Marco Antonio Rossi assume hoje a presidência da Fides

fides rossiMarco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros e da CNseg, assume hoje a presidência da Fides, representada por 18 países da América Latina, Estados Unidos e Península Ibérica, tendo como objetivo estimular o desenvolvimento do mercado segurador, defendendo a iniciativa privada e padrões éticos e técnicos em todas as atividades relacionadas ao setor.

Entre os dias 10 e 13 de novembro foi realizada a 34ª Conferência Hemisférica de Seguros (www.fides2013.com), na Guatemala. De acordo com Marco Antonio Rossi, o Brasil já representa cerca de 50% das contribuições de seguros na América Latina e Caribe e um presidente brasileiro na instituição contribuirá para evidenciar a importância do mercado brasileiro na região. Frente às grandes transformações vivenciadas pelo mundo dos seguros, o futuro presidente da Fides afirmou que pretende estimular os debates relacionados às questões regulatórias, os desafios de entendimento e os novos comportamentos dos consumidores, norteando, assim, sua gestão, informa nota no portal da CNseg.

Foto postada no perfil de Tarcisio Godoy no Facebook.

Supertufão Haiyan pauta a 9ª Conferência Internacional de Microsseguros, que acontece nos dias 12 a 14 de novembro, em Jacarta

tufao filipinasA 9ª Conferência Internacional de Microsseguros, em Jacarta, na Indonésia, acontece num momento crítico. O supertufão Haiyan, em ação desde a última sexta-feira, deixou apenas destroços por onde passou nas Filipinas. A maioria das perdas, tanto vida como bens materiais, atingiu a população de menor renda, público alvo do microsseguro. No mundo, o potencial do microsseguro é de US$ 40 bilhões em prêmios por ano, segundo estatísticas da Allianz, uma das maiores seguradoras do mundo. O público potencial estimado é de 2,6 bilhões de pessoas, com ganho entre US$ 1,25 e US$ 4 por dia.

A tragédia nas Filipinas trouxe um tom mais urgente na busca de soluções para desafios críticos como a distribuição, os modelos de negócios e investimentos necessários para levar proteção a uma camada da população que mais sofre com a ocorrência de danos da natureza. O evento, organizado pela Munich Re, Microinsurance Network, Insurance Council of Indonesia (DAI) e Indonesian Financial Services Authority (OJK), reúne cerca de 400 especialistas em microsseguros entre os dias 12 e 14 de novembro, focados nas tendências do microsseguro na região e no mundo.

Segundo informações de agências internacionais, 87% dos filipinos não têm seguro. O número de mortes é provavelmente entre 2 mil e 2,5 mil, segundo informou o presidente do país, Benigno Aquino, em entrevista à CNN nesta terça-feira (12). Inicialmente, a ONU havia divulgado estimativa de 10 mil mortes. Segundo a agência Bloomberg, as perdas econômicas podem ficar entre US$ 12 bilhões a US$ 15 bilhões. Desse valor, apenas algo entre 10% a 15%, ou seja, US$ 2 bilhões, contam com proteção de seguro.

O supertufão, sem dúvida, devastou enormes áreas de agricultura. Ventos de 195 mph e ondas de cinco metros de altura ameaçaram grande parte da nação do Pacífico. É para esse tipo de situação que a indústria de seguros tem voltado a sua atenção, buscando ofertar produtos vinculados a índices climáticos. Em evento realizado em agosto deste ano em São Paulo, Alfredo Gómez, Head of Latin America Treaty Underwriting da Swiss Re, citou o caso do Haiti, onde o programa Microinsurance Catastrophe Risk Organization (Micro) da Swiss Re oferece, desde 2011, proteção aos pequenos empreendedores afetados por catástrofes. Segundo Gómez, a subscrição é feita com base em riscos paramétricos e a liquidação de sinistros e pagamento ao segurado é rápida e transparente. Atualmente, 50 mil segurados estão protegidos contra inundação, vendaval e terremoto. Bangladesh é outro exemplo recente, que em agosto, passou a proteger 1,6 mil famílias, com coberturas de US$ 100.

