A Bradesco Seguros tem promovido uma agenda de Road Shows pelo Brasil com corretores e parceiros comerciais, como o encontro realizado na última quarta-feira (09), em Rio Verde (GO). O evento reuniu cerca de 50 corretores do estado, que aproveitaram a ocasião para trocar experiências e debater as principais oportunidades nos segmentos de Seguro de Equipamentos Agrícolas e Seguro de Propriedades Rurais.
O encontro aconteceu simultaneamente à Tecnoshow, a maior feira agropecuária do Centro-Oeste e uma das maiores feiras do Brasil. “Foram horas intensas de workshops, agendas com corretores, visitas a clientes e troca de experiências”, ressaltou Paulo César Martins, superintendente sênior para as Regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste da seguradora. Segundo ele, o encontro com os principais corretores do estado foi uma oportunidade para apresentar os produtos derivados da joint venture entre Bradesco Seguros e Swiss Re Corporate Solutions e também da carteira de equipamentos da Bradesco Auto RE.
Já durante a feira, Martins, o Gerente Comercial Regional da Swiss Re Corporate Solutions, Kenyo Fernandes, e o Gerente Sênior da Bradesco Auto RE, Leonardo Duque, tiveram a oportunidades de apresentar os principais negócios da Companhia. “Lá, recebemos mais corretores e parceiros e alinhamos estratégias de crescimento para a região nos produtos de agronegócios”, conta o superintendente.
O Grupo HDI, um dos maiores conglomerados seguradores do país, encerrou com sucesso a etapa nacional da campanha Conexão Mundo e Brasil, levando 183 corretores premiados para a Praia do Forte, na Bahia, entre os dias 10 e 13 de abril. A ação celebrou o desempenho de vendas dos profissionais em 2024 e fortaleceu os laços com parceiros de todo o país em uma experiência marcada por reconhecimento, integração e estratégia.
A viagem, que integra o programa de relacionamento Cresça Corretor, foi a primeira da história do Grupo HDI a reunir, em uma mesma premiação, corretores das três marcas da companhia: Yelum Seguradora, HDI Seguros e Aliro Seguro. Durante os quatro dias de evento, os corretores puderam participar de atividades de integração com os executivos da companhia. Entre eles, estavam todos os diretores regionais e do time Comercial da empresa, além do CEO Eduardo Dal Ri e dos vice-presidentes Marcos Machini, Rafael Ramalho e Igor Di Beo, à frente dos times Comercial, Auto e Vida & RE, respectivamente.
“O Conexão Brasil 2024 teve um significado especial para nós. Foi o ano da integração das empresas do Grupo HDI — um marco que veio acompanhado de compromissos importantes com os nossos corretores, como a garantia de uma transição sem impactos na operação e a continuidade das campanhas de incentivo, que também foi um pedido do mercado”, explica Marcos Machini, vice-presidente Comercial do Grupo HDI. “Agora, em 2025, celebramos essa jornada ao lado de 183 corretores premiados, mas nosso agradecimento se estende aos mais de 30 mil que confiaram na companhia e impulsionaram nossos resultados como HDI, Yelum e Aliro. Cumprimos o que prometemos e seguimos com um portfólio cada vez mais completo e diverso em soluções.”
A Crawford anunciou hoje a nomeação de Amábyle Nappi como Head of Marine no Brasil. Esta contratação estratégica reforça o compromisso da empresa em expandir suas operações em transporte nacional (Embarcador, RCTR-C, RCF-DC, Casco Marítimo, RC Operador Portuário, STP, entre outras modalidades) e elevar os níveis de serviçs em todo o setor marítimo brasileiro.
Amábyle traz uma carreira sólida dedicada no setor de transportes com passagens por Seguradoras e Corretoras internacionais, como RSA, Chubb e AON exercendo funções de negócios, subscrição e atendimento de sinistros, com foco na otimização de processos e procedimentos para melhorar a experiência do serviço ao cliente. Seu profundo conhecimento do mercado brasileiro e internacional serão fundamentais para aprimorar a entrega dos serviços para os cliente locais e, ainda, solidificar a nossa posição como uma empresa especializada em regulação de sinistros de transportes.
