Zurich cresce no seguro D&O e aposta em novas ferramentas para potencializar distribuição 

Screenshot

Fonte: Zurich

Com bom desempenho em várias linhas de negócios em 2024, a Zurich Seguros registrou crescimento de 31% no D&O (sigla em inglês para “Directors and Officers), seguro que protege o patrimônio de executivos em caso de litigio, alcançando 17,6% de marketshare em 2024 e se consolidando como uma das líderes no setor, com mais de R$ 200 milhões em prêmios. 

Bastante demandado no segmento corporativo por oferecer proteção ao patrimônio de executivos, o seguro D&O cobre os custos judiciais ou administrativos, além de eventuais indenizações, por decisões de diretores, administradores, conselheiros e gerentes de empresas que causarem danos a terceiros.  

Marck Sá, superintendente de Linhas Financeiras da Zurich Seguros, avalia que o resultado é bastante positivo. “Ainda que estivéssemos enfrentando um mercado altamente competitivo, com capacidade abundante e queda de taxas, avançamos ainda mais nesse mercado e chegamos bem próximos à liderança”, explica o executivo.  

Segundo ele, além da aquisição de grandes contas, esse resultado pode ser atribuído ao excelente relacionamento com clientes, corretores e parceiros. “Atualmente, nosso índice de retenção é superior a 85%. Esse índice é ainda mais relevante se considerarmos o ambiente altamente competitivo que temos enfrentado neste segmento”, afirma Marck. 

No portfólio de produtos de linhas financeiras, a Zurich Seguros também dispõe do E&O ou Responsabilidade Civil Profissional (que repara danos causados a terceiros no exercício profissional do segurado), direcionado a diversas categorias profissionais, além do seguro cibernético, o Zurich Cyber Solutions. Considerando os três produtos, o crescimento foi de cerca de 18% ao longo de 2024, puxado sobretudo pelo D&O. 

“A oferta de produtos de qualidade e o tratamento diferenciado aos clientes, com suporte sempre atento e próximo do nosso time de engenharia de riscos, são fatores essenciais para a fidelização dos segurados e são o motivo principal para os resultados positivos que alcançamos nos produtos de linhas financeiras neste último ano”, defende Marck. 

Novo cotador deve impulsionar oferta para médios negócios 

Para estimular a venda de dois desses seguros, ampliar a carteira de D&O e E&O, Marck Sá informou que a companhia está estreando um novo cotador online.  

“A ideia foi trazer aos corretores uma plataforma mais friendly use e aderente ao mercado. Incorporamos diversas melhorias que foram sugeridas pelos próprios corretores. Além da atualização de termos e condições dos produtos de nosso portfólio, a plataforma proporcionará emissão mais rápida na ponta, além de condições para pagamento facilitado”, diz.  

Marck adianta que o novo cotador trará outros benefícios aos corretores, como flexibilidade para aplicação de descontos, ajustes de preços e outros. “O melhor é que tudo isso pode ser acessado com poucos cliques, possibilitando a rápida emissão de apólice”.  

O executivo também ressalta que as melhorias foram pensadas como uma evolução da jornada dos corretores e dos clientes junto à Zurich, sobretudo visando o médio mercado – o superintendente ressaltou que a oferta de produtos e serviços voltados às pequenas e médias empresas fazem parte do plano de expansão e diversificação da seguradora para a carteira de seguros de seguros corporativos. 

“Sem dúvidas, o novo cotador também vem com esse objetivo. Ter uma ferramenta como esta na ponta facilita e flexibiliza a oferta, além de aumentar o controle das apólices pelos corretores, contribuindo para uma oferta maior de soluções e oportunidades para pequenas e médias empresas”, finaliza o executivo. 

Icatu Seguros abre inscrições de Programa de Estágio para o 2º semestre de 2025

A Icatu Seguros, maior seguradora independente do Brasil e reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar pelo Great Place to Work (GPTW), além de estar entre as 15 melhores do país para se desenvolver profissionalmente segundo o ranking LinkedIn Top Companies 2025, abriu inscrições para seu Programa de Estágio. São 15 vagas para atuação na sede da companhia, no centro do Rio de Janeiro, com início no segundo semestre.

As oportunidades são destinadas a estudantes de cursos como Tecnologia, Engenharia de Produção, Ciências Econômicas, Ciências Contábeis, Administração, Estatística, Matemática, Comunicação, Marketing ou áreas correlatas. É necessário estar a partir do 2º período e ter, no mínimo, um ano e meio até a formatura. As inscrições ficam abertas até 25/05 no site https://trabalheconosco.vagas.com.br/icatu-estagio.

