Pelo sétimo ano consecutivo, a agência de classificação de risco Moody’s Investors mantém a perspectiva da Chubb do Brasil em Aaa.br na escala local, o mais alto grau de investimento. A agência vê positivamente a disciplina de subscrição da seguradora no Brasil e seu foco em rentabilidade. A companhia possui o histórico de identificar e descontinuar linhas não rentáveis com eficácia, permanecendo sólida de forma geral. O rating reflete a favorável distribuição de produtos, a sólida capitalização e a distribuição eficiente por meio de múltiplos canais. A capacidade operacional da Chubb do Brasil é suportada por sua bem estabelecida infraestrutura local e pela troca de experiências com sua última acionista The Chubb Corporation e afiliadas nas áreas de Subscrição, Finanças, Atuarial e Sinistros.
Seguradoras lucram 7% mais até novembro, revela estudo da Siscorp
As vendas de seguros e aportes em previdência aberta e títulos de capitalização totalizaram R$ 159,1 bilhões de janeiro a novembro de 2013, 13% superior ao resultado obtido no mesmo período anterior, quando o mercado segurador acumulou receitas de R$ 140,4 bilhões, segundo resenha de novembro elaborada pela consultoria Siscorp com base nos números da Superintendência de Seguros Privados (Susep).
As indenizações pagas pelas seguradoras aos clientes totalizou R$ 46 bilhões. O lucro líquido das empresas de seguros, previdência e capitalização ficou em R$ 11,7 bilhões no período analisado, com avanço de 7%. Os dez maiores grupos responderam pela maioria do resultado auferido. A Bradesco Seguros mantém a liderança na categoria lucro líquido, com R$ 3,3 bilhões de janeiro a novembro, 9% superior ao registrado em 12 meses. A Itaú Seguros registrou o segundo maior ganho, com R$ 2,7 bilhões até novembro, conforme demonstra a resenha da Siscorp de novembro. O patrimônio liquido até novembro avançou 3%, para R$ 60,7 bilhões. O retorno sobre o patrimônio liquido anualizado ficou em 19%.
“Esse ano, a previsão é que o crescimento chegue a 15%, com 6% de participação no PIB. Os números demonstram que o trabalho tem sido feito. Nós temos o compromisso de a cada dia mais pensarmos cada vez mais alto. Podemos fazer mais para a construção de um mercado de seguros melhor”, comentou o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi.
O segmento de previdência privada aberta e vida mantém a liderança, com R$ 88,7 bilhões, liderado pelas contribuições no VGBL, com arrecadação de 55,6 bilhões até novembro, crescimento de apenas 6%. Este foi o primeiro ano em que o VGBL registrou avanço de um dígito desde o seu lançamento, em 2003. Em seguro de vida, as vendas registraram incremento de 18%, para R$ 23,5 bilhões. Microsseguros de pessoas também está contabilizado nos cálculos da Siscorp, com prêmios de R$ 6,9 milhões.
A previdência sofreu um forte momento de volatilidade de julho a setembro, o que reduziu as expectativas de crescimento em 2013. Mesmo assim, a captação dos fundos de previdência tiveram um bom desempenho nos últimos dois meses do ano e a expectativa da Fenaprevi é que 2013 feche com avanço acima de 10%. Osvaldo do Nascimento, presidente da Fenaprevi, acredita que os investidores compreenderam as causas da volatilidade verificada no meio do ano e retomaram os investimentos.
“Os incentivos fiscais dos planos continuam sendo o grande diferencial para quem investe no longo prazo”, avalia. Segundo ele, a expectativa para 2014 é de avanço de 15%, sujeita à volatilidade de eventos importantes da economia, como a redução dos estímulos da economia americana, Copa 2014 e eleições no Brasil”, comenta Nascimento.
