A Liberty Seguros, Seguradora Oficial da Copa das Confederações FIFA 2013, apresenta as ativações de marca para a competição que começa no próximo dia 15 de junho. A estratégia da companhia é proporcionar aos torcedores uma experiência com a marca desde a chegada às cidades-sedes até o estádio, com interações lúdicas utilizando o embaixador Cafu e chamando atenção para os produtos e valores da seguradora.
O primeiro contato dos torcedores com a marca Liberty Seguros acontecerá logo na chegada às cidades-sede. Nos aeroportos de Belo Horizonte, Salvador e Brasília circularão nas esteiras de malas algumas maquetes de carros, casas e empresas. Cada objeto estará relacionado a um produto da empresa: automóvel, vida, residência e empresas de grande, médio e pequeno porte. A ação acontecerá somente nos voos domésticos para maior conexão e foco com o público-alvo. “Enquanto a pessoa viaja, a sua casa, o seu carro, o seu negócio e os seus bens estão protegidos. É a principal mensagem desta iniciativa”, explica Adriana Gomes, diretora de Marketing da Liberty Seguros.
Assim como nos aeroportos, a marca da seguradora estará presente em transportes coletivos, táxi, relógios e quiosques em Belo Horizonte, Brasília e Salvador. No Rio de Janeiro, a Liberty Seguros aparecerá em anúncio expandido em um dos principais edifícios da Avenida Conselheiro Olegário, próximo ao Estádio do Maracanã.
Interação nos estádios – Já nos estádios em Belo Horizonte, Fortaleza, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador a seguradora terá um estande na área de exposição dos patrocinadores. Com painel fotográfico tridimensional com a imagem do pentacampeão Cafu, embaixador da marca, os torcedores poderão tirar fotos simulando estarem em uma arquibancada. Após a sessão de foto, os visitantes receberão uma senha para acessar as suas imagens em um banco de dados online. “É um momento de interação com a marca de forma leve e divertida. Vamos distribuir brindes como capa de espelho para retrovisor de automóvel, mochila, chapéu e a faixa de capitão com o logo da seguradora. Nosso objetivo é colocar os torcedores no clima de festa”, comenta.
Como forma de proporcionar uma experiência única aos clientes, funcionários e corretores, a companhia preparou um programa especial de hospitalidade para os jogos de abertura, semifinais e final. Serão mais de 500 convidados que participarão de uma série de atrações turísticas nas cidades-sede, além de desfrutar do espaço exclusivo da Liberty Seguros dentro dos estádios, que terão como anfitrião o capitão do penta, Cafu.
Além disso, mais de 3.000 pessoas, entre clientes, corretores, funcionários, parceiros, ONGs e público em geral, terão a oportunidade de participar deste grande evento. Todos foram premiados por meio das inúmeras campanhas promocionais e ações sociais realizadas pela seguradora. “Nossa proposta foi premiar o máximo de pessoas com ingressos para a Copa das Confederações”, afirma Adriana.
Campanha de patrocínio – As ações de marca para a Copa das Confederações 2013 integram a campanha de patrocínio da Copa do Mundo da FIFA 2014™, que traz como mote a responsabilidade, o privilégio e orgulho dos brasileiros em fazerem parte do maior e mais importante evento esportivo do mundo. “Acreditamos em cada uma das pessoas responsáveis por fazer a Copa acontecer. Todos os brasileiros podem ser capitães e colaborarem para que esta Copa seja a melhor de todos os tempos”, comemora a executiva.
Com investimento total de R$ 26 milhões, a campanha contempla anúncios em TV aberta, TV fechada, mídias impressa e online, estratégia em mídias sociais, ações internas com funcionários, corretores e clientes, além de iniciativas de responsabilidade social.
A escolha do capitão Cafu como representante da campanha deve-se ao seu protagonismo no pentacampeonato. Nos anúncios, Cafu compartilha a honra e a alegria de ter representado toda uma nação como capitão do penta. Ele passa a braçadeira de capitão convocando os brasileiros a serem também capitães nessa Copa.
O Cafu teve o privilégio e a responsabilidade de representar todos os brasileiros. É um jogador que personifica os valores da marca. “É responsável, otimista, carismático, especialista no que faz e isso nos enche de inspiração. É o jogador que representa a Liberty Seguros e a paixão do brasileiro pelo futebol”, finaliza Adriana.
