A Liberty Seguros e a Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) fecharam um convênio que irá proporcionar vantagens aos associados da entidade. Com a parceria, os empresários do segmento terão acesso às coberturas e serviços do Liberty Hotéis e Pousadas, produto desenvolvido especialmente para médias e pequenas empresas do mercado hoteleiro. Este seguro dispõe de uma série de coberturas especiais, tendo como básica a cobertura de Incêndio, além de assistência 24 horas com serviços gratuitos como encanador, eletricista, chaveiro, vidraceiro, recuperação de ventilador de teto e frigobar com mão de obra especializada, entre outros serviços.
Outra vantagem do produto é que os empresários contam com a praticidade da contratação por telefone por meio de uma central exclusiva. Dentre as coberturas especiais, destaque para a possibilidade de contratação de cobertura contra danos às bagagens de hóspedes dentro do hotel e contra roubo e/ou subtração de bens de hóspedes mediante arrombamento.
“O seguro é bastante acessível e o seu valor varia de acordo com o número de coberturas contratadas. Oferecemos mais de 30 opções de cobertura para cada segmento, além dos serviços que sempre são necessários aos segmentos de hotéis e pousadas”, explica Luiz Paladino, diretor de Riscos Patrimoniais Empresariais da Liberty Seguros.
A parceria é uma importante iniciativa tanto para a Liberty Seguros quanto para a FBHA. A federação é uma das maiores entidades do país e representa cerca de 61 sindicatos filiados e aproximadamente 940 mil empresas entre hotéis, pousadas, restaurantes, bares e similares. “Todos os empresários do setor associados à federação têm acesso facilitado a todas as coberturas do seguro e aos serviços de assistência, essenciais para a segurança dos estabelecimentos e de seus clientes”, afirma Paladino.
O mercado de seguros de pessoas, que engloba produtos como o seguro prestamista, seguro educacional e seguros de vida individual e em grupo, movimentou R$ 2,2 bilhões em outubro, valor 13,53% superior ao R$ 1,9 bilhão registrado no mesmo mês do ano anterior. O seguro de vida segue como a modalidade de seguros de pessoas com maior arrecadação de prêmios. A carteira de vida movimentou R$ 906,8 milhões no mês, alta de 18,14% frente a igual período de 2012, segundo levantamento da entidade. “O desempenho deste seguro está diretamente relacionado ao crescimento da renda do brasileiro e à importância do produto para manutenção do padrão de vida dos dependentes na ausência do responsável financeiro na família”, diz Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida, entidade representante de 74 empresas que comercializam seguros de pessoas e previdência complementar aberta).
O auxílio funeral, produto que prevê cobertura das despesas incorridas com o sepultamento, em caso de falecimento do segurado, registrou o maior crescimento relativo no mês. Movimentou R$ 55 milhões, expansão de 233,09% na comparação com o mesmo período do ano anterior. “O auxílio-funeral é um produto que todos têm necessidade, independente da classe social. É um tipo de seguro que cobre despesas relativas ao sepultamento no caso de falecimento do segurado, e está muito ligado ao conforto dos familiares nestas situações, já que o seguro cuida de toda a burocracia”, explica o presidente da entidade.
No mês de outubro, o seguro contra desemprego e perda de renda foi outro produto com desempenho positivo. A modalidade somou R$ 5,5 milhões, 43,08% superior aos R$ 3,8 milhões registrados no mesmo mês em 2012. “Esse é um seguro que está entre os mais procurados pelos brasileiros porque garante ao segurado uma renda temporária em caso de desemprego, para o pagamento de dívidas e prestações”, afirma.
O levantamento da FenaPrevi mostra também que o seguro de acidentes pessoais obteve um bom desempenho em outubro de 2013. Contabilizou R$ 417,9 milhões em prêmios, alta de 16,91% em relação aos R$ 357,5 milhões alcançados em outubro de 2012.
