Estudo da AON revela relação entre maturidade na gestão de riscos e bom desempenho financeiro

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A consultoria e corretora de seguros Aon realizou uma pesquisa com mais de 600 companhias de todo o mundo em parceria com a Universidade Wharton, da Pensilvânia (EUA), que revelou um elo entre a maturidade na gestão de riscos e o desempenho financeiro das empresas de capital aberto. O que se observou é que, em média, as organizações classificadas no topo da escala apresentaram uma volatilidade até 50% inferior no valor dos papéis em comparação com as classificadas no outro extremo. Além disso, uma comparação entre os períodos que antecederam e os que sucederam a crise econômica mundial revelou que uma melhor classificação no Índice está associada a maiores retornos sobre o preço das ações em épocas de incerteza e em mercados voláteis.

Entre 2010 e 2011, os mercados em geral tiveram um bom desempenho e quase todas as organizações conseguiram retornos positivos. “Quando o mercado financeiro estava em alta, mesmo as companhias que adotaram práticas de gestão de riscos mais fracas puderam obter resultados comparáveis aos de empresas mais bem estruturadas e desenvolvidas”, diz Alexandre Botelho, diretor da área de Consultoria em Gestão de Riscos da Aon Brasil. No entanto, quando o desempenho dos mercados piorou, a diferença na maturidade das organizações tornou-se evidente nos resultados financeiros.

Durante o período de 2011 a 2012, com as economias dos países mais voláteis, as organizações com práticas mais sofisticadas tiveram um desempenho significativamente melhor. “Somente as companhias que se classificaram nos dois níveis mais elevados, de 4.5 e 5.0, tiveram um retorno positivo. As organizações com os três níveis mais baixos de classificação fecharam o período com um prejuízo de 17 a 30 por cento”, afirma.

Segundo o executivo, empresas que não são de capital aberto também devem ficar atentas para esses resultados, pois, apesar de não poderem medir o seu desempenho com base no preço das ações, elas operam sob as mesmas expectativas que as companhias listadas na Bolsa. “Esse estudo demonstra o que a Aon já vinha percebendo há alguns anos: que a gestão de riscos não é apenas uma ferramenta para evitar prejuízos, mas, principalmente, um dispositivo para avaliar e aproveitar oportunidades, e agregar valor à operação”, conta.

O levantamento Aon/Universidade Wharton classificou as empresas numa escala de 1.0 a 5.0 e demonstrou que, atualmente, a média global de organizações de todos os portes e setores está entre 2.5 e 3.0.O estudo detalhou ainda os principais obstáculos à implementação de práticas de gestão de riscos por região. Os desafios culturais e de capital humano foram os mais citados pelas empresas e pelo menos um deles foi destacado como ponto importante em todas as localidades.

Segundo Botelho, à medida que a gestão de riscos se desenvolve, os fatores culturais se tornam menos críticos e outros desafios, como dificuldades de logística e capital humano passam a ocupar primeiro plano. “No Brasil, o aspecto cultural ainda é o mais citado, mas empresas que já têm estruturas bem definidas veem as restrições jurídicas e regulatórias como desafios mais complexos”, exemplifica.

Os interessados que quiserem obter mais informações sobre o Índice Aon de Maturidade em Riscos devem acessar www.aon.com/brasil/ARS/indiceaon.jsp, ou enviar e-mail para luciana.salles@aon.com.

Grupo Bradesco Seguros patrocina a 39ª edição do CONARH

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O Grupo Bradesco Seguros é patrocinador Diamante Premium da 39ª edição do maior evento de gestão de pessoas da América Latina, o Congresso Nacional de Recursos Humanos ABRH Nacional (CONARH), que acontece hoje, 19, até o dia 22 de agosto, no Hotel Transamérica Expo Center, em São Paulo.

No primeiro dia de evento, o Grupo Bradesco Seguros promoverá a palestra “Em busca da Qualidade de Vida”, apresentada pelo doutor Carlos Alberto Pastore, que abordará temas médicos relacionados com qualidade de vida, estresse, dicas de alimentação, hábitos saudáveis e atividades sociais. O evento reúne anualmente as principais organizações e profissionais da área e, este ano, terá como tema “Reinventar a Gestão: uma construção coletiva”.