Com trilhas de aprendizado personalizadas, job rotation, treinamentos técnicos e comportamentais e acompanhamento contínuo de performance, o programa é estruturado para promover o protagonismo desde o início da carreira. Entre janeiro de 2022 e março de 2025, a Icatu recebeu mais de 280 estagiários. O índice de efetivação é destaque: só em 2024, metade dos participantes foi contratada ao final do programa.

“Nosso objetivo é atrair jovens com vontade de crescer, aprender e construir carreira em um ambiente que valoriza a escuta, a diversidade e o desenvolvimento contínuo. A Icatu tem uma cultura que incentiva o protagonismo desde o primeiro dia, e isso se reflete na alta taxa de efetivação dos nossos estagiários”, afirma Milena Rosa, Gerente de Atração de Talentos da Icatu Seguros.

“Desde o início do processo seletivo, a Icatu faz com que a gente se sinta realmente valorizado. Cada etapa é uma imersão em aprendizado e já antecipa um pouco da experiência de ser estagiário por aqui. Um dos grandes diferenciais é a oportunidade de participar de workshops de pitch e oratória, que nos preparam para a apresentação final — realizada para todos os diretores da companhia”, conta Maria Luiza Castilho, estagiária de Sustentabilidade na Icatu.

Sobre o programa – A carga horária é de 30 horas semanais, com modelo híbrido de trabalho – quatro dias presenciais por semana. A bolsa-auxílio é de R$ 1.500 no primeiro ano e R$ 1.950 a partir do segundo ano. O programa tem duração de dois anos e oferece benefícios como 13º salário, seguro de vida, assistência médica e odontológica, vale-refeição, vale-transporte e convênio farmácia.

Etapas do processo seletivo – Os candidatos passarão por testes online (comportamentais, inglês e raciocínio lógico), dinâmica de grupo virtual e painel presencial com executivos da companhia.


SERVIÇO
Programa de Estágio Icatu Seguros – 2º semestre de 2025
Inscrições até: 25/05
Carga horária: 30h semanais (modelo híbrido)
Local: Centro do Rio de Janeiro
Bolsa: R$ 1.500 (1º ano) / R$ 1.950 (a partir do 2º ano)
Cursos: Tecnologia, Engenharia de Produção, Ciências Econômicas, Ciências Contábeis, Administração, Estatística, Matemática, Comunicação, Marketing ou áreas correlatas
Inscriçõeshttps://trabalheconosco.vagas.com.br/icatu-estagio.

CNseg lança 3ª edição da Agenda Institucional do setor segurador

A regulamentação da Reforma Tributária, a efetivação do Marco Legal dos Seguros, as iniciativas do setor junto a estados e municípios e a implementação de uma agenda de ações no campo da sustentabilidade e clima são os destaques da Agenda Institucional do Setor Segurador, lançada nesta quarta-feira (23), em Brasília (DF). O evento realizado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) teve a participação de executivos das principais seguradoras, parlamentares, autoridades do governo federal e do judiciário e de representantes dos estados.

No terceiro ano consecutivo, a publicação traz um resumo dos principais temas em debate em 2024 e reúne os projetos prioritários para 2025 que estão na pauta tanto no Congresso Nacional quanto no Governo Federal. São ações que visam a competitividade, o desenvolvimento e a sustentabilidade do mercado brasileiro de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização.

Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, o documento apresenta à sociedade, de forma organizada, os temas fundamentais para a ampliação do seguro em todo o país. A Agenda Institucional traz o compromisso com a transparência e a governança, além do diálogo permanente com os Três Poderes nas esferas federal, estadual e municipal, e reforça o compromisso de atuar na promoção de soluções de enfrentamento aos danos climáticos, empreendendo práticas sustentáveis, ressaltou.

