Marítima e Yasuda lançam programa para uma condução mais segura

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Com o smartphone fixado no painel do carro através de suporte apropriado, o Safety Sight faz o monitoramento, através da câmera do aparelho, do que está acontecendo em frente ao carro e emite um alerta de aproximação e velocidade de veículos na direção frontal sempre que necessário.

Através das imagens frontais e das informações de localização durante a condução, o smartphone interpreta a distância e velocidade entre os veículos e comunica, por meio de sons e vozes, a aproximação dos veículos.

Com isso, ele chama a atenção do motorista sempre que necessário com relação à distância entre o seu veículo e os outros veículos, auxiliando-o a evitar acidentes no trânsito.

O aplicativo ainda oferece outras funcionalidades ao motorista:

Promover a condução com atenção à distância entre os veículos.

Monitoração e diagnóstico da condução real.

Gravação automática do cenário do acidente.

Exibição do percurso e locais de manobras bruscas no mapa.

Dicas de especialista diante de problemas no veículo.

Acesso a contatos emergenciais em situações rde acidentes ou falhas.

Aviso por voz para atenção a condução segura.

Capitalização distribui R$ 309 milhões em prêmios no quatrimestre

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Entre janeiro e abril de 2013, o mercado de títulos capitalização distribuiu mais de R$ 309 milhões em prêmios a clientes contemplados em sorteios, o que representa um crescimento de 10,9%, em relação ao mesmo período do ano passado. Os resgates, valores devolvidos aos clientes, alcançaram R$ 3,9 bilhões nestes quatro primeiros meses do ano. As 16 empresas que integram a FenaCap – Federação Nacional de Capitalização, faturaram R$ 6,1 bilhões, avanço de 20,75% em comparação ao primeiro quadrimestre de 2012. O volume das reservas técnicas alcançou o montante de R$ 23,5 bilhões – valor total garantido por aplicações financeiras e que será futuramente devolvido aos clientes, cresceu 15,7% no mesmo período.

Para Marco Antonio Barros, presidente da Fenacap, “as premiações, sem dúvida, são um grande atrativo e funcionam como um estímulo a mais para que as pessoas desenvolvam disciplina para guardar dinheiro”. Segundo ele, quanto mais tempo os clientes permanecem nos planos, mais chances têm de serem sorteados. “Quem não quer ficar milionário?”, argumenta. “Sob este aspecto, a capitalização oferece aos consumidores a chance de multiplicar o patrimônio em proporções não oferecidas por qualquer outra aplicação tradicional” do mercado, esclarece o executivo.

Susep coloca em consulta pública regras que disciplinam venda de seguro garantia estendida, corretores e agentes

susepA Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocará, a partir da próxima segunda-feira (17/6), três Resoluções CNSP e uma Circular Susep que disciplinam a comercialização do seguro garantia estendia no mercado varejista em consulta pública. Os textos ficarão disponíveis no site da autarquia (www.susep.gov.br) por 30 dias para que os interessados possam fazer comentários e sugestões. As propostas visam dar maior segurança e transparência ao consumidor.

As regras que serão analisadas foram elaboradas por um Grupo de Trabalho formado por servidores da Susep, Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), Ministério da Fazenda, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) e do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV).

Dentre as propostas apresentadas pelo Grupo de Trabalho, destacam-se a obrigatoriedade das sociedades seguradoras e organizações varejistas de promover a capacitação e certificação de todos os vendedores envolvidos nas atividades de atendimento ao consumidor. O objetivo é que seja prestada, adequadamente, toda orientação sobre os planos de seguros ofertados.

As organizações varejistas que comercializarem planos de seguros em nome de sociedades seguradoras passarão a ser denominadas como agentes de seguro. Estas deverão agir de acordo com as orientações passadas pelas seguradoras. Dessa forma, as lojas de varejo deixam de ser estipulantes e a venda de seguros passa a ser considerada como direta com as seguradoras.
Os planos de seguro deverão ser contratados mediante emissão de apólice individual ou de bilhete, observadas a legislação específica, não se admitindo, em nenhuma hipótese, contratação por apólice coletiva. Também está prevista a possibilidade de venda por meio remoto. O segurado poderá desistir do seguro contratado no prazo de sete dias corridos, a partir da aquisição do produto.

