CEOs estão otimistas e acreditam em crescimento da receita para mercado de Seguros

RELEASE – Estudo da PwC aponta América Latina e Ásia Central como mercados potenciais, principalmente devido ao crescimento da classe média

Apesar da confiança de 15% dos CEOs que atuam no segmento de seguros, de que o mercado melhorará nos próximos 12 meses, a maioria dos líderes da indústria não acredita em mudanças no curto prazo. Grande parte dos executivos enxergam essas perspectivas como provisórias para a economia global. Na análise da PwC, divulgada no “16th Annual Global CEO Survey”, quase um quarto desses profissionais espera que a economia decline, embora a visão seja muito menos pessimista do que no ano passado, quando quase metade dos entrevistados previa piora na economia mundial.

Fatores como a recessão nos EUA e a diminuição do ritmo de crescimento da China são, agora, vistos como cenários prováveis para os próximos meses em todo o planeta. Outro ponto abordado na pesquisa foi uma possível ruptura na zona do euro, além de perspectivas limitadas sobre uma chance de crescimento na Europa Ocidental, em comparação com outras regiões. De acordo com o estudo, a confiança das seguradoras nas perspectivas de crescimento da Europa Ocidental (35% antecipam uma expansão de operações) é significativamente mais baixa do que dos bancos (55%), mas posiciona-se à frente da gestão de ativos (30%).

Com a desaceleração do crescimento econômico nos mercados maduros, muitos CEOs veem maior potencial nos países emergentes da América do Sul, Ásia, África e Oriente Médio. Essas regiões têm passado por mudanças substanciais nas relações de pobreza de suas populações, ampliando a classe média nos últimos anos, principalmente na América Latina. Por isso, países dessa região estão, atualmente, no topo da lista dos locais em que os CEOs enxergam maiores chances de crescimento. Em paralelo, a Ásia é também um forte foco de expansão dos negócios, com mais de 80% dos líderes da indústria acreditando em seu potencial, principalmente na Ásia Central. No entanto, o foco sobre o Oriente Médio (50%), e em certa medida sobre a África, caiu significativamente desde o ano passado e é muito menor nos serviços financeiros globais.

Alerta

O estudo alerta, ainda, para os riscos que os modelos de negócios de seguros existentes correm. De acordo com a “16th Annual Global CEO Survey”, enquanto muitos CEOs de seguros acreditam que os desafios imediatos são as baixas taxas de juros, a desaceleração da demanda em mercados maduros e a consequente pressão sobre os valores das ações, esquecem que as trajetórias de crescimento diferenciadas em vários países do mundo, a demanda por produtos mais transparentes e acessíveis, a revolução tecnológica no segmento de análise de risco são ameaças ao modelo de negócios utilizado em grande parte do mundo.

Para contornar todos esses riscos, especialistas da PwC alertam que o foco das seguradoras deverá estar na adaptação às necessidades dos clientes e na capacidade de inovação e reinvenção dos produtos. Além disso, é importante saber aproveitar as oportunidades emergentes, mas sem elevar os preços para não correr o risco de ter cotação fora do mercado, o que geraria uma grande ameaça por parte de novos concorrentes mais agressivos. “As seguradoras que se adiantarem a essa tendência vão se concentrar profundamente no cliente e terão capacidade superior de inovação e reinvenção. Eles serão capazes de antecipar a mudança e identificar como isso afeta a eles, bem como serem ágeis o suficiente para aproveitar as oportunidades emergentes. “, afirma Carlos Matta, sócio da PwC.

Empregos e a busca por talentos

Outro ponto abordado na pesquisa é a necessidade de investimento em qualificação profissional. CEOs de seguros veem a lacuna de talentos como a maior ameaça para as suas perspectivas de crescimento, embora surpreendentemente menos de 30% desses executivos acreditem que preencher esse vácuo profissional seja uma prioridade.

De acordo com o estudo, a concorrência em relação à remuneração profissional ainda é forte, com cerca de 3/4 dos líderes da indústria acreditando que é necessário investir em salário e benefícios para reter os melhores talentos. No entanto, sustentar este investimento em remuneração será difícil, afirmam os CEOs, pois as exigências fiscais e os aumentos das cargas tributárias em muitos mercados preocupam quase 60% dos entrevistados. Dessa forma, o desafio para as seguradoras é criar uma estrutura de compensação coerente, que possa atrair e reter talentos, além de considerar os riscos e manter recursos suficientes para atender as expectativas dos investidores.

