AGCS é reconhecida na premiação dos Melhores Seguradores Globais pela Global Finance

Star awardA Allianz Global Corporate & Specialty, braço de resseguros do Grupo Allianz, foi reconhecida como melhor seguradora global nas categorias de Sinistros em Linhas Financeiras pela revista americana Global Finance.

Nas divisões por região, a empresa foi eleita nas categorias Geral e Responsabilidade Civil na Europa. Já na Europa Central, a empresa foi vencedora em categorias como Linhas Patrimoniais e Financeiras. Na Ásia e no Oriente Médio, foi considerada a melhor na divisão de Responsabilidade Civil.

Os participantes da pesquisa foram convidados a escolher as seguradoras de acordo com os seguintes critérios: inovação e criatividade; capacidade, preço e cobertura; segurança e estabilidade financeira; alcance e prestação de serviços.

Brasil Assistência completa equipe comercial para Novos Negócios

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A Brasil Assistência, Unidade do Grupo MAPFRE no Brasil responsável pelos serviços de Assistência e Gestão de Riscos Especiais, recebe o reforço dos executivos Angel De La Riva, Marcelo Amaral e Marcelo Kussama no seu time comercial. Sob o comando de André Cuque, superintendente de Novos Negócios Corporativos, a nova equipe atuará com foco no desenvolvimento de negócios B2B nos mercados Affinity, Financeiro e Auto, respectivamente.

O novo time completa a equipe que já conta com Fátima Moalla, responsável pelo setor de Seguros, e Marcos Rogério de Souza, responsável pelo setor de Turismo. “Os novos executivos possuem vasta experiência nestes setores estratégicos, além de grande vivência em vendas consultivas, com habilidade em prospecção e negociações”, avalia Cuque.

Angel De La Riva, gerente de Negócios Affinity/Varejo/Outros

Com 14 anos de experiência em seguros massificados para os canais de varejo, De La Riva foi responsável pelo start up de operações de affinity nos segmentos de automóveis, eletroeletrônicos e instituições financeiras, em empresas como Aon Warranty Services, Itaú Seguros e Cardif Seguros. Em sua experiência profissional, desenvolveu parcerias comerciais com grandes empresas como Honda Automóveis do Brasil, Banco GMAC, Banco VW, Renault e Grupo Pão de Açúcar.

Marcelo Amaral, gerente de Negócios Financeiros

Amaral possui mais de 20 anos de experiência em desenvolvimento de equipes multidisciplinares, treinamentos, produtos, vendas, projetos, operação e criação de processos. Com atuação em grandes companhias como Aon Corretora de Seguros, Citibanke AXA Seguros, é generalista em carteiras de Auto e Multi-ramos e especialista em Mass Market (Produtos Massificados), em segmento baixa renda (utilities, retail) e alta renda (cards e banking).

Marcelo Kussama, gerente de Negócios Automotivo

Há 22 anos na área Comercial de multinacionais de grande porte do mercado Automobilístico e de Seguros, Kussama tem passagem pelo Banco PSA (Peugeot Citroën), Willis Corretora de Seguros, Assurant Seguradora, Toyota, Volkswagen, Pirelli Pneus e Isuzu Motors, no Japão. Foi o responsável pela adaptação e implantação bem-sucedida da operação automotiva no mercado nacional, com modelo inovador de F&I (Finance and Insurance), por meio da comercialização dos produtos de seguros massificados de garantia estendida e proteção financeira.

Governo cria Câmara Extraordinária para agilizar julgamento de conflitos em seguros

Veja a íntegra da Portaria nº 576, de 10 de dezembro de 2013

O MINISTRO DE ESTADO DA FAZENDA, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos II e IV do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal e o art. 2º -A do Decreto nº. 2.824, de 27 de outubro de 1998, incluído pelo Decreto nº 8.051, de 11 de julho de 2013, e tendo em vista o disposto no art. 36 do Decreto nº 7.482, de 16 de maio de 2011, resolve:

Art. 1º Fica criada a Câmara Extraordinária do Conselho de Recursos do Sistema Nacional de Seguros Privados, Previdência Privada Aberta e Capitalização (CRSNSP), para auxiliar na redução da quantidade de recursos pendentes de julgamento e para acelerar o julgamento dos recursos submetidos ao Conselho.

