ACE contrata executiva para liderar reestruturação na área de Vida

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A área de Vida da ACE Seguradora agora está sob a liderança de Carolina de Molla, que conta com 19 anos de experiência no mercado segurador. Ela assumiu o cargo de Vice-Presidente de Vida e está à frente do processo de reestruturação do departamento, que mira a aceleração do ritmo de crescimento da companhia neste segmento.

“O portfólio de Vida da companhia já se diferencia no mercado em razão do amplo leque de coberturas”, destaca Carolina. “Por este motivo, a reestruturação visa uma maior aproximação junto aos corretores de seguros, ao mesmo tempo em que investe na visibilidade dos produtos”. Ela diz que uma das principais ações nesse sentido é o fato de que ACE passou a contar com mais profissionais especializados em Vida em todas as regiões do Brasil. “Assim, nós estamos estreitando o contato com os corretores das mais diversas localidades, a fim de oferecer soluções sob medida para os mais variados tipos de demanda”.

A nova Vice-presidente de Vida da ACE é formada em Administração de Empresas pela Universidade Mackenzie e com curso de Administração de Seguros na Alemanha. Possui uma sólida carreira construída ao longo de 19 anos no mercado de seguros. Dentre suas principais experiências, destacam-se atuações por companhias como Johnson & Higgins Corretora, Icatu Hartford Seguros e SulAmerica Vida e Previdência, respondendo nesta última pelo cargo de Diretora Técnica de Vida e Previdência.

Sincor MG debate como conhecer e valorizar o segurado

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Para discutir o tema “Conhecendo e valorizando o seu segurado”, o 9o. Fórum reuniu no Grande Hotel de Araxá, nos dias 21 e 22 de março, cerca de 200 corretores e seguradores da região do Triângulo Mineiro e Passos.

O Fórum de Debates tornou-se um evento tradicional do corretor de seguros mineiro. Ele é promovido pelo Sincor-MG em parceria com as seguradoras que atuam regionalmente. Em sua 9a. edição, o evento tem por objetivo percorrer os quatro cantos de Minas Gerais para discutir as questões do dia a dia do mercado.

Para Maria Filomena Magalhães Branquinho, anfitriã e presidente do Sincor-MG, Minas apresenta importantes diferenças regionais, não só pela sua extensão territorial, mas principalmente pelas variáveis culturais e sócio-econômicas. “Por essa razão, disse, o Sincor entende ser indispensável levar os temas a todas as regiões para serem discutidos diante de suas peculiaridades.”

Joaquim Fonseca, diretor secretário da Fenacor e presidente do Sincor-GO, esteve em Araxá e destacou em seu pronunciamento que o deputado federal e presidente da Fenacor Amando Vergílio vem realizando um trabalho integrado na Câmara pela inclusão dos corretores no Simples Nacional. “Uma das ações nesse sentido, explicou Joaquim, foi a elaboração do Estudo Sócio Econômico das Corretoras de Seguros PJ. Trata-se de uma pesquisa, elaborada pelo economista Francisco Galiza, que deve ser respondida por todas as empresas corretoras do País para que tenhamos um retrato da classe. A partir daí, vamos poder mostrar em dados a grandeza da nossa atividade, e provar que o ingresso no Simples não vai causar perda de receita ao Tesouro Nacional. Por isso a importância de toda a classe responder!” (www.fenacor.com.br)

Joaquim Fonseca lembrou ainda aos corretores do 7º Fórum de Debates que a autorreguladora finalmente foi aprovada. Segundo o diretor secretário da Fenacor, a Susep não tem condições de supervisionar todo o mercado. “A autorreguladora vem para suprir essa lacuna, e a Fenacor está nesse momento se estruturando internamente para atender à nova demanda. Até o final do primeiro semestre estaremos prontos”, afirma.

Dorival Alves de Souza, vice-presidente regional da Fenacor para a região Centro-Oeste e presidente do Sincor-DF, lembrou que em 2005 fez parte da comissão de estudo e elaboração do estatuto da autorreguladora ao lado de Filomena Magalhães Branquinho. “Tenho muito orgulho de ter trabalhado ao lado de Filomena, e de ver hoje esse projeto tão importante para o corretor de seguros tornar-se realidade.”