Em paralelo ao Congresso será realizada a Expo ABRH, maior e mais completa exposição de produtos e serviços para a gestão de pessoas do mercado. Na exposição, as empresas participantes do Congresso apresentam as principais tendências que são referências em Recursos Humanos e Gestão de Pessoas. Para a edição 2013 do CONARH são esperadas cerca de 20 mil pessoas, entre congressistas e visitantes.

Durante os quatros dias de evento, o Grupo Bradesco Seguros promoverá o movimento “Conviva”, iniciativa que estimula a convivência harmoniosa entre ciclistas, motoristas e pedestres.

18º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros: Fenacor anuncia nomes de palestrantes

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Profissionais de todo o Brasil têm mais um excelente motivo para participar do 18º Congresso Brasileiro de Corretores de Seguros, que será realizado no Rio de Janeiro, de 16 a 18 de outubro: a verdadeira “seleção” de palestrantes confirmados pela Fenacor para o evento. Entre eles, estará o ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos. A presença de Afif Domingos no Congresso é relevante, pois, recentemente, ele admitiu que o Governo está propenso a apoiar mudanças no Simples, o que pode abrir as portas para o corretor de seguros ser inserido nesse sistema simplificado de pagamento de impostos.

A questão do Simples foi apontada como uma das maiores preocupações da categoria no ESECS-PJ, estudo realizado pela Fenacor para delinear o perfil das empresas corretoras de seguros e subsidiar novas ações da entidade. Outro palestrante renomado será o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ayres Brito, conhecido por seu posicionamento firme a respeito de temas políticos.

Outras atrações importantes serão as palestras motivacionais. Uma delas ficará a cargo do ex-atleta Flavio Canto, judoca medalha de bronze nas olimpíadas de Atenas, em 2004. Além dele, foi confirmada a participação do consultor Paulo Storani, ex-capitão do Bope e um dos oficiais que inspiraram a criação do personagem “Capitão Nascimento”, do filme Tropa de Elite. Storani é considerado, atualmente, o maior palestrante do Brasil.

A Fenacor confirma ainda alguns dos temas centrais dos principais painéis: “Seguro de Automóvel”, “Microsseguros”, Perspectivas do Ramo Saúde” e “Seguro Saúde x Necessidades dos Consumidores”. O maior evento do mercado brasileiro será realizado no Pier Mauá (Zona Portuária do Rio de Janeiro) e deverá reunir até cinco mil profissionais do mercado, incluindo corretores, congressistas, expositores, palestrantes, executivos e técnicos de seguradoras. “Esse Congresso representa um passo importante rumo a uma nova era, que deve ser escrita pela própria categoria. E nada melhor que realizar evento de tamanha relevância na cidade que é a capital do seguro”, afirma o presidente da federação, Armando Vergilio.

A entidade dará, também, todo o apoio necessário para que as seguradoras e outros expositores possam ter o tempo adequado para o planejamento das suas atividades na 17ª edição da Exposeg, que será realizada paralelamente ao congresso. A mostra, mais uma vez, trará muitas novidades para os corretores de seguros e para o mercado em geral. As maiores seguradoras do país e as empresas prestadoras de serviços estarão presentes na exposição, garantindo o sucesso da Exposeg. Além disso, será realizado, na mesma ocasião, o 2º Congresso Brasileiro de Saúde Suplementar, segmento que vem apresentando expressivas taxas de crescimento, tendência que deve ser mantida nos próximos anos.

Sincor-SP divulga os nomes que irão julgar o Prêmio de Jornalismo

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O Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) definiu os integrantes do Comitê de Julgamento, responsável pela análise e escolha dos trabalhos que concorrerão ao Prêmio Sincor-SP de Jornalismo. “Procuramos reunir nesse comitê os mais destacados profissionais do segmento de seguros, escolhidos com base em seus relevantes serviços em benefício do setor, alguns dos mais renomados profissionais de imprensa, além de um corretor de seguros, razão de ser do prêmio que instituímos”, explica o presidente do Sincor-SP, Mário Sérgio de Almeida Santos.