Também estão previstos requisitos mínimos para a certificação técnica de prepostos de corretores de seguros, de empregados de agentes de seguros e de empregados de sociedades seguradoras, de sociedades de capitalização e de entidades de previdência complementar aberta, que atuem nas atividades de atendimento ou na comercialização de planos de seguros junto aos proponentes, segurados/participantes ou seus beneficiários. Todos estes profissionais deverão participar de cursos de capacitação para o poderem atuar neste ramo.

Capgemini abre 400 vagas para profissionais de TI com experiência no mercado financeiro

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© Copyright 2010 CorbisCorporationA Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia a abertura de vagas para os projetos ligados ao mercado financeiro em todo o País. Líder nesse setor e com expressivo crescimento na estrutura da empresa para atender a área, as oportunidades são para profissionais formados em cursos relacionados à Tecnologia da Informação (TI), para os cargos de analistas de sistemas, consultores de tecnologia, consultores funcionais, consultores de gestão de projetos, programadores, operadores e analistas de testes, PMOs, gerentes e coordenadores de projetos, gerentes de negócios, analistas de processos, administradores de banco de dados e profissionais de infraestrutura (assistentes, técnicos, op eradores, analistas, especialistas, coordenadores e gerentes).

Para participar do processo seletivo, os interessados devem ter experiência prévia em projetos realizados para clientes do mercado financeiro e inglês avançado. O cadastro deve ser feito diretamente no website da empresa no Brasil, por meio do canal Sua Carreira (www.br.capgemini.com/careers).

Após a triagem dos currículos, será realizada uma pré-entrevista por telefone com os candidatos selecionados, seguida de aplicação de avaliações e entrevistas presenciais ou dinâmicas de grupo e teste de inglês.

As vagas são para as cidades de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Fortaleza (CE), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). A Capgemini oferece remuneração e pacote de benefícios compatíveis com o mercado.

O Brasil é um dos principais provedores de serviços de TI para a indústria mundial de tecnologia bancária. De acordo com dados da Febraban, os gastos com tecnologia da informação nas instituições financeiras representam 15% da totalidade das indústrias do País. Os bancos brasileiros têm o desafio de planejar este investimento de forma adequada, balanceando eficiência e experiência do consumidor por meio de uma plataforma integrada de canais e ofertas aos clientes.

De acordo com estudo realizado pela Febraban, a tecnologia é um alicerce fundamental para a indústria financeira. No último ano, os gastos em TI foram de 20,1 bilhões de reais – 9,5% de crescimento em relação ao ano de 2011.

Como uma organização global, atualmente a Capgemini conta com mais de 125.000 profissionais em 44 países e tem em aberto 3.300 vagas no mundo. No Brasil, há atualmente mais de 800 oportunidades.

Seguros Unimed ultrapassa mais de 880 mil seguidores no Face

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Advergame “Salvem as Canelas”, cartão de final de ano, concursos culturais e conteúdos relacionados à saúde e bem-estar, além da ferramenta “Encontre o seu Seguro”, respondem pelo sucesso da fanpage da Seguros Unimed no Facebook. Há pouco mais de dois anos na rede social, a fanpage passou de 3.000 para mais de 80.000 seguidores. Hoje é a página mais visitada entre as seguradoras dos ramos Saúde e Vida.

Nesse espaço a companhia relaciona-se com público de perfil diversificado e com corretores de seguros que compartilham as informações. O sucesso dessas ações é comprovado pelos picos registrados em cada uma delas.

Também contribuem para os resultados positivos duas políticas implementadas na seguradora: a de uso das redes sociais para a empresa, padronizando a comunicação, e a de responder a todas as perguntas dos seguidores. “Damos a atenção necessária ao nosso internauta, agindo com rapidez e assertividade para evitar supostas crises que possam denegrir a imagem da marca nas redes sociais”, explica Demian Veiga, coordenador de Marketing Digital da Seguros Unimed.

