A economista Patrícia Coimbra assumiu a Diretoria de Capital Humano da Sul América S.A. Com longa experiência em Recursos Humanos e em Planejamento Estratégico e Financeiro, em companhias multinacionais dos setores de Óleo e Gás e Bens de Consumo e em companhia nacional em Telecomunicações; Patrícia é responsável pela política de gestão de pessoas dos 4.500 funcionários da empresa, distribuídos em 85 filiais pelo Brasil.
A executiva tem pós-graduação em Marketing pela PUC/RJ e é graduada em Economia e Tecnologia da Informação. Na SulAmérica, Patrícia responde diretamente ao presidente da seguradora, Gabriel Portella.
Eugenio Paschoal, Presidente e CEO da Marsh Brasil, está entre os 100 líderes empresariais brasileiros mais influentes e importantes para o desenvolvimento dos negócios no país e de suas respectivas empresas, segundo pesquisa da Empreenda Consultoria, especializada em liderança e estratégia, para a HSM Management. De acordo com Eugenio, pensar grande, cercar-se de pessoas excelentes, ter senso de urgência, saber se comunicar, priorizar e dar o exemplo são fundamentais para o sucesso de um grande líder. Para selecionar os 100 líderes brasileiros, o estudo da consultoria analisou a trajetória profissional de diversos executivos, suas estratégias de negócios e o estilo peculiar de gestão de pessoas.
Quem tem um seguro nunca sabe quando vai usá-lo. Imprevistos não têm hora para acontecer e, no meio da confusão de uma batida de carro ou de um curto-circuito em casa, o contato com a seguradora não pode ser mais uma dor de cabeça.
Pensando nisso, o portal Prestum Seguros decidiu fazer uma lista de aplicativos de seguradoras que você pode baixar no seu smartphone para ter sempre à disposição os telefones, serviços e benefícios do seu seguro.
Confira:
SulAmérica Auto (Android | iPhone)
Traz os contatos dos pontos de atendimento e da rede de benefícios do seguro SulAmérica Auto. Resume os dados e condições da apólice, por exemplo as coberturas e o valor da franquia, e notifica o cliente sobre o vencimento das parcelas.
SulAmérica Saúde (Android | iPhone)
Reúne contatos da rede referenciada e lista descontos de até 50% em medicamentos vendidos por farmácias parceiras. Permite consultas a reembolsos pedidos, checar dados cadastrais do seguro e ver os telefones da SulAmérica.
Bradesco Seguros (iPhone)
Oferece informações úteis para clientes dos seguros de automóvel, residencial, saúde, vida e acidentes pessoais, além de planos de previdência privada e títulos de capitalização. Conta com uma lista de telefones para contato com a empresa em caso de sinistro.
Seguro Bradesco Auto (Android)
Permite encontrar oficinas da rede referenciada, postos de combustível, localizar um corretor na região do segurado e conferir benefícios como descontos e vantagens.
Seguro Brasdesco Saúde (iPhone)
Focado no seguro saúde do Bradesco, traz telefones para casos de emergência, uma lista de serviços incluídos na apólice e uma seção de controle de vacinas. Também deixa consultar as farmácias mais próximas de onde o usuário estiver.
Porto Seguro (Android | iPhone)
Utiliza o GPS para acionar o socorro e os serviços de assistência 24 horas mais próximos, como guincho ou mecânico. Um de seus diferenciais são as informações de trânsito. Também emite lembretes sobre o licenciamento, o IPVA e a inspeção veicular.
Allianz Cliente (Android | iPhone)
Traz telefones e endereços da rede credenciada. Permite chamar o guincho, pedir um carro reserva e entrar em contato com os serviços de ajuda 24 horas da empresa: Assistência Auto, Assistência Residência e Assistência Empresa. Também oferece informações de trânsito.
Liberty Seguros DirectAssist (BlackBerry | iPhone)
Aplicativo voltado para clientes do seguro Liberty Auto que facilita o uso dos serviços de assistência 24 horas da seguradora. Reúne endereços das oficinas credenciadas mais próximas e permite acompanhar, em tempo real e por meio de um mapa, a chegada do veículo de ajuda da empresa.
