O grupo segurador BB e Mapfre é a seguradora líder na área de vida no Brasil e na América Latina, com 23 milhões de pessoas seguradas. A companhia continua mantendo a primeira colocação no ranking de seguros de pessoas da Susep, tendo aumentado sua participação de mercado de 19,5% para 20,1% nos últimos 12 meses divulgados pelo órgão regulador, com R$ 4,7 bilhões em prêmios emitidos entre janeiro e novembro de 2013.
Em bases anuais, de novembro de 2012 a novembro de 2013 os dados da SUSEP mostram que o mercado para esse segmento, que engloba todo o conjunto de seguros de vida, como o seguro prestamista, os educacionais, de vida individual e em grupo, cresceu 17,9%. No mesmo período, o Grupo BB MAPFRE cresceu ainda mais: 22,2%.
O bom desempenho se deve ao amplo portfólio de produtos, que inclui desde os seguros populares até produtos feitos sob medida para os segmentos de alta renda, além de soluções corporativas para empresas de todos os portes.
“A empresa está sempre atenta e pronta a atender a novas demandas, como, por exemplo, as surgidas com o crescimento das classes C e D e o amadurecimento da cultura de seguros entre as classes mais altas, o que nos permite manter nossa liderança e crescer acima do mercado”, diz Bento Zanzini, diretor geral da área de Pessoas do grupo BB E Mapfre. “Temos uma forte presença em praticamente todos os nichos de mercado, porque nossa orientação é voltada para a busca permanente de soluções inovadoras para os nossos parceiros e clientes”, completa.
A construção de sólidas parcerias para alcançar cada um dos nichos de mercado também é apontada pelo diretor como um importante fator de sucesso. O Grupo tem investido na distribuição de seguros de vida por meio suas parcerias com mais de 16 mil corretores, pela utilização da rede bancária e de outros canais alternativos, visando fazer com que os produtos cheguem aos clientes da forma mais conveniente para eles.
Um exemplo dessa conveniência é a utilização de terminais de auto-atendimento de agências bancárias, que permitem aos seus usuários a aquisição de seguros de forma simples e rápida. Este canal precisa de planos competitivos e acessíveis e os produtos devem oferecer coberturas para os riscos percebidos pelos clientes como sendo os mais significativos, como morte e invalidez e perda de renda, além de um conjunto de benefícios e assistências que atendem às principais aspirações das famílias.
O público feminino, que está cada vez mais presente no mercado de trabalho, também tem apresentado um importante crescimento na busca por proteções pessoais e familiares. Para esse público, o destaque do Grupo é o Seguro Vida Mulher, que, além das proteções tradicionais, oferece cobertura para casos de câncer de mama, útero e ovário, que são as principais incidências e focos da preocupação feminina.
A instabilidade e a incerteza criadas pela Primavera Árabe aumentaram significativamente o nível do risco político dinâmico para os investidores estrangeiros diretos que operam no Oriente Médio e no Norte da África, a região conhecida como MENA, de acordo com o Mapa de Risco Político 2014 da Marsh e Maplecroft. Mais de 60% dos países da região têm experimentado um aumento significativo no nível de violência política desde 2010, refletindo as implicações do risco político a longo prazo na sociedade, proveniente de uma mudança de regime forçado.
Produzido em parceria com a Prática Global de Crédito & Risco Político da Marsh e com a empresa de análise de risco e mapeamento, Maplecroft, o mapa divulgado anualmente reúne os dados do relatório “Political Risk Atlas 2014”, que destaca os riscos políticos em 197 países, incluindo conflitos, terrorismo, estabilidade macroeconômica, Estado de Direito e os ambientes regulatórios e de negócios.
De acordo com o mapa, desde 2010 17 países sofreram um aumento significativo de risco político, sendo que mais da metade estão localizados na região do MENA. A Síria foi palco do aumento mais significativo no risco e agora é classificada como o segundo país de maior risco, atrás apenas da Somália. Pela primeira vez o Egito foi categorizado como risco “extremo” no quesito violência política, uma deterioração impulsionada pela violência pós-golpe e aumento da atividade terrorista na Península do Sinai. Em 2012, a África Oriental fez parte da maioria dos países com aumento da violência política.
“O aumento da violência política na África Oriental apresenta desafios significativos aos investidores estrangeiros, que procuram a região após a descoberta de reservas substanciais de Petróleo e Gás”, diz o CEO da Maplecroft , Alyson Warhurst. Ainda completa que o risco social associado de acordo com o “Political Risk Atlas 2014” da Maplecroft é o principal incentivo ao aumento no risco político da região do MENA e em outros países.
