A reestruturação de bancos sempre mexe com a área de seguros. Nesta semana temos duas notícias sobre venda de seguradoras importantes. O ING negociou com a Comissão Europeia um prazo maior para se desfazer das unidades de seguros. Inicialmente previsto para 2013 no acordo que assinou para receber ajuda do governo holandês durante a crise financeira de 2008, agora poderá vender as operações que faltam até 2018. Entre as principais unidades do grupo à venda está na Ásia e no Brasil, na qual detém 36% do capital da SulAmérica.
Segundo nota do Valor, o comunicado divulgado ontem pelo grupo financeiro não cita a participação em seguros no Brasil, afirmando apenas que “as operações de seguros na América Latina foram vendidas em 2011”. Na região, a maior parte dos ativos foi vendida para o Grupo Sura, da Colômbia, por US$ 3,9 bilhões. Segundo informou o ING, a operação asiática será vendida em partes, enquanto nos Estados Unidos e na Europa a aposta está em ofertas públicas diferentes.
Até o fim do ano que vem, o ING terá que vender 50% de suas operações na Ásia e 25% das operações de seguros nos Estados Unidos. Em 2014, mais da metade dos investimentos nos EUA precisam ser vendidos e, em 2015, o mesmo deve ocorrer com as operações de seguro europeias. O prazo final para que o ING se desfaça de todas as operações asiáticas e americanas é 2016, já para as europeias, o prazo se estende até 2018.
Já o HSBC, que tem um brasileiro no comando da área de seguros mundial, está em conversações para vender sua participação na Ping An Insurance, segunda maior companhia de seguro da China, por algo estimado US$ 9,7 bilhões segundo avaliações de bancos envolvidos.
Durante o tradicional encontro de final de ano com a imprensa, realizado na sexta-feira, dia 9/11, o Presidente & CEO da Chubb Seguros, Acacio Queiroz, avaliou que o cenário econômico atual e a redução da taxa Selic, hoje em 7,25%, impactaram nos preços das apólices.
“Na Chubb, a situação está estabilizada e decorre dos ajustes que fizemos em 2011. Por isso, este ano, nossos clientes não sentiram aumento nas apólices e nosso preço continua muito competitivo”, explicou o executivo para mais de 20 representantes da imprensa especializada em seguros e finanças do país presentes ao evento no restaurante Praça São Lourenço, em São Paulo.
De acordo com Acacio, em 2011 a Chubb se antecipou às mudanças econômicas e preparou a empresa para enfrentar 2012. “Fizemos uma avaliação criteriosa das nossas carteiras, reduzimos custos e nos concentramos nas áreas mais lucrativas”, disse Acacio Queiroz.
Para ele, em 2013, as seguradoras terão que rever o modelo de aplicação dos recursos financeiros, uma das principais fontes de ganhos para o setor até pouco tempo, e que caiu em 40% por conta do novo cenário econômico. “Em 2011, na Chubb 80% do lucro vinha das aplicações e 20% do operacional. No próximo ano, cada segmento deve representar 50%”, informou. Para mudar esta proporção e aumentar os ganhos operacionais, a Chubb vem trabalhando para reduzir os índices de sinistralidade e melhorar a performance interna.
Hoje recebi muitos dados sobre classe C, a que mais tem impulsionado o crescimento da indústria de seguros. Os dados foram apresentados no “Fórum Novo Brasil: Desvendando a Nova Classe Média” e vou colar aqui os principais indicadores divulgados no evento para quem precisa de informações sobre o tema. Fica o registro!
Releases divulgados pela assessoria do evento, na íntegra
Palestra sobre “Classe C é maioria entre jovens no Brasil e no Rio de Janeiro” foi apresentada no “Fórum Novo Brasil: Desvendando a Nova Classe Média”
A palestra “Classe C é maioria entre jovens no Brasil e no Rio de Janeiro” foi apresentada, hoje (13), no Fórum Novo Brasil: Desvendando a Nova Classe Média, no WTC Sheraton, em São Paulo. José Luiz Nascimento, do Sistema Globo de Rádio, falou sobre o perfil do jovem da classe média carioca.