Parágrafo único. A Câmara Extraordinária será composta pelos conselheiros suplentes e presidida pelo representante do Ministério da Fazenda suplente do Presidente titular do Conselho.

Art. 2º Nas hipóteses de impedimento ou suspeição de conselheiro integrante da Câmara Extraordinária para julgar processo, o conselheiro titular da respectiva representação será convocado para participar do julgamento.

Parágrafo único. Nas circunstâncias em que o tanto o conselheiro suplente como o titular convocado nos termos do caput estiverem impedidos, suspeitos ou ausentes, o julgamento do processo prosseguirá respeitando-se o quorum mínimo regimental.

Art. 3º Caso haja divergência de entendimento entre a Câmara Ordinária, composta pelos conselheiros titulares, e Câmara Extraordinária, o conflito será solucionado por decisão a ser proferida pelos integrantes dos dois órgãos colegiados, em sessão conjunta, observado o procedimento previsto no Capítulo IV do Regimento Interno do CRSNSP.

§1º O prazo para suscitar incidente de divergência será de 30 (trinta) dias, a contar da data da publicação do extrato da ata da sessão de julgamento em que o processo for julgado.

§2º O Presidente do Conselho examinará a admissibilidade do incidente de divergência, depois de ouvido o Presidente da Câmara Extraordinária.

§3º O incidente de divergência admitido será distribuído a conselheiro distinto do que proferiu o voto vencedor contestado.

§4º O quórum mínimo para deliberação dos incidentes de divergência, em consonância com o Regimento Interno do CRSNSP, será de 8 conselheiros.

Art. 4º A Câmara Extraordinária poderá funcionar pelo prazo de 2 (dois) anos, prorrogáveis por igual período, mediante ato do Presidente do Conselho, caso julgue necessária a extensão de seu funcionamento para atingir os objetivos definidos no caput.

Art. 5º Ao Procurador da Fazenda Nacional junto ao CRSNSP incumbe comparecer às reuniões da Câmara Extraordinária para cumprimento das atribuições regimentais.

Art. 6º Os critérios para encaminhamento dos processos para julgamento pela Câmara Extraordinária serão fixados por ato do Presidente do Conselho.

Art. 7º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Guido Mantega

Despacho Do Ministro

Em 10 de dezembro de 2013

Rafael Garcia Sanz assume a diretoria comercial da Cescebrasil

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O Grupo CESCE, empresa espanhola especializada em soluções para gestão dos riscos de crédito e seguro garantia, nomeou em 1º de dezembro de 2013, o espanhol Rafael Garcia Sanz para a função de Diretor Comercial da CESCEBRASIL. A contratação do executivo tem o objetivo de potencializar a estratégia e a atividade comercial do Grupo CESCE no Brasil, ampliando ainda mais seu posicionamento no país. Formado em Economia, o executivo atuou como Gerente do Grupo CESCE na região de Valencia, Alicante e Castellón no território Leste da Espanha, onde desenvolveu, desde 1999, extensa carreira comercial.

Mercado segurador avança 14% em 2013, segundo CNseg, com R$ 280,6 bi em faturamento

foto-162013 chega ao fim como mais um ano de crescimento do mercado segurador. A previsão é encerrar 2013 com faturamento 14% maior do que o registrado no ano anterior, com R$ 290,6 bilhões em vendas de seguros, previdência, capitalização e saúde. O volume chega a representar 6% do Produto Interno Bruto (PIB). O percentual é menor do que os 17% projetados no inicio do ano, revisados em função da previdência privada, que sofreu com a volatilidade dos mercados financeiros durante o ano, afetando o volume de captação de recursos.

“Expansão da classe média, novos consumidores, taxa de desemprego baixa e a expansão do crédito são os fatores que ajudaram que o mercado segurador registrasse esse bom desempenho”, ressaltou Marco Antonio Rossi, presidente da CNseg, confederação das seguradoras, e também da Bradesco Seguros, durante almoço de final de ano com jornalistas, realizado em São Paulo. O presidente da CNseg também creditou o crescimento do setor à comunicação das seguradoras, que nos últimos quatro anos tem sido mais “light”, facilitando o entendimento dos produtos pelos clientes, bem como avançado no sentido de popularizar o seguro. “Várias ações das seguradoras mostram que o seguro é um produto para todos e não vemos mais aquele rótulo de que seguro é coisa para rico”.

marco rossiRossi comemorou o crescimento da carteira de investimentos do mercado segurador, que chega a representar 12,9% do PIB, com R$ 559 bilhões até outubro de 2013. Desse valor, R$ 456,3 bilhões em reservas técnicas e R$ 103,4 bilhões em patrimônio líquido das empresas.

