Com o objetivo de oferecer um produto de vida personalizado, a Icatu Seguros lança esse mês o Essencial Vida. Com ele, é possível combinar livremente até sete coberturas e capitais segurados com valores entre R$ 10 mil e R$ 1 milhão. Também é possível escolher mais três benefícios e/ou assistências entre 12 disponíveis.
“O Essencial Vida permite ao corretor prestar uma consultoria financeira com o cliente, combinado as necessidades de proteção com as assistências que melhor se encaixem no estilo de vida dele” – afirma Bernardo Dieckmann, diretor de Produtos de Vida da Icatu Seguros.
Veja um exemplo de combinação:
Para uma mulher, dentista, de 30 anos, casada com 2 filhos o seguro pode combinar as coberturas: Indenização por Morte de R$ 500 mil , Diagnóstico definitivo de Doenças Graves de R$ 50 mil, Diária por Incapacidade Temporária (DIT) de R$ 8 mil por mês e Serviço de Assistência Funeral, mais as assistências: Domiciliar, Mulher e 2° Opinião Médica.
Opções de Coberturas
Indenização por Morte, Indenização Especial de Morte por Acidente (IEA), Invalidez Permanente, Total ou Parcial, por Acidente (IPA), Invalidez Funcional Permanente Total por Doença, Diagnóstico Definitivo de Doenças Graves, Diária por Incapacidade Temporária (DIT), Serviço de Assistência Funeral (SAF)
Opções de Benefícios/Assistências
Sorteio Mensal de R$100 mil
Assistências:
Domiciliar, Qualidade de Vida, Mulher, Descarte Ecológico, Cesta Natalidade, Help Line, Veiculo de Passeio, 2ª Opinião Médica, Pet, Recolocação Profissional, Viagem Familiar 24hrs
De olho nos foliões que viajam durante o carnaval, a Mapfre Assistance criou um pacote promocional de sua assistência viagem Segurviaje. Para cobertura em viagens nacionais entre a sexta-feira de carnaval (28/02) e a quarta-feira de cinzas (05/03), o viajante pagará apenas R$19. Para destinos internacionais também tem promoção: o Plano Gold, no mesmo período, sai U$47.
“Sabemos que este é um período em que muitas pessoas viajam tanto no País, quanto para o exterior. Seja em busca de festas, blocos e desfile ou para aproveitar a tranquilidade dos dias, é essencial contratar uma assistência viagem”, afirma João Ayres, gerente de Marketing e Produtos da Brasil Assistência.
Para incentivar a viagem segura, a empresa criou um pacote que contempla os seis dias de viagem com o preço de apenas quatro. “É bastante comum os turistas esquecerem que precisam de assistência viagem em períodos mais curtos, de poucos dias, como em fins de semana e feriados. Por isso criamos essa promoção, como um incentivo para que não deixem de contratar o serviço, que é indispensável em qualquer viagem”, comenta o gerente.
Entre os benefícios que o Segurviaje oferece estão assistência médica para acidente ou enfermidade, seguro de bagagem, assistência farmacêutica e pet, e outros serviços de conveniência como help desk e concierge (reserva de shows e restaurantes). Para adquirir o SEGURVIAJE com esta tarifa promocional de Carnaval, basta que os viajantes consultem seus agentes de viagem ou acessem diretamente o site www.segurviaje.com.br.
A Willis Group, Consultoria de Riscos Globais e Corretora de Seguros e Resseguros, anuncia os resultados do último trimestre e do ano fiscal de 2013. “A Willis fechou o último trimestre com sólido crescimento orgânico. Cada um dos nossos negócios alcançou a meta de alta estipulada para o ano. Além disso, tivemos elevação no preço das ações e fluxo de caixa das operações durante 2013”, explica o CEO da Willis Group, Dominic Casserley. “Com base na performance do último ano e confiando em nossa estratégia, estamos aumentando nosso dividendo para 7%. Desde o ínicio de 2014, estamos empenhados em alcançar nosso objetivo de crescimento, com receitas positivas para incrementar, ainda mais, o fluxo de caixa e criar fortes retornos aos acionistas”.
A divisão Internacional (Willis International), na qual o Brasil está inserido, alcançou 3% de crescimento orgânico em comissões e fees, no último trimestre de 2013, em comparação ao mesmo período em 2012. Os países da América Latina cresceram mais de dois dígitos no faturamento, com resultados positivos de diversos países da região.
