Munich Re divulga lucro de 3,3 bilhões de euros em 2013

munich reA resseguradora Munich Re viu suas ações caírem 1,14% no pregão da terça-feira, mesmo com a divulgação do balanço do quarto trimestre de 2013 e também do ano consolidado apresentar bom desempenho. O lucro do quarto trimestre de 2013 apresentou alta significativa de 477 milhões de euros para 1,2 bilhão de euros. O lucro anual avançou de 3 bilhões de euros em 2012 para 3,3 bilhões de euros no ano passado. O lucro com investimentos foi de 7,7 bilhões de euros, com retorno de 3,5%, abaixo dos 8,4 bilhões de euros do ano anterior. A resseguradora pagou 674 milhões de euros em indenizações por catástrofes em 2013, abaixo dos 1, 28 bilhão de euros do ano anterior. Nas renovações dos contratos em janeiro, a resseguradora reportou queda média nos prêmios de 1,5% devido a competição do setor.

Mercado segurador da América Latina segue em crescimento, revela estudo da Fundación Mapfre

AL 2012 MapfreA Fundacion Mapfre divulga mundialmente hoje o tradicional estudo sobre o mercado segurador na região. Os dados são de 2012, com prêmios de 122 bilhões de euros (51 bilhões de euros no ramo vida e 71 bilhões em seguros gerais), alta de 17,4%. O estudo também traz dados do primeiro semestre de 2013, uma vez que alguns países tem ano fiscal se encerra em junho, como a Argentina, por exemplo. Nesse período, as vendas atingiram 66 bilhões de euros, com avanço de 9,7% em relação ao mesmo período anterior.

O estudo detalha, em 92 páginas, o setor em todos os países, bem como movimentos econômicos, regulamentações relevantes e estratégias das seguradoras como fusões, aquisições e parcerias. Em 2012, todos tiveram crescimento no volume de vendas, com exceção da Guatemala e Porto Rico. O avanço continua no primeiro semestre de 2013, porém já se nota o impacto da desaceleração da economia nas vendas do setor.

O Brasil continua como líder em volume de prêmios, com 59,7% de market share. Porto Rico mantém a liderança em maior prêmio per capita, de 2,1 mil euros por habitante, enquanto o Brasil tem apenas 350 euros por habitante. Segundo o estudo, em 2012 a penetração de seguros no PIB brasileiro foi de 4%, superado pelo Chile (4,2%) e Porto Rico (15,3%).

O mercado segurador da região continua concentrado. No Brasil, com 116 companhias, os cinco primeiros grupos dominam 65% das vendas e os dez primeiros 82%. A Bradesco é a líder, com market share de 20,4% em 2012. No entanto, outros países revelam maior concentração. O Uruguai, com apenas 14 seguradoras, tem o maior percentual de concentração, com as cinco maiores detendo 90%, e a Argentina, com 180 companhias, tem a menor taxa de concentração de vendas, com as cinco maiores detendo 35% das vendas.

O estudo em PDF pode ser acessado no link http://www.fundacionmapfre.org/fundacion/es_es/images/mercado-asegurador-lationamericano-2012-2013_tcm164-45912.pdf

Microempresas terão seguro de crédito à exportação

ministerio da fazendaNOTA À IMPRENSA

A Secretaria de Assuntos Internacionais Ministério da Fazenda (SAIN/MF) coloca à disposição do mercado, a partir desta quarta-feira (5), o Seguro de Crédito à Exportação para Micro, Pequenas e Médias empresas (SCE/MPME). O Seguro será concedido em operações de exportação de bens e/ou serviços com prazo de financiamento da comercialização de até dois anos. São elegíveis ao uso desse seguro empresas com faturamento anual de até R$ 90 milhões e com exportações de até US$ 1 milhão. O seguro vem a preencher uma importante lacuna de mercado e facilitará a exportação das MPMEs.

O mercado de seguro de crédito à exportação privado tem pouco apetite para as operações de MPMEs na faixa de valores em que o Governo vai operar. A falta de garantias é um forte limitador para a obtenção de financiamento público ou privado às exportações dessas empresas. O Seguro poderá garantir o financiamento das exportações de MPMEs realizado por qualquer banco. A partir da concessão do Seguro espera-se um incremento na competitividade e na participação de MPMEs no esforço exportador brasileiro.

Para ilustrar a importância dessa medida, em 2013, 14.199 empresas exportaram até US$ 1 milhão, totalizando US$ 2,2 bilhões em exportações. Esse é o universo potencial de empresas a serem atendidas, observado o limite de faturamento por empresa de R$ 90 milhões/ ano. A meta do Governo é chegar a US$ 1 bilhão em garantias por ano até 2018 por meio dessa ferramenta.

As empresas interessadas devem acessar o sítio da SBCE – Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação na internet (www.sbce.com.br) e prestar as informações requeridas pelo Sistema de Garantias Públicas. A MPME terá um prazo de até 30 dias da data do preenchimento dessas informações, inclusive, para fornecer os dados financeiros. Se as informações apresentadas forem consideradas satisfatórias, a MPME receberá, via e-mail, login e senha de acesso ao sistema eletrônico. Após análise cadastral e financeira da MPME, será atribuído seu limite de crédito anual.

