PicPay anuncia Cristiano Saab para liderar a área de seguros

O PicPay reforça sua confiança no mercado de seguros com a chegada de Cristiano Saab, novo executivo da área, que assume o desafio de ampliar o portfólio com soluções inovadoras e descomplicadas, além de acelerar ainda mais o crescimento do segmento na companhia, que encerrou 2024 com 5,1 milhões de contratos ativos – um salto de 243% em relação a 2023, quando registrava 1,5 milhão de apólices.

Saab possui expertise em canais digitais, parcerias estratégicas e desenvolvimento de produtos. Nos últimos anos, esteve à frente da Klimber do Brasil onde liderou a chegada e expansão da insurtech no país. Além disso, acumula passagens por grandes seguradoras como SulAmérica, Cardif, Chubb, RSA e Sura.

Formado em Administração pela PUC-SP, com especialização em Marketing no Varejo (FGV) e pós-graduação em Dinâmicas Interpessoais pela Stanford University, o executivo reforçará a estratégia de seguros do PicPay, que de 2024 para cá lançou novos produtos como Assistência Saúde, Seguro Residencial, Assistência Residencial e novas modalidades de Prestamista.

“Cristiano chega para fortalecer ainda mais a posição da companhia como referência em distribuição de produtos digitais no país. Sua experiência será essencial para criarmos novas soluções que tragam mais conveniência e proteção para nossos clientes, tudo de forma integrada ao ecossistema do PicPay”, destaca Rodrigo Penteado, diretor de Serviços Financeiros para Pessoa Física do PicPay, em nota à imprensa.

Para Saab, o DNA de inovação do PicPay é um grande diferencial para seguir escalando a área de seguros da companhia. “Essa força no mercado digital traz vantagens tanto para os usuários, que encontram soluções financeiras integradas de forma simples e acessível, quanto para os parceiros, que se beneficiam de uma base engajada e em constante crescimento, com mais de 60 milhões de clientes”, afirma.

A chegada de Cristiano Saab faz parte de uma série de reforços estratégicos no management do PicPay. Nos últimos meses, a empresa trouxe novos executivos para consolidar sua atuação tanto em serviços financeiros quanto não financeiros.

Allianz Brasil adere ao Pacto Global da ONUe lança compromissos públicos de sustentabilidade

Eduard Folch CEO da Allianz
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Allianz Brasil se tornou signatária do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo. Com isso, a companhia reafirma o seu compromisso com a agenda, adotando práticas responsáveis de acordo com os princípios estabelecidos pela instituição. Além disso, a empresa lança cinco compromissos públicos de sustentabilidade, reiterando a busca de se manter alinhada ao tema e contribuir para as metas climáticas globais.

A iniciativa da ONU tem como um dos principais pilares os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que focam em questões como erradicação da pobreza, educação de qualidade, igualdade de gênero, saúde e bem-estar, justiça social e proteção ambiental. Juntas, as empresas signatárias buscam alcançar essas metas dentro dos próximos cinco anos.

“Embora o Grupo Allianz já tenha aderido à iniciativa em outros países, sabemos da importância de também estarmos nessa jornada localmente”, afirma Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros, destacando que a participação da companhia no Pacto Global é uma oportunidade de contribuir para um mundo mais justo e próspero. “As grandes empresas têm um papel fundamental na construção de um futuro sustentável e essa aliança possibilita que os compromissos assumidos sejam transformados em ações, de fato.”

Ao integrar o Pacto Global, a Allianz se compromete especialmente com três ODS: promover o trabalho decente e o crescimento econômico (8), promover ações contra a mudança global do clima (13), e estabelecer parcerias para o desenvolvimento sustentável, promovendo a cooperação e a mobilização de recursos para alcançar as metas estabelecidas (17).

Metas globais de sustentabilidade

A Allianz Brasil também apresentou as suas metas de sustentabilidade, que englobam cinco compromissos públicos baseados na estratégia global e nas necessidades locais da empresa. Entre os objetivos estabelecidos, estão:

1.     Atingir 50% de mulheres em cargos executivos (incluindo superintendentes e diretores) até 2026.

2.     Aumentar o bem-estar geral dos colaboradores e capacitar os líderes a manterem a própria saúde e o bem-estar, bem como o de suas equipes.

3.     Tornar a frota executiva de veículos da companhia 100% elétrica ou híbrida até 2026.

4.     Reduzir em 70% os gases de efeito estufa por funcionário até 2030.

5.     Reduzir o consumo total de energia em 50%, também por funcionário, dentro dos próximos cinco anos.

“Assumir publicamente um compromisso com a sustentabilidade é mais do que uma estratégia. É alinhar a empresa às expectativas de uma sociedade cada vez mais consciente e engajada”, define Eduard, completando que essa medida se torna um fator crucial para a longevidade do negócio. “Ao priorizar a responsabilidade ambiental e social, as empresas contribuem para a criação de um futuro mais equilibrado e próspero, tanto para a sociedade quanto para os próprios negócios.”