Apesar destes riscos, investidores podem encontrar oportunidades nos mercados em crescimento. O risco político geral tem melhorado significativamente desde 2010 em seis mercados hoje em crescimento: Filipinas, Índia, Uganda, Gana, Israel e Malásia. Esta constante melhoria se reflete, em parte, a uma queda na violência política nas Filipinas, Índia e Uganda e a melhorias significativas nos níveis de governança na Malásia e Israel. Um cenário positivo aos negócios e à economia também ajudou a diminuir o nível geral de risco nessas principais economias, observam a Marsh e a Maplecroft.
“As empresas com investimentos estrangeiros diretos e os contratos transfronteiros continuam a operar a uma rápida mudança, a paisagem política global altamente volátil que pode sofrer com consequências negativas”, comenta o Líder Global das Práticas de Crédito e Risco Político da Marsh, Evan Freely. Para ele, é indispensável que as empresas estejam a par das principais questões que afetam as regiões em que atuam e tenham planos para proteger os seus interesses estratégicos das ameaças de mudanças políticas e violência imprevistas.
O cenário econômico em 2013 não foi dos melhores, com fraco desempenho do PIB, alta da inflação e elevação da taxa de juros. Mas o setor de seguros manteve-se em crescimento, apesar do aumento da incidência do roubo de veículos e do decepcionante desempenho das grandes obras (PAC, Copa do Mundo, pré-sal etc.), que não geraram o volume de negócios esperados. Neste ano, em que haverá Copa do Mundo e eleição, como se comportará a economia? Quais as perspectivas para o setor de seguros? Estas e outras perguntas serão respondidas pelo economista Francisco Galiza, da Rating Consultoria, em Palestra do Meio-Dia da APTS, dia 11 de fevereiro, na sede da entidade.
Galiza apresentará um resumo dos principais estudos econômicos realizados recentemente sobre o setor de seguros e analisará os principais fatos que impactaram o mercado segurador em 2013. Considerando o atual cenário de incertezas econômicas, ele também fará projeções para o setor em 2014, baseado no retrato atual dos principais indicadores, e comentará as tendências internacionais.
Galiza é mestre em Economia pela Fundação Getúlio Vargas, engenheiro Naval pela UFRJ e autor de diversos trabalhos publicados na área de seguros. Mensalmente, ele calcula e publica o ICES, que é um índice indicativo do grau de confiança do mercado de seguros. Atualmente, Galiza é um dos consultores mais requisitados pelas grandes corporações para a definição de estratégias na área de seguros.
Serviço
Palestra do Meio-Dia “O mercado segurador brasileiro em 2013 e perspectivas para 2014”
Apresentação: Francisco Galiza
Data: 11 de fevereiro de 2014 – Horário: das 12h às 13h30
Local: Sede da APTS – Largo do Paissandu, nº 72, 17º andar, conj. 1704, Centro, S. Paulo, SP.
Informações e inscrições pelos telefones (11) 3227 4217 e 3229 6503 ou pelo e-mail apts@apts.org.br com Laine.
Informações à imprensa com Márcia Alves – (11) 2293 1854 – madlis@uol.com.br
A Standard & Poor’s elevou os ratings de crédito de contraparte atribuídos à Austral Seguradora e à Austral Re de ‘brA+’ para ‘brAA-‘. É a segunda elevação recebida desde dezembro de 2012, quando as companhias receberam suas primeiras classificações.
A revisão dos ratings reflete os sinais positivos e as conquistas que as companhias apresentaram ao longo de 2013 em relação à consolidação de sua posição de mercado, a melhora na avaliação do seu perfil de risco financeiro e nas projeções de desempenho operacional e de lucros até 2015. Segundo a S&P, a perspectiva é estável e reflete a expectativa da agência de melhor desempenho operacional e manutenção de forte capitalização das companhias.
O relatório destaca ainda que, em novembro de 2013, a Austral Re era a 5ª maior resseguradora local no Brasil, com cerca de 5% de participação de mercado, resultado superior aos 3,2% alcançados em dezembro de 2012. A análise da agência também salienta que, em novembro de 2013, a Austral Seguradora detinha cerca de 7,5% de participação de mercado no negócio de Seguro Garantia no Brasil, sua principal linha de negócios, o que a classificava entre as quatro maiores participantes deste segmento.
