A Standard & Poor’s elevou os ratings de crédito de contraparte atribuídos à Austral Seguradora e à Austral Re de ‘brA+’ para ‘brAA-‘. É a segunda elevação recebida desde dezembro de 2012, quando as companhias receberam suas primeiras classificações.
A revisão dos ratings reflete os sinais positivos e as conquistas que as companhias apresentaram ao longo de 2013 em relação à consolidação de sua posição de mercado, a melhora na avaliação do seu perfil de risco financeiro e nas projeções de desempenho operacional e de lucros até 2015. Segundo a S&P, a perspectiva é estável e reflete a expectativa da agência de melhor desempenho operacional e manutenção de forte capitalização das companhias.
O relatório destaca ainda que, em novembro de 2013, a Austral Re era a 5ª maior resseguradora local no Brasil, com cerca de 5% de participação de mercado, resultado superior aos 3,2% alcançados em dezembro de 2012. A análise da agência também salienta que, em novembro de 2013, a Austral Seguradora detinha cerca de 7,5% de participação de mercado no negócio de Seguro Garantia no Brasil, sua principal linha de negócios, o que a classificava entre as quatro maiores participantes deste segmento.
A Porto Seguro patrocinou o lançamento no final de semana do aniversário de 460 anos da cidade de São Paulo o Projeto “Movimento e Bem Estar”. A iniciativa consiste em oferecer assessoria esportiva e nutricional gratuita às pessoas interessadas em introduzir a prática de atividades físicas em seu dia a dia, com a orientação de profissionais que atenderão regularmente nos parques: Parque Esportivo dos Trabalhadores (PET), Villa-Lobos e da Juventude, na capital; e no Parque Central de Santo André.
Outro objetivo do projeto é estimular a população a adotar hábitos mais saudáveis em seu cotidiano. Os participantes contarão com o acompanhamento de profissionais de educação física e nutrição, para orientações sobre técnicas de corrida e caminhada, treinos e exames básicos de saúde, além do teste de pisada. Os interessados em participar do projeto podem se dirigir às tendas instaladas nos locais credenciados, para receber informações sobre como se cadastrar e iniciar os treinamentos.
O Brasil foi o único país latino-americano a ter elevação de classificação de risco de médio a grave, devido à generalizada e violenta onda de protestos contra o governo ao longo de 2013 e que se mantém no início de 2014, segundo o 11º Mapa Anual de Terrorismo e Violência Política, produzido anualmente pela AON em parceria com a Risk Advisory.
O mapa avalia os riscos para os negócios por região, mensurando a violência política e terrorismo em 200 países. De acordo com os dados, 34 países tiveram redução na classificação de risco país e quatro atingiram aumento na classificação: Brasil, Japão, Moçambique e Bangladesh. Em contraste com outras regiões, a Europa viu melhoria notável com 11 países tendo a pontuação de risco de comoção civil removidos.
A análise indica que as comoções sociais provavelmente vão continuar em 2014, particularmente antes da Copa do Mundo e durante as eleições de outubro. No geral, apesar de algumas melhorias nas classificações de riscos, o estudo traz oito reduções de riscos e apenas um aumento entre os países analisados, sendo 22 com classificação de risco graves.
O Oriente Médio é a região mais atingida pelo terrorismo no mundo, com uma quota de 28% de todos os ataques terroristas registrados em 2013. Ao olhar para os ataques a empresas por setor, os setores de varejo e transporte foram afetados significativamente em 2013, com 33% dos ataques terroristas que afetam o setor de varejo, e 18% dos ataques que ocorrem no setor de transportes. O setor de varejo inclui locais como mercados públicos, que permanecem vulneráveis a ataques, como visto no ano passado, no Quênia.
O terrorismo continua a ser uma ameaça variável na região da Eurásia, com a Rússia e a Turquia entre os mais afetados pela ameaça até 2013. Além disso, os Jogos Olímpicos de Inverno na Rússia, que envolvem movimentos de transporte de massa significativas, é visto como um potencial alvo terrorista.