Também é definido um limite para cada operação de crédito à exportação. Ele é determinado de acordo com as informações cadastrais e financeiras do importador. O Certificado de Garantia de Cobertura das operações de MPME tem vigência de um ano e pode garantir mais de uma exportação de tais empresas.

HDI Seguros patrocinará a 12ª Descida das Escadas de Santos

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A HDI Seguros inicia 2014 dando continuidade a seu investimento no marketing esportivo nacional. Após o investimento na campanha publicitária “Difícil de Bater”, com o lutador brasileiro de MMA Anderson Silva, a quinta maior seguradora do Brasil novamente patrocinará a Descida das Escadas de Santos. O evento, que em 2014 chega à 12ª edição, será realizado nos dias 8 e 9 de fevereiro.

A competição, que exige grande resistência física e muita habilidade, receberá ciclistas profissionais de todo o planeta, que deverão descer no menor tempo possível todos os 415 degraus da escadaria, formada por trechos que alternam curvas acentuadas e passagens estreitas – algumas com cerca de 1 metro de largura. O percurso soma 550 metros de extensão, dos quais 150 metros são em desnível.

Para Paulo Moraes, diretor de marketing da HDI Seguros, o patrocínio é mais um reflexo dos esforços da empresa em se aproximar de seu público por meio dos esportes: “O esporte em geral sempre trouxe à HDI um público importante. Nossa primeira investida em Esporte foi o patrocínio do Atlético Paranaense há alguns anos. De lá pra cá já tivemos o Anderson Silva como garoto propaganda e o patrocínio da Descida das Escadas de Santos, que é um fenômeno de publico”. explica o executivo.

Inspirada em competição semelhante realizada nos Estados Unidos no final da década de 1980, em que os ciclistas desciam montanhas e enfrentavam obstáculos naturais, a prova foi promovida no Brasil pela primeira vez em 2003, na cidade de Santos, e, no ano seguinte, foi reconhecida pela União Ciclística Internacional, passando a contar pontos para o ranking mundial — o que aumentou ainda mais o interesse dos atletas e fãs do ciclismo.

Pesquisa aponta atendimento como prioridade na contratação de um seguro

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Uma pesquisa realizada pela LeadPix com 3133 internautas de todo o Brasil apontou que o atendimento desde a contratação até o uso em caso de sinistro é o que o brasileiro mais considera importante na hora de adquirir um seguro (28%). As coberturas e assistências descritas na apólice ficaram em segundo lugar, com 25%, e a garantia de ter o bem segurado de volta em caso de sinistro ficou em terceiro, com 15%.

O preço é o mais importante para 14% dos participantes, e 7% das pessoas afirmaram não terem recursos para a contratação do serviço. Para 5% delas, o mais importante é a marca da seguradora, o número de 4% nunca teve o serviço de seguro nem tem interesse de contratar, e apenas 2% considera essencial ser atendido por um corretor de seguros conhecido.

ICES sobe para 104 no mês de janeiro

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Em janeiro de 2014 os executivos das seguradoras estão mais otimistas. É o que aponta o Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES), ao fechar em 104, uma variação positiva de 4,7% em relação ao mês de dezembro, quando chegou a 99,3. “Em destaque no mês, está o crescimento das expectativas favoráveis com as taxas de rentabilidade das seguradoras”, assinala o economista e autor do trabalho realizado em parceria com a Revista Cobertura, Francisco Galiza.

Para 56% dos executivos, a rentabilidade nos próximos seis meses será igual, 29%, melhor, e 15% pior. Já no mês anterior, a proporção era de 60%, 21% e 19% respectivamente. O faturamento das seguradoras será igual para 49% dos executivos, melhor para 42% e pior, de acordo com 9%, enquanto no mês anterior eram 41%, 40% e 19% respectivamente.

Já com relação à economia do país, o índice apontou que 60% dos executivos acreditam que o desempenho será igual, 9% creem na melhora e 31% que irá piorar. Em dezembro de 2013 eram, respectivamente, 56%, 10% e 34%.

Auto

Segundo Galiza, ao analisar somente o ramo automóvel e, ao comparar as perspectivas de receita para 2014 com os valores de 2013, a tendência inicial é que a taxa de crescimento seja mantida. No entanto, para 72% dos executivos o resultado será igual, 6% maior e 22% pior. Em dezembro, 71% acreditavam que seria igual e 29% que iria melhorar.
Entenda como é calculado o ICES

O ICES é um trabalho desenvolvido pela Rating de Seguros em parceria com a Revista Cobertura que teve início em novembro de 2012. A criação de um Índice exclusivo das seguradoras tem como objetivo equiparar o mercado de seguros a outros setores da economia brasileira e mundial.

O Índice é elaborado mensalmente e, para tanto, os seguradores respondem a cerca de quatro perguntas de múltipla escolha e de ordem qualitativa sobre o crescimento da economia, a rentabilidade e o faturamento das seguradoras para os próximos seis meses.

As respostas são sigilosas e os indicadores são transformados em números, que variam entre zero e 200, justamente para o 100 ser a média.

