AIG anuncia novo presidente e CEO para os negócios Property Casualty na América Latina e no Caribe

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A American International Group, Inc. anunciou hoje que Jim Dwane será o novo presidente e CEO da sua empresa de seguros de propriedade e responsabilidade civil na América Latina e no Caribe, com efeito imediato. Dwane um executivo altamente respeitado na AIG e da indústria de seguros, terá a responsabilidade global para a segurança das operações nos 15 países em que a AIG Property Casualty atua na América Latina e no Caribe. Ele ficará baseado nos escritórios regionais da AIG em Miami e se reportará a Robert Schimek, Presidente e CEO para as Américas da AIG Property Casualty.

“Desde que me uni à Região Américas há dois meses, minha maior prioridade foi refinar a estrutura da nossa organização com a finalidade de facilitar a realização de nossos objetivos estratégicos”, disse Schimek. “Jim é um perito experiente em seguros de propriedade e tem um profundo conhecimento de produtos de seguros e sua nomeação trará uma forte liderança para conduzir os nossos objetivos futuros para a América Latina e Caribe. Sua nomeação é mais um exemplo da qualidade e do grande número de profissionais com vasta experiência global que temos na AIG “.

A carreira de Jim na AIG já dura quase duas décadas. Mais recentemente, atuava como Presidente Regional da região sudeste da AIG Property Casualty dos EUA, que inclui os Estados da Carolina do Norte, Carolina do Sul, Geórgia, Tennessee, Mississippi, Alabama e Flórida. Sob a liderança de Jim, a Região Sudeste serviu de exemplo em excelência de subscrições e em superior capacidade de serviço no que se refere a reivindicações, alavancando sua diversificada mescla de negócios e rede de distribuição. Jim é graduado em Economia e Marketing da Universidade de Clemson.

AIG Property Casualty tem operações na América Latina e no Caribe desde 1937. Hoje, uma extensa rede global de propriedade e responsabilidade civil, bem como um forte foco no cliente, colocam a AIG em uma posição única para atender as necessidades de seguros de clientes comerciais, institucionais e individuais em toda a região. AIG está otimista sobre a América Latina e Caribe, porque tem sido parte do crescimento e desenvolvimento da região por mais de sete décadas e continua a ver oportunidades futuras para fornecer soluções de seguros inovadores para a sua crescente base de clientes.

CNseg lança hoje regulamento do Prêmio de Inovação em Seguros

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Acontece hoje, dia 10, o lançamento do Regulamento e do hotsite do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros para o Desenvolvimentos Sustentável em evento para lideranças do setor, no Rio de Janeiro.

Contando com a presença do presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, da diretora executiva da Confederação, Solange Beatriz Palheiro Mendes, além das principais lideranças do mercado e o evento servirá também para apresentar de detalhes do Prêmio e envolver os participantes no esforço de divulgação da iniciativa.

O desenvolvimento da indústria de seguros baseado em práticas sustentáveis torna-se cada vez mais importante em um mundo de recursos finitos, além de coerente com os princípios e valores fundamentais de um setor que lida diretamente com prevenção e gerenciamento de riscos.

Ciente de seu papel de indutor de boas práticas, enquanto representante do mercado segurador, a CNseg criou o Prêmio visando ao estímulo e à adoção de ideias inovadoras referentes a produtos, serviços, processos e comunicação.

Em sua terceira edição, agora em 2013, o Prêmio contemplará os projetos com maior aderência aos PSI (Princípios para a Sustentabilidade em Seguros – Principles for Sustainability Insurance), criados pela UNEP FI, do qual a CNseg é apoiadora signatária.

Quem acessar o hotsite pelo endereço www.premioseguro2013.com.br, verá um contador regressivo, cuja contagem se encerra hoje.