No decorrer do evento o palestrante divulgou informações que retratam uma nova realidade do Rio de Janeiro e de todo o País: se levarmos em conta um total de 38,6 bilhões de reais movimentados pelas comunidades brasileiras, 13 bilhões representam as comunidades cariocas. Pesquisas também revelam que 52% dos jovens das comunidades cariocas são mulheres, 70% dessas pessoas são economicamente ativas e o salário médio daquelas que trabalham é de, aproximadamente, R$ 690,00. Atualmente, 85% dos jovens acima de 18 anos contribuem com renda da casa e 72% acreditam que a vida melhorou nos últimos anos.
O evento, que termina hoje, apresentou dados inéditos sobre os rumos da classe média brasileira. Composta por 54% da população, se a classe fosse um país, estaria em 12º no ranking dos maiores, à frente de países como Holanda e Suíça. Graças à retomada do crescimento econômico brasileiro, a classe média já dispõe de 100 milhões de cartões de crédito, além de 45% ter previdência privada e 52% conta corrente.
“Fórum Novo Brasil: Desvendando a Nova Classe Média” apresenta cinco tendências brasileiras para 2022
Começou hoje (12), em São Paulo, o “Fórum Novo Brasil: Desvendando a Nova Classe Média”, no WTC Sheraton. Durante a abertura do evento, que apresentará dados inéditos sobre os rumos da nova classe média brasileira, Renato Meirelles, do Instituto Data Popular, apresentou cinco tendências para o Brasil até 2022:
1. Empoderamento tecnológico: tecnologia intermediará a relação com consumo, serviços e o estado.
– Os jovens relacionam-se mais com internet e tecnologia do que a geração anterior, que ainda resiste em aliar a tecnologia em atividades cotidianas. Por isso, entre os protagonistas de 2022, a internet e o celular são cada vez mais utilizados para a realização de compras, denúncias das relações de consumo e dos serviços do estado.
2. Amadurecimento da educação financeira: passado familiar influenciará sua educação financeira.
– O jovem consome mais do que a geração anterior e estão mais exposto às facilidades do crédito e demais serviços bancários. Por outro lado, esse jovem é sempre alertado pela família, que vem de uma trajetória de privações financeiras e aprendizados em relação ao uso do crédito, sobre a necessidade de poupar e precaver-se contra imprevistos futuros. São consumidores mais atentos à necessidade de poupar e planejar sua vida financeira para o futuro.
3. Valor do mérito: geração que valorizará ainda mais a conquista pelo esforço próprio, a meritocracia e o empreendedorismo.
– Os jovens do Brasil são mais escolarizados que seus pais e, por isso, têm conseguido acessar melhores empregos, obter renda mais elevada e conquistado um padrão de consumo que os pais não tiveram. Por isso, os protagonistas de 2022 tendem a valorizar o esforço pessoal como forma de melhorar a vida, sem esperar que o poder público faça por eles.
4. Flexibilidade nos formatos de família: relações conjugais tendem a se flexibilizar e o homem precisará se reinventar.
– A nova geração cresceu vendo o ingresso das mulheres no mercado de trabalho. Como consequência, as relações domésticas passaram a ser tensionadas em decorrência de uma maior demanda por igualdade na divisão das tarefas domésticas. Por essa razão, os protagonistas de 2022 tendem a consolidar mudanças no papel do casal dentro do lar. Cada vez mais será esperado que o homem seja mais participativo nas tarefas domésticas e presente nas relações familiares do que no passado.
5. Relação com o estado: o estado será cada vez mais demandado como regulador do setor privado e o novo cidadão consumidor exigirá cada vez mais e com menos impostos.