Esse tipo de produto tem ajudado o microsseguro, viável diante da parceira entre organizações não governamentais, resseguradoras e instituições financeiras, a crescer a passos largos no mundo e já chega a representar cerca de 15% das vendas mundiais da indústria de seguros. Para empresas realmente interessadas em criar vínculos com esse mercado, os prejudicados não têm de provar suas perdas. Afinal, em catástrofes como a ocorrida nas Filipinas, a maioria dos seguarados perdeu tudo. Sem apólices, sem notas fiscais. Restaram apenas a dor, a fome, a miséira e a esperança de ajuda humanitária. O valor da indenização do microsseguro é pequeno, assim como o valor do prêmio cobrado. As seguradoras pagam a indenização baseada em expectativas levantadas durante a subscrição do risco. O que, para alguns, já pode significar um recomeço com a compra de um equipamento ou para reconstrução de parte da residência.

Dados dos organizadores do encontro em Jacarta informam que mais de 170 milhões de pessoas de baixa renda da região participam de programas de microsseguros. Segundo recente pesquisa divulgada pela Munich Re Foundation, o setor de microsseguros na Ásia e na Oceania chegou a 172 milhões de vidas e propriedades cobertas, o que representa uma taxa de crescimento anual de 40% entre 2010 e 2012. No Brasil, o mercado potencial foi estimado inicialmente em 100 milhões e revista recentemente para 40 milhões.

A Índia é líder no mercado com mais de 100 milhões, enquanto a Malásia e a Indonésia são considerados os mercados de microsseguros mais vibrantes, com uma taxa de 185 % e 100% de crescimento, respectivamente, sobre o mesmo período. Apesar destes resultados animadores, o setor de microsseguros hoje cobre menos de 5% das pessoas que vivem na Ásia e na Oceania. “Quando as pessoas de baixa renda não são capazes de gerenciar riscos, eles não podem quebrar o ciclo da pobreza “, afirma Craig Churchill, presidente da Microinsurance Network, em nota divulgada. Por esta razão, “o acesso ao seguro por pessoas de baixa renda é essencial para o desenvolvimento sustentável de um pais.” Atualmente, o seguro de vida é o principal risco vendido para as pessoas de menor renda, com 83 mil, seguido por acidente (77 mil), saúde (27 mil), agricultura (26 mil) e propriedade (7 mil).

No Brasil, apesar de registrar vários programas de seguro voltado para o menor renda, o microsseguro acaba de ser regulamentado e as estatísticas apenas começam a ser divulgadas. Caixa Seguros, BB e Mapfre e Bradesco estão entre as empresas que já divulgam estatísticas das vendas de microsseguros. Segundo dados da consultoria Siscorp fornecidos ao blog Sonho Seguro, até setembro essas companhias arrecadaram prêmios de R$ 5,5 milhões.

Risco no Brasil – Apesar de ser um país considerado livre de catástrofes, o Brasil enfrenta sérios riscos. Estudos da Swiss Re revelam que no período de 2004 a 2010, o governo federal do Brasil gastou US$ 2,6 bilhões em medidas de remediação de catástrofes naturais, mas investiu apenas US$ 280 milhões em ações preventivas nesse período. A maior parte dos gastos é para alívio emergencial, o que acaba saindo caro para todo mundo. Um dado preocupante sobre o aumento da população brasileira exposta ao risco de inundação. Estudo da Swiss Re estimou o aumento de 33 milhões de pessoas para 43 milhões em 2030. O estudo previu, ainda, que as perdas anuais com inundações no Brasil poderão aumentar de US$ 1,4 bilhão para US$ 4 bilhões em menos de 20 anos.

É preciso fazer algo mais concreto e que realmente atenda as populações de menor renda, que hoje dependem das doações, uma vez que os recursos dos governos dificilmente chegam aos mais pobres na proporção da necessidade que uma tragédia exige. Segundo as agências humanitárias da ONU, as Filipinas vão necessitar de US$ 301 milhões em ajuda humanitária após a passagem do supertufão Haiyan. Ontem, pelo menos oito pessoas morreram numa cidade das Filipinas quando um grupo de sobreviventes do tufão Haiyan invadiu um armazém de arroz. Cerca de 100 mil sacas de arroz foram roubadas. Arroz… ou seja… os que não morreram passam fome. E a fome é um dos riscos mais eminentes para a ocorrência de uma guerra.