Dorival enalteceu ainda o esforço que vem sendo feito para aprovar a inclusão do corretor no Simples Nacional, lembrando que o Governo Federal vetou por 3 vezes os projetos aprovados pelo Congresso nesse sentido. “O Sincor-DF, por estar no centro da esfera política do País, vem dando todo o apoio necessário à Fenacor. Hoje, 80 parlamentares já compõem a base da Frente Brasil com Seguros. Esperamos convencê-los de que a figura do agente, inserida no Projeto de Lei 3555/2004, que altera toda a legislação de seguros no pais, inclusive intermediação, é uma figura extremamente nociva ao mercado, principalmente ao consumidor.”

Ângelo Vargas, vice-presidente do Sindseg MG/GO/MT/DF, anunciou que estava ocorrendo a eleição no Sindicato das Seguradoras naquela momento, por isso Augusto Frederico Costa Rosa de Matos, presidente do Sindicato, não pôde comparecer. “Como tivemos chapa única para reeleição, estamos tranqüilos, só aguardando a fumaça branca…” (em alusão ao recente conclave que escolheu o Papa Francisco).

Palestras

Bruno Kelly palestrou sobre gerenciamento de riscos. Ele alertou os corretores de que é fundamental ter um diferencial competitivo para atuar, e sugeriu que cada um identificasse suas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. “A partir daí é possível estabelecer um diferencial claro para atuar”. Uma das forças, segundo Kelly, é prestar um serviço de gerenciamento de risco, ou seja: identificar o risco, avaliar/classificar, reduzir/eliminar e, por fim, transferir o risco. “Tem corretor que pula as etapas anteriores, e só transfere risco. Esse é o típico tirador de pedidos…..”

André Santos deu algumas dicas de “Como Vender Mais e Melhor”, e começou com uma pergunta/desafio: Como aumentar o faturamento da sua corretora? “Primeiro é preciso prospectar novos clientes. Depois é preciso mantê-los na corretora, renovar. De que adianta jorrar água da torneira se o ralo está aberto….. Depois, é procurar vender mais para o mesmo cliente, aumentando o mix de produtos, e por fim, estreitar a parceria com a sua seguradora.”

Maria Filomena aproveitou para desejar sucesso ao Carlos Andrade de Abreu, o Kallu, pelo desafio de comandar a mais nova delegacia do Sincor-MG que vai atender os corretores de Passos e região.

O 9o. Fórum de Debates segue para Montes Claros em 12/04 e Caxambu em 25/04. Nos dias 16 e 17/05 acontece o encerramento em Caeté, região da Grande Belo Horizonte.

Luis Maurette, CEO da Willis AL, comemora premiação da Latam Insurance Review

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O CEO América Latina do Grupo Willis, Luis Maurette, acaba de ser eleito como um dos profissionais mais influentes do setor de seguros da América Latina, segundo o relatório anual Power 50 “Latam Insurance Review”. O executivo foi escolhido pelo reconhecimento à sua atuação, relacionada ao futuro da indústria de seguros na América Latina. Maurette ingressou no Grupo Willis em 2011, vindo da Liberty e tendo passado também pela CIGNA Internacional. O profissional possui vasta experiência nos segmentos de seguros e finanças.

“A nomeação como um dos profissionais mais influentes do setor para a América Latina foi uma honra. A América Latina é parte importantíssima da estratégia de crescimento do Grupo Willis e estou satisfeito por representar a companhia desse modo. Espero que esta seja apenas uma das notícias positivas que teremos para a Willis em 2013”, afirma Luis Maurette.

Musical “O Rei Leão”, da Disney, estreia em São Paulo, com patrocínio da Bradesco Seguros

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O Circuito Cultural Bradesco Seguros patrocina o musical “O Rei Leão”, a maior bilheteria da Broadway em 2012. Com produção da Time for Fun, o espetáculo brasileiro é a primeira produção do musical autorizada pela Disney para a América Latina. A temporada, prevista inicialmente até dezembro, estreia em 28 de março, no Teatro Renault, em São Paulo.

