Em seis meses, a Allianz Seguros, em parceria com a Ecoassist Serviços Sustentáveis, recolheu cerca de 7 toneladas de móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos descartados por segurados de condomínios, residências e empresas de pequeno e médio portes. O serviço, recém-ofertado aos clientes, contempla a retirada de móveis e eletroeletrônicos, dando o destino correto a estes.
O maior volume de itens recolhidos vem do seguro para condomínios da Allianz, já que mais de um milhão de pessoas têm acesso ao produto – além de a companhia ser líder nesse segmento, uma apólice envolve uma média 60 condôminos, que podem desfrutar do serviço. Os bens coletados seguem para entidades assistenciais cadastradas, se estiverem em condições de uso. Caso contrário, são descaracterizados e as peças enviadas para indústrias de reciclagem. Todo processo é homologado com base nas melhores práticas da sustentabilidade e o segurado Allianz recebe um certificado que garante que o resíduo foi corretamente descartado e reciclado.
Matéria extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)
Um dos principais desafios da nova diretoria da CNseg é ocupar espaço mais significativo dentro da sociedade brasileira, o que inclui o aprimoramento da comunicação do setor com os Três Poderes. Assim, Marco Antonio Rossi, presidente da CNseg e da Bradesco Seguros, maior grupo segurador do Brasil e da América Latina, iniciou sua palestra no Clube de Vida em Grupo de São Paulo (CVG-SP), realizado em São Paulo, nesta quarta-feira. Esse trabalho, iniciado na gestão anterior, precisa ser aperfeiçoado. “Isso não é fácil”, enfatizou.
Segundo ele, é um trabalho contínuo para mostrar a todos a grandeza do setor. “Como comunicar melhor o nosso setor?”, pergunta ele, para a plateia com mais de 100 executivos do segmento de vida e previdência.
Na sequência, Rossi fez questão de mostrar aos presentes um vídeo com vários dados do setor, que muitas vezes passam despercebidos até mesmo de quem trabalha no setor. Em 2012, por exemplo, o mercado segurador brasileiro registrou produção global de R$ 252 bilho~es. Tal resultado fez a participação do setor na formação da riqueza nacional, que ate´ a década de 90 representava pouco mais de 1% do PIB, alcançar cerca de 6%.
“Mas a verdadeira importância de nosso mercado para a vida econômica e social do País vai muito além desse registro de produção e de índices de crescimento”, disse, acrescentando que, do total arrecadado em 2012, R$ 119 bilhões foram devolvidos a` população e aos agentes econômicos sob a forma de pagamento de indenizações de sinistros, despesas médico-hospitalares, benefícios de natureza previdenciária e resgates de títulos de capitalização.
Outra evidência da relevância do mercado é sua participação estratégica no processo de formac¸a~o de poupanc¸a interna e sua atuac¸a~o como investidor institucional, por apresentar massas crescentes de reservas disponi´veis para financiamento de projetos essenciais ao desenvolvimento do Pais.
Em 2012, o mercado segurador brasileiro acumulou proviso~es te´cnicas superiores a R$ 520 bilho~es. Ale´m disso, a atividade seguradora contabiliza, em seu balanc¸o social, o fato de ser um grande propiciador de oportunidades de trabalho: mais de 100 mil pessoas integram empresas de seguros e corretoras. “Ou seja, sugiro a todos adocicar a limonada, com todos mostrando aos clientes dados positivos do setor”.
Depois de mostrar um pouco mais do que o setor faz, Rossi abordou um pouco dos desafios da nova gestão da CNseg, citando todos os segmentos, como saúde, previdência e vida, seguros gerais e capitalização. “A FenaSaúde tem feito um trabalho abrangente para mostrar o lado da saúde, equilibrando as notícias dos atendimentos feitos com as queixas citadas pela mídia. “Em previdência e vida, temos de criar produtos que atendam a nova realidade trazida pela longevidade e taxas de juros menores. Em automóvel, é preciso viabilizar o seguro popular de automóvel. Em capitalização, também precisamos mostrar como o sorteio pode mudar a vida de alguém”, citou.
“O mundo mudou”, disse. E muito: temos um cenário de taxas de juros diferente, o que instiga as seguradoras a buscarem soluções que garantam a rentabilidade exigida pelo acionista. Ele citou tanto a criatividade dos gestores em reduzir custos, aplicar recursos, bem como aprimorar o diálogo com a Susep, no sentido de flexibilização de regras e modernização de normas, para que o setor continue crescendo a índices chineses.