Em resumo, os principais pontos para 2025 da Agenda Institucional da CNseg são:

  • Seguro Social Catástrofe: Diante do agravamento da crise climática no Brasil, a CNseg propõe a criação do Seguro Social de Catástrofe. Este seguro privado obrigatório visa fornecer indenização emergencial (cerca de R$ 5 mil) via PIX para vítimas de desastres como inundações e desmoronamentos, financiado por uma pequena taxa mensal (R$ 2-3) em contas de serviços públicos, isentando participantes de programas sociais.
  • Seguro Rural: O Seguro Rural tornou-se indispensável para a segurança financeira dos agricultores e a manutenção da atividade agropecuária no Brasil, especialmente com o aumento das perdas climáticas. Contudo, apenas 7,7% da área agrícola (7,3 milhões de hectares) possui cobertura, muito abaixo do necessário. A CNseg apoia a modernização do Fundo de Seguro Rural, com aportes da União e do setor, além de tecnologia de georreferenciamento, para garantir a sustentabilidade da produção.
  • Seguro para fast track de licenciamento ambiental: O setor segurador propõe o seguro ambiental como ferramenta para modernizar e agilizar (“fast track”) o licenciamento ambiental de projetos de infraestrutura. A CNseg defende que a simplificação do processo seja condicionada à contratação desse seguro, garantindo que a desburocratização venha acompanhada de fiscalização rigorosa e compromisso socioambiental, apoiando iniciativas legislativas e propostas aos governos estaduais para implementar essa abordagem.
  • Nova Lei de Licitações e Obras Paralisadas: Visando aumentar a resiliência da infraestrutura e a transparência em licitações, o setor segurador dialoga com governos e promove o Seguro Garantia com cláusula de retomada, conforme a Nova Lei de Licitações (14.133/2021). Este instrumento permite às seguradoras assumirem obras paralisadas por descumprimento contratual, combatendo a epidemia de “elefantes brancos”, com adesão positiva já observada em estados como Mato Grosso, Paraná e Pernambuco.
  • Veículos: O setor acompanha os debates sobre veículos, ramo que cobre aproximadamente 30% da frota nacional. A CNseg destaca a importância da padronização de procedimentos como a vistoria cautelar e a classificação de danos para reduzir fraudes, assegurar a qualidade dos veículos, proteger os consumidores e contribuir para a redução dos custos dos seguros automotivos. A CNseg destaca sua posição favorável em projetos como o PL 3125/2021, que acrescenta dispositivo aos Códigos Civil e de Trânsito para para responsabilizar o agente provocador e acidente em virtude de uso de bebidas ou drogas. Outra proposta favorável é o PL 8338/2017 que obriga a contratação de seguro de danos de colisão.
  • Associações e Cooperativas de Seguros: O enfrentamento ao exercício ilegal da atividade seguradora e a maior inserção das cooperativas, debatido desde 2015, culminou na Lei Complementar 213/2025. Esta legislação regulamenta as cooperativas de seguros e cria um ambiente adequado para as operações de proteção patrimonial mutualista (anteriormente associações informais), buscando ampliar a proteção ao consumidor e garantir concorrência justa, ao mesmo tempo que define a necessidade de novos modelos de interlocução e fiscalização para esses entrantes. Nesse tema a CNseg atua contrariamente a propostas que estão na contramão da LC 213/2025, como o PL 4844/2012, que permite a criação de associações de proteção veicular.
  • Educação Financeira: A educação financeira é fundamental para um futuro seguro, especialmente diante da longevidade e do desejo de aposentadoria tranquila, embora o planejamento efetivo ainda seja baixo para muitos brasileiros. Nesse cenário, os seguros desempenham papel estratégico como rede de proteção e ferramenta de acumulação. A CNseg destaca que combinar educação financeira com o uso inteligente de seguros é essencial para promover autonomia, estabilidade e qualidade de vida em todas as fases. Um exemplo de atuação nesse tema é a parceria firmada em 2024 junto a Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) para elaborar e divulgar programas de capacitação na administração pública.

Sustentabilidade e COP30

A CNseg tem uma série de projetos voltados para a sustentabilidade, transição climática, mitigação e aumento de resiliência das cidades que serão trabalhados ao longo de 2025 em diversas esferas.

Um dos principais projetos em discussão para enfrentamento às mudanças climáticas é o Seguro Social de Catástrofe. O projeto prevê indenizações emergenciais e auxílio funeral aos afetados por inundações, alagamentos ou desmoronamentos relacionados a chuva. 

Outro exemplo é o projeto para aumento da resiliência de infraestruturas estratégicas que a CNseg vem conversando com autoridades dos poderes executivos das três esferas de poder – Federal, Estadual e Municipal.

Como forma de apresentar a extensa pauta de projetos de sustentabilidade do setor segurador para as principais autoridades globais, a CNseg terá uma participação muito importante durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que será realizada em Belém (PA), em novembro.

Para isso, a CNseg lançou um projeto inovador – a “Casa do Seguro” –, um espaço para promoção do mercado de seguros, sua imagem e conexão com a agenda de sustentabilidade global, destacando o papel do setor na proteção da sociedade e dos investimentos, no contexto da transição climática.