Casserley complementa: “No nosso Dia do Investidor, em 2013, apresentamos uma nova estratégia para os próximos anos, com o objetivo de delimitar onde e como a Willis iria competir. Desde então, anunciamos uma série de ações que incluíram, entre outros, as nomeações de novos chefes de indústria e produtos globais, a criação de uma nova Prática Global de Capital Humano e Benefícios, um realinhamento geográfico da equipe de liderança na América do Norte e, mais recentemente, a fusão dos nossos negócios de seguros no Reino Unido com a área de especialidades global”.
Principais resultados – 2013
Receita de US$ 3,63 bilhões
Lucro líquido ajustado por ação $2,64
Margem operacional ajustada de 20%
4,9% de crescimento orgânico em comissões e fees comparado com 3,1% em 2012.
Último trimestre de 2013:
Margem operacional ajustada de 16,3%
Receita de US$ 911 milhões com crescimento em comissões e fees;
Crescimento orgânico em comissões e fees de 3,7%;
Lucro líquido ajustado por ação $ 0,42
Pesquisa do Clube Pitzi, empresa de proteção contra acidentes de smartphones e celulares via internet (www.pitzi.com.br), estima em 125 milhões o número de celulares danificados pelos brasileiros em 2013. Para chegar ao número, a Pitzi, que atua em 16 estados do País, considerou o volume de quebras em toda a sua base de clientes e dados sobre a evolução do mercado brasileiro de celulares e smartphones. Segundo a Associação Brasileira de Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), em 2013, 61 milhões de celulares foram vendidos no Brasil – 32 milhões de smartphones e 29 milhões aparelhos normais – elevando para 271,1 milhões o total de aparelhos no País.
Além de estimar o volume de quebras, o estudo da Pitzi aponta que os acidentes – como quedas ou quebra de telas – ocorreram com frequência muito maior que roubos ou furtos. “O celular é um aparelho de uso diário, com o qual se tem uma relação intensa. Por isso, estão muito mais sujeito a acidentes típicos do cotidiano, como tombos, queda em água ou afogamento”, explica o fundador da Pitzi, Daniel Hatkoff. “Proporcionalmente, roubo e furto têm impacto menor. Para cada caso de furto, por exemplo, há três acidentes”, completa.
Quando se analisa os tipos de acidentes que mais atingem os celulares dos brasileiros, o resultado é curioso. A Pitzi estima que 60 milhões de celulares (ou 48% dos 125 milhões) foram danificados em 2013 ao cair das mãos do próprio usuário. Outros 6,25 milhões de aparelhos (5% de todo o volume) deixaram de funcionar por serem atingidos por líquidos. O dado mais interessante, porém, é o que informa que 7,5 milhões de celulares (6%) deixaram de funcionar ou tiveram avarias depois de afogamento na privada.
Se os líquidos respondem por uma parcela importante do volume de quebras, os sólidos também têm sua participação. A estimativa é que, em 2013, 11,25 milhões de celulares (ou 9%) foram atingidos por objetos e, como consequência, necessitaram de reparos. Outros 3,5 milhões de celulares sofreram avarias pelo contato com outros objetos quando estavam sendo transportados em bolsas. Por fim, 26,25 milhões de celulares (21%) sofreram panes sem motivos aparentes e deixaram de funcionar.
Líderes de vendas no mercado, Samsung e Apple ficaram à frente também no ranking de marcas mais afetadas pelos acidentes. Dos 125 milhões de aparelhos afetados por problemas, a Pitzi estima que 19,9% eram do modelo Samsung Galaxy ; e 17,4%, Iphones. “Hoje, fabricantes como Samsung e Apple competem por criar aparelhos mais finos, leves e rápidos. Não há foco em durabilidade. Com isso, acidentes simples, como uma queda ou contato com líquidos, podem resultar na perda total de aparelhos cujos preços são altos”, explica Daniel
Sobre o Clube Pitzi
O Clube Pitzi foi criado para “quem é louco” por smartphones, como explica o fundador da empresa, Daniel Hatkoff, o fundador. Pioneiro no Brasil, o Clube vende planos de proteção contra acidente para celular por meio da internet. A empresa investe constantemente no atendimento ao consumidor em todos os meios de comunicação e já conta com mais de 50 mil seguidores no Facebook – onde interage com seus clientes com diversas informações e curiosidades relacionadas aos smartphones e à tecnologia de maneira geral. Em 2013, recebeu o selo “Ótimo” do site Reclame Aqui. Das mais de 70 mil companhias avaliadas pelos consumidores, apenas 322 conseguiram tal reconhecimento. Além disso, a Pitzi também realiza diversas pesquisas envolvendo quebra de celulares a fim de aprimorar seus serviços e dar dicas de proteção aos seus clientes.
