Com a parceria do especialista Reinaldo Domingos, a Brasilprev vai além das informações sobre previdência privada e traz ao internauta dicas de organização financeira e investimentos para diferentes públicos
São Paulo, 26 de setembro de 2013 ? A Brasilprev, uma das empresas líderes do mercado brasileiro de previdência privada aberta e única especialista nesse segmento, lança hoje uma série de vídeos educativos em seu canal no Youtube (www.youtube.com/brasilprev). São quatro filmes destinados a públicos diferentes, apresentados pelo escritor, educador e terapeuta financeiro, Reinaldo Domingos.
Os vídeos, em formato de programa de perguntas e respostas, abordarão quatro temas focados nos seguintes públicos: pessoas que necessitam sair das dívidas e se reorganizar financeiramente; que não têm dívidas, porém não sabem como poupar e investir seu dinheiro a curto, médio e longo prazo; pais que precisam administrar a mesada dos filhos e ensiná-los a lidarem com o dinheiro desde cedo; e aqueles que almejam ter a aposentadoria que desejam, porém não sabem por onde começar a poupar.
?Com linguagem simples, dados de mercado e exemplos factíveis, o especialista Reinaldo Domingos traz ao internauta orientações para que ele saiba administrar e investir seus recursos financeiros com vistas a realizar seus projetos de vida?, comenta Francisco José Molnar Casseb, gerente de comunicação da companhia.
Os quatro vídeos estão disponíveis nos meios de relacionamento da Brasilprev, como seu website (www.brasilprev.com.br) e brandchannel no Youtube.
Esta série é a terceira lançada pela Brasilprev no YouTube. Desde 2010, a companhia atua com produções audiovisuais interativas com foco no melhor entendimento do cliente sobre os seus serviços e produtos.
A Capemisa e a Aplub (Associação dos Profissionais Liberais Universitários do Brasil) anunciaram um acordo de fusão. A negociação envolve a Aplub Previdência, a Aplub Capitalização, a Aplub Agroflorestal e demais empresas controladas, e pelo lado da Capemisa, a Seguradora e a Sociedade de Capitalização. A Fundação APLUB de Crédito Educativo – FUNDAPLUB não integra o acordo firmado. O acordo foi submetido ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e à Superintendência de Seguros Privados (Susep), Concluída a negociação, o Grupo contará com ativos totais da ordem de R$ 2 bilhões, faturamento anual de R$ 1,5 bilhão, patrimônio líquido de R$ 1 bilhão e mais de 12 milhões de clientes, informa o portal da CNseg.
“Esta aquisição nos ajudará a consolidar nossa posição na área de previdência privada e fortalecer o desempenho de nossas operações no mercado segurador e de capitalização no Brasil”, diz José Augusto da Costa Tatagiba, Diretor-Presidente da Capemisa Seguradora.
“O Grupo Aplub incorpora às operações uma especialização na comercialização de produtos para classes CDE em todas as regiões do País. Este expertise será fundamental para a distribuição e massificação de seguros populares no Brasil, aumentando significativamente nossa presença nestas regiões”, ressalta Luiz Osório Silveira, Vice Presidente da APLUB.
A Essor Seguros iniciou um novo ciclo na sua rotina corporativa. Por isso, investe agora num espaço maior, para dar prosseguimento à sua expansão em novas frentes de negócios da organização, além de garantir mais conforto aos seus colaboradores e parceiros de negócios.
Desde o dia 24 de setembro, o novo escritório da companhia fica na Rua Visconde de Inhaúma, 83, sala 1501, Edifício Inhaúma Corporate, no Centro do Rio de Janeiro.
Para o diretor-executivo da Essor, Fábio Pinho, “é mais uma etapa importante para empresa, que começa a abraçar novas operações de seguros, com parceiros estratégicos importantes, para continuar focada nos seguros de obras, que é a sua especialização, onde conta com o forte apoio da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil.
Com o objetivo de debater os desafios e as tendências dos seguros voltados para proteção de executivos, profissionais e empresas, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) realiza na próxima quinta-feira, 26, de 8h30 às 17h, o 2º Encontro Internacional dos Seguros de Linhas Financeiras, no Hotel Renaissance, em São Paulo.
