RSA Seguros estreia novo site

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A RSA Seguros, um dos maiores grupos seguradores do mundo, apresenta ao mercado o novo portal da Companhia – http://www.rsaseguros.com.br. Com proposta didática e alinhado às tendências digitais, o site traz uma navegação mais intuitiva e passa a estar disponível também em plataforma mobile, tanto para versão iOS quanto Android. O objetivo é estreitar o relacionamento com corretores, bem como aproximar a marca de clientes e parceiros.

De acordo com o superintendente de Marketing & Estratégia Corporativa da RSA Seguros, Marcelo Biasoli, a iniciativa pretende apresentar a proposta de valor da empresa nos segmentos de Riscos Grandes e Complexos, Pequenas e Médias Empresas (PME), Residencial e Afinidade.

Com o lançamento, a expectativa da empresa é aumentar a capilaridade de comunicação, ampliando o conhecimento de produtos e serviços ofertados pela RSA Seguros. “Queremos tornar o portal uma ferramenta de suporte às vendas dos corretores e uma fonte de informação interativa e dinâmica para clientes e parceiros”, ressalta Biasoli.

Para conhecer e conferir as novidades basta acessar o endereço http://www.rsaseguros.com.br/. O website oferece conteúdo sobre produtos e serviços nos segmentos de Riscos Grandes e Complexos, Seguros para PME, Seguros de Afinidade e Seguro Residencial. O portal conta com informações institucionais, Canais de Atendimento, informações sobre reportes de sinistro e facilidades para corretor e clientes.

Berkley oferece seguro para arquitetos e engenheiros

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A Berkley divulga um seguro específico para profissionais da área da construção – o RC Profissional para Arquitetos e Engenheiros. O produto faz parte da Linha Casualty, lançada em 2013 no mercado segurador, que contempla também os seguros de Responsabilidade Civil Geral (RCG) e D&O (Directors and Officers).

Para assegurar ações voltadas a projetos e serviços de arquitetura e engenharia, o seguro de Responsabilidade Civil Profissional garante ao segurado o reembolso dos prejuízos eventualmente indenizados ao terceiro prejudicado quando, decorrentes de falhas profissionais incluindo, perdas financeiras e lucros cessantes.

Com a apólice de RC Profissional Berkley são asseguradas ainda as despesas de defesa do segurado, a perda o roubo ou furto de documentos, despesas de gerenciamento de crise; violação não intencional de propriedade intelectual; prejuízos causados por transmissão de vírus. Sendo o grande diferencial desta cobertura, a garantia em âmbito mundial (exceto no Canadá e EUA). O produto possui também outras coberturas adicionais como Responsabilidade Civil Operações; Responsabilidade Civil Empregadores e Seguro de prestação de serviços em locais de terceiros.

Seguros de Pessoas movimentam R$ 2,1 bi em novembro e R$ 23,5 bi no acumulado do ano

Grandparents Holding Portrait of FamilyNa avaliação do resultado de janeiro a novembro o mercado de seguro de pessoas acumulou R$ 23,5 bilhões em prêmios. O resultado no período foi 17,96% maior que o verificado no mesmo período do ano passado. O mercado de seguros de pessoas movimentou R$ 2,1 bilhões em novembro, valor 13,60% superior ao R$ 1,9 bilhão registrado no mesmo mês do ano anterior. No mês de novembro, os segurados receberam cerca de R$ 495,6 milhões em indenizações, 7,04% a mais do valor registrado no ano anterior, quando as seguradoras pagaram R$ 463 milhões às pessoas em forma de indenizações, segundo indicadores consolidados pela FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida, entidade representante de 75 empresas que comercializam seguros de pessoas e previdência complementar aberta).

“As indenizações proporcionam proteção e garantia para a continuidade dos projetos pessoais e da vida econômica, do segurado e de seus familiares”, afirma Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi.

O seguro viagem registrou o maior crescimento relativo no mês. Movimentou R$ 10,5 milhões, expansão de 127,87% na comparação com o mesmo período do ano anterior. “O benefício dessa modalidade de proteção que tem interessado mais às pessoas é a cobertura para acidentes em deslocamentos no Brasil ou no exterior, podendo, também, cobrir o extravio ou perda de bagagens e despesas hospitalares e médicas de viajantes”, explica.

