O CVG-SP receberá em seu tradicional almoço o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNseg), Marco Antonio Rossi. O evento será realizado dia 22 de maio, na Sala Panorama do Terraço Itália, em São Paulo, a partir das 11h45. Na ocasião, Rossi apresentará palestra abordando o tema “Perspectivas e Oportunidades do Mercado Segurador frente aos Novos Consumidores”.
Atual presidente da Bradesco Seguros e ex-presidente da FenaPrevi, Rossi foi empossado presidente da CNseg em cerimônia realizada dia 7 de maio, em Brasília (DF). Ele sucede Jorge Hilário Gouvêa Vieira.
Trajetória profissional
Marco Antonio Rossi é presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), diretor-presidente do Grupo Bradesco de Seguros, diretor vice-presidente do Banco Bradesco, Conselheiro da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), membro efetivo da Geneva Association – International Association for the Study of Insurance Economics. Possui MBA em Altos Estudos de Estratégia e Geopolítica pela Faculdade Armando Álvares Penteado (FAAP), pós-graduação em Gestão do Cliente e formação em Marketing, ambos pela Universidade Paulista. Atuou na Bradesco Vida e Previdência desde a sua fundação.
Inscrições: diretamente no site www.cvg.org.br, menu “Eventos”, sub-menu “Agenda”, ou pelo e-mail c…@cvg.org.br. Informações: telefones (11) 3331-9313 e (11) 9.6308-0220. Vagas limitadas.
Investimento: R$ 100,00 para fundadores, funcionários/colaboradores de seguradoras associadas ao CVG-SP e corretores de seguro (prestigiando os corretores, para este evento o CVG-SP equivalerá os mesmos à condição de associados). R$ 150,00 para os demais participantes.
O Grupo Petrópolis, segundo maior do setor cervejeiro no país e maior companhia 100% brasileira de bebidas, dá continuidade aos investimentos no futebol e patrocina mais uma grande arena multiuso no Nordeste: a Itaipava Arena Pernambuco. O primeiro jogo profissional sediado no estádio acontece no próximo dia 22 de maio com um amistoso entre Náutico, clube pernambucano que passará a mandar seus jogos na arena a partir de julho, e Sporting Clube de Portugal, um dos times mais tradicionais de Portugal, responsável por revelar Cristiano Ronaldo para o futebol mundial.
A Itaipava Arena Pernambuco, que será sede de jogos da Copa das Confederações e da Copa do Mundo, é a segunda arena a assinar um contrato de naming right com a marca – a primeira foi a Itaipava Arena Fonte Nova, na Bahia. Para ter o privilégio, o Grupo Petrópolis investirá R$ 10 milhões por ano, por 10 anos – mesmo valor negociado com o estádio baiano. O contrato concede à Itaipava e TNT Energy Drink o direito de comercialização de energéticos e cerveja sem álcool com exclusividade em todos os bares e restaurantes do equipamento, além de possibilitar várias ações de marketing planejadas pela empresa com os torcedores.
Segundo Douglas Costa, diretor de mercado do Grupo Petrópolis, o fato mostra o comprometimento da companhia em apoiar o futebol. “Na condição de empresa 100% brasileira, queremos contribuir para profissionalizar a gestão dentro do esporte mais popular do país. O modelo das novas arenas incentiva uma gestão moderna e eficiente, assim como favorece um tratamento diferenciado aos torcedores”, afirma. “Mesmo para os objetivos da marca na região, o investimento será eficiente apenas se o estádio for bem aproveitado, o que beneficia diretamente o futebol nordestino. Por isso estamos fazendo esses investimentos”, explica.
Outro fator destacado por Costa é o fato da Itaipava Arena Pernambuco ser uma estrutura multiuso. “Reconhecemos a importância de Pernambuco e sua vocação para eventos de grande porte e seu potencial turístico. Colocar uma estrutura a serviço de grandes eventos culturais vai favorecer ainda mais o desenvolvimento da região e sua inserção na agenda dos grandes acontecimentos mundiais e impulsionar o turismo”, afirma.
Para o presidente da Itaipava Arena Pernambuco, Sinval Andrade, a assinatura do contrato consolida uma tendência e demonstra a confiança do mercado no modelo de Parceria Público Privada, assim como no potencial da Odebrecht Properties na operação da arena.