Estudo da Marsh aponta que 54% das empresas europeias já sofreram um ataque cibernético

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A Corretora Marsh, líder mundial em corretagem de seguros e gerenciamento de riscos, realizou o estudo 2013 Cyber Risk Survey, baseado em como as empresas europeias estão lidando com os possíveis ataques cibernéticos. O levantamento mostrou que 71% dos pesquisados disseram ter aumentado sua preocupação com Risco Cibernético nos últimos 12 anos. Além disso, 54% afirmaram que sua organização havia sofrido um ataque cibernético recentemente. Enquanto 17% dos pesquisados acreditam que o impacto financeiro de um ataque cibernético poderia custar um excesso de U$5 milhões, 22% admitiram que sua organização não havia realizado um estudo de impacto financeiro dedicado ao risco cibernético. Na percepção existente do nível de maturidade desse tipo de risco em suas organizações, apenas 23% acreditam que a gestão está totalmente integrada e otimizada dentro de suas empresas.

No Brasil esse é um produto recente, mas os clientes aos quais a Marsh apresentou o seguro se mostram receptivos e interessados devido à dependência de sistemas informatizados e o grande volume de dados armazenados e manipulados em ambientes de rede/internet. “Esse é um mercado que está em fase inicial no Brasil, no entanto, ainda não há uma legislação específica para casos de vazamentos de dados ou ataques cibernéticos, mas acredito que em pouco tempo já vamos dispor de uma lei específica”, comenta o Líder de Placement de Responsabilidade Civil e Linhas Financeiras da Marsh Brasil, Maurício Bandeira.

A 2013 Cyber Risk Survey da Marsh foi lançada na Airmic Conference 2013, a maior conferência da Indústria de Seguros e Gerenciamento de Riscos do Reino Unido, realizada em Londres (Inglaterra) de 10 a 12 de junho de 2013.

Capitalização cresce 21,5% até maio

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A FenaCap – – Federação Nacional de Capitalização – divulgou os resultados do segmento registrados até maio. O volume total de reservas (valor total garantido por aplicações financeiras e que será futuramente devolvido aos clientes) ultrapassou R$ 23,7 bilhões. O montante representa um crescimento de 15,8% em relação ao mesmo período de 2012. O faturamento das empresas, por sua vez, atingiu R$ 7,8 bilhões, um avanço de 2 1,5%.

Foram distribuídos mais de R$ 391,8 milhões em prêmios à portadores de títulos contemplados em sorteios, um crescimento de 11,2%. Os valores devolvidos aos clientes, em resgates finais ou antecipados, alcançaram os R$ 5,1 bilhões nestes cinco primeiros meses do ano.

Segundo o presidente da FenaCap, Marco Antonio Barros, os resultados expressivos são indicativos de que um número cada vez maior de pessoas tem optado pelos títulos de capitalização como forma de guardar dinheiro e ainda concorrer a prêmios. “O brasileiro reconhece que o título funciona como um instrumento para desenvolver disciplina financeira e planejar as finanças pessoais”, diz.

RC do corretor: projeto segue para o plenário do Senado

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Falta muito pouco, agora, para a sanção presidencial do PLC 7/2013, projeto de lei complementar que estabelece o seguro de responsabilidade civil para os corretores de seguros. A última etapa antes da votação no plenário do Senado foi ultrapassada nesta terça-feira, quando a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou o parecer do relator, senador Sérgio Souza (PMDB-PR), favorável ao projeto, e rejeitou emendas apresentadas.

Aprovado no plenário, o projeto seguirá para a sanção da presidente Dilma Rousseff. A qualidade do relatório elaborado pelo senador Sérgio Souza ajudou bastante no processo de votação da matéria.Além disso, a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), que havia apresentado emenda, acatou a rejeição de sua proposta. Vale lembrar que, caso alguma emenda fosse aprovada, o projeto teria que retornar à Câmara, para nova análise, o que atrasaria bastante a tramitação.