O seguro de vida, que segue como a modalidade de seguros de pessoas com maior arrecadação de prêmios, movimentou R$ 1,1 bilhão no mês, alta de 43,64% frente a igual período de 2012, segundo levantamento da entidade. O desempenho deste seguro está diretamente relacionado ao crescimento da renda do brasileiro e à importância do produto para manutenção do padrão de vida dos dependentes na ausência do responsável financeiro na família.

No mês de novembro, o seguro contra desemprego e perda de renda foi outro produto com desempenho positivo. A modalidade somou R$ 8,9 milhões, 14,95% superior aos R$ 7,7 milhões registrados no mesmo mês em 2012. “Esse é um seguro que está entre os mais procurados pelos brasileiros porque garante ao segurado uma renda temporária em caso de desemprego, para o pagamento de dívidas e prestações”, afirma.

O auxílio funeral, produto que prevê cobertura das despesas incorridas com o sepultamento, em caso de falecimento do segurado, também registrou um crescimento expressivo no mês. Movimentou R$ 18,7 milhões, expansão de 13,65% na comparação com o mesmo período do ano anterior. “O auxílio-funeral é um tipo de seguro que cobre despesas relativas ao sepultamento no caso de falecimento do segurado, e está muito ligado ao conforto dos familiares nestas situações, já que o seguro cuida de toda a burocracia”, afirma. A Zurich Santander Brasil lidera o ranking de novembro, com 23,61% de market share.

BB Seguridade recebe prêmio de maior IPO do mundo em 2013

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A BB Seguridade Participações S/A recebe hoje, 16, o prêmio Latin Finance Deals of The Year 2013 por ter realizado a maior oferta inicial de ações (IPO, em inglês) do mundo no ano de 2013. O prêmio será concedido pela Latin Finance, durante o Deals of the Year 2013 Award Dinner, no Gotham Hall, em Nova York.

Em 29 de abril, a oferta inicial de ações da BB Seguridade arrecadou R$ 11,48 bilhões (US$ 5,74 bilhões), o maior valor atingido por uma empresa brasileira desde 2009. O valor foi maior do que as gigantes americanas Twitter e Hilton arrecadaram em conjunto (US$ 4,5 bilhões).

Estarão presentes no evento o CEO da BB Seguridade, Marcelo Labuto, e o vice-presidente de Gestão Financeira e Relação com Investidores do Banco do Brasil, Ivan de Souza Monteiro, também vice-presidente do Conselho de Administração da BB Seguridade.

A BB Seguridade foi criada em 20 de dezembro de 2012 para concentrar as parcerias do Banco do Brasil com sócios privados nas áreas de seguros, previdência e capitalização. Integram o grupo BB Seguridade as empresas Grupo Segurador BB e Mapfre, Brasilprev, Brasilcap e a BB Corretora. Em 2013, a BB Seguridade adquiriu 20,5% do IRB Brasil Resseguro, além de criar a Brasildental, para atuar na área de planos odontológicos.

Seguradora Líder DPVAT estreia nova campanha publicitária

DPVAT_Engessado_30_01Começa a ser veiculada nesta quinta-feira (16) a nova campanha institucional da Seguradora Líder-DPVAT na televisão e em rede nacional. O novo filme tem como temática a importância do pagamento do Seguro DPVAT. No início do vídeo, uma vítima aparece agradecendo aos proprietários de veículos pelo pagamento do Seguro, permitindo, desta forma, o recebimento da sua indenização e de todas as vítimas de acidentes de trânsito. Em seguida, a peça traz informações sobre como pagar o referido seguro em 2014. O mote desta campanha é mostrar a efetividade do Seguro DPVAT e a importância de seu pagamento, além de reforçar a informação quanto a possibilidade de parcelamento do prêmio por motocicletas, ônibus e micro-ônibus, usados. A agência Master Comunicação assina a campanha.

Em junho de 2013 a Seguradora Líder veiculou outra campanha voltada para o acesso ao benefício. Na ocasião, o vídeo explicava à população que as agências próprias dos Correios também passaram a ser pontos de atendimento para pedido do Seguro DPVAT, abrangendo, desta forma, todos os municípios brasileiros.

Solicitar a indenização do Seguro DPVAT é fácil e não precisa da ajuda de intermediários. As informações sobre a documentação necessária pode ser obtida pelo telefone 0800 022 12 04 ou pelo site www.dpvatsegurodotransito.com.br. Em posse da documentação, a vítima ou beneficiária deve ir a um dos mais de sete mil pontos autorizados do país. O prazo para pedir a indenização é de até três anos, a contar da data do acidente e a indenização é paga em até 30 dias após a entrega da documentação completa.