O Grupo Petrópolis está construindo uma fábrica em Itapissuma, a 45 km de Recife, que será inaugurada em 2014. Com investimentos calculados em R$ 1,1 bilhão, serão gerados 500 empregos diretos e 3 mil indiretos após inauguração da unidade fabril pernambucana. “Estamos dispostos a fazer mais do que oferecer nossos produtos. Queremos contribuir para o desenvolvimento socioeconômico e cultural da região direcionando nossos investimentos para o país”, diz Costa.
Naming Rights
O modelo de patrocínio por naming rights é utilizado em todo o mundo. Consiste na cessão de direitos ao anunciante sobre o nome de determinada propriedade, seja ela o título de um campeonato, evento ou arenas e estádios.
Bastante difundida em países europeus e nos Estados Unidos, a prática é recente em estádios no Brasil – antes da taipava Arena Pernambuco e da Itaipava Arena Fonte Nova, o único caso foi registrado em 2005, quando o Atlético Paranaense cedeu o direito de uso do nome do seu estádio Arena da Baixada, que ficou conhecido como “Kyocera Arena”. Recentemente a seguradora Allianz também já anunciou a compra do naming right da futura arena do Palmeiras, em São Paulo.
No mundo, são conhecidas as parcerias como a do clube Arsenal de Londres com a companhia aérea Emirates (Emirates Stadium), do Stutgart com a montadora automotiva Mercedes-benz (Mercedes-Benz Arena), da seguradora Allianz com o Bayern de Munique (Allianz Arena), o estádio de beisebol americano, batizado com o nome da cervejaria Miller (Miller Park), dentre outros.
O mercado de previdência complementar aberta arrecadou R$ 18,9 bilhões no primeiro trimestre de 2013. O volume de novos recursos que ingressaram no sistema é 26,83% superior aos R$ 14,9 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior segundo dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 22 seguradoras e 13 entidades abertas de previdência complementar no país.
A previdência privada aberta é uma das principais alternativas de investimentos de longo prazo para garantir aposentadoria complementar à da Previdência Social. Essa modalidade de investimento conta com aproximadamente 12 milhões de contratos ativos. Cerca de 131,9 mil já usufruem dos benefícios (aposentadoria, pecúlio, pensão, renda por invalidez e renda a menores).
Com o desempenho da previdência complementar aberta no primeiro trimestre, a carteira de investimentos do sistema alcançou o patamar de R$ 348,3 bilhões, alta de 22,78% na comparação com os R$ 283,7 bilhões registrados nos primeiros três meses de 2012. No primeiro trimestre de 2013, a carteira de investimento do VGBL expandiu 28,88% e acumulou R$ 219,4 bilhões. Já a carteira do PGBL somou R$ 75,6 bilhões, consolidando crescimento de 10,92%. Por fim, a carteira dos planos tradicionais passou de R$ 44,7 bilhões para R$ 52,7 bilhões, alta de 17,92%.
Na análise por produto, os planos individuais foram o destaque com arrecadação de R$ 16,9 bilhões, volume 33,16% superior ao trimestre de 2012. Os planos para menores registraram aportes de R$ 425,4 milhões (R$ 448,1 milhões, no trimestre de 2012). Já os planos empresariais contabilizaram R$ 1,5 bilhão em novos depósitos nos três primeiros meses. No mesmo período do ano passado, essa modalidade acumulou R$ 1,7 bilhão.
Desempenho por plano (VGBL e PGBL)
Segundo a FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) na avaliação por tipo de plano, a carteira do VGBL, modalidade indicada para quem declara o IR pelo modelo simplificado, foi a que obteve melhor desempenho. A modalidade registrou R$ 16,4 bilhões em novos depósitos (crescimento de 32,20%, frente ao primeiro trimestre de 2012). Já o PGBL, recomendado para os participantes que declaram o IR pelo formulário completo, registrou depósitos de R$ 1,6 bilhão, leve alta de 0,36%. Por fim, a arrecadação dos planos tradicionais apresentou queda de 1,67%, passando de R$ 826,5 bilhões no primeiro trimestre de 2012 para R$ 812,7 bilhões no mesmo período em 2013.
