Lucro da Porto Seguro sobe 40% no segundo trimestre, para R$ 190,3 milhões

portoA Porto Seguro divulgou hoje alta de 40% no lucro líquido do segundo trimestre sobre o mesmo período de 2012, para R$ 190,3 milhões, em meio a crescimento de receitas e expansão do mercado de veículos. A companhia teve alta de 17% na receita dos três meses encerrados em junho, para R$ 3,2 bilhões, dos quais R$ 2,7 bilhões são relativos a prêmios de seguros. A área de seguros de automóveis apurou um crescimento de 23,8% nos prêmios auferidos, para R$ 1,8 bilhão, impulsionada por expansão de 45,6% no segmento Azul Seguros, enquanto as operações Porto Seguro avançaram 12,9%. Segundo dados do balanço, a frota segurada das 3 marcas cresceu cerca de 200 mil veículos nos últimos 12 meses, mesmo com práticas mais conservadoras em precificação e aceitação. A marca Azul, que concentra os seguros mais básicos do grupo, ditou o crescimento, com avanço de 17%, para 1,16 milhão de veículos. A marca Porto Seguro foi no sentido oposto, com queda de 0,9%, a 2,02 milhões de veículos. O índice de sinistralidade apresentou boa performance ao recuar 8,5 pontos percentuais, para 54,8%.

Veja abaixo a mensagem que abre o book de resultados:

No segundo trimestre e primeiro semestre do ano alcançamos um satisfatório desempenho operacional que combinou crescimento de prêmios com melhoria das margens. Em particular, no segmento de automóvel, o mercado de seguros manteve-se mais racional, permitindo uma melhor precificação e rentabilidade. Adicionalmente, melhoramos nossa eficiência operacional, atingindo o menor índice de despesas administrativas em 6 anos. Por outro lado, o resultado financeiro ficou pressionado, em função dos fortes movimentos de mercado, sobretudo na renda fixa.

Os prêmios auferidos evoluíram 21% (2T13 x 2T12) e 19% (1S13 x 1S12), devido principalmente ao crescimento de prêmios dos produtos de automóvel. Destacamos o crescimento do produto automóvel das marcas Azul e Itaú, com incremento de prêmios no trimestre de 46% e 32% respectivamente.

O resultado operacional de seguros demonstrado pelo índice combinado atingiu 94,5% no 2T13 e 96,0% no 1S13. No trimestre, o índice combinado decresceu 6,2 p.p. em relação ao mesmo período do ano anterior. A sinistralidade total reduziu 6,5 p.p., direcionada pela queda na sinistralidade do seguro de automóvel da Azul em 14,6 p.p. (a menor dos últimos 6 anos) e da Itaú em 10,1 p.p. (2T13 x 2T12). O índice de despesas administrativas recuou 1,1 p.p., atingindo o patamar de 15,2%, dando continuidade a nossa estratégia de melhoria da eficiência operacional.

Nos negócios não seguros, as receitas cresceram 47% no trimestre e 42% no semestre, com destaque para as receitas das Operações de Crédito (Cartão de Crédito e Financiamento) que evoluíram 41% no 2T13 e 40% no 1S13. A participação dos outros negócios alcançou 18% do lucro total da empresa no 2T13 e 21% no 1S13.

O resultado financeiro apresentou uma queda de 49% no trimestre (vs. 2T12) em função de um cenário de juros mais baixos (CDI médio 14% menor no 2T13 x 2T12) e de uma menor rentabilidade das aplicações financeiras no trimestre (1,5% em 2013 vs 2,7% em 2012, ex- previdência). Os maiores impactos negativos estão nos papéis atrelados a juros reais e inflação, resultado de uma estratégia de longo prazo. Entretanto, as mudanças nos cenários de médio e longo prazo nos fizeram rever tal alocação, com significativa redução do risco. Assim, o resultado no 2T13 já mostra uma rentabilidade melhor, fruto de uma alocação mais defensiva.

Nesse contexo atingimos um ROAE de 18,2% (+3,7 p.p.) no trimestre e lucro líquido de R$ 193 milhões (aumento de 35% vs. 2T12). No semestre, o ROAE atingiu 14,0% (-0,7 p.p.) e o lucro líquido total da empresa alcançou R$ 301 milhões (+4%).