Allianz na Casa do Seguro, da CNseg, durante a COP 30

Recentemente, a Allianz anunciou que será uma das empoderadoras da Casa do Seguro, espaço idealizado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) que tem o objetivo de posicionar o setor como agente fundamental na busca por soluções relacionadas à sustentabilidade e riscos climáticos. Inédita no segmento, a ação acontecerá em Belém entre os dias 10 e 21 de novembro e será realizada durante a COP30 – Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, que reunirá líderes mundiais, cientistas e ativistas ambientais. Na Casa do Seguro, a Allianz levará sua expertise global para a agenda de debates e promoverá diálogos sobre resiliência climática e soluções inovadoras.

Crise climática ameaça destruir o capitalismo, alerta executivo da Allianz

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Fonte: The Guadian

O impacto financeiro das catástrofes naturais está se tornando tão elevado que o próprio setor financeiro corre o risco de não conseguir operar. Segundo Günther Thallinger, membro do conselho da Allianz SE e presidente do conselho de investimentos da companhia, o mundo está se aproximando rapidamente de níveis de aquecimento nos quais as seguradoras não conseguirão mais oferecer cobertura para muitos riscos climáticos. “Sem seguro, que já está sendo retirado de algumas regiões, vários outros serviços financeiros se tornam inviáveis — de hipotecas a investimentos”, afirmou.

As emissões globais de carbono continuam crescendo, e as políticas atuais indicam um aumento de temperatura entre 2,2 °C e 3,4 °C em relação aos níveis pré-industriais. Para Thallinger, os danos de um aquecimento de 3 °C seriam tão severos que os governos não conseguiriam arcar com os custos nem oferecer ajuda financeira. Tampouco seria possível adaptar a sociedade a muitos desses impactos.

De acordo com a seguradora Aviva, os eventos climáticos extremos causaram perdas globais de US$ 2 trilhões entre 2013 e 2023. Apenas em 2024, esse valor chegou a US$ 400 bilhões, segundo a GallagherRE. A Zurich, por sua vez, afirma que atingir a neutralidade de carbono até 2050 é “essencial”.

Thallinger destaca que já existem tecnologias para substituir combustíveis fósseis por fontes de energia de emissão zero. “O que falta é velocidade e escala. Trata-se de salvar as condições nas quais os mercados, as finanças e a própria civilização possam continuar operando”, disse.

Em um post no LinkedIn, Thallinger inicia seu alerta descrevendo os prejuízos crescentes da crise climática: “Calor e água destroem capital. Casas alagadas perdem valor. Cidades superaquecidas se tornam inabitáveis. Classes inteiras de ativos estão se degradando em tempo real.”

Ele prossegue: “Estamos nos aproximando rapidamente de níveis de temperatura — 1,5 °C, 2 °C, 3 °C — nos quais as seguradoras não poderão mais oferecer cobertura para muitos desses riscos. A matemática não fecha: os prêmios exigidos superam a capacidade de pagamento de pessoas ou empresas. Isso já está acontecendo. Regiões inteiras estão se tornando inasseguráveis.” Ele cita o caso de seguradoras que encerraram a oferta de seguro residencial na Califórnia devido aos incêndios florestais.

Thallinger considera esse cenário um risco sistêmico que ameaça os alicerces do setor financeiro. A falta de seguros compromete o funcionamento de outros serviços financeiros, gerando uma “crise de crédito induzida pelo clima”.

“Isso não afeta apenas moradias, mas também infraestrutura, transporte, agricultura e indústria”, alertou. “O valor econômico de regiões inteiras — costeiras, áridas, propensas a incêndios — começará a desaparecer dos balanços financeiros. Os mercados irão reprecificar esses ativos de forma rápida e brutal. É isso que significa uma falha de mercado provocada pelas mudanças climáticas.” Ele observa que nenhum governo será capaz de arcar com os prejuízos decorrentes de eventos climáticos extremos sucessivos, como já prevêem os modelos climáticos. Entre 2017 e 2023, os gastos da Austrália com recuperação de desastres aumentaram sete vezes.

A ideia de que bilhões de pessoas podem simplesmente se adaptar aos efeitos do aquecimento global é, segundo ele, uma “falsa sensação de conforto”. “Não há como ‘se adaptar’ a temperaturas que ultrapassam os limites da tolerância humana. Cidades inteiras construídas em áreas de inundação não podem simplesmente se mudar para regiões mais altas”, afirmou.

Se o mundo atingir um aquecimento de 3 °C, segundo Thallinger, os danos climáticos não poderão mais ser segurados, cobertos por governos ou adaptados: “Isso significa o fim de hipotecas, novos empreendimentos imobiliários, investimentos de longo prazo e da estabilidade financeira. O setor financeiro, como o conhecemos, deixará de funcionar. E com ele, o capitalismo, como o conhecemos, deixará de ser viável.”

A única solução, segundo ele, é reduzir drasticamente a queima de combustíveis fósseis ou capturar as emissões. Todo o resto seria apenas uma forma de adiar o inevitável ou desviar do problema. Para Thallinger, o capitalismo precisa ser parte da solução, o que exige colocar as metas de sustentabilidade no mesmo nível das metas financeiras.