“Estamos entusiasmados em dar as boas-vindas a Amábyle à nossa equipe de liderança”, disse Eduardo Ribeiro, Country Manager Brasil. “Sua vasta experiência e visão estratégica são exatamente o que precisamos para impulsionar a inovação e elevar nossos padrões de serviço no Brasil. Estamos particularmente orgulhosos de reconhecer e capacitar a liderança feminina dentro de nossa organização, reconhecendo as contribuições inestimáveis que as mulheres trazem para nossa indústria.”
Em seu novo cargo será responsável por:
– Elevar os Níveis de Serviço: Impulsionar iniciativas para melhorar a satisfação do cliente e simplificar os processos operacionais, garantindo uma entrega de serviço contínua e confiável.
– Fortalecer a Integração Internacional: Promover a colaboração entre as operações brasileiras e a rede global da Crawford para aprimorar a eficiência geral e o alinhamento de serviços.
– Impulsionar a Inovação: Implementar novas tecnologias e melhores práticas para modernizar as operações marítimas e manter uma vantagem competitiva.
“A Crawford está comprometida em atender às necessidades em evolução do mercado de transportes brasileiro”, afirmou Amábyle. “Estou animada para me juntar a uma equipe que valoriza a inovação e a excelência em serviços, e estou ansiosa para trabalhar em colaboração com meus colegas e pares. Um desafio fundamental que abraço é melhorar substancialmente a área de transporte nacional, garantindo que superemos as expectativas de nossos clientes.”
A ABECOR (Associação Brasileira das Empresas de Corretagem de Resseguros) lançou a primeira edição do relatório [Re]Vision Research, com uma análise detalhada dos últimos cinco anos do mercado brasileiro de resseguros e Insurance-Linked Securities (ILS). O levantamento, coordenado pelo consultor Francisco Galiza, Rodrigo Botti, da corretora Lockton, e Pedro Roncarati, da Editora Roncarati, mostra uma retração significativa na retenção de prêmios pelas resseguradoras locais e aponta para o início de uma nova fase com a constituição das primeiras Sociedades Seguradoras de Propósito Específico (SSPEs), voltadas à estruturação de operações com ILS.
Segundo o relatório, a participação das resseguradoras locais no volume de prêmios emitidos pelas seguradoras caiu de 59% em 2018 para 30% em 2024, aproximando-se dos níveis mais baixos da série histórica. Em paralelo, o volume de prêmios de resseguro aceito oriundo de seguradoras estrangeiras — considerado como exportação — recuou de R$ 5 bilhões em 2020 para R$ 1,8 bilhão em 2024, enquanto a dependência de proteção de resseguradoras offshore aumentou.
O estudo também destaca o crescimento do cosseguro no país, cujo volume mais que dobrou nos últimos três anos, passando de R$ 2,5 bilhões em 2021 para R$ 5,3 bilhões em 2024. A proporção do cosseguro sobre o total de prêmios de seguros gerais subiu de 1,8% para 2,8%, o que pode indicar uma insuficiência na oferta de resseguro no país.
Em relação ao mercado de ILS, o relatório registra a constituição, em dezembro de 2024, das duas primeiras SSPEs brasileiras — Andrina e Galápagos — com expectativa de emissão das primeiras Letras de Risco de Seguro (LRS) no primeiro semestre de 2025. As LRS funcionam como equivalentes nacionais aos cat bonds, títulos que transferem riscos de seguros para investidores do mercado de capitais.
“Nos últimos anos, o mercado global de resseguros atravessou um período de hard market. Nas renovações anuais ocorridas em 1º de janeiro de 2025, período no qual grande parte dos contratos é renovada, as indicações apontaram uma redução nas taxas. Contudo, o mercado ainda permanece classificado como hard market”, comenta Botti.
No cenário global, o volume de ativos vinculados a ILS atingiu US$ 115 bilhões em 2024, o equivalente a 20% do mercado tradicional de resseguros. O índice Swiss Re Cat Bond, principal referência de rentabilidade para esse tipo de instrumento, registrou retorno de 17,29% no ano, muito acima da taxa de referência dos Fed Funds (1,6%).