Generali Smart Seguros (Android | iPhone)
Aplicativo que facilita o aviso de sinistros à seguradora e usa o GPS para ajudar o usuário a encontrar as oficinas e os corretores mais próximos. Também possui uma lista de telefones de emergência e de postos de vistoria da região.
HDI Seguros Mobile (Android | iPhone)
Aplicativo com as condições gerais do seguro contratado e dados das oficinas conveniadas. Permite fazer ligações diretas às centrais de atendimento da HDI Seguros e avisa quando o prazo de vencimento da apólice está prestes a vencer.
RSA Seguros (Android | iPhone)
Ferramenta grátis oferecida aos clientes da RSA Seguros com os contatos do serviço de assistência da companhia, agendamento de lembretes para a próxima revisão do veículo, endereço de oficinas referenciadas e uma lista de telefones de emergência.
Chubb Mobile (Android | iPhone)
Focado nos clientes do seguro auto, oferece acesso 24 horas por dia aos serviços de assistência da seguradora. Permite fazer chamadas de emergência com apenas um clique e recorre ao GPS para indicar locais próximos, por exemplo farmácias, restaurantes e postos de gasolina.
Yasuda Direct Assist (Android | iPhone)
Forma fácil de acionar a assistência 24 horas da empresa, por exemplo reboque ou mecânico para o automóvel. Também inclui a possibilidade de solicitar serviços residenciais como chaveiro, eletricista e encanador sem necessidade de ligar para a empresa.
Os contratos da linha de crédito do Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) firmados desde o Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011 impulsionaram o grupo seguradora Banco do Brasil e Mapfre a lançar um seguro específico para o segmento florestal, um dos mais importantes na cadeia do agronegócio para a redução de carbono da atmosfera.
Já está disponível nas agências do Banco do Brasil o Seguro Personalizado – Floresta ABC., um produto que garante proteção às florestas financiadas pelo programa.
O Programa ABC instituído pelo governo federal visa a estimular investimentos necessários à incorporação de tecnologias de baixa emissão de carbono, além de promover ações que permitam ao produtor realizar a regularização ambiental de sua propriedade. Dentre os itens financiáveis pelo ABC estão os projetos de investimentos destinados a implantação, manutenção e melhoramento do manejo de florestas comerciais. O Banco do Brasil financia esses projetos e, a partir de agora, oferece o seguro com condições diferenciadas.
Destinado a produtores rurais (pessoas física e jurídica), e indústrias de papel e celulose, o Seguro Personalizado – Floresta ABC protege plantações de eucalipto, pínus e outras espécies florestais contra incêndios, raio e fenômenos meteorológicos, como chuvas excessivas, geada, granizo, seca e ventos fortes, e até queda de aeronaves.
Em caso de ocorrência de sinistro, a indenização é determinada sobre os custos da plantação e manutenção da floresta ou pelo valor comercial dependendo da idade da floresta.
“O seguro tem como principal objetivo mitigar os possíveis riscos, sendo o principal parceiro do empresário na sustentabilidade do seu negócio”, comenta Luis Carlos Guedes Pinto, diretor geral de Rural e Habitacional do Grupo BB e Mapfre.
De acordo com o executivo, um grande esforço vem sendo realizado para divulgação e incentivo à adoção de uma agricultura mais sustentável e a bem-sucedida experiência com o programa é um indicativo de que as tecnologias utilizadas para redução da emissão de gases do efeito estufa estão sendo cada vez mais empregadas no campo.
“O Banco do Brasil, como uma das instituições credenciadas que fornece crédito aos produtores rurais que pretendem se beneficiar desse programa, dá um passo à frente ao disponibilizar o seguro para essa linha de crédito, fortalecendo ainda mais o agronegócio brasileiro”, afirma Marcelo Labuto – Presidente da BB Seguridade.