O evento contará com a presença de profissionais de seguradoras e resseguradoras, corretores, advogados e executivos de outras empresas. Os debates estarão voltados para questões relacionadas ao seguro de Responsabilidade de Administradores (D&O); de Responsabilidade de Gestoras de Recursos (IMI); de Responsabilidade Profissional (E&O); além de fraudes corporativas e de riscos cibernéticos.
Para o presidente da comissão de Linhas Financeiras da FenSeg, Celso Soares, a retração econômica brasileira e um cenário de desvalorização do real criam incertezas e situações de estresse financeiro nas empresas, o que propicia um aumento de percepção de risco. Tal situação impulsiona a contratação desses tipos de seguros. “Diante desse panorama, muitas empresas lucram menos, enfrentam dificuldades financeiras e acabam por perceber a importância da proteção dos seus negócios e de seus executivos”, explica. “As dificuldades financeiras podem levar credores, acionistas e até fornecedores a buscar a recomposição de seus prejuízos por meio de ações contra a empresa e seus executivos”, completa.
Prova disso é que, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados, o seguro D&O cresceu 21,9% nos primeiros sete meses do ano, com uma arrecadação de R$ 124 milhões. O número é maior do que os R$ 102 milhões registrados no mesmo período do ano passado. Já o E&O arrecadou R$ 83 milhões até julho desse ano, 22,7% a mais do que os R$ 68 milhões registrados nos primeiros sete meses de 2012. A sinistralidade também cresceu, chegando a cerca de R$ 27 milhões no D&O e R$ 23 milhões no E&O.
O executivo ressalta ainda um dos fatores que mais impulsionou o crescimento D&O foi a maior contratação do seguro pelas pequenas e médias empresas. “Hoje, cerca de 89% das empresas, segundo dados da Bovespa, já contratam o seguro e há um aumento significativo pela procura por empresas pequenas e médias, inclusive fora do eixo Rio-São Paulo. Apesar do seguro ser pouco difundido, há muito espaço para disseminar a importância da contratação”, afirma Soares.
Fraudes
Em discussão no mercado, a criação de um seguro contra fraudes de funcionários e cibernéticas promete auxiliar as empresas na resolução de dois problemas muito atuais. Para o executivo da FenSeg, as companhias sofrem com desvios de mercadorias e de dinheiro, que geram constantes perdas de receita, assim como os ataques de hackers, que podem prejudicar a comercialização de produtos e o vazamento de informações sigilosas. “Já há uma demanda grande por seguros que protejam as empresas de riscos que surgiram com a sofisticação das atividades empresariais. As seguradoras já estudam uma forma de atender essa nova demanda”, ressalta Soares.
Serviço:
2º Seminário Internacional de Seguros de Linhas Financeiras
Data: 26 de setembro de 2013
Horário: 8h30 às 17h
Local: Hotel Renaissance ( Alameda Santos, 2233 – Cerqueira César. São Paulo).
Incêndios, secas, alagamentos e vendavais. As catástrofes climáticas têm impactado diretamente o mercado de seguros, oferecendo oportunidades de novos produtos e desafios para reverter as perdas financeiras. Diante desse cenário, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Associação de Genebra, realizam nesta quinta-feira, 26 de setembro, de 8h às 18h, o seminário “Mudanças Climáticas e Desastres Naturais no Brasil: desafios e oportunidades para o setor de seguros”.
Estarão presentes representantes do Governo, como o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação, Carlos Nobre, o presidente da Câmara Técnica de Desenvolvimento Sustentável da Prefeitura do Rio de Janeiro, Sérgio Besserman, e de instituições, como o presidente da Academia Brasileira de Ciências, Jacob Palis, o secretário geral da Associação de Genebra, John Fitzpatrick, e o chefe do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), José Marengo.
Os painéis abordarão as causas e a extensão das catástrofes climáticas no Brasil, os benefícios dos sinistros de responsabilidade climática, a experiência do Chile na prevenção dos desastres naturais, as vantagens das parcerias entre seguradoras e o Governo para prevenir e combater os eventos climáticos, entre outros temas. Segundo dados apresentados no último relatório do Lloyd´s, o Brasil está exposto aos custos de longo prazo de eventos catastróficos com um déficit de seguro de US$12,68 bilhões por ano. Especialistas da empresa afirmam que os custos de recuperação pós-catástrofe são mais baixos em países que possuem níveis de seguro mais altos – um aumento de 1% na penetração de seguros geraria uma redução de 13% em sinistros não segurados.
