Zurich lança campanha “Vida Mais PME” 2025

zurich seguros marcio benevides

Fonte: Zurich

O ano de 2025 já começou agitado para a Zurich no que diz respeito ao seguro de Vida destinado a pequenas e médias empresas, o Zurich Vida PME Além de dar o pontapé inicial na nova edição de sua campanha Vida Mais PME – que se inicia no dia 1º de março – a companhia traz uma grande novidade no produto: agora, o seguro valerá para empresas com até 1.000 vidas – anteriormente, eram aceitas empresas com até 500 vidas. 

A nova campanha da Zurich vai até o dia 31 de março e conta com inúmeras vantagens para os corretores. Além de maior rentabilidade, podendo chegar a R$ 1 mil por venda, eles também receberão bonificação extra de acordo com as características da apólice. 

Já a ampliação da quantidade de vidas para aceitação vem na esteira das mudanças recentes feitas pela companhia no produto, a fim de torná-lo ainda mais competitivo e abrangente. A companhia já havia anunciado no segundo semestre de 2024 regras mais flexíveis para a aceitação de segurados sem Declaração Pessoal de Saúde (DPS), além de contar com taxas mais competitivas e maior flexibilidade na aceitação de funcionários em condições específicas, reduzindo as restrições para acolher os colaboradores das empresas. 

“As alterações visam se adequar à realidade das empresas brasileiras, além de proporcionar maior flexibilidade e benefícios aos funcionários das empresas clientes, tornando o processo de adesão mais simples e acessível”, explica Rodrigo Barros, diretor executivo de Vida e Previdência da Zurich Seguros. “Com a campanha, queremos incentivar ainda mais que os corretores conheçam os benefícios do produto e ajudem a ampliar a proteção securitária nas empresas brasileiras”, completa. 

Cenário do mercado e importância da campanha 

De acordo com o Mapa de Empresas, disponibilizado pelo Governo Federal, o Brasil registrou até início de fevereiro cerca de 573 mil empresas de pequeno porte ativas. Uma boa oportunidade de negócios para os corretores.  

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg)  investigou a relação dos micros e pequenos empreendedores (MPEs) e corretores com os seguros voltados para esse segmento, que é responsável por cerca de 30% da produção de riqueza do país. A pesquisa identificou que a baixa percepção de risco e as limitações econômicas são os principais fatores que restringem a contratação de seguros, superando o desconhecimento sobre os produtos disponíveis.  

Diante desse cenário, Marcio Benevides, diretor de Distribuição da Zurich Seguros, reafirma a importância de o corretor de seguros atuar como um verdadeiro consultor de riscos, identificando a necessidade do cliente e oferecendo a proteção ideal que ele precisa.  

“As PMEs representam um grande potencial de negócios para diversos setores econômicos, sobretudo o mercado de seguros, e o corretor é fundamental para apresentar aos empreendedores como o seguro pode ajudar na manutenção da saúde da empresa”, aponta o executivo. “O seguro de Vida PME, principalmente, é importantíssimo para agregar valor aos benefícios oferecidos pelas empresas aos seus colaboradores, contribuindo na qualidade de vida dos trabalhadores e na atração e retenção de talentos”, pontua. 

Características do Vida PME 

O Zurich Vida PME oferece diversos benefícios aos colaboradores das empresas, como indenizações por morte e invalidez; proteção para cônjuge e filhos dos colaboradores; cesta natalidade, que garante o fornecimento de um cartão alimentação ao beneficiário após o nascimento do(a) filho(a) para auxiliar na compra de itens de higiene e alimentação; entre outros. 

Para trabalhar em diferentes nichos de atividades de empresas, desde comércio e serviço até siderurgia, existem quatro opções de capital segurado: Capital Global, Uniforme, Escalonado ou Múltiplo Salarial.  “Uma das características mais marcantes do seguro oferecido pela Zurich é o fato de que ele se adequa ao perfil e às necessidades de empresas dos mais diversos ramos e dimensões”, diz Rodrigo. 

Rodrigo destaca que o produto se diferencia ainda mais ao dar a acesso ao aplicativo LiveWell, que disponibiliza uma série de ferramentas para os cuidados com a saúde física e mental dos segurados. “Os usuários podem monitorar sinais de estresse e ansiedade pelo app, que também dá orientações sobre práticas saudáveis para uma vida equilibrada”, destaca. “Além disso, o app traz uma ampla variedade de conteúdos educacionais, incluindo artigos, vídeos e guias sobre técnicas de relaxamento, respiração e meditação”, finaliza o executivo. 