Em 16 anos de sucesso, O Rei Leão acumula mais 70 importantes prêmios, possui 21 produções internacionais, com público superior a 68 milhões de pessoas e US$4,8 bilhões em bilheteria no mundo. Traduzido para oito idiomas (japonês, alemão, coreano, francês, holandês, mandarim, espanhol, e agora, português), o espetáculo já foi realizado em 16 países diferentes.

Para Alexandre Nogueira, Diretor do Grupo Bradesco Seguros, o espetáculo alia um enredo emocionante a uma direção musical primorosa, com soluções cenográficas diferenciadas. “É com muita satisfação que o Circuito Cultural Bradesco Seguros apresenta “O Rei Leão” ao público brasileiro. Trata-se de uma atração de altíssima qualidade, que há anos encanta plateias de todas as idades ao redor do mundo”, afirma o executivo.

O musical é dirigido por Julie Taymor e conta com a produção de Thomas Schumacher (produtor e presidente da Disney Theatrical Productions). Ambos acompanharam de perto a adaptação feita para os palcos brasileiros, bem como a escolha do elenco. O cantor e compositor Gilberto Gil assina a versão brasileira das canções de Elton John e Tim Rice. O elenco traz ao palco 53 artistas, entre cantores, atores e bailarinos.

No Brasil

Para a estreia no Brasil, mais de 35 toneladas de cenários e figurinos chegaram ao país em 22 containers, vindos dos Estados Unidos, Londres e Austrália. Além disso, as esculturas animadas foram confeccionadas no Canadá, com exclusividade para o musical; e as perucas foram feitas em Londres, de acordo com o molde de cabeça de cada ator e bailarino.

O “Rei Leão” também traz ao Brasil tecnologia de automação inédita na América Latina. Todos os técnicos fizeram workshops com profissionais da Inglaterra, Estados Unidos e Alemanha, para apresentar no palco do Teatro Renault exatamente o que é visto em todas as produções internacionais do musical.

Ao todo, são mais de 200 profissionais envolvidos na pré e pós-produção do espetáculo, sendo eles técnicos, produtores, carpinteiros, camareiros, costureiras, entre outros.

Prudential inglesa é multada em US$ 45 milhões por FSA

A Prudential do Reino Unido recebeu a maior penalidade aplicada pela Autoridade de Serviços Financeiros (FSA, na sigla em inglês) do Reino Unido, informa a agência de notícias internacional Dow Jones. A Prudential americana é outra empresa e não tem ligações com a britânica.

Segundo a Dow Jones, a multa de deu em razõo do órgão regulador não ter sido avisado no começo de 2010 sobre os planos da Prudential em comprar a AIA, a subsidiária asiática da AIG, por US$ 35,5 bilhões. A proposta foi rejeitada pela matriz AIG. A FSA argumentou que deveria ter sido informada pela Prudential “o quanto antes (…) para decidir se aprovaria ou rejeitaria o acordo no campo regulatório”. No entanto, ficou sabendo do assunto pela mídia, em matéria publicada em 27 de fevereiro de 2010.

Mercer realiza seminário de previdência em maio

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Você já parou para pensar na relação entre a música e a construção do futuro das pessoas? É só perceber que nos dois casos é necessário que vários instrumentos diferentes sejam conduzidos com maestria para que o resultado final seja perfeito e nada saia do tom.

Por isso, a Mercer foi buscar na música, mais precisamente na genialidade de Antonio Vivaldi, compositor da eterna obra As Quatro Estações, a inspiração do tema do Seminário Mercer de Previdência 2013.

Nesta edição do Seminário, você vai participar de um verdadeiro concerto no qual os instrumentos disponíveis para promover o equilíbrio e harmonia para uma vida mais segura terão a regência dos consultores da Mercer, que são grandes virtusoses no assunto, além da presença de convidados especiais.

Esta será uma oportunidade única e imperdível para que a sua empresa possa se preparar, de forma decisiva, para exercer um papel de destaque nesta verdadeira sinfonia que é a construção de um futuro com mais segurança financeira.

