No dia 31 de agosto o Clube da Bolinha vai comemorar, em grade estilo, os seus 60 anos de fundação. Será realizado um jantar para os confrades e acompanhantes, jornalistas e convidados, num total de 120 participantes. A festa dos 60 anos será conduzida pelo Decano do Clube da Bolinha, Nelson Gonçalves. Na ocasião, a atual reitoria, constituída por: Anselmo Abrantes Fortuna (reitor); Ricardo Campos Moraes (secretário) e Gilberto Villela (tesoureiro), passará o bastão para a nova reitoria, formada por: Paulo
Machado (reitor); Carlos Marcos Salgado (secretário) e Heber Barbosa (tesoureiro).
“Será uma honra para a nossa reitoria realizar este encontro entre amigos do seguro. Várias gerações já passaram pelo nosso Clube e perdemos alguns colegas pelo caminho, que sempre serão lembrados com carinho e admiração. É graças ao espírito de confraternização e união, regado à alegria e amizade, que um Clube tão singular como o nosso se mantém vivo até hoje. E assim, através dos tempos, ele se renova e se revigora. Parabéns a todos que participam ou já participaram desta casa construída por cada profissional de
seguro que por aqui passa, agregando valor e deixando a sua contribuição para o fortalecimento do nosso Clube”, afirmou o reitor, Anselmo Fortuna.
Os 60 anos do Clube da Bolinha serão comemorados no Hotel Windsor Atlântico, Av. Atlântica número, 1020, 5º andar, Copacabana, a partir das 20h. Os convites já foram distribuídos e as confirmações devem ser feitas até o dia 26.08 , através do telefone 2203-0393 (Mariangela), das 9h às 17h. O acesso será restrito aos convidados que confirmarem as suas reservas.
Em festa de aniversário, os sócios da JBO Advocacia compartilharam com convidados as conquistas e evolução do escritório.
A JBO Advocacia festejou seus 20 anos de existência na companhia de um seleto grupo de clientes, amigos e colaboradores, dia 7 de agosto, no Bistrô do hotel Tivoli Mofarrej, em São Paulo (SP). Para o fundador do escritório, Joaquim Barbosa de Oliveira, a data foi mais do que especial por marcar não apenas a trajetória vitoriosa da JBO, como também os seus 50 anos de carreira em direito securitário.
Em discurso emocionado, ele lembrou o início de sua carreira, as pessoas que colaboraram para a sua ascensão profissional e, ainda, do mais importante passo de sua trajetória, que foi a criação do escritório, no período em que passou de funcionário a prestador de serviços na Iochpe Seguradora.
“Nascida para atender a Iochpe, a JBO, aos poucos, passou a atender outros clientes, abrindo novas frentes de trabalho em seguro e resseguro, além das áreas de especialização em transporte, responsabilidade civil, relações de consumo e arbitragem”, relatou. O fundador da JBO exaltou a grande experiência do escritório, que já atingiu a marca de 14 mil processos atendidos, e revelou que dos profissionais que já passaram pela empresa, três se tornaram juízes em São Paulo.
Ele fez questão de elogiar e reconhecer o resultado do trabalho de sua filha e sucessora, Marcia Cicarelli Barbosa de Oliveira, responsável pelo salto de evolução da JBO em direção à internacionalização. “Agradeço à minha sócia e filha, que pegou o timão da JBO com muita garra e competência”, disse.
Igualmente emocionada, Marcia Cicarelli também registrou a ocasião como especial, por marcar seus 20 anos de carreira. Ela relatou que cresceu vendo o pai atuar em direito de seguro, mas não imaginava seguir carreira na área até se “apaixonar” pelo seguro. “Essa paixão faz a diferença. Olho para vocês e lembro-me de cada caso, das sustentações orais, das reuniões acirradas, dos produtos batalhados na Susep, das arbitragens. Hoje, estamos aqui porque vocês nos apoiaram”, disse.
Para a advogada, a JBO evoluiu junto com o mercado de seguros, acompanhando as mudanças no resseguro e as novas demandas. Além de investir na capacitação e formação da equipe, a JBO também ampliou sua atuação no mercado estrangeiro, por meio da parceria com o grupo inglês DAC-Beachcroft, e no mercado nacional por intermédio da parceria com o W&Z Advogados. “Estas sociedades possibilitaram à JBO prestar atendimento full service a seus clientes”, disse.