Além disso, o Japão, Moçambique e Bangladesh também têm visto um aumento na agitação civil, com mais de 70 dias de greves e protestos contra os baixos salários e más condições de trabalho na indústria de roupas, somando-se os problemas que afetam o setor de varejo.
A classificação de risco país para a região Ásia-Pacífico e Oceania manteve-se globalmente estável, com apenas quatro mudanças: Coréia do Sul, Malásia e Samoa tiveram o rating reduzido em relação ao risco, enquanto o aumento dos gastos militares e as tensões geopolíticas no Japão ajudou a elevar o rating do país.
O mapa está disponível no link http://www.aon.com/terrorismmap/2014-Terrorism-Map.pdf
Interessante estudo divulgado pelo Instituto Sprinkler Brasil. Vale a leitura para quem lida com gerenciamento de risco, subscrição, criação de produtos e clausula de programas de riscos de incêndio.
O número de incêndios estruturais registrados pelo monitoramento diário de notícias aumentou em todo o Brasil em 2013, de acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Sprinkler Brasil (ISB). Foram contabilizados 1.095 ocorrências na imprensa brasileira – média de 91 por mês – contra 755 registros encontrados em 2012 – média de 62 por mês. O Estado do Rio Grande do Sul foi o que teve o maior aumento de registros de incêndio do ano, com uma alta de 93%.
No monitoramento, o ISB considera os incidentes que ocorreram em diversos tipos de prédios e que poderiam ter sido contornados com o uso de sprinklers, como é o caso de instalações industriais e comerciais, depósitos, bibliotecas, escolas, hospitais e hotéis. Dentre os incêndios estruturais, só não foram contabilizados os incidentes que ocorreram em residências. Os incêndios florestais também ficaram de fora dos registros.
O Estado do Rio Grande do Sul superou o Rio de Janeiro nos registros noticiados em 2013 em comparação com 2012. O Estado também teve uma diferença maior para o quarto lugar (Paraná em 2012, Rio de Janeiro em 2013), o que pode ser explicado pela ocorrência da tragédia da boate Kiss, na cidade gaúcha de Santa Maria. “Esse grande incêndio pode ser considerado uma explicação para o aumento expressivo de notícias no Rio Grande do Sul em relação aos demais estados brasileiros, pois causou um grande impacto em todo o país, despertou mais atenção para o assunto e provocou engajamento por parte de autoridades e da sociedade civil”, afirma Marcelo Lima, diretor geral do Instituto Sprinkler Brasil.
Em todos os Estados foi encontrada ao menos uma reportagem sobre uma ocorrência local, o que não ocorreu em 2012, quando não foram registradas notícias sobre incêndios no Acre e no Amapá. A quantidade de incêndios reportados em São Paulo segue expressivamente maior do que nas demais unidades federativas, assim como notado no ano anterior. No entanto, deve-se destacar que essa diferença pode ser explicada pela forma como a imprensa de cada Estado cobre o assunto.
A disposição das unidades federativas com mais notícias sobre incêndios também mostrou mudanças. As alterações mais significativas foram Goiás subir da 14ª para a 9ª colocação e o Rio Grande do Sul superar consideravelmente o Rio de Janeiro em registros sobre esse tipo de incidente.
O gráfico a seguir mostra as ocorrências de incêndio que foram noticiadas por tipo de local. Edifícios industriais e comerciais representam 68% dos incêndios noticiados, uma pequena diminuição em relação à proporção checada em 2012 (73%).
Ocorrências de incêndios estruturais (exceto residenciais) noticiados em 2013 – por ocupação
Isso significa que as notícias sobre ocorrências de fogo em outros tipos de ocupação cresceram proporcionalmente em comparação ao mesmo período (32%, ante 27%).