O segmento de seguros gerais foi responsável por R$ 75 bilhões, A maior expansão, de 52%, foi registrada no seguro rural, com prêmios de R$ 2 bilhões de janeiro a novembro em relação ao mesmo período do ano passado. Riscos especiais, que envolvem vários tipos de coberturas, como as da Petrobras, por exemplo, avançaram 39%. Riscos financeiros e seguro habitacional também registraram resultado positivo, com alta de 25% e 24%, respectivamente.
O seguro de automóvel continuou com a maior participação na carteira de seguros gerais, respondendo por 51,3% das vendas de seguros gerais, o que significou R$ 26,5 bilhões em prêmios até novembro, alta de 19% em relação a igual período de 2012. A expectativa é encerrar 2013 com esse patamar de crescimento, principalmente em razão das vendas de carros terem batido recorde de vendas em dezembro, ultimo mês do IPI reduzido e com os consumidores investindo o décimo terceiro nas promoções das concessionárias para reduzir os estoques de veículos zero quilômetro.
Paulo Marraccini, presidente da FenSeg, comentou que 2013 foi um ano em que os executivos envolvidos com seguros gerais seguiram a meta de tentar aumentar a penetração de seguros na sociedade brasileira. Ele comemorou a lei que regulamenta o desmanche de carros no Estado de São Paulo pelo governador Geraldo Alckmin e ressaltou o nicho de garantias de obras, que em breve deverá ter a aprovação do percentual de participação em contratos de 10% atual para 30% no valor total da obra.
O segmento de capitalização manteve a estabilidade do ritmo de crescimento verificada durante o ano. As vendas de títulos totalizaram R$ 18,8 bilhões até novembro, com alta de 25% em relação ao ano anterior. Os resgates somaram R$ 15,8 bilhões. Do lucro liquido total do setor de R$ 11,7 bilhões, capitalização foi responsável por R$ 1,2 bilhão, segundo resenha de novembro da Siscorp, queda de 13% em relação ao período de janeiro a novembro de 2012.
Resseguro – Os prêmios de resseguros totalizaram R$ 3.7 bilhões de janeiro a outubro (há um mês de atraso na divulgação dos dados de resseguro por parte da Susep). O IRB Brasil Re mantém a liderança entre as resseguradoras locais, com prêmios de R$ 2 bilhões nos dez primeiros meses de 2013, seguido pela Zurich, com R$ 277 milhões. O lucro líquido das companhias chegou a R$ 62,3 milhões, sendo o IRB responsável por R$ 51 milhões. O patrimônio liquido das locais totalizou R$ 51,9 bilhões no período.
Planos de previdência complementar arrecadam R$ 7 bilhões em novembro
A arrecadação dos planos de previdência complementar aberta contabilizou em novembro R$ 7 bilhões em novos depósitos, alta de 3,18% na comparação com os R$ 6,8 bilhões registrados no mês de outubro. O segmento possui atualmente 13.487.031 contratos ativos e 94.666 pessoas usufruindo dos benefícios (aposentadorias complementares, pecúlios, por morte e por invalidez, e pensões, por morte e por invalidez).
No acumulado de janeiro a novembro, os recursos arrecadados pelo sistema também tiveram alta. Ingressaram R$ 65,2 bilhões, valor 5,37% maior que o verificado no mesmo período do ano anterior. Na análise por tipo de produto, os planos individuais tiveram incremento de 6,59% em relação ao mesmo período do ano anterior, tendo arrecadado R$ 57,6 bilhões. Os planos coletivos (empresariais) registram R$ 6 bilhões, com leve retração de 0,48%, e os planos para menores, por sua vez, arrecadaram R$ 1,5 bilhão, com retração de 12,34% em relação ao acumulado do ano anterior.
“O volume de novas contribuições para a previdência complementar aberta em novembro reflete a preocupação das pessoas com a qualidade de vida no futuro, principalmente após a aposentadoria. Quem investe em previdência busca oportunidades de maiores ganhos no longo prazo, pois a vantagem tributária é o grande diferencial comparativamente a outras modalidades de investimentos”, afirma Osvaldo do Nascimento, presidente da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida).