Em termos de participação de mercado, o levantamento aponta que 25 grupos seguradores foram responsáveis por R$ 24,2 bilhões em prêmios de resseguro cedido em 2024. Mapfre, Allianz, Brasilseg, Tokio Marine e Chubb lideram o ranking. As taxas de retenção variam amplamente entre as empresas, refletindo diferentes estratégias de transferência de risco. A participação do IRB Brasil RE caiu de 33,6% em 2019 para 16,3% em 2024, enquanto as resseguradoras locais independentes avançaram levemente, e as offshore cresceram de 33,3% para 44,3%.
O relatório também aborda a evolução do mercado de seguros gerais. Em 2024, o volume de prêmios emitidos chegou a R$ 192 bilhões, com crescimento de cerca de 10% sobre o ano anterior. A sinistralidade bruta vem caindo desde o pico da pandemia, e o combined ratio se estabilizou em 85%, patamar inferior ao período pré-Covid.
Nos próximos anos, a expectativa é de ampliação do mercado de ILS no Brasil, com novos produtos financeiros sendo desenvolvidos a partir da regulamentação vigente. A publicação prevê edições regulares com atualizações do setor, tanto no Brasil quanto no exterior.
“Acredito que essa nova publicação é uma iniciativa muito importante. Esse estudo trimestral, que o Rodrigo e eu escreveremos juntos, tem por objetivo realizar uma análise estratégica e econômica do mercado de resseguro no Brasil. Um segmento estritamente ligado à área de seguro. Os especialistas da área, e mesmo os não especialistas diretamente, terão satisfação em avaliar os movimentos desse segmento”, comenta e economista e um dos autores do estudo, Francisco Galiza.
“A ABECOR tem como missão fomentar o desenvolvimento do setor de corretagem de resseguros no Brasil, promovendo o intercâmbio de conhecimento, a valorização da atividade e o fortalecimento da atuação dos nossos associados. O atual estudo reflete esse compromisso, trazendo reflexões e análises que contribuem para o avanço da nossa indústria”, comentou Eduardo Toledo, presidente da entidade.
O PicPay reforça sua confiança no mercado de seguros com a chegada de Cristiano Saab, novo executivo da área, que assume o desafio de ampliar o portfólio com soluções inovadoras e descomplicadas, além de acelerar ainda mais o crescimento do segmento na companhia, que encerrou 2024 com 5,1 milhões de contratos ativos – um salto de 243% em relação a 2023, quando registrava 1,5 milhão de apólices.
Saab possui expertise em canais digitais, parcerias estratégicas e desenvolvimento de produtos. Nos últimos anos, esteve à frente da Klimber do Brasil onde liderou a chegada e expansão da insurtech no país. Além disso, acumula passagens por grandes seguradoras como SulAmérica, Cardif, Chubb, RSA e Sura.
Formado em Administração pela PUC-SP, com especialização em Marketing no Varejo (FGV) e pós-graduação em Dinâmicas Interpessoais pela Stanford University, o executivo reforçará a estratégia de seguros do PicPay, que de 2024 para cá lançou novos produtos como Assistência Saúde, Seguro Residencial, Assistência Residencial e novas modalidades de Prestamista.
“Cristiano chega para fortalecer ainda mais a posição da companhia como referência em distribuição de produtos digitais no país. Sua experiência será essencial para criarmos novas soluções que tragam mais conveniência e proteção para nossos clientes, tudo de forma integrada ao ecossistema do PicPay”, destaca Rodrigo Penteado, diretor de Serviços Financeiros para Pessoa Física do PicPay, em nota à imprensa.
Para Saab, o DNA de inovação do PicPay é um grande diferencial para seguir escalando a área de seguros da companhia. “Essa força no mercado digital traz vantagens tanto para os usuários, que encontram soluções financeiras integradas de forma simples e acessível, quanto para os parceiros, que se beneficiam de uma base engajada e em constante crescimento, com mais de 60 milhões de clientes”, afirma.