– O acesso da classe média a bens e serviços privados tem crescido nos últimos anos, o que faz com que aumente também a demanda pela manutenção da qualidade desses serviços. Em razão disso, o Estado tende a ser mais cobrado como regulador desses serviços e fiscalizador de sua qualidade.
“O Brasil mudou efetivamente e continuará mudando. Em 10 anos, o jovem estará no auge do poder de consumo e escolha. Muitas mudanças ainda estão chegando. Governo, iniciativa privada e sociedade devem caminhar juntos”, comenta Renato Meirelles.
Dividido em quatro painéis, o fórum reunirá pela primeira vez todos os setores da sociedade – governo, iniciativa privada, ONGs, mídia e sociedade civil organizada. Dentre os palestrantes convidados, estão os ministros Moreira Franco, da Secretaria de Assuntos Estratégicos, e Paulo Bernardo, do Ministério das Comunicações. O evento também terá palestrantes como Ana Paula Padrão, da Rede Record, Luiz Barretto, diretor presidente d o SEBRAE e Ricardo Loureiro, presidente do Serasa Experian.
Maioria da classe média brasileira é de jovens moradores de periferias, aposentados e aspirantes sociais
Pesquisa inédita da Serasa Experian traça o perfil de nova força de consumo do país
São Paulo, 12 de Novembro de 2012 – Pesquisa inédita da Serasa Experian sobre a classe média brasileira mostra que ela é composta em sua maioria por jovens moradores de periferias (31%), pessoas que estão envelhecendo na periferia (18%) e aspirantes sociais (11%). Atualmente, eles representam 60% dos 104 milhões de pessoas da classe média. O levantamento foi feito a partir, de uma metodologia estatística que cruza dados da Serasa Experian, do Censo Brasileiro e da PNAD (Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar), sendo a maior e mais completa base de informações socioeconômicas do Brasil. “O país tem vivenciado uma transformação econômica. Com controle da inflação, investimentos sociais, moeda forte e a estruturação da economia, o Brasil passou a ter classes sociais que deixam de ser estatísticas e que têm necessidades distintas e específicas a serem atendidas”, afirma Ricardo Loureiro, presidente da Serasa Experian, que apresentou a pesquisa hoje no 1º Fórum Novo Brasil: Desvendando a Classe Média.
“Mais de 100 milhões de pessoas. Poucos países no mundo têm população maior que essa. A classe média, que mudou e definiu um novo Brasil, devido a sua representatividade, pode selar, sozinha, uma eleição. Na economia, transforma um pequeno investimento em um negócio gigante. Já que todos a querem, cabe a pergunta: quem é e o que quer essa nova classe média brasileira?”, questiona Ricardo Loureiro.
“A classe média representa uma enorme oportunidade para as empresas. Entretanto, em um mercado cada vez mais competitivo, é fundamental que as empresas estejam preparadas para a disputa. É preciso que estejam cada vez mais orientadas ao aprimoramento e rentabilização de sua estratégia de ida ao mercado, sob pena de verem seus investimentos fracassarem. Foco, segmentação de mercado e reconhecimento do seu público-alvo estão entre os aspectos centrais dessa abordagem”, afirmou.
O presidente da Serasa Experian destacou a importância de se conhecer bem todos os grupos da classe média. “Cada um dos grupos tem necessidades, interesses e perfis muito distintos. É importante ainda que as empresas busquem avaliar a capacidade de consumo das pessoas a quem irão direcionar suas ações de vendas.”
Periferia Jovem: 31% da Classe Média
Dos mais de 100 milhões da classe média, 31%, 32 milhões de pessoas, são do grupo Periferia Jovem. Nesta estratificação, 30%, ou 10 milhões de pessoas, estão no grupo chamado de Trabalhadores de Baixa Qualificação e com empregos formais; 29% (9 milhões) são Jovens Trabalhadores de Baixa Renda, com a maioria formada por mulheres; 20% (6 milhões) são Jovens na Informalidade, onde destacam-se mulheres chefes de família com menos de 25 anos. Por fim, 13% (4 milhões) são Famílias Assistidas da Periferia, residentes principalmente no Norte e Nordeste, sem relação com bancos e sem atividades de crédito ou financeiras.