Reconstruir a confiança pública

De acordo com a “16th Annual Global CEO Survey”, 55% dos CEOs de Seguros estão preocupados com a falta de confiança na indústria. Mais de 60% dos entrevistados buscam alternativas para fortalecer a cultura e o comportamento ético do mercado, como definição de regras de comportamentos profissional, práticas de contratação, desenho organizacional, programas de desenvolvimento, gestão de desempenho e recompensas.

Metodologia da Pesquisa:

Para a pesquisa “16th Annual Global CEO Survey”,, 1.330 entrevistas foram realizadas em 68 países durante o último trimestre de 2012. Por região, 449 entrevistas foram realizadas na Ásia-Pacífico, 312 na Europa Ocidental, 227 na América do Norte, 165 na América Latina, 95 na Europa Central e Oriental, 50 na África e 32 no Oriente Médio. 92 CEOs de seguros de 39 países foram consultados.

O relatório de estudo completo com gráficos de apoio pode ser baixado em www.pwc.com/ceosurvey.

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Mongeral Aegon debate inovação em evento em SP

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A Mongeral Aegon promoveu, entre os dias 8 e 9 de abril, o II Encontro Clube dos Parceiros, em São Paulo. Com tema central “Visões de Inovação”, os dois dias de seminário reuniram grandes especialistas no assunto.

O evento reuniu cerca de 100 convidados, entre lideranças e parceiros da empresa com o objetivo de fomentar soluções inovadoras para o mercado de seguros de pessoas. “Todos nós temos que pensar de maneira inovadora. A Mongeral Aegon sempre buscou a inovação e considera este tema o oxigênio da companhia”, destacou o presidente Helder Molina (foto).

O indiano Sudhanshu Palsule, reconhecido por sua especialidade como facilitador e coaching abriu o ciclo de palestras. O consultor falou sobre o sucesso das empresas e a sua relação com o setor em que atuam.

Entre alguns pontos, Palsule ressaltou a importância da percepção do consumidor em relação ao produto, e como as empresas precisam “sair da caixa” no momento da oferta do seu serviço. Nesta linha, o indiano apresentou cases de empresas como Nokia, Apple, Starbucks e Nespresso, grandes companhias que permanecem em constante inovação.

Com vasta bagagem para falar de tendências, comportamento e inovação, Luli Radfahrer, consultor em inovação digital destacou o poder das redes sociais e o potencial de armazenamento de dados que elas têm, durante a segunda palestra do dia. De acordo com Radfahrer, as ferramentas digitais estão disponíveis para que as empresas possam se comunicar com o público, basta saber como levar a mensagem correta aos usuários.

No segundo dia de seminário, Walter Longo, presidente da New Energy, falou aos presentes sobre gestão e o impacto da inovação na vida das pessoas e empresas. Ele destacou a resistência em relação às mudanças, principalmente a entrada no mundo digital.

De acordo com Longo, “empresas precisam se adaptar ao novo consumidor”. Ainda segundo ele, para as empresas ganharem papel de destaque no mercado, inovar é algo primordial.

Encerrando o ciclo de palestras, Beatriz Russo, gerente de Inovação da Mongeral Aegon, discorreu sobre o processo de inovação, apresentando como transformar ideias em ações. Para Beatriz, uma empresa que pretende manter-se em crescimento precisa renovar constantemente seus serviços, além vincular seu modelo de negócios com a constante corrida da inovação.

Ao final do evento, uma mesa redonda fechou a agenda de debates do II Encontro Clube dos Parceiros. Participaram Euclides Quaresma, presidente da Unicred; Marcos Aurélio Almada, presidente do Bancoob; Luiz Ricardo Marcondes Martins, presidente da OABPrev-SP; e Carlos Henrique Flory, presidente da SP-Prevcom.

Novidades da Bradesco e Allianz

A próxima semana já começa com boas notícias em seguros. Bradesco Seguros e Allianz anunciarão novidades na segunda-feira, dia 15. Enquanto a primeira estimula a compra de seguro conscientizando a sociedade dos riscos e que para cada um deles há uma apólice de seguro, a seguradora alemã lança um programa para aprimorar o relacionamento com o corretor. Inclusive, aproveitará o evento para lançar um programa de responsabilidade social em que corretores poderão contribuir com a Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz (ABA), que atende cerca de 500 crianças e adolescentes em situação social desfavorável da Comunidade de Santa Rita, zona Leste de São Paulo.