Segundo a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes (foto), os riscos de desastres naturais têm aumentado substancialmente nos últimos anos, e o mercado de seguros, uma indústria de gerenciamento de riscos, deve estar preparado para atender às novas demandas. “As catástrofes climáticas impactam diretamente as operações de seguros, seja no ramo de automóveis, patrimonial, rural ou de obras. O setor segurador deve estar atento não só aos desafios para minimizar as perdas financeiras, mas também para oferecer produtos inovadores que acompanham a evolução das necessidades das empresas e consumidores”, explica.
Inundações em alta
Dados do último levantamento sobre catástrofes naturais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostram que 58% das catástrofes naturais no Brasil são decorrentes de inundações, 14% de secas, 11% de deslizamento, 8% de vendavais, 6% de temperaturas extremas e 3% de epidemias. Entre as regiões, segundo relatório do Terra Brasis Resseguros, o Sudeste possui maior frequência de deslizamentos e inundações, a região Sul está mais exposta às secas, vendavais e granizo, a região Nordeste e Centro-Oeste expostas às secas e inundações, enquanto a região Norte é a maior afetada por incêndios florestais.
Brasil em risco
O número de pessoas no Brasil em áreas de risco de inundações pode chegar a 42,5 milhões em 2030, 9,2 milhões a mais do que em 2010 (33,3 milhões), segundo estimativas da Swiss-Re. A maior concentração deverá ser no Sudeste, com 17 milhões de pessoas em zonas com maior potencial de alagamento, 12,2 milhões no Nordeste, 6,9 milhões no Norte, 4,6 milhões no Sul, e 1,8 milhão no Centro-Oeste.
Serviço:
Seminário “Mudanças Climáticas e Desastres Naturais no Brasil: desafios e oportunidades para o setor de seguros”
Data: 26 de setembro de 2013
Horário: 8h às 18h
Local: Auditório da Academia Brasileira de Ciências (Rua Anfilófio de Carvalho, 29º/30º andar, centro, Rio de Janeiro.
Medida vale para operações cujos resgates sejam feitos juntos à Ecoaplub
A Superintendência de Seguros Privados (Susep), conforme publicado no Diário Oficial desta quarta-feira (25/9), suspendeu a autorização para comercialização de títulos de capitalização da empresa Aplub Capitalização. A medida vale para operações que prevejam ou impliquem em cessão do direito de resgate à Associação Aplub de Preservação Ambiental (Ecoaplub).
A contratação de seguro para celulares cresceu 252% em 2013, em relação ao mesmo período do ano passado. Somente no primeiro semestre de 2013, o Grupo BB E MAPFRE registrou a comercialização de mais de 14 mil contratos. Entre janeiro e junho de 2012 foram 4 mil apólices vendidas.
A venda desse seguro está sendo impulsionada pelo aquecimento desse mercado e pela disseminação do seguro no país. Uma recente pesquisa da consultoria IDC (International Data Corporation) mostra que entre os meses de abril e junho cerca de 15 milhões de telefones celulares foram adquiridos no país. Destes, 54% eram smartphones e 46% celulares tradicionais. O levantamento também aponta que as vendas de smartphones cresceram 110% em relação ao mesmo período do ano passado. O seguro para esse tipo de produto custa, em média, 15% do valor do aparelho, variando conforme cada contrato.
O seguro de Roubo e Furto do Grupo BB E MAPFRE repõe o aparelho mediante arrombamento e também oferece o serviço de assistência Help Desk (via telefone ou chat). “A vantagem é que esse tipo de apólice cobre até 75% do valor do celular, em caso de um sinistro. É uma garantia para o cliente”, afirma Nikolaos Tetradis, superintendente de Seguros Especiais do Grupo BB E Mapfre.
A Seguradora Líder DPVAT está realizando uma campanha digital que alerta a dois dos principais vilões do trânsito: as combinações de álcool e celular ao volante. Em cinco dias, a ação lançada na Semana Nacional do Trânsito já impactou 6.915.900 pessoas.
A primeira fase da campanha consistiu na divulgação de dois produtos fictícios, que tinham o objetivo de incentivar esses maus hábitos na direção. O primeiro é um aplicativo que se conecta ao carro via bluetooth e identifica quando algum obstáculo aparece na frente do veículo, emitindo um alerta para que, nesse momento, o motorista pare de mexer no celular e olhe pra frente. O outro produto é um gel capaz de absorver superficialmente as moléculas de etanol, deixando o motorista passar impunemente pelo teste do bafômetro.