A captação líquida (diferença entre arrecadação e resgates), desde o mês de setembro, registra saldo positivo e fechou o mês de novembro com R$ 3,9 bilhões, 6,69% acima dos R$ 3,6 bilhões registrados no mês de outubro, segundo a FenaPrevi, entidade que representa 62 seguradoras e 13 entidades abertas de previdência complementar no país.
“Com as ações de orientação e educação financeira das empresas do setor, principalmente em relação à importância de uma visão de longo prazo, quem tem, ou pretende ter, um plano de previdência complementar aberta está começando a entender os benefícios e a importância da adequação destas aplicações ao momento de sua vida e ao seu perfil de risco”, explica o presidente da FenaPrevi.
Os planos empresariais foram destaque, com expansão de R$ 605,3 milhões, alta de 8,54% frente ao mesmo mês em 2012. Os planos individuais registraram captação de R$ 6,3 bilhões no período, leve retração de 5,94% frente ao resultado de novembro de 2012. Já os planos para menores fecharam o mês com arrecadação de R$ 138,5 milhões, retração de 19,69% frente ao mesmo período do ano anterior.
Carteira de Investimento
No mês de novembro, a carteira de investimentos do segmento de planos de caráter previdenciário apresentou saldo de R$ 367,9 bilhões, alta de 10,97% em relação aos R$ 331,5 bilhões computados no mesmo mês do ano anterior.
Ranking das Empresas – Carteira de Investimentos (R$ 367,8 bilhões)
A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking no período, com 32,14% do total das reservas; Itaú Vida e Previdência (23,86%); BrasilPrev Seg. e Previdência (22,36%); Zurich Santander Seg. e Prev. (5,83%); Caixa Vida e Previdência (5,82%); HSBC Vida e Previdência (3,07%); Icatu Seguros (2,04%); Sul América Seg. e Previdência (1,23%); Safra Vida e Prev. (0,92%); Porto Seguro Vida e Prev. (0,66%). As demais entidades somam, no total, 2,07% da carteira de investimentos.
As provisões (recursos acumulados pelos titulares dos planos de caráter previdenciário) apresentaram saldo de R$ 358,2 bilhões em novembro, 12,83% maior que o valor registrado (R$ 317,4 bilhões) no mesmo mês em 2012.
As provisões do VGBL tiveram crescimento de 16,35% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, passando de R$ 203,3 bilhões em novembro de 2012 para R$ 236,5 bilhões em novembro de 2013. Já as provisões dos planos PGBL cresceram 7,20% no mesmo período, passando de R$ 73,2 bilhões em novembro de 2012 para R$ 78,5 bilhões em novembro de 2013. As reservas dos planos tradicionais, por sua vez, passaram de R$ 40,4 bilhões para R$ 42,6 bilhões em novembro de 2013, expansão de 5,49%.
Com relação ao market share, os planos VGBL mantiveram a liderança no volume de provisões entre os planos de caráter previdenciário, com 66,03% do total, seguidos pelos PGBL, com 21,93% do volume total, enquanto os planos tradicionais contaram com 11,89%. Outros produtos – incluindo os FAPI – completam a equação, com 0,15%.
O tratamento fiscal
A opção por planos de previdência privada deve considerar e priorizar uma visão de longo prazo, dada a tributação diferenciada para o poupador. No PGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda (IR) pelo formulário completo, o poupador pode deduzir, anualmente, da base de cálculo do tributo, o valor total dos aportes efetuados no plano, durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição. “É o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do IR devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício”, diz Nascimento.
Para usufruir da dedução, o investidor em previdência privada aberta tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração.
Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar aberta (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. “No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL”, afirma o presidente da entidade.
De acordo com o presidente da FenaPrevi, é importante destacar que, para ambas as modalidades de planos (PGBL e VGBL), não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em outras aplicações, à exceção da caderneta de poupança.
Outra característica do PGBL e do VGBL é a possiblidade do poupador optar pelo regime de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, deste modo, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem aplicados, menor será a alíquota do Imposto de Renda incidente.