Segundo nota na Folha de São Paulo desta quinta-feira, a Bradesco Seguros estreia na segunda-feira uma grande campanha. Para vender a necessidade de contratar seguros de diversas modalidades, o Grupo Bradesco Seguros usará referências ao filme “Missão Impossível”, informa a Folha. O foco são os benefícios que os produtos oferecem, com o acompanhamento de especialistas, afirma Marco Antonio Rossi, presidente do Grupo Bradesco Seguros.“Queremos mostrar os seguros de forma mais simples e acessível”, afirma Rossi. Serão dois comerciais diferentes produzidos pela agência AlmapBBDO e veiculados em várias mídias. O primeiro mencionará diversos tipos de seguros e o segundo será dedicado à área de saúde, uma das que mais crescem na companhia.

Já a Allianz convocou os jornalistas por meio de um comunicado. Ramon Gomez, diretor executivo comercial da Allianz Seguros, apresentará durante um café da manhã no dia 15 de abril, às 9h, detalhará o funcionamento e os três pilares do programa para corretores: benefícios, eventos e comissões. Ao longo de 2012, houve uma revisão da companhia na forma de se relacionar com seu principal canal de vendas e, portanto, em 2013 a seguradora resolveu reunir todas as ações desenvolvidas no ano passado sob um único guarda-chuva e também implementar outras novidades.

E na semana seguinte, de 22 a 28 de abril, temos o fim do período de reserva das ações da BB Seguridade, num IPO que deverá mudar a configuração do mercado de seguros. A BB Seguros promete sua estreia na BM&F para o dia 25.

Maurício Lopes e Marco Antunes são os novos VPs da SulAmérica

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A Sul América S.A (BM&FBovespa: SULA11) anuncia hoje a promoção dos executivos Maurício Lopes e Marco Antunes para cargos de vice-presidência na companhia.

Maurício Lopes substitui Gabriel Portella, atual presidente da seguradora, na vice-presidência da área de Saúde e Odontologia. Maurício Lopes ingressou na companhia há dois anos na função de diretor técnico e de produtos. À frente da diretoria, redesenhou os modelos de precificação, lançou novos portfólios de produtos e intensificou os programas de gestão médica e de sinistros, que contribuíram para o seu desempenho à frente da área, que hoje representa 70% dos resultados da seguradora.

Economista pela Universidade de Brasília e pela University of Greenwich (Inglaterra), Maurício tem MBA em Gestão Atuarial pela Universidade de São Paulo (USP) e mestrado em Economia e Ciências Atuariais pela Universidade de São Paulo e pela City University (Inglaterra). O executivo possui experiência de mais de dez anos no segmento de saúde suplementar, atuando no setor público e em empresas privadas.

A SulAmérica informa ainda a criação da vice-presidência de Operações, que inclui Call Center e Tecnologia e que será liderada por Marco Antunes, até então diretor de Operações e Relações Institucionais da área de Saúde. Formado em Química Industrial e pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Antunes faz parte do time de executivos da SulAmérica desde 2000, desenvolveu e implantou forte processo de automação com visão na alta performance de análise de risco.

Com 20 anos de experiência no segmento, já atuou em diversas seguradoras, além de ser representante da SulAmérica na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), na Fenasaúde e na Câmara de Saúde Suplementar. Também é membro do Comitê Técnico do Instituto de Estudo de Saúde Suplementar (IESS).

A nova estrutura da seguradora visa dar mais velocidade ao ritmo de inovação além de buscar sinergia de processos com gestão de qualidade no call center e forte investimento em tecnologia.

“É uma mudança estrutural importante para o futuro da companhia”, afirma o presidente Gabriel Portella. “Tenho convicção de que a experiência e o empenho já demonstrados pelo Maurício Lopes e Marco Antunes em suas posições anteriores muito contribuirão para nosso time de liderança.”

Pesquisa com clientes indica Porto Seguro e Allianz como melhores seguradoras

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Com o intuito de auxiliar os consumidores a identificar as seguradoras mais prestativas do mercado nacional e, assim, possibilitar o crescimento da frota automotiva segurada no País, a EscolherSeguro realizou pesquisa inédita com 5.200 clientes das cinco regiões brasileira para avaliar o serviço das empresas em que possuem apólices para seus veículos. Elaborado de forma contínua desde o segundo semestre de 2011 até o fim do ano passado, o mapeamento da corretora de seguros on-line coletou a opinião dos segurados em uma escala de um a dez para itens como atendimento, assistência 24 horas e trâmites de sinistro.

