A Brasilcap, empresa líder em capitalização, está patrocinando a vinda da exposição The Elvis Presley Experience para o Brasil. A partir da próxima quarta, diversos objetos pessoais do cantor estarão expostos em Porto Alegre: o telefone de ouro do seu quarto, a sua carteira com os cartões, os seus discos, as luvas de boxe que ganhou de Muhamad Ali, a farda usada no exército e até o emblemático carro MG vermelho usado no filme “Blue Hawaii”. Vários outros objetos pessoais estão incluídos na exposição, que está sendo realizada em parceria com a Elvis Presley Enterprise Inc, que administra todo o acervo do cantor no museu de Graceland, e a 2Share Entertainment, empresa que viabilizou a vinda ao Brasil da exposição.
A Alemanha é o principal parceiro europeu do Brasil e o quarto maior no mundo. Nos últimos oito anos, o comércio entre os dois países obteve resultados positivos: passando de US$ 11,2 bilhões em 2005 para US$ 21,5 bilhões em 2012. Período em que o país alemão reduziu suas exportações para a União Europeia e passou a investir em novos mercados, principalmente entre as economias emergentes. Em 2012, o Brasil exportou US$ 7,2 bilhões e importou US$ 14,2 bilhões, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O potencial comercial entre os dois países será tema do Encontro Econômico Brasil-Alemanha 2013, realizado pela CNI em conjunto com a congênere alemã, Bundesverband der Deutchen Industries (BDI), com apoio da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo (AHK).
No Brasil há 109 anos, a Allianz é patrocinadora do evento e apoia o estreitamento das relações econômicas entre os dois países. “O Encontro Brasil-Alemanha reúne empresariado de duas importantes economias, que se complementam entre si, para que as parcerias resultem em ganhos para ambos os lados. A Allianz está disposta a auxiliar o debate entre o governo brasileiro e o governo alemão junto à classe empresarial de ambos os países de forma a favorecer acordos comerciais”, afirma o diretor de Relações Institucionais da Allianz, Ingo Dietz.
Para abertura do encontro são esperados o presidente da Alemanha, Joachim Gauck, e a presidente Dilma Rousseff. Os dois representantes vão dar início, oficialmente, a programação do ano da Alemanha no Brasil. Durante os dois dias de evento, políticos, empresários e especialistas de ambos os países debaterão temas como oportunidades de negócios para pequenas e médias empresas, infraestrutura, energia e inovação.
Serviço:
31º Encontro Brasil Econômico Brasil Alemanha
Data: 13 e 14 de maio
Local: Centro de Convenções World Trade Center, em São Paulo
O mercado de capitalização ultrapassou os R$ 23 bilhões em reservas técnicas já no primeiro trimestre do ano. O valor total aplicado, e que garante a devolução dos recursos dos clientes dos títulos de capitalização, cresceu 15,5% em relação ao mesmo período de 2012. De janeiro a março, o faturamento do setor avançou 18,4% em comparação ao mesmo período do ano passado, atingindo R$ 4,5 bilhões.
No mesmo período, foram distribuídos mais de R$ 219 milhões em premiações, cerca de 12,5%, a mais que em 2012. O valor devolvido aos clientes em forma de resgate alcançou R$ 2,8 bilhões nestes três primeiros meses do ano. Apesar das incertezas a capitalização continua uma trajetória de crescimento, apresentando resultados históricos como das reservas. Foi o maior crescimento dos últimos cinco anos. Nossa expectativa é continuar nesse ritmo, com produtos flexíveis e acessíveis, particularmente para as classes C e D”, assinala Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap – Federação Nacional de Capitalização.
Em comemoração ao Dia das Mães, a Ciclofaixa de Lazer São Paulo terá uma atividade especial neste domingo, 12: uma pedalada pelo Centro Histórico da cidade. A atividade contará com a presença da primeira-dama, Ana Estela Haddad, e integra o projeto Ser Mãe em São Paulo que conta ainda com atrações musicais, atividades esportivas, feira gastronômica, brincadeiras, oficinas, diálogos e palestras entre os dias 10 e 12 de maio. O passeio ciclístico, promovido pela Secretaria de Esportes do Município, conta com o apoio do Grupo Bradesco Seguros e terá início às 10 horas, em frente à sede da prefeitura, no Viaduto do Chá, e terminará em frente ao prédio dos Correios.