O projeto, proposto pelo Executivo, já foi aprovado na Câmara, tendo como relator o deputado Armando Vergílio (PSD-GO). Segundo a proposta, o seguro de responsabilidade civil será obrigatório para os corretores constituídos sob a forma de pessoa jurídica e para as pessoas físicas que intermedeiam a celebração de contratos de seguros. O projeto exclui, contudo, a obrigatoriedade desse seguro para o corretor pessoa física que atue exclusivamente na condição de empresário, sócio, acionista ou administrador de sociedade corretora de seguros ou de resseguros.

Após a sanção presidencial, o seguro deverá ser regulamentado mediante resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), a qual irá definir o valor da cobertura do seguro, estipulado em função do volume das operações realizadas, e da responsabilidade sobre os valores segurados.

Ping An compra prédio do Lloyd’s de Londres por US$ 387 milhões

lloydsA Ping An Insurance, segunda maior seguradora chinesa, vai comprar o famoso prédio do Lloyd’s de Londres por 260 milhões de libras (US$ 387 milhões), de acordo com uma fonte, marcando a principal aquisição já feita por companhias da China interessadas no mercado imobiliário global. O edifício pertence a um fundo alemão administrado pelo Commerz Real, que adquiriu o imóvel em 2005 por 231 milhões de libras. A seguradora americana WR Berkley, anunciou planos para construir um arranha-céu a poucos metros do edifício do Lloyd´s. Aon e Amlin fizeram novos contratos de locação na City, sinalizando que o setor de seguros está disposto a assumir parte do espaço desocupado pelo setor bancário, informam as agências internacionais.

CNseg lança Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga para o Desenvolvimento Sustentável 2013

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Em sua terceira edição, o Prêmio de Inovação em Seguros Antonio Carlos de Almeida Braga, criado pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), assume definitivamente a preocupação com a questão do desenvolvimento sustentável, incorporando-a a seu nome.

“A atividade seguradora apresenta uma relação direta com a questão da sustentabilidade, uma vez que atua na prevenção e no gerenciamento de riscos, com a missão de proteger vidas e patrimônios”, afirma a diretora-executiva da Confederação, Solange Beatriz Palheiro Mendes.

Assim, consciente de seu papel como agente transformador, nada mais natural que a CNseg criasse um prêmio para estimular a geração e adoção de ideias inovadoras com impacto relevante para o desempenho do setor e suas relações com a sociedade.

Em 2012, os projetos premiados tratavam da disseminação do tema sustentabilidade para públicos internos da seguradora, da redução de papel no processo de faturamento de contas médicas-hospitalares e do estímulo da utilização de tinta a base d’água, menos tóxica, no conserto de carros segurados.

Novos critérios de avaliação

Nesta terceira edição, além de inovadores, os projetos concorrentes ao Prêmio deverão possuir identificação com pelo menos um dos Princípios para a Sustentabilidade em Seguros (PSI, sigla em inglês), que representam as três dimensões (ambiental, social e de governança) estabelecidas pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, em parceria com a indústria global de seguros, sendo a CNseg uma das signatárias.

Outros quesitos que também serão considerados são a relevância para o setor e a sociedade, os resultados esperados ou já alcançados, a abrangência, o cronograma, o monitoramento e a apresentação do projeto.

Quem pode participar?

Além dos colaboradores de empresas de seguro, previdência privada, saúde suplementar e capitalização e corretores, a partir deste ano, também estão aptos a participar do Prêmio os colaboradores de corretoras e resseguradoras, além de corretores de resseguro pessoa física que tenham desenvolvido e implementado projeto inovador para o desenvolvimento sustentável do setor.

As categorias e a premiação

À semelhança da Edição 2012, os projetos concorrentes serão divididos nas categorias “Produtos e serviços”, “Processos“ e “Comunicação”, sendo que os vencedores de cada uma delas receberão R$ 20 mil em dinheiro, além de terem seus trabalhos divulgados, junto com os demais finalistas, em uma publicação produzida e distribuída pela CNseg.