Diálogo institucional

A CNseg enfatiza a relevância do mercado de seguros para a proteção econômica, a redução de riscos e a mitigação de perdas financeiras no Brasil. Diante disso, a Confederação otimiza o diálogo com o setor público e a sociedade para ampliar a compreensão dos benefícios que o seguro proporciona ao país. Nesse sentido, a CNseg tem buscado ativamente a interlocução com diferentes níveis de governo e órgãos reguladores, visando mais transparência e segurança em licitações e obras públicas.

A CNseg tem estabelecido diversas parcerias com entidades governamentais e privadas para impulsionar o desenvolvimento nacional. Destacam-se os acordos com a Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimento (SEPPI) e a Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), com o objetivo de aprimorar as práticas entre os setores público e privado. Adicionalmente, a Confederação acompanha de perto a regulamentação de importantes marcos legais aprovados recentemente, como a Reforma Tributária e o Marco Legal dos Seguros, buscando o constante aprimoramento do setor.

No âmbito do Congresso Nacional, a CNseg prioriza o debate e o acompanhamento de projetos de lei que incentivam a aplicação de seguros no setor público, como o PL 4279/2024 e o PL 5401/2023, que visam garantir a continuidade de obras de infraestrutura. A entidade também se dedica ao PL 2951/2024, que busca aperfeiçoar o Seguro Rural e proteger os produtores contra riscos climáticos e econômicos. Outra preocupação relevante é a valorização da pessoa idosa, com o setor segurador buscando aprimorar leis como o PL 5425/2023 e estimular legislações que facilitem o acesso dos idosos a serviços.

Mitsui Sumitomo lança cobertura e assistência com foco em sustentabilidade para empresas

Mitsui

Fonte: Mitsui

Diante dos desafios ambientais globais e da crescente demanda por responsabilidade socioambiental nas empresas, a economia verde vem ganhando força como um caminho viável e necessário para a sustentabilidade dos negócios e a saúde do planeta. Alinhada a essa agenda, a Mitsui Sumitomo Seguros anuncia o lançamento de uma nova cobertura e uma assistência com viés sustentável no produto MS Empresa, voltado ao segmento SME.

A nova Cobertura Verde permite que, em caso de sinistro, o segurado reconstrua o imóvel com melhorias sustentáveis, como a instalação de placas solares, sistemas de captação de água da chuva e telhados verdes.

Já a Assistência Sustentável oferece a coleta e o descarte correto de equipamentos antigos, como computadores, móveis e eletrônicos, por meio de uma empresa especializada em logística reversa.

“É uma novidade que reforça nosso compromisso com a sustentabilidade, oferecendo aos clientes alternativas mais responsáveis na hora de reconstruir e descartar equipamentos”, afirma Erílio Lucena, Head de Seguros Empresariais da Mitsui Sumitomo Seguros.

Para Luis Nagamine, Diretor Geral da companhia, a novidade reforça o alinhamento estratégico ao propósito corporativo: “Queremos encorajar as empresas também na construção de um futuro mais sustentável. É assim que colocamos em prática nosso posicionamento de oferecer proteção para transformar o mundo.”

Grupo Bradesco Seguros divulga seu Relatório de Sustentabilidade

Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.
Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.

Fonte: Bradesco

O Grupo Bradesco Seguros acaba de publicar seu 3º Relatório de Sustentabilidade – exclusivo da seguradora -, apresentando os avanços e resultados em práticas ambientais, sociais e de governança (ASG), referente ao ano de 2024; alinhado às principais metodologias internacionais de reporte, como GRI – Global Reporting Initiative, SASB – Sustainability Accounting Standards Board e IIRC – International Integrated Reporting Council. O documento reúne iniciativas de destaque, indicadores financeiros e ações das empresas integrantes da Bradseg Participações.

Entre os destaques do relatório estão: 