No acumulado de todas as avaliações, a Porto Seguro obteve a melhor média com a nota de 7,88. Em seguida aparecem a Allianz (7,84), Itaú (7,50), Marítima (7,49) e HDI (7,33). De acordo com Marco Kemp, sócio diretor da EscolherSeguro, o resultado das cinco primeiras do ranking pode ser considerado praticamente um empate técnico. “Apesar de a primeira colocada investir a um longo tempo na qualidade dos seus serviços e ter uma excelente reputação no mercado, o estudo mostra claramente que a concorrência está trabalhando bastante para alcançar o mesmo nível de satisfação junto aos seus clientes, principalmente a alemã Allianz, que conquistou a vice-liderança de todos os quesitos coletados”, explica.

O atual nível competitivo do mercado nacional de seguros pode ser retratado mais fielmente com a avaliação dos clientes que precisaram recorrer ao pedido de sinistro. A visão desse atendimento é bastante importante, dado que se trata do momento em que o segurado realmente precisará do suporte da seguradora. Nesse quesito, o ‘top five’ foi composto pelas seguradoras Marítima (7,86), Allianz (7,85), Porto Seguro (7,49), Banco Itaú (7,46) e HDI (7,45). Para o diretor da EscolherSeguro, a avaliação das duas primeiras em relação às demais pode ser explicada pelas suas metodologias de trabalho. “Enquanto a Marítima tem como seu grande diferencial o fato de oferecer a aprovação do sinistro parcial em 72 horas, nos casos de batidas que não geram perda total, a companhia alemã Allianz se destaca pelo fato de ter procedimentos ágeis em praticamente todos os seus departamentos. Sem dúvida, esses fatores acabam auxiliando para que os clientes tenham um nível de satisfação maior“, complementa.

Outro item importante coletado no mapeamento foi o trabalho executado pelas seguradoras em assistência 24 horas. Desta vez, a Porto Seguro obteve a melhor nota média com 8,19 – única a atingir a casa dos oitos pontos. De acordo com Kemp, o resultado pode ser explicado pelo fato da empresa ter montado sua estrutura de assistência 24 horas com a presença de guinchos próprios. “A adoção dessa política trouxe a construção de uma imagem positiva junto aos consumidores, além de ser uma bela estratégia de marketing para atrair novos clientes”, complementa. A lista das cinco melhores no quesito é completada pela Allianz (7,73), Banco do Brasil (7,68), Mitsui (7,67) e Banco Itaú (7,51).

Por último, a pesquisa mostra a opinião dos participantes relativa à prestação de serviço das empresas em todos os seus canais de atendimento, englobando o contato telefônico e também a vistoria do veículo nos postos físicos. Nesse item, a Porto Seguro mais uma vez liderou o ranking com nota média de 7,98. Na sequência aparecem a Allianz (7,94), Banco Itaú (7,52), Liberty (7,38) e HDI (7,35). Para o executivo, as avaliações mostram que a ampliação das redes de comunicação físicas e on-line é um fator que aumenta a percepção dos clientes sobre a eficiência do trabalho das seguradoras. “Nos últimos anos, todas essas companhias investiram maciçamente para melhorar a experiência dos consumidores nas duas plataformas”, complementa.

A primeira pesquisa de avaliação dos consumidores foi aplicada pela EscolherSeguro de forma contínua durante mais de 18 meses. Os entrevistados responderam apenas questões referentes à seguradora com a qual possuem contrato. Ao obter as experiências dos segurados por meio do mapeamento, a empresa consegue oferecer um conceituado guia de informações para os consumidores, levando em consideração o melhor custo benefício. “Fornecemos as avaliações dos principais serviços apresentados pelas seguradoras para as pessoas que fazem cotações conosco. O objetivo desse processo é fazer com que os consumidores não observem apenas o preço mais baixo do mercado, mas também a garantia de tranquilidade e segurança quando precisarem acionar a seguradora”, explica Marco Kemp.

Ainda segundo o executivo, a aplicação do estudo será realizada anualmente com o intuito de acompanhar a evolução do mercado. “Com isso, esperamos auxiliar no aumento do atual índice de 30% da frota segurada no Brasil”, finaliza.

