Liberty Seguros lança aplicativo que promove a mobilidade verde durante a Copa das Confederações

liberty sinal livrerelease
A Liberty Seguros, Seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™, lança um aplicativo que calcula a pegada ecológica (emissão de CO2), guia de hotéis e pousadas sustentáveis, parques públicos e urbanos e outros indicadores ecológicos. O aplicativo, chamado Sinal Livre, contará com uma calculadora que indica o quanto a pessoa emite de dióxido de carbono se locomovendo de carro, ônibus, moto, trem, metrô, bicicleta e avião de acordo com a distância percorrida.

Além dos cálculos das rotas, o Sinal Livre trará notícias gerais sobre o meio ambiente e novidades sobre a Copa do Mundo e das Confederações entre outros temas. O download do Sinal Livre será gratuito e, inicialmente, estará disponível para Android (https://play.google.com/store/apps/details?id=org.mobilab.app) e, a partir do dia 15 de junho, para iOS e Windows Phone também contarão com o aplicativo. “Por sermos patrocinadores da Copa do Mundo FIFA 2014™ e termos a Mobilidade Urbana como nossa causa social através do projeto Sinal Livre, nos sentimos mais responsáveis em estimular atitudes positivas e conscientes no dia a dia a favor do meio ambiente e da mobilidade urbana segura”, afirma Adriana Gomes, diretora de marketing da Liberty Seguros.

A iniciativa do projeto é em parceria com a Mobilab, empresa especializada em tecnologia móvel para difundir boas práticas e estimular o engajamento para uma locomoção mais segura. De acordo com Cris Velasco, sócia-diretora da Mobilab, um aplicativo como este é uma maneira eficaz de melhorar a experiência humana nas grandes cidades, permitindo às pessoas se conectarem de novas maneiras com o ambiente. “É uma parceria que une o projeto de sustentabilidade da Liberty Seguros com as novas tecnologias”, diz.

O aplicativo integra o projeto de sustentabilidade da Liberty Seguros Sinal Livre – Andar com responsabilidade é andar seguro, iniciativa da seguradora que tem como principal objetivo a difusão de boas práticas para estimular o engajamento e a conscientização das pessoas para uma locomoção mais segura. A atuação do Sinal Livre é baseada em três temáticas: a mobilidade verde, estimulando a escolha de meios de locomoção que causem menor impacto ao meio ambiente; a fluidez, reforçando o respeito de todos dentro dos espaços de deslocamento nos grandes centros urbanos; e segurança no trânsito, trabalhando efetivamente na prevenção dos acidentes.

“Com o aumento da dificuldade de deslocamento nas grandes cidades e o crescente interesse por qualidade de vida e sustentabilidade, a procura por aplicativos com soluções para melhorar as experiências urbanas e o cotidiano das pessoas aumentou nos últimos meses. O lançamento do aplicativo Sinal Livre vem de encontro com essa tendência, reunindo em um único ambiente facilidades e experiências sustentáveis não só para a população, mas também para os turistas que estiverem no Brasil durante a Copa das Confederações e do Mundo”, diz a diretora de marketing da Liberty Seguros.

Superintendente da Susep anuncia VGBL Generosidade ao ser homenageado pelo CVG-RJ

luciano portal santannaRelease

O CVG-RJ promoveu, nesta quarta-feira (05), almoço em homenagem ao superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna, que fez um balanço de sua administração e anunciou algumas novidades importantes para o mercado. Ele recebeu, na ocasião, uma placa comemorativa das mãos do presidente do CVG, Danilo Sobreira. “O CVG, que completa 47 anos de criação agora em junho, tem como principal missão fazer crescer o seguro de pessoas no Brasil e, nesse contexto, é também a casa da Susep”, salientou Sobreira.

Na sua apresentação, Luciano Portal falou sobre o crescimento do mercado nos últimos 10 anos, sempre acima do PIB brasileiro e em ritmo acelerado. “A Susep aprovou uma série de medidas que colaboraram para esse desempenho. Outras normas estão em estudo e serão colocadas em consulta pública”, frisou.

