Quem se interessa por seguro, previdência e capitalização, 92 páginas sobre o tema na revista Valor Financeiro, que circula encartada no jornal Valor Econômico desta terça-feira. A revista pode ser lida no portal do Valor, no ícone Revistas e Suplementos/anuários/Valor Financeiro. Boa leitura!
Dona de uma das maiores movimentações de negócios na bolsa desde a estreia, a BB Seguridade divulgou hoje seu primeiro balanço. O grupo registrou lucro líquido de R$ 472 milhões no primeiro trimestre, avanço de 53,5% sobre o mesmo período do ano passado. Excluindo efeitos extraordinários do período, o lucro ajustado teve alta de 5,3%, para R$ 454,9 milhões, segundo balanço divulgado nesta terça-feira.
Segundo nota divulgada, o resultado é fruto de um aumento de 42% na receita com juros de instrumentos financeiros “explicado pelo aumento do volume de recursos em caixa e equivalentes de caixa”. Também ajudou o crescimento de 18,8% no resultado do segmento de vida, habitacional e rural.
Veja abaixo a íntegra do comunicado
Lucro de R$ 472 milhões no primeiro trimestre
A BB Seguridade reportou lucro líquido de R$ 472 milhões no primeiro trimestre de 2013, crescimento de 54% quando comparado ao resultado do mesmo período de 2012.
O lucro ajustado, que desconsidera itens extraordinários, atingiu R$ 455 milhões no trimestre e registrou expansão de 5% sobre o resultado ajustado alcançado em igual período de 2012. O retorno ajustado sobre o patrimônio líquido médio do último trimestre foi de 35%.
O crescimento dos resultados decorre da expansão dos negócios, com redução da sinistralidade e redução nos índices combinados das coligadas do setor de seguros. Por outro lado, a expansão dos ganhos foi limitada pelo decréscimo no resultado financeiro dessas coligadas, resultado da queda nas taxas efetivas de juros na comparaç ão com o mesmo período de 2012, além do impacto negativo da marcação a mercado de títulos pré-fixados, em razão da elevação da expectativa de taxas de juros.
Distribuição: Resultado da BB Corretora foi de R$ 175 milhões
A BB Corretora, braço de distribuição da BB Seguridade no canal bancário, registrou lucro líquido de R$ 175 milhões no trimestre, registrando crescimento de 158% sobre igual período de 2012. As receitas de corretagem alcançaram R$ 388 milhões, alta de 21% em relação ao primeiro trimestre de 2012. Houve crescimento da receita de corretagem em todos os segmentos de negócios, com o segmento de pessoas, habitacional e rural se mantendo como a principal fonte de receita para a BB Corretora, com 49% do total das receitas de corretagem.
Faturamento com Seguros, Previdência e Capitalização foi de R$ 10,2 bilhões
O faturamento total das companhias coligadas à BB Seguridade, que inclui as receitas com seguros, previdência aberta e capitalização, registrou crescimento de 31% sobre o primeiro trimestre de 2012.
Previdência Aberta: Brasilprev apresentou receitas de R$ 6,1 bilhões
Neste trimestre, as receitas da Brasilprev cresceram 39% e atingiram R$ 6,1 bilhões. O lucro l íquido atingiu R$ 128 milhões, registrando crescimento de 0,3% sobre o mesmo período de 2012. O desempenho operacional, caracterizado pelo aumento das receitas e crescimento do resultado de previdência e seguros, teve como contrapartida um resultado financeiro 12% menor em relação ao mesmo período de 2012.
Capitalização: Brasilcap apresentou arrecadação de R$ 1,1 bilhão
A Brasilcap registrou lucro líquido de R$ 78,3 milhões no primeiro trimestre, evolução de 61% na comparação com igual período do ano anterior. No trimestre, houve queda relevante no resultado financeiro, efeito parcialmente compensado pelo crescimento do faturamento.
Prêmios de Seguros no valor de R$ 2,8 bilhões
Os prêmios de seguros de automóveis apresentaram 29% de crescimento. Os prêmios de seguros habitacionais cresceram 37%. Os seguros rurais registraram crescimento de 140%, sempre na comparação com igual período do ano anterior.
A BB Mapfre SH1, companhia focada em seguros de vida, prestamista, rurais e habitacionais, obteve um lucro líquido de R$ 177,5 milhões no trimestre, 19% maior em relação ao observado no mesmo período de 2012, impulsionado pelo crescimento do resultado das operações de seguros. O RSPL alcançou 28,4%.