A opinião dos usuários é um termômetro para a Seguros Unimed, mesmo nos casos em que o cliente reclama da companhia ou dos serviços. Todas as opiniões são levadas em consideração para o crescimento e fortalecimento da marca.

Além do Facebook, a Seguros Unimed também interage no Twitter e no Youtube, mas com posicionamentos diferentes em cada uma das redes. “No Twitter temos resultados interessantes, apesar de mantermos a ferramenta apenas como parte da estratégia de divulgação de conteúdo, mas já conseguimos efetivar até vendas via rede social. Já o Youtube é apenas uma ferramenta de apoio à propagação de conteúdo, neste caso vídeos institucionais e de ações específicas”, finaliza Demian.

Brasilcap lança Cap Fiador em Bauru

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A Brasilcap está ampliando sua atuação no interior de São Paulo e fortalecendo a venda do Cap Fiador em algumas das principais cidades da região, como Bauru. Para celebrar essa parceria, a empresa promove um evento para imobiliárias, locadores e locatários na cidade nesta segunda-feira, dia 17.

A empresa – líder absoluta há 16 anos do mercado de capitalização – tem como objetivo apresentar e fomentar a comercialização do produto, que funciona como garantia em contratos de aluguel. De acordo com Ronaldo Novo, gerente de Negócios da Brasilcap, o Cap Fiador tem um ótimo potencial de expansão no mercado da cidade. “Bauru possui como característica o fato de ser um pólo universitário, o que gera um público de extrema importância para o negócio”, explica.

O Cap Fiador pode ter vigência de 30 ou 15 meses e pode ser utilizado por pessoa física ou jurídica e não é necessário ser correntista do Banco do Brasil. O valor do pagamento depende do valor da garantia, acordado entre locador e locatário. Os títulos, de pagamento único, possuem valores compreendidos entre R$ 2 mil e R$ 30 mil e para garantias superiores a R$ 30 mil, podem ser contratados quantos títulos forem necessários.

Além disso, o produto mantém as vantagens dos títulos de capitalização convencionais: devolução de 100% do valor ao final da vigência do produto, com correção pela TR (caso não seja utilizado como garantia); o titular concorre a sorteio mensal de mais de 23 vezes o valor do título; dispensa análise de crédito e não tem taxa de adesão.

Com a nova parceria, a Brasilcap espera aumentar a venda do produto no estado de São Paulo. “A capitalização como instrumento de garantia locatícia tem crescido. A cidade de Bauru, com seu mercado especialmente aquecido em função dos estudantes, tem forte potencial a ser trabalhado”, afirma Ronaldo.

Agenda: 7ª edição do Contact Center Summit

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Mônica Martins, Gerente da Consultoria Interna de RH da Mongeral Aegon, ministra palestra na 7ª edição do Contact Center Summit, realizada pela Worldwide Business Research, em São Paulo, no dia 17 de junho. Ao lado de profissionais que também são referência na área, Mônica discutirá as práticas de gestão e a metodologia de trabalho adotada pela consultoria interna com as áreas de negócios, em especial a Central de Atendimento, para identificação de necessidade e implementação de soluções no que tange a prática de gestão de pessoas.

A seguradora foi convidada a apresentar suas práticas de RH na área de atendimento para as grandes empresas que participam do encontro, durante o painel “Atuando como RH estratégico na área de atendimento. “Participar de um evento como este é uma excelente oportunidade de compartilhar nossa experiência de atuar como parceiros e apoio às áreas no alcance de seus objetivos, além de nos manter atualizados com o que mercado vem aplicando em relação às estratégias de RH para as áreas de negócio e relacionamento com o cliente”, destaca Mônica Martins.

A Mongeral Aegon tem forte atuação nas áreas de RH e atendimento ao consumidor. Há um ano, a empresa intensifica o investimento em canais diretos de relacionamento com o cliente, como a presença nas mídias sociais e criação da Ouvidoria própria. Além disso, reforçou a abordagem de planejamento financeiro, um dos pilares da sua nova marca, como meio para que as pessoas assumam a construção de seus futuros, principalmente com o lançamento do Portal Eu Planejo 360º (www.euplanejo360.com.br).