Entretanto, se isolarmos os efeitos da volatilidade do resultado financeiro (assumindo resultado neutro a 100% do CDI) e os ajustes através dos custos iniciais de contratação (“custo de apólice”), o ROAE do 2T13 seria de 19,7% e o lucro líquido atingiria R$ 212,1 milhões e no 1S13, o ROAE seria de 17,1% e o lucro líquido de R$ 370 milhões.

Federações priorizam comunicação em suas estratégias

Osvaldo do Nascimento 2As entidades de classes, como associações e federações, deixam de ser um local meramente político para ter uma importante tarefa diante da globalização da economia e valores sustentáveis implícitos nas estratégias das empresas privadas. Essa foi a mensagem que ficou para a plateia presente no talk show no painel “Gestão da Estratégia em Associações, Federações e afins: benefícios do alinhamento estratégico em contextos complexos que envolvem múltiplas organizações”, durante o Strategy Execution Summit 2013, evento de gestão da estratégia realizado pela consultoria Symnetics na Amcham, em São Paulo.

Entre os debatedores estavam José Cechin, diretor-executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Osvaldo do Nascimento, presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Visa (FenaPrevi) e membro do conselho diretor da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida , Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), e Elizabeth de Carvalhaes, presidente-executiva da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa).

Para os três representantes de entidades, o planejamento estratégico é prioritário já há alguns anos, em razão do amadurecimento das relações entre empresas e consumidores, tendo governo e órgãos reguladores como mediadores. As associações passaram a ter comites, formados por representantes das empresas, com uma agenda focada na busca do desenvolvimento do setor no longo prazo. “A gestão da estratégia da entidade é fundamental para a formação da opinião pública e também na sustentabilidade operacional do próprio segmento. As associadas são empresas que já entenderam que o futuro pertence a gurpos globais, que têm mobilidade e estão conectados as mídias sociais. Essa três premissas formam a base da estratégia da FenaPrevi”, afirmou Nascimento.

O executivo contou à plateia que há 20 anos a entidade, que passou ao longo do tempo por mudanças estruturais, discute um modelo previdenciário para o Brasil. “Para se ter uma idéia, os atuais produtos PGBL e VGBL foram criados pela Fenaprevi como uma forma de ofertar para a sociedade um produto que ela pudesse entender e comparar, uma vez que havia um histórico ruim no passado. Segundo ele, aos poucos, as empresas foram entendendo e passaram a comercializar o produto criado pela comissão da Fenaprevi.

As empresas, por sua vez, buscam se diferenciar no custo das taxas, na gestão dos ativos e nos serviços prestados”, afirma Nascimento, acrescentando que a prioridade foi estabelecer uma comunicação com governo e sociedade. “Hoje, temos claro que não temos interesse em ter como associadas empresas que queiram comercializar planos que não se sustentam no longo prazo. Afinal, isso tira a sustentabilidade do negócio do nosso setor, que é focado na entrega futura da aposentadoria do cidadão”.

jose cechinAssim como na FenaPrevi, a gestão da estratégia para a FenaSaúde é primordial diante dos conflitos entre consumidores e empresas. “Temos desde santa casa de misericórdia até seguradoras como associadas, mas todas tem um objetivo comum: tornar as relações com governo e consumidores mais sustentáveis”, conta Chechin. O setor de saúde sofre com marcos regulatórios há anos e ter uma federação focada e unida significa muito para todos os empresários do setor.

Nos últimos anos, o desafio da FenaSaúde está em como reagir diante da visão que permeia os meios de comunicação sobre os planos de saúde. Segundo ele, a mídia diariamente publica notícias sobre atendimento precário, ao mesmo tempo em que ter um plano de saúde é objeto de desejo da população. Diante da imagem ruim do setor, num momento em que ele é atualmente o responsável por atender milhões de procedimentos medicos, as associadas concordaram em investir na comunicação para tornar o setor mais conhecido e assim buscar uma imagem mais positiva diante da mídia e da sociedade.