“Enquanto o governo tem uma visão positiva e otimista da economia do Brasil, os agentes de mercados e economistas vêem um cenário bem mais pessimista”, afirmou Monica Baumgarten de Bolle em sua palestra “A economia brasileira e seus reflexos no mercado” no “3º Encontro Nacional de Atuários – Novos Desafios Atuariais – Em busca de Serviços e Soluções”, que começou ontem e termina nesta quarta-feira, em São Paulo. Para Monica, entretanto, “não vivemos em um mar de rosas, nem no fim do mundo”, como disse aos mais de 400 atuários. “Prefiro o meio de caminho, com perspectivas não muito animadoras”, acrescentou.
O fato é que o Brasil não está sozinho neste imbroglio. Os Estados Unidos declararam nesta semana o “shutdown”, ou seja, a paralisação de serviços públicos até que o impasse político em torno do orçamento seja resolvido e votado pelo congresso americano. Isso pode ter repercussão da elevação do teto da dívida, o que trará consequências em todos os mercados com volatilidade dos investidores.
Um alento para o Brasil foi ter uma surpresa positiva no segundo trimestre, com o PIB crescendo um pouco acima do previsto, ainda impulsionado pela construção civil. “Cito esse período pois ele dá uma lição de que há um equilíbrio nas versões pessimistas e otimistas, ao sinalizar que o Brasil pode registrar uma alta de 2% no PIB no fechamento de 2013”, comentou.
Apesar da boa surpresa, há coisas no Brasil que assustam, ressaltou. Uma delas é o nível de produtividade brasileira, em queda acentuada. “Algo que torna difícil enxergar como isso será revertido. A aposta do governo era de otimizar a produtividade com os investimentos em infraestrutura. No entanto, nas últimas semanas tivemos notícias ruins, com uma incerteza regulatória muito grande, afastando os investidores dos leilões de concessões”, citou.
Outro ponto negativo é que o arcabouço institucional do Brasil está muito desgastado, com as agências reguladoras de serviços públicos funcionando com diretores interinos. “Isso é um dos sinais dados aos investidores estrangeiros de que falta seriedade na condução dos projetos por parte do governo e por isso os investimentos privados em contratos de longo prazo não vão ser a apoteose que o setor estava esperando”.
O quadro de desaceleração do consumo também pesa negativamente nas perspectivas para os próximos anos. O consumo continua crescendo, mas cresce numa taxa bem mais baixa do que se verificou nos últimos anos. Em 2012, avançou 3,5%. Em 2013, a aposta é de que não chegue a 2%, segundo a economista.
A inflação é um dos piores vilões da queda do consumo, por corroer a renda da população. Ela já vinha alta, mas passou a ser mais percebida quando apertou a conta no item alimentos. “Quando a inflação vira comida e transporte, bate no bolso do consumidor, gerando boa parte da insatisfação que levou a população para as manifestações”, explicou.
Além de ter uma parte da renda mensal consumida pela inflação, as famílias comprometeram o orçamento com a compra da casa própria. Comparado com países latinos, o Brasil ainda está longe de ter um crédito habitacional adequado. No Chile, por exemplo, ultrapassa 50% do PIB. No Brasil, não chega a 10%. O problema aqui é que o endividamento com a compra da casa própria reduziu o consumo de outros bens, como automóvel. Um dos pontos positivos é a taxa de desemprego, que deverá permanecer em níveis historicamente baixos. No entanto, co a fragilidade de alguns setores da economia que estão demitindo, o trabalhador fica inseguro e segura ainda mais o consumo.
Mais um problema. A credibilidade com a condução da política econômica do Brasil. Ela afirma que há questionamentos da política monetária como da política fiscal. “A credibilidade do Banco Central está afetada, como mostra o Boletim Focus, divulgado toda segunda-feira. “Quando o BC perguntava aos agentes financeiros quais as perspectivas da inflação doze meses a frente, mais de 90% acreditavam que ficaria dentro da meta. Hoje a resposta é praticamente zero. Ou seja, ninguém acredita que a inflação ficará dentro da meta. “Isso é muito sério. Quando se destrói credibilidade dessa forma vai ter muito trabalho para reconstruir”, observa Monica.