A Porto Seguro patrocinou o lançamento no final de semana do aniversário de 460 anos da cidade de São Paulo o Projeto “Movimento e Bem Estar”. A iniciativa consiste em oferecer assessoria esportiva e nutricional gratuita às pessoas interessadas em introduzir a prática de atividades físicas em seu dia a dia, com a orientação de profissionais que atenderão regularmente nos parques: Parque Esportivo dos Trabalhadores (PET), Villa-Lobos e da Juventude, na capital; e no Parque Central de Santo André.
Outro objetivo do projeto é estimular a população a adotar hábitos mais saudáveis em seu cotidiano. Os participantes contarão com o acompanhamento de profissionais de educação física e nutrição, para orientações sobre técnicas de corrida e caminhada, treinos e exames básicos de saúde, além do teste de pisada. Os interessados em participar do projeto podem se dirigir às tendas instaladas nos locais credenciados, para receber informações sobre como se cadastrar e iniciar os treinamentos.
O Brasil foi o único país latino-americano a ter elevação de classificação de risco de médio a grave, devido à generalizada e violenta onda de protestos contra o governo ao longo de 2013 e que se mantém no início de 2014, segundo o 11º Mapa Anual de Terrorismo e Violência Política, produzido anualmente pela AON em parceria com a Risk Advisory.
O mapa avalia os riscos para os negócios por região, mensurando a violência política e terrorismo em 200 países. De acordo com os dados, 34 países tiveram redução na classificação de risco país e quatro atingiram aumento na classificação: Brasil, Japão, Moçambique e Bangladesh. Em contraste com outras regiões, a Europa viu melhoria notável com 11 países tendo a pontuação de risco de comoção civil removidos.
A análise indica que as comoções sociais provavelmente vão continuar em 2014, particularmente antes da Copa do Mundo e durante as eleições de outubro. No geral, apesar de algumas melhorias nas classificações de riscos, o estudo traz oito reduções de riscos e apenas um aumento entre os países analisados, sendo 22 com classificação de risco graves.
O Oriente Médio é a região mais atingida pelo terrorismo no mundo, com uma quota de 28% de todos os ataques terroristas registrados em 2013. Ao olhar para os ataques a empresas por setor, os setores de varejo e transporte foram afetados significativamente em 2013, com 33% dos ataques terroristas que afetam o setor de varejo, e 18% dos ataques que ocorrem no setor de transportes. O setor de varejo inclui locais como mercados públicos, que permanecem vulneráveis a ataques, como visto no ano passado, no Quênia.
O terrorismo continua a ser uma ameaça variável na região da Eurásia, com a Rússia e a Turquia entre os mais afetados pela ameaça até 2013. Além disso, os Jogos Olímpicos de Inverno na Rússia, que envolvem movimentos de transporte de massa significativas, é visto como um potencial alvo terrorista.
Além disso, o Japão, Moçambique e Bangladesh também têm visto um aumento na agitação civil, com mais de 70 dias de greves e protestos contra os baixos salários e más condições de trabalho na indústria de roupas, somando-se os problemas que afetam o setor de varejo.
A classificação de risco país para a região Ásia-Pacífico e Oceania manteve-se globalmente estável, com apenas quatro mudanças: Coréia do Sul, Malásia e Samoa tiveram o rating reduzido em relação ao risco, enquanto o aumento dos gastos militares e as tensões geopolíticas no Japão ajudou a elevar o rating do país.
O mapa está disponível no link http://www.aon.com/terrorismmap/2014-Terrorism-Map.pdf
Interessante estudo divulgado pelo Instituto Sprinkler Brasil. Vale a leitura para quem lida com gerenciamento de risco, subscrição, criação de produtos e clausula de programas de riscos de incêndio.
O número de incêndios estruturais registrados pelo monitoramento diário de notícias aumentou em todo o Brasil em 2013, de acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Sprinkler Brasil (ISB). Foram contabilizados 1.095 ocorrências na imprensa brasileira – média de 91 por mês – contra 755 registros encontrados em 2012 – média de 62 por mês. O Estado do Rio Grande do Sul foi o que teve o maior aumento de registros de incêndio do ano, com uma alta de 93%.
No monitoramento, o ISB considera os incidentes que ocorreram em diversos tipos de prédios e que poderiam ter sido contornados com o uso de sprinklers, como é o caso de instalações industriais e comerciais, depósitos, bibliotecas, escolas, hospitais e hotéis. Dentre os incêndios estruturais, só não foram contabilizados os incidentes que ocorreram em residências. Os incêndios florestais também ficaram de fora dos registros.