Outro ponto importante para a FenaSaúde é o diálogo com o governo. “A regulação do setor de saúde suplementar tem milhares de normas editadas nos últimos 12 anos, algumas restritivas”, disse. Diante disso, há pouca oferta de produtos, as empresas deixam de vender planos individuais, com preços monitorados pelo governo, o que acaba por encarecer a assistência médica. “É preciso simplificar a regulação. Nosso ponto de partida é o princípio de liberdade de iniciativa, a regulação é necessária só em determinados pontos.”

Duda Bomfim deixa Swiss Re e assume a presidência da Colemont Catalyst Re

398333_10151132483769821_1419026119_nO dinamismo das corretoras de seguros é algo que impressiona. Não há uma semana sem notícias de fusão, aquisição, star-up ou aporte de recursos nesse importante canal de distribuição de seguros e resseguros. A notícia do dia fica por conta de vai e vem de especialistas. E o mais interessante: uma mulher no comando de uma corretora de resseguros!!!

Maria Eduarda Bomfim (foto do facebook), mais conhecida como Duda Bomfim, deixa a Swiss Re para assumir, a partir de 12 de agosto, a presidência da Colemont Catalyst Re Corretora de Resseguros, no lugar de Luiz Naganime. Segundo carta enviada aos amigos, Naganime conta que após quatro anos decidiu deixar a Colemont. “Neste período, tive o privilégio de ter liderado um extraordinário time, que construiu uma corretora de resseguros muito mais diversificada e aberta, conquistou uma posição entre as líderes do mercado e está pronta para uma nova fase que está por vir”, comentou, sem dizer qual o novo desafio que terá pela frente.

Agora é só aguardar entrevista com Maria Eduardo e o destino de Naganime, um profissional muito querido por todos.

Armando Vergílio apresenta trabalhos em prol dos corretores de seguros como deputado federal e presidente da Fenacor

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Em evento promovido pelo Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) nesta terça-feira, 06/08, o deputado federal e presidente da Fenacor Armando Vergílio dos Santos Júnior, prestou contas de seus mais recentes trabalhos pela categoria. “Faço minhas as palavras do papa Francisco em recente visita ao Brasil, quando disse que toda personalidade pública se obriga a prestar esclarecimento e contas daquilo que tem feito. É o meu caso hoje, como presidente da Fenacor e como deputado federal”.

O mentor do CCS-SP, Alexandre Camillo, agradeceu a oportunidade do evento para o mercado paulistano. “Com agenda apertada por conta de tantos compromissos, Armando se mobilizou para estar conosco. Agradeço imensamente em nome dos corretores e do mercado de São Paulo pelo seu interesse em estar aqui. Corretor de seguros, Armando orgulha toda a categoria pela sua trajetória profissional”.

Para Armando Vergílio, é muito oportuno falar sobre seus trabalhos na política. “Vivemos em nosso país um momento especial onde novamente a população foi às ruas, demonstrando sua insatisfação com tudo aquilo que tem ocorrido com nosso Brasil. As pessoas estão insatisfeitas com a corrupção de governantes e também com o modelo de política que não é o mais adequado ao país. O setor de seguros cresce, mas é sempre importante analisarmos o que pode mudar para melhor. Tenho muito orgulho de ser corretor de seguros, foi essa profissão que me fez chegar a todos os cargos e contribuir com o desenvolvimento do País”.

O convidado destacou importantes projetos de lei pelos quais está trabalhando. Primeiramente, o Projeto de Lei 3555/04 pela regulamentação do mercado de seguros. “Foi criada a comissão especial para esse PL e recebi a incumbência de ser o relator. Acredito que ainda neste mês de agosto teremos o texto substitutivo criando normas para as relações contratuais entre o mercado e os consumidores. Busca proteção ao consumidor e continuidade do desenvolvimento do setor em todo o Brasil”.

Também está tramitando em comissão especial e tem Armando Vergílio como relato o Projeto de Lei Complementar 237/12 que trata da atualização da Lei Complementar 123 que rege o tributamento da pequena empresa e o Simples. “Vamos fazer cinco grandes seminários regionais, um em cada região, o da Sudeste será em São Paulo, queremos mobilizar a participação da categoria. Será uma nova oportunidade de conseguirmos a vitoria para uma luta antiga que é a inclusão das empresas corretoras no Simples que, aliás, já devia ter sido feita há muito tempo”.