Muitos bancos e empresas financeiras recuaram em seus compromissos climáticos após a eleição de Donald Trump, que chamou tais medidas de “farsa verde”. Mas, para Thallinger, “o custo da inação é maior do que o da transformação e da adaptação. Se formos bem-sucedidos em nossa transição, teremos uma economia mais eficiente, competitiva e uma qualidade de vida superior.”

Rodrigo Abdalla Brandão é o novo Diretor de Seguro Garantia e Crédito da Howden Brasil

 A Howden Brasil, corretora especializada em seguros de alta complexidade, anuncia a chegada de Rodrigo Abdalla Brandão como Diretor de Seguro Garantia e Crédito. Com mais de 14 anos de experiência no setor, o executivo traz uma vasta bagagem de conhecimento técnico e uma sólida trajetória em gestão de portfólio e equipes.

Formado em Engenharia Civil com especialização em Gestão de Projetos pela Unicamp e MBA em Finanças pela FIA – Fundação Instituto de Administração, Rodrigo iniciou sua carreira no setor da construção civil, onde atuou por quatro anos. Em seguida, dedicou 10 anos ao desenvolvimento de sua carreira nas áreas técnicas de grandes empresas seguradoras locais e internacionais. Ao longo dessa trajetória, acumulou experiência significativa em diversas áreas do mercado de seguros, especialmente na aceitação e no gerenciamento de riscos, na gestão de equipes multidisciplinares, relacionamento com clientes, corretores, seguradoras e resseguradores nacionais e internacionais.

Com uma carreira que abrangeu papeis tanto como cliente como seguradora, o executivo assume agora o desafio na Howden Brasil, com o objetivo de criar soluções próximas aos clientes, com foco na estruturação de projetos estratégicos nos setores de Energia, O&G, Mineração, Construção Civil, Incorporação Imobiliária, Infraestrutura, Logística, Concessões, Instituições Financeiras, Agro, Alimentação, entre outros.

“Estou muito animado em fazer parte da Howden e contribuir para o fortalecimento da equipe de Seguro Garantia. Meu objetivo é promover a excelência operacional e desenvolver soluções que atendam às necessidades dos clientes, através do forte relacionamento técnico junto ao mercado segurador. Acredito que a combinação de conhecimento e inovação constante será fundamental para alcançarmos os melhores resultados neste setor tão dinâmico”, destaca Rodrigo Abdalla Brandão, em nota enviada.

Rodrigo passa a se reportar a Rogério Brito Reis, CPO da Howden Brasil, que destaca: “Reafirmando o nosso compromisso em proporcionar soluções estruturadas e inovadoras aos nossos clientes, estamos constantemente atentos à atração e retenção de talentos. O Seguro Garantia é uma vertical estratégica para a Howden Brasil e, em um curto período, conseguimos combinar talento com tecnologia, oferecendo ferramentas e serviços diferenciados”.

Com uma sólida experiência em várias áreas do setor de seguros, Rodrigo Abdalla se especializou na análise de crédito e na subscrição de riscos judiciais, tradicionais, estruturados e financeiros. Tem em seu histórico destaque na estruturação de grandes projetos nos setores de Construção Civil, Energia e Descomissionamento. Sua expertise também inclui a avaliação de capacidade financeira e de performance dos clientes, além de um conhecimento das regulamentações de órgãos como ANAC, ANEEL, ANP, ANTT e ARTESP. Também abrange a elaboração de pareceres técnicos detalhados sobre a viabilidade de projetos, com análise de fluxo de caixa, matriz de riscos e obrigações contratuais.

“Estamos sempre em busca de talentos que possam nos ajudar a manter o nosso diferencial competitivo e garantir que nossos clientes tenham acesso às melhores soluções do mercado. A chegada do Rodrigo reforça o nosso compromisso em trazer especialistas de alta qualidade para a Howden”, finalizou Andoni Hernández, CEO da Howden Brasil.

Crescimento das microempresas amplia mercado para seguro de vida em grupo, segundo Omint Saúde

O Brasil registrou um crescimento expressivo na abertura de microempresas (ME) em 2024, o que representa uma grande oportunidade para os corretores de seguros. De acordo com levantamento do Sebrae, com base em dados da Receita Federal, dos 4,1 milhões de novos pequenos negócios, 874 mil foram microempresas.

Esse número representa um aumento de 21% em relação a 2023.“Com o cenário favorável ao empreendedorismo no Brasil, os corretores de seguros têm uma excelente oportunidade para expandir suas vendas e oferecer soluções personalizadas que atendam às necessidades de empresas com quatro ou mais titulares”, afirma Marcell Guimarães, Gerente de Vendas do Canal Corporate da Omint Saúde. As empresas de pequeno porte (EPP) também registraram um crescimento de 16,5% no período, com a criação de mais de 190 mil novos negócios.

O setor de Serviços liderou a abertura de empresas, representando 60% dos novos registros, seguido pelo Comércio, com 25%. Indústria, Construção Civil e Agropecuária também tiveram uma participação expressiva, com 15% cada.Esse movimento reforça o potencial de expansão do seguro de vida em grupo, um produto estratégico para a sustentabilidade dos negócios.