A Fenacor promoveu, nesta quinta-feira (13), o lançamento oficial do 18º Congresso Brasileiro de Corretores de Seguros, do 2º Congresso Brasileiro de Saúde Suplementar e da 17ª EXPOSEG, eventos que serão realizados entre os dias 16 e 18 de outubro, no Pier Mauá (Zona Portuária do Rio de Janeiro). “Estamos trabalhando para que esse seja o maior e melhor evento já realizado pela Fenacor”, afirmou o presidente da Federação, Armando Vergílio.
Segundo ele, a programação completa dos eventos será divulgada até o final de julho, assim como os shows, que “terão a cara do Rio”.
Vergilio revelou que, juntos, esses eventos deverão reunir até cinco mil profissionais do mercado, incluindo corretores, congressistas, expositores, palestrantes, executivos e técnicos de seguradoras.
Ele destacou ainda que a escolha do Rio de Janeiro para sede do evento se deve ao fato de a cidade, além de seus atrativos turísticos, reconhecidos internacionalmente, já estar preparada para receber grandes eventos. “Nada melhor que realizar encontro de tamanha relevância na cidade que é a capital do seguro”, frisou.
O presidente da Fenacor salientou também que a Fenacor está empenhada em organizar um evento que atenda aos anseios e expectativas de todos os profissionais inscritos.
Ele assegurou que a entidade dará, também, todo o apoio necessário para que as seguradoras e outros expositores possam ter o tempo adequado para o planejamento das suas atividades na EXPOSEG, que será realizada paralelamente ao congresso. “A boa notícia é que quase todos os 33 estandes disponibilizados já foram reservados. Restam apenas quatro”, anunciou.
Sobre a realização do 2º Congresso Brasileiro de Saúde Suplementar, Armando Vergilio lembrou que esse segmento vem apresentando expressivas taxas de crescimento, tendência que deve ser mantida nos próximos anos. “Desde a segregação do ramo saúde, que passou da Susep para a ANS, não havia um encontro focado nesse importante segmento. Agora, com a indispensável parceria da FenaSaúde, vamos realizar a segunda edição desse Congresso. Será um reservado um auditório para que se possa discutir uma pauta específica sobre esse setor”, adiantou o presidente da Fenacor.
Ele agradeceu ainda o apoio da CNSG, afirmando que, mais do que uma parceria com essa entidade, está havendo “uma aliança” para o sucesso do evento. “Existe, hoje, uma ação sinérgica. Corretores e Seguradores caminham juntos visando a buscar o bem estar da sociedade brasileira”, disse Vergilio.
O presidente da Fenacor enfatizou também o apoio técnico oferecido pela Escola Nacional de Seguros, o qual, segundo ele, é indispensável e fundamental para a realização do evento.
Presente ao evento, o diretor Executivo da FenaSaúde, José Cechin, disse que o sucesso da primeira edição motivou a realização do 2º Congresso Brasileiro de Saúde Suplementar. “A contratação de um plano ou seguro saúde é um dos maiores sonhos dos brasileiros. Esse é um segmento que vem crescendo muito nos últimos anos, acima do PIB. E vai continuar assim por algum tempo”, destacou Cechin.
Já o presidente da Escola Nacional de Seguros e vice-presidente da Fenacor, Robert Bittar, afirmou que a participação da entidade no evento é “histórica”, até porque os corretores são o principal público alvo da escola. “Vamos continuar colaborando, principalmente com nossa equipe técnica”, frisou.
Antes do encerramento do evento, Armando Vergilio comunicou que a Secretaria Geral da Comissão Organizadora do evento ficará sob a responsabilidade do ex-superintendente da Susep, Paulo dos Santos, que explicou detalhes do acesso ao local do evento, das instalações e dos serviços prestados. “Está tudo sendo preparado para que os congressistas e acompanhantes tenham o máximo de conforto possível, seja no Pier Mauá ou nos hotéis em que ficarão hospedados”, disse Paulo dos Santos, acrescentando que já estão sendo bloqueados apartamentos em diversos hotéis do Centro do Rio, do Flamengo e de Copacabana.
Nesta edição, a EXPOSEG ficará em um espaço total de 1.809 m². Em quatro áreas será possível ampliar o estande para a varanda externa do Píer Mauá, de frente para a Baía de Guanabara.