Ele destacou, nesse contexto, o marco regulatório do microsseguro, aprovado em 2012.
Portal apontou esse produto, que já vem sendo comercializado por algumas seguradoras, como fundamental para atender a um novo público consumidor de seguros, oriundo das classes C e D.
Aliás, para o superintendente da Susep, o aumento da renda da população, somado às baixas taxas de desemprego, são fatores preponderantes para que o mercado mantenha a tendência de crescimento. “Embora o PIB não esteja crescendo em um ritmo acelerado, a taxa de desemprego se mantêm baixa. Historicamente, nunca tivemos índices tão reduzidos. Além disso, a renda média está crescendo. Esses fatores propiciam que classes menos favorecidas entrem no mercado de insumos de seguro e previdência complementar”, observou.

Generosidade – Entre as novidades anunciadas está o lançamento do VGBL Generosidade, através do qual tanto pessoas físicas quanto empresas poderão fazer doações a hospitais públicos e privados, com incentivo fiscal. O produto está em fase final de montagem na Susep. “Vamos editar uma resolução do CNSP regulamentando essa matéria”, revelou Santanna, acrescentando que a lei já permite esse tipo de incentivo fiscal para doações.

Ele comentou ainda sobre a regulamentação da venda de seguros, principalmente do garantia estendida, em lojas do varejo. Segundo o superintendente da Susep, foram verificados alguns abusos, como a venda casada, que serão corrigidos.

A proposta, que também será colocada em consulta pública, inclui a regulamentação da figura dos agentes, que serão responsáveis pela comercialização de seguros nas lojas. “O varejista vem atuando como estipulante, mas essa figura deve representar os interesses do consumidor e não das seguradoras, como vem ocorrendo. A figura do agente é prevista no Código Civil, mas não foi disciplinada. Vamos fazer isso agora”, assegurou.

Sobre a audiência pública relacionada à venda de seguros por meio remoto, que termina nesta quinta-feira (06), Luciano Portal afirmou que esse canal, em outros países, tem uma participação crescente, especialmente, junto ao público mais jovem. “Acredito que terá uma participação expressiva no Brasil também”, acentuou.

CORRETOR. Ele falou ainda sobre as mudanças nas normas que regulamentam a atuação dos corretores de seguros e prepostos, em estudo na autarquia. Segundo Luciano Portal, pela proposta em análise, que ainda será discutida com o mercado, o corretor que trabalha para uma seguradora apenas terá que passar a atuar como agente. “O corretor tem que trabalhar com mais de uma seguradora, com mais de um produto, e tem que buscar a melhor oferta para o consumidor”, completou.

23ª CIAB FEBRABAN terá palestra sobre os desafios, tendências e o papel da TI no setor de seguros

No dia 13, das 11 às 12h30, Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros, Vicente Fernandez Tardón, executivo da Mapfre, Marcelo Augusto Dutra Labuto, presidente da BBSeguros participaram da palestra Desafios, Tendências e o papel da TI para o setor de Seguros, durante a 23ª CIAB FEBRABAN – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras, maior evento da América Latina tanto para o setor financeiro quanto para a área de Tecnologia.

alexandre caldini valorAlexandre Caldini, CEO do Valor, será o mediador do painel que tem como foco abordar a tecnologia na estratégia de negócio de cada empresa e dos desafios das seguradoras nesse ambiente do setor financeiro, de margens mais estreitas, mais regulação e de um cenário externo ainda reticente na recuperação da atividade econômica.

A CIAB FEBRABAN terá como tema central “Os Novos Desafios do Setor Financeiro” e será realizada nos dias 12, 13 e 14 de Junho e 2013, no Transamérica Expo Center em São Paulo. O evento foi criado em 1990 e desde a sua primeira edição em 1991, vem incentivando o desenvolvimento da tecnologia e inovação bancária. Anualmente, o congresso reúne cerca de 1,9 mil representantes de bancos do Brasil e de outros países. Apresenta cerca de 120 personalidades entre conferencistas e debatedores em mais de 30 painéis.