Indenizações
No mês de outubro, os segurados receberam cerca de R$ 674,1 milhões em indenizações, 40,78% a mais do valor registrado no ano anterior, quando as seguradoras pagaram R$ 478,8 milhões às pessoas em forma de indenizações. “As indenizações demonstram a importância social do seguro. Ele proporciona proteção e garantia para a continuidade dos projetos pessoais e da vida econômica, do segurado e de seus familiares”, afirma Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida, entidade representante de 74 empresas que comercializam seguros de pessoas e previdência complementar aberta).
Resultado Acumulado – Jan/Out de 2013
Na avaliação do resultado de janeiro a outubro o mercado de seguro de pessoas acumulou R$ 21,3 bilhões em prêmios. O resultado no período foi 18,09% maior que o verificado no mesmo período do ano passado.
Ranking das seguradoras por prêmios em outubro de 2013 – R$ 2,2 bilhões
A Bradesco Seguros teve seu rating mantido pela agência de classificação de risco Fitch Ratings. O rating de Força Financeira Internacional da Bradesco Seguros foi mantido em A- e o rating nacional em AAA(bra), ambos com perspectiva estável.
Segundo a Agência, os ratings também refletem a posição de liderança da Bradesco Seguros no mercado de seguros brasileiro, o desempenho consistente, a base de receita diversificada, a forte capacidade de distribuição apoiada pela ampla rede de Agências do Banco Bradesco e as proporções confortáveis de liquidez e capitalização.
Para atender com maior agilidade aos chamados dos clientes ao call center e manter a qualidade dos atendimento durante as festas de fim de ano, o grupo BB e Mapfre elevará sua capacidade de atendimento nas cidades que mais recebem turistas nesta época do ano.
A operação, que abrange 445 cidades, tem como objetivo reforçar a frota com guinchos, reboques e socorro mecânico, e leva em considerou a demanda por serviços nas cidades eleitas versus a dificuldade de acionamento. Mais de 500 prestadores estarão envolvidos na ação, que representam 80% dos serviços prestados pela companhia no período de festas.
Segundo Paulo Rogerio Oreste, superintendente executivo de Logística do Grupo BB e Mapfre, mais de 50 mil serviços deverão ser prestados no período, entre chaveiro, socorro mecânico, táxi e guincho auto. A previsão leva em consideração análise e histórico do Grupo, quando a demanda por serviços aumenta consideravelmente.
Para maior eficiência da central logística, o atendimento também foi segmentado para que cada uma das cidades onde ocorre a operação tenha operadores exclusivos para acionamento da rede prestadora. As escalas de funcionários foram revistas e a quantidade de operadores para o período foi fortalecida com horas extras, para os horários de maior movimento nas estradas.
“Durante todo o feriado, serão estabelecidos plantões para garantir o suporte e a continuidade dos atendimentos aos segurados. Módulos de contingência e agentes de solução foram estrategicamente planejados para solucionar eventuais quedas de sistema ou dificuldade de acesso aos Centros de Atendimento, localizados nas cidades de Alphaville e São Paulo”, explica Antônio Clemente, diretor Geral de Assistência e Pós-Venda do Grupo BB e Mapfre.
Para minimizar o tempo de espera durante os chamados ao call center, a frota estará estrategicamente posicionada nas rodovias de maior fluxo de veículos. Caminhões personalizados com as logomarcas do Grupo BB e Mapfre serão estrategicamente posicionados nas rodovias de maior movimento que dão acesso aos litorais e ao interior.
Em São Paulo, as estruturadas estão preparadas para atender ocorrências em 120 cidades do interior do Estado e 10 cidades do litoral, entre elas Ubatuba, São Sebastião e Caraguatatuba, Santos, São Vicente, Guarujá e Praia Grande, as cidades do Vale do Paraíba (São José dos Campos) e ABCD. No Rio de Janeiro, a operação contemplará 36 cidades, com reforços nos trechos de maior fluxo de veículos, entre eles, Região dos Lagos (Araruama), Região Sul (Angra dos Reis e Parati), Grande Rio (São Gonçalo) e Região Sul Fluminense (Resende e Volta Redonda).