Outro desafio, cita o presidente da CNseg, é investir e capacitar ainda mais a Escola Nacional de Seguros (Funenseg) para desenvolver novos profissionais para o mercado segurador, bem como aprofundar o conhecimento dos profissionais que já estão consolidados no setor. “Temos de ajudar os corretores para que conheçam mais os produtos, dentro desta linha de transformação que o mercado tem tido”.
Para ele, é um grande desafio estar à frente da CNseg neste momento de transformação. “Tenho a certeza absoluta que temos todas as condições de continuar crescendo no mesmo ritmo dos últimos cinco anos, em todos os ramos de atividades”, disse. Para ele, o mercado está apenas chegando na adolescência e “será preciso ajudar que esse adolescente possa chegar à maturidade com valores que garantam a longevidade. Temos de ter no nosso DNA o compromisso de buscarmos sempre nos aprimorar”, finalizou.
A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Complementar e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) realiza o I Seminário sobre os Impactos Jurídicos e Operacionais da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) no Mercado Segurador na próxima segunda-feira, 27 de maio, de 8h30 às 17h30, no Hotel Windsor Atlântica, em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro.
O evento vai reunir a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Mariana Meirelles, que acaba de assumir o cargo, o secretário de Estado do Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, o diretor do Centro de Experimentacion e Seguridad Vial do CESVI da Argentina, Fabián Pons, entre outros.
Um dos destaques será a recomendação de criação de um seguro específico para empresas que transportem e removam resíduos. Além disso, os painéis terão como principais temas os aspectos gerais da Política Nacional de Resíduos Sólidos, as implicações jurídicas dessa política para as empresas de seguros, a sua integração nas operações de seguros, a reciclagem de peças automotivas, com informações sobre o cenário brasileiro de desmontagem de veículos e a criação do seguro popular, além do panorama geral sobre o seguro de responsabilidade civil ambiental sob a ótica da PNRS.
Hoje fiquei sabendo que o nome escolhido para a Nova Arena do Palmeiras foi Allianz Parque, com a maioria dos votos dos internautas na página da Allianz no facebook . Em segundo lugar ficou Allianz Center e por último Allianz 360o. A assessoria de imprensa não confirmou, mas nos bastidores do setor muitos já foram informados. Segundo divulgou a Allianz na semana passada, a votação, que começou, em 29 de abril, já tinha registrado mais de 520 mil votos, dias antes de ser encerrada a campanha. O nome deverá ser anunciado em um evento no início de junho. Espero ser convidada, mesmo estragando a surpresa.
Descarte Inteligente e Consultoria e Orientação Ambientais são alguns dos lançamentos do Seguro Residencial da Mapfre Seguros, empresa do grupo segurador Banco do Brasil e Mapfre. As novas assistências podem ser acionadas pelos telefones 4004-0101 (capitais e principais cidade metropolitanas) e 800-705-0101. A expectativa da Companhia é mobilizar os seus clientes e colaborar promovendo nos consumidores práticas cada vez mais sustentáveis.
O cliente pode usar o descarte inteligente para se desfazer de móveis, equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos e segue todas as práticas de sustentabilidade e normas vigentes. A equipe retira os móveis ou equipamentos na casa do cliente.
Já a Orientação Ambiental é disponibilizada sempre que o cliente necessitar de dicas, por site ou e-mail, para manter a sua residência dentro do conceito de sustentabilidade. Os clientes contam com orientações para reduzir gastos com energia elétrica e água e fazer reciclagem correta do seu lixo residencial.
“Nós temos um papel estratégico na proteção do patrimônio dos lares brasileiros. O setor de seguros pode garantir a economia das famílias brasileiras ao reduzir o seu risco de perdas patrimoniais e consciência ambiental. Esse é o compromisso do GRUPO BB E MAPFRE”, ressalta Maurício Galian, Diretor Geral de Massificados.
Outras assistências do Produto Residencial foram reformuladas e ampliadas, bem como simplificamos as opções de contratação do produto. Entre as novas coberturas também estão dedetização, desratização, descupinização e conversão de fogões. As novidades estão disponíveis a partir do dia 18 deste mês.
“Ao incluirmos entre as assistências os serviços de descarte e a consultoria ambiental colocamos, acima de tudo, o nosso comprometimento com a indução de práticas ecoeficientes, que faz parte de um trabalho mais amplo e constante de cultura para a mudança de comportamento do consumidor”, explica Fátima Lima, executiva de Sustentabilidade do Banco do Brasil e Mapfre.