O Estado do Rio Grande do Sul superou o Rio de Janeiro nos registros noticiados em 2013 em comparação com 2012. O Estado também teve uma diferença maior para o quarto lugar (Paraná em 2012, Rio de Janeiro em 2013), o que pode ser explicado pela ocorrência da tragédia da boate Kiss, na cidade gaúcha de Santa Maria. “Esse grande incêndio pode ser considerado uma explicação para o aumento expressivo de notícias no Rio Grande do Sul em relação aos demais estados brasileiros, pois causou um grande impacto em todo o país, despertou mais atenção para o assunto e provocou engajamento por parte de autoridades e da sociedade civil”, afirma Marcelo Lima, diretor geral do Instituto Sprinkler Brasil.
Em todos os Estados foi encontrada ao menos uma reportagem sobre uma ocorrência local, o que não ocorreu em 2012, quando não foram registradas notícias sobre incêndios no Acre e no Amapá. A quantidade de incêndios reportados em São Paulo segue expressivamente maior do que nas demais unidades federativas, assim como notado no ano anterior. No entanto, deve-se destacar que essa diferença pode ser explicada pela forma como a imprensa de cada Estado cobre o assunto.
A disposição das unidades federativas com mais notícias sobre incêndios também mostrou mudanças. As alterações mais significativas foram Goiás subir da 14ª para a 9ª colocação e o Rio Grande do Sul superar consideravelmente o Rio de Janeiro em registros sobre esse tipo de incidente.
O gráfico a seguir mostra as ocorrências de incêndio que foram noticiadas por tipo de local. Edifícios industriais e comerciais representam 68% dos incêndios noticiados, uma pequena diminuição em relação à proporção checada em 2012 (73%).
Ocorrências de incêndios estruturais (exceto residenciais) noticiados em 2013 – por ocupação
Isso significa que as notícias sobre ocorrências de fogo em outros tipos de ocupação cresceram proporcionalmente em comparação ao mesmo período (32%, ante 27%).
Ocorrências de incêndios estruturais (exceto residenciais) noticiados em 2012 – por ocupação
Faltam estatísticas oficiais
A iniciativa do Instituto Sprinkler Brasil de monitorar os incêndios noticiados pela imprensa é uma forma de entender minimamente o que ocorre no Brasil em relação a incêndio. “A falta de divulgação dos dados oficiais por parte dos Corpos de Bombeiros dos Estados é um grave problema que impacta na formulação de políticas públicas sobre o assunto no País”, pondera o diretor geral do Instituto Sprinkler Brasil, Marcelo Lima.
De acordo com Lima, a falta de conhecimento desses dados não permite definir um parâmetro sobre as mortes ocorridas na boate Kiss, por exemplo. “É evidente que a perda de 242 vidas em um único evento é uma grande tragédia, mas ainda assim não conseguimos entender o que isso representa no número total de vítimas de incêndio no Brasil por ano”, explica.
Avanço no Rio Grande do Sul
Além de apresentar aumento de quase 100% nos registros de incêndio reportados, o Rio Grande do Sul também foi Estado com mais engajamento e avanço na legislação em 2013. Em dezembro, uma nova lei contra incêndio foi sancionada no Estado. A medida proíbe licenças provisórias de funcionamento para locais que reúnem muitas pessoas e exige aumento no número de itens de segurança obrigatórios.
Apesar do avanço, ainda é necessária uma regulamentação para a aplicação da nova lei, que depende da criação de um conselho estadual de prevenção e proteção contra incêndios.
A legislação de incêndio no Brasil é de responsabilidade de cada Estado e, por isso, há muitas diferenças entre elas. Há casos, como São Paulo, em que as leis contra incêndio estão mais avançadas em relação ao restante do País.
Sobre o Instituto Sprinkler Brasil
O Instituto Sprinkler Brasil (ISB) é uma organização sem fins lucrativos, dedicada a promover o combate a incêndios em instalações industriais e comerciais por meio do uso dos sprinklers. Fundado em 2011 a partir da união de esforços de duas empresas globais do segmento de seguros, a FM Global e a Allianz, o Instituto acredita que o uso destes chuveiros automáticos é a medida mais eficaz de evitar as consequências de incêndios e salvar vidas. Tem como missão, conscientizar a população, autoridades e gestores públicos e privados sobre a importância e os benefícios do uso desse tipo de sistema.