O pagamento da indenização é feito por meio de crédito em conta corrente ou poupança da vítima ou de seus beneficiários em até 30 dias a contar da data da entrega da documentação solicitada. Os valores indenizados são de R$13.500,00 no caso de morte; até R$13.500,00 para invalidez permanente, variando conforme o grau de invalidez; e até R$2.700,00 para reembolso de despesas médicas e hospitalares, de acordo com as despesas comprovadas.

Marsh e Pamcary formam parceria para atuarem no mercado de transporte

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A Marsh, líder mundial em corretagem de seguros e soluções de risco e a GPS Pamcary, corretora de seguros que lidera os serviços de corretagem de seguros e gerenciamento de riscos para transportes no Brasil, anunciaram hoje uma parceria estratégica combinando suas capacidades e conhecimentos para criar uma proposta de valor para o setor de transportes terrestres e logística no Brasil.

A parceria de negócios reúne as soluções globais, recursos e capacidades de colocação da Marsh, com serviços de gerenciamento de risco para transportes da GPS Pamcary, de maneira a aportar uma entrega de alto nível aos clientes brasileiros de transportes e logística das mais variadas dimensões. A combinação no portfólio de transportes de ambas as empresas é traduzida em conhecimento no mercado de seguros, tanto no Brasil, quanto na região, para impulsionar a inovação na prevenção de riscos. Apesar do forte relacionamento operacional entre as duas empresas, elas continuam independentes e cada uma com sua estrutura organizacional.

De acordo com Eugenio Paschoal, presidente e CEO da Marsh Brasil, o crescimento econômico do país e a transformação de seu mercado de seguros e resseguros nos últimos anos, têm aumentado a demanda por conhecimento especializado e soluções integradas que possam trazer mais eficiência e um serviço de maior qualidade. “É uma grande satisfação saber que os clientes de ambas as companhias terão agora acesso a novos produtos e serviços que os ajudarão a gerenciar e reduzir seus custos totais em transportes”, afirma o executivo da Marsh Brasil.

Segundo Ricardo Miranda, CEO da GPS Pamcary, a parceria com a Marsh formou uma força comercial e operacional em seguros de cargas da América Latina, com o propósito de oferecer a nossos clientes soluções inovadoras com foco no aumento da eficiência da cadeia logística. “Esse nosso diferencial competitivo, que agrega inteligência e tecnologia, promete estabelecer um novo patamar na oferta de produtos e serviços pelo mercado”, diz.

Zurich debate redução de custos de produção industrial

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A Zurich Seguros, multinacional de origem suíça presente no Brasil há mais de 30 anos, entra no debate sobre redução de custos de produção nas indústrias e, no próximo dia 22, fará uma palestra sobre “Como Reduzir os Custos Industriais”, das 8h30 às 12h30, na sede do Sindicato da Indústria de Artefatos de Metais Não Ferrosos no Estado de São Paulo (SIAMFESP), localizada no bairro da Mooca.

O objetivo da palestra é propiciar condições para redução de perdas, o que traria impacto direto no valor pago pelas empresas no prêmio de seguros, refletindo, ainda, em aumento efetivo de competitividade e geração de lucros. Este evento é direcionado para sócios de empresas ligadas ao sindicato, CFOs, Gerentes Financeiros e Gerentes de Risco.

O tema será apresentado por Carlos Cortés, superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich Seguros, e pelo consultor Fábio Tozzini, que estruturaram a programação em cinco partes, voltadas para as áreas de custos, lucratividade, relacionamento entre as áreas da empresa, qualidade na produção e segurança do trabalho.

De acordo com Carlos Cortés, essa é uma excelente oportunidade para os profissionais entenderem mais sobre como os processos internos que podem e devem ser usados em favor das empresas. “Reduzir custos é um desafio constante para as companhias e, com essa palestra, quem trabalha nas indústrias de médio porte poderá pegar preciosas dicas sobre o tema e aplicá-las. Falaremos diretamente sobre como trabalhar a redução de custos por meio da prevenção de perdas, e como isso gera impacto na lucratividade, especialmente quando existe envolvimento e comprometimento de diversas áreas”.