O horário de funcionamento da Ciclofaixa de Lazer será normal: das 7 às 16h. O projeto é coordenado pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMT) e da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e conta com o apoio do Grupo Bradesco Seguros desde o início do projeto, em 2009.
O Grupo Bradesco Seguros também disponibilizará o serviço SOS Bike em tendas localizadas no Viaduto do Chá, Praça do Ciclista, Praça Heróis da F.E.B. e Parque Itiquatira. Outros 40 mecânicos irão circular ao longo do trajeto da CicloFaixa para auxiliar os ciclistas que necessitarem de pequenos reparos nas bicicletas, como troca de corrente, acerto na altura do banco e calibragem de pneu.
Neste domingo, a Ciclofaixa Operacional de Lazer Centro-Luz será alterada e ampliada em 700 metros, em atendimento às solicitações de usuários. A partir do Largo de São Bento, o ciclista poderá optar por dois ramais: um em direção ao Parque da Luz e outro em direção ao Largo do Arouche, não havendo mais ligação entre os dois extremos. A finalidade é promover o acesso por bicicletas aos pontos de interesse turístico e cultural situados nesta região, em especial aos finais de semana e feriados nacionais, facilitada pela permissão de entrada de bicicletas no metrô, uma vez que nesta região estão situadas as estações Republica e Luz e estações de trem da CPTM Luz e Júlio Prestes.
Com isso, São Paulo passa a contar com 120,4 km de ciclofaixas (ida e volta) que reúnem em média 150 mil pessoas a cada domingo ou feriado nacional, segundo a CET. O Grupo Bradesco Seguros apoia o projeto desde a sua inauguração, em 2009. A Ciclofaixa de Lazer São Paulo integra movimento Conviva, uma iniciativa do Grupo Segurador, que visa promover a convivência harmoniosa entre motoristas, ciclistas e pedestres. É uma maneira de pensar e agir com cidadania.
Os 119,7 km de ciclofaixas estão distribuídos da seguinte forma:
Ciclofaixa de Lazer entre Parques Sul/Oeste – liga os parques das Bicicletas, do Ibirapuera, do Povo, Villa-Lobos, Avenida Chedid Jafet, Rua Funchal, Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini e Avenida Jornalista Roberto Marinho (até o futuro Parque Clube do Chuvisco) – 45 quilômetros de extensão;
Ciclofaixa de Lazer da Zona Norte – liga a Praça Heróis da F.E.B. à Estação do Metrô Parada Inglesa, permitindo acessar também o Parque da Juventude – 8 quilômetros de extensão (4 Km em cada sentido); em Outubro/2012, entrou em operação o prolongamento interligando a ciclofaixa à Ciclovia Braz Leme. O percurso é feito pela Avenida Santos Dumont e possui 500 metros de extensão nos dois sentidos;
Ciclofaixa de Lazer da Zona Leste – liga a Avenida Governador Carvalho Pinto ao Parque Linear Engenheiro Werner Zulauf-Tiquatira – 14 km de extensão (7 Km em cada sentido);
Ciclofaixa de Lazer Paulista-Centro – Ambos os sentidos da Avenida Paulista, ligando a Rua da Consolação à Praça Osvaldo Cruz. Esse trecho é interligado ao Centro da cidade através do eixo Vergueiro-Liberdade. Ao chegar à região central, o percurso passa por pontos turísticos históricos, como o Teatro Municipal, Viaduto do Chá, Mosteiro São Bento, praças Dom José Gaspar, Franklin Roosevelt e da Luz, conectando-se ao Elevado Costa e Silva, totalizando 22,5 Km de extensão;
Ciclofaixa de Lazer Paulista-Ibirapuera – liga a Praça Osvaldo Cruz (região da Paulista) ao Parque do Ibirapuera pelo eixo Vergueiro-Domingos de Morais-Jabaquara-Indianópolis, com 19,2 Km;
Ciclofaixa de Lazer em Guarapiranga liga a Ciclofaixa de Lazer Sul/Oeste à Represa Guarapiranga, passando pela Ciclovia do Rio Pinheiros e chegando à Ciclovia Parque Praia São Paulo, em Guarapiranga. Extensão de 41,2 Km nos dois sentidos, sendo 11,2 Km de ciclofaixa propriamente e 30 Km de ciclovia Rio Pinheiros.