Encerrando as apresentações, as advogadas Camila Affonso Prado e Valéria Januário, responsáveis pelos departamentos Consultivo e Contencioso, respectivamente, relataram sua evolução profissional dentro do escritório e agradeceram a oportunidade de “ajudar a escrever a história da JBO”.
Entre os convidados da festa de 20 anos, alguns fizeram questão de registrar sua opinião sobre a data. “Com muita competência e seriedade, a JBO cresceu e beneficiou o mercado de seguros com seu trabalho”, disse o presidente da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS), Luis López Vázquez. Para o presidente do Sindicato das Seguradoras de São Paulo (Sindseg-SP) e da Academia Nacional de Seguros Previdência (ANSP), Mauro Batista, “a JBO é um referencial positivo e um exemplo para todo o mercado”.
Fernando Faria lembrou sua participação na terceirização do trabalho de Joaquim Barbosa, que resultou na criação da JBO. “Hoje, a JBO é um escritório conceituado e me sinto feliz em ter ajudado nessa trajetória”, disse. Osmar Bertacini, presidente da Humana Seguros, destacou a sucessão familiar na JBO, com a bem-sucedida continuidade do trabalho de Joaquim Barbosa pela filha Marcia Cicarelli, parabenizando o escritório pelo aniversário. “Que venham outros 20, 40, 60 anos pela frente”, disse.
Nota no Valor Econômico informa que o IRB-Brasil Re, a maior resseguradora do país, passará a ser efetivamente uma empresa privada a partir de outubro. Foi realizada ontem a última assembleia de acionistas dentro do processo de desestatização da companhia, em que foram homologados o aumento do capital social da companhia e seu novo estatuto. Segundo Leonardo Paixão, presidente do IRB, o próximo passo é encaminhar o novo estatuto social para a aprovação final da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que supervisiona o setor. “A Susep já deu aprovação prévia e agora só vai conferir se os atos societários estão de acordo com a prévia e, assim, dar a aprovação definitiva. Com isso, registramos o estatuto na junta comercial do Rio e nos tornamos oficialmente uma empresa privada”, diz Paixão. “A previsão é que façamos isso no dia 1º de outubro.”
As catástrofes naturais custaram mais de US$ 20 bilhões a indústria de seguros no mundo,, no primeiro semestre deste, de acordo com estatísticas divulgadas pela Swiss Re. As perdas econômicas totais causadas por catástrofes naturais e desastres provocados pelo homem são estimadas em U$ 56 bilhões entre janeiro e junho. As perdas cobertas com seguros alcançaram US$ 20 bilhões, dos quais US$ 17 bilhões vem somente de catástrofes naturais. O primeiro semestre de 2013 já é o segundo mais caro dos últimos tempos em perdas provocadas por enchentes em vários pontos do planeta. Os custos econômicos no primeiro semestre deste ano são inferiores aos US$ 67 bilhões no mesmo período do ano passado, dos quais as seguradoras desembolsaram US$ 21 bilhões.
Em operação desde o início do mês de agosto, o novo sistema de cotação on-line para o Seguro de Eventos passa a integrar o processo simplificado desenvolvido pela Berkley, proporcionando ainda mais agilidade aos corretores parceiros. A nova ferramenta é capaz de emitir não só a apólice, como também o certificado e boleto no mesmo instante do fechamento do seguro.
Com garantias para eventos de diferentes gêneros, a companhia assegura encontros corporativos, shows, competições esportivas e festas particulares, inclusive casamentos, que contam com serviços diferenciados, tais como cobertura para os trajes dos noivos, presentes, guarda de veículos, entre outros.
O produto traz desde as coberturas básicas que envolvem o cancelamento do evento, responsabilidade civil e cobertura na hipótese do artista contratado não comparecer no show. Assim como as coberturas adicionais que abrangem estruturas temporárias, equipamentos em exposição, bens de escritório e roubo de valores em bilheteria. Sem contar as questões ligadas à responsabilidade civil, como bens de terceiros, empregador, guarda de veículos e veículos motorizados terrestres a serviço da produção.