SERVIÇO:
Palestra: “Como Reduzir os Custos Industriais”, por Fabio Tozzini – diretor da Tozzini consultores associados e Carlos Cortés, superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich Seguros
Data: 22 de janeiro de 2014 (quarta-feira)
Horário: das 8h30 às 12h30
Local: Sindicato da Indústria de Artefatos de Metais Não Ferrosos no Estado de São Paulo (SIAMFESP)
Endereço: Rua Padre Raposo, nº39 – 7º Andar – Mooca – São Paulo/SP
Vagas disponíveis: 30
Inscrições: (11) 2291-5455/ e-mail: siamfesp@siamfesp.org.br

O que é preciso avaliar na hora de renovar o seguro de carro?

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Quem vai renovar um seguro, precisa ficar atento a alguns detalhes. É preciso levar em consideração se vale a pena manter a cobertura contratada no ano anterior, adicionar ou retirar serviços, mudar de seguradora, ou seja, fazer uma avaliação completa da situação. Há ainda quem queira diminuir os custos, sem perder muita proteção ou mudar o tipo de seguro de carros contratado. Pensando nisso, João Cardoso, cofundador da TaCerto.com, elaborou uma lista com as principais dúvidas na hora da renovação para ajudar você a fazer a melhor escolha. Confira!

Devo renovar o mesmo tipo de seguro automaticamente?
João Cardoso – Não. É sempre muito importante pesquisar preços e serviços em sites como o nosso. Isso porque você pode estar pagando um preço muito alto para um serviço limitado. Comparar e pesquisar é sempre a melhor maneira de escolher o tipo de seguro adequado à sua rotina.

Posso transferir o bônus para qualquer seguradora?
João – Sim. O bônus é seu e não do veículo segurado. Quem tem um bom histórico, sem a ocorrência de sinistros, sempre terá mais vantagens na hora da renovação. Vale lembrar que utilizar os serviços de assistência não causa perda desse bônus.

Devo deixar vencer o prazo da apólice para então renovar?
João – Não deixe nunca para a última hora. Isso porque se passar o prazo da sua apólice, você está sujeito a ter que fazer uma nova vistoria e isso pode demorar alguns dias. Como, atualmente, não é indicado andar por aí com um carro sem seguro, programe-se para fazer a renovação com 15, 20 dias de antecedência. Assim você tem a certeza de estar segurado.

Se eu mudar de endereço ou de trabalho, devo informar a seguradora?
João – Toda alteração deve ser comunicada à seguradora. Troca de endereço, de trabalho, de local de pernoite, tudo é muito importante e pode influenciar no valor do seu seguro ou, ainda, dar dor de cabeça no caso de um sinistro.

Rastreadores e equipamentos de segurança alteram o preço do seguro?
João – Sim. Quanto mais equipamentos de segurança seu carro tiver, menor será o preço do seguro. Esses equipamentos aumentam a probabilidade de encontrar seu carro caso seja roubado. Além de trazer mais segurança para você, eles diminuem os custos para a seguradora.

Troquei de carro durante o período de validade da minha apólice anterior. Devo fazer um novo seguro?
João – Novamente, a dica é pesquisar. Quando você já tem um seguro, pode pedir para seu corretor de seguros fazer um endosso, que é um documento junto a seguradora, para alterar as informações do seu seguro. Dependendo do valor do seu carro, você pode ter um valor a pagar ou a receber. Por isso, é importante avaliar o valor de um seguro novo para o mesmo carro e comparar o que vale mais a pena. Converse com sua corretora de seguros para tomar a melhor decisão.

Calegari assume o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo após solicitação de afastamento do mentor eleito

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O corretor de seguros Adevaldo Calegari assume a mentoria do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP), em almoço exclusivo a associados realizado nesta terça-feira, 14 de janeiro, no Circolo Italiano. Ele já ocupava o cargo desde o dia 10, quando recebeu e protocolou a solicitação de afastamento do mentor eleito, Alexandre Camillo, que irá se dedicar à campanha pela presidência do Sincor-SP. Pelo estatuto do CCS-SP, o então diretor secretário assume como mentor interino no caso de afastamento do eleito.

Em seu discurso de transmissão do cargo, Camillo fez breve relato de realizações à frente da entidade. “Realizamos importantes reuniões de trabalho com a participação de presidentes de seguradoras, do presidente da Fenacor, da FenSeg e do superintendente da Susep, favorecendo a proximidade dos associados com importantes líderes do setor; além de momentos de relacionamento e confraternização”. Camillo também agradeceu a confiança de todos. “A prova nos foi dada desde quando nossa diretoria foi aclamada para a gestão do Clube, em setembro de 2012, numa materialização da confiança de todos os sócios. Esse trabalho permeado de sucesso – mesmo com inovações como a reforma da sede do Clube e ferramentas de comunicação, entrego hoje o Clube com um caixa 20% superior ao início da gestão – terá continuidade com Calegari”, disse.