“Com um excelente custo-benefício, ele pode ser facilmente combinado com o plano de saúde na oferta aos gestores de Recursos Humanos, o que contribui para a atração e retenção de talentos”, afirma Guimarães. O seguro de vida em grupo, além de proteger os colaboradores, é uma ferramenta fundamental para as empresas, garantindo maior segurança tanto para a empresa quanto para o funcionário, além de estar alinhado às boas práticas de ESG, evidenciando o compromisso da empresa com a governança corporativa.

Para o executivo, os empreendedores estão cada vez mais conscientes da importância de oferecer esse benefício. “Temos soluções adequadas a esse perfil de público, com coberturas e capitais diferenciados. Por isso, disponibilizamos nossos consultores para apresentá-las aos corretores”, finaliza Marcell.

Susep apresenta Relatório Final do Grupo de Trabalho “Política Nacional de Acesso ao Seguro”

Susep novos diretores

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou hoje em seu site o Relatório Final do Grupo de Trabalho (GT) “Política Nacional de Acesso ao Seguro”, constituído com o propósito de discutir e propor recomendações para aperfeiçoamento regulatório e para construção de estratégia institucional e de mercado destinada à criação da Política Nacional de Acesso ao Seguro. 

A Diretora de Infraestrutura de Mercado e Supervisão de Conduta, Júlia Normande Lins, coordenadora do GT, explica que o grupo se baseou na premissa inicial de que “o Sistema Financeiro Nacional deve ser funcional ao desenvolvimento econômico do País, possuindo contribuição expressiva enquanto instrumento de inclusão social e redução de desigualdades por meio da proteção financeira.”

Prevista no Plano de Regulação 2023/2024 da Susep, a criação do GT foi pautada, ainda, nas seguintes premissas:

  • que o Sistema Nacional de Seguros Privados deve ser estruturado de modo a promover o desenvolvimento equilibrado do País e a servir aos interesses da coletividade; 
  • que o controle do Estado se exercerá no interesse dos segurados e beneficiários do contrato de seguro; e 
  • que um dos objetivos da política de seguros privados é promover a expansão do mercado de seguros e propiciar condições operacionais necessárias para sua integração no processo econômico e social do país.

Constituído pela Portaria nº 8.324/2024, o GT estabeleceu um canal de interlocução e diálogo entre participantes do mercado em sentido amplo, como representantes de seguradores, segurados, corretores de seguro, resseguradores, insurtechs, especialistas e autoridades públicas, para a construção de diagnóstico capaz de impulsionar o acesso ao seguro, de forma quantitativa e qualitativa, a uma gama cada vez maior de cidadãos e empresas brasileiras.

Após a realização dos trabalhos, foi elaborado o Relatório Final, que traz um compilado de todas as discussões realizadas e das conclusões alcançadas depois de mais de 2 (dois) meses de reuniões.

A Diretora Júlia Lins afirma que, a partir das discussões técnicas havidas no curso das reuniões do GT, foi possível mapear as principais barreiras para o crescimento do seguro no país, bem como coletar propostas para ampliar o acesso ao seguro à população. “O Brasil tem um potencial enorme de crescimento para o mercado de seguros, mas, para alcançar o objetivo de impulsionar o acesso ao seguro ao maior número possível de cidadãos e empresas, precisamos traçar as estratégias corretas, sempre levando em conta que o constante diálogo com todos aqueles que compõem o mercado de seguros em sentido amplo é essencial para que seja dada concretude a qualquer estratégia”, concluiu Júlia.

O relatório final do Grupo de Trabalho “Política Nacional de Acesso ao Seguro” pode ser acessado no Site da Susep

Generali GC&C lança plano Next Level 2025-27

generali deixa russia

Fonte: Generali

Com base nos sólidos resultados do ciclo de três anos 2022-2024, incluindo mais de €2,9 bilhões em prêmios brutos emitidos e aumento da lucratividade em 2024, a Generali Global Corporate & Commercial (GC&C) lançou seu plano Next Level 2025-2027.   

Em linha com a estratégia “Lifetime Partner 27: Driving Excellence” do Grupo Generali, o novo plano a GC&C se concentra em impulsionar a excelência nos serviços ao cliente e fortalecer as capacidades internas. Para garantir uma execução eficaz, a GC&C está introduzindo uma estrutura organizacional simplificada e realiza nomeações em postos de liderança-chave.   

Plano de próximo nível GC&C 2025-27  

O plano GC&C 2025-2027 está centrado em três prioridades estratégicas: alcançar a excelência técnica por meio de análises avançadas de subscrição e expansão das ações de prevenção de perdas, reforçando a resiliência diante das mudanças climáticas e riscos emergentes; fortalecer a proposta de Programas Multinacionais e o segmento de Captive, com foco no cliente e na elevação da qualidade do serviço; e ampliar o portfólio de produtos, com destaque para soluções em Linhas Especiais, Cibernética, Transferência Alternativa de Risco e Paramétricas, além de expandir a presença geográfica, especialmente na Alemanha, Península Ibérica, América Latina e Ásia.