Stoa capta R$ 2 milhões em rodada na EqSeed para investir em seguros

por Karem Soares

A Stoa, insurtech voltada para a digitalização da gestão de seguros para pequenos e médios corretores, concluiu sua primeira rodada de investimentos. A captação de R$ 2 milhões aconteceu na EqSeed, principal plataforma de investimentos do país, contando inclusive com a participação de sua própria base de corretores como investidores, reforçando ainda mais a confiança no modelo de negócio e nos serviços prestados por meio da plataforma.

A startup, que apresentou um aumento de 30% na receita recorrente e de 41% na base de corretores, pretende alcançar um faturamento de R$ 4,5 milhões até o final de 2025 e priorizar o desenvolvimento de novas integrações com seguradoras parceiras e o aperfeiçoamento de suas ferramentas, para aumentar a eficiência operacional dos parceiros de negócios.

“Nosso objetivo não é somente crescer em faturamento, mas entregar ferramentas robustas que auxiliem os corretores a vencer desafios e alcançar novos patamares de eficiência. A conclusão dessa rodada é um marco para a Stoa e para o mercado de seguros, refletindo a confiança do setor na nossa visão de digitalizar toda a gestão de seguros no Brasil”, explicou Eduardo Marcellini, CEO da Stoa.

A Stoa já atua em todo o Brasil, oferecendo uma plataforma onde é possível gerenciar toda a produção, auxiliando no crescimento em receita e clientes dos corretores cadastrados. Para Luiz Sampaio, investir na digitalização é essencial para conduzir com sucesso todo o plano de expansão.

“Somos mais digitais do que nunca e vamos avançar com o nosso posicionamento para crescer junto aos nossos corretores parceiros. Nossa plataforma foi desenvolvida para libertar os corretores das amarras operacionais, permitindo que eles se concentrem no que fazem de melhor: vender. Fomos movidos pela convicção de que a tecnologia poderia resolver os principais gargalos do mercado de seguros. Conectamos corretores, seguradoras e segurados em um único lugar”, concluiu.

Seguralta registra R$ 900 milhões em seguros e produtos financeiros em 2024

Seguralta

A Seguralta, rede de franquias de seguros do Brasil, encerrou o ano de 2024 com um robusto volume de R$ 882,8 milhões em produção, representando um crescimento superior a 14% em relação ao ano anterior. A companhia registou mais de R$ 202 milhões em soluções financeiras, consolidando sua posição no setor.

Em 2024, a Seguralta abriu 167 novas unidades, atingindo um total de 1.779 franquias espalhadas por todo o Brasil. O crescimento solidifica sua posição como um modelo de negócio de sucesso e uma das maiores redes no mercado de franquias no Brasil.

“Estamos felizes com os resultados alcançados em 2024. O Core foi fundamental para otimizar a operação de nossas franquias, ajudando tanto na gestão quanto na oferta de produtos e serviços de excelência aos nossos clientes. O crescimento da Seguralta é um reflexo da confiança do mercado no nosso modelo de negócio e na qualidade dos nossos serviços”, afirmou Reinaldo Zanon, CEO do Grupo Zanon e da Seguralta Franchising – Expansão, em comunicado.

Com um planejamento sólido e uma estratégia focada na inovação, a Seguralta mira um futuro ainda mais promissor. Para 2025 o foco é continuar esse processo de expansão e crescimento, com a meta de aumentar a produção em pelo menos 25%, atingindo quase R$ 1,2 bilhão em negócios, e superar a marca dos 2 mil franqueados. A companhia também continuará investindo em tecnologias para garantir uma operação ainda mais eficiente.

Mercado de seguro residencial cresce 16,5% em 2024 e tende a manter alta

Jarbas Medeiros Fenseg

Levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostrou que o mercado de seguros residenciais no Brasil teve crescimento expressivo em 2024, com uma arrecadação de R$ 6,0 bilhões, aumento de 16,5% em relação ao ano anterior. Paralelamente, as indenizações pagas atingiram R$ 1,6 bilhão, o que representa volume 1,5% acima do registrado no ano anterior.