Ocorrências de incêndios estruturais (exceto residenciais) noticiados em 2012 – por ocupação
Faltam estatísticas oficiais
A iniciativa do Instituto Sprinkler Brasil de monitorar os incêndios noticiados pela imprensa é uma forma de entender minimamente o que ocorre no Brasil em relação a incêndio. “A falta de divulgação dos dados oficiais por parte dos Corpos de Bombeiros dos Estados é um grave problema que impacta na formulação de políticas públicas sobre o assunto no País”, pondera o diretor geral do Instituto Sprinkler Brasil, Marcelo Lima.
De acordo com Lima, a falta de conhecimento desses dados não permite definir um parâmetro sobre as mortes ocorridas na boate Kiss, por exemplo. “É evidente que a perda de 242 vidas em um único evento é uma grande tragédia, mas ainda assim não conseguimos entender o que isso representa no número total de vítimas de incêndio no Brasil por ano”, explica.
Avanço no Rio Grande do Sul
Além de apresentar aumento de quase 100% nos registros de incêndio reportados, o Rio Grande do Sul também foi Estado com mais engajamento e avanço na legislação em 2013. Em dezembro, uma nova lei contra incêndio foi sancionada no Estado. A medida proíbe licenças provisórias de funcionamento para locais que reúnem muitas pessoas e exige aumento no número de itens de segurança obrigatórios.
Apesar do avanço, ainda é necessária uma regulamentação para a aplicação da nova lei, que depende da criação de um conselho estadual de prevenção e proteção contra incêndios.
A legislação de incêndio no Brasil é de responsabilidade de cada Estado e, por isso, há muitas diferenças entre elas. Há casos, como São Paulo, em que as leis contra incêndio estão mais avançadas em relação ao restante do País.
Sobre o Instituto Sprinkler Brasil
O Instituto Sprinkler Brasil (ISB) é uma organização sem fins lucrativos, dedicada a promover o combate a incêndios em instalações industriais e comerciais por meio do uso dos sprinklers. Fundado em 2011 a partir da união de esforços de duas empresas globais do segmento de seguros, a FM Global e a Allianz, o Instituto acredita que o uso destes chuveiros automáticos é a medida mais eficaz de evitar as consequências de incêndios e salvar vidas. Tem como missão, conscientizar a população, autoridades e gestores públicos e privados sobre a importância e os benefícios do uso desse tipo de sistema.
O ISB é apoiado por representantes de várias entidades, especialistas em prevenção e proteção contra fogo. São estes profissionais que formam o Conselho Consultivo do Instituto e reúnem-se regularmente para discutir maneiras de difundir informações sobre o uso de sprinklers na sociedade brasileira. Eles estão vinculados a importantes instituições, como a Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), entre outros.
O MBA Internacional em Bancos e Mercados Financeiros é uma parceria do Santander Brasil, Insper, Universidade de Cantábria e o Santander Financial Institute-SANFI. O objetivo é desenvolver e aprimorar as competências dos profissionais do mercado financeiro ou aqueles que desejam atuar neste segmento. Ao todo são 20 vagas. As inscrições online devem ser realizadas até 16 de fevereiro. Essa é a primeira turma do curso.
“O MBA foi criado a partir de necessidade de prepararmos os profissionais para os desafios do novo cenário do sistema financeiro. Por meio da rede de relacionamento do Santander Universidades, identificamos as instituições com mais afinidade com a proposta e criamos juntos, com Insper e Cantábria, a emenda do curso”, explica Fátima Gouveia, superintendente executiva de Recursos Humanos do Santander.
O MBA Internacional em Bancos e Mercados Financeiros está estruturado com 4 módulos, com carga-horária total de 481 horas. No Brasil, as aulas serão ministradas na sede do Insper, em São Paulo, às terças e quintas-feiras das 19h30 às 22h30. Na Espanha, o curso será realizado na sede da Fundación UCEIF-SANFI-UC (cidade de Santander) e na Cidade Financeira do Santander, em Boadilla del Monte (Madrid), pelo período de duas semanas.