A segunda área questionada é a política fiscal. O Brasil passou anos fazendo grande esforço grande no sentido de ir além, com política fiscal austera. “O que se vê agora é que não há mais esforço fiscal. O governo diz que a política fiscal esta sob controle, mas ela está expansionista, o que mantém o patamar inflacionário. Temos também um desgaste institucional com o governo contabilizando certas despesas e receitas de forma diferente”, analisou.
Diante de tudo isso, o cenário para 2014 não é pessimista, pois será um ano eleitoral, com mais gastos do governo e incentivo do crédito público. “Já 2015 vai depender da bagunça que o governo fizer em 2014”, ponderou. Resumindo, no curto prazo há algum arrefecimento no consumo das famílias, mas a perspectiva de crescimento do país é moderada. E terá efeitos sobre os seguros de automóvel, segundo a economista.
Matéria extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)
Na visão de Paulo Botti, presidente da Terra Brasis Resseguros, o mercado de seguros e resseguros vem se aprimorando, inclusive, no aspecto atuarial. Caso da taxação de seguro de automóvel com base no perfil do motorista, fórmula que começou a ser usada há apenas 20 anos. Na manhã desta quarta-feira, 2 de outubro, ele participou do segundo e último dia do “3º Encontro Nacional de Atuários – Novos Desafios Atuariais – Em busca de Serviços e Soluções”, realizado pela CNseg, em parceria com a Escola Nacional de Seguros, em São Paulo.
Para falar sobre o tema “Otimização de Resseguro e Limite de Retenção”, Botti disse que recorreu à sua experiência, não de atuário, mas de profissional do mercado. Como tal, ele fez questão de ressaltar que a otimização do resseguro tem muito de ciência e de arte. “Muita gente acha que só é ciência, que o resseguro é algo sofisticado, cheio de cálculos. Mas é arte e, também, é simples. Basta usar um pouco bom senso, as condições de mercado e contar com a ajuda de um atuário para o trabalho técnico”, definiu.
Antes de apresentar outros detalhes sobre o tema, ele fez questão de esclarecer “o que não é otimização de resseguro”. Na avaliação de Botti, o resseguro não serve para melhorar a sinistralidade da seguradora; não é uma operação que visa o lucro ou tampouco livrar a seguradora dos riscos ruins. “Uma operação de resseguro tem o objetivo de gerar maior competitividade comercial para a seguradora, por meio da oferta de capacidade. Outro objetivo é evitar a volatilidade, conferindo mais previsibilidade de resultados”.
Na prática, segundo Botti, o primeiro passo para a otimização do seguro é o cumprimento da lei. No caso do resseguro, as regras brasileiras de solvência definem qual deve ser a relação de patrimônio liquido sobre premio retido, que, atualmente, não podem ultrapassar 20%. Significa que o prêmio deve ser equivalente a cinco vezes o patrimônio líquido. “É uma relação muito mais alta que a media mundial”, disse.
Também contam na otimização do resseguro a retenção anual de prêmio. Neste ponto, Botti comentou que a proposta original de regulamentação do resseguro estabelecia que as resseguradoras, apenas, deveriam reter no mínimo 50% dos prêmios. Entretanto, pouco antes da publicação das regras foi incluído um novo parágrafo, que também determinava às seguradoras a mesma obrigação.
Olhem só o que o Jornal da Energia publicou no dia 2, às 19 horas….
Depois de muitas brigas, petições, e recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF), a batalha travada entre as construtoras e seguradoras da hidrelétrica de Jirau, terminou na última quinta-feira (26/09) com a desistência da ação no Brasil. O processo iniciado em janeiro de 2012 tramitava na 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo com a previsão de prescrever em novembro deste ano.
Conforme apurou o Jornal da Energia, a desistência do processo no Brasil não interrompe a ação de arbitragem no Tribunal de Arbitragem de Arias, em Londres, a qual ainda será julgada. Todavia, a expectativa é de que o caso caminhe para o mesmo desfecho na Inglaterra.