A chegada de Cristiano Saab faz parte de uma série de reforços estratégicos no management do PicPay. Nos últimos meses, a empresa trouxe novos executivos para consolidar sua atuação tanto em serviços financeiros quanto não financeiros.
A Allianz Brasil se tornou signatária do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo. Com isso, a companhia reafirma o seu compromisso com a agenda, adotando práticas responsáveis de acordo com os princípios estabelecidos pela instituição. Além disso, a empresa lança cinco compromissos públicos de sustentabilidade, reiterando a busca de se manter alinhada ao tema e contribuir para as metas climáticas globais.
A iniciativa da ONU tem como um dos principais pilares os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que focam em questões como erradicação da pobreza, educação de qualidade, igualdade de gênero, saúde e bem-estar, justiça social e proteção ambiental. Juntas, as empresas signatárias buscam alcançar essas metas dentro dos próximos cinco anos.
“Embora o Grupo Allianz já tenha aderido à iniciativa em outros países, sabemos da importância de também estarmos nessa jornada localmente”, afirma Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros, destacando que a participação da companhia no Pacto Global é uma oportunidade de contribuir para um mundo mais justo e próspero. “As grandes empresas têm um papel fundamental na construção de um futuro sustentável e essa aliança possibilita que os compromissos assumidos sejam transformados em ações, de fato.”
Ao integrar o Pacto Global, a Allianz se compromete especialmente com três ODS: promover o trabalho decente e o crescimento econômico (8), promover ações contra a mudança global do clima (13), e estabelecer parcerias para o desenvolvimento sustentável, promovendo a cooperação e a mobilização de recursos para alcançar as metas estabelecidas (17).
Metas globais de sustentabilidade
A Allianz Brasil também apresentou as suas metas de sustentabilidade, que englobam cinco compromissos públicos baseados na estratégia global e nas necessidades locais da empresa. Entre os objetivos estabelecidos, estão:
1. Atingir 50% de mulheres em cargos executivos (incluindo superintendentes e diretores) até 2026.
2. Aumentar o bem-estar geral dos colaboradores e capacitar os líderes a manterem a própria saúde e o bem-estar, bem como o de suas equipes.
3. Tornar a frota executiva de veículos da companhia 100% elétrica ou híbrida até 2026.
4. Reduzir em 70% os gases de efeito estufa por funcionário até 2030.
5. Reduzir o consumo total de energia em 50%, também por funcionário, dentro dos próximos cinco anos.
“Assumir publicamente um compromisso com a sustentabilidade é mais do que uma estratégia. É alinhar a empresa às expectativas de uma sociedade cada vez mais consciente e engajada”, define Eduard, completando que essa medida se torna um fator crucial para a longevidade do negócio. “Ao priorizar a responsabilidade ambiental e social, as empresas contribuem para a criação de um futuro mais equilibrado e próspero, tanto para a sociedade quanto para os próprios negócios.”
Allianz na Casa do Seguro, da CNseg, durante a COP 30
Recentemente, a Allianz anunciou que será uma das empoderadoras da Casa do Seguro, espaço idealizado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) que tem o objetivo de posicionar o setor como agente fundamental na busca por soluções relacionadas à sustentabilidade e riscos climáticos. Inédita no segmento, a ação acontecerá em Belém entre os dias 10 e 21 de novembro e será realizada durante a COP30 – Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, que reunirá líderes mundiais, cientistas e ativistas ambientais. Na Casa do Seguro, a Allianz levará sua expertise global para a agenda de debates e promoverá diálogos sobre resiliência climática e soluções inovadoras.
O impacto financeiro das catástrofes naturais está se tornando tão elevado que o próprio setor financeiro corre o risco de não conseguir operar. Segundo Günther Thallinger, membro do conselho da Allianz SE e presidente do conselho de investimentos da companhia, o mundo está se aproximando rapidamente de níveis de aquecimento nos quais as seguradoras não conseguirão mais oferecer cobertura para muitos riscos climáticos. “Sem seguro, que já está sendo retirado de algumas regiões, vários outros serviços financeiros se tornam inviáveis — de hipotecas a investimentos”, afirmou.