A demanda global pelo seguro de Risco Transacional cresceu 41% em 2012, decorrente a maior demanda das companhias com a intenção de protegerem seus grandes negócios, fusões e aquisições em outros países. De acordo com o estudo da Prática de Private Equity and Mergers & Acquisitions (PEMA) da Marsh, as coberturas dos seguros da corretora em 2012, em comparação com 2011, geograficamente foram: Europa, Oriente Médio e África, US$ 2,2 bilhões (US$ 1,7 bilhão); Ásia-Pacífico, US$ 423 milhões (US$ 387 milhões); e Américas, US$ 1,4 bilhão (US$ 768 milhões).
O maior aumento nos limites das apólices de seguro de risco transacional foi na América do Norte, com 86%. De acordo com o relatório da Marsh, esta tendência se apóia no aumento do uso desse tipo de seguro em negócios que excedem US$ 100 milhões.
Para Lorraine Lloyd-Thomas, da Prática de PEMA da Marsh e chefe da equipe de Risco Transacional da Grã Bretanha, os compradores em busca de aquisições na América do Norte estão cada vez mais cautelosos ao entrarem no mercado, devido às incertezas que cercam a recuperação econômica e a maior ênfase na regulamentação. “Temos também muitos clientes norte-americanos que estão em negociação na região da EMEA (Europa, Oriente Médio e África) e Ásia-Pacífico com o mesmo receio. Como resultado, esses compradores têm sentido uma maior necessidade em seguros de risco transacional para mitigar seus riscos e prover o conforto necessário para prosseguirem com suas transações”, completa.
O estudo também aponta o crescimento popular do seguro garantia e de indenização (Surety & Indemnity) na indústria global de infraestrutura, que cobre desde ofertas a parques eólicos, até ativos complexos, como aqueles pertencentes a concessionárias e regulados por agências do governo.
“A demanda pelo seguro garantia e de indenização está crescendo significativamente perante o público global que investe em infraestrutura. Ela proporciona a saída dos investimentos com exposição mínima e faz com que os negócios se tornem mais atraentes para os potenciais concorrentes, resultando em um preço mais elevado. Há uma grande competição entre as seguradoras para estes riscos e a Marsh estruturou uma série de programas que excedem US$ 300 milhões em coberturas em seguro ano passado”, acrescenta Lloyd-Thomas.
Mais um estudo da consultoria Siscorp. Desta vez o tema é saúde. Veja a análise feita pelo diretor presidente, Flavio Faggion, dos números de 2012. Boa leitura!
A atividade de saúde suplementar no Brasil no final de 2012 contava com 1.539 operadoras registradas na ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar e 66,5 milhões de beneficiários de planos de saúde (35% da população), dos quais 52% eram mulheres e 48% homens. Durante o ano, os beneficiários desembolsaram R$ 96,5 bilhões (2,2% do PIB) com planos de saúde de assistência médica e odontológica e as operadoras com essa massa de recursos, pagaram R$ 79,4 bilhões (82% dos valores arrecadados) em eventos médicos e odontológicos. Na gestão dos planos de saúde, as operadoras despenderam R$ 17,0 bilhões, ou seja, 18% dos recursos angariados.
A ANS classifica as operadoras em 8 modalidades: Autogestão-administra exclusivamente planos de saúde de empresas ou entidades; Cooperativa Médica-sem fim lucrativo; Cooperativa Odontológica-sem fim lucrativo e opera exclusivamente com planos odontológicos; Filantropia-sem fim lucrativo e certificada como entidade filantrópica; Administradora-apenas administra planos que são financiados por outra operadora; Seguradora Especializada em Saúde-seguradora autorizada a operar exclusivamente em planos de saúde; Odontologia de Grupo-demais empresas que operam exclusivamente, planos odontológicos; e Medicina de Grupo-demais empresas que operam planos de saúde.
As operadoras de medicina de grupo congregam o maior número de beneficiários de planos de saúde, com 30% do total, que pagam em média R$ 1.364 por indivíduo/plano. Por sua vez, as operadoras desembolsam a média de R$ 1.092 com eventos médicos e odontológicos por beneficiário, ou seja, 80% da angariação com os planos.