Após inaugurar o segmento MVNO no Brasil, com o início dos serviços como operadora de telefonia móvel com rede virtual em Santos e Campinas, a Porto Seguro Conecta anuncia a expansão das suas atividades, agora disponível também na região metropolitana e cidade do Rio de Janeiro (DDD 21). A partir desta semana, a base de clientes da Porto Seguro poderá adquirir os serviços de voz, SMS e internet da Conecta, que se destaca pelo atendimento aos clientes, além de contar com a disponibilidade dos serviços de conveniência entre outros benefícios da Porto.
Conforme o plano contratado, os clientes podem aproveitar conveniências como a busca do celular em casa e a entrega do aparelho onde está o usuário, suporte técnico para configurar um novo smartphone e até um aparelho reserva , em caso de consertos. A nova operadora chega ao mercado com a proposta de oferecer um serviço diferenciado de telefonia móvel, com excelência em atendimento ao cliente e vantagens exclusivas para segurados , comenta José Luis, Diretor da Porto Seguro Conecta.
Adquiridos por meio dos corretores de seguros, os planos Conecta englobam as seguintes modalidades e serviços: . Conecta Assist: conjunto de serviços de conveniência disponível para usuários dos planos Conecta +200, +400 e +800 minutos. Todas estas opções vêm com 1GB de internet, além de serviços e vantagens exclusivas: atendimento para busca e entrega de celular, caso o cliente tenha esquecido o aparelho em casa; assistência para configuração de um novo smartphone, inclusive com a possibilidade de atendimento residencial e smartphone reserva por até 30 dias, caso o usuário fique sem o seu telefone devido a consertos.
.Conecta Center: Conecta Center é o app exclusivo e gratuito que permite aos clientes Porto Seguro Conecta que adquiram um dos planos Conecta + (+200, + 400 e + 800) a acompanharem seu consumo dos minutos, SMS enviados e internet na tela do seu smartphone, sem a necessidade de enviar SMS ou ligar para uma central de atendimento para saber o saldo do plano. Disponível para Android e iOS.
.Conecta Encontra: serviço gratuito que permite ao cliente verificar, no smartphone, onde estão outros usuários Conecta de sua rede, facilitando a localização através de áreas monitoradas como casa, escola, clube ou trabalho. Disponível para Android e iOS
.Descontos: Clientes da Porto Seguro Conecta podem aproveitar ainda uma série de descontos, como por exemplo: 5%, na contratação ou renovação do Porto Seguro Auto; até 50%, na compra de smartphones, para pagamentos feitos com o Cartão de Crédito Porto Seguro; e também 10% na fatura de planos pós-pagos, mediante o acúmulo mensal de bônus ou na contratação/renovação do seguro de Auto.
.Conecta Simples: plano em que o cliente paga apenas o que utiliza. Disponível somente para portabilidade.
Primeira MVNO do Brasil -A Porto Seguro foi a primeira operadora móvel virtual (MVNO, na sigla em Inglês) a entrar em operação no Brasil, mantendo sua estrutura de atendimento ao cliente, vendas e marketing. Seguindo o modelo MVNO, a Porto Seguro Conecta é uma operadora com marca, produtos e canais de atendimento próprios, mas que utiliza a infraestrutura de telecomunicações, engenharia e TI de operadora tradicional e parceiros de negócios.
Atualmente, a Porto Seguro Conecta possui mais de 140 mil assinantes pós-pagos, entre segurados da Porto Seguro e serviços dedicados a comunicação M2M (máquina para máquina), utilizados em rastreadores, alarmes monitorados, entre outros.
Expansão regional -A Porto Seguro Conecta segue sua estratégia de expansão regional ao longo de 2014, com início da operação nas cidades de Jundiaí, Bragança Paulista e Grande São Paulo (DDD 11) ainda no primeiro semestre.