Falou sobre o Projeto de Lei 6332/05 que institui o seguro obrigatório de responsabilidade civil para corretores de seguro e de resseguro, do qual Armando é relator. “Vem ao encontro de um melhor disciplinamento ético e profissional para o corretor e dá ao consumidor maior garantia, bom para a sociedade e para o setor como um todo. Em outros países o seguro de RC profissional é bem difundido, no Brasil geralmente quem contrata são as empresas corretoras, mas se o corretor atua como pessoa física também precisa contratar pois subtende-se que ele não tem estrutura, trabalha por conta própria e é quem mais depende do seguro para proteger sua profissão”.

O Projeto de Lei da Câmara PLC 7 é uma atualização da Lei Complementar 137/10 que instituiu as autorreguladoras de corretagem de seguros. “Esse PLC clareia a lei complementar, que pra mim já estava clara, mas gerou dúvidas sobre a abrangência da autorreguladora, que deve ser sobre toda a categoria econômica, para evitar que se submetam apenas os de boa conduta. Precisamos das autorreguladoras, apenas no Brasil o canal de distribuição é regulado pelo mesmo órgão regulador do setor”.

O deputado é também autor do Projeto de Lei 23/11 que disciplina o funcionamento das empresas de desmonte de veículos. “A maioria dos veículos são roubados para abastecer o comércio marginal de peças de desmontes. E na esteira desses roubos está a ação violenta de bandidos que vitima centenas de milhares de pessoas no país. A regulamentação melhora ainda o ambiente de segurança viária, pois muitos carros circulam com peças sem garantia técnica e de procedência. Com a garantia, diminui a reparação de veículos, viabiliza o seguro popular de automóvel e cria empregos formais”.

Uma atualização da regulamentação dos microsseguros também foi aprovada na Câmara e segue para o Senado. “Esse é o verdadeiro microsseguro, pois ele de fato ainda não existe no Brasil, apenas seguro de baixo ticket. Pelo regramento, microsseguro não é meio seguro que se paga meio prêmio. Esse projeto traz um disciplinamento das operadoras de microsseguros inclusive com benefício fiscal e tributário muito grande para que isso possa nascer e se desenvolver, sendo um mercado novo para todos nós”.

Armando Vergílio não pôde deixar de debater dois assuntos polêmicos. O primeiro, a ação de associações e cooperativas que atuam como se fossem seguradoras. “Nosso maior erro foi chamar esse mercado marginal de seguro pirata, pois brasileiro gosta de tudo o que é pirata, e pode buscar seguro pirata porque é mais barato. Temos que falar que é um mercado marginal, caso de polícia. Não está no âmbito da fiscalização da Susep, mas podemos denunciar ao Ministério Publico, à Policia Federal e ao Judiciário”.

Também lembrou a regulamentação da figura do agente de seguros, proposta pela Susep. “Não podemos aceitar. A Fenacor, junto com o os sindicatos, tem trabalhado, já fomos à Susep diversas vezes, por escrito ou pessoalmente em audiência, reunião, abordagens, mostrando nossa inteira incompreensão e não aceitação desse assunto na forma como está sendo colocado. Vamos discutir dentro do congresso nacional. O mercado já tem uma distribuição consagrada, através dos corretores e de seus prepostos. Se precisa de mais capilaridade no atendimento, a solução é simples: regulamentar a figura do preposto”.

Ao final de suas apresentações, convidou o público de São Paulo para o 18º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, realizado pela Fenacor entre os dias 16 e 18 de outubro no Rio de Janeiro.

ANSP divulga resultado de pesquisa com participantes

O consultor Francisco Galiza indica uma boa pesquisa para traçar tendências. Trata-se da 1ª Pesquisa Acadêmica, a partir das entrevistas com mais de 40% dos participantes da ANSP (Academia Nacional de Seguros e Previdência) realizada no final do mês de julho. Uma amostra significativa para avaliar as opiniões e expectativas desse grupo qualificado de profissionais. Dentre os aspectos abordados, temos, por exemplo, as tendências dos ramos de seguros de pessoas e de automóveis, o comportamento futuro do segurado, qual o principal foco das empresas desse segmento, ou os temas de debates científicos prediletos (segundo cada perfil de acadêmico).