As seguradoras especializadas em saúde pagam a maior média com eventos médicos e odontológicos por indivíduo/plano: R$2.499, e cobram o maior valor médio por plano: R$ 2.983, sendo a segunda maior relação (84%) entre a despesa com eventos médicos e odontológicos dividida pela receita com os planos.
As cooperativas médicas angariam a maior massa de receitas com os planos de saúde, mais de R$ 34 bilhões. Seus beneficiários pagam em média R$ 1.915 por indivíduo/plano e as cooperativas pagam R$ 1.565 em média por evento médico e odontológico por beneficiário e a relação entre a despesa com eventos médicos e odontológicos dividida pela receita com os planos é de 82%.
As operadoras de odontologia de grupo e as cooperativas odontológicas comercializam planos com valores médios de R$ 148 e R$ 188, respectivamente por indivíduo/plano. As operadoras de odontologia de grupo desembolsam R$ 63 por evento odontológico/indivíduo, que representa 42% da receita com planos, enquanto que as cooperativas odontológicas pagam R$ 119 por evento, e a relação sobre a receita é de 63%.
As operadoras de autogestão mantém a relação (95%) mais próxima entre o valor dos eventos médicos e odontológicos e a correspondente receita com os planos. Tem os segundos maiores valores médios dos preços dos planos e dos eventos médicos e odontológicos por beneficiários: R$ 1.951 e R$ 1.844, respectivamente.
São Paulo reúne a maior concentração dos beneficiários do planos de saúde, com 38% total de beneficiários, representando 61% da população do Estado. Os demais estados da região sudeste tem uma concentração de 25% dos beneficiários, totalizando na região sudeste 63% de todos os beneficiários.
A população dos beneficiários por faixa etária se distribuiu uniformemente pelas regiões, com 24% dos beneficiários com até 19 anos, 56% dos beneficiários entre 20 e 49 anos, 13% entre 50 e 64 anos e 6% com 65 anos ou mais.
A região norte tem maior concentração na faixa até 19 anos, com 29% dos beneficiários totais da região, compensada pela menor concentração nas faixas com idade de 50 anos ou mais. O Nordeste tem a maior concentração de beneficiários de 20 a 49 anos, com 59% do total dos beneficiários dessa região.
A maior concentração de beneficiários com 65 anos ou mais está na região sudeste, exclusive o estado de São Paulo, com 8% dos beneficiários da região. 68% dos beneficiários dessa faixa etária estão concentrados na região sudeste.
Depois de divulgar em fevereiro que foi aceita pela UNEP Fi (programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), como a mais nova signatária dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros – PSI, ação voltada para a indústria global de seguros e lançado em 2012, durante a Rio+20, a Terra Brasis, a primeira resseguradora brasileira a aderir ao PSI, integrando o seleto grupo de resseguradoras signatárias, ao lado das resseguradoras Munich Re (Alemã), Swiss Re (Suíça) e Scor (Francesa), recebeu dois ratings. A A.M. Best Co. atribuiu um rating de força financeira de B++ (Bom) e um rating de crédito de emissor de “bbb” a Terra Brasis Resseguros (Terra Brasis) (Brasil). A perspectiva para ambos os ratings é estável. Ganhou também ‘brA+’ da Standard & Poor’s.
Leia a íntegra dos comunicados
Os ratings atribuídos à Terra Brasis refletem seu forte plano de negócios e adequado capital de risco ajustado, que são baseados nos planos apresentados pelos seus dirigentes e a análise realizada pela A.M. Best. Terra Brasis é registrada como uma empresa de resseguros “local” no Brasil e planeja concentrar-se exclusivamente ao crescente mercado de resseguros no Brasil subscrevendo uma combinação ampla de negócios de vida e de ramos elementares.
Contrabalançando parcialmente estes atributos de avaliação positiva temos o perfil limitado da Terra Brasis no mercado, o potencial para mudanças regulatórias que podem afetar negativamente a empresa e o risco inerente associado a uma empresa nova de executar os seus planos de negócios. O mercado brasileiro de resseguros é um mercado altamente competitivo dominado por empresas significativamente maiores, algumas sendo apoiadas por grandes (re) seguradoras globais que possuem uma flexibilidade financeira mais substancial e recursos operacionais contra os quais Terra Brasis terá que competir.