Esse crescimento pode ser atribuído à maior preocupação dos brasileiros com a segurança de seus imóveis, à elevação nos valores patrimoniais e à maior incidência de eventos climáticos. De acordo com pesquisa da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, realizada em parceria com a Brain Inteligência Estratégica, a segurança é um fator decisivo para 80% dos consumidores na escolha de um imóvel.

Para atender a essa demanda crescente, construtoras e condomínios investem em soluções inovadoras, como portarias virtuais, câmeras inteligentes e reconhecimento facial. A inteligência artificial também ganha espaço no setor, sendo utilizada por 19% das companhias para aprimorar sistemas de monitoramento e atendimento ao cliente, conforme estudo do McKinsey Global Institute.

Outro fator que impulsiona a expansão do mercado é o interesse crescente na aquisição de imóveis. Segundo levantamento do Datafolha, divulgado no final de janeiro deste ano, 43% dos brasileiros têm planos de comprar um imóvel residencial em 2025. Com esse cenário, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) estima que o ramo de seguros massificados, que inclui os seguros residenciais, cresça 15,9% nos próximos anos.

Além disso, vendavais, furacões, queda de raios, alagamentos e inundações tem se tornado cada vez mais frequentes em todo Brasil, como estamos acompanhando neste verão. E isso gera nas pessoas a percepção de que precisam buscar formas de se proteger contra os prejuízos causados por estes eventos.

Comportamento dos estados

Nos rankings estaduais de arrecadação, São Paulo se destacou com R$ 2,6 bilhões, quase metade do total nacional e R$ 800 milhões a mais do que a soma dos quatro estados seguintes. Em segundo lugar, o Rio Grande do Sul arrecadou R$ 583,1 milhões, seguido pelo Paraná (R$ 436,9 milhões), Rio de Janeiro (R$ 415,1 milhões) e Santa Catarina (R$ 415,0 milhões).

Quanto à indenização, São Paulo também lidera, com R$ 528,2 milhões em pagamentos. O Rio Grande do Sul está em segundo lugar, com R$ 301,0 milhões, seguido pelo Paraná (R$ 102,2 milhões), Santa Catarina (R$ 99,0 milhões) e Rio de Janeiro (R$ 58,1 milhões).

Jarbas Medeiros, presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais Massificados da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), ressalta que a maior disseminação das coberturas e dos serviços de assistência técnica embutidos no produto explicam o aumento na contratação. “O seguro residencial segue como uma solução cada vez mais essencial para proteger o patrimônio dos brasileiros, acompanhando o aumento da demanda por imóveis e a valorização da segurança nas moradias”.

O Seguro Residencial é destinado a casas e apartamentos, de moradia habitual ou de veraneio. Sua aquisição é feita mediante emissão de apólice ou de bilhete. Em geral, os seguros contratados abrangem quatro grupos de proteção patrimonial: reconstrução da moradia; responsabilidade civil familiar; reposição ou reparo dos bens; e despesas no caso do imóvel segurado não poder ser ocupado em decorrência de incêndio, raio ou explosão.

Apesar de o custo médio do Seguro Residencial no Brasil ser relativamente baixo, entre R$ 500 e R$ 800 por ano – valor que pode ser parcelado ao longo do ano –, somente 17% das residências do país (12,7 milhões de unidades) estavam seguradas até o fim de 2021, segundo dados da FenSeg.

Tokio Marine Seguradora lucra R$ 1,4 bilhão em 2024

Daniel Dibe, diretor executivo de Finanças e Administração da Tokio Marine.

A Tokio Marine registrou lucro líquido de R$ 1,4 bilhão em 2024. O faturamento da companhia alcançou R$ 13,4 bilhões, ante R$ 12,1 bilhões no ano anterior, com R$ 6,5 bilhões retornando à sociedade em forma de indenizações. O Índice Combinado, que mede a eficiência operacional, fechou em 90,3%, um reflexo do desempenho consistente da Tokio Marine ao longo do ano.

Daniel Dibe, diretor executivo de Finanças e Administração, destaca que os números demonstram a resiliência da empresa. “Mesmo em um cenário desafiador para o setor, com eventos climáticos extremos afetando o Brasil, conseguimos crescer dois dígitos. Somos uma seguradora versátil, com soluções para diversos públicos, e seguimos investindo em inovação, novos produtos e serviços que priorizam a experiência de nossos parceiros e clientes”, explica.