Pellon & Associados é destaque na InterContinental Finance Magazine
O escritório de advocacia Pellon & Associados está entre os 250 melhores do mundo, segundo ranking divulgado este mês pela InterContinental Finance Magazine, líder do segmento, que destaca, anualmente, as melhores empresas nas áreas de Direito, Finanças e Consultoria do mundo. O prêmio foi baseado em pesquisas com cerca de 100 mil leitores da publicação nos cinco continentes.
“Ficamos muito felizes com esta honrosa distinção internacional. As nossas atividades compreendem o acompanhamento da regulação de sinistros nos mais variados ramos, o que nos faz referência internacional em seguros e resseguros. Acredito que tudo isso aliado ao nível dos profissionais que atuam em nossa banca tenham contribuído para esta premiação”, afirma Luis Felipe Pellon, titular do escritório.
Com 22 anos de atuação, o escritório Pellon & Associados possui mais de 450 profissionais, entre advogados, suporte operacional, administrativo, TI e estagiários, distribuídos nos escritórios do Rio de Janeiro, São Paulo, Vitória, Brasília e Recife. Atualmente, o escritório trabalha em cerca de 60 mil processos judiciais, além de consultoria em contratos e outros assuntos relevantes de natureza cível, tributária e societária.
Arthur Chioro, investigado pelo Ministério Público, é o favorito de Dilma para a Saúde
Uma surpresa para os executivos da saúde suplementar, que movimenta mais de R$ 70 bilhões em planos de saúde anualmente: Arthur Chioro (PT), secretário de Saúde de São Bernardo do Campo, para suceder Alexandre Padilha no Ministério da Saúde?
Segundo o Correio Braziliense informou hoje, em setembro do ano passado, a promotora Taciana Trevisoli Panagio, que atua em São Bernardo do Campo, instaurou inquérito civil público para apurar a denúncia de que Chioro, além de comandar a pasta municipal, é dono de uma empresa da área que prestava consultorias para prefeituras petistas.
Ainda segundo o jornal de Brasília, a Consaúde Consultoria, Auditoria e Planejamento LTDA., que tem Chioro como sócio majoritário, manteve contratos sem licitação com várias prefeituras de São Paulo, incluindo administrações do seu próprio partido. A empresa prestou serviços, por exemplo, para a Prefeitura de Ubatuba, comandada pelo petista Maurício Morozimato. Também foi firmado contrato com o município de Botucatu, durante a gestão do petista Antônio Mário de Paula Ferreira. A Lei Orgânica do Município (LOM) de São Bernardo do Campo não permite secretários municipais serem donos de empresas que mantêm contratos com entes públicos.
RSA Seguros estreia novo site
A RSA Seguros, um dos maiores grupos seguradores do mundo, apresenta ao mercado o novo portal da Companhia – http://www.rsaseguros.com.br. Com proposta didática e alinhado às tendências digitais, o site traz uma navegação mais intuitiva e passa a estar disponível também em plataforma mobile, tanto para versão iOS quanto Android. O objetivo é estreitar o relacionamento com corretores, bem como aproximar a marca de clientes e parceiros.
De acordo com o superintendente de Marketing & Estratégia Corporativa da RSA Seguros, Marcelo Biasoli, a iniciativa pretende apresentar a proposta de valor da empresa nos segmentos de Riscos Grandes e Complexos, Pequenas e Médias Empresas (PME), Residencial e Afinidade.
Com o lançamento, a expectativa da empresa é aumentar a capilaridade de comunicação, ampliando o conhecimento de produtos e serviços ofertados pela RSA Seguros. “Queremos tornar o portal uma ferramenta de suporte às vendas dos corretores e uma fonte de informação interativa e dinâmica para clientes e parceiros”, ressalta Biasoli.
Para conhecer e conferir as novidades basta acessar o endereço http://www.rsaseguros.com.br/. O website oferece conteúdo sobre produtos e serviços nos segmentos de Riscos Grandes e Complexos, Seguros para PME, Seguros de Afinidade e Seguro Residencial. O portal conta com informações institucionais, Canais de Atendimento, informações sobre reportes de sinistro e facilidades para corretor e clientes.