Comissão julgadora

Contando com cinco integrantes de renome, a comissão julgadora é composta por três especialistas em meio ambiente, sendo um da área governamental (Mariana Meirelles), um jornalista (Washington Novaes) e um economista (Sergio Besserman Viana), além de um jurado da área de seguros (Julio Bierrenbach) e outro da sociedade civil organizada (Bruno Miragem).

Cronograma:

A fase de inscrições terá início em 15 de julho e será encerrada em 31 de outubro. Os vencedores serão conhecidos durante a Cerimônia de Premiação, que será realizado em 19 de dezembro, no Rio de Janeiro.

Lançamento do hotsite e do Regulamento:

O hotsite do Prêmio (www.premioseguro2013.com.br) e o Regulamento serão lançados no dia 10 de julho, às 13 horas. Aguardem.

Princípios para a Sustentabilidade em Seguros (PSI)

1. Incluiremos em nosso processo de tomada de decisão questões ambientais, sociais e de governança que sejam relevantes para nossa atividade em seguros.

2. Trabalharemos em conjunto com nossos clientes e parceiros comerciais para aumento da conscientização sobre questões ambientais, sociais e de governança, gerenciamento de riscos e desenvolvimento de soluções.

3. Trabalharemos em conjunto com governos, órgãos reguladores e outros públicos estratégicos para promover ações amplas na sociedade sobre questões ambientais, sociais e de governança.

4. Demonstraremos responsabilidade e transparência divulgando com regularidade, publicamente, nossos avanços na implementação dos Princípios.

Sobre Antônio Carlos de Almeida Braga

Nascido em 1926, filho de engenheiro português dos setores imobiliário e de seguros, Antônio Carlos de Almeida Braga fez da Companhia Atlântica uma das maiores seguradoras da América Latina, vendida para o Bradesco em 1984, fundando, posteriormente a Icatu Seguros.

Amante dos esportes, tornou-se mecenas de alguns dos principais atletas brasileiros como Pelé, Emerson Fittipaldi, Ayrton Senna e Gustavo Kuerten, desfrutando a admiração, amizade, respeito e gratidão de todos. Ainda hoje, aos 86 anos, frequenta os circuitos internacionais de tênis e Fórmula 1.

Por seu caráter, sua generosidade e, principalmente, sua trajetória profissional, sempre ligada à inivação, Antônio Carlos de Almeida Braga é praticamente uma lenda viva do setor de seguros e incontestável homenageado pela CNseg com o Prêmio em seu nome.

SulAmérica aluga prédio no Largo da Batata para ser a nova sede em SP

O Valor Econômico divulgou hoje que a SulAmérica assinou ontem contrato de aluguel para sua nova sede em São Paulo por dez anos com a Bratke e a Engeform. A seguradora não divulga o valor a ser pago por m2 locado no edifício, localizado no Largo da Batata, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, do qual será a única ocupante.

Segundo o texto do Valor, o empreendimento de padrão triple A é desenvolvido pelas construtoras e incorporadoras Bratke e pela Engeform, com previsão de entrega em 2015. O empreendimento tem Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 160 milhões, segundo o diretor-superintendente da Engeform, Arnaldo Landi de Souza Mello.

Não se trata de empreendimento com construção sob medida (build to suit), segundo Mello. A decisão de desenvolver o projeto já estava tomada quando as incorporadoras foram procuradas pela SulAmérica. “O prédio atendia às nossas expectativas”, diz o presidente da SulAmérica SA, Gabriel Portella.

Segundo Portella, desde que a SulAmérica decidiu vender o prédio que ocupa no Morumbi e alugá-lo, definiu que a sede fosse transferida, posteriormente, para uma região de mais fácil acesso, em edifício mais moderno. A mudança da sede do prédio ocorrerá até o fim de 2015.