Abaixo, a capa e a pesquisa.

http://www.ratingdeseguros.com.br/pdfs/pesquisaansp1b.pdf

Swiss Re divulga lucro de US$ 786 milhões no segundo trimestre

swiss-reA Swiss Re divulgou lucro líquido de US$ 786 milhões no segundo trimestre de 2013 e retorno anualizado sobre o patrimônio líquido de 10% na manhã desta quinta-feira. De acordo com o comunicado, a companhia, que acaba de comemorar 150 anos, obteve um bom período de renovação de contratos em julho, com volume de prêmios superior impulsionado pelas operações sob medida. Michel Liés, CEO Group, comentou em comunicado que a Swiss Re está empenhada em produzir análises cada vez mais sofisticadas bem como novas formas de chegar aos clientes. “Todos os esforços são direcionados para aumentar o acesso ao seguro para as pessoas no mundo que estão atualmente subestimadas”. O bom resultado veio em um período marcado por elevado volume de pedidos de indenizações com as enchentes da Europa e no Canadá.

Todas as unidades de negócios contribuíram positivamente para o lucro líquido. Já o retorno anualizado sobre os investimentos foi de 3,8% (contra 4,5%), diante da volatilidade dos mercados. George Quinn, CFO do Grupo, afirmou em comunicado que o desempenho operacional continua. “Percebemos ganhos significativos com a venda de títulos do governo para reequilibrarmos nosso portfólio de ativos em crédito e renda variável”.

O lucro líquido no segmento de resseguro de Property & Casualty” foi de US $ 468 milhões, bem abaixo dos US$ 717 milhões no 2 º trimestre de 2012, apesar dos prêmios terem avançado 12%, para US$ 3,2 bilhões no Período analisado. O índice combinado piorou, saindo de 81% para 100,7%, refletindo as inundações na Europa e no Canadá. No segmento de resseguro de Vida & Saúde o lucro líquido foi de US$ 141 milhões, abaixo dos US$ 248 milhões do mesmo período do ano anterior.. Em prêmios, alta de 16%, para US $ 2,5 bilhões.

Na Corporate Solutions, o lucro trimestral foi de US $ 55 milhões, praticamente o dobro dos US$ 26 milhões no 2 º trimestre de 2012. Os prêmios ganhos aumentaram 28% , para US $ 686 milhões), refletindo o termo de um grande acordo de compartilhamento de quotas, bem como o crescimento contínuo em praticamente todas as linhas de negócios e mercados, como resultado de várias iniciativas de crescimento associadas ao aumento contínuo na expansão geográfica e funcionários. O índice combinado do trimestre foi de 96,9%, três pontos percentuais e meio melhor do que o resultado anterior.

Acacio Queiroz, CEO da Chubb, lança seu primeiro livro

foto-1Quanto mais trabalho, mais sorte tenho. Essa é uma das frases de Acácio Queiroz, um otimista nato, que começou a trabalhar com 11 anos de idade e agora, aos 65, lança seu primeiro livro. “Já plantei muitas árvores, constitui uma família maravilhosa ao lado de Iara nos últimos 45 anos, e só faltava escrever um livro”, disse ele muito emocionado durante encontro com jornalistas hoje, durante um brunch no Octavio Café, em São Paulo.

Tive o prazer de ter sido convidada por ele para fazer o prefácio. Nele, digo que se fosse possível resumir Acácio Queiroz em uma frase, diria isso: Apaixonado pelo que faz. Com título inspirado no início de sua caminhada profissional, como carregador de malas na rodoviária de Curitiba, “Minhas Bagagens” conta a trajetória de Acácio, um marido e pai dedicado, empresário que há nove anos é CEO da Chubb e o “coach” que se tornou ao participar do sucesso profissional de tantas pessoas, inclusive de oito trainees que iniciaram carreira sob seu comando e que hoje comandam empresas. Aliás, esse será o tema de seu próximo livro: A fábrica de CEOs de Acácio Queiroz.