Em Minas Gerais, além da capital e grande Belo Horizonte, a estrutura será reforçada em 59 cidades. No Mato Grosso as cidades assistidas são Alta Floresta, Barra do Bugres, Barra do Garças, Caceres, Cuiabá, Jangada, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sorriso e Váerzea Grande. No Mato Grosso do Sul, em Bataguassu, Campo Grande, Chapada do Sul, Dourador, Ponta Porã e Três Lagoas.
No Distrito Federal, Brasília e 11 cidades satélites receberão reforços de guinchos e prestadores de serviços.Em Goiás, as estruturas serão fortalecidas nas cidades de Alexania, Anápolis, Aparecida de Goiânia, Caldas Novas, Catalão, Cristalina, Goianésia, Itumbiara, Luziânia, Mineiros, Morrinhos, Rio Verde, Valaparaíso de Goiás, Vianópolis, além da capital Goiânia.
Nas cidades do Nordeste, as estruturas serão reforçadas em dezenove cidades da Bahia, no Ceará (Aracati, Caucaia, Fortaleza, Juazeiro do Norte, Aracati, Canindé, Limoeiro do Norte e Umirim) e em Pernambuco (Caragibe, Caruaru, Gravatá, Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista, Petrolina, Recife, Vitória de Santo Antão, Palmares, Cabo de Santo Agostinho, Garanhuns e Tamandaré). No Sul, a operação contempla, no Paraná, a capital e 34 cidades; em Santa Catarina, em 36 cidades, e em 33 cidades do Rio Grande do Sul.
A coluna de Ricardo Boechat, na Istoé, dá como certa a vinda do Secretário-executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Dyogo de Oliveira para o mercado de seguros. O colunista afirma que ele trocará Brasília pelo Rio de Janeiro. Assumirá o cargo de superintendente da Susep. Luciano Santana, que ocupava o posto com a bênção do PTB, vai para uma das vice-presidências do Banco do Brasil.
A Bradesco Capitalização totalizou mais de R$ 7,1 milhões em prêmios de sorteio distribuídos no mês de novembro. Foram 250 títulos contemplados, sendo 94 em São Paulo; 29 na Bahia; 19 no Rio de Janeiro; 17 no Paraná e em Santa Catarina; 14 em Minas Gerais; 12 em Pernambuco e no Rio Grande do Sul; 4 no Espírito Santo e no Pará; 3 em Alagoas, no Ceará, em Goiás, no Maranhão e no Mato Grosso; 2 no Amazonas, no Mato Grosso do Sul, no Rio Grande do Norte e em Sergipe; e 1 no Acre, no Amapá, no Distrito Federal, na Paraíba e em Tocantins.
O site da Bradesco Capitalização (bradescocapitalizacao.com.br) disponibiliza os resultados dos sorteios dos títulos de capitalização. Para fazer a consulta dos números sorteados, basta acessar o site, clicar em “Resultados dos Sorteios”, em “Confira Agora” e selecionar um ou mais produtos. O site disponibiliza, para conferência, os resultados do mês corrente e anteriores. Além disso, o cliente que possui acesso ao Bradesco Internet Banking tem a facilidade de consultar o seu saldo, combinações para sorteio e o informe de rendimentos dos seus títulos de capitalização.