A Mapfre BB SH2, focada em seguros de danos e patrimônio, registrou lucro líquido de R$ 24 milhões, que apresentou queda de 54% em relação ao mesmo período de 2012, em consequência da redução do resultado financeiro.
Tanto BB Mapfre SH1 quanto Mapfre BB SH2 apresentaram crescimento dos prêmios ganhos e redução da sinistralidade, o que se refletiu em melhoria no índice combinado das duas companhias. O índice combinado da SH1 apresentou redução de 84,0% para 77,3% na comparação entre o primeiro trimestre de 2013 e 2012, e o mesmo índice da SH2 registrou queda de 99,9% para 98,6%. Se considerado o desempenho conjunto das duas companhias, o índice
apresentaria melhora de 94,0% para 90,4%.
Com atuação anteriormente discreta, a seguradora Allianz resolveu marcar de vez o seu território no Brasil. Depois anunciar que vai batizar com o seu nome o novo estádio do Palmeiras, a companhia alemã segue deixando marcas por São Paulo, cidade que concentra metade do mercado de seguros do país.
A seguradora vai patrocinar a iluminação artística do Theatro Municpal, um dos cartões postais de São Paulo, com as cores da Allianz: branco e azul e também vermelhas, verdes e amarelas, que representam as bandeiras da Alemanha e o Brasil. Ação é uma homenagem da Allianz para abertura do ano da Alemanha no Brasil.
O responsável pela ação é o artista de Hamburgo, Michael Batz, vai usar cerca de 250 lâmpadas e 300 metros quadrados de plástico transparente colorido para sua instalação. A iluminação especial poderá ser vista nos dias 13 e 14 de maio, a partir das 18 horas.
“O patrocínio da Allianz coroa as festividades entre os dois países em um marco cultural da cidade de São Paulo, o Theatro Municipal. Este evento reunirá as principais lideranças empresariais e políticas dos países, incluindo o presidente da Alemanha, Joachim Gauck”, afirma o diretor de Relações Institucionais da Allianz Seguros, Ingo Dietz.
Michael Batz já mostrou seus premiados projetos luminosos em Salzburg, Florença, Xangai, Colônia, Düsseldorf, Frankfurt e Berlim. Durante a Copa do Mundo de 2006, ele iluminou o Reichstag, o prédio do parlamento alemão em Berlim, e os telhados da cidade de Hamburgo. “BLUE PORT”, a espetacular iluminação do porto de Hamburgo, acontece como uma bienal.
O Paraná Banco informou que o retorno com as operações de seguros contribuiu com 17,2% do resultado consolidado da instituição, que registrou lucro líquido contábil de R$ 39,5 milhões no primeiro trimestre do ano, o que representa um aumento de 6,7% na comparação com o resultado do mesmo período em 2012. O lucro líquido da JMalucelli Seguradora foi de R$ 9,22 milhões no primeiro trimestre, alta de 35,3% sobre o mesmo período do ano passado e de 9,9% em relação ao último trimestre de 2012.O volume de prêmios emitidos, incluindo seguro DPVAT e garantia, foi de R$ 75,4 milhões, 28,3% superior ao dos últimos três meses do ano passado.
Desafios Econômicos e Jurídicos da Saúde Suplementar é o tema do evento do dia 15
A FenaSaúde realiza, no dia 15 de maio, no Hotel Atlântico Business, no Rio de Janeiro, o workshop “Encontro FenaSaúde e Imprensa – Desafios Econômicos e Jurídicos da Saúde Suplementar”.
Tendo os jornalistas como público alvo, o evento terá início às 9h30 com café de boas-vindas, seguido de apresentação do presidente da FenaSaúde, Marcio Coriolano. Posteriormente, falarão o consultor em Seguros e Previdência da Price waterhouse Coopers Carlos Eduardo Silva Teixeira, sobre conceitos básicos do seguro saúde, e a professora da Universidade Paulista – UNIP Angélica Carlini, sobre o panorama da judicialização no setor.
Antes do almoço, que será servido às 12h50, o diretor-executivo da FenaSaúde José Cechin abordará a questão dos custos crescentes e o impacto nas operadoras de planos de saúde no Brasil.
A Tokio Marine Seguradora comemora o excelente desempenho do seguro Auto Frota no início deste ano. O produto apresentou significativo crescimento em todas as regiões, com destaque para Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e Centro Oeste. No total, a companhia fechou o primeiro quadrimestre com produção de mais de R$42 milhões no ramo, com crescimento em prêmios emitido de 20,5% superior ao obtido no mesmo período de 2012. Atualmente, a produção do Auto Frota corresponde a 11% do prêmio da carteira de Auto da Seguradora.