Brasilcap distribui R$ 24,6 milhões em março

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A Brasilcap, líder nacional no mercado de capitalização, distribuiu R$ 24,6 milhões para 1.058 títulos em todo país só no mês de março. Comparado a março de 2012, o crescimento foi de 18%. O último mês reservou outro fato marcante para o setor: a companhia distribuiu o maior prêmio já pago na história da capitalização: R$ 10 milhões a um morador de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. No acumulado do primeiro trimestre do ano, foram R$ 35 milhões em prêmios para 3.232 sortudos, uma alta de 15% em comparação ao primeiro trimestre do ano passado.

Prêmio de Capitalização da Icatu Seguros paga mais de R$ 600 mil a um sorteado

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O ano de 2013 começou com pé direito para o comerciante cearense Francisco Filho. Ele foi sorteado com o prêmio de R$ 648 mil do título de capitalização da Icatu Seguros, comercializado pelo Banco do Nordeste. Casado, com um filho, Francisco tinha o produto há quatro anos. Além desse, ele possui mais nove títulos.

“Acho o produto muito bom. Fiquei sem acreditar quando soube da notícia e muito feliz. Com o dinheiro recebido, pretendo investir na minha empresa e comprar mais um título de capitalização” – afirma o ganhador.

Somente em 2012, a Icatu Seguros distribuiu o montante de R$ 52 milhões em sorteios de capitalização. Esse ano a parceria entre a Icatu Seguros e o Banco do Nordeste completou 14 anos.

Começa hoje a reserva de ações da BB Seguridade, que estará listada na bolsa dia 25

Andre Rocha, blogueiro do Valor Econômico, escreve sobre o IPO da BB Seguridade, cuja reserva de ações começa hoje. Segundo ele, “usando o mote do comercial do Banco do Brasil, o “bom pra todos”, o IPO de BB Seguridade pode ser bom para o BB e seus acionistas, o governo federal e os minoritários.” Pelas calculus de múltiplos e análise de Rocha, a nova empresa continua sendo uma estatal e existe uma corrente que defende que vivemos um momento de “bull market in politics”, quando existe maior intervenção governamental e, por isso, as ações da bolsa, especialmente as públicas, tendem a negociar com múltiplos mais modestos.

Também o Valor entrevistou Gilberto Braga, professor de finanças do Ibmec-RJ, para quem as ações da BB Seguridade são uma alternativa de investimento promissora. “Mesmo que fique no teto da faixa estimada, o papel não sairá caro. E o potencial de crescimento do negócio é enorme”, afirma.

Além do potencial da empresa, tem o potencial do mercado, afirma o professor. A compra de seguros, diz Braga, deve “explodir” nos próximos anos, com ascensão das classes C e D. Além disso, boa parte dos potenciais consumidores já são clientes do banco. “A BB Seguridade pode captar clientes sem muito esforço, o que a coloca à frente da concorrência”, diz Braga. “Mas o investidor não pode ter pressa. Não é para investir dinheiro que pode ser necessário em uma emergência”, informa a reportagem do Valor.

A BB Seguridade venderá até 675 milhões de ações, podendo captar o máximo de R$ 12,15 bilhões. A reserva para pessoas vinculadas – ligadas aos bancos coordenadores ou ao emissor – termina no dia 12. A voltada para os demais investidores tem fim no dia 22. As apresentações para possíveis investidores serão realizadas até o dia 23, data do encerramento do procedimento do bookbuilding, com a fixação do preço por ação.

TaClaro e Mongeral fecham parceria para Doenças Graves

A TaClaro.com fechou uma parceria com a Mongeral Aegon para disponibilizar os planos de Seguro para Doenças Graves e Previdência. “Com isso, a empresa amplia o número de opções de serviços, que já somam mais de 20 e segue fechando parcerias com empresas reconhecidamente de confiança e qualidade”, comenta Vincent Daranyi, um dos sócios da corretora online.

No seguro Doenças Graves, o segurado terá uma indenização no caso de diagnóstico de
uma das doenças cobertas pelo plano. Para homens, a proteção cobre câncer masculino, acidente vascular cerebral agudo, infarto agudo do miocárdio e cirurgia de revascularização do miocárdio (BYPASS). Para mulheres, os cânceres de mama, cérvix uterino, trompas de falópio, vagina, vulva, ovário e colo de útero. A carência é de 60 dias. O tempo de vigência do plano é de cinco anos, com renovação automática, e podem contratar pessoas de até 65 anos. A vigência termina quando o segurado completar 70 anos de idade.