O produto ainda conta com o Serviço de Assistência 24Horas, que garante serviços de chaveiro, encanador e vidraceiro sem custo adicional, assim como o conserto de equipamentos e eletrodomésticos danificados decorrente de oscilação de correntes elétrica (linhas branca e marrom) sem limite por evento.
A quantidade de indenizações pagas pelo Seguro DPVAT de janeiro a março de 2013 aumentou em 28% em relação ao mesmo período em 2012. De acordo com a Seguradora Líder DPVAT, administradora do Seguro no país, foram pagos 124.846 benefícios entre as três coberturas do DPVAT – morte, invalidez permanente e reembolso por despesas médico hospitalares. As indenizações por invalidez permanente representaram 68% deste número.
Um dado preocupante é a quantidade de indenizações pagas por acidentes envolvendo motocicletas: 70% do total. Segundo dados de março de 2013 do DENATRAN, o veículo de duas rodas representa apenas 27% da frota nacional de veículos. Os automóveis, que representam a maior parte da frota de veículos (60%), foram responsáveis por 24% das indenizações.
O perfil das vítimas permanece constante: 77% dos benefícios foram pagos para vítimas do sexo masculino. A maior incidência de indenizações envolveu acidentados de 18 e 34 anos, representando 51%. Destes, 40% foram do sexo masculino. Os motoristas foram os mais indenizados, com 61%. Os pedestres ficaram em segundo lugar, com 22%.
De acordo com Márcio Norton, Diretor de Relações Institucionais da Seguradora Líder DPVAT, o aumento do número de indenizações levanta a discussão sobre ações para reduzir este cenário. “Infelizmente estamos verificando este aumento no número de indenizações ano após ano. Faz-se necessário um maior controle dos motoristas para coibir o uso de bebidas e a velocidade excessiva para todos os tipos de veículos, realização de campanhas educativas e esclarecimentos sobre direção segura são importantes para mudar este quadro.”
Mesmo com uma queda de 1% em relação a janeiro a março de 2012, os dados ainda preocupam: foram pagas 14.349 indenizações por morte em 2013, o que significa mais de 150 benefícios por morte a cada dia deste ano.
A Região Sudeste foi a que mais recebeu indenizações por morte no país. São Paulo, estado que tem a maior frota de veículos do país com 30,5%, liderou esta estatística com 17,2% dos benefícios de morte no Brasil. Os dados apontam os automóveis responsáveis por 53% dos acidentes fatais indenizados no Sudeste e as motocicletas, por 32%.
Representando 43% da frota de veículos do Nordeste, as motocicletas representaram 81% das indenizações pagas por invalidez permanente no período analisado. A região foi a que teve maior incidência deste tipo de indenização, com 32%. Em seguida, o Sudeste com 24%.
A Pósitron, marca da PST Electronics, líder e referência de segurança automotiva, realiza hoje o lançamento de um importante produto do portfólio 2014, um rastreador e seguro de carro ao mesmo tempo, ao que tudo indica. Detalhes serão fornecidos hoje, durante coletiva de imprensa com Alcides Rodrigues, gerente de Negócios da Unidade de Rastreamento da Pósitron.
O CVG-SP receberá em seu tradicional almoço o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNseg), Marco Antonio Rossi. O evento será realizado dia 22 de maio, na Sala Panorama do Terraço Itália, em São Paulo, a partir das 11h45. Na ocasião, Rossi apresentará palestra abordando o tema “Perspectivas e Oportunidades do Mercado Segurador frente aos Novos Consumidores”.
Atual presidente da Bradesco Seguros e ex-presidente da FenaPrevi, Rossi foi empossado presidente da CNseg em cerimônia realizada dia 7 de maio, em Brasília (DF). Ele sucede Jorge Hilário Gouvêa Vieira.
Trajetória profissional
Marco Antonio Rossi é presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), diretor-presidente do Grupo Bradesco de Seguros, diretor vice-presidente do Banco Bradesco, Conselheiro da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), membro efetivo da Geneva Association – International Association for the Study of Insurance Economics. Possui MBA em Altos Estudos de Estratégia e Geopolítica pela Faculdade Armando Álvares Penteado (FAAP), pós-graduação em Gestão do Cliente e formação em Marketing, ambos pela Universidade Paulista. Atuou na Bradesco Vida e Previdência desde a sua fundação.
Inscrições: diretamente no site www.cvg.org.br, menu “Eventos”, sub-menu “Agenda”, ou pelo e-mail c…@cvg.org.br. Informações: telefones (11) 3331-9313 e (11) 9.6308-0220. Vagas limitadas.