Nos últimos anos, o mercado de resseguros Brasileiro transitou para um mercado mais aberto. Na América Latina, o Brasil é o maior mercado de (re)seguros e o país tem atualmente um ambiente econômico favorável o que representa um potencial significativo para crescimento continuo. À medida que o mercado de (re)seguros tem crescido, a competição também tem aumentado.
Pelo fato da Terra Brasis ser uma empresa de resseguros nova, A.M. Best irá acompanhar de perto o desempenho da empresa e a execução dos seus planos de negócio. Fatores de rating que poderiam levar a uma melhoria dos ratings ou a uma perspectiva mais positiva seriam rentabilidade sustentada e estável, forte capital de risco ajustado e indicações de que a empresa alcançou um perfil mais sólido no mercado. Fatores que poderiam levar a um rebaixamento dos ratings ou a uma revisão da perspectiva para negativa incluem uma perda significativa do capital de risco ajustado, volatilidade relacionada a subscrição de prêmios ou a incapacidade da empresa a atingir as suas metas de rentabilidade, conforme descrito no seu plano de negócios. Outros fatores que podem afetar negativamente as classificações da Terra Brasis seriam a saída de executivos-chave ou indicações de que a gestão de risco empresarial não está desenvolvendo de acordo com seu perfil de risco.
Rating ‘brA+’ atribuído à Terra Brasis Resseguros S.A. na Escala Nacional Brasil; Perspectiva é estável
Resumo
Acreditamos que a empresa resseguradora brasileira Terra Brasis atingirá suas metas de crescimento e de receitas com base em sua estratégia conservadora e na expectativa de resultados operacionais adequados. Atribuímos o rating de crédito de contraparte ‘brA+’ na Escala Nacional Brasil à empresa. A perspectiva estável incorpora nossas expectativas de que a empresa crescerá de forma conservadora e manterá bons níveis de capital.
Ação de Rating
Em 9 de maio de 2013, a Standard & Poor’s Ratings Services atribuiu o rating de crédito de contraparte ‘brA+’ na Escala Nacional Brasil à Terra Brasis Resseguros S.A. (“Terra Brasis”). A perspectiva é estável.
Fundamentos
Os ratings refletem nossa visão do perfil de risco de negócios “vulnerável” da empresa e de seu perfil de risco financeiro “adequado superior”. O perfil de risco de negócios “vulnerável” reflete nossa avaliação do risco-país da indústria seguradora do segmento brasileiro de negócios de ramos elementares (P&C, na sigla em inglês para Property & Casualty), o status de início de operações (start-up) da empresa e o mercado de resseguros relativamente pequeno no Brasil, altamente concentrado em poucos participantes e um ambiente muito competitivo. O perfil de risco financeiro “adequado superior” se baseia na avaliação de capital e rentabilidade “moderadamente forte” da empresa.
A Terra Brasis é uma companhia de resseguros que iniciou suas atividades com um montante de capital de R$ 100 milhões, certificada com licença definitiva pelo órgão regulador em outubro de 2012. A companhia opera em todos os segmentos do mercado de seguros do Brasil com retenções diversificadas, em conformidade com a sua estrutura de capital.
Nossa avaliação do risco-país da indústria seguradora para o segmento de P&C indica um “risco intermediário”. Isso reflete o risco normalmente enfrentado pelos seguradores do setor de P&C que operam no país, e é derivado de nossa avaliação de risco-país “intermediária” e “baixo” risco da indústria para o segmento de P&C. Nossa classificação de risco-país se baseia nos riscos dos sistemas econômico, político e financeiro do Brasil, a qual deriva de nossos critérios soberanos para os primeiros dois elementos, e dos critérios do BICRA para o último (veja “BICRA do Brasil permanece no Grupo ‘4’; Perspectiva de seis bancos alterada para negativa pelo aumento no risco econômico e no risco da indústria” e “Rating ‘BBB’ de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil reafirmado; perspectiva permanece estável”).
A nossa avaliação de risco “baixo” da indústria se ampara nos níveis bons e estáveis de rentabilidade do setor, somados aos padrões adequados de subscrição, com exposições de risco administráveis. Também consideramos que os potenciais riscos em geral provenientes de catástrofes são moderados, dadas a composição do portfólio da indústria e a baixa incidência de desastres naturais no país.