As emissões globais de carbono continuam crescendo, e as políticas atuais indicam um aumento de temperatura entre 2,2 °C e 3,4 °C em relação aos níveis pré-industriais. Para Thallinger, os danos de um aquecimento de 3 °C seriam tão severos que os governos não conseguiriam arcar com os custos nem oferecer ajuda financeira. Tampouco seria possível adaptar a sociedade a muitos desses impactos.
De acordo com a seguradora Aviva, os eventos climáticos extremos causaram perdas globais de US$ 2 trilhões entre 2013 e 2023. Apenas em 2024, esse valor chegou a US$ 400 bilhões, segundo a GallagherRE. A Zurich, por sua vez, afirma que atingir a neutralidade de carbono até 2050 é “essencial”.
Thallinger destaca que já existem tecnologias para substituir combustíveis fósseis por fontes de energia de emissão zero. “O que falta é velocidade e escala. Trata-se de salvar as condições nas quais os mercados, as finanças e a própria civilização possam continuar operando”, disse.
Em um post no LinkedIn, Thallinger inicia seu alerta descrevendo os prejuízos crescentes da crise climática: “Calor e água destroem capital. Casas alagadas perdem valor. Cidades superaquecidas se tornam inabitáveis. Classes inteiras de ativos estão se degradando em tempo real.”
Ele prossegue: “Estamos nos aproximando rapidamente de níveis de temperatura — 1,5 °C, 2 °C, 3 °C — nos quais as seguradoras não poderão mais oferecer cobertura para muitos desses riscos. A matemática não fecha: os prêmios exigidos superam a capacidade de pagamento de pessoas ou empresas. Isso já está acontecendo. Regiões inteiras estão se tornando inasseguráveis.” Ele cita o caso de seguradoras que encerraram a oferta de seguro residencial na Califórnia devido aos incêndios florestais.
Thallinger considera esse cenário um risco sistêmico que ameaça os alicerces do setor financeiro. A falta de seguros compromete o funcionamento de outros serviços financeiros, gerando uma “crise de crédito induzida pelo clima”.
“Isso não afeta apenas moradias, mas também infraestrutura, transporte, agricultura e indústria”, alertou. “O valor econômico de regiões inteiras — costeiras, áridas, propensas a incêndios — começará a desaparecer dos balanços financeiros. Os mercados irão reprecificar esses ativos de forma rápida e brutal. É isso que significa uma falha de mercado provocada pelas mudanças climáticas.” Ele observa que nenhum governo será capaz de arcar com os prejuízos decorrentes de eventos climáticos extremos sucessivos, como já prevêem os modelos climáticos. Entre 2017 e 2023, os gastos da Austrália com recuperação de desastres aumentaram sete vezes.
A ideia de que bilhões de pessoas podem simplesmente se adaptar aos efeitos do aquecimento global é, segundo ele, uma “falsa sensação de conforto”. “Não há como ‘se adaptar’ a temperaturas que ultrapassam os limites da tolerância humana. Cidades inteiras construídas em áreas de inundação não podem simplesmente se mudar para regiões mais altas”, afirmou.
Se o mundo atingir um aquecimento de 3 °C, segundo Thallinger, os danos climáticos não poderão mais ser segurados, cobertos por governos ou adaptados: “Isso significa o fim de hipotecas, novos empreendimentos imobiliários, investimentos de longo prazo e da estabilidade financeira. O setor financeiro, como o conhecemos, deixará de funcionar. E com ele, o capitalismo, como o conhecemos, deixará de ser viável.”
A única solução, segundo ele, é reduzir drasticamente a queima de combustíveis fósseis ou capturar as emissões. Todo o resto seria apenas uma forma de adiar o inevitável ou desviar do problema. Para Thallinger, o capitalismo precisa ser parte da solução, o que exige colocar as metas de sustentabilidade no mesmo nível das metas financeiras.
Muitos bancos e empresas financeiras recuaram em seus compromissos climáticos após a eleição de Donald Trump, que chamou tais medidas de “farsa verde”. Mas, para Thallinger, “o custo da inação é maior do que o da transformação e da adaptação. Se formos bem-sucedidos em nossa transição, teremos uma economia mais eficiente, competitiva e uma qualidade de vida superior.”