Presidido por Antonio Penteado Mendonça, advogado e colunista de seguros e previdência do jornal O Estado de S. Paulo, o comitê conta com os seguintes componentes: Paulo Marraccini, presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Marco Antonio Rossi, presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Mauro César Batista, presidente do Sindicato das Seguradoras, Previdência e Capitalização do Estado de São Paulo (Sindsegsp), Eduardo Ribeiro, jornalista e diretor do Jornalistas & Cia (informativo dirigido aos profissionais de Comunicação) e Felipe Moreira Paes Barreto, corretor de seguros.

A análise dos trabalhos terá como critérios a relevância do tema, a singularidade da abordagem e o conjunto da obra do autor. Uma primeira seleção das reportagens será feita por um comitê formado por funcionários e diretores do Sincor-SP.

A premiação acontecerá em outubro, mês em que se comemora o Dia do Corretor de Seguros. As instruções para a inscrição — que se encerra na próxima segunda-feira, 19/08 — assim como o regulamento, estão disponíveis no site do Sincor-SP (www.sincorsp.org.br).

Sobre o Prêmio

O Prêmio Sincor-SP de Jornalismo integra um conjunto de ações em desenvolvimento pelo Sincor-SP com o intuito de destacar a importância do corretor de seguros para sociedade. “Quanto mais as pessoas estiverem conscientes dos benefícios de contratar um seguro por intermédio de um corretor, mais a nossa classe será valorizada e a sociedade protegida”, ressalta o presidente do Sincor-SP, Mário Sérgio de Almeida Santos.

Coordenado pelo radialista e corretor de seguros, Pedro Barbato Filho, e pela 1ª vice-presidente do Sincor-SP, Cássia Maria Del Papa, o prêmio é válido somente para publicações do estado de São Paulo. Serão consideradas apenas as reportagens e artigos publicados entre janeiro e agosto de 2013.

Os jornalistas poderão concorrer em duas categorias: uma delas destinada a reportagens sobre o mercado de seguros que apresentarem, obrigatoriamente, a atuação do corretor; e a outra para textos que narrarem casos envolvendo diretamente corretores de seguros ou empresas corretoras de seguros. Os ganhadores receberão prêmios em dinheiro, no valor de R$ 12 mil cada um.

Cescebrasil lança solução de gestão de crédito de risco para clientes e parceiros

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A Cescebrasil, subsidiária brasileira da espanhola Cesce, lançou dia 1º de agosto em evento em São Paulo, a Cesce Master Ouro, solução inovadora para a gestão integral do risco de crédito comercial das empresas. O novo modelo de negócios é a grande aposta da seguradora, que pretende consolidar o produto no país, apresentando-o e criando redes para sua distribuição.

A Cescebrasil tem 10% da cota de mercado de seguro de crédito no país e com a Cesce Master Ouro, pretende duplicar esse número até o final de 2014. “A intenção é prospectar empresas que não utilizam o seguro de crédito para oferecer a nova solução”, diz Manuel Alves, Diretor-Presidente da companhia.

Juan Antonio Mateo, Diretor Corporativo Comercial do Grupo Cesce, que esteve no Brasil para o lançamento do produto, afirma que o Grupo espanhol é o único no mundo a oferecer um produto como este. Na Espanha, o produto já está em funcionamento há quatro anos e teve altos níveis de rentabilidade. A solução foi criada em 2008 e a companhia passou de uma perda de 53 milhões de euros para um ganho de 93 milhões de euros em 2010 “Tivemos um crescimento de 51% em dois anos”.

De acordo com Cristina Salazar, Diretora-Executiva da CesceBrasil, responsável por comercializar o produto no país, o produto é inovador e diferente de tudo que há no setor de seguros hoje. “Acredito que isso ajudará tanto a nossa companhia quanto todas as empresas a crescerem de forma rentável, a tomar melhores decisões, otimizando a gestão do risco”, pondera.

Juan Antonio Mateo ainda ressaltou que a América Latina representa 30% do faturamento do grupo. Dessa porcentagem, 40% corresponde ao Brasil. “Lançamos o produto em julho nos países latino-americanos e temos muitas expectativas de crescimento nesta região”, registra. “Com a nova solução de gestão de crédito, é possível prospectar clientes no âmbito externo e interno, monitorar e gerenciar o risco, ter facilidade no acesso ao financiamento e transferir os riscos para a seguradora”, finaliza.