Harley-Davidson Financial Services lança seguro para motocicletas no Brasil

tarcisio godoyRelease

A Harley-Davidson Financial Services traz ao Brasil mais um novo produto, o seguro para motocicletas Harley-Davidson. Com ele, o braço financeiro da marca amplia ainda mais seu portfólio no mercado nacional, contribuindo para melhorar a experiência Harley-Davidson® dos clientes. O novo produto estará disponível no início de dezembro em todo o território brasileiro.

“A aquisição de uma motocicleta Harley-Davidson é a realização de um grande sonho de nossos clientes. Por isso, a oferta do seguro é uma ótima opção para que protejam o bem. Do nosso lado, aprimoramos a experiência deles com a marca e a deixamos mais premium e exclusiva”, afirma Longino Morawski, diretor-superintendente Comercial da Harley-Davidson do Brasil.

Oferecido em diversos países, o seguro para motocicletas Harley-Davidson oferece a cobertura automática de acessórios, muito valorizada pelos clientes. No Brasil, o produto foi desenvolvido por meio de um contrato de parceria entre a Harley-Davidson Financial Services e o Grupo Bradesco Seguros.

O seguro para motocicleta Harley-Davidson será oferecido a todos os clientes da marca e permitirá a manutenção, por um ano, sem depreciação, do valor do bem nos casos em que o seguro for contratado desde a compra da motocicleta na concessionária. Também terá validade quando for decretada a indenização integral, garantindo ao proprietário o valor de uma moto zero-quilômetro, desde que tenha sido o primeiro sinistro da apólice. Além disso, a cobertura inclui, até o valor de R$ 10 mil, os acessórios originais adquiridos nas concessionárias Harley-Davidson. Oferece, ainda, coberturas para danos causados na motocicleta e a terceiros, bem como coberturas adicionais de serviços de Assistência Dia e Noite, com quilometragem livre.

Em caso de roubo ou sinistro, basta o cliente entrar em contato com a concessionária onde a moto e o seguro foram adquiridos. O corretor responsável coordenará todas as ações necessárias para a solução do problema.

“Na Harley-Davidson, valorizamos o relacionamento que temos com nossos clientes e sua experiência de possuir uma motocicleta da marca. O novo seguro de motocicleta Harley-Davidson vai oferecer ainda mais opções para proteger esse investimento feito por eles e aumentar o prazer de pilotar uma motocicleta Harley”, diz John Klein, diretor regional da Harley-Davidson Financial Services para a América Latina.

“É uma honra ser a seguradora oficial de uma marca cobiçada e desejada como a Harley-Davidson. O Grupo Bradesco Seguros tem orgulho de aliar seu nome a esse ícone, que desde 1903 simboliza estilo de vida, liberdade e segurança”, explica Tarcísio Godoy (foto), diretor-geral da Bradesco Auto/RE, empresa integrante do Grupo Bradesco Seguros.

Produtos Harley-Davidson Financial Services

Além do seguro para motocicletas, a Harley-Davidson Financial Services, presente no Brasil desde dezembro de 2011 por meio de parcerias, oferece outros produtos financeiros para que o cliente possa desfrutar de uma experiência completa e premium com sua motocicleta Harley-Davidson.

Financiamento de motocicletas – O Harley-Davidson Finance é um produto especialmente criado para a compra de motocicletas da marca nas concessionárias oficiais. Os prazos são de 24 a 60 meses e a taxa de juros é umas das mais competitivas do mercado. As revendas estão interligadas ao sistema do banco para o envio de propostas de financiamento de modelos novos e seminovos, garantindo mais agilidade ao processo, sem a necessidade de o cliente ir até a agência bancária. Ou seja, é possível ter uma resposta rápida enquanto ele ainda está na concessionária.

Cartão de crédito Harley-Davidson – um dos produtos mais tradicionais da carteira, é comercializado localmente com a bandeira Visa, uma das mais aceitas nos estabelecimentos do mundo todo. O cartão oferece benefícios especiais, como um programa de recompensas diferenciado, serviço de concierge pessoal (na modalidade Platinum), seguros de viagem, de aluguel de automóveis e de bagagem extraviada, seja para o proprietário de motocicleta da marca ou fã. O pacote de vantagens é complementado pelos serviços básicos de cartão de crédito, como saques de emergências e cartão adicional, por exemplo. O produto está à disposição para o público em geral, em duas categorias: Gold e Platinum.