Investimento: R$ 100,00 para fundadores, funcionários/colaboradores de seguradoras associadas ao CVG-SP e corretores de seguro (prestigiando os corretores, para este evento o CVG-SP equivalerá os mesmos à condição de associados). R$ 150,00 para os demais participantes.
O Grupo Petrópolis, segundo maior do setor cervejeiro no país e maior companhia 100% brasileira de bebidas, dá continuidade aos investimentos no futebol e patrocina mais uma grande arena multiuso no Nordeste: a Itaipava Arena Pernambuco. O primeiro jogo profissional sediado no estádio acontece no próximo dia 22 de maio com um amistoso entre Náutico, clube pernambucano que passará a mandar seus jogos na arena a partir de julho, e Sporting Clube de Portugal, um dos times mais tradicionais de Portugal, responsável por revelar Cristiano Ronaldo para o futebol mundial.
A Itaipava Arena Pernambuco, que será sede de jogos da Copa das Confederações e da Copa do Mundo, é a segunda arena a assinar um contrato de naming right com a marca – a primeira foi a Itaipava Arena Fonte Nova, na Bahia. Para ter o privilégio, o Grupo Petrópolis investirá R$ 10 milhões por ano, por 10 anos – mesmo valor negociado com o estádio baiano. O contrato concede à Itaipava e TNT Energy Drink o direito de comercialização de energéticos e cerveja sem álcool com exclusividade em todos os bares e restaurantes do equipamento, além de possibilitar várias ações de marketing planejadas pela empresa com os torcedores.
Segundo Douglas Costa, diretor de mercado do Grupo Petrópolis, o fato mostra o comprometimento da companhia em apoiar o futebol. “Na condição de empresa 100% brasileira, queremos contribuir para profissionalizar a gestão dentro do esporte mais popular do país. O modelo das novas arenas incentiva uma gestão moderna e eficiente, assim como favorece um tratamento diferenciado aos torcedores”, afirma. “Mesmo para os objetivos da marca na região, o investimento será eficiente apenas se o estádio for bem aproveitado, o que beneficia diretamente o futebol nordestino. Por isso estamos fazendo esses investimentos”, explica.
Outro fator destacado por Costa é o fato da Itaipava Arena Pernambuco ser uma estrutura multiuso. “Reconhecemos a importância de Pernambuco e sua vocação para eventos de grande porte e seu potencial turístico. Colocar uma estrutura a serviço de grandes eventos culturais vai favorecer ainda mais o desenvolvimento da região e sua inserção na agenda dos grandes acontecimentos mundiais e impulsionar o turismo”, afirma.
Para o presidente da Itaipava Arena Pernambuco, Sinval Andrade, a assinatura do contrato consolida uma tendência e demonstra a confiança do mercado no modelo de Parceria Público Privada, assim como no potencial da Odebrecht Properties na operação da arena.
O Grupo Petrópolis está construindo uma fábrica em Itapissuma, a 45 km de Recife, que será inaugurada em 2014. Com investimentos calculados em R$ 1,1 bilhão, serão gerados 500 empregos diretos e 3 mil indiretos após inauguração da unidade fabril pernambucana. “Estamos dispostos a fazer mais do que oferecer nossos produtos. Queremos contribuir para o desenvolvimento socioeconômico e cultural da região direcionando nossos investimentos para o país”, diz Costa.
Naming Rights
O modelo de patrocínio por naming rights é utilizado em todo o mundo. Consiste na cessão de direitos ao anunciante sobre o nome de determinada propriedade, seja ela o título de um campeonato, evento ou arenas e estádios.
Bastante difundida em países europeus e nos Estados Unidos, a prática é recente em estádios no Brasil – antes da taipava Arena Pernambuco e da Itaipava Arena Fonte Nova, o único caso foi registrado em 2005, quando o Atlético Paranaense cedeu o direito de uso do nome do seu estádio Arena da Baixada, que ficou conhecido como “Kyocera Arena”. Recentemente a seguradora Allianz também já anunciou a compra do naming right da futura arena do Palmeiras, em São Paulo.
No mundo, são conhecidas as parcerias como a do clube Arsenal de Londres com a companhia aérea Emirates (Emirates Stadium), do Stutgart com a montadora automotiva Mercedes-benz (Mercedes-Benz Arena), da seguradora Allianz com o Bayern de Munique (Allianz Arena), o estádio de beisebol americano, batizado com o nome da cervejaria Miller (Miller Park), dentre outros.
O mercado de previdência complementar aberta arrecadou R$ 18,9 bilhões no primeiro trimestre de 2013. O volume de novos recursos que ingressaram no sistema é 26,83% superior aos R$ 14,9 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior segundo dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 22 seguradoras e 13 entidades abertas de previdência complementar no país.