A área de exposições reune cerca de 200 empresas fornecedoras de tecnologia e inovação corporativas, em um espaço total superior a quatro mil metros quadrados, atraindo uma visitação anual superior a 18 mil executivos e diretores de instituições financeiras e outras áreas de tecnologia e inovação.

Saiba mais sobre o evento: http://www.ciab.org.br/evento/apresentacao

Jornalismo vive crise mundial

news2Tá bem complicado ser jornalista hoje em dia. Assim como as empresas precisam se reiventar, os profissionais da mídia também seguem o mesmo caminho. Jornal da Tarde fechou. Brasil Econômico mandou quase 60 embora da sucursal de SP pois mudou a sede para o Rio de Janeiro. O Estado de São Paulo demitiu cerca de 60. O Valor outros 50. A Editora Abril deverá demitir centenas e fechar publicações não rentáveis. Ou seja, cada dia mais colegas jornalistas sem emprego. E os que ficam na redação, sem horizonte.

Hoje achei algo que resume bem boa parte dos problemas da mídia, escrita pela equipe do Financial Times Deutschland, fechado na última sexta-feira:

“Desculpem-nos, caros acionistas, por termos torrado tantos milhões. Desculpem-nos, caros anunciantes, por termos sido críticos quando falamos dos vossos negócios. Desculpem-nos, caros porta-vozes de imprensa, por termos seguido tão poucas vezes as vossas sugestões. Desculpem-nos, queridos políticos, que tenhamos acreditado tão pouco em vocês. Desculpem-nos, caros colegas, por vos termos posto a trabalhar tantas noites e tantos fins-de-semana. Desculpem-nos, caros leitores, que isto sejam as últimas linhas do Financial Times Deutschland. Lamentamos. Pedimos desculpa, sem reservas. Porém, se pudéssemos recomeçar, faríamos tudo igual”.

So completaria a frase dizendo que faria tudo igual, pois sem leitor não há jornal. E o leitor quer boas notícias e não uma vitrine de egos. Quer algo diferenciado, com conteúdo que o ajude a tomar decisões, a traçar estratégias. Gosto sempre de dizer às fontes: seja o seu próprio leitor. Você teria interesse em ler isso que está me contando? Você teria tempo a perder com isso?”. A resposta é quase sempre “não”. Então… let’s go… vamos criar uma comunicação mais sustentável!!!!

Superintendente da Susep promete acabar com os abusos na venda de seguros em lojas

cqcsComo não fui ao almoço do CVG-RJ, segue o que acabo de ler no CQCS (www.cqcs.com.br)

A Susep vai regulamentar a venda do seguro de garantia estendida em redes de lojas. O superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna. adianta que serão aprovadas normas rígidas para “acabar com os abusos verificados atualmente”.

Segundo ele, as lojas não poderão mais atuar como estipulantes das apólices coletivos desse seguro. “Estipulante deve representar o consumidor e não é o que ocorre hoje, pois as lojas atuam como parceiras das seguradoras”, observou Santanna, em evento realizado pelo CVG-RJ, nesta quarta-feira (05).

Ele também fez fortes críticas à prática de venda casada nessas lojas. Para Luciano Portal, muitas vezes o consumidor sequer sabe o que está, de fato, comprando, ao adquirir o seguro de garantia estendida em uma loja.

Ele anunciou que será regulamentada a figura do agente para comercializar esse tipo de produto. Além dos agentes das seguradoras, os prepostos dos corretores também atuarão nesse segmento. “O tema é muito polêmico. Por essa razão, vamos levar ao debate, através de consultas públicas, até o final de junho”, revelou o superintendente da Susep.

O seguro de garantia estendida amplia a garantia de produtos, como eletrodomésticos e carros. Dados da Susep indicam que, de janeiro a abril, esse produto gerou receita da ordem de R$ 930 milhões, 15,5% a mais do que no primeiro quadrimestre de 2012.