Bradesco Capitalização distribui mais de R$ 4,5 milhões em julho

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A Bradesco Capitalização totalizou mais de R$ 4,5* milhões em prêmios de sorteio distribuídos no mês de julho. Foram 158 títulos contemplados, sendo 57 em São Paulo; 23 no Rio de Janeiro; 17 na Bahia; 13 no Rio Grande do Sul; 12 em Minas Gerais; 10 em Santa Catarina; 5 em Mato Grosso; 4 no Paraná; 3 em Goiás; 2 no Ceará, no Espírito Santo e em Pernambuco; e 1 no Acre, em Alagoas, no Distrito Federal, no Mato Grosso do Sul, no Pará, no Rio Grande do Norte, no Sergipe e no Tocantins.

O site da Bradesco Capitalização (bradescocapitalizacao.com.br) disponibiliza os resultados dos sorteios dos títulos de capitalização. Para fazer a consulta dos números sorteados, basta acessar o site, clicar em “Resultados dos Sorteios” e em “Confira Agora” e selecionar um ou mais produtos. O site disponibiliza, para conferência, os resultados do mês corrente e anteriores. Além disso, o cliente que possui acesso ao Bradesco Internet Banking tem a facilidade de consultar o seu saldo, combinações para sorteio e o informe de rendimentos dos seus títulos de capitalização.

Berkley fecha parceria com a Fenacor durante II Conseg de Pernambuco

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Com condições diferenciadas, a Berkley Brasil firma parceria com a Fenacor (Federação Nacional dos Corretores de Seguros) para a comercialização do RC Profissional de corretores. O contrato será assinado em solenidade especial com a diretoria da entidade, durante o II Conseg de Pernambuco, realizado de 15 a 16 de agosto.

Recentemente a Berkley iniciou as operações na área de Casualty e entre os novos produtos desenvolveu o RC Profissional para corretores de seguros, o qual atende 100% das coberturas, com limites agregados, franquias adequadas, além de oferecer rapidez nos processos de emissão, através do sistema on-line, e atendimento ao corretor.

De acordo com a gerente de Responsabilidade Civil Profissional e D&O da Berkley, Mariana Ortiz, o seguro conta com coberturas exequíveis e compatíveis com a realidade do dia a dia dos profissionais do setor. “Além disso, criamos também um sistema que nos permite emitir, de uma única vez, os outros seguros que forem contratados por ele, tais como: RC Empregador, prestação de serviços em locais e terceiros ou mesmo o RC Geral para uso e conservação do imóvel”, informa.

Ainda segundo ela, a grande vantagem é que o próprio corretor poderá acessar o sistema disponibilizado pela seguradora e inserir seus dados para a cotação do produto, sem a necessidade de abrir suas informações confidenciais a outras pessoas.

Outro diferencial é que, em caso de sinistro, a companhia não exige que a reclamação seja feita na forma judicial, considerando que a simples notificação do terceiro prejudicado é suficiente para que possa ser iniciado o processo de regulação. “Afinal, o grande objetivo do seguro é prover soluções rápidas a todos os segurados”, ressalta Mariana Ortiz.

Ao longo da programação, o Conseg – Congresso de Seguros de Pernambuco irá promover conferências, palestras e debates com temas e estratégias de negócios, em face ao crescimento econômico pernambucano, cujos índices superam as médias de expansão da economia brasileira.

Brasilprev supera R$ 75 bilhões em ativos, tem lucro líquido de R$ 267,5 milhões e assume liderança em arrecadação

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Com 20 anos de fundação recém-completos, a Brasilprev Seguros e Previdência S.A., uma das maiores empresas de previdência privada aberta do país e única especialista no setor, divulga os resultados financeiros obtidos no primeiro semestre de 2013. No período, a seguradora registrou lucro líquido de R$ 267,5 milhões, valor 10,9% maior que o apurado nos primeiros seis meses de 2012.

“Neste primeiro semestre do ano, a Brasilprev manteve seu forte crescimento e superou a marca dos R$ 75 bilhões em ativos sob gestão, uma alta de 29,1% comparada ao mesmo período de 2012”, comenta Nelson Katz, diretor de planejamento e controle da companhia.