As atividades do Módulo Internacional na Espanha contemplam curso presencial de espanhol financeiro, visitas às unidades do Santander e outras instituições financeiras, além de roteiros institucionais, culturais e turísticos
A Coordenadora de Programas Customizados de Educação Executiva do Insper, Jocimari Oliveira, aponta que, além de ser um programa customizado em parceria com o Santander Brasil e a Universidade de Cantábria, o MBA Internacional em Bancos e Mercados Financeiros tem outro diferencial. “O aluno terá dupla titulação, no Brasil e na Espanha, em um curso com prêmios de excelência para o desempenho acadêmico. Isso pode favorecer a promoção e o desenvolvimento mais acelerado da carreira do aluno.”
O curso é destinado a profissionais ou interessados em ingressar no mercado financeiro, com graduação obtida preferencialmente até 5 anos em: Administração, Economia, Ciências Contábeis, Engenharias e outras áreas correlatas. As aulas estão previstas para começar em maio de 2014.
Mais informações: http://site.insper.edu.br/mba-santander/
A Willis Brasil, corretora de seguros pertencente ao Willis Group, anuncia Luciano Calheiros como Deputy CEO, que se reportará ao CEO da companhia no país José Otavio Sampaio. Formado em Engenharia pela Escola Politécnica-USP, Calheiros acumula passagens por grandes seguradoras, como Allianz Seguros, Zurich e Liberty.
O executivo ingressa na Willis Brasil para desenvolver a área de novos negócios, além de assumir a área comercial, vaga anteriormente de Anthony Harvey, que acaba de ser promovido a head Comercial da Willis América Latina. Segundo o CEO da Willis Brasil, José Otávio, “a entrada de Luciano Calheiros fortalece ainda mais a Willis Brasil para a estratégia de crescimento da empresa neste ano que se inicia”.
A AIG, líder mundial em seguros gerais, patrimoniais e de responsabilidade civil, reforça sua gestão brasileira com a chegada de Ignacio Becerra, que atuará como Gerente de Energy. Ignacio será responsável pela gestão e subscrição da carteira de Energia e Riscos de Engenharia da AIG Brasil. Além disso, suportará as áreas de vendas na prospecção de novos negócios ligados a construção e infraestrutura.
Anteriormente, na filial do Uruguai da AIG, Becerra gerenciou durante cinco anos a área de Property e Energy. O executivo continuou sua carreira na La Meridional Cia Argentina de Seguros (AIG Argentina) até recentemente, quando se juntou ao time brasileiro da AIG. O uruguaio possui formação em engenharia mecânica industrial pela Universidade de Montevideo e MBA pelo Instituto de Estudios Empresariales de Montevideo.
Como consequência dos problemas ocasionados pelas chuvas de verão, que neste ano começaram mais cedo, já nos meses de outubro, novembro e dezembro, a Tokio Marine Seguradora identificou um aumento significativo nas ocorrências de sinistros. No total, a empresa devolveu aos segurados em forma de indenização algo em torno de R$ 1,7 milhão, num total de 516 ocorrências.
“Neste período, a população enfrenta diversos problemas e é agora que as grandes chuvas são esperadas, acarretando em enchentes nas regiões próximas aos grandes rios que cortam as cidades, como é o caso principalmente das cidades da região Sul. Nas cidades do interior de São Paulo, temos ocorrência de ventos fortes e chuva de granizo que também acompanham a estação das chuvas”, afirma o Diretor de Sinistros da Tokio Marine Seguradora, Alexandre Vieira.
Os clientes atingidos com essas ocorrências acionam a Companhia com frequência. Por isso, a Seguradora oferece o melhor atendimento e rapidez, especialmente no que diz respeito ao pagamento de indenizações e assistência 24 Horas. “Em situações como essas, em momentos de perdas, limpeza e reconstrução, é que mostramos a importância e o papel social do seguro”, explica.