Em nossa visão, o mercado brasileiro mostra barreiras importantes para entrada, não pelo lado regulatório, mas sim como um resultado da composição do mercado, o qual é integrado por grandes e bem estabelecidos participantes. Consideramos que a supervisão regulatória local e o histórico são adequados, visto que temos previsto um desempenho satisfatório do mercado e crescente competição nos últimos anos; adicionalmente o regulador monitora com frequência e adequadamente toda a indústria.
A avaliação do perfil de risco de negócios “vulnerável” se baseia também em uma posição competitiva “menos do que adequada”. A Terra Brasis está operando há menos de um ano e detém uma pequena posição de mercado em um mercado de resseguros muito pequeno no Brasil, dominado pelo IRB-Brasil Resseguros S.A. Sua estratégia é operar em todos os segmentos de seguros no mercado brasileiro, mas esperamos que o segmento de P&C permaneça sendo a principal linha de negócios.
Embora os mercados ainda sejam muito pequenos, eles têm bom potencial para crescimento, especialmente em função da importante necessidade para desenvolver a infraestrutura no Brasil. Não esperamos que a empresa atinja desempenho operacional estável até construir uma marca reconhecida, diversificar sua base de clientes e estabilizar o crescimento.
Avaliamos a adequação de capital da Terra Brasis como “extremamente forte”, no entanto, como toda empresa start-up, os planos de crescimento são muito importantes nos primeiros dois anos das operações, os quais deverão consumir capital à medida que os lucros permanecem voláteis. Contudo, esperamos que a empresa mantenha pelo menos redundâncias de capital no nível ‘AAA’ até 2015. Isso está vinculado as nossas expectativas de melhor desempenho operacional e resultados finais positivos após a empresa atingir o breakeven (ponto de equilibrio) no início de 2015.
Em nossa visão, a posição de risco da Terra Brasis reflete o “risco moderado” que se beneficiam dos baixos riscos que ela detém como uma empresa start-up e a nossa visão de que a empresa não tomará riscos significativos à medida que cresce. Embora o portfólio de investimentos da empresa seja principalmente composto por títulos públicos, ela é administrada por meio de um fundo, o qual poderia expô-la aos riscos de contraparte do fundo. A flexibilidade financeira da empresa é adequada em decorrência de nenhuma dívida em seu balanço patrimonial e de nenhuma expectativa de que dívida será levantada nos próximos três anos.
Consideramos a gestão integrada de risco, a administração e as práticas de governança corporativa da Terra Brasis como consistentes com o rating. Nossa avaliação da gestão integrada de risco “adequada” se baseia em nossa visão de que a empresa tem estabelecido controles de risco adequados para gerir o crescimento. A avaliação da administração e governança da empresa é “regular” em nossa visão e reflete principalmente o seu status start-up, em que há certos fatores como, por exemplo, como a estratégia será convertida em ação construtiva, e a tolerância a risco da empresa frente a pressões de mercado.
No entanto, sua estrutura acionária é composta por profissionais experientes com boa expertise e profundo conhecimento dos mercados financeiros. A International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial para o setor privado, detém uma participação minoritária na companhia e, em nossa visão, poderia suportar a governança corporativa. A forte liquidez da Terra Brasis também se deve a seu status start-up e ao montante de capital disponível para crescimento.
Perspectiva
A perspectiva estável reflete nossa visão de que a adequação de capital da empresa permanecerá forte apesar do rápido crescimento esperado em função de a empresa estar em início das operações e dos desafios que enfrenta em termos de construir uma marca diferenciada, posição de mercado e diversificação. Embora não antecipemos que um breakeven seja atingido até 2015, esperamos que o desempenho operacional permaneça consistente com o nosso cenário de caso-base.
Poderemos rebaixar o rating se, diferente de nossas expectativas:
As perdas da empresa excederem o que consideramos em nossas projeções afetando o capital.
Percebermos aumento no risco sobre como o fundo gerencia os investimentos.
Se percebermos agressividade por parte da administração voltada ao crescimento.
Uma ação de rating positiva é uma possibilidade remota nos próximos dois anos, visto que a empresa precisa construir forte histórico e provar capacidade para enfrentar riscos inesperados.
CRITÉRIOS E ARTIGOS RELACIONADOS
Insurance Rating Methodology, 7 de maio de 2013.