Envelhecendo na periferia: 18% da Classe Média
O levantamento aponta ainda que, após os jovens de periferia, 18% da classe média brasileira, ou 19 milhões de pessoas, são da estratificação Envelhecendo na Periferia. São 9 milhões (45%) de operários aposentados e outros 6 milhões (30%) são classificados como Maturidade Difícil, sem renda nem aposentadoria formal, além de 4 milhões (25%) de casais maduros de baixa renda.
Aspirantes Sociais: 11% da Classe Média
Há ainda 11 milhões de pessoas classificadas como aspirantes sociais _4,5 milhões (40%) são consumidores indisciplinados, jovens adultos com alto consumo e renda modesta, e 3,3 milhões (30%) são profissionais em ascensão social, que buscam mobilidade e status social por meio do trabalho e do estudo.
O crédito e o comprometimento da renda disponível para o consumo
O crédito tem sido um grande impulsionador do consumo e do crescimento do mercado interno. Estatísticas demonstram que 58% da classe média usam o cartão de crédito, 23% o crediário e 18% cheque, parcelando suas compras (em cartões de crédito, crediário) em 9 vezes. “O nível médio de comprometimento de renda mensal do brasileiro está ao redor de 22%, um valor dentro do razoável, que ainda apresenta oportunidade de expansão. Entretanto, é uma média de todo o mercado, e já é possível verificar a existência de milhões de famílias que atingiram, e até ultrapassaram, sua capacidade de consumo. Muitos estão superendividados e, conforme mostram os números, não obedecem necessariamente a nenhuma segmentação ou perfil muito específico, pois outros fatores comportamentais parece influir mais nesse tipo de comportamento”, apontou Ricardo Loureiro.
Importância econômica e social
O presidente da Serasa Experian apontou a importância do correto uso da informações de mercado na formulação das estratégias das empresas. “É uma excelente oportunidade para que as companhias tenham uma visão aprofundada de quem é quem nesse conglomerado social. E a partir deste quem é quem, as empresas podem repensar os seus produtos e serviços, suas ofertas e seus processos de venda e comunicação, aumentando dramaticamente a eficiência a todo o ciclo de negócios”. Ricardo Loureiro ressaltou que, em um ambiente competitivo, a tendência é que esse aumento de eficiência das empresas seja parcialmente transferido ao preço final, favorecendo os consumidores e todo o mercado. “De certa forma, é uma abordagem que opera em favor da diminuição do chamado “Custo Brasil”, adicionando objetividade e eficiência ao mercado”.
Os benefícios de se conhecer com maior profundidade o perfil da Classe C não se restringem aos negócios. Instituições públicas e órgãos governamentais “passam a contar com uma ferramenta efetiva no apoio ao desenho de políticas públicas articuladas com as necessidades de cada região (ou microrregião) e características de sua população”, aponta o presidente da Serasa Experian.
Dados divulgados pelo secretário Ricardo Paes de Barros, da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República
Existem três grupos no Brasil
– pobres vulneráveis
– grupo da elite
– nova classe média
Taxa média anual da renda per capita – de 2001 a 2011
· Brasil cresceu 3% ao ano (taxa considerada alta);
· Pobres cresceram 7% ao ano, chegando à classe média;
· Ricos cresceram apenas 1,5% (estabilidade);
Classe alta estabilizou, por isso que a média cresceu rapidamente e reduziu a desigualdade.
Distribuição de renda do País de acordo com o PIB
· Pobres brasileiros cresceram juntos – 8 a 10%
· Diferença da classe média para a classe rica está próxima.
· Diferença do crescimento do pobre para a classe média pode ser comparada a China
· A renda da classe rica é igual a renda da Suécia.
