AIG oferece apólices para antes, durante e depois da construção de estádios

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Este e os próximos anos prometem ser agitados para o Esporte no Brasil. Já em junho teremos a Copa das Confederações da FIFA, competição com oito seleções do mundo, entre elas os campeões continentais, o campeão da última copa do mundo e mais o país-sede, neste caso o Brasil. Com tantos eventos do gênero ocorrendo no País, o que acabam sendo notícia constante são os Estádios que receberão os jogos: como está a construção, a capacidade que o local terá e até mesmo o tipo de grama que será utilizada. Mas, o que quase não se fala – para não dizer nunca – é sobre os seguros para estes locais.

Essas arenas receberão milhares de pessoas, mas mesmo antes de sua construção, quando o projeto ainda estava no papel o seguro já existia. É justamente por isso que a AIG, líder mundial em seguros gerais, patrimoniais e de responsabilidade civil, com presença em mais de 90 países, oferece coberturas que garantem segurança antes, durante e depois da construção dos estádios.

De acordo com Carla Acras, Gerente de Seguro Garantia da AIG Brasil, algumas vezes o seguro começa ainda quando a construtora está no processo de licitação. “O contratante recorre à AIG para ser mais uma forma de assegurar que a obra será entregue na data combinada. A AIG faz a análise da construtora e da expertise da companhia para realizar aquela obra, e também a acompanha, intervindo em questões que possam afetar o projeto como os sobrepreços não previstos, as dificuldades com contratados, entre outros”.

Já durante a obra, uma cobertura que pode ser feita é a de Riscos de Engenharia, que assegura ao cliente que qualquer dano material durante a construção da obra será coberto, inclusive, danos causados por alagamentos e até por tumultos. “Outra cobertura que a AIG oferece é da perda de lucros esperados, caso o faturamento final seja afetado por causa de um sinistro durante a obra”, afirma Frank Moraes – Gerente de Property da AIG Brasil.

Se durante um acidente algum terceiro for atingido, seja ele um torcedor ou um funcionário da obra ou do estádio, a cobertura indicada passa a ser a Responsabilidade Civil. “Este seguro pode ser usado durante e após a finalização da obra, pois cobre desde o acidente com um pedreiro durante a construção, até possíveis vítimas na queda de uma arquibancada durante a realização de um jogo”, diz Márcio Guerrero – Gerente de Responsabilidade Civil da AIG Brasil.

Após a entrega dos estádios, a próxima cobertura a ser oferecida ao mercado é a Property. Essa cobertura é dividida em dois modelos: nomeada e operacional. A cobertura nomeada é a apólice em que o segurador e o corretor nomeiam as coberturas que desejam. As mais comuns são para incêndios, vendavais e tumultos. Já Property Operacional cobre praticamente todos os eventos e danos causados à propriedade e é o tipo de apólice mais procurada atualmente. “Ambas são contratadas pela administradora do estádio, seja um Clube ou um Órgão público”, esclarece Moraes.

Além de seguros para Estádios, a AIG oferece coberturas para complexos de infraestrutura, como aeroportos, metrôs e hotéis, que permitirão a locomoção e acomodação dos torcedores e moradores das cidades que receberão os eventos esportivos. Para estes locais, a companhia também oferece apólices para antes, durante e depois das obras.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre seguros, previdência, educação financeira, longevidade e saúde para o blog Sonho Seguro, do qual e fundadora, e para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do SindSeg-SP, entrevistadora em eventos e podcasts, bem como palestrante sobre temas diversos que envolvem o setor de seguros. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 17 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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