De acordo com Katz, a arrecadação total da Brasilprev no período somou R$ 12 bilhões, valor 32,4% superior que o registrado no 1º semestre de 2012. Desse montante, a maior parte dos aportes foi nos planos da modalidade Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL): R$ 10,8 bilhões, montante 35,9% superior que o arrecadado naquele ano. Já na modalidade Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), o total foi de R$ 1 bilhão, alta de 7,8%.

“O robusto crescimento da Brasilprev se deve ao comprometimento da companhia em oferecer soluções que atendam às diferentes necessidades de nossos clientes, sejam eles pessoa física ou jurídica”, afirma Katz. A empresa, que vem registrando crescimento acima da média do mercado nos últimos anos, desde 2008 ocupa a liderança do mercado em captação líquida, atualmente com 40,9% de market share. “É evidente que cada vez mais brasileiros estão conscientes sobre a importância de garantir sua tranquilidade financeira e poupar recursos para viabilizar projetos de vida no longo prazo. E, nesse contexto, os planos de previdência são uma ferramenta muito eficiente”, finaliza.

Brasilprev é líder do mercado em arrecadação

Segundo o relatório do mês de junho de 2013 da Federação Nacional de Previdência (Fenaprevi), a Brasilprev é líder em arrecadação total da indústria, com 31% de market share. A arrecadação total somou R$ 12 bilhões, um crescimento de 31,9%, superior à evolução do mercado que foi de 16,9% (nota: os dados de arrecadação Fenaprevi não incluem transferências recebidas e, portanto, diferem dos dados do balanço da Brasilprev).

Já na arrecadação das modalidades Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), a empresa detém 32% de participação de mercado, somando R$ 11,8 bilhões de arrecadação no período, incremento de 32,7%, também acima da média do mercado (17,9%). O relatório também coloca em destaque a posição da Brasilprev frente aos resgates do setor: é a que mais retém recursos, um índice de resgates de 10,5% frente a 12,5% da indústria.

Nos últimos anos, a Brasilprev vem mantendo crescimento consistente e acima da média do mercado e hoje soma mais de R$ 76 bilhões em ativos sob gestão. Desde 2008, detém a liderança em captação líquida do segmento, atualmente com 42% de market share na soma do acumulado dos últimos 12 meses, indicador que corresponde à diferença do montante arrecadado menos os resgates realizados. Ou seja, o valor que efetivamente fica na companhia.

Tornar a Colemont Re líder em referência de qualidade de atendimento é o foco da nova CEO

Maria Eduarda BomfimMaria Eduarda Bomfim acaba de assumir a presidência da Colemont Corretora de Resseguros. A Colemont é uma das mais importantes empresas especializadas em Gestão de Riscos, Consultoria de Benefícios e Corretagem de Seguros e Resseguros de todo o mundo. Em abril de 2010, o grupo Colemont se uniu a AmWINS Group Inc, dando origem a uma das maiores distribuidoras de seguros do mundo, com prêmios anuais de mais US$ 5,7 bilhões, 2 mil funcionários e com operações no Brasil e em mais outros 17 países.

Conheça abaixo um pouco mais desta carioca, de 30 anos, que tem como principal objetivo tornar a corretora uma líder em resseguros e referência em atendimento ao cliente.

Como ingressou em seguros? Conte um pouco da sua carreira.

Comecei minha carreira trabalhando como broker e bastante focada primeiramente na colocação de grandes riscos e atendimento do IRB Brasil Re, que naquela época era o único cliente no mercado fechado. Com a abertura do mercado, passei a dar ênfase maior para a área de contratos. Foram oito anos como broker. Mais recentemente, na SwissRe, assumi o cargo de senior client manager, com foco no atendimento das seguradoras e brokers no Brasil e Cone Sul. Foi uma experiencia fantástica poder olhar sob uma ótica diferente, mas sempre com foco na excelência de serviços prestados aos clientes.

Quais os maiores desafios ja enfrentados profissionalmente?

A Colemont conseguiu ocupar posição de destaque entre as corretoras de resseguro do país desde a regulação da atividade em 2008. Nestes últimos 5 anos, a Colemont RE cresceu no mundo inteiro, especialmente em Londres. Meu objetivo é liderar a corretora de resseguros no Brasil, nos tornando referência em qualidade técnica e satisfação de nossos clientes.

Como vê o mercado de seguros mundial atualmente? E o brasileiro?