Evolução da classe média em 10 anos
– diferença da classe média: de 49% para 28%
– 21% da população saiu da classe baixa para a média
Dados sobre o crescimento da classe
– Aumentou o tamanho e mudou o comportamento;
– Classe média de 2012 é diferente da classe média de 10 anos atrás, já que estão mais preocupados em trabalhar e estudar.
– 75% da classe média é formada por negros.
– A classe média tem 12% de dependentes – receberam 17% mais transferência e 71% aumentou a renda trabalhando
– A classe alta tem 3% de dependentes – receberam 20% de transferência e 77% aumentaram a renda trabalhando
– Diferença de escolaridade entre as classes:
*Média – 15%
* Alta – 34%
Com objetivo de entender o comportamento dos corretores de seguros em relação às redes sociais e dispositivos móveis, a Icatu Seguros realizou pesquisa inédita com cerca de 200 profissionais do setor. Assim como por 54 milhões de brasileiros, o facebook é a rede social preferida: 93% dos corretores declararam ser usuários. LinkedIn e Twitter também foram citados, com 29% e 24% respectivamente. A pesquisa revela ainda que os corretores utilizam as redes sociais não só para conversar com amigos (69%), mas para manter o relacionamento com os clientes (48%) e se informar sobre as novidades do mercado segurador (46%).
Em relação ao uso de celulares com acesso à internet, 24% possuem celulares com sistema Android e apenas 12,5% possuem um Iphone. Dos 69% que acessam a internet do celular, 59% utilizam conexão de alta velocidade (3G) e 30% acessam pela rede Wi-fi, o que significa que os corretores estão sempre online.
Os aplicativos de celulares fazem sucesso com esses profissionais: quase 90% utilizam essa ferramenta. Os principais aplicativos são de notícias (71%), seguido de utilitários, como calculadoras, simuladores, GPS (63%) e de mensagens instantâneas (56%).
Em relação aos tablets, um dado chama a atenção: 75% não possuem o aparelho. Apenas 15% possuem um Ipad (Apple) e 9% de outra marca. Do total de usuários, 95% acessam a internet, sendo 51,5% através da rede wi-fi e 48,5% pela alta velocidade. Os aplicativos, assim como no caso dos celulares, também estão em alta, sendo usado por quase todos (91%). A diferença é que, além de notícias (83%) e utilitários (57%), aplicativos de informações financeiras aparecem no topo da preferência, com 60%.
“Realizamos essa pesquisa com intuito de conhecer cada vez mais e melhor os corretores de seguros, que são nossos grandes parceiros. Com esses resultados, vamos desenvolver em 2013 ferramentas e aplicativos nas redes e nos canais preferidos por eles, que atendam suas necessidades e facilitem o seu dia a dia” – afirma Humberto Sardenberg, superintendente de marketing da Icatu Seguros.
Um aplicativo para iPhone e Android voltado especialmente para clientes do seguros de automóveis é a novidade da Chubb Seguros neste mês. Com o aplicativo, é possível ter acesso a assistência 24 horas por dia, sete dias por semana direto do celular. “A companhia presa sempre pela comodidade dos nossos segurados. O lançamento do aplicativo traduz nossa constante preocupação com o bem-estar e tranquilidade dos nossos clientes”, explica Priscilla Magni, diretora de produtos patrimoniais da Chubb.
Por meio desse serviço, disponível em todo território nacional, o segurado pode solicitar a assistência para reboque, socorro elétrico/mecânico e fazer chamadas de emergência em todo o Brasil com apenas um clique. Outra vantagem é localizar facilmente serviços próximos como restaurantes, postos de gasolina, farmácias, pontos de táxi, hospitais, supermercados, delegacias de polícia ou polícia rodoviária, entre outros. O cliente também pode visitar a revista eletrônica Chubb Accent pelo aplicativo.