Uma das primeiras dicas do autor aos que buscam uma carreira de sucesso é “Ser antes de Ter”. Segundo ele, só assim é possível balancear o peso das coisas e conseguir o equilíbrio necessário na tumultuada vida da sociedade moderna. “Um dos grandes desafios do mundo corporativo hoje é equilibrar a equação trabalho, família e lazer’, disse ele, que descreve várias histórias em seu livro com o objetivo de ser uma fonte de inspiração para o desenvolvimento dos jovens profissionais.

Pautado pela ética, se vai longe, afirma Acácio Queiroz. Segundo ele, a fórmula do sucesso reúne uma série de características, como compartilhar desafios, investir nos estudos, ousar a fazer algo que nunca foi feito, dar asas aos sonhos e chão para as realizações e superar-se nas crises. “Importante também ter o erro como seu mestre”, ressalta um dos executivos mais elegantes do setor de seguros. “Sempre fui vaidoso”, conta. “Quando trabalhava como gerente comprava a melhor camisa que podia, parcelada. Parecia o filho do governador, mas era apenas um trabalhador”, brinca o executivo que encontra tempo contribuir com diversas instituições beneficentes e educacionais.

O livro, patrocinado pela Chubb, grupo norte americano para o qual trabalha há nove anos, retrata passagens importantes da construção de sua carreira profissional, nacional e internacional (acumulou mais de 3 milhões de milhas em apenas uma companhia aérea), bem como artigos e matérias que retratam a sua contribuição para o crescimento do mercado de seguros e da companhia. Em sua gestão, a subsidiária brasileira saltou dos US$ 80 milhões em faturamento em 2004 para possíveis US$ 750 milhões em 2015, se o Brasil cumprir as metas traçadas.

Acácio Queiroz, como bom segurador, gerencia com maestria um dos maiores riscos das corporações: a comunicação. “Uma das grandes forças de uma companhia é o seu potencial de se comunicar interna e externamente”, escreve ele em seu livro. “Seja em momentos favoráveis ou nas crises, uma coisa é certa: como em qualquer relação é preciso ter respeito para que as coisas deem certo”, sugere ele entre tantas outras dicas para se ter sucesso na vida.

O livro não será vendido, mas com certeza quem desejar um exemplar conseguirá facilmente nas palestras realizadas pelo executivo ou mesmo com alguém de sua equipe. Boa leitura!

Pesquisa Mercer Marsh mostra diferença de preços entre planos de saúde empresarial e individuais

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Com o objetivo de analisar a diferença de preço entre os planos de saúde empresariais e individuais, bem como as variações ocorridas quando há aumento dos benefícios oferecidos pelas Seguradoras ou Operadoras, a Mercer Marsh Benefícios™ realizou um estudo sobre o tema. Foi constatado que o plano empresarial básico é 149% mais barato que um plano individual. O estudo focou na faixa etária entre 34 e 38 anos para quatro tipos de planos: Básico I/ Básico II / Intermediário / Executivo.

Os dados deste estudo foram baseados nos resultados da 24ª Pesquisa Anual de Benefícios Corporativos, realizada no ano de 2012. Em relação aos planos individuais, como são poucas as operadoras que atuam neste segmento, utilizou-se uma tabela de preços por faixa etária, com o desenho de plano similar, quando comparado ao plano empresarial.

O seguinte cenário foi constatado: a menor diferença está na categoria Executivo, com o percentual de 48% (R$ 306,58 contra R$ 455,19). Em seguida, o menor percentual é de 92% para o plano tipo Básico II; seguido por 101% no Intermediário. Ficando o maior percentual de 149% entre os planos Básico I (R$ 98,85 contra R$ 245,39). Veja abaixo a tabela completa.

Na faixa etária mais adulta os preços dos planos de saúde se elevam. O plano empresarial para um indivíduo com mais de 59 anos, por exemplo, na modalidade básica custa R$ 963,98, chegando a R$ 1.784,50 na cobertura mais ampla. Os especialistas da Mercer Marsh Benefícios™ destacam aos profissionais que estão prestes a se aposentar e que irão adquirir um plano individual, que avaliem a possibilidade de ingressarem no sistema antes de completarem 59 anos, dada a diferença do preço de entrada desta faixa em relação à faixa de mais de 59 anos.