Já no plano de previdência, o usuário pode optar entre dois modelos: o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) que é ideal para quem declara Imposto de Renda pelo modelo completo, tem imposto a pagar e contribui para a previdência social ou pelo Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) que é voltado para quem declara o IR pelo modelo simplificado, para quando as contribuições para a previdência excedem o limite de dedução de 12% da renda bruta e para quem quer deixar herança.

Segundo nota da TaClaro, ambos os planos não passam por tributação durante o período de acumulação e na TaClaro.com não tem taxa de carregamento de entrada ou nas movimentações entre fundos de um mesmo plano e portabilidades entre planos da Mongeral Aegon. Se o segurado declarar o IR pelo formulário completo, poderá utilizar as contribuições no plano PGBL para abater até 12% da sua renda bruta anual, já na próxima declaração. Se a declaração for via formulário simples, o plano VGBL será tributado apenas sobre os rendimentos, em caso de resgate ou recebimento de benefício.

AIG oferece apólices para antes, durante e depois da construção de estádios

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Este e os próximos anos prometem ser agitados para o Esporte no Brasil. Já em junho teremos a Copa das Confederações da FIFA, competição com oito seleções do mundo, entre elas os campeões continentais, o campeão da última copa do mundo e mais o país-sede, neste caso o Brasil. Com tantos eventos do gênero ocorrendo no País, o que acabam sendo notícia constante são os Estádios que receberão os jogos: como está a construção, a capacidade que o local terá e até mesmo o tipo de grama que será utilizada. Mas, o que quase não se fala – para não dizer nunca – é sobre os seguros para estes locais.

Essas arenas receberão milhares de pessoas, mas mesmo antes de sua construção, quando o projeto ainda estava no papel o seguro já existia. É justamente por isso que a AIG, líder mundial em seguros gerais, patrimoniais e de responsabilidade civil, com presença em mais de 90 países, oferece coberturas que garantem segurança antes, durante e depois da construção dos estádios.

De acordo com Carla Acras, Gerente de Seguro Garantia da AIG Brasil, algumas vezes o seguro começa ainda quando a construtora está no processo de licitação. “O contratante recorre à AIG para ser mais uma forma de assegurar que a obra será entregue na data combinada. A AIG faz a análise da construtora e da expertise da companhia para realizar aquela obra, e também a acompanha, intervindo em questões que possam afetar o projeto como os sobrepreços não previstos, as dificuldades com contratados, entre outros”.

Já durante a obra, uma cobertura que pode ser feita é a de Riscos de Engenharia, que assegura ao cliente que qualquer dano material durante a construção da obra será coberto, inclusive, danos causados por alagamentos e até por tumultos. “Outra cobertura que a AIG oferece é da perda de lucros esperados, caso o faturamento final seja afetado por causa de um sinistro durante a obra”, afirma Frank Moraes – Gerente de Property da AIG Brasil.

Se durante um acidente algum terceiro for atingido, seja ele um torcedor ou um funcionário da obra ou do estádio, a cobertura indicada passa a ser a Responsabilidade Civil. “Este seguro pode ser usado durante e após a finalização da obra, pois cobre desde o acidente com um pedreiro durante a construção, até possíveis vítimas na queda de uma arquibancada durante a realização de um jogo”, diz Márcio Guerrero – Gerente de Responsabilidade Civil da AIG Brasil.

Após a entrega dos estádios, a próxima cobertura a ser oferecida ao mercado é a Property. Essa cobertura é dividida em dois modelos: nomeada e operacional. A cobertura nomeada é a apólice em que o segurador e o corretor nomeiam as coberturas que desejam. As mais comuns são para incêndios, vendavais e tumultos. Já Property Operacional cobre praticamente todos os eventos e danos causados à propriedade e é o tipo de apólice mais procurada atualmente. “Ambas são contratadas pela administradora do estádio, seja um Clube ou um Órgão público”, esclarece Moraes.

Além de seguros para Estádios, a AIG oferece coberturas para complexos de infraestrutura, como aeroportos, metrôs e hotéis, que permitirão a locomoção e acomodação dos torcedores e moradores das cidades que receberão os eventos esportivos. Para estes locais, a companhia também oferece apólices para antes, durante e depois das obras.