Para executar com sucesso as prioridades-chave e melhorar continuamente os serviços ao cliente, a Generali GC&C também otimizará seu modelo operacional e recursos digitais, incorporando uma mentalidade Next Level em toda a organização. A sustentabilidade continua sendo um fator-chave do crescimento, com um forte foco na adaptação e mitigação das mudanças climáticas.  

Para garantir uma execução eficaz, a Generali GC&C está fortalecendo sua atual equipe de gestão, estabelecendo uma nova estrutura organizacional que aproveita o talento e a experiência internos e externos.  

Liderada pelo recém-nomeado head de seguros da GC&C, Philippe Vezio, essa função se concentra em fornecer excelência técnica para impulsionar o crescimento lucrativo, mantendo a disciplina de subscrição e a coordenação em todas as geografias. Vezio traz mais de 30 anos de experiência internacional no setor de seguros para o Grupo Generali. Ele gerenciou responsabilidades de liderança em subscrição, sinistros e operações nos setores de P&C comercial e de varejo. Antes de ingressar na GC&C, Vezio ocupou o cargo  de CEO Adjunto e Diretor de Subscrição na Tokio Marine Asia. Dentro da função de Seguros, Michele Pignoli, atualmente responsável por Produtos e Soluções Paramétricas, expandirá sua gestão para incluir o negócio de Transferência Alternativa de Risco (ART). Pignoli assumirá o papel de head de ARTE e Parametria da GC&C.  
 
Negócios Multinacionais e Função Captive  

Liderado por Antonio Vianello, recém-nomeado head de Negócios Multinacionais e Captive da GC&C. Essa função foi criada para apoiar as crescentes necessidades de gerenciamento de risco de clientes globais e captive, integrando também soluções inovadoras para aprimorar a prestação de serviços GC&C globalmente. Vianello, aproveitando sua longa experiência em negócios e conhecimento de mercado, expandirá ainda mais a oferta centrada no cliente da GC&C para clientes globais no segmento de captive, integrando soluções de gerenciamento de risco e capitalizando a crescente demanda do mercado.  

Função de Pessoas e Operações   

Liderada por Nunzio Roberto Gagliardi, recém-nomeado head de Pessoas e Operações da GC&C, esta nova função integra todas as alavancas que abrangem Pessoas, Organização, Tecnologia e Processos para sustentar a transformação das formas de trabalho e do modelo operacional, ao mesmo tempo em que promove uma cultura de excelência. Gagliardi, que ocupou várias funções estratégicas em transformação organizacional, RH e gestão de mudanças, tanto na sede da Generali quanto anteriormente como consultor internacional de  gerenciamento sênior, também manterá sua posição atual de head de Pessoas e Organização da GC&C. Matthew Richardson foi nomeado head de Operações e TI do GC&C na função de Pessoas e Operações. Richardson começou sua carreira no departamento de TI da filial da Generali no Reino Unido e progrediu em várias funções de gerenciamento focadas em inovação digital e excelência operacional.  

Escritório do CEO da GC&C  

Liderada por Raluca Rusu, recém-nomeada head do Escritório do CEO da GC&C, esta nova função orientará e monitorará a execução do plano GC&C 2025-27
Next Level. Além disso, Rusu apoiará o CEO na coordenação de iniciativas estratégicas de GC&C em linha com o Grupo Generali. Rusu ingressa no Grupo com uma sólida experiência em consultoria estratégica no setor financeiro.Todas as funções acima mencionadas se reportarão diretamente ao CEO da GC&C, a partir de abril de 2025.  

“O plano GC&C 2025-27 Next Level tem alicerces em um sólido momento de crescimento. Superamos nossas metas 2022-24 com um recorde em 2024 e agora estamos acelerando em direção ao nosso objetivo: posicionar a GC&C como uma seguradora corporativa líder até 2030. Para isso, estamos expandindo nossa presença global, fortalecendo a excelência técnica e investindo em recursos digitais e de IA, agregando valor de longo prazo para nossos clientes, colaboradores e negócios. A excelência para nós não é apenas uma aspiração, é a mentalidade que sustenta nosso plano e impulsiona a melhoria contínua, a inovação e a responsabilidade compartilhada em todos os níveis da organização. Estou confiante de que nossa nova estrutura organizacional, combinada com o talento excepcional de nossa  equipe, será fundamental para levar a GC&C ao próximo nível. Tenho o prazer de dar as boas-vindas a Raluca e Philippe e estender meus melhores votos a Antonio, Roberto, Matthew e Michele em suas novas funções” , comenta Christian Kanu, CEO da Generali Global Corporate & Commercial.

Seguradoras apostam no transporte de cargas para voltar a crescer dois dígitos em 2025

Denise Bueno, para o especial de Logística do Valor Econômico

As vendas de seguro transporte no Brasil cresceram 6% em 2024, alcançando R$ 6,2 bilhões. O baixo nível de investimentos na economia, as mudanças regulatórias e as elevadas perdas causadas por sinistros relacionados a eventos climáticos explicam o desempenho inferior ao crescimento de dois dígitos observado nos últimos três anos. Ainda assim, especialistas mantêm um cenário otimista para 2025, com projeções novamente na faixa de dois dígitos.