No segmento de Seguros de Automóveis, a companhia consolidou sua posição como a terceira maior do mercado, atingindo a marca de 3 milhões de veículos segurados e um crescimento de 9,2%, com cerca de 14% de participação. Na área de Produtos Massificados, o Seguro Fiança Locatícia se destacou com um avanço de 52,1%, alcançando também a terceira posição no ranking, com 14% de market share.

Na carteira de Seguros de Pessoas, o Seguro Viagem disparou com um crescimento de 92,4%, enquanto o Seguro de Vida Individual avançou 15,3%, levando a um aumento total de 19,8% no segmento individual. Já na carteira de Pessoas Coletivo, o crescimento foi de 10,4%, com o Vida em Grupo registrando alta de 13,9%.

Entre os produtos voltados a empresas, o Seguro Garantia cresceu 58,4%, alinhado ao plano da Tokio Marine de se posicionar entre os três principais players do segmento em três anos. Outros seguros, como Riscos Cibernéticos, E&O, D&O, Riscos de Engenharia e Transportes (este último com alta de 7,2%), também apresentaram bons resultados.

Diante de um ano impactado por mudanças climáticas severas, como as enchentes no Rio Grande do Sul em maio, a Tokio Marine reforçou seu compromisso social, oferecendo suporte às vítimas, colaboradores, corretores e clientes nas regiões afetadas.

A empresa implementou ações emergenciais, como agilização de sinistros, pagamento rápido de indenizações e doações de itens essenciais, como alimentos e produtos de higiene, para aliviar os impactos nas comunidades atingidas.

“Para 2025, nosso foco é seguir promovendo a importância do seguro no Brasil, especialmente em tempos de mudanças climáticas. Com o plano Tokio Transforma, buscamos excelência em serviços, crescimento sustentável, inovação e responsabilidade socioambiental, sempre em parceria com nossa equipe e parceiros”, conclui Daniel Dibe.

A Tokio Marine hoje conta com cerca de 43 mil corretores e assessorias em todo o Brasil e uma equipe de mais de 2,4 mil colaboradores comprometidos com seus objetivos.

Lucro da Swiss Re cresce 3,1%, apesar do impacto de incêndios florestais na Califórnia

Andreas Berger Swiss Re

A Swiss Re registrou um lucro líquido de US$ 3,24 bilhões em 2024, um aumento de 3,1% em relação aos US$ 3,14 bilhões do ano anterior. O resultado superou as expectativas dos analistas, que previam um lucro de US$ 3,13 bilhões, segundo consenso de mercado.

A resseguradora suíça informou nesta quinta-feira (26) que as perdas relacionadas aos incêndios florestais em Los Angeles ficarão abaixo de US$ 700 milhões e impactarão seus resultados do primeiro trimestre de 2025. A Swiss Re é a mais recente resseguradora europeia a divulgar impactos financeiros decorrentes do incêndio ocorrido em janeiro.

Os incêndios deixaram mais de duas dezenas de mortos e destruíram ou danificaram mais de 16 mil estruturas, devastando uma área maior que a cidade de Paris.

As estimativas da Swiss Re para os sinistros são inferiores às da Munich Re, sua maior concorrente, que na quarta-feira (25) anunciou uma provisão de 1,2 bilhão de euros (US$ 1,26 bilhão) em perdas — o maior impacto reportado até agora por uma única resseguradora europeia. Analistas estimam que os sinistros totais no setor possam atingir US$ 45 bilhões. Já a Hannover Re, outra resseguradora alemã, informou que suas perdas podem chegar a 700 milhões de euros.

A agência de classificação de risco Fitch destacou que, embora as seguradoras europeias tenham reduzido sua exposição à Califórnia após incêndios devastadores em 2017 e 2018, os sinistros de 2025 ainda terão um impacto significativo, devido à magnitude do evento.

Os números da Swiss Re foram apresentados no balanço de 2024. O CEO do grupo, Andreas Berger, destacou a estratégia da companhia: “Nosso foco em 2024 foi na rentabilidade e resiliência. Os resultados refletem essa estratégia e mostram que estamos no caminho certo: entregamos um forte lucro líquido e retorno sobre o patrimônio (ROE), enquanto posicionamos nossas reservas de P&C no limite superior da nossa melhor estimativa.”