MAIS INFORMAÇÕES www.mercer.com.br/seminarioprev

Swiss Re: 2012 registra US$ 77 bi em perdas seguradas e prejuízos econômicos de US$ 186 bi

O estudo sigma mais recente da Swiss Re revela que as catástrofes naturais e os desastres causados pelo homem em 2012 causaram perdas econômicas de US$ 186 bilhões, com a perda de aproximadamente 14 mil vidas. Os eventos climáticos de grande escala nos EUA levaram o total de perdas seguradas do ano à marca de US$ 77 bilhões, que caracteriza o terceiro mais oneroso ano já registrado para o setor de seguros. Esse valor ainda é consideravelmente menor do que o valor de 2011, quando terremotos e inundações recorde na região da Ásia-Pacífico causaram perdas seguradas históricas, acima de US$ 126 bilhões, as maiores já registradas.

O ano de 2012 foi dominado por eventos climáticos de grande magnitude nos EUA. Em 2012, nove dos dez mais onerosos sinistros indenizáveis aconteceram nos EUA.1 Em decorrência da penetração elevada dos seguros na América do Norte, US$ 65 bilhões (mais da metade dos US$ 119 bilhões de perdas econômicas na região) foram cobertos pelos seguros.

Kurt Karl, Economista Chefe da Swiss Re, declarou: “Os graves eventos climáticos ocorridos nos EUA são um lembrete do valor do seguro e do papel imprescindível que desempenha para auxiliar indivíduos, comunidades e empresas a se recuperar dos efeitos devastadores de catástrofes. Entretanto, grandes regiões do mundo sujeitas a intempéries não foram capazes de contar com assistência financeira devido à baixa penetração do seguro.”

O furacão Sandy foi o fenômeno mais oneroso do ano, tanto em termos de perdas econômicas como de perdas seguradas. Provocou perdas econômicas estimadas em US$ 70 bilhões, o que faz dele o segundo furacão mais devastador de que se tem registro, após o furacão Katrina em 2005. As perdas seguradas ficaram em torno de US$ 35 bilhões, dos quais algo entre US$ 20 e US$ 25 foram cobertos pelo mercado de seguros privados. As perdas restantes foram incorridas pelo Programa Nacional de Seguro contra Inundações.

Os sinistros ocorreram devido à enorme extensão territorial atingida pelos ventos – a maior já registrada para um furacão do Atlântico Norte – e pelas imensas marés de tempestade que se seguiram e que causaram inundações devastadoras em uma área densamente povoada da costa leste dos EUA. Levaram também à pior queda de energia provocada por uma catástrofe natural na história dos EUA. O furacão Sandy também atingiu o Caribe e se estendeu ao norte até o Canadá, o que agravou as perdas humanas e patrimoniais.

Matthias Weber, Diretor de Subscrição do Grupo Swiss Re, afirmou: “Sandy desafiou o mercado com sua combinação recorde de campo de ventania e marés de tempestade. A possibilidade de aumento da frequência desses eventos e de que atinjam regiões densamente povoadas, como o nordeste dos EUA, significa que as marés de tempestade extremas precisam ser mais bem compreendidas.”

Um exercício de simulação apresentado no estudo sigma mostra como uma elevação do nível do mar de 0,25 metro até 20502 praticamente dobrará a probabilidade de ocorrência de perdas por inundações extremas. Para o mercado, isso significa que um sinistro indenizável no valor de US$ 20 bilhões, hoje com ocorrência prevista para uma vez a cada 250 anos, passaria a ter ocorrência prevista para uma vez a cada 140 anos.

Maior perda agrícola já registrada

Calor e condições climáticas de secura extrema recorde nos EUA ocasionaram uma das piores secas das últimas décadas, afetando mais da metade do país. Quebras de safra graves no Cinturão do Milho dos EUA resultaram em sinistros agrícolas na ordem de US$ 11 bilhões, inclusive pagamentos de indenizações do programa assistencial federal Seguro Agrícola Multiperigos (MPCI, na sigla em inglês). Isso faz da seca de 2012 o maior sinistro já registrado no seguro agrícola. A seca recorde na região, que é o celeiro dos EUA, ressaltou a importância econômica do seguro, que viabiliza a sobrevivência econômica de milhares de produtores rurais.