Através da cotação on-line, será possível atender simultaneamente pelas regionais Berkley todos os pedidos de cotações com a mesma rapidez e agilidade oferecidas hoje na unidade de São Paulo. “Com a regionalização, conseguiremos desenvolver produtos mais adequados para cada região”, ressalta o vice-presidente da Berkley, Robert Hufnagel.
Segundo ele, desde 2011 a companhia vem trabalhando fortemente no setor de entretenimento com foco nos pequenos e médios eventos, com valores de prêmios médios inferiores a R$ 1mil. No entanto, nos últimos anos tem sido registrada uma grande demanda por riscos maiores, mesmo estando fora do “target” da empresa.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou, conforme publicado no Diário Oficial desta segunda-feira (19/8) a American Life Companhia de Seguros a operar microsseguros de pessoas em todo o território nacional. Ao todo, 12 empresas estão aptas a comercializar produtos neste ramo, voltado especialmente aos consumidores de baixa renda. Desde abril, o setor já arrecadou, em prêmios diretos, R$ 2,4 milhões.
O faturamento ocorreu principalmente no segmento microsseguro de pessoas, as principais coberturas oferecidas são as de Morte Acidental e Reembolso de Despesas com Funeral, cobrindo sinistros ocorridos com o segurado e seus dependentes em qualquer parte do planeta. Além destas, também há produtos que oferecem as coberturas de Morte, Reembolso de Despesas com Funeral, Invalidez Permanente Total por Acidente, Despesas Médicas, Hospitalares e/ou Odontológicas decorrentes de acidente pessoal, Diárias por Internação Hospitalar, Diárias por Incapacidade Temporária, Desemprego e Doenças Graves.
Até o momento, para microsseguro de danos, foi liberado para comercialização somente um produto, que oferece as coberturas de incêndio, queda de raio e explosão para residências em todo o território nacional.
Os produtos de microsseguro liberados para comercialização até o presente momento são direcionados a um público-alvo com idade de contratação variando entre 18 e 70 anos, sendo a contratação de alguns planos restritos a titulares de conta bancária ou caderneta de poupança. A venda ocorre por meio de correspondentes bancários, correspondentes de microsseguro, corretores de microsseguro, lojas, empresas de prestação de serviços e também por meios remotos.
Além da American Life, também receberam autrização para operar microsseguros as companhias Aliança do Brasil Seguros S/A, Cia de Seguros Aliança do Brasil, Vida Seguradora S/A, Mapfre Affinity Seguros, Mapfre Vida S/A, Mapfre Seguros Gerais
Cia Panamericana de Seguros, Bradesco Auto /Re Cia de Seguros S/A, Bradesco Vida e Previdência S/A, Caixa Seguradora S/A,Caixa Vida e Previdência S/A.
A SulAmérica S.A. (“Companhia”) comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que a controlada indireta Sul América Companhia de Seguro Saúde (“Cia Saúde” e, em conjunto com a Companhia, “SulAmérica”) teve 13 dentre os 738 planos de seguro saúde e odontológico que compõem seu portfolio (1,76% do total) incluídos na lista de suspensão de comercialização divulgada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (“ANS” ou “Agência”) nesta data, de acordo com a metodologia de apuração de reclamações prevista na Resolução Normativa 259, de 17 de junho de 2011.
No período de seis meses encerrado em 30 de junho de 2013, a Companhia registrou receita de R$4,0 bilhões no segmento de planos de saúde e odontológico, e a receita das vendas novas provenientes dos planos incluídos na mencionada lista de suspensão representou cerca de 0,3% da receita de planos de seguro saúde e odontológico e 0,2% da receita total consolidada da Companhia.
A suspensão se iniciará em 23/08/2013, e vigorará por um período de 3 meses, não afetando, de qualquer forma, o atendimento aos 2,6 milhões de clientes dos planos de seguro saúde e odontológico da SulAmérica, nem o faturamento regular das apólices em vigor nestes e nos demais produtos da Cia. Saúde.
Mais informações sobre a referida suspensão estão disponíveis no site da ANS (www.ans.gov.br).