Quando o internauta clica para baixar o aplicativo ou comprar o gel, o site é direcionado para o Blog Viver Seguro no Trânsito (viverseguronotransito.com.br), da Seguradora Líder DPVAT, que traz um infográfico com informações estatísticas de acidentes de trânsito. Em 2012, de acordo com os dados do Seguro DPVAT, aconteceu um acidente por minuto.
“O número de acidentes no trânsito brasileiro é alarmante. Enquanto a projeção de crescimento da frota de automóveis é de 6,7%, a de indenizações pagas pelo seguro DPVAT é de 29%”, comenta Ricardo Xavier, diretor-presidente da Seguradora Líder DPVAT.
O Seguro DPVAT tem caráter social e pode ser solicitado por toda a vítima de acidente de trânsito, seja motorista, passageiro ou pedestre, em caso de um dos três danos pessoais: morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas. A indenização pode ser solicitada pela própria vítima ou familiar, sem a necessidade de intermediários e o procedimento é gratuito.
Interessante artigo publicado no Porta Brasil Engenharia escrito por André Guidetti, superintendente de Risco Engenharia da LIU, divisão de riscos especiais da Liberty Seguros
Segue a íntegra
As grandes obras de infraestrutura e construção civil no Brasil geraram maior demanda por seguros de risco engenharia que, segundo a Susep (Superintendência de Seguros Privados), movimentou R$ 458,3 milhões em 2010 e R$ 877,8 milhões em 2011, apresentando um crescimento de 48%. O desempenho do segmento nesse período deve-se aos investimentos que o Brasil recebeu para construção e reformas de estádios, estradas, portos, aeroportos e transporte público para sediar a Copa do Mundo FIFA 2014™. O bom momento econômico que o país apresentava também ajudou, já que os investimentos estrangeiros estavam em alta.
Este ano, a expectativa do mercado segurador é de menor crescimento para o risco engenharia, isso porque muitos investimentos já foram realizados e, no momento, diversos projetos já estão em andamento. Leva-se em conta também a atual conjuntura econômica do Brasil, no qual fez com que alguns projetos fossem adiados, principalmente no primeiro semestre.
Além de cobrir acidentes durante a execução da obra, segurar possíveis erros de engenharia e garantir as indenizações, esse seguro também é um importante instrumento para reduzir os custos dos projetos. Isso porque as empresas do segmento securitário (seguradoras e corretoras) realizam um amplo estudo para mitigar os riscos no período que a obra está em andamento. Assim, os riscos de acidentes, que atrasam o projeto e geram mais custos de pessoas e material, é diminuído ao máximo. O risco engenharia também viabiliza os financiamentos dos projetos, já que bancos e financeiras exigem que o seguro esteja contratado para liberar o empréstimo.
É importante esclarecer as modalidades de coberturas do risco engenharia. De forma simples e didática, temos a cobertura básica para obras civis em construção e para instalação e montagem. A primeira garante a indenização dos prejuízos ocorridos durante a construção de obras civis em rodovias, túneis, pontes, usinas e indústrias, por meio da contratação de coberturas básicas e acessórias, definidas a partir do conhecimento do risco. A segunda garante a indenização dos prejuízos ocorridos durante a fase de montagem e instalação de máquinas e equipamentos, tais como turbinas, geradores, caldeiras, etc. Da mesma forma que a anterior. Temos também as coberturas acessórias para despesas extraordinárias; tumultos; testes de equipamentos; riscos do fabricante (aos bens em montagem); erros de projeto (em obras civis em construção), entre outras.
No Brasil ainda é alto o índice de acidentes em obras, se comparado com outros países. Um dos eventos de maior repercussão foi em 2007, na obra da linha 4 do Metrô de São Paulo, que cedeu e originou uma enorme cratera no que é hoje a estação Pinheiros. De acordo com especialistas, foi um dos maiores sinistros de risco engenharia no Brasil.
Na contratação do seguro é necessário contar com o auxílio de um corretor especializado, pois risco engenharia é um produto complexo principalmente por cobrir grandes obras, máquinas, equipamentos e pessoas. É importante informar ao corretor o custo real do projeto, para contar com as coberturas adequadas ao empreendimento. Importante também é investir na segurança e gerenciamento da obra que, consequentemente, reduzirá o custo do seguro.