O CFO da Swiss Re, John Dacey, também enfatizou a performance operacional da empresa: “O forte desempenho das nossas unidades de negócios foi sustentado pela disciplina na subscrição e pelos rendimentos recorrentes de investimentos. O poder de geração de lucro do grupo, aliado às ações de provisionamento adotadas em 2024, nos dá confiança para aumentar em 8% o dividendo ordinário, para US$ 7,35 por ação.”

Swiss Re Corporate Solutions tem nova CIO

A partir de 1º de junho de 2025, Katie McGrath, atualmente CEO da divisão da América do Norte, assumirá o cargo de Chief Underwriting Officer da Corporate Solutions, substituindo Kera McDonald, que a partir da mesma data passará a ocupar o cargo Chief Underwriting Officer do Grupo Swiss Re.

Katie McGrath ingressou na Swiss Re Corporate Solutions em 2019 como Head Accident & Health da América do Norte e, em 2022, foi nomeada CEO da divisão. Katie McGrath tem mais de 25 anos de experiência desempenhando múltiplas funções em seguros comerciais, com um histórico comprovado de crescimento de negócios sustentáveis, combinando experiência técnica com uma mentalidade centrada no cliente e liderando equipes de alto desempenho. Ela continuará trabalhando em Nova York, sob a liderança de Iván González, CEO da Swiss Re Corporate Solutions.

Iván González afirmou: “Após a merecida promoção de Kera, estou muito satisfeito por termos uma sucessora tão sólida em Katie. A subscrição de seguros é fundamental para o sucesso a longo prazo do nosso negócio, e estou convencido de que, com esta nomeação, estamos bem-posicionados para continuar oferecendo excelência técnica aos nossos clientes”.

Unidades de mercado

A Swiss Re Corporate Solutions se consolidou como parceira especializada em riscos para empresas de todo o mundo. Para capacitar ainda mais os clientes na gestão de riscos com seguros comerciais inovadores, introduziu as seguintes Unidades de Mercado com seus respectivos diretores:

  • Ásia (China, Japão, Sudeste Asiático): Robert Hunziker, Singapura
  • Austrália e Nova Zelândia: Kevin Bates, Sydney
  • Canadá: James Gasco, Toronto
  • França: Bruno Mostermans, Paris
  • Alemanha (incl. Áustria): Tina Baacke, Munique
  • Iberoamérica, Oriente Médio e África: Angelo Colombo, Madri
  • Suíça, Benelux, Países Nórdicos, Itália: Michael Rüsch, Zurique
  • Reino Unido e Irlanda: Nina Arquint, Londres
  • Estados Unidos: Adrian Hall, Nova York

Iniciativa da Zurich Seguros com Instituto BRK leva água tratada para escolas

Fonte: Zurich

No Brasil, cerca de 38 mil escolas não possuem acesso a uma fonte segura de abastecimento de água. O resultado é que 5,2 milhões de crianças e adolescentes convivem, diariamente, com o risco de adoecer devido ao consumo de água sem tratamento. As consequências para o futuro desses estudantes são significativas. 

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continuada de 2019 (IBGE, 2020), crianças e jovens que moram em áreas sem acesso à rede de distribuição de água têm, em média, um atraso escolar 3,1% maior em comparação com quem conta com esse serviço. 

Para transformar essa realidade, o Instituto BRK, organização sem fins lucrativos criada pela BRK, uma das maiores empresas privadas de saneamento do Brasil, lançou o projeto Fonte de Futuro, em parceria com a Zurich Seguros. O objetivo é levar água de qualidade para essas escolas e contribuir para a saúde e qualidade de vida dos estudantes. 

Depois de beneficiar 11 escolas públicas no Tocantins, agora o projeto desembarca em Macaé, no Rio de Janeiro, onde seis escolas serão atendidas. Cerca de 2,5 mil alunos passarão a contar com água de qualidade graças à iniciativa. Com isso, a primeira fase do Fonte de Futuro já beneficia 17 escolas com aproximadamente 5 mil estudantes. No total, são 22 mil pessoas beneficiadas direta e indiretamente. 