Ranking das Empresas – Carteira de Investimentos (R$ 348,3 bilhões)
A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking no período com 32,73% do total das reservas; Itaú Vida e Previdência (24,33%); BrasilPrev Seg. e Previdência (20,76%); Zurich Santander Seg. e Prev. (6,10%); Caixa Vida e Previdência (5,74%); HSBC Vida e Previdência (3,24%); Icatu Seguros (1,99%); Sul América Seg. e Previdência (1,25%); Safra Vida e Prev. (0,86%); Porto Seguro Vida e Prev. (0,68%). As demais entidades somam, no total, 2,32% da carteira de investimentos.
Provisões
As provisões (recursos acumulados pelos titulares dos planos do sistema de previdência complementar aberta) apresentaram saldo de R$ 337 bilhões e alta de 22,07% no primeiro trimestre. No mesmo período do ano anterior, as provisões totalizaram R$ 276,1 bilhões. As provisões do VGBL tiveram o crescimento mais expressivo no período (alta de 28,48%), passando de R$ 170,8 bilhões para R$ 219,4 bilhões.
As provisões dos planos PGBL cresceram 12,61%, no período, passando de R$ 67,2 bilhões para R$ 75,6 bilhões. As reservas de planos tradicionais, por sua vez, passaram de R$ 37,5 bilhões para R$ 41,4 bilhões, no período, alta de 10,22%.
Com relação a market share, os planos VGBL mantiveram a liderança no volume de provisões entre os planos de caráter previdenciário, com 65,10% do total, seguidos pelos PGBL, com 22,46% do volume total de provisões, enquanto os planos tradicionais contaram com 12,28% do volume total de provisões. Outros produtos – incluindo os FAPI – completam a equação, com 0,15%.
Resultado Mensal (Março de 2013)
Na avaliação mensal, a arrecadação expandiu 15,76% e registrou R$ 6,5 bilhões. Os planos individuais receberam 5,9 bilhões em novos aportes (alta de 17,84%), os planos empresariais R$ 530,8 milhões (2,95% superior) e os planos para menores R$ 141 milhões, com recuo de 9,09%. No mês de março, o VGBL respondeu por R$ 5,7 bilhões dos novos depósitos e o PGBL por R$ 560,7 milhões.
O mercado de seguros de pessoas fechou o primeiro trimestre do ano com arrecadação de R$ 6,2 bilhões, alta de 17,02% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o setor movimentou R$ 5,3 bilhões. No primeiro trimestre o setor pagou cerca de R$ 1,4 bilhão em indenizações aos segurados, volume 19,75% superior ao registrado no mesmo intervalo de 2012. Os dados são da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 74 empresas que comercializam produtos de seguros de pessoas e previdência complementar aberta.
O segmento de seguros de pessoas engloba produtos como seguro prestamista, educacional, seguros de vida individual e em grupo, seguro viagem, entre outros. O seguro viagem, que cobre acidentes, extravio ou perda de bagagens, despesas hospitalares e médicas de viajantes no Brasil e no exterior, fechou o período com 22,1 milhões em arrecadação, expansão de 76,41%.
O segundo seguro com maior crescimento relativo foi o seguro funeral, que prevê cobertura, em caso de falecimento, das despesas com o sepultamento do segurado. Essa modalidade registrou R$ 58,9 milhões no primeiro trimestre, alta de 58,59% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Já o seguro prestamista, proteção financeira comercializada pelas seguradoras, principalmente, em parceria com redes de varejo, foi outro produto com desempenho positivo no período. A modalidade somou R$ 1,5 bilhão, 30,88% superior aos R$ 1,2 bilhão registrado nos três primeiros meses de 2012. O desempenho deve-se ao maior volume de vendas parceladas, principalmente no varejo. O seguro de vida, produto de maior participação no mercado de seguros de pessoas, fechou o primeiro trimestre do ano com R$ 2,8 bilhões em arrecadação, um crescimento de 14,41%.
Ranking. No ranking das seguradoras, segundo a FenaPrevi, a liderança ficou com o Grupo BBMapfre, com 17,25%. Em segundo lugar, ficou o Bradesco, com 16,43%. Zurich Santander Brasil, Itaú Unibanco e Caixa Econômica Federal vieram a seguir, com 14,29%, 12,29% e 5,89%, respectivamente.