“O desempenho é resultado dos investimentos da Tokio Marine no aprimoramento de serviços e, também, dos diferenciais do produto. Estamos muito satisfeitos com os resultados e temos boas perspectivas para este ano”, afirma o Diretor Executivo de Massificados, Marcelo Goldman.
De acordo com o executivo, a Seguradora oferece ao mercado uma solução completa, com a possibilidade de customização adequada às necessidades de cada cliente. O Seguro Auto Frota Tokio Marine contempla assistência completa e VIP, com opção de quilometragem ilimitada de reboque para veículos de passeio e pick-ups, e customização como coberturas de blindados e serviço de vidros e, ainda, opções de troca de retrovisores, faróis e lanternas.
O seguro personalizado pode ser contratado por empresas com seis ou mais veículos. Além disso, o pagamento pode ser realizado em até sete vezes sem juros, o que garante mais comodidade aos clientes.
O Grupo Segurador JMalucelli inaugura nova sede em Porto Alegre no próximo dia 15, buscando ampliar sua atuação e ganhar mais visibilidade no mercado espaço, alia conforto e modernidade para melhor atender corretores e clientes.
Na ocasião, será lançado o JM Empresarial PME, produto voltado ao segmento de comércio e serviços, além de comemorar o 18° aniversário da Seguradora de Garantia. A nova sede fica na Avenida Carlos Gomes, 222, no Bairro Auxiliadora, em Porto Alegre.
As cinco empresas do Grupo Segurador JMalucelli: JMalucelli Participações, Seguros e Resseguros, JMalucelli Controle de Riscos, JMalucelli Seguros, JMalucelli Resseguradora e JMalucelli Seguradora.
A Brasil Insurance comprou o controle da paulistana Omega Corretora, que movimenta prêmios anuais de R$ 20 milhões, com a venda de apólices de benefícios, como saúde, vida, viagem e dental. O valor a ser pago é de R$ 13 milhões, dos quais 40% serão pagos em dinheiro e o restante em ações da Brasil Insurance, informou a empresa em comunicado ontem. Esta é a 21a. aquisição da holding de corretores listada em bolsa, com investimentos de R$ 375 milhões.
A Generali divulgou lucro líquido de € 603 milhões (U$ 792 milhões) no primeiro trimestre de 2013, 6,3% acima dos € 567 milhões no mesmo período de 2012. O CEO mundial, Mario Greco, afirmou ser o melhor resultado do grupo em quatro anos. O segmento de seguros gerais registrou melhora de 1,8 ponto percentuais no índice combinado, para 93,6%.
O crescimento do lucro veio apesar de uma queda de 5% nos prêmios ganhos, para € 16,2 bilhões e uma queda de 11,5% no total das receitas, para € 22,3 bilhões. A redução nas receitas foi compensada por uma queda de € 3 bilhões em despesas para € 21,3 bilhões. Ao assumir a empresa em agosto de 2012, Greco revelou planos de vender, no valor de € 4 bilhões, ativos não ess enciais como parte de seu plano de recuperação. A empresa está em processo de venda da operação de vida nos EUA. A francesa SCOR e a americana RGA estão competindo para comprar a resseguradora da Generali. “Estamos nos estágios iniciais de nossa jornada e estamos no caminho certo para entregar nossas meta”, disse Greco em comunicado.
Apesar de não citar o Brasil, país visitado recentemente e que conhece muito bem por ter sido o CEO da América Latina da Zurich, Greco tem boas as expectativas com a operação local, comandada pelo português, responsável pelo início das operações do Lloyd`s of London no Brasil, José Ribeiro, que assumiu a presidência da Generali no Brasil há quase um ano. “Nossa meta é atingir R$ 1 bilhão em receita até o fim de 2014”, promete ele, que quer reduzir o gap de ser uma das maiores do mundo e uma das menores do Brasil.
Para conquistar tal meta, Ribeiro arrumou a casa, contratou novos executivos, se desfez de contratos deficitários e definiu como estratégia “pescar num mar com menos pescadores”. Segundo ele, o foco é criar produtos diferenciados e atuar em segmentos com poucos competidores, transformando riscos ruins em bons negócios. “Para tudo há um preço. Riscos ruins podem ser bons riscos se forem bem gerenciados”, diz. A equipe já está em busca de riscos que hoje não encontram coberturas para serem estudados e precificados.