Localizada entre o Armazém 2, onde estarão instaladas as Plenárias, e o Armazém 4, totalmente adaptado para as refeições e shows, a 17ª EXPOSEG oferecerá a patrocinadores e congressistas a melhor opção de negócio.
A Brasilprev, uma das empresas líderes do mercado brasileiro de previdência privada aberta e única especialista em seu segmento, lançou um hotsite (www.previdenciasemmisterio.com.br) com o objetivo de informar o público de maneira simples e didática sobre como funciona a previdência, seus conceitos e possibilidades.
Na plataforma on-line, o internauta terá acesso a cinco blocos: o que é previdência; vantagens de fazer uma previdência privada; o que considerar antes de fazer um plano; como funciona o período de acumulação e a utilização da reserva; e os tipos de planos existentes para diferentes públicos. Os usuários também encontrarão no hotsite capítulos do projeto “Brasilprev Explica”, que complementam o conteúdo de modo dinâmico e acessível.
Todo o material do hotsite configura-se como uma cartilha digital e está disponível também para que o internauta faça download ou imprima, se desejar.
“A cartilha digital permite que o usuário entenda a previdência privada e deixe de vê-la como uma complicada forma de investimento”, comenta o gerente de comunicação da Brasilprev, Francisco José Molnar Casseb, que complementa: “Esta é uma das ações da Companhia voltadas à disseminação da educação financeira. Nosso objetivo é ajudar as pessoas a entenderem a importância de poupar para o longo prazo e se programarem para a realização de seus projetos de vida”.
O Grupo XL anunciou a nomeação de Renato Rodrigues como Country Manager de sua operação de seguros no Brasil, a partir de 1º de julho de 2013. Sua missão será ampliar a penetração no mercado brasileira. Ele ficará em São Paulo, sob o comando de Bruno Laval, Regional Manager para Iberia e América Latina de seguros diretos.
Rodrigues substituiu Juan Bragadin, que agora será o diretor técnico e continuará controlando o cumprimento das regras que regulam o mercado de resseguros e de aprovação de novos produtos.
Laval afirmou que Rodrigues “combina uma ampla gama de conhecimentos técnicos com um profundo entendimento do mercado brasileiro e das necessidades de melhoria na oferta de produtos locais, assim como possui experiência para contribuir no desenvolvimento de novos produtos”.
O executivo brasileiro tem 14 anos de experiência em seguros. Seu último cargo foi de vice-presidente da Liberty International Underwriters (LIU) no Brasil, onde controlava todas as operações de danos materiais e responsabilidade civil. O substituto de Renato na LIU será anunciado em breve. Renato também é presidente da comissão de seguro de responsabilidade civil da CNseg.
Altera o Decreto nº 6.306, de 14 de dezembro de 2007, que regulamenta o Imposto o sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários – IOF.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe conferem os arts. 84, caput, inciso IV, e 153, § 1º, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei nº 5.143, de 20 de outubro de 1966, no Decreto-Lei nº 1.783, de 18 de abril de 1980, e na Lei nº 8.894, de 21 de junho de 1994,
DECRETA:
Art. 1º O Decreto nº 6.306, de 14 de dezembro de 2007, passa a vigorar com as seguintes alterações:
“Art. 32-C. ……………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………….
§ 15. A partir de 13 de junho de 2013, a alíquota prevista no caput fica reduzida a zero.” (NR)
Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 12 de junho de 2013; 192º da Independência e 125º da República.
Eis mais um grande passo para viabilizar o seguro de automóvel popular. Luciano Portal, titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), viaja no período de 16 de junho de 2013 a 20 de junho de 2013, para Espanha. Ele irá visitar o Centro de Experimentação e Segurança Viária – CESVIMAP, o Centro de Desmontagem e Comercialização de Peças Usadas de Veículos – CESVI RECAMBIO em Ávila. Ele também irá a Madri, encontrar o presidente da Mapfre e sua equipe, para troca de experiências em relação ao seguro popular de auto, segundo informa decreto do Ministério da Fazenda publicado hoje no Diário Oficial.
O Centro de Desmontagem da Mapfre é algo impressionante. São centenas de peças recuperadas para venda legal as pessoas. Isso faz com que o preço do seguro de carro seja bem mais barato e também permite que as pessoas que não tem seguro possam consertar seus veículos por um custo muito mais acessível. Coisa de primeiro mundo. Legal. Sem desmanche ilegal. Com certeza Luciano Portal voltará impressionado e agilizará toda a regulamentação necessária para que o projeto de seguro popular ganhe força e velocidade.