Harley-Davidson, Inc. é a empresa controladora da Harley-Davidson Motor Company e da Harley-Davidson Financial Services. A Harley-Davidson Motor Company produz motocicletas Custom, Power Cruiser e Touring de alta cilindrada e oferece uma linha Harley-Davidson completa de peças de motocicleta, acessórios, vestuário, equipamentos funcionais e mercadorias em geral. Harley-Davidson Financial Services oferece financiamento no atacado e varejo, seguros, garantia estendida e outros planos de proteção e cartão de crédito para concessionárias Harley-Davidson e motociclistas nos EUA e em outros mercados internacionais. Para mais informações, visite o site da Harley-Davidson na Web, em www.harley-davidson.com.

BRICS querem criar resseguradora

bricsInteressante matéria publicada no último dia 11 pelo The Economic Times, com base na Índia. Agora o Blog Sonho Seguro espera uma entrevista do IRB Brasil Re para saber mais detalhes. Enquanto aguardo, segue uma tradução livre (google melhorada kkk) do texto do portal indiano.

Depois de propor a criação de um banco de desenvolvimento, os países do bloco conhecido como Brics (Brasil, Rússia, Índia, China) se preparam para solucionar outro problema para tocar as obras de infra-estrutura: o resseguro. A reportagem conta que a Índia sugeriu aos demais membros, incluindo a África do Sul, que é preciso ter um ressegurador para cobrir grandes projetos de infraestrutura demandados pelas economias emergentes, uma vez que os países ocidentais impuseram sanções a alguns dos parceiros, como o Irã, fornecedor de petróleo para a Índia e outros países.

A proposta foi discutida em reunião realizada na África do Sul na semana passada, de acordo com um alto funcionário do governo . “Esse tema foi uma parte das discussões . A proposta está em um estágio muito inicial e nenhuma decisão final foi tomada” , disse o funcionário ao The Economic Times, acrescentando que era cedo demais para ter informações como capital da resseguradora e ramos que vai atuar.

O movimento vem de encontro com a criação do Banco de Desenvolvimento dos Brics. Em setembro, os países decidiram capitalizar a instituição de fomento com US$ 50 bilhões. Esta é parte da piscina exterior de US $ 100 bilhões de troca de reserva, para os quais a Rússia , Brasil e Índia contribuirá US$ 18 bilhões cada , África do Sul US$ 5 bilhões e China , o maior montante de US $ 41 bilhões. Economistas renomados têm afirmado que desde que o governo dos Estados Unidos declarou a redução do programa de flexibilização quantitativa, as divisas nacionais dos países em desenvolvimento começaram a cair e os investidores começaram a retirar os seus fundos desses países.

“Não há nenhum cronograma para a resseguradora, pois a idéia é dedicar atenção a ela somente quando o banco estiver num estágio mais avançado, o que todos esperam que aconteça em breve. acrescentou o funcionário. A proposta da empresa de resseguros é diversificar o risco e cobrir grandes projetos de infraestrutura e de desenvolvimento sustentável da economia dos países. De acordo com um relatório da consutoria PwC , o valor dos projetos industriais seguráveis e infraestrutura na China , Índia e Brasil aumentou desde 2005, para mais de US$ 20 trilhões de investimentos

“Além disso, essa empresa pode fornecer cobertura de resseguro em casos semelhantes a sanções de importação de petróleo do Irã “, disse o funcionário. Em razão das sanções impostas pelos Estados Unidos e pela União Europeia, as seguradoras e resseguradoras restringiram o contrato de seguro de importação de petróleo do Irã, reduzindo a cobertura de indenização em caso de uma reclamação de um bem segurado. A Índia também está esperançosa de que essa resseguradora pode ajudar o país com maior a elevar a participação de seguros no PIB do país, que hoje está em 0,7%.