  • Implementação da Agenda de Negócios Sustentáveis especificando os atributos ASG em produtos e serviços das empresas do Grupo, como Bradesco Auto/RE, Vida e Previdência, Capitalização, Saúde, Novamed e BSP Empreendimentos Imobiliários, dando continuidade ao trabalho iniciado no I Workshop de Negócios Sustentáveis (2023).
  • Aumento de 340% das apólices de seguros para Veículos Elétricos.
  • Maior robustez na atuação da Gestão de Riscos do Grupo Bradesco Seguros, com foco nos riscos socioambientais e climático que está refletido nas tabelas padrões da SUSEP.
  • Celebração dos 20 anos do Projeto Integração Empresa Escola (PIEE), que beneficia em média 900 crianças das comunidades do bairro do Rio Comprido.
  • Realização de mais de 350 horas de mentorias e mais de 380 horas de voluntariado no programa de empregabilidade e educação financeira.
  • Coleta de mais de 80 toneladas de alimentos e apoio a 51 instituições por meio de iniciativas de voluntariado.
  • Integração do serviço de Psicologia Online da Conexa Psicologia Viva aos canais oficiais da Bradesco Saúde (aplicativos e sites), oferecendo uma rede nacional de atendimento.
  • Consolidação das clínicas Novamed como referência do programa Meu Doutor – Atenção Primária à Saúde.
  • Lançamento do desBRAva, programa de capacitação para disseminação da cultura de inovação entre os funcionários.
  • Realização do Festival de Inovação, com participação de mais de 3,5 mil pessoas e um Net Promoter Score (NPS) na zona de excelência.
  • Segunda edição da Semana da Diversidade & Inclusão GBS, com mais de 2,2 mil participações, alinhada ao Dia da Diversidade e Inclusão do Setor de Seguros (25 de setembro).
  • Mais de 3,2 mil participações em iniciativas de formação de lideranças.
  • Melhorias no inventário de gases de efeito estufa, que levaram por exemplo a redução de aproximadamente 130 toneladas de CO2e (escopo 1) com o uso de etanol na frota comercial, por meio de ações internas e campanhas de conscientização.

Para a Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo, Valdirene Soares Secato, o compromisso da seguradora com o desenvolvimento sustentável vem se consolidando nos últimos anos por meio de diversas iniciativas. “Nós promovemos, constantemente, o alinhamento dos nossos produtos, serviços e soluções às melhores práticas socioambientais e de governança da operação. Todas essas ações reforçam nosso comprometimento em prol da sustentabilidade, tendo como direcionadores compromissos voluntários como o PSI (Princípios para a Sustentabilidade em Seguros) e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). Dessa forma, reforçamos os nossos compromissos com métricas internacionais relacionadas a ASG para estruturar nosso relatório, a fim de contribuir com a comparabilidade e padronização de informações no mercado, buscando gerar impacto positivo ao nosso redor”, afirma a executiva.

Leonardo Lourenço assume cargo estratégico no grupo MAG Seguros

Leonardo_Lourenço Grupo Mag Seguros

Com uma trajetória consolidada no setor de seguros, Leonardo Lourenço assumiu em 2025 a função de diretor estatutário de Marketing, Comercial, Tecnologia e Operações do Grupo MAG, acumulando também a liderança da Simple2u e da MAG Capitalização. Com 26 anos de carreira no mercado, sendo 20 deles dentro do Grupo MAG, Lourenço presenciou e protagonizou a transformação de uma seguradora de médio porte em um conglomerado robusto, com atuação ampla em soluções de proteção financeira para públicos diversos — da alta renda a famílias em situação de vulnerabilidade, gestão de ativos, que inclui fundos abertos e fechados, públicos e privados.

A visão estratégica ampliada de Lourenço impulsiona a integração entre os diferentes braços do grupo MAG, que conta com empresas como MAG Seguros, MAG Investimentos, MAG Fundos de Pensão, MAG Finanças e o Instituto de Longevidade MAG.

“O desafio e as oportunidades da área sob minha tutela são imensos, porque envolvem desde a criação de produtos até a entrega de uma jornada fluida para a diversa cadeia de clientes que temos. Estar à frente de tecnologia, operações, comercial e marketing permite enxergar as oportunidades com muito mais clareza”, avalia.

Formado em Administração, com MBA em Marketing e especialização em Marketing Digital, Lourenço ingressou no grupo em 2005, quando a empresa ainda dava seus primeiros passos rumo à expansão. “A MAG era pequena e fui acompanhando esse crescimento acelerado, o que permitiu criar e testar muitas soluções com liberdade. Essa inquietude é uma marca que trago até hoje”, afirma o executivo.

Com passagens por áreas como Marketing, Tecnologia e Produtos, Lourenço idealizou e implantou soluções digitais inovadoras, como a Simple2u — criada após a aprovação da companhia no Sandbox Regulatório da Susep. Voltada para seguros massificados de curta vigência, a insurtech passou a explorar novos modelos de distribuição com foco em praticidade e uso sob demanda.