Autoriza a alienação de ações do IRB-Brasil Re, pela União, para o BB Seguros Participações S.A e a integralização de cotas dos fundos garantidores de que tratam os arts. 27 e 32 da Lei nº 12.712, de 30 de agosto de 2012.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso VI, alínea “a”, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 6º, caput, inciso II, alínea “b” da Lei nº 9.491, de 9 de setembro de 1997, no art. 1º, caput, inciso I, da Lei nº 12.380, de 10 de janeiro de 2011, e nas Resoluções CND nº 3, de 7 de abril de 2011, e CND nº 3, de 16 de janeiro de 2013, do Conselho Nacional de Desestatização,
D E C R E T A:
Art. 1º Fica a União autorizada a alienar duzentas e doze mil, quatrocentas e vinte e uma ações ordinárias representativas do capital social do IRB-Brasil Resseguros S.A. – IRB-Brasil Re ao BB Seguros Participações S.A., uma vez atendidas as condições estabelecidas no inciso I do caput e no § 1º do art. 1º da Lei nº 12.380, de 10 de janeiro de 2011.
Art. 2º Fica autorizada, a critério do Ministro de Estado da Fazenda, a integralização de cotas dos fundos garantidores de que tratam os arts. 27 e 32 da Lei nº 12.712, de 30 de agosto de 2012, mediante a transferência de ações ordinárias de emissão do IRBBrasil Re, excedentes ao necessário para a participação da União no grupo de controle por acordo de votos.
Art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 16 de maio de 2013; 192º da Independência e 125º da República.
A SulAmérica, maior grupo segurador independente do país, anunciou que o International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial, comprou parte das ações do ING na Sul América S.A. (BM&FBovespa: SULA11) por aproximadamente R$ 400 milhões e passará a deter uma participação de 7,9% na companhia. A participação direta do ING na SulAmérica cairá de 21,2% para 13,6%.
Os entendimentos entre a SulAmérica, o ING e o IFC incluem a possibilidade de o IFC indicar um membro para o conselho de administração da companhia, o que permitirá que o IFC possa compartilhar de forma mais efetiva sua grande experiência no desenvolvimento de produtos e serviços em mercados emergentes. O IFC é a maior instituição de desenvolvimento voltada para o setor privado nos países em desenvolvimento e atua com o objetivo de auxiliar empresas e instituições financeiras presentes em mercados emergentes a criar empregos, gerar receitas e aprimorar práticas de governança corporativa e sustentabilidade, além de se posicionar como investidor de longo prazo.
“Nós entendemos que o ingresso do IFC como acionista da SulAmérica é muito positivo e sinaliza que o novo investidor reconhece nossas práticas de governança corporativa e iniciativas de sustentabilidade empresarial, além de confiar no posicionamento estratégico da companhia e no potencial de desenvolvimento dos mercados nos quais a empresa atua”, afirma o presidente do Conselho de Administração da SulAmérica, Patrick de Larragoiti Lucas.
Para o diretor do IFC para Mercados Financeiros da América Latina, África e Caribe, Paolo M. Martelli, o investimento na SulAmérica é consistente com o foco da instituição na promoção do acesso ao seguro, em particular, o seguro saúde, que o IFC avalia como essencial para melhorar a qualidade de vida e inclusão social, especialmente em países em desenvolvimento. “Também valorizamos o amplo alcance geográfico da empresa atendendo a corporações e indivíduos não apenas em regiões desenvolvidas do Brasil, mas também naquelas áreas onde os níveis de penetração de seguros ainda são menores.”
O ING é acionista da SulAmérica desde 2002, e a operação que foi anunciada é parte do plano de reestruturação e desinvestimento das atividades de seguros e gestão de ativos do ING, conforme acordo que celebrou com a Comissão Europeia em 2008.
O BB Microsseguro Proteção Pessoal, primeiro produto dessa modalidade de seguro do grupo BB e Mapfre para as vendas exclusivas no Banco do Brasil. Esse produto, que começou a ser comercializado em 16/05/2013, garante o reembolso das despesas de funeral do segurado ou de seu cônjuge e filhos, dependendo do plano, e se, ele preferir, garante a prestação desse tipo de serviço.