A Liberty Seguros, Seguradora Oficial da Copa do Mundo FIFA 2014™, foi destaque no Prêmio Inconfidência Mineira 2013, realizado pelo SINCOR-MG (Sindicato dos Corretores de Seguros de Minas Gerais). Do total de cinco prêmios, a seguradora venceu quatro, nas categorias Melhor Seguradora, representada pelo gerente da filial de Uberaba Mavros Porfírio; Melhor Seguradora de Ramos Elementares; Gerente de Contas, com Ana Carolina Martins; e Diretor Regional, com Alexandre Moreira. A votação é eletrônica e feita pelos corretores da região. “Sermos escolhidos como melhores pelos corretores comprova que o nosso trabalho junto aos parceiros está sendo reconhecido e eficaz, sempre promovemos treinamentos e visitas para que eles conheçam nossos produtos e não tenham dificuldades no momento da venda”, comenta Mavros Porfírio.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou o grupo suíço Zurich a abrir uma empresa de títulos de capitalização no Brasil, segundo decisão tomada assembleia geral extraordinária realizada em 13 de novembro de 2013. A empresa inicia suas operações com capital de R$ 21,8 milhões, informa o Diário Oficial desta quinta-feira. Com isso, o grupo passa a atuar em todos os segmentos do mercado segurador, supervisionado pela Susep, que inclui seguros gerais, previdência aberta e vida. A capitalização registrou receita global de R$ 17 bilhões de janeiro a outubro deste ano, alta de 25,7% em relação ao mesmo período do ano passado. As provisões técnicas acumuladas, valor total garantido por aplicações financeiras, e que será futuramente devolvido aos clientes, ultrapassou os R$ 25 bilhões. Os títulos de incentivos de vendas e os que substituem o fiador nos contratos de locação de imóveis foram os destaques de vendas no período analisado.
Como forma de proporcionar um atendimento mais ágil e objetivo aos clientes, a Liberty Seguros, Seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™, está implantando uma nova ferramenta de CRM em “Cloud Computing” na plataforma da Salesforce, empresa reconhecida com uma das mais inovadoras do planeta. O objetivo do projeto é fazer com que todas as interações com os segurados sejam registradas em um único ambiente, permitindo com que a companhia tenha uma visão 360° do cliente.
Em 2012 a equipe de TI, em parceria com a área de Operações, iniciou a busca por uma alternativa para a antiga ferramenta de CRM, que estava bastante defasada e com muitos gaps. Após conhecer várias soluções de mercado a companhia decidiu por adotar a plataforma da Salesforce, que garantiu de forma nativa a solução de cerca de 80% dos gaps identificados no modelo antigo, sendo que o restante pode ser solucionado por meio de customizações no sistema.
“Nesta fase foram migradas para o Salesforce as áreas de pós-venda, telemarketing, cobrança ativa, emissão e sinistros. Mais de 400 pessoas estão envolvidas com o atendimento aos clientes. São mais de 130 mil ligações e 81 mil chamados via chat por mês. Isso mostra a grandeza do projeto e da nossa preocupação em investir constantemente em soluções inovadoras para satisfazer nossos segurados”, comenta Ana Lucia D´Amaral, diretora de Tecnologia da Liberty Seguros.
A nova ferramenta também permite uma melhor gestão da área de atendimento, já que a própria área de Operações pode gerar relatórios, painéis, alertas e indicadores de desempenho, de forma mais simples e objetiva.
Prosseguindo tendência verificada em setembro, o segmento de previdência complementar aberta voltou a registrar captação líquida positiva (diferença entre arrecadação e resgates) no mês de outubro. O sistema registrou saldo positivo de R$ 3,6 bilhões, 287,03% acima dos R$ 935 milhões registrados no mês de setembro, segundo dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 61 seguradoras e 13 entidades abertas de previdência complementar no país.
Os ingressos de novos recursos no sistema totalizaram, no mês de outubro, R$ 6,8 bilhões, alta de 8,05% na comparação com os R$ 6,3 bilhões registrados no mesmo mês do ano anterior. De acordo com o presidente da FenaPrevi, Osvaldo do Nascimento, os investidores compreenderam as causas da volatilidade verificada no meio do ano e retomaram os investimentos. “A expectativa é de que nos próximos meses tenhamos mais crescimento na arrecadação. Os incentivos fiscais dos planos continuam sendo o grande diferencial para quem investe no longo prazo”, avalia.
Os planos empresariais foram destaque, com expansão de R$ 655,5 milhões, alta de 24,02% frente ao mesmo mês em 2012. Os planos individuais registraram captação de R$ 5,9 bilhões no período, alta de 7,99% frente ao resultado de outubro de 2012. Já os planos para menores fecharam o mês com arrecadação de R$ 149,9 milhões, retração de 29,77% frente ao mesmo período do ano anterior.