BICRA do Brasil permanece no Grupo ‘4’; Perspectiva de seis bancos alterada para negativa pelo aumento no risco econômico e no risco da indústria, 13 de março de 2013.
Rating ‘BBB’ de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil reafirmado; perspectiva permanece estável, 18 de dezembro de 2012.
Paulo Marracini presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), vem pela primeira vez ao Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) falar sobre seus planos na entidade para contribuir com a evolução do setor.
Para o mentor do CCS-SP, Alexandre Camillo, o tradicional almoço é sempre um momento importante para troca de informações e atualização das notícias do mercado de seguros. “Em se tratando de um profissional brilhante como Paulo Marracini, certamente será um dos mais lembrados eventos já realizados pelo Clube”.
O almoço-palestra acontece na próxima terça-feira, dia 14/05, no Restaurante do Circolo Italiano. É aberto para a participação de jornalistas.
Almoço CCS-SP com FenSeg
Data: 14 de maio – terça-feira
Horário: 12h
Local: Restaurante do Circolo Italiano – Av. Ipiranga, 344 – 1º andar – Edifício Itália – Centro – São Paulo
Desde o início do ano, os Corretores Acionistas da Lojacorr S.A. contam com a mais moderna, eficiente e completa ferramenta Multicálculo do mercado para cotações de seguro automóvel. O novo sistema, adaptado exclusivamente para os acionistas da Lojacorr, realiza em minutos cotações com as diversas seguradoras parceiras, resultando em economia de horas de trabalho e em mais tempo livre para que o corretor se dedique à prospecção de clientes e à venda de seguros.
Pelo método convencional, o corretor gastaria no mínimo 20 minutos em cada nova cotação, ou até 1 hora considerando apenas três seguradoras, já que seria obrigado a cumprir um longo trâmite operacional. Normalmente, começaria pelo acesso ao site, login, preenchimento de dados do perfil do segurado e encaminhamento da proposta, além do tempo gasto na negociação. Tudo isso, sem contar com o risco de não efetivação do negócio.
Pelo sistema Multicálculo da Lojacorr, o corretor realiza em poucos minutos não apenas três, mas oito cotações em seguradoras, com muito menos trabalho, mais facilidade e chances maiores de efetivar o negócio com o cliente. O sistema, que funciona integrado ao Portal da Lojacorr, possui inúmeros diferenciais em relação aos modelos existentes no mercado, como a dispensa de nova digitação de login e senha, além de não requerer do corretor o retrabalho de preenchimento manual de dados do cliente a cada nova cotação.
Dentro do ambiente do Portal da Lojacorr, o acionista dispõe de um link de acesso à ferramenta Multicálculo. Basta que preencha uma única vez os campos com os dados do cliente para receber, em instantes, o comparativo de preços e vantagens entre as companhias. Em seguida, depois de orientar seu cliente sobre a opção mais adequada, o corretor concluirá a venda com a transmissão dos dados à seguradora escolhida, por meio do próprio sistema de Multicálculo.
Daí por diante, o corretor não precisa se preocupar com as demais etapas da venda. No próprio Portal, o Protocolo On-line gerará um documento, remetido eletronicamente ao backoffice operacional da Lojacorr, que cuidará de todo o processo até o pagamento de comissões ao corretor.
Para o corretor paulistano, David Osiris Nunes Pragana, que acumula 16 anos na área e um ano como acionista da Lojacorr, agilidade é essencial em um mercado competitivo. Ele conta que antes do Multicálculo da Lojacorr, perdia mais de meio dia em cada nova cotação. “Cotava diversas seguradoras, gastando cerca de 20 minutos em cada uma. Hoje, em 15 minutos, faço a cotação de várias seguradoras pelo Multicálculo e já envio o e-mail ao cliente”, relata.
Segundo David, depois de lançar todos os dados no sistema, “basta apertar um botão e em 50 segundos” parte das informações já está disponível. “Além disso, o sistema retém as informações e me avisa antes da renovação para eu enviar novas cotações”, acrescenta.
Há sete anos como Corretor Acionista da Lojacorr, Ney Carlos Frari, de Curitiba (PR), utiliza o Multicálculo há quatro meses. Neste pouco tempo, ele garante que já ganhou agilidade, conseguiu reduzir o tempo para cotações e aumentou a produtividade. “Minha expectativa é aumentar em 30% a produção”, revela.