O artigo completo em inglês pode ser lido no link:

http://economictimes.indiatimes.com/news/economy/policy/BRICS-nations-keen-to-set-up-reinsurance-company/articleshow/25569769.cms

Tecnologia vai impulsionar ferramentas de telemática na saúde e nos automóveis nos próximos anos

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A adoção da telemática no setor automotivo promete impactar o setor de seguros nos próximos anos. Hoje, apenas 1% dos carros do mundo possui o equipamento, mais comum na Itália, mas, nos próximos quinze anos, a ferramenta pode chegar a mais de 20 milhões de veículos. A estimativa foi apresentada durante a 7ª edição do Insurance Service Meeting, organizado pela CNseg entre os dias 8 e 10 de novembro, no Club Med Rio das Pedras, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

Segundo o Estrategista Sênior da Zurich Global, James Moffatt, os custos do equipamento já estão caindo, o que pode impulsionar os estudos para adoção em massa da telemática em veículos brasileiros. “Com a telemática, podemos ver a distância, o período e a forma de direção do motorista – se freia muito, a velocidade, entre outros aspectos. O risco assumido pela seguradora será medido principalmente pela forma como o segurado dirige”, explica.

Na área de saúde, a telemática também promete modificar a forma de atendimento e o relacionamento do paciente com o médico. “Já existem equipamentos que monitoram batimentos cardíacos, pressão, etc. Esses dispositivos ficarão por toda a parte. Uma consulta básica, no médico, por exemplo, poderá ser feita remotamente. Grupos como a CNseg podem desenvolver padrões comuns para ajudar pessoas a entenderem a sua saúde”, diz Moffatt, da Zurich.

Tecnologia em alta

7ª economia do mundo, o Brasil hoje é ocupa o 4º lugar do ranking onde mais se investe em tecnologia, com US$ 180 bilhões investidos anualmente, a frente do México e da Argentina. Segundo o IDC, entre 2013 e 2020, 90% do crescimento de TI será relacionado à terceira plataforma – icloud, big data, mobilidade e social business, que hoje representa 22% dos gastos com TI no mundo. Segundo a empresa, só o iCloud, em janeiro de 2013, 46,6% dos executivos consideravam usar a “nuvem” como uma solução de negócios, contra 3,5% em janeiro de 2010. Segundo Alexandre Campos Silva, diretor do IDC, “o iCloud ajuda áreas de negócios a serem mais ágeis, mas a segurança e a rede ainda são barreiras a serem enfrentadas”.

Liberty Seguros lança campanha promocional e oferece mais de 1 mil ingressos para a Copa do Mundo

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A Liberty Seguros, patrocinadora oficial da Copa do Mundo, lançou no dia 8 de novembro campanha publicitária que tem como mote a distribuição de ingressos para o mundial de 2014, com o diferencial do cliente poder escolher as cidades em que quer assistir aos jogos. No mesmo dia a ação estreou o filme da campanha na TV fechada e, a partir do dia 17, começa a ser veiculado em TV Aberta. A Liberty visa premiar com mais de 1.000 ingressos os clientes da empresa. Intitulada Segura Meu Lugar, a campanha terá inserções no programa Esporte Espetacular e nos intervalos das novelas Além do Horizonte e Amor à Vida. O filme, com versões de 15 e 30 segundos, mostra o tetracampeão Cafu, embaixador da marca, na arquibancada de um estádio segurando o lugar dos torcedores que ganharam ingressos da Liberty Seguros. Do total do investimento de mídia da seguradora para ativação da marca no patrocínio 2013, 40% será dedicado a esta ação.

Os ingressos serão sorteados entre os clientes por meio de números da sorte, disponibilizados na compra ou renovação de produtos da seguradora. O cliente Liberty que realizar o cadastro ou validar os dados no Meu Espaço (ambiente on-line da Liberty Seguros criado para o cliente acompanhar abertura de sinistros, status de pagamentos, entre outros) garante um número para o sorteio. Na compra ou renovação dos seguros de acidentes pessoais, residência, auto ou seguros para pequenas e médias empresas, o cliente conquista três números. Já na contratação ou renovação de uma apólice de seguro de vida, a operação garante seis pontos para concorrer aos ingressos do mundial.

No total serão mais de 1.000 entradas, divididas em três sorteios que acontecerão em dezembro, fevereiro e abril, com ingressos da 1ª fase da Copa do Mundo da FIFA 2014™. O diferencial da campanha é que no momento do cadastro no Meu Espaço o segurado já escolhe em qual cidade sede quer concorrer ao ingresso.