A Howden Brasil, corretora especializada em seguros de alta complexidade, anuncia a chegada de Rodrigo Abdalla Brandão como Diretor de Seguro Garantia e Crédito. Com mais de 14 anos de experiência no setor, o executivo traz uma vasta bagagem de conhecimento técnico e uma sólida trajetória em gestão de portfólio e equipes.
Formado em Engenharia Civil com especialização em Gestão de Projetos pela Unicamp e MBA em Finanças pela FIA – Fundação Instituto de Administração, Rodrigo iniciou sua carreira no setor da construção civil, onde atuou por quatro anos. Em seguida, dedicou 10 anos ao desenvolvimento de sua carreira nas áreas técnicas de grandes empresas seguradoras locais e internacionais. Ao longo dessa trajetória, acumulou experiência significativa em diversas áreas do mercado de seguros, especialmente na aceitação e no gerenciamento de riscos, na gestão de equipes multidisciplinares, relacionamento com clientes, corretores, seguradoras e resseguradores nacionais e internacionais.
Com uma carreira que abrangeu papeis tanto como cliente como seguradora, o executivo assume agora o desafio na Howden Brasil, com o objetivo de criar soluções próximas aos clientes, com foco na estruturação de projetos estratégicos nos setores de Energia, O&G, Mineração, Construção Civil, Incorporação Imobiliária, Infraestrutura, Logística, Concessões, Instituições Financeiras, Agro, Alimentação, entre outros.
“Estou muito animado em fazer parte da Howden e contribuir para o fortalecimento da equipe de Seguro Garantia. Meu objetivo é promover a excelência operacional e desenvolver soluções que atendam às necessidades dos clientes, através do forte relacionamento técnico junto ao mercado segurador. Acredito que a combinação de conhecimento e inovação constante será fundamental para alcançarmos os melhores resultados neste setor tão dinâmico”, destaca Rodrigo Abdalla Brandão, em nota enviada.
Rodrigo passa a se reportar a Rogério Brito Reis, CPO da Howden Brasil, que destaca: “Reafirmando o nosso compromisso em proporcionar soluções estruturadas e inovadoras aos nossos clientes, estamos constantemente atentos à atração e retenção de talentos. O Seguro Garantia é uma vertical estratégica para a Howden Brasil e, em um curto período, conseguimos combinar talento com tecnologia, oferecendo ferramentas e serviços diferenciados”.
Com uma sólida experiência em várias áreas do setor de seguros, Rodrigo Abdalla se especializou na análise de crédito e na subscrição de riscos judiciais, tradicionais, estruturados e financeiros. Tem em seu histórico destaque na estruturação de grandes projetos nos setores de Construção Civil, Energia e Descomissionamento. Sua expertise também inclui a avaliação de capacidade financeira e de performance dos clientes, além de um conhecimento das regulamentações de órgãos como ANAC, ANEEL, ANP, ANTT e ARTESP. Também abrange a elaboração de pareceres técnicos detalhados sobre a viabilidade de projetos, com análise de fluxo de caixa, matriz de riscos e obrigações contratuais.
“Estamos sempre em busca de talentos que possam nos ajudar a manter o nosso diferencial competitivo e garantir que nossos clientes tenham acesso às melhores soluções do mercado. A chegada do Rodrigo reforça o nosso compromisso em trazer especialistas de alta qualidade para a Howden”, finalizou Andoni Hernández, CEO da Howden Brasil.
O Brasil registrou um crescimento expressivo na abertura de microempresas (ME) em 2024, o que representa uma grande oportunidade para os corretores de seguros. De acordo com levantamento do Sebrae, com base em dados da Receita Federal, dos 4,1 milhões de novos pequenos negócios, 874 mil foram microempresas.