De acordo com o executivo, a equipe de sinistros vem monitorando os eventos mais críticos e agindo proativamente se colocando à disposição da área comercial e dos Corretores, que muitas vezes ajudam a identificar as áreas mais atingidas — o que permite ações direcionadas, agilizando e muito o reparo dos danos.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep), em reunião do Conselho Direto, confirmou a representação contra 15 associações e cooperativas que comercializavam seguros de forma irregular. Com esta decisão, a autarquia manteve as multas a estas entidades que, somadas, chegam R$ 331 milhões.
A maioria dos processos abertos contras a entidades atingidas pela representação foi aberta a o partir de 2011, quando a Susep iniciou efetivo combate ao mercado marginal de seguros. O superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna, criou, no âmbito da Diretoria de Fiscalização, uma força-tarefa com fiscais dedicados exclusivamente a este trabalho.
Desde então, a Susep identificou a existência de 300 associações e cooperativas que atuam de forma ilegal no Brasil. A maioria dessas entidades são oriundas do Estado de Minas Gerais. Atuando conjuntamente com a Polícia Federal e o Ministério Público, a Susep vem conseguindo impedir que essas entidades continuem em atividade. Em 2012, durante a Operação Prêmio, realizada em Pernambuco, foram fechadas 10 entidades desse tipo, resultando na prisão de 11 pessoas.
A maior multa aplicada foi contra a União Nacional dos Proprietários de Veículos Automotores (Union), cujo valor chegou a R$ 238,9 milhões. O valor da multa é calculado tendo em vista o quantitativo de associados, somado ao valor da média dos valores dos bens segurados pela entidade. No caso da Union, que se dedicava a proteção veicular, havia oito mil associados, sendo que o valor da IS média da frota do Espírito Santo, estado de origem da associação, é de R$ 29,8 mil.
Além da Union, também foram multadas a Cooperativa Shopping Norte de Transporte, Portal do Tempus Assistência Familiar, Associação dos Servidores do Corpo de Bombeiros e Policiais do Estado de Minas Gerais (Ascobom), Associação Brasileira de Proteção e Amparo aos Proprietários de Veículos Leves, Pesados e Motocicletas (Clube Brasil), Associação Pentecostal do Brasil (Aspem/Brasil), Total Flex Proteção Veicular, Associação dos Proprietários de Veículos, Associação Nacional de Proteção Veicular (Asprovel), Associação de Proteção das Empresas de Trasnporte de Carga, Associação de Proteção e Benefícios aos Transportadores de Cargas (Asatruck), Cooperativa de Comunicação e Apoio Social dos Condutores Autônomos da Grande Belo Horizonte, Associação dos Amigos Proprietários de Veículos Automotores (Amive), Shalom Associação de Proteção Veicular e Associação de Proteção ao Veículo Automotor de Minas Gerais (Apoio Car).
A Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil (AGCS Re) anuncia a contratação de Maria Cristina Betencourt como diretora de Desenvolvimento de Negócios. A executiva será responsável pelo relacionamento com clientes e corretores, contribuindo para a consolidação da companhia no país.
Com vasta experiência no mercado de seguros e resseguros, Betencourt ingressa na AGCS com a função de ampliar a relação da companhia com seus principais públicos de relacionamento: empresas dos setores Aeronáutico, Naval, Petróleo, Engenharia, entre outros, com faturamento superior a R$ 1 bilhão.
Maria Cristina atuará no escritório de São Paulo, trabalhando em conjunto com Guilherme Perondi Neto, vice-presidente da empresa. “Estamos confiantes no potencial de crescimento do mercado latino-americano e temos agora o privilégio de contar com a experiência e competência da Maria Cristina nessa nova fase de desenvolvimento de nossa operação”, diz Perondi.
Maria Cristina Betencourt é formada em Administração de Empresas, Ciências Atuariais e tem MBA Executivo em Engenharia de Produto pela Escola Politécnica de São Paulo (Poli/USP). Há 23 anos no mercado de seguro e resseguros, a executiva teve passagem pela HDI Seguros e XL Resseguros.
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