Maiores sinistros por terremoto da história ocorrem na Itália

Uma série rara e relativamente fraca de abalos sísmicos no norte da Itália causou perdas seguradas superiores a US$ 1,6 bilhão, as maiores já registradas no país. A perda econômica total decorrente desses terremotos foi de US$ 16 bilhões. Balz Grollimund, Diretor de risco de terremotos da Swiss Re, afirmou: “Embora expressivos, os sinistros foram apenas uma fração do custo total do evento. A Itália, país com várias fontes sísmicas, tem uma das mais baixas taxas de penetração dos seguros para terremotos entre os países industrializados com alta exposição a a este tipo de risco.”

O estudo sigma completo “Natural and man-made catastrophes in 2012” (Catástrofes naturais e provocadas pelo homem em 2012) será publicado no segundo trimestre de 2013. Se quiser solicitar uma cópia impressa, envie o pedido, com seu endereço completo de correspondência ,para: sigma@swissre.com

Mapfre Investimentos lança fundo de crédito para atender cliente disposto ao risco

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Queda acentuada dos juros, inflação e baixa perspectiva de ganhos no curto prazo. Estes são os fatores essenciais que têm deixado os investidores cada vez mais preocupados com suas aplicações e os têm feito procurar alternativas mais rentáveis para aplicar seus recursos.

Para atender esse nicho, a Mapfre Investimentos está trazendo ao mercado um fundo exclusivo que visa justamente o cliente preocupado com esse cenário moderno e que está disposto a correr um pouco mais de risco na hora de poupar seu dinheiro.

Destinado aos investidores que possuem um poder aquisitivo mais alto, além de pessoas jurídicas e investidores institucionais, o novo produto, denominado MAPFRE Crédito Privado, é um dos primeiros da carteira MAPFRE a contar com uma estrutura mais agressiva.

Com uma taxa de administração de apenas 0,5% ao ano, o produto exige um aporte inicial de R$ 50 mil e aplicações adicionais ou retiradas mínimas de R$ 5.000,00 mil, atingindo, dessa forma, uma categoria peculiar de aplicadores que miram recuperar os ganhos perdidos com as mudanças ocorridas nos últimos meses.

“Nossa expectativa é captar R$ 300 milhões com o fundo de crédito somente no primeiro ano”, afirma o vice-presidente da Mapfre Investimentos, Elíseo Viciana. O objetivo, segundo o gestor, é buscar justamente o investidor que viu seus recursos retraírem em consequência desse panorama, que, além da taxa de juros, inclui inflação. “Elaboramos um fundo diferenciado, ideal para investidores exigentes e preocupados com as rápidas mudanças que o mercado vem enfrentando”.

Ainda de acordo com Viciana, “a mudança significativa na taxa de juros colocou o Brasil em um novo cenário e também trouxe outro panorama para os investidores que querem manter seus rendimentos. Atentos a isso, desenvolvemos um produto que atende as atuais demandas e exigências do mercado brasileiro, priorizando a rentabilidade e ao mesmo tempo, controlando os riscos”.

AIG eleva capacidade automática para R$ 500 milhões, podendo chegar até R$ 1 bi

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Prestes a sediar os dois maiores eventos esportivos do mundo, a Copa do Mundo de Futebol e os Jogos Olímpicos, o Brasil recebe fortes investimentos para o desenvolvimento de infraestrutura. De olho nas oportunidades de negócios na área de propriedade, tendo em vista as novas arenas, hotéis e shoppings, além dos projetos do governo para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a AIG Brasil criou o PROPERTY 500, a maior cobertura de Property do Brasil, com uma capacidade automática de R$ 500 milhões e com possibilidade de expansão para até R$ 1 bilhão.

O PROPERTY 500 nasce para atender à demanda para cobertura de grandes proporções. “Essa nova capacidade é uma das maneiras de reconhecer que o Brasil necessita de uma cobertura que atenda as demandas que os novos negócios requerem”, afirma Sean Berry, Regional de Property da AIG.