A Icatu Seguros fará um seguro de vida para proteger 408 educandos do Instituto Bola Pra Frente, que atende crianças e adolescentes carentes entre 6 e 17 anos, oferecendo oportunidade de promoção social por meio do esporte. O objetivo é que eles estejam cobertos para que, em caso de acidente, as famílias tenham recursos para realizarem o tratamento. O seguro terá as coberturas de Despesas Médico, Hospitalares e Odontológicas – DMH e de Serviço de Assistência Funeral.
Um detalhe importante passou longe de comentários da imprensa, ainda pouco ocupada com temas de seguros. Principalmente como esses, que envolve tantos interesses. Para sorte de todos, o advogado Walter Polido, que trabalhou quase duas décadas no IRB Brasil Re, deixando a resseguradora até então estatal por uma oferta recebida da Munich Re, maior resseguradora do mundo, está sempre em busca de melhorias para o setor.
Hoje, Walter Polido é consultor e árbitro em seguros e resseguros. Ao me mandar um artigo sobre a Circular Susep 458, de 21.12.2012, ele abriu um debate interessante sobre a extinção dos seguros singulares, aqueles feitos sob medida. “E por que as seguradoras, resseguradoras e clientes se calaram?” é a pergunta que circula nos bastidores do setor.
Um executivo acredita que as seguradoras se calaram porque ou gostaram ou porque não se importam nada com isso. Acho difícil que elas não se importem, portanto, penso como o executivo, que a Susep fez o que algumas seguradoras queriam, aquelas interessadas em complicar o pagamento das indenizações ou deixar para o ressegurador decidir, já que é ele que assume quase a totalidade do risco. Mas hoje quem responde legalmente pelos contratos são as seguradoras líderes. Ou seja, esse jogo de “culpa do outro” logo terá um fim. Assim como ter um bom cliente será algo para aquelas que praticam governança corporativa.
A segunda pergunta seria “E os grandes segurados, ou seja, as grandes empresas multinacionais ou brasileiras, por que se calaram?” Não se calaram. Apenas ninguém havia perguntado a elas o que pensavam disso. Abaixo, temos o artigo de Cristiane Alves, presidente da ABGR. “A coleção de atos emitidos pela SUSEP dificultam o nosso crescimento econômico e a distribuição saudável do risco. A autorização legal para que o mercado brasileiro passe a trabalhar como se dá a prática no resto do mundo, além de favorecer o nosso crescimento, garantiria a real proteção do risco para as nossas atividades e pessoas”, escreve Cristiane. “Como ABGR ficaremos muito felizes quando a SUSEP atingir a sua plena capacidade de atuar como ente regulatório supervisionando de forma eficiente o nosso mercado.”
Outra observação de executivos do setor é que as grandes apólices são pesadamente resseguradas. E é sempre complicado acomodar essas apólices singulares nos contratos automáticos. Antes da abertura, as grandes apólices praticamente não entravam nos contratos do IRB, geravam quase sempre os chamados Facultativos. A coisa funcionava por si só, mas a administração dos riscos Facultativos no dia a dia era cara, em toda a cadeia.
Depois, com a entrada dos resseguradores estrangeiros no Brasil, as capacidades automáticas cresceram muito e essas grandes apólices passaram a frequentar os contratos automáticos, mas muitas vezes via as desconfortáveis “aceitações especiais”. O que é ruim pra todo mundo: segurado, seguradora, broker e ressegurador. E quando acontecem sinistros nessas apólices tailor made há espaço para muitas controvérsias. O grande volume de sinistros indo parar na Justiça mostra bem que isso ainda acontece. Será que a extinção das singulares interessa às seguradoras e resseguradores locais?
Difícil afirmar. Mas parece, segundo executivos, que tudo voltou a ser como no passado, “onde fazia-se uma apólice brasileira meia-boca e o resto estava todo lá fora, por meio daqueles mecanismos de Difference in Conditions e outros citados por Polido em seu artigo”, comenta um executivo.