O ISB é apoiado por representantes de várias entidades, especialistas em prevenção e proteção contra fogo. São estes profissionais que formam o Conselho Consultivo do Instituto e reúnem-se regularmente para discutir maneiras de difundir informações sobre o uso de sprinklers na sociedade brasileira. Eles estão vinculados a importantes instituições, como a Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), entre outros.
O MBA Internacional em Bancos e Mercados Financeiros é uma parceria do Santander Brasil, Insper, Universidade de Cantábria e o Santander Financial Institute-SANFI. O objetivo é desenvolver e aprimorar as competências dos profissionais do mercado financeiro ou aqueles que desejam atuar neste segmento. Ao todo são 20 vagas. As inscrições online devem ser realizadas até 16 de fevereiro. Essa é a primeira turma do curso.
“O MBA foi criado a partir de necessidade de prepararmos os profissionais para os desafios do novo cenário do sistema financeiro. Por meio da rede de relacionamento do Santander Universidades, identificamos as instituições com mais afinidade com a proposta e criamos juntos, com Insper e Cantábria, a emenda do curso”, explica Fátima Gouveia, superintendente executiva de Recursos Humanos do Santander.
O MBA Internacional em Bancos e Mercados Financeiros está estruturado com 4 módulos, com carga-horária total de 481 horas. No Brasil, as aulas serão ministradas na sede do Insper, em São Paulo, às terças e quintas-feiras das 19h30 às 22h30. Na Espanha, o curso será realizado na sede da Fundación UCEIF-SANFI-UC (cidade de Santander) e na Cidade Financeira do Santander, em Boadilla del Monte (Madrid), pelo período de duas semanas.
As atividades do Módulo Internacional na Espanha contemplam curso presencial de espanhol financeiro, visitas às unidades do Santander e outras instituições financeiras, além de roteiros institucionais, culturais e turísticos
A Coordenadora de Programas Customizados de Educação Executiva do Insper, Jocimari Oliveira, aponta que, além de ser um programa customizado em parceria com o Santander Brasil e a Universidade de Cantábria, o MBA Internacional em Bancos e Mercados Financeiros tem outro diferencial. “O aluno terá dupla titulação, no Brasil e na Espanha, em um curso com prêmios de excelência para o desempenho acadêmico. Isso pode favorecer a promoção e o desenvolvimento mais acelerado da carreira do aluno.”
O curso é destinado a profissionais ou interessados em ingressar no mercado financeiro, com graduação obtida preferencialmente até 5 anos em: Administração, Economia, Ciências Contábeis, Engenharias e outras áreas correlatas. As aulas estão previstas para começar em maio de 2014.
Mais informações: http://site.insper.edu.br/mba-santander/
A Willis Brasil, corretora de seguros pertencente ao Willis Group, anuncia Luciano Calheiros como Deputy CEO, que se reportará ao CEO da companhia no país José Otavio Sampaio. Formado em Engenharia pela Escola Politécnica-USP, Calheiros acumula passagens por grandes seguradoras, como Allianz Seguros, Zurich e Liberty.
O executivo ingressa na Willis Brasil para desenvolver a área de novos negócios, além de assumir a área comercial, vaga anteriormente de Anthony Harvey, que acaba de ser promovido a head Comercial da Willis América Latina. Segundo o CEO da Willis Brasil, José Otávio, “a entrada de Luciano Calheiros fortalece ainda mais a Willis Brasil para a estratégia de crescimento da empresa neste ano que se inicia”.
A AIG, líder mundial em seguros gerais, patrimoniais e de responsabilidade civil, reforça sua gestão brasileira com a chegada de Ignacio Becerra, que atuará como Gerente de Energy. Ignacio será responsável pela gestão e subscrição da carteira de Energia e Riscos de Engenharia da AIG Brasil. Além disso, suportará as áreas de vendas na prospecção de novos negócios ligados a construção e infraestrutura.
Anteriormente, na filial do Uruguai da AIG, Becerra gerenciou durante cinco anos a área de Property e Energy. O executivo continuou sua carreira na La Meridional Cia Argentina de Seguros (AIG Argentina) até recentemente, quando se juntou ao time brasileiro da AIG. O uruguaio possui formação em engenharia mecânica industrial pela Universidade de Montevideo e MBA pelo Instituto de Estudios Empresariales de Montevideo.
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