Iniciativa para corretores

A campanha voltada aos corretores terá uma mecânica diferente. Os produtos incluídos na promoção também são outros, já que a venda de seguro auto não contará pontos. No total serão premiados 505 corretores, conforme desempenho de vendas, em quatro etapas. Os 160 melhores corretores de toda a campanha terão a oportunidade de participar do “Day Experience”, uma ação especial para levar o ganhador para assistir a um jogo das oitavas de final. Além disso, os 45 corretores que mais se destacarem nas vendas de cada produto participante ao longo da campanha (vida, acidentes pessoais, residência e seguros para pequenas e médias empresas) ganham um par de ingressos para a 1ª fase da Copa do Mundo da FIFA 2014™.

Na primeira etapa, que acontece em dezembro, os 100 melhores ganham um kit exclusivo com mochila, bola e camisa oficial da seleção brasileira. Em fevereiro, quando acontece a segunda etapa, mais 100 corretores serão premiados com uma mini geladeira. Já em abril, no encerramento da campanha, serão mais 100 premiados com uma TV. Também em abril será realizada a grande premiação final. Todas as informações sobre a campanha podem ser acessadas em www.libertyseguros.com.br/segurameulugar.

Saída de Luciano Portal da Susep, segundo nota da Veja, é desmentida pela autarquia

A saída de Luciano Portal do comando da Superintendência de Seguros Privados (Susep), segundo noticiou a coluna Radas, da Revista Veja, é desmentida pela assessoria de imprensa da autarquia. “Salientamos que não há qualquer indício de substituição do atual comando da Susep. Pelo contrário: há uma total satisfação do governo com a atuação da autarquia. O superintendente, ao contrário do que afirma a nota, não foi indicado pelo PTB, mas pelo próprio ministro, que o garante até o final do governo. A Susep, desde que o Luciano Portal Santanna assimiu a autarquia, tem disciplinado e atualizado normas em diversos segmentos do setor, com foco no consumidor e no desenvolvimento do mercado. Os exemplos são vastos, como as regras dos microsseguros, a venda por meios remotos, a obrigatoriedade do estabelecimento de ouvidorias pelas operadoras, regras mais rígidas para comercialização do seguro garantia estendida no varejo, o combate efetivo ao mercado marginal entre outras ações que visam proteger o consumidor. Todo esse trabalho é reconhecido dentro do governo federal e tem sido bastante elogiado no Ministério da Fazenda”, informou o email enviado pela comunicação da Susep.

Para entender o assunto, leia post abaixo sobre o assunto divulgado no dia 10 de novembro.

Icatu Seguros será representante da Insurope Network no Brasil

Luciano SnelRelease

A Icatu Seguros será representante da Insurope Network no Brasil. A Insurope é uma associação de seguradoras independentes que oferecem benefícios de seguros de vida e previdência no Programa Mundial de Beneficios (“Multinational Pooling”) para empresas multinacionais em todo o mundo. A empresa atua há 40 anos e está presente em mais de 80 países.

A parceria visa ampliar a competitividade da Icatu Seguros em negócios e serviços com filiais de empresas multinacionais no Brasil, gerando importantes benefícios e vantagens globais, como possibilidade de redução de custos e obtenção de dividendos. Inclusive, a Icatu Seguro está ampliando o seu time dedicado exclusivamente a multinacionais.

“Para a Icatu Seguros, a associação é mais uma força, unida a parceria já consolidada que possui com a Swiss Life, para oferecer seguros de vida em grupo e previdência corporativa, ampliando nossa atuação. Juntas, as duas empresas estão entre as cinco maiores do mundo para soluções do programa mundial de benefícios, referendando a solidez da nossa marca e a qualidade em serviços.” – afirma Luciano Snel, Vice-Presidente de Planejamento e Vendas da Icatu Seguros.

BB Seguridade lucra R$ 1,6 bilhão em nove meses

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A BB Seguridade apresentou lucro líquido de R$ 1,6 bilhão no acumulado de janeiro a setembro, o que re- presenta um retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado de 36%. As Companhias coligadas à BB Seguridade registraram recorde de emissão de prêmios e arrecadação. Nos noves primeiros meses do ano, foram emitidos R$ 10,3 bilhões em prêmios de seguros, além de R$ 15,6 bilhões em contribuições de previdência e R$ 4,4 bilhões arrecadados com planos de capitalização.