Essa cobertura oferecerá uma solução integral ao segurado, pois com apenas uma apólice, a compensação em caso de sinistro passa a ser mais ágil e descomplicada. Outra vantagem do Property 500 da AIG é a maior facilidade operacional para os corretores.

Além da maior capacidade, o PROPERTY 500 possibilitará maior autonomia local para AIG, proporcionando mais flexibilidade e possibilidades nas negociações. “Com esse novo valor a capacidade passa a ser global, podendo ser usada para segurar propriedades no mundo inteiro por meio da AIG Brasil e das filiais da AIG em outros países”, ressalta Berry.

Voltado para empresas com mais de R$ 20 milhões em patrimônio, como hospitais, metalúrgicas, entre outras, o PROPERTY 500 é dividido em quatro modalidades: Nomeada, Operacional, Lucros Cessantes e Quebra de Máquinas. A Cobertura Nomeada é a apólice em que o segurador e o corretor nomeiam as coberturas que desejam. A Property Operacional cobre praticamente todos os eventos e danos causados à propriedade. Já a Lucros Cessantes é a apólice em que o dano à propriedade afeta os lucros. Por fim, a de Quebra de Máquinas cobre qualquer maquinário essencial para o funcionamento da propriedade como, por exemplo, geradores e transformadores.

A AIG pretende aumentar em 100% seu volume de prêmio para 2013. “Nosso objetivo é liderar o mercado de Property no Brasil. Sabemos que, com esta maior capacidade, atenderemos melhor nossos clientes e conquistaremos novos contratos”, complementa Frank Moraes, Gerente de Property da AIG Brasil.

Em casos em que o cosseguro seja necessário, a AIG poderá ser a seguradora principal, podendo estabelecer novas condições a serem seguidas. Além disso, com o PROPERTY 500, será a primeira seguradora do Brasil que poderá colocar em seus contratos 100% da sua capacidade em cosseguros. “Com essa cobertura queremos reforçar a imagem da AIG como uma empresa inovadora e formadora de tendências para o mercado segurador e proporcionar aos nossos clientes soluções de seguros que lhes permitam ter sucesso em seus negócios”, finaliza Moraes.

Aon e Berkshire Hathaway disponibilizam capacidade para seguros através de mecanismo pioneiro

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A Aon Risk Solutions, unidade global de corretagem, consultoria e gerenciamento de riscos da Aon plc (NYSE: AON), assinou um acordo pioneiro de cosseguro com a Berkshire Hathaway International Insurance Limited (Berkshire Hathaway), de Warren Buffett. Seus clientes agora passam a ter acesso rápido à capacidade de seguro com classificação AA+* para todos os seguros elegíveis colocados pela Aon Risk Solutions, a partir do momento que o Lloyd’s participe dos riscos.

Este mecanismo criado pela Aon é o primeiro de seu tipo na indústria securitária, e está disponível globalmente para todos os segmentos industriais, proporcionando benefícios que normalmente são de exclusividade dos mercados resseguradores para clientes diretos. Esta capacidade adicional proporciona o acesso ao capital da Berkshire Hathaway International Insurance Limited, através de uma estrutura de participação fixa, em condições totalmente idênticas àquelas subscritas pelo Lloyd´s em Londres.

Steve McGill, Presidente do Grupo, Aon plc, e Presidente do Conselho e Diretor Executivo da Aon Risk Solutions, fez o seguinte comentário: “Constantemente buscamos meios para proporcionar resultados aos nossos clientes, e esta solução, que representa um marco importante, oferece meios únicos para acesso eficiente a capacidade de alta qualidade. Nenhuma outra empresa conseguiu oferecer uma solução deste porte aos seus clientes de varejo, em todos os segmentos da indústria, em condições totalmente idênticas às do seguro primário. Temos orgulho em poder oferecer aos nossos clientes acesso sem precedentes à solidez financeira da Berkshire Hathaway, através desta transação.”

De acordo com Marcelo Homburger, Vice-Presidente Executivo da Aon Risk Solutions no Brasil (foto), esta capacidade poderá ser disponibilizada ao mercado brasileiro, sob forma de resseguro, de acordo com as regras do país, beneficiando as grandes empresas e indústrias nacionais, dos mais diversos segmentos.