“Investimentos em infraestrutura e logística, impulsionados pelo governo através de Parcerias Público-Privadas (PPPs) e concessões, devem melhorar significativamente a malha logística, aumentando o volume de cargas transportadas. A modernização das rodovias, portos e ferrovias tende a elevar a eficiência, reduzir riscos e, consequentemente, impulsionar a demanda por seguros de carga. A expansão industrial, especialmente no segmento de máquinas e insumos, estimula a busca por coberturas de seguros mais completas”, afirma Marcos Siqueira, diretor de transportes e equipamentos do grupo HDI.

Felipe Smith, diretor-executivo de produtos pessoa jurídica da Tokio Marine, segunda maior do segmento, acrescenta que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou previsão de aprovar até R$ 30 bilhões em financiamento para concessões rodoviárias em 2025. “Esse valor não apenas supera o ano passado como também reflete o potencial de crescimento desse setor no país.”

Adailton Dias, vice-presidente da Comissão de Transportes da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), destaca o aumento do comércio internacional e do e-commerce como importantes impulsionadores do mercado: “Esses fatores vão movimentar mais cargas, gerando oportunidades para o seguro”.

Apesar de algumas regulamentações apresentarem desafios, especialmente no seguro de responsabilidade civil (RC) do transportador, elas também diversificam a demanda. A Lei nº 14.599/2023, publicada em 2023, tornou obrigatório o seguro de RC para transportadores de carga, mas só foi regulamentada em setembro de 2024, consolidando em uma única norma os seguros de RC dos transportadores de carga dos diferentes modais existentes. Ela também estabeleceu a obrigatoriedade da contratação do seguro por desaparecimento de carga. “Em parceria com a CNseg [Confederação Nacional das Seguradoras], estamos criando um banco de dados que permitirá à Secretaria da Fazenda monitorar as apólices de seguros obrigatórios de RC, agora obrigatórias, e com isso estimamos um aumento de até 30% nas contratações de seguros de RC”, explica Dias.

Segundo Smith, apesar do cenário desafiador, que deve persistir ainda neste ano, há uma demanda crescente pelo seguro transporte, especialmente considerando a entrada da nova legislação, que cria oportunidades. Siqueira, da HDI, faz coro. “Essa obrigatoriedade garante que os segurados contratem os seguros necessários, protegendo as mercadorias contra acidentes e roubos, assegurando a continuidade da cadeia de abastecimento e evitando a falta de produtos.”

Além dos desafios econômicos e regulatórios, os eventos climáticos extremos vêm impactando significativamente o setor. “Os recentes episódios de incêndios e enchentes, especialmente no Rio Grande do Sul, causaram grandes perdas às seguradoras. Isso criou um ambiente mais restritivo para grandes transportadores e embarcadores, com relatos de clientes enfrentando aumentos expressivos de preços, chegando a até sete vezes mais que o valor pago no ano anterior, acompanhados por restrições na aceitação de riscos”, informa Roberto Schimith, CEO da Insert, corretora especializada que atendeu mais de 800 clientes e intermediou indenizações superiores a R$ 28 milhões em 2024.

A Sompo, líder no segmento com 17% de market share, reforça que o segredo da sustentabilidade no longo prazo é investir em prevenção e gerenciamento de riscos por meio de inteligência artificial (IA). “Tecnologias que identificam padrões de risco, previnem sinistros e ajustam preços com precisão são fundamentais. Isso reduz significativamente os riscos e a sinistralidade, tornando o seguro mais eficiente”, diz Tatiana Pinheiro Kusaba, superintendente de transporte da Sompo, que monitorou cerca de 230 mil viagens e cargas no valor de R$ 132 bilhões em 2024. No ano passado, a companhia emitiu mais de R$ 1,05 bilhão em prêmios de seguro de transporte, alta de 5,83% em relação a 2023.

“Tecnologias que identificam padrões de risco, previnem sinistros e ajustam preços com precisão são fundamentais. Isso reduz significativamente os riscos e a sinistralidade, tornando o seguro mais eficiente”, diz Tatiana Pinheiro Kusaba, superintendente de transporte da Sompo

Os corretores afirmam que a tecnologia é a grande aposta do setor. “Investimentos em segurança e prevenção tornam o seguro mais atrativo. Com o Proteção 360 Alper Cargo, reduzimos roubos em até 50% e acidentes em 20% para nossos clientes”, conta Denis Teixeira, sênior vice-presidente de transportes e logística da Alper Seguros. Diego Zanini, diretor comercial da Wiz Corporate, acrescenta que a análise preditiva e o monitoramento com câmeras e IA são essenciais para antecipar e prevenir riscos em tempo real. Não só do seguro transporte, mas também de outros seguros importantes para os operadores logísticos. “Eles também demandam seguro garantia, patrimonial, máquinas e equipamentos, entre outros”.