Segurar.com passa a comercializar apólice de Responsabilidade Civil para dentistas

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Oswaldo-Romano-Jr.-da-Segurar.com_-300x277A Segurar.com, primeira corretora totalmente online do Brasil, amplia mais uma vez o seu portfólio com a oferta do seguro de Responsabilidade Civil Profissional para dentistas. Este é o 22º produto comercializado no site www.segurar.com, posicionando a corretora na liderança no mercado nacional de seguros online.

O Protector é um produto da Argo Seguros, subsidiária do Argo Group Internacional, e tem como propósito garantir a proteção e dar assistência aos dentistas em caso de eventuais processos judiciais. “A cobertura do Protector contempla pessoas físicas e jurídicas que entendam que a atividade profissional da qual fazem parte oferece riscos, pressupondo indenização”, explica Oswaldo Romano (foto), CEO da Segurar.com.

Em casos de defesas jurídicas por danos materiais ou morais, a Argo Seguros garantirá os gastos necessários, como honorários de advogados, depósitos recursais, fianças e demais despesas. Renato Spadafora, COO da Segurar.com, explica que apesar de os seguros de responsabilidade civil, de maneira geral, serem ainda pouco difundidos no Brasil, o segmento passa por transformações significativas neste sentido. “Está havendo uma grande mudança em prestação de serviços, e isso faz com que os profissionais se preocupem em ter uma cobertura no caso de danos ou até mesmo indenizações”, completa.

A apólice é válida em todo o território brasileiro e pode contemplar atos praticados em um período de até cinco anos antes da contratação do seguro, desde que desconhecidos pelo segurado. Além do Seguro de Responsabilidade Civil Profissional para dentistas, outros produtos também estão disponíveis no site da Segurar.com: Seguro Auto, Aéreo, Viagem, Residencial, Lar Protegido, Mulher Protegida, Vida, Vida Diabetes, Responsabilidade Civil para contabilistas, empresários, engenheiros e médicos, Pet, Acidentes Pessoais, Diária Hospitalar e, futuramente, serviços de Assistência 24 horas para Autos, Residências e Funeral, Gadgets, Estagiário, entre outros.

CEO mundial da Mapfre discute oportunidades de negócios Espanha-Brasil

_PEP2585Os desafios da economia espanhola e do grupo segurador Mapfre, a maior da Espanha, foram tema do encontro de Antonio Huertas, CEO mundial da Mapfre, com jornalistas nesta manhã. Diferente dos brasileiros, que estavam sem voz de tanto torcer para o Brasil no último domingo, a voz de Huertas estava perfeita, uma vez que não teve motivos para gritar durante a partida final da Copa das Confederações no Maracanã, com o Brasil vencendo a Espanha por 3 a 0. “Estou confiante para os jogos da Copa em 2014”, disse.

Nesta terceira vez que veio ao Brasil, além de estar presente no jogo, Huertas abriu sua agenda para discutir com jornalistas a situação econômica na Espanha e posicionamento da Mapfre. “A Espanha é um país de magníficas oportunidades e representa um bom negócio para as empresas brasileiras”, disse, ao abrir seu discurso repleto de dados macroeconômicos que mostraram a evolução da economia espanhola nos últimos anos. “Podemos afirma que a Espanha é um dos exemplos de transformação no mundo”, afirmou.

Ele ressaltou a redução do déficit público de 11,2% em 2009 para 6,3% em 2013. “Quatro pontos percentuais representam um grande esforço no cenário de crise que o mundo vive”, observou. Depois de atingir 635 pontos básicos em julho de 2012, o prêmio sobre o risco caiu graças às medidas tomadas na Espanha e ao apoio da Europa. Em maio, por exemplo, o Tesouro cobriu 50% das necessidades de finalidade previstas para o ano inteiro.