A BB Seguridade tornou-se uma Companhia de capital aberto em abril deste ano. Suas ações estrearam na BM&FBovespa em 29 de abril sob o ticker BBSE3. Des- de então, e até o encerramento do terceiro trimestre deste ano, a BBSE3 apresentou valorização de 31%, enquanto o Índice Bovespa registrou recuo de 4%. Até a emissão deste comunicado, o IPO da BB Seguridade se mantinha como o maior do mundo em 2013.

RECEITAS TOTAIS CRESCEM ACIMA DO MERCADO
O faturamento total das companhias coligadas à BB Seguridade, que inclui as receitas com seguros, previ- dência aberta e capitalização, alcançou R$ 30,5 bilhões até o final de setembro, apresentando crescimento de 29% sobre igual período de 2012. Este desempenho é duas vezes superior ao crescimento apresentado pelo mercado como um todo, de 14% na mesma base de comparação. A participação de mercado em arrecadação de seguros, previdência aberta e capitalização atingiu 24% no perí- odo de janeiro a setembro de 2013, com evolução de 2,7 pontos percentuais em relação a igual período de 2012.

PREVIDÊNCIA ABERTA: BRASILPREV RESPONDE POR 58% DA CAPTAÇÃO LÍQUIDA DO MERCADO
A Brasilprev ampliou sua liderança em captação líquida no terceiro trimestre graças a índices de resgate inferiores aos da indústria. Enquanto o mercado registrou resgate maior que a arrecadação em R$ 668,8 milhões, a Brasilprev manteve a captação líquida positiva, com R$ 1,1 bilhão, segundo dados da consultoria Quantum Axis. Em nove meses, a participação de mercado neste quesito chegou a 58%.As receitas com previdência aberta cresceram 26% em relação aos primeiros nove meses de 2012, o que levou a Brasilprev à liderança de mercado também em ter- mos de arrecadação.

CAPITALIZAÇÃO: BRASILCAP AMPLIA A LIDERANÇA COM ARRECADAÇÃO RECORDE
A arrecadação de títulos de capitalização atingiu R$ 4,4 bilhões no acumulado de janeiro a setembro, crescimento de 61% na comparação com o mesmo período de 2012, ante uma expansão de 27% observada no mercado como um todo. A participação de mercado em receitas cresceu de 23% para 29% no mesmo período, consolidando a Brasilcap como líder do segmento de capitalização.

SEGUROS: EMISSÃO DE PRÊMIOS CRESCE ACIMA DA INDÚSTRIA
Os prêmios de seguros emitidos pelas companhias coligadas à BB Seguridade (todos os segmentos, exceto VGBL e saúde) apresentaram crescimento de 24% so- bre o período de janeiro a setembro de 2012, contra expansão de 19% do mercado. A participação em prê- mios alcançou 17%, ampliando a liderança em relação aos principais concorrentes.

Os prêmios de seguros habitacionais mais que dobraram nos nove primeiros meses do ano, com 101% de crescimento em relação ao mesmo período do ano an- terior, enquanto o mercado atingiu 24%. Já os prêmios de seguros de automóveis apresentaram 22% de crescimento no mesmo período.

A BB Seguridade manteve, entre os meses de janeiro a setembro deste ano, a liderança de mercado em prêmios emitidos no segmento de pessoas, com 19% do mercado. Em seguros rurais, a Companhia cresceu 68% em arrecadação na comparação com o mesmo período de 2012, o que garantiu que a Companhia seguisse na liderança, com expressivos 75% das receitas do merca-
do, consolidando-se como a maior do mercado neste segmento.

NOVOS NEGÓCIOS: IRB PROPORCIONA R$ 12 MILHÕES EM RECEITAS DE EQUIVALÊNCIA NO TRIMESTRE

No 3T13 a BB Seguridade realizou o pagamento de R$ 547,4 milhões referentes à aquisição de participação de 20,5% no capital do IRB. A partir de setembro a BB Seguridade passou a reconhecer o resultado do IRB em suas demonstrações contábeis, na proporção de sua participação no capital daquela empresa. No 3T13 a Companhia contabilizou receitas de equivalência patrimonial no montante de R$11,8 milhões relacionados ao resultado da companhia de resseguros.