A Liberty Seguros, Seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™, realiza a campanha Gênio da Bola no Facebook, um quiz com perguntas sobre a Copa do Mundo da FIFA™. Ao visitar o aplicativo (http://apps.facebook.com/geniodabolaliberty), o internauta é convidado a responder cinco questões e desafiar outro jogador. Conforme responder corretamente às perguntas, acumula pontos. A competição vai até o dia 10 de dezembro e os vencedores serão divulgados dia 18 de dezembro.
O primeiro colocado ganhará 11 ingressos para a semi-final e final da Copa das Confederações com passagem, hospedagem, city tour e alimentação pagos pela Liberty. Já o segundo será premiado com 20 ingressos para jogos aleatórios, o terceiro 15 ingressos e do quinto ao vigésimo colocados ganharão cinco ingressos.
A Copa das Confederações 2013 será realizada no Brasil entre 15 e 30 de junho, com jogos em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. As seleções que irão participar do campeonato são: Brasil (país sede da Copa do Mundo), Espanha (atual campeã mundial), Japão, México, Uruguai, Taiti, Itália e a seleção que será campeã da Copa das Nações Africanas, ainda não definido.
A Porto Seguro registrou lucro líquido, sem considerar a combinação dos negócios com o Itaú, de R$ 158 milhões no terceiro trimestre de 2012, queda de 1% em relação ao mesmo periodo do ano anterior. No acumulado dos nove meses do ano, o ganho avançou 8%, para R$ 448 milhões, segundo dados divulgados hoje no final do dia. O grupo atingiu 12 milhões de itens segurados e o ROAE foi de 14,9%.
De acordo com a mensagem da admnistração transmitida no release de divulgação, no 3° trimestre do ano o grupo enfrentou um cenário competitivo mais racional no segmento de automóvel, proporcionando melhores condições de precificação, o que contribuiu para a recomposição das margens. As receitas totais evoluiram 11%, em grande parte impulsionada pelo crescimento dos produtos auto (+14%). O grupo destacou a marca Azul que apresentou aumento de prêmios de 43%.
Em saúde, o grupo alcancou crescimento de 11%, impulsionado pelos reajustes de preços. No segmento odontólogico os prêmios aumentaram 45% devido ao crescimento de itens segurados. O total de vidas seguradas (saúde + odontológico) alcançou a 545 mil vidas. O índice combinado atingiu 98,2%, reflexo principalmente de uma menor sinistralidade e da melhoria de eficiência operacional (no trimestre o indíce de despesa administrative reduziu 0,3 p.p. e 0,8 p.p. no ano.
A frequência de roubo e furto de automóveis apresentou queda, interrompendo uma tendência de alta no ano. De acordo com os dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de SP, o número de carros roubados na cidade de São Paulo decresceu 5% (3T12 vs. 3T11).
As receitas de outros negócios não seguros evoluíram 43% no trimestre e 40% no acumulado do ano, principalmente intensificados pelo crescimento das operações de crédito (cartão e financiamento). O retorno sobre capital nestes negócios atingiu 20,6% no acumulado do ano (+1 p.p. vs 9M11).
A estratégia de investimentos produziu um resultado financeiro de R$ 225 milhões (170% do CDI), com rentabilidade nominal muito próxima a do ano anterior (3,25% no 3T12 x 3,32% no 3T11), mesmo com o CDI 38% mais baixo. Tanto as alocações estruturais quanto a gestão ativa (vs cenário econômico) produziram resultados superiores neste trimestre.
“Continuamos a investir na expansão da empresa. Inauguramos 3 centros automotivos (CAPS), 3 centros de atendimento de sinistros (CARS), e mais 2 sucursais, reforçando nossa estrutura comercial. Prosseguiremos com nossa estratégia de crescimento com rentabilidade, privilegiando a expansão geográfica e buscando alavancar a nossa marca nos diversos segmentos e canais onde atuamos”, informou.