Espanha, superada apenas pela Irlanda considerando-se a Europa, tem melhorado a produtividade. Consequentemente, as exportações, pela primeira vez em 2013, superaram as importações. Em relação ao crescimento, Huertas afirmou que no terceiro trimestre deixa de decrescer, apresentando um pequeno crescimento do PIB de 0,5%, 0,6% e 0,7% nos meses de outubro, novembro e dezembro. “Este crescimento é fruto de sete anos de retração, dinamismo na exportação e força de trabalho mais produtiva e acessível na Europa. Huertas fez questão de ressaltar que seguros é um ramos estabilizador da economia, tanto por ser um investidor institucional, como por ter uma carteira de investimentos que supera 221 bilhões de euros, o que representa 21% do PIB espanhol.

Neste cenário otimista desenhado por Huertas, mesmo com desemprego superando 26%, a Mapfre tem apresentado bom desempenho, uma vez que adotou a estratégia de internacionalização há décadas, o que lhe ajudou a compensar o fraco crescimento na Espanha nos tempos de crise mais acentuada. “O desempenho é o maior problema da economia, que precisa de mais atenção. Em junho, os dados indicam redução da taxa de desemprego. Mas vamos demorar ainda para atingir uma taxa abaixo de 15%, o governo tem buscado formas de melhorar a oferta de empregos”, admitiu. Segundo ele, um prazo previsto para melhorar o índice de emprego é estimado em cinco anos.

O grupo está presente em 46 países. Os negócios da Espanha representam hoje 33%, sendo 67% proveniente do exterior. Em 2012, o resultado de seguros superou 720 milhões de euros no mundo, apesar da crise mundial. O Brasil é a segunda unidade de negócios da Mapfre. A primeira é a Espanha e segunda o Brasil. “Acabamos de completar dois anos de parceira com o Banco do Brasil e estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos”, ressaltou Huertas.

Quanto as manifestações no Brasil, instabilidade política e dados como queda da bolsa, alta da inflação, endividamento das famílias e alta dos juros, bem como saída de investidores estrangeiros, ele entende que é uma situação temporária e que em breve o país volta ao ritmo de crescimento.

Em relação a seguros, o índice combinado é o que define a eficiência de uma companhia. “Estando abaixo de 100%, há ganho operacional. E a Mapfre está. O índice combinado da BB e Mapfre é de 92%. Com isso, a mudança da taxa de juros, que passou a ser elevada pelo governo para conter a inflação, será considerada na formação de preço.

O grupo atua em todas os segmentos no Brasil, exceto em saúde, que representa 37% das vendas da indústria de seguros. “Temos um pedido de autorização na ANS, que ainda aguardamos liberação. É um setor que vamos atuar com grande precaução, pois o segmento no Brasil é complexo, tem interferência legislativa forte, e por isso vamos buscar postura de atuar em ramos em que essa interferência é menor, como empresarial”, informou Wilson Tonetto, presidente da Mapfre Brasil. Neste caso, o investimento 100% Mapfre, uma vez que o BB já informou que não quer assumir riscos em saúde. A Mapfre pretende buscar a rede do banco para distribuir planos de saúde que vier a comercializar.

Em relação ao resseguro, a Mapfre atua com sua resseguradora no Brasil, na modalidade local. Porém, isso não impede que o grupo fique atento ao IPO do IRB Brasil Re, líder de mercado, previsto para ocorrer em dois anos, depois que o Tesouro vendeu ao Banco do Brasil sua participação. “A Mapfre está à disposição para avaliar novas oportunidades. Temos uma resseguradora local, mas sempre é uma possibilidade analisar novos investimentos”, concluiu Huertas.

Huertas comentou os desafios globais da Mapfre. O número 1 é ser uma companhia global de seguros. Para isso, persistirá em ter uma estrutura cada vez mais flexível e eficiente, bem como consolidar a cultura corporativa dentro da filosofia “pessoas que cuidam de pessoas”. Huertas também ressaltou a necessidade de inovar para crescer e fomentar relacionamentos de longo prazo com todos os stakeholders com base na confiança.