A Swiss Re lançou hoje um produto que oferece a famílias pobres e vulneráveis um alivio de R$ 246 por residência instaladas nas margens de bacias hidrográficas do distrito Sirajganj, Bangladesh. Inicialmente, o projeto piloto do microsseguro de inundação irá cobrir 1.661 famílias pobres de 10 aldeias localizadas em áreas do distrito de Char Sirajganj. Segundo comunicado do grupo, o produto foi desenvolvido com a ONG Oxfam e tem como objetivo proporcionar um alívio de até BDT 8.000 (cerca de R$ 246) ) por família, em caso de inundação catastrófica. O valor, aparentemente pequeno, é basicamente suficiente para o conserto de um telhado, por exemplo.
Abul Hassan Ali Mahmood,, Ministro de Gestão de Desastres, disse: “Com esta iniciativa inovadora, as pessoas pobres e vulneráveis da zona Sirajganj, que são vítimas regulares de inundação, vai se sentir mais seguras. Esse tipo de iniciativa ajuda o governo a abordar a redução de risco de desastres e gostaria que todos possam ajudar a ampliar esse esforço para cobrir toda Bangladesh”.
Segundo a executiva Claudia Melo, que trabalha na subsidiária do Brasil, em São Paulo, este é um tipo de produto que a Swiss Re pretende trazer ao país para ajudar a mitigar perdas com catástrofes naturais. “Seguro simples e com coberutras completas, que impressionem o cliente final”, diz Alfredo Goméz, Head of Latin America Treaty Underwriting da Swiss Re, durante palestra no painel “Importância do seguro e resseguro e experiências da Swiss Re ao redor do Mundo”, proferida no evento “Riscos de Inundação no Brasil: Impacatos no Mercado Segurador, Governo e Sociedade”, realizado em São Paulo, com o apoio da CNseg.
Preço acessivel. Esse ponto foi destacado por Goméz, pois sem isso será impossível desenvolver um mercado ainda inexplorado no Brasil. Preço acessível, explica, é um valor justo de acordo com o risco que o cliente representa. E mesmo assim, diz, é preciso ter uma forte parceria com serviços de prevenção de riscos, sistema de alerta, fluxo de caixa emergencial, entre outros. A comunicação, segundo Goméz, é a linha mestra do sucesso de produtos para inundação, como forma de ter um relacionamento de longo prazo com o cliente. “Ele precisa saber exatamente o que está coberto e quais os valores serão pagos e em quais situações, como, por exemplo, se o seguro poderá ser acionado a partir de um volume determinado de chuvas ou de elevação do rio a partir de um volume específico. “A certeza é que temos soluções para todos os riscos. É só uma questão de adequá-los e buscarmos formas de torná-los acessíveis com subsídios ou não”, afirma.
“Os benefícios da redução de riscos são os desastres que nunca aconteceram. Por isso, convencer as pessoas para investir em prevenção é uma missão muito difícil”. A frase foi dita por David Stevens, assessor de Programa Senior de Excelência para a Redução do Risco de Desastre (UNISD, na sigla em inglês), em sua palestra “Impacto Social das inundações e o papel do gerenciamento de riscos”, proferida no seminário “Riscos de Inundação no Brasil: Impactos no Mercado Segurador, Governo e Sociedade”, promovido pela Swiss Re, com apoio da CNseg, em São Paulo.
Stevens trabalha há 15 anos na Organização das Nações Unidas (ONU) e há seis meses dirige o escritório da UNISDR no Rio de Janeiro. “Logo que cheguei, percebi que tinha muitos desafios pela frente, principalmente para o entrosamento dos governos federal, estaduais e municipais na conscientização do gerenciamento dos riscos para evitar desastres como vimos na região serrana do Rio de Janeiro em 2011, com mais de 1 mil mortos”. No entanto, trata-se de uma missão que requer um grande esforço diariamente, pois as pessoas no Brasil ainda pensam pouco em prevenção e acreditam que coisas ruins só acontecem com os outros.
O palestrante reconhece que o Brasil já avançou muito, principalmente em termos econômicos. “Porém, apesar de termos um novo Brasil construído na última década, temos várias realidades neste país. A recente divulgação do IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) mostrou que temos municípios com o mesmo IDHM da Holanda, na Europa, e outros com o mesmo da Oganda, na África”.