Berkley oferece seguro para arquitetos e engenheiros
Release
A Berkley divulga um seguro específico para profissionais da área da construção – o RC Profissional para Arquitetos e Engenheiros. O produto faz parte da Linha Casualty, lançada em 2013 no mercado segurador, que contempla também os seguros de Responsabilidade Civil Geral (RCG) e D&O (Directors and Officers).
Para assegurar ações voltadas a projetos e serviços de arquitetura e engenharia, o seguro de Responsabilidade Civil Profissional garante ao segurado o reembolso dos prejuízos eventualmente indenizados ao terceiro prejudicado quando, decorrentes de falhas profissionais incluindo, perdas financeiras e lucros cessantes.
Com a apólice de RC Profissional Berkley são asseguradas ainda as despesas de defesa do segurado, a perda o roubo ou furto de documentos, despesas de gerenciamento de crise; violação não intencional de propriedade intelectual; prejuízos causados por transmissão de vírus. Sendo o grande diferencial desta cobertura, a garantia em âmbito mundial (exceto no Canadá e EUA). O produto possui também outras coberturas adicionais como Responsabilidade Civil Operações; Responsabilidade Civil Empregadores e Seguro de prestação de serviços em locais de terceiros.
Seguros de Pessoas movimentam R$ 2,1 bi em novembro e R$ 23,5 bi no acumulado do ano
Na avaliação do resultado de janeiro a novembro o mercado de seguro de pessoas acumulou R$ 23,5 bilhões em prêmios. O resultado no período foi 17,96% maior que o verificado no mesmo período do ano passado. O mercado de seguros de pessoas movimentou R$ 2,1 bilhões em novembro, valor 13,60% superior ao R$ 1,9 bilhão registrado no mesmo mês do ano anterior. No mês de novembro, os segurados receberam cerca de R$ 495,6 milhões em indenizações, 7,04% a mais do valor registrado no ano anterior, quando as seguradoras pagaram R$ 463 milhões às pessoas em forma de indenizações, segundo indicadores consolidados pela FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida, entidade representante de 75 empresas que comercializam seguros de pessoas e previdência complementar aberta).
“As indenizações proporcionam proteção e garantia para a continuidade dos projetos pessoais e da vida econômica, do segurado e de seus familiares”, afirma Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi.
O seguro viagem registrou o maior crescimento relativo no mês. Movimentou R$ 10,5 milhões, expansão de 127,87% na comparação com o mesmo período do ano anterior. “O benefício dessa modalidade de proteção que tem interessado mais às pessoas é a cobertura para acidentes em deslocamentos no Brasil ou no exterior, podendo, também, cobrir o extravio ou perda de bagagens e despesas hospitalares e médicas de viajantes”, explica.
O seguro de vida, que segue como a modalidade de seguros de pessoas com maior arrecadação de prêmios, movimentou R$ 1,1 bilhão no mês, alta de 43,64% frente a igual período de 2012, segundo levantamento da entidade. O desempenho deste seguro está diretamente relacionado ao crescimento da renda do brasileiro e à importância do produto para manutenção do padrão de vida dos dependentes na ausência do responsável financeiro na família.
No mês de novembro, o seguro contra desemprego e perda de renda foi outro produto com desempenho positivo. A modalidade somou R$ 8,9 milhões, 14,95% superior aos R$ 7,7 milhões registrados no mesmo mês em 2012. “Esse é um seguro que está entre os mais procurados pelos brasileiros porque garante ao segurado uma renda temporária em caso de desemprego, para o pagamento de dívidas e prestações”, afirma.