Assegura também a cobertura para riscos de morte acidental e internação hospitalar por acidente, nesses casos, apenas para o segurado titular. Em todos os casos os valores de indenização são limitados ao valor contratado pelo seguro.
São quatro os planos do BB Microsseguro Proteção Pessoal:
· Plano Individual I – a partir de R$ 6 mensais, garante reembolso de despesas com funeral de até R$ 3 mil e cobertura por morte acidental do titular de R$ 10 mil para os beneficiários.
· Plano Individual II – a partir de R$ 6,34 por mês, inclui as mesmas coberturas e 45 diárias de R$ 50,00 por internação hospitalar devido a acidente do segurado titular.
· Plano Familiar I – a partir de R$ 11 mensais, garante reembolso de despesas com funeral de até R$ 3 mil para o titular, cônjuge e filhos e cobertura por morte acidental de R$ 10 mil para o titular.
· Plano Familiar II – a partir de R$ 11,34 por mês, inclui as mesmas coberturas e 45 diárias de R$ 50,00 por internação hospitalar devido a acidente do segurado titular.
O BB Microsseguro Proteção Pessoal inclui também Assistência Cartão Alimentação, que, em caso de morte do titular, dá ao beneficiário um cartão alimentação com recargas de crédito de R$ 100 mensais por seis meses; e Assistência Psicológica, que oferece atendimento em situações de forte impacto emocional, como luto, perdas, acidentes, doenças graves, aposentadoria e envelhecimento. Essa assistência deve servir como auxílio a beneficiários caso o titular passe por uma dessas situações.
“Este microsseguro representa um avanço não só no setor, mas principalmente para a economia popular e para o bem estar de pessoas, que, de outra forma, não teriam acesso a benefícios fundamentais, como auxílio-funeral e diárias de internação”, avalia Bento Zanzini (foto), diretor geral de Risco de Pessoas do BB e Mapfre.
O BB Microsseguro reserva ainda mais um benefício: ao contratá-lo, os segurados podem participar de 02 sorteios mensais em dinheiro no valor de R$ 5000,00 cada, lastreados por títulos de capitalização da Brasilcap Capitalização S.A., processo SUSEP 15414.900356/2013-83. Para isso, basta que o segurado esteja com os pagamentos em dia. Os sorteios são feitos pela Loteria Federal.
Novo executivo para cuidar de seguros massificados no Itaú Unibanco. Respondendo a Márcio Schettini, vice-presidente do banco responsável por financiamento de automóvel, imobiliário, cartões e seguros, Fernando Teles, vindo da área de cartões, será o responsável por cumprir as metas traçadas pelo banco de avançar em 2013 com a penetração de produtos na base de clientes do banco em todas as frentes, tanto correntistas, como cotistas de fundos, portadores de cartões e financiamentos. Antonio Trindade continua responsável pela área de seguros corporativos. A assessoria de imprensa não confirmou a informação, mas executivos próximos de Teles confirmaram.
O momento do mercado nunca foi melhor para empresas latinas que pretendem se internacionalizar. A crise econômica enfraqueceu concorrentes norte-americanas e europeias, estagnou investimentos e desacelerou o crescimento, possibilitando a aquisição de empresas estabelecidas no mercado internacional, mas que não tiveram liquidez para resistir à queda da atividade econômica. De acordo com levantamento da Dun & Bradstreet, fornecedora internacional de informações de negócios, entre os anos de 2009 e 2011, enquanto o número de multinacionais cresceu modestos 2% nos EUA e 12% no Canadá, ultrapassou a casa dos 25% na América Latina.
Esse cenário é promissor, mas se as empresas latinas quiseram manter o crescimento e se destacar no cenário internacional, devem compreender os mercados locais e controlar as operações em escala global, criando diretrizes de gestão que multipliquem em todo o mundo a cultura da empresa.
Segundo Max Maggio, CCO da Aon Hewitt Latin America, consultoria em benefícios e capital humano, se passarem a tomar decisões de maneira integrada as empresas podem economizar de 20 a 35% em seus gastos com benefícios globais. “A melhor forma de fazer isso é implementando e administrando uma seguradora cativa, estabelecendo e administrando um multinational pooling e desenhando um pacote de benefícios para funcionários expatriados”, afirma.