A AIG, que recebeu US$ 182,5 bilhões a título de socorro financeiro dos contribuintes americanos no auge da crise financeira, quatro anos atrás, vem se empenhando em saldar sua dívida com o governo, a fim de recuperar a sua credibilidade. O grupo volta ao mercado brasileiro, depois de o Itaú Unibanco ter colocado um fim na parceria que a seguradora americana tinha com o Unibanco, no auge da crise, seguindo uma carreira solo, com a mesma marca, mesmo apetite ao risco e mesmo estilo inovador de ser.
Release
A American International Group, Inc. (NYSE: AIG) anunciou hoje que a AIG é mais uma vez a marca de mercado de seu negócio global de property casualty na maioria dos locais, e que o segmento de vida e aposentadoria da companhia é agora AIG Vida e Aposentadoria.
Como parte da mudança, a AIG também introduziu uma nova promessa: Prontos para o amanhã.
“A AIG como uma marca global de seguros está de volta”, disse o Presidente e CEO da AIG Robert H. Benmosche. “O relançamento do nome AIG sinaliza uma importante conquista para a nossa empresa. ‘Prontos para o amanhã’ ressalta a tremenda tenacidade e ambição da AIG – para resolver problemas, inovar para o benefício de nossos clientes, e para atuar como uma poderosa equipe global. Estes são os atributos que permitiram à AIG conseguir com que todos o Estados Unidos investissem em nossa empresa, além de um retorno positivo de mais de US$ 15 bilhões”
“Agora vamos olhar para o amanhã, e estamos entusiasmados com o potencial que vemos lá. Estamos empolgados para começar a trabalhar vendo, construindo e garantindo um futuro melhor – para nossos clientes, para nós mesmos, e para as comunidades ao redor do mundo. Eu acredito que o espírito de criatividade e adaptabilidade da AIG trará oportunidades e portas abertas que redefinirão o que é possível, ajudando nossos clientes a prosperar e fazer o máximo todos os dias.”
A partir de hoje, a franquia mundial AIG de property casualty começará a usar o nome da AIG, e implantará o novo logotipo da empresa e a promessa de marca em marketing e publicidade, como apropriado. Na região da América Latina, o nome vai voltar para a AIG com base nas diretrizes regulatórias de cada país.
“É um ótimo momento para o rebranding no Brasil, temos grandes oportunidades de mercado para crescer com inovação, tanto para indivíduos quanto para empresas. Temos todos os tipos de produtos, energia, linhas financeiras, aviação e garantia, incluindo produtos para ameaças cibernéticas e os riscos ambientais. No Brasil, nós forneceremos soluções de seguros para a população ativa, tais como seguros de automóveis, vida, acidentes e viagens. Nós estamos ‘Prontos para o amanhã’, diz Jaime Calvo, Presidente da AIG Brasil*”.
A ajuda total autorizada pelo governo dos Estados Unidos de US$ 182 bilhões foram totalmente reembolsadas, e a Receita Federal e o Departamento de Tesouro dos Estados Unidos até à data receberam um retorno positivo combinado de cerca de 15,9 bilhões dólares em seus investimentos na empresa.
A corretora PrevQuali Administradora de Benefícios (www.prevquali.com.br) firmou convênio com a União, por intermédio do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, via Secretaria de Gestão Pública, o qual permite a consignação em folha de pagamento dos Servidores Públicos do Poder Executivo em todo o País que aderirem aos Planos de Saúde e Odontológicos disponibilizados pela PrevQuali.
Segundo dados do Ministério do Planejamento, o Poder Executivo tem uma média salarial de R$ 5.906 e cerca de 1,2 milhão de Servidores, que passam a ser beneficiados com mais essa grande conquista da PrevQuali Administradora. Para atender a este público, a Empresa desenvolveu um portal exclusivo, que vai facilitar ainda mais a prestação dos serviços. No site www.SAUDESERVIDOR.com.br, o Servidor Público poderá fazer a adesão ao Plano escolhido totalmente online, fazer simulações de planos, além de diversos outros serviços.