Ele também citou a tragédia no Sul do Brasil, com a morte de mais de 250 pessoas no incêndio da Boate Kiss. “Se alguém que tivesse entrado lá tivesse conscientizado outros sobre os riscos que o local apresentava, essa tragédia teria sido evitada”, comentou, enfatizando que todos são responsáveis por gerenciar e mitigar riscos.
A própria ONU foi palco de uma grande tragédia também, na qual morreram vários brasileiros, em 2010, no Haiti. “A organização foi avisada de que o prédio não resistiria a um terremoto e ninguém deu importância”, disse. Foi nesse evento que morreu o brasileiro Luiz Carlos da Costa, o segundo na linha de comando da ONU no Haiti, e reconhecido mundialmente pela sua atuação.
A missão de Stevens é conectar e convencer a sociedade a contribuir com a construção de comunidades resilientes a desastres graves. “Nossa meta é promover uma maior sensibilização sobre a importância de se incluir a redução de riscos no dia a dia, conectando governos, empresas e indivíduos. Há países que perderam o equivalente a 100% do PIB em consequência de furacões”, afirmou.
O mercado de seguros de pessoas arrecadou R$ 12,7 bilhões no primeiro semestre de 2013, aumento de 20,48% na comparação com o mesmo período do ano anterior. No mesmo período, as seguradoras pagaram aos clientes R$ 2,9 bilhões em indenizações, volume 5,01% maior que o verificado no primeiro semestre de 2012, segundo a FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 74 empresas que comercializam produtos de seguros de pessoas e previdência complementar aberta.
O seguro viagem, que cobre morte e invalidez decorrente de acidentes extravio ou perda de bagagens, despesas hospitalares e médicas de turistas no Brasil e no exterior, foi o produto que apresentou maior crescimento relativo no período. A modalidade arrecadou R$ 44 milhões e obteve alta de 68,81%.
Outro produto que registrou forte crescimento relativo no período foi o auxílio funeral, que prevê cobertura, em caso de falecimento, das despesas com o sepultamento do segurado. O seguro somou R$ 126,7 milhões e registrou expansão de 59,62%. O seguro de vida, produto com maior volume em prêmios no segmento, também obteve um bom resultado no primeiro semestre. Registrou um aumento de 18,66% e arrecadou R$ 5,5 bilhões, seguido por acidentes pessoais, que apresentou expansão de 11,27%, totalizando R$ 2,3 bilhões em prêmios.
Na avaliação mensal, o mercado de seguros de pessoas registrou R$ 2,4 bilhões em prêmios e cresceu 37,49% em relação a julho de 2012. O seguro viagem também apresentou crescimento expressivo no primeiro semestre com R$ 8,8 milhões e alta de 92,2%. Já o auxílio funeral apresentou crescimento de 65,6% no volume de prêmios e arrecadou R$23,4 milhões.
O seguro prestamista, proteção financeira comercializada pelas seguradoras, principalmente, em parceria com redes de varejo, teve aumento de 57,06% totalizando R$ 722,9 milhões. Por fim, o seguro de vida teve alta de 35,07% e arrecadou R$ 982,9 milhões, e acidentes pessoais somaram R$ 447,3 milhões (alta de 24,46%).
Ranking das seguradoras por prêmio no 1º semestre de 2013 – R$ 12,7 bilhões
Grupo BB/Mapfre (19,60%); Grupo Bradesco (16,30%); Grupo Itaú (12,55%); Zurich Santander Brasil Seg. e Prev. (11,40%); Grupo Caixa (5,10%); Grupo HSBC (4,64%); Metropolitan Life Seguros e Previdência (3,76%); Cardif do Brasil Vida e Prev. (3,37%);
Icatu Seguros (2,95%) e o Grupo SulAmérica (1,85%). As demais seguradoras representaram 18,47% dos prêmios de seguros. Foram considerados, para este ranking, as respectivas holdings.
Este site utiliza cookies para aprimorar a sua experiência enquanto navega. Desses cookies, os que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador visto que são essenciais para o funcionamento básico do site. Nós também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa o site — esses só são armazenados no seu navegador mediante a sua autorização. Você também tem a opção de cancelar esses cookies, mas isso pode impactar a sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para este site funcionar de forma apropriada. Esta categoria só inclui cookies os quais garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.