Segundo balanço da CNseg, neste ano o consumo per capita de seguros no Brasil foi de R$ 719,00. A região Sudeste é que a apresenta a maior arrecadação per capita, R$ 1.117,00, seguida pela Sul R$ 828,00, Centro-Oeste com R$ 640,00, Nordeste com R$ 248,00 e Norte, com apenas R$ 173,00. Comparado com as economias mais maduras, o mercado de seguros no Brasil ainda tem muito espaço para crescer. A título de comparação, nos Estados Unidos o gasto per capita com seguro é de US$ 3,8 mil e de US$ 4,5 mil no Reino Unido.

Entre outros destaques do ano, além do ritmo chinês de crescimento, Rossi citou a posse da nova diretoria da CNseg em maio; o Brasil assumir o comando da Fides, representada por 18 países da América Latina, Estados Unidos e Península Ibérica, tendo como objetivo estimular o desenvolvimento do mercado segurador; a Escola Nacional de Seguros estar entre as melhores escolas do país; e a abertura do capital da BB Seguridade, um dos maiores IPO do mundo, o que mostra a força do segmento e agrega novos analistas e investidores ao setor.

Para 2014, a aposta é avançar 15,6% em vendas totais, mantendo o percentual de crescimento acima da média de 10% apresentado nos últimos anos. Dentro dessas expectativas, seguro gerais deve avançar 12,8% no próximo ano, permanecendo o seguro de carro o líder do segmento, com 50% das vendas; 15% em previdência, com o VGBL na liderança e avanço dos seguros de vida ligados a viagem, prestamista e funeral; 23% em capitalização com aposta dos produtos de incentivo e que substituem o fiador em aluguel; e 16,7% de crescimento na venda de planos de saúde suplementar. Microsseguros avança timidamente, mas os seguros considerados pelas seguradoras como populares têm apresentado um crescimento constante, segundo Rossi.

Osvaldo do Nascimento 2Todas essas previsões tem como base um cenário otimista da economia. O principal temor dos seguradores, assim como dos economistas, investidores e empresários, é de que o Brasil perca o grau de investimento diante da deteriorização de indicadores macroeconômicos. “Se isso acontecer, o que não acreditamos, complicará muito a situação da economia brasileira, uma vez que os investimentos ficam restritos, dificultando todo e qualquer esforço de crescimento”, comentou Osvaldo do Nascimento, presidente da Fenaprevi. Quanto a inflação, o executivo não aposta em uma alta exagerada. “Pode subir um pouco, mas ficará dentro da meta”, aposta. A questão fiscal também está no radar das seguradoras. “Como esse é um tema prioritário para a presidente Dilma Rousseff acreditamos que terá uma boa solução”.

A previdência aberta deverá fechar 2013 com alta de 10% no volume das contribuições e de 15% em 2014. “Vemos o próximo ano com um ano de oportunidades. Temos na mesa investimentos muito atrativos com prêmio de longo prazo”, ressaltou. Nascimento destacou que a previdência faz parte do cenário econômico. O setor tem hoje R$ 350 bilhões. Se somarmos os fundos fechados, o patrimônio previdenciário é próximo de R$ 1 trilhão. ”O desafio do setor está ligado ao do país. Manter um crescimento sustentável do PIB e manter um cenário mais estável do que a volatildiade que observamos em 2013 será benéfico para todos, assim como para a previdência”, ressaltou o presidente da Fenaprevi.

Ele acredita que o volume de contribuições voltará a crescer, uma vez que a volatilidade já está mais disseminada entre os investidores brasileiros, bem como ser um momento propício para invesitmentos do longo prazo. “Temos títulos do Tesouro pagando 6% ao ano mais IPCA. Isso é um rendimento extremamente confortável no mundo hoje”, comentou. No entanto, lembra, o cenário mundial é volátil. Por outro lado, a incerteza eleitoral e mesmo a Copa do Mundo no Brasil podem adiar a decisão de consumo das pessoas. “Em eventos importantes como a Copa, as pessoas normalmente optam por investir em viagens, aparelhos de TV, por exemplo, em vez de poupar para o longo prazo”, afirma o presidente da Fenaprevi.