O auxílio funeral, produto que prevê cobertura das despesas incorridas com o sepultamento, em caso de falecimento do segurado, também registrou um crescimento expressivo no mês. Movimentou R$ 18,7 milhões, expansão de 13,65% na comparação com o mesmo período do ano anterior. “O auxílio-funeral é um tipo de seguro que cobre despesas relativas ao sepultamento no caso de falecimento do segurado, e está muito ligado ao conforto dos familiares nestas situações, já que o seguro cuida de toda a burocracia”, afirma. A Zurich Santander Brasil lidera o ranking de novembro, com 23,61% de market share.
BB Seguridade recebe prêmio de maior IPO do mundo em 2013
A BB Seguridade Participações S/A recebe hoje, 16, o prêmio Latin Finance Deals of The Year 2013 por ter realizado a maior oferta inicial de ações (IPO, em inglês) do mundo no ano de 2013. O prêmio será concedido pela Latin Finance, durante o Deals of the Year 2013 Award Dinner, no Gotham Hall, em Nova York.
Em 29 de abril, a oferta inicial de ações da BB Seguridade arrecadou R$ 11,48 bilhões (US$ 5,74 bilhões), o maior valor atingido por uma empresa brasileira desde 2009. O valor foi maior do que as gigantes americanas Twitter e Hilton arrecadaram em conjunto (US$ 4,5 bilhões).
Estarão presentes no evento o CEO da BB Seguridade, Marcelo Labuto, e o vice-presidente de Gestão Financeira e Relação com Investidores do Banco do Brasil, Ivan de Souza Monteiro, também vice-presidente do Conselho de Administração da BB Seguridade.
A BB Seguridade foi criada em 20 de dezembro de 2012 para concentrar as parcerias do Banco do Brasil com sócios privados nas áreas de seguros, previdência e capitalização. Integram o grupo BB Seguridade as empresas Grupo Segurador BB e Mapfre, Brasilprev, Brasilcap e a BB Corretora. Em 2013, a BB Seguridade adquiriu 20,5% do IRB Brasil Resseguro, além de criar a Brasildental, para atuar na área de planos odontológicos.
Seguradora Líder DPVAT estreia nova campanha publicitária
Começa a ser veiculada nesta quinta-feira (16) a nova campanha institucional da Seguradora Líder-DPVAT na televisão e em rede nacional. O novo filme tem como temática a importância do pagamento do Seguro DPVAT. No início do vídeo, uma vítima aparece agradecendo aos proprietários de veículos pelo pagamento do Seguro, permitindo, desta forma, o recebimento da sua indenização e de todas as vítimas de acidentes de trânsito. Em seguida, a peça traz informações sobre como pagar o referido seguro em 2014. O mote desta campanha é mostrar a efetividade do Seguro DPVAT e a importância de seu pagamento, além de reforçar a informação quanto a possibilidade de parcelamento do prêmio por motocicletas, ônibus e micro-ônibus, usados. A agência Master Comunicação assina a campanha.
Em junho de 2013 a Seguradora Líder veiculou outra campanha voltada para o acesso ao benefício. Na ocasião, o vídeo explicava à população que as agências próprias dos Correios também passaram a ser pontos de atendimento para pedido do Seguro DPVAT, abrangendo, desta forma, todos os municípios brasileiros.
Solicitar a indenização do Seguro DPVAT é fácil e não precisa da ajuda de intermediários. As informações sobre a documentação necessária pode ser obtida pelo telefone 0800 022 12 04 ou pelo site www.dpvatsegurodotransito.com.br. Em posse da documentação, a vítima ou beneficiária deve ir a um dos mais de sete mil pontos autorizados do país. O prazo para pedir a indenização é de até três anos, a contar da data do acidente e a indenização é paga em até 30 dias após a entrega da documentação completa.
O pagamento da indenização é feito por meio de crédito em conta corrente ou poupança da vítima ou de seus beneficiários em até 30 dias a contar da data da entrega da documentação solicitada. Os valores indenizados são de R$13.500,00 no caso de morte; até R$13.500,00 para invalidez permanente, variando conforme o grau de invalidez; e até R$2.700,00 para reembolso de despesas médicas e hospitalares, de acordo com as despesas comprovadas.