Allianz vai estampar a camisa do Palmeiras

allianz palmeira camisaRelease

Após anunciar em um evento realizado nesta quinta-feira 6, que Allianz Parque é a nova marca do estádio do Palmeiras, o presidente da Allianz Seguros, Edward Lange, confirmou que o nome da seguradora estampará a camisa do time nos dois próximos jogos, que acontecerão em Recife e Natal.

A novidade foi celebrada pelos dirigentes do clube e pela empresa que assinaram, em abril, o contrato de naming rights do estádio, com duração prevista de 20 anos, com possibilidade de prorrogação por mais dez. “Temos certeza do sucesso desta parceria. A Allianz ficará com o Palmeiras por pelo menos 30 anos, e talvez até mais. Esse é o inicio de um relacionamento duradouro”, afirmou o presidente do Palmeiras, Paulo Nobre.

O nome Allianz Parque é a nova marca do estádio do Palmeiras. A opção foi a escolhida com 88,7% da preferência das 620.784 mil pessoas que participaram da votação nas redes sociais, totalizando 550.840 votos, contra 7,17% do segundo lugar, Allianz Center, com 44.524 votos, e 4,1% do terceiro Allianz 360°, com 25.416 votos.

Para Lange, o nome Allianz Parque transmite com perfeição a proposta do espaço. “Uma ampla área ‘verde’ de entretenimento e múltiplas funcionalidades, localizado no meio urbano. Pronto para atender a enorme demanda de São Paulo, que recebe um evento a cada seis minutos, segundo dados da SPTuris”, explicou.

Walter Torre Jr., presidente da WTorre, construtora responsável pela obra, afirmou que o estádio será uma referência para o Palmeiras e para o Brasil, e, no futuro, para o mundo. “Espero que o Allianz Parque seja citado internacionalmente como exemplo de estádio de sucesso, assim como é o Allianz Arena, em Munique”, disse.

Profissionalizar o esporte e tratar o futebol como um negócio importante para a economia já é regra em alguns países, e se desenha no futuro de forma natural para o Brasil, garante Edward Lange. “Esse movimento vai ganhar ainda mais força com a entrega dos estádios para o mundial de futebol, em 2014, pois devem injetar R$ 7 bilhões na economia”, afirmou.

Concurso

Durante o evento, os cinco ganhadores do concurso cultural Goleada de Nomes foram premiados. Promovido pela Allianz, o concurso recebeu 58.701 mil respostas para a pergunta: “Por que a nova arena fará a cidade de São Paulo melhor?”.

O paulistano Leandro Martins, 24 anos, foi o grande vencedor e ganhou um passe livre para os shows e jogos que haverá no Allianz Parque pelo período de um ano, além de participar do evento de abertura da arena. “Cinza é a cor dessa metrópole multicultural, precisamos nos preocupar mais com o meio ambiente e verde é a cor que falta nessa cidade” foi a resposta.

O volume de respostas surpreendeu os organizadores. Só no último dia do concurso, por exemplo, os internautas enviaram mais de 10 mil frases, que foram julgadas por um grupo independente formado por cinco jornalistas da área esportiva.

Agora é oficial: Allianz Parque foi o nome escolhido pelos torcedores

allianz coletivaAllianz Parque é o nome escolhido para batizar a Nova Arena do Palmeiras, um dos mais modernos complexos de entretenimento multiuso do mundo. O nome foi selecionado pela maioria dos 620.784 internautas, presentes em 37 países, que participaram da votação online organizada pela Allianz e pela WTorre, que fecharam um acordo de naming rights segundo o qual a seguradora alemã se torna detentora do nome da arena pelos próximos 20 anos. A Allianz já dá nome a outros grandes empreendimentos no mundo, como a Allianz Arena de Munique, a Allianz Riviera em Nice, o Allianz Stadium em Sydney e o Allianz Park em Londres.

Allianz Parque teve a maioria esmagadora de votos, diante das outras duas opções: o nome vencedor foi o preferido entre 88,73% dos internautas (550.840 votos, no total), contra 7,17% do segundo lugar (Allianz Center, com um total de 44.524 votos) e 4,1% do terceiro (Allianz 360°, com 25.416 votos).