O sólido crescimento econômico na América Latina ao longo da última década estimulou o emprego, a renda e a poupança, bem como a penetração dos seguros de vida na região. Entretanto, segundo um relatório divulgado hoje pela Swiss Re, as vidas de muitos latino-americanos ainda não estão seguradas ou têm cobertura inadequada, atingindo dimensões alarmantes. A lacuna de proteção contra mortalidade na América Latina é o primeiro estudo desse tipo a abordar países selecionados na América Latina.
A morte do chefe da família pode constituir uma grande defasagem na renda familiar e levar a uma queda significativa em seu padrão de vida. Muitas famílias contam com cobertura financeira, mas a lacuna de proteção para famílias sem seguro é uma grande preocupação. O estudo da Swiss Re revela que, em 2012, em oito países importantes da América Latina essa lacuna de proteção atingia US$ 7,2 trilhões, ou 138% do PIB, o equivalente a uma lacuna de proteção contra mortalidade de USD 60.628 para o trabalhador médio com dependentes. O relatório também mostra que, em média, essa lacuna de proteção aumentou 10% ao ano desde 2003.
“A lacuna de proteção contra mortalidade entre as famílias latino- americanas é alarmante em todos os mercados analisados nesse estudo”, afirma Alejandro Padilla, Head de Resseguros da Swiss Re para América Latina Norte. “Mesmo após uma década de forte crescimento econômico, a vulnerabilidade financeira criada para as famílias latino-americanas por essa lacuna é considerável. Essa é uma tendência preocupante para as pessoas e para a sociedade como um todo.”
Em 2004, a Swiss Re examinou a lacuna de proteção contra mortalidade nos mercados desenvolvidos na publicação sigma “4/2004: Mortality protection: the core of life” (Cobertura contra mortalidade: o centro da vida) e aplicou a mesma metodologia a outras regiões e países, inclusive os EUA, Reino Unido e Europa Continental e Ásia. O relatório divulgado hoje é o primeiro estudo sobre a lacuna de proteção contra a mortalidade na América Latina.
Embora a lacuna de proteção contra mortalidade exista em todos os mercados abrangidos pelo estudo, seu volume varia segundo o país. Enquanto, em termos absolutos, o Brasil, a Argentina e o México apresentem a maior lacuna de proteção, Chile e Porto Rico
apresentam lacuna nitidamente menor. A lacuna de proteção também pode ser medida como a proporção entre a cobertura existente e a necessária. A partir dessa perspectiva, a proporção entre poupanças e seguros de vida existentes e o volume de cobertura necessária variava de 10% na Venezuela a 53% no Chile.
“Isso significa que para cada US$ 100 de cobertura contra mortalidade necessária em 2012, as famílias venezuelanas e chilenas detinham, em média, US$ 10 e US$ 53, respectivamente, em ativos financeiros e seguro de vida”, explica Oliver Futterknecht, Economista Sênior da Swiss Re para a América Latina e um dos autores do estudo. A grande diferença na lacuna de proteção contra a mortalidade nos países examinados pode, em parte, ser atribuída às diferenças no tamanho de suas respectivas populações.
O apoio do setor é necessário para solucionar as necessidades de seguro de vida na América Latina.
Nos últimos 10 anos, os prêmios de seguro de vida na América Latina apresentaram taxas de crescimento médio de dois dígitos. Embora a penetração e a densidade tenham melhorado nesse período, a demanda por seguros ainda é muito menor que em outras regiões. Em 2012, os gastos per capita com seguro de vida na região foram, em média, de US$ 120, três vezes menores que a média mundial, que é de US$ 373.
Ajudar a reduzir essa lacuna oferece não apenas auxílio de proteção para as famílias latino-americanas, mas também representa uma oportunidade de negócio significativa para as seguradoras do ramo vida. As constatações desse estudo dão às seguradoras as informações sobre onde e como podem ser desenvolvidos produtos de proteção contra a mortalidade para atender as necessidades específicas de cada região.
“As empresas de seguros de vida têm uma oportunidade única para ajudar a sociedade a reduzir essa lacuna e desempenharão um papel importante para educar as pessoas sobre os benefícios e a viabilidade financeira do seguro de vida”, explica Margo Black, Head de Resseguros da Swiss Re para a América Latina Sul. “Cabe a nosso setor ajudar as famílias latino-americanas a entender melhor como adequar o seguro de vida a suas vidas e a seus orçamentos.”
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