SERVIÇO:

7ª edição do Contact Center Summit
PALETRA: Atuando como RH estratégico na área de atendimento, com Monica Martins, Gerente de Consultoria Interna de RH da Mongeral Aegon.

DATA: 17 de junho
HORÁRIO: 14h
LOCAL: Track A (Talentos e Lideranças) – Pullman São Paulo Ibirapuera Hotel (Rua Joinville, 515 – Vila Mariana – São Paulo)

INSCRIÇÕES: Telefone (11) 3463-5600, e-mail contactcenterbrasil@wbresearch.com ou no site www.contactcenterbrasil.com

Sexta edição do Empreendedor Brasil acontece nesta quarta-feira

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Empresas empreendedoras, pioneiras e líderes de mercado, em diversas atividades no Brasil, serão homenageadas nesta quarta, 17, na sexta edição do Empreendedor Brasil. Na mesma ocasião, os dez anos de empreendedorismo no setor de seguros da Revista Segurador Brasil serão comemorados. Ações na área educacional, social/saúde, comunicações, industrial, serviços também integram a premiação que acontece em São Paulo, no Buffet Baiuca Higienópolis.

A festa dos dez anos da Revista Segurador Brasil tem o apoio institucional do Sindseg-SP (Sindicato das Seguradoras, Previdência e Capitalização do Estado de São Paulo), do CVG-SP (Clube Vida em Grupo São Paulo), da Escola Nacional de Seguros e da UCS (União dos Corretores de Seguros), além do patrocínio da Bradesco Seguros, Capemisa, Chubb do Brasil, Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos e Crivo TransUnion. Já a sexta edição do Empreendedor Brasil conta com o apoio da Localiza, Trisoft, Messer Cutting Systems do Brasil, Ameplan, Frans´Café, Spoleto, Fundação Mokiti Okada e Buonny, entre outros.

Mercado de seguros figura entre principais clientes de TI

foto bradesco ciacMatéria extraída do portal da Cnseg (www.cnseg.org.br)

O mercado de seguros desponta como um dos principais clientes das empresas de TI, tendo em vista o potencial de crescimento do setor. Nesta quinta-feira,13, durante a estreia do setor no maior evento anual promovido pela Febraban, a 23ª CIAB, Marco Antonio Rossi, presidente da CNseg e Bradesco Seguros, e Vicente Fernandez Tardón, da Mapfre Assistência, deixaram claro que o setor precisa do apoio da tecnologia para dobrar a participação no PIB brasileiro, alcançando um percentual mais próximo de economias desenvolvidas, como Estados Unidos, Japão, Alemanha, Suíça e Reino Unido.

Durante a palestra “Desafios, tendências e o papel da TI para o setor de Seguros”, ficou claro que uma melhor gestão do “Big Data”- termo usado para quantificar grandes volumes de dados gerados pela empresa- pelos segurados e que são somados a informações obtidas do mercado, é vital para o sucesso da meta dos porta-vozes da indústria de seguros. “Temos informações sobre as pessoas, onde trabalham e o que compram. O desafio é transformar esse grande volume de dados em oportunidades para atingir o patamar de vendas no mercado que poderíamos alcançar”, disse Marco Antonio Rossi, Como exemplo, ele citou o caso das residências, destacando que apenas 10% do total têm seguro. Em automóveis, apenas 30%. Em seguro dental, apenas 7%.

Outra contribuição que TI pode trazer ao setor é torná-lo menos conservador. “Hoje, tudo é feito com base no papel, preto no branco. No banco, por exemplo, já registramos mais de 3,1 milhões por dia de transações pelo celular”, disse. Também é preciso melhorar, por meio da tecnologia, a agilidade no atendimento e o controle de fraudes, que “têm um peso considerável no volume de indenizações pagas”, disse Rossi.

Tardón informou que a tendência do setor é partir para microsserviços e assim atender clientes com ofertas que realmente sejam úteis na rotina das pessoas, algo que muda com constância, dependendo do ciclo de vida de cada um e também das condições macroeconômicas do País. No Brasil agora, por exemplo, a alta do dólar deve reduzir as viagens para o exterior, elevar as viagens dentro do País e o fluxo de brasileiros para países latinos.