Segundo dados da FenaPrevi, o segmento tem atualmente 12.706.680 contratos ativos e 96.223 pessoas usufruíram dos benefícios em outubro (aposentadorias complementares, pecúlios, por morte e por invalidez, e pensões, por morte e por invalidez).
Carteira de Investimento – No mês de outubro, a carteira de investimentos do segmento de planos de caráter previdenciário apresentou saldo de R$ 364,9 bilhões, alta de 12,48% em relação aos R$ 324,4 bilhões computados no mesmo mês do ano anterior.
Ranking das Empresas – Carteira de Investimentos (R$ 364,9 bilhões)
A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking no período, com 32,28% do total das reservas; Itaú Vida e Previdência (23,88%); BrasilPrev Seg. e Previdência (22,04%); Zurich Santander Seg. e Prev. (5,83%); Caixa Vida e Previdência (5,80%); HSBC Vida e Previdência (3,09%); Icatu Seguros (2,07%); Sul América Seg. e Previdência (1,23%); Safra Vida e Prev. (0,90%); Porto Seguro Vida e Prev. (0,67%). As demais entidades somam, no total, 2,21% da carteira de investimentos.
Provisões – As provisões (recursos acumulados pelos titulares dos planos de caráter previdenciário) apresentaram saldo de R$ 355,6 bilhões em outubro, 14,31% maior que o valor registrado (R$ 311,1 bilhões) no mesmo mês em 2012.
As provisões do VGBL tiveram crescimento de 18,38% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, passando de R$ 197,7 bilhões em outubro de 2012 para R$ 234 bilhões em outubro de 2013. Já as provisões dos planos PGBL cresceram 8,39% no mesmo período, passando de R$ 72,5 bilhões em outubro de 2012 para R$ 78,6 bilhões em outubro de 2013. As reservas dos planos tradicionais, por sua vez, passaram de R$ 40,2 bilhões para R$ 42,3 bilhões em outubro de 2013, expansão de 5,20%.
Com relação ao market share, os planos VGBL mantiveram a liderança no volume de provisões entre os planos de caráter previdenciário, com 65,81% do total, seguidos pelos PGBL, com 22,12% do volume total, enquanto os planos tradicionais contaram com 11,92%. Outros produtos – incluindo os FAPI – completam a equação, com 0,15%.
Resultado no acumulado – Janeiro a Outubro de 2013
No acumulado de janeiro a outubro, os recursos arrecadados pelo sistema também tiveram alta. Ingressaram R$ 58,2 bilhões, valor 6,79% maior que o verificado no mesmo período do ano anterior.
Na análise por forma de contratação, os planos individuais tiveram incremento de 7,71% em relação ao mesmo período do ano anterior, tendo arrecadado R$ 52,7 bilhões, sendo que os planos para menores arrecadaram R$ 1,3 bilhão, retração de 11,53% em relação ao acumulado do ano anterior. Já os planos coletivos (empresariais) arrecadaram R$ 5,4 bilhões, registrando leve retração de 1,40% na mesma comparação (R$ 5,5 bilhões).
O tratamento fiscal – As aplicações em planos de previdência privada são voltadas ao longo prazo, com tributação diferenciada para o poupador. No PGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda (IR) pelo formulário completo, o poupador pode deduzir, anualmente, da base de cálculo do tributo, o valor total dos aportes efetuados no plano, durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição. “É o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do IR devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício”, diz Nascimento.
Para usufruir da dedução, o investidor em previdência privada aberta tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração. Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar aberta (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. “No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL”, afirma o presidente da entidade.
De acordo com o presidente da FenaPrevi, é importante destacar que, para ambas as modalidades de planos (PGBL e VGBL), não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em outras aplicações, à exceção da caderneta de poupança. Outra característica do PGBL e do VGBL é a possiblidade do poupador optar pelo regime de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, deste modo, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem aplicados , menor será a alíquota do Imposto de Renda incidente.
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