QUEM É. O Grupo Prevquali iniciou suas atividades há menos de dois anos e já possui uma carteira de mais de 120 mil beneficiários nas empresas que o compõem: PrevQuali Administradora de Benefícios, PrevQuali Consultoria em Benefícios e Abnara Corretora de Seguros.
Segundo o diretor do Grupo, Farias de Sousa, a PrevQuali tem feito investimentos contínuos em tecnologia e capital humano com o objetivo de oferecer produtos e serviços desenvolvidos estrategicamente para atender a característica de cada cliente.
A CicloFaixa de Lazer São Paulo – que conta com o apoio do Grupo Bradesco Seguros – ganhou, neste domingo, 11 de novembro, nova extensão de 19,2 km interligando Avenida Paulista à Ciclofaixa das zonas Oeste/Sul (a mais antiga em operação), chegando à região do Parque do Ibirapuera. Com essa nova conexão, a cidade passa a contar com 108,5 km de ciclofaixas. O projeto é coordenado pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMT) e da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
Com a incorporação do novo trecho, São Paulo passa a contar com 108,5 km de ciclofaixas (ida e volta) que reúnem em média 110 mil pessoas a cada domingo ou feriado nacional. O Grupo Bradesco Seguros apoia o projeto desde a sua inauguração, em 2009. A CicloFaixa de Lazer São Paulo integra movimento “Conviva”, uma iniciativa do Grupo Segurador, que visa promover a convivência harmoniosa entre motoristas, ciclistas e pedestres. É uma maneira de pensar e agir com cidadania.
Para marcar a abertura do novo trecho, o Grupo Bradesco Seguros disponibilizou tendas do SOS Bike – oferecendo pequenos reparos nas bicicletas, como troca de corrente, acerto na altura do banco e calibragem de pneu –, além do serviço de empréstimo de bicicletas.
Os 108,5 km de ciclofaixas de lazer estão distribuídos da seguinte forma:
Zona Oeste – são 45 km de ciclofaixas de lazer ligando os parques das Bicicletas, do Ibirapuera, do Povo, Villa-Lobos, Avenida Chedid Jafet, Rua Funchal, Avenida Eng. Luís Carlos Berrini e Avenida Jornalista Roberto Marinho (até o futuro Parque Clube do Chuvisco).
Zona Norte – a Ciclofaixa de Lazer da ZN possui 8,5 km de extensão. O maior trecho, com 8 km de extensão (4 km por sentido), liga a Praça Heróis da FEB até a estação Parada Inglesa do Metrô. No feriado de 12/10, entrou em operação o prolongamento interligando a ciclofaixa à Ciclovia Braz Leme. O percurso é feito pela Av. Santos Dumont e possui 500 metros de extensão nos dois sentidos.
Zona Leste – a Ciclofaixa de Lazer da Zona Leste, inaugurada em 25 de março deste ano, funciona com 14 km de extensão (7 km em cada sentido). Ela foi implantada ao longo da Avenida Gov. Carvalho Pinto onde está situado o Parque Linear Engenheiro Werner Zuluaf-Tiquatira, passando também pelas avenidas Dom Hélder Câmara e Calim Eid.
Paulista-Centro – O circuito Paulista – Centro – Ibirapuera totaliza 41 km de extensão. Na Paulista, a ciclofaixa é operada em toda a avenida, em ambos os sentidos, ligando a Rua da Consolação à Praça Osvaldo Cruz. Esse trecho é interligado ao Centro da cidade através do eixo Vergueiro-Liberdade. Ao chegar à região central, o percurso passa por pontos turísticos históricos, como o Teatro Municipal, o Viaduto do Chá, o Mosteiro São Bento, as praças Dom José Gaspar, Franklin Roosevelt e da Luz, conectando-se ao Elevado Costa e Silva. Com nova extensão inaugurada neste domingo, a Av. Paulista interliga-se com a região do Ibirapuera pelo eixo Vergueiro-Domingos de Morais-Jabaquara-Indianópolis.
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