Microsserviço é algo que vai também agradar clientes sofisticados, como o CEO do Valor, Alexandre Caldini, moderador do debate e que se disse incomodado de ter tantos serviços “pendurados” na apólice. “Incomoda-me o excesso de oferta de seguros quando vou a uma loja, por exemplo”, disse o moderador do debate.

Tardón contou que a Mapfre desenvolveu um conjunto de softwares que integram em uma única base os dados de todos os segurados que possui no mundo. Com a conexão desses dados, os segurados podem solicitar serviços pela internet, sem a necessidade de recorrer a uma central de atendimento, uma vez que a companhia lançou um site para cada segurado conhecer as coberturas que têm e saber como usá-las.

Rossi ponderou que o setor reforçou a oferta de serviços como forma de divulgar mais o lado positivo de seguros. “Foi uma forma de falar de uma outra maneira de situações tristes das quais sempre estamos ao lado do segurado, que nos aciona em razão de um acidente, de uma morte, de uma doença”. Segundo ele, os serviços ajudaram as companhias a elevarem as vendas. “Na Bradesco, a cada cinco anos a empresa dobrou de tamanho. Precisamos trabalhar a ansiedade de conquistar mais clientes, pois para tudo há um tempo de consolidação. Realmente o apoio da TI é vital para nos ajudar a capturar as oportunidades que temos dentro da nossa rede de distribuição e assim aumentar a penetração na base de clientes do banco, bem como todo o mercado chegar a clientes não bancarizados, com a oferta do microsseguros, produto que depende muito da tecnologia para ter um custo baixo de distribuição”.

Diante do exposto, Caldini disse que o setor tem um grande futuro pela frente para vencer seus desafios e aumentar e aprimorar a oferta de seguros no Brasil.

Financial Times e IFC elegem Grupo Santander o banco mais sustentável do mundo e Santander Brasil, o mais sustentável das Américas

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O Financial Times e o IFC (International Finance Corporation) elegeram o Grupo Santander o banco mais sustentável do mundo em 2012 e o Santander Brasil o banco mais sustentável das Américas. O anúncio foi feito na noite desta quinta-feira, em Londres, durante a cerimônia da 8ª edição do FT/IFC Sustainable Finance Awards. O resultado foi definido de acordo com a análise de um júri composto por especialistas em sustentabilidade.

“O reconhecimento reflete o compromisso do Grupo Santander com a sustentabilidade em todos os países em que está presente. Com relação ao Santander Brasil, em particular, é resultado dos avanços do Banco nos três eixos que consideramos essenciais para o País: Inclusão Social e Financeira; Educação; e Negócios Socioambientais”, diz Marcos Madureira, diretor-executivo de Comunicação Corporativa, Relações Institucionais e Sustentabilidade. “Mais do que um prêmio, esse é um indicador de que estamos no caminho certo.”

O eixo de inclusão financeira inclui programas como o de Microcrédito Produtivo e Orientado. Líder disparado entre os bancos privados nesse segmento, o Santander já desembolsou mais de RS$ 1,6 bilhão em apoio a empreendedores. A sua carteira encerrou o último ano com R$ 236 milhões, um crescimento de 27% sobre o ano anterior.

Em Educação, a atuação do Banco compreende iniciativas como a Divisão Santander Universidades, maior programa corporativo de apoio a Instituições de Ensino Superior no Brasil. O Banco tem parceria com 435 universidades no País e no ano passado concedeu mais de 17.930 bolsas de estudo.

Já o eixo de Negócios Socioambientais representa esforços como análise de Risco Socioambiental, investimento em energias renováveis e financiamentos de soluções sustentáveis. Um dos únicos a investir capital próprio em projetos de geração de energia eólica, em 2012 o Santander chegou a ter uma carteira de participação em dez projetos, que quando prontos, somarão capacidade instalada de 223 MW. Com relação aos financiamentos socioambientais, o total desembolsado no ano passado alcançou RS$ 2,3 bilhões, salto de 86,4% sobre 2011.