Bem, segue o artigo de Polido e em seguida o de Cristiane Alves, presidente da ABGR, para que os leitores possam refletir e tirar suas próprias conclusões. Afinal, como tudo no Brasil, a conta será paga por todos. Enganam-se quem os que pensam que só o consumidor paga a conta. Ele pode pagar, mas o peso disso volta para todos no Custo Brasil, na falta de segurança que afugenta os investidores e na mazela que se torna a infraestrutura da sexta maior economia do mundo, simplesmente porque o interesse pessoal ainda se sobrepõe ao coletivo.
Por Walter Polido
Com poder estagnante igual ou até pior do que a Circular Susep-437/2012 (planos padronizados de seguros RCG), nos parece agora a determinação normativa da Circular 458/2012. Ela simplesmente extinguiu os denominados “seguros singulares”, ou seja, os clausulados caso a caso, confeccionados segundo as necessidades específicas de cada conta ou risco, o chamado modelo “tailor made”. Todo segmento apresenta exceções e especificidades e não há modelo padrão que possa atender a toda e qualquer situ ação de risco existente no mundo pós-moderno, de complexo dinamismo.
A parametrização única, inclusive, costuma se apresentar inadequada, improdutiva, com alto grau de obsolescência, ineficaz, incerta, além de desprestigiar o desenvolvimento, a criatividade humana, a inventividade, a superação e, enfim, a inteligência humana. Não há padrão que se sustente para sempre e de forma a fornecer enquadramento eficaz às situações ímpares, em face do dinamismo do mundo e dos riscos criados pelo homem. Só o Estado usualmente insiste em achar que o padrão pode resolver todas as situações encontradas na sociedade. E, por isso mesmo, ele erra sempre, pois que o homem é díspare em todos os sentidos e também nos seus interesses individualizados.
Também por esta razão o Estado constitui o maior litigante passivo do país, contribuindo para emperrar a celeridade exigida da Justiça. Por que a Susep determinou este conteúdo da Circular 458/2012 e, aparentemente, nu m clima de cumplicidade silenciosa das seguradoras? Imaginamos alguns cenários. O principal motivo repousou no desconhecimento da Autarquia sobre o mercado de seguros/resseguro contemporâneo, cujo segmento brasileiro ela tem a função de regular, mas não de legislar.
Segundo, porque lhe falta além da especialização moderna em seguros, número suficiente de profissionais preparados e em quantidade para atender à demanda do Brasil atual, segundo as funções anacrônicas que ela ainda possui nos termos da legislação vigente (Decreto-lei 73/66, artigo 36, “c”, p. exemplo). Então, sem preparo e sem gente suficiente, a Autarquia preferiu “engessar” o mercado segurador brasileiro, criando modelos estandardizados de clausulados de coberturas de seguros, em todos os ramos, como se os riscos não fossem dinâmicos no Brasil, diferentemente do resto do mundo.
A irrealidade e a miopia estatal refletirão e muito no descompasso que o mercado sentirÍ tão logo a malfadada Circular entre em vigor, produzindo os seus efeitos equivocados. Mas e as Seguradoras, por que se calaram? Inconcebível a postura, diante do momento de transição pelo qual passa o país e o próprio mercado segurador, rumo ao desenvolvimento. Contraditório mesmo. Mas, afinal, como ficarão os programas mundiais de seguros também existentes no Brasil, considerando-se o vasto parque industrial do nosso país? Ainda que as Seguradoras disponham de produtos “não-padronizados”, cujo objetivo é inexequível diante da “Lista de Verificação” da Susep, a qual conduz obrigatoriamente também esta categoria ao “padronizado”, por isso mesmo, não serão condizentes com os programas mundiais existentes e também com outras situações especiais de riscos que surgem no dia a dia.
Uma simples “cláusula particular” ou meia dúzia delas a serem insertas nas condições não-padronizadas não conseguirão resolver todas as situações que podem surgir . Os clausulados, desta forma manipulados, tornam-se verdadeiros “franksteins” de difícil inteligência e praticidade, cujo resultado certamente não contribui positivamente para a proteção exigível do consumidor de seguros do país. Ao contrário disso, continuam motivando o grande afluxo de ações nas cortes de justiça do Brasil, na busca de solução para os conflitos criados.
Não é assim que funciona a dinâmica e complexa arte da subscrição de riscos para fins de seguros no mundo todo. Também no Brasil não poderia ser diferente. A partir da Circular 458/2012, entretanto, as Seguradoras estarão indiretamente proibidas de aceitar participação local em programas mundiais complexos e de outras situações afins, uma vez que não conseguirão atender ao critério determinado pela Autarquia, o qual se mostra desconectado com a realidade global. De qualquer maneira, o mundo não para e os negócios acontecerão, independentemente da miopia e do despreparo do Estado.