Paulo Miguel MarracciniPaulo Marraccini, presidente da FenSeg, comentou que 2013 foi um ano em que os executivos envolvidos com seguros gerais seguiram a meta de tentar aumentar a penetração de seguros na sociedade brasileira. “Temos 15 comissões técnicas trabalhando para isso”, disse, ressaltando o seguro de garantia estendida, um dos que mais foi alvo de críticas por parte dos órgãos reguladores e de consumidores. “Por ser um produto novo sofreu, mas os ajustes já foram feitos para que o produto seja útll para o consumidor”, comentou.

Outra área de destaque dentro da FenSeg, segundo Marraccini, é a de garantias de obras, que em breve deverá ter a aprovação do percentual de participação em contratos de 10% atual para 30% no valor total da obra. O presidente da FenSeg também está esperançoso com o seguro popular de automóvel. Segundo ele, a inibiçao dos desmanches ilegais está no radar da federação. “Isso ajuda a reduzir o preço e salva o ambiente, com o descarte adequado das peças”, afirmou. Os seguros financeiro, marítimo e transporte são outros nichos aprimorados com o trabalho das comissões, tornando o produto mais visivel aos consumidores e, consequentemente, deverão apresentar bons resultados em 2014.

Marco-Antonio-da-Silva-BarrosMarcos Barros, presidente da Fenacap, ressaltou que mais importante do que o crescimento de 25,7% nas receitas de vendas até outubro, é o crescimento qualitativo do mercado com a consolidação do entendimento da população em relação ao títulos de capitalização. “2013 também marca a maturação dos produtos lançados em 2010, como o fiador, que vem ganhando espaço, assim como os produtos ligados a incentivos, usados pelo marketing para alavancar as vendas de seus clientes”, frisou.

jose cechinJosé Cechin, diretor da FenaSaúde, que substituiu o presidente Marcio Coriolano que não pode comparecer, afirmou que o grande desafio está em manter o crescimento de 2013 diante dos cenários previstos para a economia em 2014. “O setor de saúde suplementar cresce a taxas de 11,2%, para R$ 52,5 bilhões até junho. “Temos problemas na saúde, mas todos estão empenhados em resolver”, afirmou. Em ternos de beneficiários, o ano acumula crescimento de apenas 2%. Em 2014, as projeções são de manutenção do desempenho de 2013, uma vez que os planos de saúde são sensiveis a emprego e renda. “A persistir o desemprego baixo, o setor continua a crescer”, finalizou.

HDI socorre Papai Noel nas ruas de São Paulo

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A seguradora automotiva HDI ativa hoje (9) uma campanha de natal, cuja mensagem reforça a eficiência dos seus sistemas de atendimento a sinistros e assistência. A iniciativa, que conta com o Papai Noel no papel de segurado ilustre, com seu trenó avariado nas ruas de São Paulo, reforça e dá continuidade aos recentes investimentos em comunicação da companhia, com objetivo de consolidar a marca junto ao grande público.

Nessa campanha, o trenó danificado de Papai Noel é rebocado por um caminhão de socorro da HDI, passando por locais de grande movimentação da capital. Entre eles, Praça da Sé, Vila Olímpia e os parques Ibirapuera e Villa Lobos. A empresa presta ao bom velhinho assistência e socorro. O trenó resgatado está sendo rebocado para um dos Bate-Prontos (central de atendimento a sinistros) da empresa, para avaliação e encaminhamento aos reparos. A campanha é assinada pela agência Digital Industry.

A saga de Noel para consertar seu veículo a tempo do Natal conta com registro em vídeo e viralizada nas mídias sociais. Paulo Moraes, diretor de marketing, destaca que a campanha lembra o consumidor da importância da qualidade de atendimento nos momentos do sinistro e da assistência, ambos cruciais na relação com a seguradora. “Buscamos posicionar a rapidez e a qualidade como atributos de valor, ao lado do preço, numa comunicação bem-humorada”.