No mercado de resseguros mundial as taxas começam a subir e os players estão cada dia mais sofisticados. No Brasil, o excesso de “entrantes” continua derrubando as taxas. Em alguns ramos de forma exagerada.

O que os acionistas da Colemont Catalyst Re Corretora de Resseguros esperam de você?

A continuidade do trabalho que o Luiz Nagamine começou e ampliação comercial de nossa atuação. A corretora vai continuar crescendo sem perder a qualidade pela qual somos reconhecidos.

Quais as principais áreas que pretende desenvolver?

As áreas de aviação, marítimo e energia continuarão a ser lideradas por Mario Faria Jr. e João Barbará, que têm longa experiência e sucesso. Acredito que há espaço para colocação facultativa de riscos complexos e de grande exposição. Estes são notadamente riscos que ficam fora dos contratos automáticos das seguradoras. Nos contratos, acho que a questão em voga, é a prestação de serviços.

Como superar a concorrência?

Estamos preparados tecnicamente para concorrer com os grandes corretores do mercado, mas buscaremos superá-los na prestação de nossos serviços. Permaneceremos próximos aos nossos clientes e atentos às suas necessidades.

Como vê o mercado de corretores de resseguros atualmente, com tantos contratos de co-seguro?

Não podemos ignorar que em algumas situações o mercado brasileiro está mais barato do que o mercado estrangeiro, forçando o segurado a optar pelo co-seguro. Nosso papel neste caso é tentar trazer o mercado internacional para o “pricing” brasileiro.

Terra Brasis tem dois novos conselheiros

terra brasisA Terra Brasis tem dois novos conselheiros. Segundo “Declaração de Propósito” divulgada hoje no Jornal Valor Econômico, Luiz Chysostomo e Pedro Guimarães cumprem os trâmites legais para exercer a função. Segundo Rodrigo Botti, diretor da resseguradora, Chysostomo é indicado pelo IFC, braço financeiro do Banco Mundial. “Chysostomo tem uma história profissional incrível e adicionará valor em várias dimensões à nossa companhia”. Pedro Guimarães, representante e sócio do Banco Brasil Plural, e Chysostomo entram no lugar de Ana Dutra e Claudio Pracownik, representantes do Banco Brasil Plural, executivos da área jurídica e de back-office respectivamente, que contribuíram na fase inicial de estruturação da empresa. Os demais membros permanecem e o Board passa a ser composto por três representantes do Banco Plural: Rodolfo Riechert, André Schwartz e Pedro Guimarães; dois representantes da Pama Holding: Paulo Botti e Carlos Luporini; e um representante do IFC: Luiz Chrysostomo.

Luiz Chysostomo iniciou sua carreira como professor (1987-1990) de Econometria, Estatística e Microeconomia nos Departamentos de Economia da PUC-RJ e da Universidade Federal Fluminense (UFF). Entre 1990 e 1992 trabalhou no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) chefiando o Gabinete de Desestatização, tendo participado da estruturação e organização das primeiras grandes privatizações da década de 90. No período 1993-1998 foi sócio dos Bancos de Investimento Cindam e Patrimônio, sendo o sócio responsável por toda a área de Corporate Finance e Investment Bank. Dentre as diversas operações de mercado de capitais, privatizações e Fusões e Aquisições que atuou, destaca-se, em 1998, a privatização do Sistema Telebrás (U$20 bilhões) onde foi o Coordenador Geral do consórcio de bancos contratados pelo governo brasileiro. Com a venda do Banco Patrimônio em 1999 para o Chase Manhattan, posteriormente fundido com o JPMorgan, passou a ocupar a função de Managing Director e Diretor Geral do Banco de Investimentos (1999-2005) de ambas as instituições, com assento nos Comitês Executivos do Brasil e da América Latina. É Sócio Diretor da Neo Investimentos, Sócio Diretor do Instituto de Estudos de Política Econômica – Casa das Garças, Presidente do Conselho de Ética da ANBIMA. Presidente do Conselho de Regulação de Melhores Práticas dos Fundos FIP/FIEE – ANBIMA / ABVCAP.É membro do Conselho de Administração de várias empresas ex- Diretor da ANBID e ANBIMA e autor e coautor de artigos e livros sobre Mercados de Capitais e Finanças Corporativas.