do seguro e como se utilizarem dele. Também vamos tratar da divulgação do papel da previdência na formação de poupança voltada ao custeio da saúde, tendo em vista que a regulamentação do VGBL Saúde está entre as prioridades da Susep para 2013.

Outra questão importante que vamos tratar diz respeito à nova classe C. Para este público, temos a oferecer o seguro de Vida, o Universal Life e o microsseguro nos próximos anos. Mas temos a consciência de que estes cidadãos têm, no primeiro momento, pouca capacidade de poupança, apesar de estarem preocupados com a proteção, e aí estamos falando do microsseguro, que tem justamente o papel de preservar o pequeno patrimônio acumulado por essas pessoas e assegurar continuidade da ascensão social. Depois, por conta do processo de ascensão social, o mercado deverá ser cada vez mais criativo em termos da oferta de produtos mais adequados ao conjunto da sociedade.

Quais as perspectivas do mercado para 2013?

Nós estamos em um cenário de relativa estabilidade econômica, com juros razoavelmente baixos e inflação estável, apesar de permanecer em um patamar ainda alto. Para 2013, mantido este cenário, o crescimento do PIB será o fator mais relevante para a expansão do nosso mercado. Isso porque a previdência e os seguros de vida acompanham tradicionalmente a desenvoltura do PIB. Se a economia não cresce, nosso mercado também tem desaceleração.

Outro fator importante é a baixa taxa de desemprego. Ou seja, quanto mais pessoas ocupadas, melhor é o nosso desempenho. Isso pode ser demonstrado com as reservas técnicas de previdência, que cresceram na faixa de 29% no ano passado.

Por fim, os juros baixos contribuem também para maior diversificação dos investimentos e são favoráveis para nosso mercado, já que, nessa revisão de portfólio, é provável que parte dos investidores decida alocar mais em previdência, desde que haja também um prêmio maior por essa imobilização de recursos. Em isso ocorrendo, imaginamos que teremos um ano muito similar ao de 2012, com uma taxa de crescimento de dois dígitos novamente.

A propósito, qual sua estimativa de crescimento do setor em 2012?

O ano foi bom, sobretudo para previdência, que teve um crescimento da ordem de 29%. No seguro de pessoas, repetiu-se o crescimento médio dos anos anteriores. Vale lembrar que, embora haja uma vinculação direta com a renda das pessoas, o mercado de vida não cresce na mesma proporção, em virtude da falta de educação financeira para o consumo de produtos de seguros de pessoas. Com isso, mesmo que o trabalhador esteja empregado e tenha renda adequada, isso não quer dizer que ele busque sua proteção e de sua família de forma adequada, exceto em situações muito específicas. Um bom exemplo é o avanço do seguro prestamista, que está associado à expansão das operações de crédito e ao endividamento das pessoas. Mas não há dúvidas de que os seguros de pessoas têm espaço para crescer bastante na dimensão familiar, apesar de, até agora, permanecer aquém de seu potencial. De qualquer forma, à medida em que a taxa de desemprego continue reduzida, as pessoas vão se preocupar em fazer seguros para cuidar da manutenção de seu patrimônio. Nesse sentido, a educação financeira é estratégica para levá-lo a pensar em proteção familiar e, consequentemente, em seguros de pessoas.

O plano regulatório preocupa?

A formação de poupança de longo prazo (leia-se previdência privada) está condicionada a algumas premissas, como educação financeira, inflação controlada e, sobretudo, estabilidade de regras. Mantidos estes pré-requisitos, o cidadão passa a olhar para o futuro em certo momento e a fazer reservas para custear suas despesas a mais longo prazo. Então, qualquer instabilidade de regra faz ruir a confiança das pessoas e são necessárias duas ou três décadas para recuperar o prumo dos negócios. Em razão disso, nossa conversa com o governo tem sido na direção de destacar a importância da estabilidade de regras para a evolução dos investimentos de longo prazo. É óbvio que a legislação do mercado pode e deve ser aperfeiçoada. Mas, acima do aperfeiçoamento, a estabilidade é fundamental, sobretudo para uma sociedade traumatizada com longos períodos de inflação e volatilidade de regras no passado.

E não há dúvidas de que estamos evoluindo bem nessas conversas com o governo. Após a regulamentação do microsseguro, deveremos ter a legislação do VGBL Saúde aprovada ainda este ano e podemos até considerar factível que ocorra o marco regulatório do Universal Life, que pode ser feito pela Susep sem grandes problemas.

Qual o cenário esperado pelo senhor no plano macroeconômico no próximo ano?

Esperamos um crescimento do PIB mais compatível com a pujança de nossa econômica. E este crescimento tem também relação direta com a atração investimentos de longo prazo. O governo está consciente disso e sabe que o País precisa atrair recursos de longo prazo para eliminar gaps em sua infraestrutura, e o mercado de previdência pode contribuir crescentemente, na condição de investidor institucional. E este processo será mais vigoroso quanto melhor for o processo de educação financeira do cidadão e sua ênfase aos investimentos de longo prazo.

E os juros básicos…

Os juros podem ficar na faixa de 7,25% durante todo o ano ou podem mesmo cair para o piso de 6,5%, já que não houve a reação esperada da economia.