A tendência, então, será a da emissão de apólices simples (com modelos padronizados Susep) ou menores ainda em relação aos valores envolvidos em face daqueles que hoje são praticados domesticamente e apenas com o intuito de atenderem à legislação vigente (DL-73/66, vetusto e ultrapassado em muitos sentidos), valorizando acentuadamente os mecanismos DIC/DIL/FINC (procedimentos que determinam que as apólices mundiais, contratadas em países sede das empresas seguradas, assumirão os eventuais excessos de coberturas e de limites domésticos ou ainda converterão em aumento/aporte de capital, em sobrevindo sinistros nas respectivas unidades no Brasil).
Todos esses mecanismos internacionais representam, sem dúvida alguma, retrocesso e perdas de divisas para todo o mercado brasileiro e ao país. Perdas em sentido amplo: da comissão dos corretores primários de seguros; dos prêmios de seguros e de resseguro; das comissões de brokerage de resseguro; dos serviços em ajustes de sinistros; na aquisição de experiência e conhecimento técnico com grandes contas; etc. Quanto maior for o fluxo de negócios para o Exterior e de modo a “fugir” das limitações internas impostas pelo Estado e em razão do desconhecimento real da causa, ainda que da maneira mais lícita possível o referido fluxo, maior será o prejuízo para o Brasil e até mesmo em termos de conhecimentos tecnológicos em matéria de seguros.
Devemos todos lamentar muito a miopia do Estado. Apesar de se pretender, aparentente, “proteger” o consumidor de seguros no Brasil, ao desconhecer completamente todas as regras do jogo, o Poder Público acaba desprotegendo-o e prejudicando o fluxo de arrecadação de negócios de seguros e de resseguro no país. Este procedimento equivocado e ineficaz não deveria mais prosperar e, ao contrário disso, precisaria sim ser abolido urgentemente e para o bem de todos os cidadãos brasileiros, segurados ou não. As funções da Susep precisam ser revistas desde o DL-73/1966, urgentemente. Cabe ao mercado segurador, por sua vez, assumir suas funções originais, começando pela elab oração efetiva dos produtos de seguros que ele comercializa.
Por Cristiane Alves
Todos sabemos do enorme potencial de nosso país para atrair negócios. Mesmo com o desempenho econômico se mostrando muito aquém do esperado, esperado no sentido literal da palavra justamente pelo tamanho do nosso Brasil, e do projetado, já que infelizmente não tivemos muito sucesso nas medidas tomadas para atingir as projeções que deveriam atender nossas esperanças.
Desta forma, o México já vem despontando como o novo país da “moda”, posto ocupado por nós desde 2007 / 2008 – disputamos e ganhamos a honra de sediar os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo! Estamos mal? Não, mais uma vez, somos um “monstro” . Nosso tamanho, nossos números domésticos nos fazem forte e os investimentos continuam. Continuam tranquilamente? Abstenho-me de responder esta questão.
Peru e Colômbia também tem atraído muitos investimentos. E o que se ouve? São países com uma “imagem muito séria”. Lá sim os investidores se sentem tranquilos com relação à segurança jurídica. As leis são claras e estáveis, coerentes! O Estado cumpre com suas obrigações contratuais.
Então, o que acontece com o nosso enorme Brasil? Impossível um investidor ficar fora dele – investe, mas com a tremenda insegurança ou sendo ainda mais clara: com uma imensa “pulga atrás da orelha”. De uma forma geral, conseguimos ter ideia de quanto uma empresa gasta com escritório externo que se dedica a monitorar as alterações das disposições legais (por exemplo, tributaria, trabalhista…) e em seguida indicar como a empresa deve passar a trabalhar para atender as disposições alteradas? Horas / homem das empresas para implementar as alterações necessárias? E o repasse para seus produtos finais? Tudo isso é custo Brasil!
No nosso setor de seguro os exemplos não faltam. Fazemos coleção, alias! Desde a longa série de acontecimentos para a abertura do mercado de resseguros, iniciada ainda nos anos 90 até a sua concretização em 2007 / 08, seguida do retorno ao mercado “parcialmente’ fechado com regras para retenção de 40% do risco no mercado local de resseguro, até chegarmos na Circular Susep 437/2012 e a mencionada 458 de 21.12.2012 pelo nosso colega W. Polido em seu artigo que veiculamos no clipping de 06/06.