Para Maggio, o conceito de cativas está cada vez mais difundido. O executivo afirma que ao assumir os próprios riscos e transferir a responsabilidade para as seguradoras apenas em eventos de altíssimo impacto as empresas diminuem consideravelmente seus gastos com seguros e desenvolvem a própria visão para as fragilidades da operação. “As cativas clientes da Aon, por exemplo, possuem, juntas, ativos superiores a US$ 15 bilhões e subscrevem prêmios que superam a casa de US$ 25 bilhões anuais”.
Outra maneira de reduzir custos é o multinational pooling, no qual um grupo de empresas de um mesmo país de origem ou não, que atuam em determinado país estrangeiro, juntam-se para negociar seus programas de benefícios com uma seguradora local. “A vantagem dessa estratégia é que não custa absolutamente nada a mais para a rede e se a empresa paga mais do que recebe de prêmio, ela resgata parte do que foi pago em forma de dividendos”, complementa Max Maggio.
Já no que diz respeito aos funcionários expatriados, o desafio é adequar o pacote de benefícios com as expectativas: os funcionários esperam ter, no país em que trabalham, os mesmos benefícios que teriam no país de origem, mas em algumas regiões os custos de serviços e a escassez de recursos tornam a negociação difícil para as empresas.
Em evento promovido pela Aon e pela Generali no último dia 8 de maio, no Hotel Renaissance, em SP, Bettina Skelton, da área de Seguros de Pessoas da Odebrecht, disse que o continente africano é o mais desafiador, e em países como Angola, Moçambique, Guiné-Conacri, Libéria e Gana, a dificuldade é harmonizar os benefícios dos funcionários locais com o dos expatriados. “Nós não estamos indo pra esses países para explorar o trabalhador local. Queremos desenvolver a região e oferecer o que há de melhor para todos os nossos funcionários. Mas é preciso entender as carências locais. O pulo do gato da Odebrecht é a apólice guarda-chuva, onde a política de benefícios é uma só para todos os expatriados”, revela. Segundo Max Maggio, a solução para as multinacionais é ter contato com uma empresa que conheça a rede de saúde local e tenha poder de barganha.
A Agência Estado divulgou que a Brasilprev elevou seus prêmios em 39% no primeiro trimestre de 2013, para R$ 6,1 bilhões, em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar do crescimento das receitas, o lucro líquido da empresa permaneceu praticamente estável com leve alta de 0,3% na mesma base de comparação, para R$ 128 milhões.
“O desempenho operacional, caracterizado pelo aumento das receitas e crescimento do resultado de previdência e seguros, teve como contrapartida um resultado financeiro 12% menor em relação ao mesmo período de 2012”, explica a empresa no relatório que acompanha as suas demonstrações financeiras.
O resultado financeiro da Brasilprev foi de R$ 77,895 milhões de janeiro a março, queda de 12,4% em um ano e de 20,8% na comparação com o quarto trimestre de 2012. O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) da Brasilprev no primeiro trimestre foi a 53,7%, queda de 14,3 pontos porcentuais em um ano e de 6,6 p.p. em relação aos três últimos meses de 2012.
Os ativos da Brasilprev registraram expansão de 33,8% em 12 meses, totalizando R$ 73,554 bilhões ao final de março, sustentados pelo crescimento das reservas, que se refletiu no aumento do volume de aplicações financeiras. O patrimônio líquido registrou crescimento de 23,9% no período, para R$ 1,137 bilhão. Fundada em 1993 em uma parceria entre o Banco do Brasil e um grupo de companhias de seguros, a Brasilprev completa 20 anos em 2013 e tem cerca de 1,6 milhão de clientes. O BB tem 74,99% de participação enquanto o Principal Financial Group tem 50,01% das ações com direito a voto.
Este site utiliza cookies para aprimorar a sua experiência enquanto navega. Desses cookies, os que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador visto que são essenciais para o funcionamento básico do site. Nós também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa o site — esses só são armazenados no seu navegador mediante a sua autorização. Você também tem a opção de cancelar esses cookies, mas isso pode impactar a sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para este site funcionar de forma apropriada. Esta categoria só inclui cookies os quais garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.