Caravelas ecológicas: inovação para despoluição de águas inicia piloto na Lagoa da Pampulha

Fonte: Zurich

Desde 04 de abril, quatro estruturas flutuantes inspiradas em barcos à vela repousarão sobre a Lagoa da Pampulha. Ao girar em torno do próprio eixo ao sabor dos ventos e das correntes, elas coletam dados sobre a qualidade da água e estimulam o crescimento de algas nativas, que desempenham um papel vital de oxigenação da água, de captura de CO₂e e de absorção de poluentes, como metais pesados e nutrientes em excesso.  

Criadas pela startup Infinito Mare, as Caravelas são uma Solução Baseada na Natureza (SbN) para monitorar e despoluir rios, baías, lagos, represas e outros corpos hídricos de água doce e salgada. O termo SbN significa que a caravela contempla soluções que mimetizam pmigos,rocessos naturais e que usam a natureza como um ator na eficiência, beneficiando a sociedade, a economia e o próprio meio ambiente.  

“As Caravelas são uma tecnologia que carrega séculos de sabedoria ancestral, de como diferentes povos ao longo de milênios já entendiam a água como um ser vivo, que se regenera por si mesmo. O poder das plantas de purificar é o nosso ponto de partida”, lembra Bruno Libardoni, oceanógrafo com Ph.D em geociências pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e CEO da Infinito Mare.  

Por meio de uma parceria estratégica entre a Infinito Mare e a Zurich Seguros, a Pampulha foi escolhida como o cenário ideal para a implementação da tecnologia — seja por sofrer com o derramamento de esgoto nos córregos que desembocam na Lagoa, seja por conta da poluição difusa arrastada pela água das chuvas. A escolha também levou em conta a importância histórica e cultural da Pampulha para Minas Gerais, cuja identidade está intimamente ligada a seus rios, lagos e cachoeiras. 

“Escolhemos trazer o projeto da Infinito Mare para Belo Horizonte por ser o berço de nossas atividades no Brasil, é um presente para a cidade. A Zurich é uma empresa que aposta na inovação, e queremos avaliar o poder das Caravelas como um instrumento prático e sustentável de despoluição das águas. Além disso as Caravelas são uma intervenção urbana e artística que cumprem um papel de conscientização da população, chamando a atenção para a importância da sustentabilidade e da preservação dos recursos hídricos”, pontua Lucía Sarraceno, diretora de Marketing, Clientes, Inovação e Sustentabilidade da Zurich. 

Espaço tradicional de lazer dos belorizontinos, a Lagoa da Pampulha começou a sofrer os impactos da urbanização e da poluição principalmente nos anos 1980. Criada na década de 1930 a partir do represamento do ribeirão Pampulha, hoje ela abriga o Conjunto Moderno da Pampulha, idealizado por Oscar Niemeyer nos anos 1940 como uma obra de arte que integra arquitetura e natureza. Tombado pelo IPHAN em 1997 e reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade pela ONU em 2016, o Conjunto é um dos principais cartões-postais do Brasil.  

“As Caravelas não são apenas uma intervenção ambiental, mas uma manifestação da nossa capacidade de integrar ciência, arte e natureza de maneira inovadora”, destaca Luciana Batista, COO da Infinito Mare.  

Mineira da cidade de Ipatinga, Luciana enxerga nesse retorno à capital onde viveu por anos uma oportunidade de ajudar a fortalecer a identidade mineira e sua relação com os cursos de água doce. “Para mim, retornar é uma chance de contribuir com a preservação desse patrimônio imaterial e material, oferecendo aos belorizontinos uma Pampulha mais limpa, mais conectada com sua história e com a sua alma”, diz.  

A tecnologia por trás das Caravelas 

Por meio da biorremediação com algas nativas, as Caravelas agem como ecossistemas flutuantes que, de forma natural e contínua, purificam a água ao absorverem nutrientes e poluentes. Inspiradas no comportamento da própria natureza, essas estruturas atuam como biomonitores ambientais que, além de limpar a água, possibilitam o monitoramento ambiental em tempo real. Na prática, as Caravelas funcionam como uma espécie de ímã que atrai o crescimento de algas nativas e promove a biodiversidade.  

Adaptáveis e facilmente transportáveis, as Caravelas criam um ambiente onde organismos nativos crescem formando uma turfa de algas. Vale ressaltar que a tecnologia não introduz químicos ou espécies exóticas e é indicada para corpos d’água que recebem esgoto e nutrientes em excesso, já que as algas também capturam fósforo e nitrogênio, prevenindo a eutrofização e a proliferação de espécies tóxicas.  

Colheitas periódicas das algas e análises dessa biomassa em laboratório garantem que a biorremediação possa ser controlada e continuamente estudada. Bruno Libardoni lembra que as primeiras análises permitirão entender como a Lagoa responderá à tecnologia e quantas Caravelas seriam necessárias para oferecer uma remediação mais efetiva.  

As colheitas das algas ainda podem alimentar a economia circular, já que a biomassa coletada pode virar matéria-prima para biofertilizantes, biogás, biocombustíveis e outros produtos de alto valor agregado. Nesse contexto, as Caravelas também se alinham aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.  