Para o presidente da Allianz Seguros, Edward Lange, a participação na escolha mostra o que o público espera da arena. “Acho que a escolha dos votantes pelo nome Allianz Parque reflete muitas das características que o mundo inteiro procura e valoriza e o que a Allianz, como seguradora líder mundial, oferece a todos os seus clientes: melhora na qualidade de vida”, explica Lange. “Allianz Parque claramente reflete a história do estádio e também faz referência a uma área verde, não só pelo Palmeiras e pela vegetação, mas também destinado à preservação do meio ambiente e à recreação como lazer, futebol, espaços culturais e espetáculos”, completa.

“Tenho toda a segurança de que estamos entregando ao Brasil não só uma arena com padrões globais de segurança, conforto, tecnologia e gestão. Estamos trazendo ao Brasil, em parceria com a Allianz, a AEG e o Palmeiras, um modelo de negócios inédito”, afirma Walter Torre Jr., presidente do Conselho de Administração do Grupo WTorre.

O logotipo que estampará a fachada do estádio foi criado pela agência Copyright, com base nas marcas do Allianz Arena, em Munique, e do Allianz Riviera, em Nice. Segundo os responsáveis, a ideia foi desenvolver um conceito minimalista que proporcionasse a fácil identificação da marca pelo público.

O Allianz Parque é o primeiro naming rights da Allianz no Brasil e na América Latina e representa um novo modelo de negócios no país. Além da exposição da marca e sua associação com o esporte tão poderoso no Brasil quanto o futebol, a arena será uma importante plataforma para ações de relacionamento da seguradora com corretores e clientes. A companhia terá direito de uso de camarotes, quota de tíquetes para eventos, partidas e concertos, por exemplo.

“Nosso objetivo é transformar o Allianz Parque em um dos principais centros de eventos da capital paulista e um marco da cidade”, finaliza Lange.

“Fico muito feliz em saber que Allianz Parque foi o vencedor desta eleição o, que mostrou o engajamento do torcedor palmeirense. Particularmente, era meu nome predileto entre os que foram disponibilizados pela WTorre e pela Allianz, por atender parcialmente aos saudosistas e remeter ao nosso querido Parque Antarctica. Tenho certeza de que o palmeirense está satisfeito com o nome de nossa nova casa, uma das arenas mais modernas do mundo”, afirma Paulo Nobre, presidente do Palmeiras.

Eternizando ídolos
O Allianz Parque terá também um espaço dedicado aos heróis palestrinos. Assim como a área de principal acesso do Staple’s Center homenageia os heróis do Los Angeles Lakers, nos Estados Unidos, a arena paulistana terá uma de suas áreas de acesso dedicada a homenagear ídolos que ajudaram a construir a história da Sociedade Esportiva Palmeiras.

Os primeiros homenageados são Ademir da Guia, o “Divino”, e o embaixador do Allianz Parque, “São” Marcos. As equipes do clube e do Allianz Parque estão neste momento definindo os critérios de seleção dos nomes dos demais ídolos, bem como os formatos da homenagem e a localização exata da área.

Essa iniciativa, junto com o Memorial Palestra Italia (museu que retomará os principais momentos do clube), faz parte de um amplo projeto de preservação e de celebração da gloriosa e quase centenária história da Sociedade Esportiva Palmeiras no complexo do Allianz Parque.

Sobre o Allianz Parque
Mais do que um novo estádio, o Allianz Parque foi projetado e está sendo construído para receber esportes, entretenimento, shows, gastronomia e compras. Tudo isso sem a necessidade de qualquer adaptação estrutural. A arena proporcionará uma experiência inédita para os amantes dos grandes espetáculos, com 45 mil lugares cobertos, anfiteatro com até 12 mil lugares, espaço para shows com até 55 mil espectadores, camarotes para cerca de 3 mil pessoas, restaurante panorâmico, lanchonetes, lojas, centro de convenções e estacionamento para até 2 mil veículos.