Outro membro da diretoria que solicitou afastamento foi Osmar Bertacini, que estará na chapa da diretoria comandada pelo Camillo no Sincor-SP. “Depois de 51 anos de carreira e de liderar importantes entidades do setor, como Aconseg-SP e CVG-SP, fui surpreendido com o convite do Camillo para que eu pudesse participar da chapa. Sou movido a desafios, então aceitei prontamente. Já entreguei minha carta de afastamento do Clube e agora estou engajado na campanha do Camillo, mas me coloco à disposição de todos os corretores pela minha experiência e relacionamento no mercado”.

Para o mentor em exercício, Adevaldo Calegari, o compromisso é continuar o trabalho sério que vem sendo feito pelo Clube. “É com muita honra que assumo esta importante e respeitada entidade do mercado. Já vinha trabalhando como secretário e agora tenho um desafio ainda mais motivador, trazer boas discussões e avanços para nossa categoria profissional”.

Os corretores de seguros afastados da diretoria continuam a participar da entidade, como associados. Entre os demais integrantes da diretoria, alguns cargos foram remanejados durante o período de afastamento, criando a seguinte composição: Adevaldo Calegari, mentor; Evaldir Barboza de Paula, secretário; Paulo Bosisio, tesoureiro; Luciana Ferreira, junta fiscalizadora.

Seguradoras se debruçam no tema sustentabilidade

adriana boscov2013 foi um ano importante para as seguradoras no que diz respeito à sustentabilidade, segundo Adriana Boscov, superintendente de Sustentabilidade Empresarial da SulAmérica, presidente da Comissão de Sustentabilidade da CNseg e conselheira da iniciativa Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI) da UNEP FI. Segundo ela, o que se percebe é que muitas questões antes vistas como responsabilidade do governo ou de outras entidades têm sido analisadas por seguradoras. “De maneira geral, a consciência das seguradoras sobre os impactos sociais, ambientais e de governança em suas carteiras tem aumentado”, afirma. Veja abaixo os principais trechos da entrevista concedida ao portal da CNseg.

Como avalia 2013 do ponto de vista da sustentabilidade para a indústria de seguros mundial?

Foi um ano de muitas pesquisas, principalmente em relação aos impactos dos eventos climáticos extremos no mundo, além de estudos sobre iniciativas que visam a mitigação e adaptação a esses eventos. Foi também um ano em que mais seguradoras aderiram aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros – (PSI, na sigla em inglês) – da UNEP FI. Em junho de 2012 havia 27 seguradoras signatárias e em novembro de 2013 esse número subiu para 38.

Foi um ano de muitos eventos também, não?

Sim, de eventos relevantes realizados em diversos países. Conferências, fóruns e webinars trataram direta ou indiretamente do tema gestão de riscos e sustentabilidade voltados para o setor de seguros.

O que considerou mais importante no ponto de vista de discussões desses eventos?

De modo geral, vale ressaltar que as resseguradoras, instituições acadêmicas e de pesquisa, como a Geneva Association e a Universidade de Cambridge – por meio da iniciativa Climate Wise -, vêm protagonizando discussões sobre o papel da gestão de riscos de eventos climáticos extremos para o setor de seguros. Alternativas para mitigação e adaptação a esses eventos foram tratadas à exaustão por essas instituições e muitos relatórios comprovaram os impactos em vidas perdidas, desabrigados e perdas financeiras. Os custos recaem sobre todos os setores (governo, empresas e sociedade civil) e têm sido cada vez mais altos e frequentes. Regiões como Ásia, Europa e América do Norte já entendem a importância da prevenção e sistemas de alerta para redução das perdas. Na América Latina, ainda não há essa cultura devido à menor incidência dos eventos (com exceção de países como o Chile, que convive com terremotos de grande magnitude há muitos anos e tem um sistema de alerta e pós evento), mas com a entrada de resseguradoras como a Swiss Re, que traz estudos dos impactos locais, algumas seguradoras já começam a tratar da questão, bem como a própria CNseg no Brasil.

E no Brasil, pode fazer uma retrospectiva?