“A Caravela é como se fosse uma ilha que atrai poluição. Se esta ilha se conecta com outra ao lado, são duas Caravelas criando uma inteligência mais complexa sobre o ambiente”, acrescenta Libardoni, que enxerga neste pioneirismo uma saída economicamente viável, também, para a geração de créditos de carbono.  

Isso porque o cultivo de algas pode se apresentar como uma alternativa eficaz no que diz respeito à pegada de carbono. Ao longo de um ano, cada Caravela pode compensar até 1 tonelada de CO₂e — o equivalente ao compensado por seis árvores em 20 anos.  

Design poético e educativo  

Por trás da inovação existe um design poético e educativo. Idealizada por Bruno Libardoni, a Caravela foi desenhada pela equipe criativa da Furf Design Studio e recebeu em 2018 o maior prêmio de EcoDesign do mundo, o Top Innovation Award, em Guangzhou, na China.  

Com o objetivo de potencializar e de acelerar o crescimento das algas, sua rotação contínua oferece a quem observa a sensação de ver desde um barco à vela até uma imensa gota d’água. Enquanto geram curiosidade, esses diferentes olhares e significados trazem a pauta ambiental para o centro da conversa, cumprindo uma das missões da tecnologia: de educar e de conscientizar.  

A tecnologia foi instalada em tamanho real pela primeira vez em dezembro de 2024, durante o Tomorrow Blue Economy, em Niterói, evento dedicado ao empreendedorismo no contexto da Economia Azul. Hoje, uma Caravela está ancorada na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, onde coleta dados sobre a qualidade da água da Guanabara.  

O apoio da Zurich 

A relação entre a Infinito Mare e a Zurich se iniciou durante o último campeonato global de inovação da seguradora, o Zurich Innovation Championship, ocorrido em 2024, quando startups de todo o mundo foram convidadas a apresentarem as suas soluções para uma série de desafios enfrentados pela companhia, e foram avaliadas dentro de diversos critérios transversais, entre eles o da sustentabilidade.  

Vencedora da etapa nacional do campeonato, a solução proposta pela Infinito Mare foi vista como estratégica pela unidade de negócios brasileira. A princípio, a parceria entre as empresas levará quatro Caravelas para a Lagoa da Pampulha, onde ficarão por 3 meses, período no qual as duas empresas estudarão os impactos da tecnologia na despoluição da lagoa.  

“Além de estar em linha com a nossa estratégia de sustentabilidade, vemos a possibilidade de, no futuro, esta solução ajudar empresas ou instituições que atuem sobre a gestão de corpos hídricos, minimizando e prevenindo riscos. Será um período de aprendizado junto à Infinito Mare sobre a aplicabilidade dessa inovação nos negócios”, pontua Lucía. “A parceria também reforça o posicionamento da Zurich como uma empresa que busca a inovação para a solução de problemas complexos. Este é um objetivo totalmente conectado com a nossa marca, que visa uma nova geração de seguros, alinhada às necessidades da sociedade e do planeta”, finaliza a executiva. 

Serpro anuncia pregão eletrônico para seguro garantia com valor de R$ 300 milhões

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O Serpro, estatal de inteligência em governo digital, anuncia a abertura do Pregão Eletrônico nº 90331/2025, com o objetivo de contratar uma seguradora com abrangência nacional, sem a interveniência de corretor, para a prestação de serviços de seguro nas modalidades Seguro Garantia Judicial e Seguro Garantia Judicial para Execução Fiscal. A licitação será realizada no dia 29 de abril de 2025, a partir das 9h30, por meio do Portal de Compras.

A estatal federal de TI convida as seguradoras autorizadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) a comercializar o produto objeto da licitação a participarem do pregão eletrônico e a se tornarem parceiras da empresa. Os interessados devem analisar atentamente as condições estabelecidas no edital, disponível para download no referido portal.

A estratégia de contratação de seguradora para a emissão de apólice de seguro garantia judicial se fundamenta na busca de maior eficiência na gestão financeira empresarial, com possibilidade de preservação da disponibilidade de caixa durante o andamento de uma ação na Justiça.

Esta é uma oportunidade para colaborar com o aumento da eficiência de uma das principais empresas públicas de tecnologia e contribuir para resultados impactantes para a gestão da Empresa Nacional de Inteligência em Governo Digital e Tecnologia da Informação.

Objetivo da contratação

A contratação tem como objetivo substituir depósitos judiciais em dinheiro pelas apólices de seguro, proporcionando maior flexibilidade financeira e agilidade nos processos judiciais. A seguradora contratada será responsável pela emissão de quantas apólices forem necessárias durante a vigência do contrato, de no mínimo 12 e no máximo de 60 meses, respeitando a importância segurada máxima de até R$ 300.000.000,00. A importância segurada total é estimada, não havendo obrigatoriedade de emissão, a critério do Serpro.

O julgamento e seleção da vencedora da licitação se dará sob o critério de menor preço global e as propostas e lances devem ser cotados a partir do produto da taxa anual sob a importância segurada máxima e o prazo máximo de cinco anos, conforme previsto no edital.