A verdade é que estamos sempre caminhando na contra mão do que o mundo pratica. A prática que funciona no mundo todo não tem chance de sucesso em nosso país. É louvável a preocupação do Estado em proteger os consumidores menores de seguro. É louvável também proteger os grandes consumidores de seguro e que se utilizam amplamente do resseguro. Mais que louvável, é dever!
No entanto, pretendendo proteger, cria regras que ao final geram o trabalho que mencionei acima, mas neste caso em específico da circular 458/2012, algo ainda mais importante. O segurado que antes era coberto por um clausulado “tailor made” passa a considerar que nem sempre terá toda a sua perda coberta localmente, e isto certamente também será considerado no custo final de seu produto. As seguradoras que passarão a disponibilizar seus técnicos para mais horas de acertos, ou melhor dizendo, adequação de clausulado para cada segurado antes coberto pelo seguro singular. Elas também certamente vão repassar seu custo no premio final da apólice. Mais custo Brasil. Menos proteção real para o risco.
A coleção de atos emitidos pela SUSEP dificultam o nosso crescimento econômico e a distribuição saudável do risco. A autorização legal para que o mercado brasileiro passe a trabalhar como se dá a prática no resto do mundo, além de favorecer o nosso crescimento, garantiria a real proteção do risco para as nossas atividades e pessoas.
Como ABGR ficaremos muito felizes quando a SUSEP atingir a sua plena capacidade de atuar como ente regulatório supervisionando de forma eficiente o nosso mercado.
A Zurich Seguros, multinacional suíça presente no Brasil há mais de 40 anos, lança nesta quarta-feira (12/6), no intervalo da novela Amor à Vida, da Rede Globo, a etapa 2013 de sua campanha publicitária de marca. Voltada ao consumidor final, a ação conta com filmes para TV, spots para o rádio, além de anúncios em revistas e internet. O foco principal da campanha é mostrar, com muito bom humor, o quanto a Zurich está próxima e entende as necessidades de seus segurados.
Desenvolvida pela Grey141, com produção da Paranoid, a linha criativa da campanha segue com o conceito utilizado em 2011 quando, pela primeira vez, a Zurich Seguros promoveu forte exposição de marca nos principais veículos de massa do Brasil. “Nos dois últimos anos tivemos grandes avanços por aqui: agora somos uma seguradora mais conhecida e competitiva, desenvolvemos novos produtos e estamos presentes nos quatro cantos do país. De lá para cá lançamos a campanha publicitária, usamos algumas nuances de humor e nos envolvemos com uma grande paixão nacional, o futebol. Os resultados foram incríveis e decidimos que valia seguir pelo mesmo caminho”, destaca Ivan Ferrando, Chief Marketing Officer da Zurich na América Latina.
Jeane Costa, head de Marketing da companhia no Brasil, ressalta que a ideia é mostrar que a Zurich Seguros está ao lado de seus clientes nos momentos em que eles mais precisam. “Continuaremos com peças na linha do humor, onde buscamos identificação com nossos públicos, aumentando assim a lembrança de marca. Além disso, especialmente nas peças impressas, seguiremos destacando nossos principais diferenciais.” Ela também conta que os filmes devem ser exibidos nas principais emissoras de TV aberta do Brasil durante o 2º semestre de 2013. As peças publicitárias serão veiculadas nas revistas de grande circulação e em publicações específicas do trade de seguros no mesmo período. Haverá ainda divulgação na internet, meio que cada vez mais cresce no Brasil. A novidade deste ano é que haverá investimento também em mídia externa com outdoors e painéis em outras regiões do país, além da sequência da estratégia de divulgação de marca nos metrôs de São Paulo.
Confira o novo comercial no site www.zurichseguros.com.br ao final da novela Amor à Vida.
A Liberty Seguros, Seguradora Oficial da Copa das Confederações da FIFA 2013, estará presente em todas as cidades-sedes da competição, com ações de mobilidade urbana, iniciativas de relacionamento com clientes e corretores e ativações da marca dentro e fora dos estádios que receberão os jogos. Confira informações do evento e as novidades da Liberty Seguros na página Confederations Cup by Liberty
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