“Começamos com seguros por horas, diaa e meses, como para residências ou equipamentos eletrônicos, e agora vamos além, com contratos pelo período anual. Isso nos permite dialogar com um novo perfil de consumidor e também levar oportunidades ao corretor tradicional, algo que antes não era viável pelas regras do Sandbox”, explica. O Grupo, que completou 190 anos em janeiro de 2025, vem registrando os melhores resultados comerciais dos últimos anos.

No primeiro trimestre deste ano, geralmente considerado o mais fraco para o setor de seguros, a MAG Seguros registrou crescimento de 24% nas vendas. A meta é chegar a um avanço de 30% até o fim do ano. Segundo Lourenço, o desempenho foi puxado por canais parceiros e pelo portfólio atualizado, com destaque para a linha “Vida Toda”, voltada ao varejo, e a “Private Solutions”, com foco na alta renda.

“Atualizamos coberturas, como por Morte e Adiantamento por Doença Terminal, e investimos em jornadas digitais que simplificam o processo de contratação e solicitação de benefícios, reduzindo consideravelmente o tempo de preenchimento com tecnologia inteligente”, destaca.

A atuação de Lourenço também reforça o compromisso do grupo MAG com a inclusão. Um dos pilares dessa estratégia é a F Seguros, criada em parceria com a Favela Holding. Utilizando a infraestrutura tecnológica da Simple2u, o projeto já alcança comunidades cariocas como Rocinha, Complexo da Penha, e paulista, como Brasilândia e Paraisópolis, atingindo cerca de 300 mil pessoas.

“O objetivo é criar soluções com quem vive a realidade da favela. Eles dizem o que precisam, e nós pensamos em como cobrir. Já temos produtos com coberturas como morte, funeral, sorteio de cesta básica, e queremos evoluir para proteção a pequenos empreendedores, doenças graves e outros riscos cotidianos”, explica.

Para Lourenço, um dos diferenciais dessa operação está na capilaridade e autenticidade da comunicação: os próprios moradores das favelas atuam na venda dos produtos, com histórias inspiradoras e poder de conexão. “Muitas empresas gastam milhões com marketing. Lá, a força está na vivência de quem oferece. E o resultado é a adimplência acima da média, com produtos acessíveis, como o seguro de morte com valor médio de R$ 40 mensais”, relata.

A reorganização do grupo no ano passado, com a permanência de Helder Molina como CEO e a atuação estratégica do Conselho Consultivo — que reúne nomes como Marco Antônio Gonçalves, Gilmar Melo Mendes, José Carlos Mota, Luiz Cláudio Friedheim, Osmar Navarini e Renato Russo — abriu espaço para aceleração da estratégia multicanal e a consolidação de um ecossistema único.

“A estrutura está pronta para sua expansão. Agora é hora de tirar partido dela, integrar as operações e potencializar nossas frentes com uma proposta forte, clara e completa de proteção para todos os perfis”, resume Lourenço. Além da forte presença em seguros, o grupo MAG se destaca por oferecer soluções para fundos de pensão, com atuação em três frentes: patrocinados, públicos e instituídos. A companhia oferece, em combo ou individualmente, gestão de investimentos, administração e cobertura de risco de morte e invalidez, com 80% de market share neste último segmento.

“São fontes de receita relevantes e complementares. E com uma empresa de tecnologia própria cuidando da gestão dos fundos, conseguimos entregar eficiência e robustez para nossos clientes institucionais”, diz.

O objetivo do grupo MAG é crescer 15% ao ano, ritmo mantido nos últimos períodos, após encerrar 2024 com R$3,2 bilhões em arrecadação. Com a atuação de Lourenço, a expectativa é que a sinergia entre os braços do grupo — da alta renda às soluções massificadas e sociais — fortaleça ainda mais a posição da companhia no mercado.

“O grupo MAG construiu ao longo do tempo uma arquitetura organizacional que permite abraçar o ciclo de proteção financeira de forma completa. Agora é hora de transformar tudo isso em uma proposta ainda mais potente de geração de valor e impacto social”, conclui o executivo.

Helvetia e Baloise anunciam fusão e criam a 2ª maior seguradora da Suíça

acordos em seguros

Fonte: Estadão

As seguradoras suíças Helvetia e Baloise anunciaram nesta terça-feira, 22, uma fusão que dará origem à segunda maior companhia de seguros do país, com valor de mercado combinado de 18,1 bilhões de francos suíços (US$ 22,38 bilhões). A transação, estruturada como uma fusão de iguais, é mais um capítulo na onda de consolidação que vem reformulando o setor financeiro europeu.