A previdência privada aberta é uma das principais alternativas de investimentos de longo prazo para garantir aposentadoria complementar à da Previdência Social. Essa modalidade de investimento conta com aproximadamente 12 milhões de contratos ativos. Cerca de 131,9 mil já usufruem dos benefícios (aposentadoria, pecúlio, pensão, renda por invalidez e renda a menores).
Com o desempenho da previdência complementar aberta no primeiro trimestre, a carteira de investimentos do sistema alcançou o patamar de R$ 348,3 bilhões, alta de 22,78% na comparação com os R$ 283,7 bilhões registrados nos primeiros três meses de 2012. No primeiro trimestre de 2013, a carteira de investimento do VGBL expandiu 28,88% e acumulou R$ 219,4 bilhões. Já a carteira do PGBL somou R$ 75,6 bilhões, consolidando crescimento de 10,92%. Por fim, a carteira dos planos tradicionais passou de R$ 44,7 bilhões para R$ 52,7 bilhões, alta de 17,92%.
Na análise por produto, os planos individuais foram o destaque com arrecadação de R$ 16,9 bilhões, volume 33,16% superior ao trimestre de 2012. Os planos para menores registraram aportes de R$ 425,4 milhões (R$ 448,1 milhões, no trimestre de 2012). Já os planos empresariais contabilizaram R$ 1,5 bilhão em novos depósitos nos três primeiros meses. No mesmo período do ano passado, essa modalidade acumulou R$ 1,7 bilhão.
Desempenho por plano (VGBL e PGBL)
Segundo a FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) na avaliação por tipo de plano, a carteira do VGBL, modalidade indicada para quem declara o IR pelo modelo simplificado, foi a que obteve melhor desempenho. A modalidade registrou R$ 16,4 bilhões em novos depósitos (crescimento de 32,20%, frente ao primeiro trimestre de 2012). Já o PGBL, recomendado para os participantes que declaram o IR pelo formulário completo, registrou depósitos de R$ 1,6 bilhão, leve alta de 0,36%. Por fim, a arrecadação dos planos tradicionais apresentou queda de 1,67%, passando de R$ 826,5 bilhões no primeiro trimestre de 2012 para R$ 812,7 bilhões no mesmo período em 2013.
Ranking das Empresas – Carteira de Investimentos (R$ 348,3 bilhões)
A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking no período com 32,73% do total das reservas; Itaú Vida e Previdência (24,33%); BrasilPrev Seg. e Previdência (20,76%); Zurich Santander Seg. e Prev. (6,10%); Caixa Vida e Previdência (5,74%); HSBC Vida e Previdência (3,24%); Icatu Seguros (1,99%); Sul América Seg. e Previdência (1,25%); Safra Vida e Prev. (0,86%); Porto Seguro Vida e Prev. (0,68%). As demais entidades somam, no total, 2,32% da carteira de investimentos.
Provisões
As provisões (recursos acumulados pelos titulares dos planos do sistema de previdência complementar aberta) apresentaram saldo de R$ 337 bilhões e alta de 22,07% no primeiro trimestre. No mesmo período do ano anterior, as provisões totalizaram R$ 276,1 bilhões. As provisões do VGBL tiveram o crescimento mais expressivo no período (alta de 28,48%), passando de R$ 170,8 bilhões para R$ 219,4 bilhões.
As provisões dos planos PGBL cresceram 12,61%, no período, passando de R$ 67,2 bilhões para R$ 75,6 bilhões. As reservas de planos tradicionais, por sua vez, passaram de R$ 37,5 bilhões para R$ 41,4 bilhões, no período, alta de 10,22%.
Com relação a market share, os planos VGBL mantiveram a liderança no volume de provisões entre os planos de caráter previdenciário, com 65,10% do total, seguidos pelos PGBL, com 22,46% do volume total de provisões, enquanto os planos tradicionais contaram com 12,28% do volume total de provisões. Outros produtos – incluindo os FAPI – completam a equação, com 0,15%.
Resultado Mensal (Março de 2013)
Na avaliação mensal, a arrecadação expandiu 15,76% e registrou R$ 6,5 bilhões. Os planos individuais receberam 5,9 bilhões em novos aportes (alta de 17,84%), os planos empresariais R$ 530,8 milhões (2,95% superior) e os planos para menores R$ 141 milhões, com recuo de 9,09%. No mês de março, o VGBL respondeu por R$ 5,7 bilhões dos novos depósitos e o PGBL por R$ 560,7 milhões.
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