Dados de mercado indicam que atualmente o total de beneficiários de planos coletivos cresceu 231% nos últimos 12 anos. Composto por 37 milhões de vidas, esse segmento representa 77% do mercado de planos de saúde coletivos. “As pessoas não percebem que o tempo passa muito rapidamente e se acostumam com um determinado padrão de atendimento médico e quando percebem, ao serem desligados da empresa, após anos de trabalho, ou se aposentarem, se deparam com uma despesa de saúde muito maior do que a sua renda na aposentadoria poderia suportar. Isso é fato. Mesmo entre os profissionais dos níveis hierárquicos mais altos”, afirma Francisco Bruno, Consultor Sênior da Mercer Marsh Benefícios™.

Ciente deste cenário e dado o envelhecimento da população mundo afora, algumas iniciativas estão sendo vislumbradas no mundo corporativo em benefício do indivíduo. No Brasil, por exemplo, estamos prestes a ter a aprovação do projeto de Lei que institui o Prev-Saúde, um tipo de previdência para a saúde que ajudará os indivíduos, com ou sem a participação das empresas, a formar poupança específica para o uso no pagamento das despesas de saúde, pós aposentadoria.

Outro ponto importante é a extensão do benefício de saúde aos que se deligam ou se aposentam na empresa. Por exemplo, para os que se aposentam o direito à extensão é de 1 ano por ano de contribuição durante a vida ativa, podendo ser vitalício, caso tenha havido contribuições por 10 anos ou mais.

Para os desligados sem justa causa, o direito de permanecer no plano é equivalente a um terço do tempo em que contribuíram durante a vida ativa, com um limite de mínimo e máximo de seis meses e dois anos, respectivamente.

“O que temos visto atualmente é um movimento incessante das empresas no sentido de minimizarem os riscos da concessão de benefícios, principalmente nas populações de aposentados. A saída tem sido uma maior transferência de responsabilidades para os próprios beneficiários. Já para os que futuramente irão se aposentar e, principalmente, para aqueles que pertencem às gerações y e z, o pensamento prioritário deve ser a formação de uma poupança para a saúde que os ajudará a custear suas necessidades quando se aposentarem”, finaliza Francisco.

Hannover tem lucro 29% maior no segundo trimestre

A alemã Hannover Re, uma das maiores resseguradoras do mundo, informou que seu lucro líquido cresceu quase um terço no segundo trimestre, ajudado pela maior contribuição de investimentos, receitas maiores e custos moderados de sinistros. O lucro subiu 29% no período, para 186,3 milhões de euros (US$ 247,4 milhões), de 144 milhões de euros nos mesmos três meses de 2012, superando a expectativa de lucro de 179 milhões de euros. As receitas avançaram 3%, para 3,47 bilhões de euros, mas ficaram abaixo da previsão de 3,61 bilhões de euros. No segundo trimestre, a companhia teve que pagar 246,3 milhões de euros devido às enchentes na Europa e no Canadá. Mas com lucro líquido de 407,7 milhões na primeira metade de 2013, a Hannover Re “tem uma base sólida para alcançar suas metas para este ano”, disse a empresa.

Lloyd’s of London oferece recompensa para recuperar jóias roubadas em Cannes

joias lloydsEm muitos filmes,ladrões refinados fogem para o Brasil. Se a arte imita a vida, eis uma boa informação aos brasileiros. O mercado de seguros de Lonfre oferece um milhão de euros em troca de informações que levem à recuperação das jóias roubadas no mês passado no Hotel Carlton, em Cannes, sul de França, avaliadas em mais de 100 milhões de euros. A oferta está sujeita a certas condições, segundo o comunicado publicado na quarta-feira, em três jornais franceses. O comunicado traz fotografia de quatro das 72 jóias roubadas no dia 28 de julho, por apenas um homem armado, em plena luz do dia. Este foi o quarto grande roubo de jóias em Cannes este ano, sendo três deles durante o festival internacional de cinema.