A disseminação das questões ambientais, sociais e de governança (ASG) que impactam o mercado segurador ganhou força em 2013. A CNseg, com o apoio da Comissão de Sustentabilidade, organizou diversos eventos ao longo do ano para discussão desses temas e apresentação de casos práticos no setor segurador. Podemos citar os seguintes encontros: Impactos Jurídicos e Operacionais da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) no mercador segurador; Seminário Riscos de Inundação no Brasil: impactos no mercado segurador, governo e sociedade, realizado em parceria com a Swiss Re; Seminário de Mudanças Climáticas e Desastres Naturais no Brasil: desafios e oportunidades para o setor de seguros, realizado em parceria com a Academia Brasileira de Ciências e a Associação de Genebra; Seminário Executivo de Liderança em Sustentabilidade no Setor de Seguros Brasileiro, em parceria com a Universidade de Cambridge.

Qual o papel da CNseg neste contexto?

Além do intenso trabalho de disseminação da informação, a CNseg lançou um desafio ao mercado segurador em outubro de 2013: atingir quatro metas relacionadas aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI) até 2015. Como membro apoiadora da PSI, a CNseg tem a missão de disseminar os princípios, além de trabalhar para fazer com que mais seguradoras e resseguradoras tornem-se signatárias. Em 2013, o esforço foi bem-sucedido, pois hoje o Brasil é o país com o maior número de signatários (8 – BB Mapfre, Bradesco, Itaú, Mongeral Aegon, Porto Seguro, Seguradora Líder, SulAmérica e Terra Brasis).

Hoje, em que ponto o mercado segurador brasileiro está?

Entre as questões mais observadas estão os eventos climáticos, que afetam diretamente os seguros agrícolas, de property e responsabilidade civil; o aumento da violência e dos acidentes de trânsito, que impactam os seguros massificados e, em saúde, a questão da qualidade do atendimento ao cliente e as pandemias. Ao acompanhar de perto esses assuntos, as seguradoras podem desenvolver ações de educação no trânsito, prevenção da dengue, melhora da governança corporativa de empresas clientes e combate à corrupção, por exemplo. Com essas ações, as seguradoras conseguem também redução de sinistralidade e melhor resultado, aumentando sua eficiência operacional e contribuindo para uma sociedade melhor.

Quais as metas para 2014?

Entendo que o mercado será guiado por projetos selecionados pela Comissão de Sustentabilidade da CNSeg. A Comissão definiu que trabalhará com poucos projetos, mas que possam apresentar resultados concretos em 2014. Alguns deles foram iniciados em 2013 e serão implantados até o fim de 2014. São eles:
– Desenvolvimento de ferramentas de geo-referenciamento que mapeiem a ocorrência de desastres naturais no território brasileiro, com o apoio da Central de Serviços e Proteção ao Seguro (Ceser), da CNseg e em parceria com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEM) e o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG/USP);
– Lançamento de um curso de curta duração (24 horas) com foco em Sustentabilidade para o mercado segurador, a ser realizado em parceira com a Fundação Getulio Vargas e a Escola Nacional de Seguros;
– Pesquisa de Doutorado do Acadêmico Flávio Nogueira, da COPPE/UFRJ, a ser aplicado no mercado segurador com apoio da CNseg para verificar como as empresas tem tratado a questão de Mudanças Climáticas em suas operações;
– Definição dos temas materiais em sustentabilidade para a criação da matriz de materialidade do mercado segurador e plano de engajamento dos stakeholders estratégicos;
– Contratação de uma consultoria jurídica para elaboração de um estudo analítico da Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, e o Decreto nº 7.404, de 23 de dezembro de 2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos), a fim de identificar riscos e oportunidades potenciais para o mercado de seguros.

Qual a sua mensagem para as empresas do setor contribuírem para tal objetivo?

Primeiramente que aprofundem os estudos sobre o tema, e principalmente, conheçam os princípios da PSI, pois eles trazem exemplos práticos de como inserir questões ambientais, sociais e de governança na estratégia e operações das seguradoras, bem como em suas relações com a cadeia de valor (corretores, prestadores, órgãos reguladores, clientes e a sociedade em geral). Com mais conhecimento, as seguradoras podem começar a implementar pequenas ações, com foco na mudança de cultura de toda empresa, para que essas ações passem a ser rotina e não mais a exceção ou uma atitude desacoplada do negócio e do dia a dia da empresa e das vidas das pessoas.