Outro curitibano, o corretor Evandro Luis Pereira, também espera aumentar entre 15% e 20% sua produção com o uso do Multicálculo da Lojacorr. Ele se orgulha de ser dos um os primeiros a apoiar o novo sistema. “Acreditei no projeto do Heitor, André, Diogo e Sandro, e participei da etapa inicial, inclusive da fase de testes, antes mesmo de o produto ser liberado”, conta. Ele classifica o Multicálculo da Lojacorr como um “ótimo produto, fácil de operar e com suporte rápido”.
Sobre as vantagens e benefícios, Evandro elenca a rapidez do cruzamento das informações com o sistema Lojacorr, a facilidade de mudar de cálculo e de veículo, mantendo intactos os dados dos clientes. “O sistema traz agilidade e comodidade e permite passar aos clientes os melhores custos e coberturas”, afirma.
As impressões de Lauro Lima de Fraga, corretor de Porto Alegre (RS) são as mesmas dos seus colegas. Além da simplicidade e velocidade na cotação, ele ressalta que, agora, tem mais tempo para angariar novos negócios, sobretudo em outros ramos, como vida e saúde, nos quais espera um incremento de produção em torno de 30%.
Os depoimentos dos usuários do Multicálculo vão ao encontro da constatação do diretor de Expansão da Lojacorr, Diogo Arndt Silva, que classificou o sistema como “a melhor ferramenta de Multicálculo de automóvel disponível no mercado”. Segundo ele, para os Corretores Acionistas, significa simplificar a rotina operacional e ganhar mais tempo para ampliar o seu mix de carteira. Para as seguradoras, Diogo destaca a certeza de participar de todas as cotações realizadas pelo grupo.
A Cooper Gay, uma das principais corretoras de resseguro no mundo, está completando, em maio, 10 anos de atuação no mercado brasileiro. “Nesse período, completamos uma trajetória sólida e bem-sucedida, operando de forma inovadora e estabelecendo relacionamentos duradouros com os nossos clientes, colaboradores e parceiros”, afirma Fabio Basilone, CEO da empresa.
Segundo ele, ao pensar no resseguro de forma diferente, a Cooper Gay encurtou o caminho para tornar-se uma das maiores corretoras de resseguro do Brasil. Fabio Basilone acrescenta que, diante de todos os desafios de um mercado em constante mudança, a Cooper Gay optou por manter a sua filosofia de inovar na busca constante pela agilidade na informação com transparência e em conformidade com a legislação. “Esse é o grande diferencial da Cooper Gay, a nossa identidade”, acrescenta o executivo.
Em abril, a Cooper Gay anunciou a reformulação da sua estrutura no Brasil visando a aprimorar ainda mais a qualidade do atendimento prestado aos clientes. Fabio Basilone assumiu a liderança das colocações de contratos. Além disso, o diretor Executivo da corretora, Fernando Prado, vai liderar a colocação de facultativos e irá manter a gestão das áreas de Back Office.
De acordo com Fernando Prado, uma das metas estabelecidas para o ano é buscar, através da tecnologia, o máximo controle nos processos de resseguro, pensando sempre na tranquilidade dos clientes. “Atuamos com base em três pilares: transparência, informação e eficiência. E estamos um passo à frente do mercado, ao controlar todos os nossos processos através de um sistema que fornece informações para os nossos gestores e clientes”, destaca.
LOGOMARCA. Em homenagem ao aniversário de 10 anos, a Cooper Gay lançou a sua logomarca comemorativa. Destacando as cores do Brasil e o próprio formato da bandeira nacional.
Nesse ano comemorativo está sendo lançado também o programa de ações sociais em parceria do Instituto da Criança, cujo objetivo é desenvolver a cultura do voluntariado nos colaboradores e transformar o Grupo em um multiplicador que busca o propósito da transformação social.
O apoio a causas sociais prosseguirá com outras ações importantes ao longo do exercício, incluindo o lançamento, no segundo semestre, de iniciativas de cunho ambiental.
Ainda no segundo semestre, a Cooper Gay irá lançar a nova versão do eCOG Web – sistema de gestão de negócios de resseguro da corretora, com novo layout e novas funcionalidades.
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