Câmara aprova projeto que regulamenta desmanches de veículos

armando-vergilioComunicado

O plenário da Câmara aprovou, por unanimidade, nesta quarta-feira (05), o Projeto de Lei 23/2011, de autoria do deputado Armando Vergilio (PSD-GO), que disciplina o funcionamento das empresas de desmonte de veículos. A proposta segue, agora, para o Senado.

Segundo Vergilio, estatísticas recentes revelam que 400 mil carros são roubados ou furtados anualmente no Brasil. Apenas pouco mais da metade é recuperada. O restante abastece os desmanches espalhados por todo o território nacional e o comércio ilegal de peças.

Ele assegura que o projeto vai proteger centenas de milhares de pessoas, ao reduzir a criminalidade, pois as quadrilhas terão muita dificuldade para repassar os veículos roubados ou furtados.

Também serão gerados novos empregos formais, nas oficinas legais que serão criadas, aumentando ainda a arrecadação de impostos.

Outra consequência natural será a redução do custo na reparação de veículos com a possibilidade de utilização de peças usadas, porém certificadas. “Em outros países, os resultados foram imediatos. Na Argentina, por exemplo, um ano após a criação dos desmanches legais, o índice de roubos de automóveis caiu 50%”, revela o autor da proposta.

O deputado acrescenta que o proposta vai ainda viabilizar o verdadeiro seguro popular de automóvel, que poderá ter preços até 30% menores do que o produto tradicional, ao permitir a utilização de com peças recondicionadas, mas devidamente certificadas. “Esse novo produto poderá atingir 20 milhões de automóveis com mais de cinco anos de idade, que, atualmente, trafegam pelas ruas e estradas brasileiras totalmente desprotegidos”, acentua Vergilio.

Além disso, o projeto, que foi aprovado exatamente na data em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho), reduzirá também os danos causados pelo descarte desordenado, pelos desmanches irregulares de baterias, carcaças de veículos e fluídos de freios e motor.

O projeto ainda tornará obrigatória a baixa de registro da peça reutilizada perante o órgão responsável, aliada a um rígido controle pelo Estado. Dessa forma, será possível identificar todas as peças automotivas, permitindo o seu indispensável rastreamento.

Caixa Seguros vende 30 mil apólices de microsseguros em um mês

thierry caixaA Caixa Seguros está comemorando a venda de 30 mil apólices de microsseguros em apenas um mês. De acordo com o primeiro relatório da Susep sobre o tema, disponibilizado ontem, apesar de várias seguradoras terem produtos aprovados, como BB e Mapfre, Bradesco e Panamericana, a Caixa é a única empresa do setor a trabalhar nesta modalidade de produtos. A modalidade foi regulamentada em julho do ano passado, e as empresas do setor começaram a adequar seus produtos.

“Há uma forte tendência na popularização dos seguros, pois uma grande parcela da população ainda não está protegida financeiramente. Esses produtos acessíveis vão cumprir esse papel”, explica o presidente do Grupo Caixa, Thierry Claudon, em comunicado divulgado. Os primeiros microsseguros trazem assistência funeral, indenização por morte acidental, cesta básica e sorteio mensal de até R$ 60 mil reais. É encontrado nas casas lotéricas de todo o País, com valores a partir de R$ 30 reais por ano.

“Para nós, esse trabalho já está em andamento há anos, pois o foco nos segmentos mais populares sempre esteve no DNA da companhia”, explica Thierry Claudon. Isso porque a Caixa já comercializou cerca de 21 milhões de seguros populares desde 1995.

Esses seguros populares inspiraram a criação dos microsseguros, ainda mais acessíveis e de venda mais fácil. A nova modalidade se baseia em três pilares: preço baixo, ampla rede de distribuição e processo de venda simplificado. “A CAIXA SEGUROS atende a todos esses requisitos, com preços mensais equivalentes a R$ 2,50, mais de 60 mil pontos de venda em todo o país e processos simplificados que permitem a aquisição de uma apólice em questão de segundos”, explica Thierry Claudon.