Austral Seguradora lança e-Book exclusivo para esclarecer as novas regras do seguro garantia 

Fonte: Austral

A história do Seguro Garantia no Brasil ganhou um novo capítulo após a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional publicar a Portaria PGFN/MF 2.044, trazendo mudanças significativas para a comercialização de apólices de Seguro Garantia. A medida, anunciada no último dia 30 de dezembro, entra em vigor agora em março, para modernizar processos, estabelecer critérios mais objetivos e otimizar a aceitação e a gestão das garantias em débitos fiscais. Diante das novidades, a Austral Seguradora, há 14 anos no mercado, decidiu reunir e analisar os principais pontos da regulamentação em um e-Book, que foi compartilhado com clientes, corretoras e demais parceiros. Em um momento de adaptação e atenção para todo o mercado, a companhia já se preparou e vai antecipar a implementação do novo clausulado para 28 de fevereiro.

Uma das principais inovações da portaria, e que ganha destaque no e-Book, é a padronização das apólices. Com a uniformização dos documentos, a regulamentação elimina ambiguidades nas discussões de clausulado e facilita a relação entre Fisco e contribuintes, acelerando o processo de aceitação das garantias.

O material produzido pela Austral tem como proposta simplificar a consulta às regras, segundo o gerente comercial da companhia, Roberto Teixeira. Ele explica, por exemplo, que a portaria faz uma separação entre Execução Fiscal e Negociação Administrativa, conferindo regras e tratamento diferenciados entre as modalidades. Também traz novas hipóteses de caracterização de sinistros mais alinhadas à Lei 6830/80, que dispõe sobre a cobrança judicial da Dívida Ativa da Fazenda Pública, após transitado e julgado.

Outro marco importante da nova portaria é a implementação do Portal Regularize, que digitaliza o processo de apresentação de garantias, oferecendo um ambiente integrado e seguro. Com isso, explica Roberto, os tomadores podem, proativamente, apresentar garantias antes mesmo da inscrição do débito em dívida ativa, o que minimiza a necessidade de medidas judiciais. A plataforma também traz mais previsibilidade para os gestores de risco, permitindo um planejamento mais preciso já que eliminando a carga de controle sobre os prazos de vencimento, visto que amplia a renovação da vigência para 5 anos.

“Essa mudança representa um avanço na simplificação dos processos fiscais, garantindo mais agilidade e segurança para as empresas. Para as corretoras de seguros, a nova portaria melhora a gestão operacional e reforça seu papel consultivo, dada a complexidade do ambiente tributário e as particularidades de cada caso, o que demanda um assessoramento técnico qualificado. Já os gestores de risco encontrarão um ambiente regulatório mais estruturado, com a clareza das regras e procedimentos”, avalia Roberto.

Munich Re registra lucro de €5,7 bilhões em 2024 e eleva meta para 2025

A Munich Re encerrou 2024 com um lucro líquido de €5,7 bilhões, superando em mais de €1 bilhão o resultado do ano anterior e acima da meta inicial de €5 bilhões. Foi o quarto ano consecutivo de superação das expectativas, impulsionado pelo programa estratégico Ambition 2025, que se encerra neste ano. Como reflexo desse desempenho, a resseguradora distribuirá um dividendo recorde de €20 por ação, um aumento de 33% em relação ao ano anterior, além de um novo programa de recompra de ações no valor de €2 bilhões.

Segundo a Munich Re, os incêndios florestais que atingiram a cidade de Los Angeles no mês passado foram os mais custosos “na história do setor de seguros”. A Munich Re, que atua como “seguradora para seguradoras”, disse que esperava cerca de 1,2 bilhão de euros (cerca de R$ 7,28 bilhões) em reivindicações de perdas decorrentes dos incêndios. A estimativa estava “sujeita a um alto grau de incerteza devido à complexidade das perdas incorridas”, disse o grupo em um comunicado. No entanto, o número representaria “as perdas mais substanciais por incêndios florestais na história do setor de seguros”, disse a Munich Re.