As seguradoras suíças Helvetia e Baloise anunciaram nesta terça-feira, 22, uma fusão que dará origem à segunda maior companhia de seguros do país, com valor de mercado combinado de 18,1 bilhões de francos suíços (US$ 22,38 bilhões). A transação, estruturada como uma fusão de iguais, é mais um capítulo na onda de consolidação que vem reformulando o setor financeiro europeu.

A nova empresa, batizada de Helvetia Baloise Holding, terá sede em Basileia e será listada na bolsa suíça SIX Swiss Exchange. Com presença em oito países e volume de negócios superior a 20 bilhões de francos suíços, o grupo ocupará a vice-liderança do setor no país, atrás apenas da Zurich Insurance Group, com uma fatia de mercado estimada em 20%.

O CEO da Helvetia, Fabian Rupprecht, comandará o grupo combinado, enquanto o atual CEO da Baloise, Michael Mueller, assumirá como vice-CEO e chefe da integração. O presidente será Thomas von Planta (Baloise), e o vice, Ivo Furrer (Helvetia).

As companhias afirmaram que a fusão trará ganhos complementares, com aumento relevante na geração de caixa e potencial para maiores dividendos. A estimativa é que o negócio traga uma economia de custos é de 350 milhões de francos suíços até 2028. O custo total de integração deve ficar entre 500 e 600 milhões de francos, com cortes de postos de trabalho realizados de forma gradual, via aposentadoria antecipada e não reposição de vagas até 2029.

A conclusão do negócio está prevista para o quarto trimestre, sujeita à aprovação regulatória e antitruste. As assembleias extraordinárias para votação da fusão estão marcadas para 23 de maio. O principal acionista da Helvetia, a Patria Genossenschaft, que detém 34,1% da companhia, já se comprometeu a apoiar a transação.

CSN avança contra IRB na Justiça e pede mais do que vale a companhia

Fonte: Folha

A CSN, do empresário Benjamin Steinbruch, obteve mais uma virada no STJ (Superior Tribunal de Justiça). Desta vez, a siderúrgica conseguiu anular decisões judiciais estaduais que barravam uma disputa envolvendo o IRB (Re) e, se obtiver sucesso, cobrará US$ 700 milhões (R$ 4 bilhões) do instituto de resseguro, cujo valor de mercado é de US$ 654 milhões (cerca de R$ 3,7 bilhões).

A disputa remonta a 2013, quando a CSN fechou um acordo com a SulAmérica e o IRB para encerrar uma batalha judicial que já durava dois anos. Motivo: prejuízos no terminal da CSN no porto de Sepetiba (RJ).

As seguradoras se comprometeram a pagar R$ 168 milhões à siderúrgica, que passaria a cobrar outros R$ 25 milhões de resseguradores internacionais.

As discussões começaram em 2007, porque ambas afirmaram que a apólice não dava cobertura a operações relacionadas à exploração de carvão e a CSN estava desenvolvendo um terminal voltado ao minério de ferro naquele porto.

No entanto, a siderúrgica afirma ter descoberto “vícios” no contrato, cancelou o acordo e abriu novamente um frente na Justiça para exigir reparações.

Houve trocas de acusações. No processo, o IRB disse que a ação movida pela siderúrgica repete uma sistemática da empresa de destruir seus ativos para renovar a cobertura de seu patrimônio com apólices de seguro, o que a CSN nega.

A empresa de Steinbruch considera que as seguradoras falharam em compromissos pactuados de protegê-la, especialmente em relação ao risco da companhia perante concorrentes internacionais.

Prudential do Brasil abre inscrições para Programa Trainee

A Prudential do Brasil está com inscrições abertas para o seu Programa Trainee 2025. O programa oferece vagas no Rio de Janeiro e em São Paulo para as áreas de Operações, Tecnologia, Financeiro e Comercial, todas em modelo híbrido. Podem se candidatar as pessoas que tenham concluído a graduação entre dezembro de 2022 e dezembro de 2024.

“Proporcionamos desafios e experiências práticas de aprendizado e, para isso, procuramos profissionais que tenham afinidade com o nosso propósito de proteger vidas. Contamos com uma jornada de 18 meses de evolução, com job rotation, formação para a gestão de projetos e mentoria com líderes que inspiram a construção de uma carreira. Tudo isso inserido num clima positivo e com equipes super engajadas”, afirma a vice-presidente de Pessoas e Desenvolvimento Organizacional da Prudential do Brasil, Gabriela Al-Cici.