O grupo também ousou em absorver as carteiras de seguro de carros das cooperativas, conhecidas como “seguro pirata”no mercado. A Susep vem fechando o certo às cooperativas, pois elas atuam como seguradoras sem serem fiscalizadas e reguladas. Diante disso, a Generali aproveita o momento e, por meio de parceria com associações, fez sua atuação em seguro de carro praticamente crescer 100% em 2012 em massificados, avanço liderado por automóveis. “Em 2013 vamos crescer 100% também, comprando as carteiras das associações. Começamos por Minas Gerais, mas vamos avançar em todo o Brasil. É um mercado imenso, com mais de 2 milhões de itens”, assegura o CEO da Generali no Brasil.
Já os riscos corporativos ficaram estáveis, em razão da limpeza feita na carteira.Mas a expectativa é grande para os próximos anos. O grupo renegociou contratos de resseguro, triplicando a capacidade para assumir riscos, para atender mais rapidamente as demandas de grandes e médios riscos e já se preparou para conquistar boa parte das micro e pequenas empresas com contratos sob medida. Além disso, o grupo vai buscar clientes mundiais da Generali presentes no Brasil, o que deverá ajudar a fortalecer o grupo localmente, uma vez que a seguradora é uma das maiores do mundo.
Microsseguro é uma área nova no Brasil e que requer muito investimento, segundo Ribeiro. Por isso, o projeto de entrar nesse segmento deverá aguardar um pouco mais. Pelo menos até a seguradora atingir o break even, ou seja, a dar lucro no Brasil. “Em 2013 vamos reverter o prejuízo em lucro”, aposta. Em 2012, a companhia registou uma receita com prêmio de seguro de R$ 433 milhões, avanço de 42,4% em relação ao ano anterior. A seguradora, porém, apresentou um prejuízo de R$ 45,5 milhões no período. O índice combinado sinaliza que em 2013 a situação deve melhorar, ao recuar dez pontos, para 78%, de 2011 para 2012.
O grupo italiano também pretende trazer ao Brasil inovações, tanto para clientes como para corretores, o principal canal de distribuição da companhia. “Sem inovação é praticamente impossível crescer num mercado tão concorrido”, reconhece. Neste ano, o grupo pretende abrir 22 escritórios de atendimento ao corretor, em mercados onde nunca atuou, do Nordeste ao Sul do Brasil. Por enquanto, a meta é crescer de forma orgânica. Porém, bons negócios serão sempre analisados, informa Ribeiro.
Um dos projetos pilotos vem sendo testado na Itália e outros importantes países em que está presente, como o “pay how you driver”. Trata-se de um seguro de carro calculado de acordo com o modo de dirigir da pessoa, já usado na Itália e Inglaterra. Um chip armazena dados como brecadas bruscas, velocidade entre outros, gerando um valor de seguro mais adequado ao tipo de motorista. Obviamente beneficia os bons motoristas, alvo de todas as seguradoras.Quem pouco usa o carro também será beneficiado, pois a quilometragem rodada tem importante peso na precificação.
A Mongeral Aegon, uma das dez maiores seguradoras independentes do Brasil, promove um intercâmbio diferenciado para os brasileiros que cursam MBA no exterior. Durante os três meses das férias de verão nos países em que estudam, alunos de grandes universidades estrangeiras, como University of Navarra – IESE Business School, na Espanha, Duke University – Fuqua School of Business e University of Pennsylvania – The Wharton School, nos Estados Unidos, trocam o descanso por um contrato de trabalho temporário na sede da seguradora, por meio do programa Summer Job.
“O objetivo é permitir que esses brasileiros, em curso de especialização no exterior, coloquem em prática esse conhecimento diferenciado que estão absorvendo em sala de aula, importando o know hall adquirido aos projetos estratégicos nos quais atuarão em nossa companhia. destaca a gerente de RH, Luciana Rosa.
Para o superintendente financeiro da Mongeral Aegon, Cláudio Pires, que será um dos primeiros gestores a receber um profissional vindo de fora, a expectativa é grande. “É interessante poder contar com o conhecimento de um profissional que chega à empresa trazendo a experiência adquirida em algumas das maiores universidades do mundo”.
O programa começou a ser estruturado no final de 2011 e, no ano passado, foram promovidos encontros com os alunos das universidades. Os interessados participaram de uma seleção que incluiu desde a análise do currículo até uma entrevista, feita por videoconferência, com os profissionais da seguradora. A depender do desempenho, os profissionais têm possibilidade de efetivação após a conclusão do curso.
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