Do ponto de vista do seguro, os incêndios florestais em Los Angeles “não foram problema algum”, disse o presidente do conselho, Joachim Wenning. “Com um lucro líquido de €5,7 bilhões, aumentamos nosso lucro anual em mais de €1 bilhão em relação ao ano anterior. O crescimento da lucratividade da Munich Re tem sido substancial e consistente dentro do programa estratégico de cinco anos Ambition 2025, que será concluído no final deste ano. O dividendo recorde de €20 por ação reflete esse sucesso. Além disso, nossos acionistas serão beneficiados por um novo programa de recompra de ações no valor de €2 bilhões, um aumento de €500 milhões em relação ao anterior. Seguimos ambiciosos e buscamos elevar nosso lucro anual para €6 bilhões neste ano. Nossa confiança é sustentada pelo sucesso das renovações de resseguros em 1º de janeiro de 2025, entre outros fatores”, comentou Wenning, em nota.

O retorno sobre o patrimônio (RoE) atingiu 18,2% (contra 15,8% em 2023), enquanto a receita de seguros cresceu para €60,8 bilhões, impulsionada por expansão orgânica em todos os segmentos. O índice de solvência subiu para 287%, acima da faixa considerada ideal de 175% a 220%.

No segmento de resseguros, o lucro líquido foi de €4,88 bilhões, superando a meta de €4,2 bilhões, com destaque para a área de vida e saúde, que obteve um resultado técnico de €2,1 bilhões, bem acima do esperado. No resseguro patrimonial e de danos, o índice de sinistralidade combinado melhorou para 82,4% (contra 85,2% em 2023), mesmo diante de grandes perdas, como os furacões Helene e Milton e eventos climáticos severos na América do Norte, Caribe e Europa.

Já a ERGO, subsidiária de seguros primários da Munich Re, contribuiu com um lucro de €791 milhões, atingindo sua meta anual. O segmento internacional teve forte desempenho na Polônia, Grécia e Bélgica, mesmo diante de perdas catastróficas, como enchentes na Áustria e Polônia.

O resultado de investimentos da Munich Re cresceu para €7,2 bilhões, impulsionado por taxas de juros mais altas e ganhos em mercados de ações e investimentos alternativos.

Perspectivas para 2025

A empresa projeta um lucro de €6 bilhões para 2025, com receita de seguros estimada em €64 bilhões. No resseguro, a meta é alcançar €5,1 bilhões de lucro, com um índice combinado de 79% em patrimonial e danos. A ERGO deve gerar €900 milhões em lucro, mantendo um índice combinado de 89% na Alemanha e 90% no mercado internacional.

Apesar da leve queda no volume de renovações de resseguros em 1º de janeiro de 2025, a empresa manteve a qualidade do portfólio e prevê um ambiente de mercado favorável nas próximas renovações. No entanto, a Munich Re alerta para riscos macroeconômicos e geopolíticos que podem afetar os resultados ao longo do ano.

IRB(Re) lucra R$ 372,7 milhões em 2024

O IRB(Re) registrou lucro líquido de R$ 372,7 milhões em 2024, um aumento de 226,2% em relação a 2023. No quarto trimestre (4T24), o lucro foi de R$ 112,4 milhões, impulsionado pelo resultado de subscrição e pelo desempenho financeiro. Segundo o CEO Marcos Falcão, a empresa concluiu seu período de turnaround e foca em estratégias de rentabilidade para as carteiras de Vida e Não-Vida.

O lucro da carteira Não-Vida alcançou R$ 394 milhões em 2024, mais que o dobro de 2023, enquanto a carteira Vida reduziu seu prejuízo de R$ 84 milhões para R$ 21 milhões. O resultado de subscrição subiu 191,4%, totalizando R$ 451,8 milhões.

Os prêmios retidos cresceram 2,8%, chegando a R$ 4 bilhões, com destaque para o segmento Patrimonial, que avançou 52,7%. A sinistralidade caiu 6,1 pontos percentuais, ficando em 63,9%, apesar das enchentes no Rio Grande do Sul. O índice combinado melhorou de 107,5% para 101,2%.

O resultado financeiro e patrimonial subiu 10,2%, alcançando R$ 604,5 milhões. A empresa também apresentou suficiência nos indicadores regulatórios da Susep, com Patrimônio Líquido Ajustado de R$ 894 milhões.

Pela norma IFRS 17, o IRB(Re) teve lucro de R$ 806 milhões em 2024, revertendo o prejuízo de R$ 124 milhões em 2023, com impacto positivo de R$ 600 milhões na carteira Não-Vida e melhora no resultado financeiro e nas operações de retrocessão.