O desenvolvimento dos microsseguros foi uma exigência do próprio mercado, dentro do processo de inclusão econômica que o país passou nos últimos anos. “Em famílias com renda mais baixa, uma eventualidade pode ter um efeito financeiro em cascata e envolver pequenos comerciantes locais, parentes ou até mesmo vizinhos”, explica Claudon.

Geneva Association divulga estudo com análise de catástrofes e como a parceria público privada pode ajudar a reduzir perdas

© Copyright 2010 CorbisCorporationA Geneva Association divulga hoje um belo estudo – Insurers’ contributions to disaster reduction—a series of case studies – sobre como os governos de todo o mundo podem reduzir o impacto humano e econômico das catástrofes naturais, cooperando mais de perto com as seguradoras. O relatório detalha algumas das principais catástrofes ocorridas, sugerindo quais as medidas que poderiam ter sido tomadas e que devem ser providenciadas a partir das constatações reveladas durante a análise dos peritos das seguradoras para mitigar riscos e assim salvar vidas e também o patrimônio construído pela sociedade.

O relatório conclui que uma maior cooperação entre as seguradoras e os governos podem reduzir a escala das perdas geradas pelas catástrofes, bem como seu impacto econômico subseqüente, especialmente em países em desenvolvimento, os mais afetados e que acabam por vivenciar a pobreza e estagnação econômica pela falta de seguros para a reconstrução e de medidas preventivas.

NBomhard_02_MunichRe_72dpi_rgbNikolaus von Bomhard, presidente da Genebra Association e presidente do Conselho de Administração, Munich Re disse: “É possível um esforço para desenvolver produtos adequados para os países em desenvolvimento. No entanto, sem estruturas econômicas e regulatórias adequadas, os mecanismos de gestão de riscos de seguros estão aquém de seu potencial para reduzir o impacto dos desastres. Ao trabalhar em conjunto com as seguradoras, os governos têm os meios e a capacidade de aproveitarem tal apoio para aumentar a proteção das pessoas e da economia com a redução dos impactos dos desastres “.

Em 2011, as seguradoras pagaram US$ 108 bilhões em indenizações por catástrofes ajudando Tailândia, Japão, Austrália, Nova Zelândia e os EUA a reconstruírem parte do que foi destruído. “O seguro é uma forma rápida e eficaz de injetar liquidez nas economias afetadas pela catástrofe”, afirma o estudo. Em Tohoku, terremoto e tsunami de 2011 no Japão, cerca de 90% dos U$ 38,5 bilhões de perdas seguradas foram pagos no prazo de três meses após o desastre (ver estudo de caso 5 do relatório). Em Nova Jersey e Nova York, as indenizações foram pagas apenas seis meses após o furação Sandy devastar a região.

O mercado de seguros privados, apoiados pela indústria de resseguros global, assume trilhões de dólares de risco por ano. Os custos de um risco devem ser refletidos no preço do seguro, bem como as despesas e o retorno do capital do acionista. Praticar um preço inferior a isso é minar o mercado privado. Por isso, é necessário que os governos entendam como o setor funciona. O relatório traz um estudo de caso com uma análise do National Flood Insurance Program nos EUA, que ilustra as possíveis falhas de um programa público.

Michael Butt, Co-Presidente dos riscos climáticos da Associação de Genebra e presidente da Axis Capital, disse: “Temos de aprender com os desastres. Depois de uma catástrofe, podemos decidir se queremos reconstruir, ou abrir caminho para a natureza e mudar. A política forte do governo local no uso da terra e os códigos de construção, juntamente com os planos de recuperação de desastres, vão permitir que as comunidades possam ser reconstruídas rapidamente e de forma sensata. Mas as pessoas precisam de incentivo para se adaptar. Para isso, os formuladores de políticas e também à indústria de seguros podem desenvolver um trabalho com visão compartilhada para o desenvolvimento sustentável. Ações do governo de Nova Jersey e Nova York, na esteira de Sandy, são um exemplo positivo para outras jurisdições”.

Mais informações podem ser obtidas no link http://genevaassociation.us4.list-manage.com/track/click?u=ed7a2a37929e5c5dd517e6383&id=0743e0b1a0&e=3fd366929e