Susep divulga qualidade das autuações em 2013

Comunicado

A Coordenação Geral de Julgamentos (CGJUL) da Susep (Superintendência de Seguros Privados) julgou procedentes 79,04% dos processos de autuação juntos às empresas do mercado supervisionado, realizados pela Diretoria de Fiscalização da autarquia. A Susep, em 2013, ultrapassou a meta anual de fiscalização.

A autarquia realizou, durante o período, 226 ações, superando a programação de 216. Ao todo, foram fiscalizadas 122 seguradoras, 29 empresas de capitalização, 15 em companhias de previdência complementar aberta, 13 resseguradoras, 12 sociedades corretoras, 24 em sociedades em regime especial, nove em estipulantes e duas no mercado marginal. Os dados revelam um crescimento nas ações de fiscalização desde meados de 2011. Naquele ano, foram realizadas 192 ações; em 2012, 216.

Por determinação do superintendente Luciano Portal Santanna, a Susep passou a publicar em seu site (www.susep. gov.br) o plano de fiscalização da autarquia, com o cronograma das empresas que serão fiscalizadas durante o período. O objetivo da medida foi tornar mais transparente o processo e evitar qualquer tipo de especulação quanto ao ordenamento das operadoras que serão fiscalizadas.Outra decisão importante foi impedir que uma companhia ficasse mais de dois anos sem contar com fiscalização in loco.

Mongeral Aegon dá a largada para a comemoração dos 180 anos

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Com a proposta de reunir funcionários e corretores parceiros para dar início às comemorações dos 180 anos da Mongeral Aegon – primeira iniciativa de previdência do País –, a companhia promoverá durante o mês de fevereiro, em diversas cidades do Brasil, a 1ª Caminhada Mongeral Aegon. No último domingo (02), o evento aconteceu no Rio de Janeiro, no Aterro do Flamengo, e reuniu cerca de 600 pessoas, entre colaboradores, corretores parceiros e familiares. A ação arrecadou, ainda, mais de 730 doações entre alimentos não-perecíveis e água mineral.

“Resolvemos aproveitar o aniversário de 179 anos para dar início às comemorações dos 180 anos, um marco para a companhia. Entendemos que o que nos move são as pessoas e buscamos fazer a primeira ação voltada para os funcionários, corretores parceiros e seus familiares, como forma de integrá-los”, afirma Mônica Martins, gerente de Consultoria Interna da Mongeral Aegon.

É esperada a adesão de cerca de 2 mil pessoas nos eventos em todo o Brasil. A participação na caminhada/corrida é confirmada mediante a doação de um quilo de alimento não perecível ou dois litros de água mineral, que serão destinados às vítimas de desastres provocados pelas chuvas de verão.

Generali aposta na alta do turismo e lança seguro viagem

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A Generali Brasil Seguros entra em um novo ramo em 2014 e tem mais um produto em seu portfólio, o Seguro Viagem. A empresa aproveita o bom momento de crescimento do mercado de turismo no Brasil e oferece inicialmente, a inclusão dos seguros programas de proteção e serviços de assistência a viagem.

O produto oferece cobertura aos riscos durante o período de viagem para, despesas médicas de emergência por acidente, extravio de bagagem, cancelamento ou interrupção de viagens e morte e invalidez por acidente.

Segundo Valter Hime, Diretor de Pessoas e Benefícios da Generali, o que torna um produto como esse forte no mercado é atendimento. “Quando um segurado tem alguma ocorrência nesse seguro, ele procura um bom atendimento, alguém que fale a sua língua, passe as informações para ele e transmita segurança”, afirma Hime.

O diretor também afirma que esse é um mercado muito interessante: “Somente em 2013, tivemos cerca de 10 milhões de brasileiros viajando para outros países. Esse é um mercado muito promissor. Esperamos aproveitar as oportunidades desse setor já com a temporada do meio do ano”.

Herdeiros de Michael Jackson fecham acordo com Lloyd’s of London

michael jacksonEm meados de janeiro deste ano, os herdeiros de Michael Jackson e o Lloyd’s of London, que representa mais de 80 sindicatos de subscritores de riscos, chegaram a um acordo sobre a apólice de seguro da turne “This Is It”, para a qual o cantor se preparava na época da sua morte. Segundo informaram as agências internacionais, eles fecharam um acordo judicial no valor de US$ 17,5 milhões, segundo um advogado familiarizado com o caso. O caso iria a julgamento em fevereiro, após três anos de litígio. “Os responsáveis pelo espólio e a Lloyd’s of London estão felizes que o assunto tenha sido resolvido”, disse em nota Howard Weitzman, advogado dos herdeiros. Os termos não foram revelados. A seguradora havia pedido anteriormente a um tribunal de Los Angeles que anulasse a apólice, alegando que a empresa não havia sido informada que Michael fazia uso de medicamentos fortes. O Rei do Pop morreu em 2009, em Los Angeles, vítima de uma overdose do anestésico propofol. Na ocasião, ele ensaiava para a temporada de shows que faria em Londres, e com a qual pretendia relançar a carreira.