A HDI é hoje a quinta maior seguradora de autos do Brasil com mais de 1,5 milhão de veículos segurados. Após consolidar sua atuação nacionalmente, especialmente no Sul do Brasil, onde é líder, a empresa busca expansão na Grande São Paulo e Rio de Janeiro. Neste último estado, a empresa pretende inaugurar três novas unidades em 2014. O processo de expansão vem sendo acompanhando de investimentos em comunicação. Recentemente, a HDI produziu campanha estrelada pelo lutador Anderson Silva, o maior investimento publicitário já realizado pela empresa no Brasil.

* foto da página do facebook do corretor Luiz Alvares Morales

Revista Época afasta hipótese de saída de Portal da Susep

Época: O superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Luciano Santanna, esteve por um fio. Na Susep, dava-se como certo que ele seria substituído pela atual diretora de administração, Helena Mulim. A candidatura da triatleta Helena era patrocinada por Marcelo Fiche, ex-chefe de gabinete do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Fiche deixou o cargo há dez dias em meio a uma onda de denúncias.

SulAmérica comemora 118 anos com muitas novidades

sulamericaA SulAmérica comemora 118 anos totalmente repaginada. Mudou acionistas, a marca, produtos e serviços. Ganhou prêmios, clientes e rentabilidade. O resultado é um grupo em forma para aproveitar as oportunidades que o mercado segurador brasileiro oferece e os desafios que a economia brasileira impõe a empresários em um ano eleitoral e com a fragilidade de vários indicadores, ameaçando até mesmo o rebaixamento do rating do Brasil.

O aniversário é comemorado com grandes números: R$ 12 bilhões em faturamento, 7 milhões de clientes, 5 mil colaboradores. “É uma honra poder presidir a SulAmérica neste momento”, afirmou Gabriel Portella, que deixou a vice-presidência de saúde para comandar o grupo a partir de abril deste ano. “Tivemos um ano intenso e estamos prontos para um novo ciclo de realizações”, disse ele a um grupo de jornalistas.

2013 foi um ano de grandes notícias para o grupo. A SulAmérica comprou a participação do ING e a fatia da SulaCap, e fez acordos expressivos para ter dois novos acionistas, o International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial, com 7,9%, e a Swiss Re, com 14,9%, por R$ 334 milhões. “Os novos sócios com certeza contribuirão com suas expertises e, principalmente, compartilham conosco uma visão de longo prazo”, comentou Portella.

Com a saída do ING, o grupo pode mudar a marca, apresentada desde a última sexta-feira aos mais de 30 mil corretores parceiros do grupo. O novo posicionamento institucional – A vida é imprevisível e isso é muito bom – traduz conceitos relevantes para o grupo, segundo seus porta-vozes. As cores azul, laranja e branco foram mantidas.

Enquanto as negociações no topo da empresa seguiam a todo vapor, a empresa mantinha um ritmo acelerado em sua estrutura, desde acordos com a BR Malls, avaliado em R$ 20 milhões, para trazer comodidade e inovação aos seus clientes de automóvel, bem como expor mais a marca para gerar demanda aos seus corretores.

Segundo Carlos Alberto Trindade, vice-presidente responsável por diversos segmentos, como auto, vida e previdência, o objetivo foi alcançado. “Vamos fazer uma pesquisa em 2014 para medir o retorno do investimento na parceria com o Shopping Iguatemi e BR Malls, mas os corretores nos afirmam que sentiram uma grande procura pelo seguro de automóvel da SulAmérica por parte dos clientes”, informou.

Até setembro, a carteira de automóvel respondia por R$ 2,1 bilhões, dos R$ 9,1 bilhões em faturamento, dos quais R$ 6 bilhões se referiam a saúde. O crescimento verificado em automóvel de janeiro a setembro foi de 24%, acima da média de mercado. Trindade não espera uma guerra de preços na carteira como fruto do aumento da taxa Selic, que saiu de 7% no início do ano para 10% na última reunião de 2013 do Conselho Monetário Nacional (Copom).

“O mercado está mais maduro e todos sabem que há outros fatores que podem comprometer as despesas da carteira em 2014, como ajustes de regras contábeis”, afirmou. Quanto ao lançamento do seguro popular, que ainda depende de incentivos do governo, Trindade se mostrou cético. “Em ano eleitoral dificilmente o governo vai atender a este pleito do mercado”, acrescentou.