A ESBR juntamente com a Camargo Corrêa e Enesa Engenharia são réus do processo que foi movido pelas seguradoras Zurich, SulAmérica, Allianz, Aliança do Brasil, Mapfre e Itaú Unibanco na Inglaterra, as quais se recusaram a ressarcir os construtores da usina pelos danos causados ao canteiro de obras durante uma série de tumultos registrados em março de 2011, e que somariam quase R$400 milhões em prejuízos – podendo atingir R$1,4 bilhão se os incidentes causassem atrasos na geração.
No Brasil, as construtoras da hidrelétrica buscavam reverter a decisão do processo de arbitragem movido pelas companhias de seguro na Inglaterra. E o motivo de a ação ter sido levado a terras estrangeiras é que um trecho da apólice de seguro que trata de arbitragem aponta que caso as partes não entrassem em um acordo sobre montantes a serem pagos, a disputa seria resolvida no Tribunal de Arbitragem de Arias.
Em abril de 2012, a 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo chegou a estipular multa diária de R$400 mil caso não houvesse desistência do processo por parte das seguradoras. Segundo o voto do desembargador Paulo Alcides Amaral Salles, a cláusula de arbitragem “não goza da anuência expressa de uma das partes”.
Do outro lado, a Justiça inglesa havia decidido que a Enesa, Camargo Corrêa e a ESBR estariam proibidas de buscar a Justiça brasileira, sob pena de prisão de seus diretores e interlocutores no processo.
A reportagem procurou a Energia Sustentável do Brasil e a SulAmérica (que teria liderado o processo na outra frente) para falar sobre o assunto, mas ambas declararam que não comentam a questão.
Para registrar a comemoração dos 20 anos da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) foi realizada hoje, 2 de outubro, a cerimônia de posse de 11 novos acadêmicos. O evento contou com a presença de mais de 100 profissionais do setor de seguros que participaram do almoço promovido no Renaissance Hotel, no bairro dos Jardins em São Paulo.
“É com grande satisfação que a ANSP recebe essas 11 lideranças do setor segurador e acredita na contribuição de cada um deles em nosso quadro de acadêmicos, nas atividades que desenvolvemos na Academia e no crescimento de nossa categoria. Com certeza, o aprimoramento intelectual e avanço da cultura do seguro serão ampliados com esses novos integrantes”, comemora Mauro César Batista, Presidente da ANSP.
Além da cerimônia de posse, aconteceram a outorga da comenda ANSP número dois ao Acadêmico e Presidente Mauro César Batista, o lançamento do livro Minhas Bagagens de autoria do Acadêmico Acácio Queiroz e o lançamento do Projeto Memória do Seguro em Arquivo Digital.
Conheça os novos acadêmicos e seus padrinhos:
Benedito Luiz Alves Dias, Diretor Geral de Marketing e Comunicação, e Maria de Fátima Mendes de Lima, Diretora de Sustentabilidade, ambos atuantes no Grupo BB Mapfre, foram nomeados oficialmente acadêmicos e receberam o colar acadêmico pelas mãos de seu padrinho, o Presidente da ANSP, Mauro César Batista;
Os novos Acadêmicos Cesar Augusto Ribeiro Cavalcante, Diretor do Grupo SEGPLUS e Elisabete Parejo Martin, sócia na Parejo Sociedade de Consultores e Parejo Sociedade de Advogados tiveram como padrinho o Acadêmico Edmur de Almeida;
O Acadêmico Ivanildo de Jesus Moreira Sousa, Diretor – Presidente da Agência de notícias Seg News, e o Acadêmico Mario André Ladislau Kovacs Pena, Sócio e Diretor de Marketing na Revista Seguro Total, receberam o colar acadêmico pelo seu padrinho, o Acadêmico Rafael Ribeiro do Valle;
Em sequência, a Acadêmica Magali Rodrigues Zeller, Sócia-Diretora e Atuária da empresa AT Service Engenharia e Consultoria Atuarial foi apadrinhada pelo Acadêmico Affonso Heleno de Oliveira Fausto;
A madrinha e Acadêmica Solange Guimarães entregou o colar acadêmico para Marusia Fontes Gomez, CEO na empresa Ikê Assistência Brasil;
A Acadêmica Natalie Haahnwinckel Hurtado, assessora da Diretoria Técnica da SUSEP recebeu seu colar pelas mãos de sua madrinha a Dra. Ana Rita Petraroli;
O Acadêmico João Marcelo Máximo R. dos Santos foi o padrinho que entregou o colar acadêmico à nova Acadêmica Patrícia Godoy Oliveira, Diretora do Jurídico e Compliance nas empresas do Grupo AON Corretora de Seguros no Brasil;
E para finalizar a entrega dos colares, o Acadêmico Robert Hufnagel, Vice Presidente Executivo da Berkley International do Brasil foi apadrinhado pelo Acadêmico Francisco Márcio Pires da Silva.