Presidente da Porto Seguro defende venda consultiva, em evento do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo

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O Clube dos Corretores de Seguros (CCS-SP) recebeu o presidente Fabio Luchetti e diretoria da Porto Seguro para o último almoço-palestra de 2013, realizado no dia 05 de novembro. “Temos a satisfação de receber esse jovem e brilhante executivo à frente de uma das companhias que está sempre ao lado do corretor e contribuiu para o crescimento da classe. A última propaganda da Porto Seguro sobre cartão de crédito dá o tom da parceria e do comprometimento com o canal corretor”, declarou o mentor do CCS-SP, Alexandre Camillo.

Fábio Luchetti iniciou sua apresentação destacando a diversidade de canais de distribuição de seguros e de atendimento ao cliente. “O consumidor está cada vez mais multicanal. Na soma das nossas empresas do grupo, temos mais de 25 milhões de atendimentos por ano. Mesmo com outros canais, o telefone não para de crescer. Com os corretores não é diferente, quando ocorre o sinistro o cliente quer falar, ser ouvido. Por isso temos de tomar cuidado para não trocar o canal apenas pela tendência (exemplo, internet). O conceito de multiplicidade de canais é que o consumidor tem que escolher como ser atendido – pode ser telefone, e-mail, internet, chat. É importante reforçar que nada substituirá o relacionamento, pois é o meio pelo qual se estabelece confiança”.

Temos hoje a venda de seguro por corretor e os sites de comparação de preços. “Sabemos que o canal corretor representa 90% do mercado brasileiro e os sites de comparação de preços nem 0,10% do mercado. Mas incomodam”, disse Luchetti. Ele explicou que os mercados com foco em serviços “constituem um ambiente no qual distribuição via corretor tem maior condição de se desenvolver”. Isso porque mercados com foco em serviços valorizam o contato pessoal, que é importante para a venda de serviços completos.

Os sites de comparação na Inglaterra induziram o consumidor a tomar a decisão por preço e desencadeou uma guerra que destruiu o mercado. “Começou com os multicálculos, que foram criados com a retórica de facilitar a vida dos corretores. Mas acabou gerando ansiedade no canal de distribuição que começou a afetar o preço. ‘Primeiro consigo o cliente, depois vejo o que faço’, era o pensamento. Isso levou as seguradoras a também brigarem por preço, o que destruiu o mercado. E causou a diminuição da percepção de valor do corretor”, disse Luchetti.

“Essa forma acabou condicionando o consumidor a buscar preço na tela, respondendo 45 perguntas e em cinco minutos recebia o preço de 30 a 40 seguradoras. Então pensava: ‘Era isso que o corretor fazia para mim a vida inteira?’. Destruiu a percepção de valor do corretor. Depois os corretores foram fortemente impactados, os pequenos e médios foram dizimados. O mercado inglês é para os poucos grandes corretores e brokers que sobraram nesse caos todo que foram instalados lá”.

“Vimos que aumentou também as fraudes no mercado de seguros inglês de forma absurda. Um erro crasso, as seguradoras na ânsia de vender, acharam por bem trocar a comissão de corretor por despesas de publicidade. Mas foi ilusão das seguradoras, porque as fraudes aumentaram. Elas não consideraram que o corretor é filtro do mercado, faz underwriting. O corretor precisa ter rentabilidade e não tem interesse em mandar para a seguradora riscos ruins. O resultado é que as receitas das seguradoras estão com prejuízo desde 2010”.

“A internet pode ser uma solução brilhante para corretores e seguradores, mas também pode ser um problemão se não tiver controle de como as coisas serão introduzidas na indústria. Hoje, pesquisei no Google seguro de automóvel e tudo o que apareceu foram sites de comparação. Com isso estamos condicionando o consumidor, criando uma tendência. No nosso mercado, não é bom para seguradoras, corretores e clientes, porque lá no final da curva vai perder a qualidade. Depois que acabaram as agências de viagens é que o sistema está se mostrando leonino, prejudicial e se reorganizando, mas às custas da falência de muitas empresas”.

Para Luchetti, o mercado não pode assistir isso de forma passiva. “Seguradores e corretores têm de discutir qual é de fato o interesse do site de cotações. Quem está por trás? O que as seguradoras querem? Quais corretores são os responsáveis? Não vamos nos iludir. Se hoje 90% do mercado passa pelo corretor, acho que vocês têm bastante força para discutir”.