Arthur Farme, vice-presidente de relações com o investidor, afirmou que a percepção dos investidores estrangeiros em relação ao Brasil piorou muito durante o ano, principalmente em relação aos efeitos fiscais. “Mas em relação ao mercado segurador os investidores continuam mantendo suas apostas pois percebem que o setor tem conseguido ser resiliente a crise que o pais enfrenta”, disse.

Em relação ao aumento da concorrência pelos investidores estrangeiros, com a entrada da BB Seguridade na bolsa, hoje a preferida dos analistas pelo potencial de ganho projetado, Farme afirmou encarar isso como um ganho para todos. “A entrada da empresa deu grande visibilidade ao setor de seguros no Brasil, atraindo novos investidores. Nos já fomos procurados por investidores que não tinham o setor em carteira e agora querem conhecer melhor a empresa e o setor”, afirmou.

2014 é tido com ano de grandes oportunidades por todos os porta-vozes do grupo no que diz respeito a seguros, previdência, vida e capitalização. A gestão de ativos também, comenta Marcelo Mello, responsável pela asset. “Temos um ano intenso, com favorecimento dos ativos de renda fixa em razão da alta da Selic, prevista por nós em 10,5% ao ano”. Ele não aposta em um aumento de demanda dos investidores por ativos no exterior. “Apostamos em alongamento das carteiras dos investidores institucionais com o bom momento da renda fixa”.

Em saúde, Gabriel Portella aposta no incremento das vendas, principalmente para pequenas e medias empresas, nicho que vem puxando o crescimento, bem como de todas as outras carteiras estimuladas pela venda cruzada de produtos. “Investimos em programas e processos para facilitar a vida do corretor, que passa a ter mais facilidade para ofertar aos seus clientes uma gama completa de produtos e serviços”.

A SulAmérica também manteve a sua presença na carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa, da qual faz parte desde 2009. O ISE foi criado em 2005 para mensurar e avaliar de maneira integrada diversos aspectos relativos à sustentabilidade das empresas, que incluem práticas de governança corporativa e os desempenhos ambiental, social e financeiro.

Mongeral Aegon lança Campanha de Natal para arrecadar doações

A Mongeral Aegon inicia hoje (09) a campanha Natal Solidário para a arrecadação de itens em todas as unidades de distribuição da companhia. Na matriz, além dos presentes, serão arrecadados alimentos não-perecíveis, produtos de higiene e limpeza. Até o dia 17 de dezembro, funcionários e parceiros da seguradora poderão fazer as doações que serão entregues para as mais de 60 crianças da creche do Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, no dia 18. A ação Natal Solidário, que está em seu oitavo ano, conta com a participação dos mais de 800 colaboradores da seguradora em todo o Brasil.

Liberty Seguros oferece novo formato de seguro para automóveis com preço acessível

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A Liberty Seguros, Seguradora Oficial da Copa do Mundo FIFA2014™, está ampliando a sua linha de seguros para automóveis. A seguradora desenvolveu o Seguro Auto Consciente, um produto exclusivo para o jovem, que adquiriu o primeiro carro e dispõe de pouco recurso financeiro para arcar com o valor de todas as coberturas tradicionais, e para os proprietários de veículos antigos. O Auto Consciente tem baixo custo e varia de R$ 590 a R$ 688 (parcelado em até 10 vezes). Além de ser mais acessível, para contratar o seguro não é necessário fazer a vistoria prévia do veículo e nem análise do perfil do condutor. Outro benefício do produto é o sorteio mensal de R$ 5 mil, que vale tanto para o cliente quanto para o corretor.

O seguro oferece coberturas de Responsabilidade Civil para casos de acidentes envolvendo terceiros (danos materiais, corporais e morais), Acidentes Pessoais para proteção dos passageiros, Assistência 24 horas com os serviços de reparo ou auto socorro após pane ou sinistro, guincho, chaveiro, socorro em caso de falta de combustível e troca de pneus. “É um seguro com condições especiais para esse público, com coberturas a terceiros e serviços essenciais”, afirma Paulo Umeki, vice-presidente de Seguros Pessoais da Liberty Seguros.

O segmento de automóveis no Brasil, de acordo com o Denatram (Departamento Nacional de Trânsito), possui atualmente uma frota de mais de 26,4 mil automóveis de 10 a 25 anos de fabricação. Outro indicador do segmento é o custo mais elevado do seguro para motoristas jovens, com idade entre 18 e 25 anos.