O mercado brasileiro de seguros e previdência privada registrou lucro líquido não consolidado tecnicamente de R$ 8,7 bilhões de janeiro a agosto de 2013, abaixo dos R$ 9 bilhões registrados em mesmo período do ano passado, segundo estudo de autoria do consultor Luiz Roberto Castiglione. Uma queda nominal de 2,9%. Excluindo o Resultado de Coligadas e Controladas o lucro líquido passa para R$ 5,2 bilhões contra R$ 5,3 bilhões de 2012, uma redução de 1,3%.
Dois pontos chamam a atenção e justificam a redução da rentabilidade operacional de 22,9% dos prêmios ganhos em 2012 para 20,5% no período em foco, segundo o consultor. O primeiro é a extinção da receita com emissão de apólice que passou de R$ 1,1 bilhão em 2012 para R$ 254 milhões em 2013, uma queda de 77%. Só aqui temos uma variação desfavorável de R$ 681 milhões (já considerando o fato comentado a seguir). Esse fato será compensado ao longo dos anos via redução de PPNG (custos iniciais de contratação – nesse período já temos R$ 427 milhões).
O segundo é o impacto da redução da taxa de juros, influenciando diretamente o Resultado Financeiro. Esse somou R$ 4 bilhões em 2013 contra R$ 5,4 bilhões em 2012, uma redução de 24,8%. A variação desfavorável foi de R$ 1,3 bilhão. O indice combinado foi equivalente a 88,67% dos prêmios ganhos contra 91,18% do ano passado. “Nesse quesito tentou-se compensar as perdas acima citadas com aumento da eficiência operacional”, comenta. A Taxa Média de Retorno do Patrimônio Líquido foi equivalente a uma aplicação financeira com remuneração anual de 18,80% contra 20,25% de 2012.
O volume de prêmios emitidos sem efeitos de provisões somou R$ 94,3 bilhões contra R$ 82,7 bilhões de 2012, um crescimento de 14%. Excluído o VGBL, o segmento de seguros gerou uma receita de R$ 53,2 bilhões contra R$ 47,7 bilhões de 2012, uma expansão de 16,5%. A modalidade de Automóveis mantém a liderança com 35,4% das vendas totais de seguros (era 34,9% no ano passado). O Estado de São Paulo correspondeu a 47,9% das vendas totais de seguros (era 50,1% em 2012.
“Como podemos observar o mercado vem repetindo as rentabilidades do ano passado apesar de um maior volume de vendas. De fato grande parte desses desempenhos estão concentrados em alguns conglomerados financeiros. Temos muitas empresas onde o Capital de Giro do Acionista vem financiando a operação, o que não é um bom indicador, mesmo vendendo mais”, avalia.
A Segurar.com, única corretora 100% online do Brasil e com a maior gama de seguros comercializados via internet, inicia hoje uma campanha de rádio com foco na oferta seguros via internet. Serão spots de 5 e 30 segundos, que mostram ao consumidor, as vantagens de contratar umseguro pela Internet de forma descomplicada, principalmente pela agilidade,preços competitivos e a facilidade de uso.
O usuário pode fazer o seguro do carro, casa, viagem, entre muitas outras opções, através do site ou do seu smartphone, 24h por dia. Em menos de 5 minutos é possível acessar a Segurar.com, fazer a cotação e realizar o pagamento com cartão de crédito ou débito.
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