Ao longo do programa, os trainees irão passar por uma trilha de desenvolvimento exclusiva para aprimorar habilidades técnicas e comportamentais, capacitação Green Belt, e mentorias com líderes da organização. Além disso, terão a possibilidade de atuar e propor melhorias nas áreas de rotação, fazendo a gestão de projetos e entregas com resultados de impacto no negócio.

Etapas do processo seletivo

Após a etapa de inscrição, os candidatos passam por um processo que inclui testes online, dinâmica gamificada, painel de negócios presencial e entrevistas individuais com líderes da organização. O programa oferece remuneração competitiva e benefícios como seguro de vida em grupo Prudential, participação nos lucros, plano de previdência privada, assistência médica e odontológica, vale refeição e alimentação, Wellhub e auxílio creche ou babá. As inscrições para o Programa Trainee da Prudential vão até 16 de maio e podem ser feitas pelo site Programa Trainee da Prudential.

Com regulação à vista no Brasil, mercado de créditos de carbono deve atrair novas soluções de seguro

por Carolina Jardim, diretora de Crédito Especial, e Mariane Buesa, gerente de Especialidade de Crédito da corretora de seguros e consultoria de riscos Marsh Brasil

Desde a adesão ao Acordo de Paris, o Brasil tem operado em um mercado voluntário de créditos de carbono, no qual empresas estabelecem metas próprias para limitar emissões de gases de efeito estufa. Desde então, seguradoras têm explorado formas de mitigar riscos associados às transações voluntárias, como inadimplência, não entrega de créditos, invalidação ou cancelamento por problemas de certificação.

Agora, a promulgação da Lei 15.042, em 11 de dezembro do ano passado, marca o início da transição para um mercado regulado, instituindo o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE). A mudança traz novas demandas de segurança jurídica e operacional, que devem atrair investimentos e fomentar a expansão do setor.

Esse cenário demanda soluções securitárias mais sofisticadas para mitigar riscos específicos, como mudanças regulatórias e eventos climáticos extremos que afetem projetos de reflorestamento ou conservação, bem como riscos políticos associados a operações transnacionais. Ainda a equiparação dos créditos de carbono a valores mobiliários supervisionados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) amplia a necessidade de proteção contra riscos legais e financeiros.

Nesse sentido, o mercado segurador deverá atuar como um pilar fundamental na estruturação e na viabilização de projetos de crédito de carbono, tanto no mercado interno quanto para exportação.

Quais as perspectivas da nova lei?

O SBCE será implementado em fases, estimando-se que a operacionalização completa ocorra em até cinco anos. A regulamentação inicial, criação do órgão gestor e definição dos setores que serão regulados acontecerá na primeira fase, que deve durar entre 12 e 24 meses.

Nesse período, serão estabelecidos os detalhes operacionais do sistema e as bases jurídicas para o funcionamento do mercado.

O que muda com a regulação?

  • As empresas passam a ter limites anuais de emissões de gases de efeito estufa, determinados pelo governo. Será obrigatório apresentar relatórios padronizados de monitoramento, relato e verificação (MRV) das emissões.
  • Os créditos de carbono serão equiparados a valores mobiliários, ficando sob supervisão da CVM. Essa mudança traz previsibilidade e estabilidade ao mercado, ampliando a segurança jurídica das transações. Além disso, cria-se uma nova classe de ativos, a ser explorada pelas empresas.
  • Serão implementados critérios padronizados para certificação de créditos e verificação de emissões, reduzindo o risco de fraudes, como a venda duplicada de créditos ou certificações inadequadas.
  • A regulação alinha o Brasil às práticas internacionais, aumentando a confiança de investidores nacionais e internacionais e facilitando a exportação de créditos de carbono para mercados regulados, como União Europeia, Estados Unidos (Califórnia) e Nova Zelândia.

Potencial de mercado no Brasil

Com uma vasta cobertura florestal, o país está em posição privilegiada para implementar iniciativas de captura e redução de emissões, como projetos de reflorestamento, restauração de biomas e manejo sustentável – o que sinaliza um enorme potencial para se destacar como fornecedor global de créditos de carbono.

Com o apoio técnico do Banco Mundial, por meio do programa Partnership for Market Implementation (PMI), o país está seguindo um roteiro que incorpora aprendizados e experiências globais. O setor de seguros tem um papel estratégico nesse cenário para fortalecer o mercado voluntário atual, e apoiar a construção de uma base sólida para a transição ao mercado regulado.

Com essa perspectiva, não é necessário esperar cinco anos para agir: o momento para estruturar operações robustas e confiáveis e atrair novos investidores é agora.