Esse número representa um aumento de 21% em relação a 2023.“Com o cenário favorável ao empreendedorismo no Brasil, os corretores de seguros têm uma excelente oportunidade para expandir suas vendas e oferecer soluções personalizadas que atendam às necessidades de empresas com quatro ou mais titulares”, afirma Marcell Guimarães, Gerente de Vendas do Canal Corporate da Omint Saúde. As empresas de pequeno porte (EPP) também registraram um crescimento de 16,5% no período, com a criação de mais de 190 mil novos negócios.
O setor de Serviços liderou a abertura de empresas, representando 60% dos novos registros, seguido pelo Comércio, com 25%. Indústria, Construção Civil e Agropecuária também tiveram uma participação expressiva, com 15% cada.Esse movimento reforça o potencial de expansão do seguro de vida em grupo, um produto estratégico para a sustentabilidade dos negócios.
“Com um excelente custo-benefício, ele pode ser facilmente combinado com o plano de saúde na oferta aos gestores de Recursos Humanos, o que contribui para a atração e retenção de talentos”, afirma Guimarães. O seguro de vida em grupo, além de proteger os colaboradores, é uma ferramenta fundamental para as empresas, garantindo maior segurança tanto para a empresa quanto para o funcionário, além de estar alinhado às boas práticas de ESG, evidenciando o compromisso da empresa com a governança corporativa.
Para o executivo, os empreendedores estão cada vez mais conscientes da importância de oferecer esse benefício. “Temos soluções adequadas a esse perfil de público, com coberturas e capitais diferenciados. Por isso, disponibilizamos nossos consultores para apresentá-las aos corretores”, finaliza Marcell.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou hoje em seu site o Relatório Final do Grupo de Trabalho (GT) “Política Nacional de Acesso ao Seguro”, constituído com o propósito de discutir e propor recomendações para aperfeiçoamento regulatório e para construção de estratégia institucional e de mercado destinada à criação da Política Nacional de Acesso ao Seguro.
A Diretora de Infraestrutura de Mercado e Supervisão de Conduta, Júlia Normande Lins, coordenadora do GT, explica que o grupo se baseou na premissa inicial de que “o Sistema Financeiro Nacional deve ser funcional ao desenvolvimento econômico do País, possuindo contribuição expressiva enquanto instrumento de inclusão social e redução de desigualdades por meio da proteção financeira.”
Prevista no Plano de Regulação 2023/2024 da Susep, a criação do GT foi pautada, ainda, nas seguintes premissas:
que o Sistema Nacional de Seguros Privados deve ser estruturado de modo a promover o desenvolvimento equilibrado do País e a servir aos interesses da coletividade;
que o controle do Estado se exercerá no interesse dos segurados e beneficiários do contrato de seguro; e
que um dos objetivos da política de seguros privados é promover a expansão do mercado de seguros e propiciar condições operacionais necessárias para sua integração no processo econômico e social do país.
Constituído pela Portaria nº 8.324/2024, o GT estabeleceu um canal de interlocução e diálogo entre participantes do mercado em sentido amplo, como representantes de seguradores, segurados, corretores de seguro, resseguradores, insurtechs, especialistas e autoridades públicas, para a construção de diagnóstico capaz de impulsionar o acesso ao seguro, de forma quantitativa e qualitativa, a uma gama cada vez maior de cidadãos e empresas brasileiras.
Após a realização dos trabalhos, foi elaborado o Relatório Final, que traz um compilado de todas as discussões realizadas e das conclusões alcançadas depois de mais de 2 (dois) meses de reuniões.
A Diretora Júlia Lins afirma que, a partir das discussões técnicas havidas no curso das reuniões do GT, foi possível mapear as principais barreiras para o crescimento do seguro no país, bem como coletar propostas para ampliar o acesso ao seguro à população. “O Brasil tem um potencial enorme de crescimento para o mercado de seguros, mas, para alcançar o objetivo de impulsionar o acesso ao seguro ao maior número possível de cidadãos e empresas, precisamos traçar as estratégias corretas, sempre levando em conta que o constante diálogo com todos aqueles que compõem o mercado de seguros em sentido amplo é essencial para que seja dada concretude a qualquer estratégia”, concluiu Júlia.
O relatório final do Grupo de Trabalho “Política Nacional de Acesso ao Seguro” pode ser acessado no Site da Susep.
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