A nova proposta da Susep para regulamentar o seguro de Responsabilidade Civil de Diretores e Administradores de Sociedades (RC D&O) foi objeto de profundo debate promovido pela JBO Advocacia. Em reunião do Grupo de Estudos do escritório, realizada no dia 6 de fevereiro no hotel Tivoli Mofarrej, com a presença de 20 pessoas, entre clientes e colaboradores, os advogados Carolina Oger e Daniel Flores conduziram a discussão que abordou a viabilidade de mudanças no seguro D&O e outros pontos polêmicos da proposta da Susep.
A minuta de circular, colocada em consulta por meio de edital publicado em 23 de dezembro de 2013, ficará aberta para sugestões e comentários até o dia 13 de março de 2014.
Excesso de Conceituações
A primeira questão levantada pelos advogados da JBO foi o excesso de termos definidos pela minuta da circular. Os 31 incisos do art. 3º da minuta apresentam 34 conceituações, muitas delas já previstas na legislação ou em outras normas da Susep, como “apólice à base de reclamações” e “sociedade”. Além disso, alguns termos são desnecessários, pois não possuem aplicabilidade prática ao D&O, como, por exemplo, “dano físico à pessoa”.
Danos, Perda e Prejuízos
A minuta traz ainda um complicado conjunto de conceitos relacionados a dano, que reproduz a previsão da Circular Susep 437/2012 e destoa da prática do mercado. Este conjunto inclui expressões como Dano Patrimonial, Perdas Financeiras e Prejuízos Financeiros, que divergem e modificam a atual estrutura de cobertura das apólices D&O. Para Daniel Flores, o exemplo mais claro é o de Perda, normalmente definido como os prejuízos do segurado e que a minuta conceitua como “redução ou eliminação de expectativa de ganho ou de lucro”.
Outras definições podem causar problemas de interpretação e dificuldades em questões judiciais, por conflitarem com conceitos assentados no Direito Civil. Nesse debate, a sócia da JBO, Marcia Cicarelli Barbosa de Oliveira, chamou a atenção para a definição de dano patrimonial que, em realidade, traduz o que normalmente se entende por dano material. Também o conceito de “perda financeira” pode causar problemas por expressar o que normalmente se entende por “lucros cessantes”.
Reclamação e Fato Gerador
Outra questão que pode trazer problemas de interpretação para o mercado, na avaliação de Daniel Flores, é a conceituação de reclamação que consta na minuta. Conforme o inciso XVI do art. 3º, “reclamação é a denominação genérica dada às notificações (judiciais ou extrajudiciais) que comunicam a instauração de processo administrativo formal”. Entretanto, para o advogado da JBO, a reclamação não pode ser confundida com a notificação. “A notificação é o ato que dá a ciência, ou seja, o aviso de sinistro, já a reclamação é a própria ação que o terceiro propõe contra o segurado”, explicou.
Para Marcia Cicarelli, a confusão entre os dois termos pode gerar uma agravante em relação ao período de retroatividade. “Se conceituar o fato gerador como uma reclamação, então como será possível mensurar o momento que aquela reclamação foi originada? E como saber se está dentro do período de retroatividade?”, questionou.
Segurado por Extensão
Os advogados da JBO apontaram diversas inconsistências no inciso XIX do artigo 3º, que trata do segurado. O texto da minuta, ao definir “segurado por extensão da cobertura”, inclui pessoas físicas com cargos em “subsidiárias e/ou coligadas da sociedade”. Segundo Carolina Oger, na prática de mercado, há seguradoras que oferecem a garantia das subsidiárias e/ou coligadas como cobertura básica e de forma automática. “A minuta engessa o mercado ao restringir a previsão da garantia das subsidiárias e coligadas, necessariamente, como extensão de cobertura”, disse.
Também causou estranheza à advogada o mesmo inciso incluir como segurados pessoas contratadas para assessorar a sociedade ou subsidiária, como consultores, secretários particulares e técnicos. “A definição de segurado deveria abranger apenas as pessoas com poder de decisão e sujeitas à responsabilização por atos de gestão”, apontou Carolina Oger. Para Daniel Flores, se a intenção da Susep era permitir a ampliação do conceito de segurado, bastaria prever esta possibilidade, sem especificar as pessoas que estariam incluídas no conceito de segurado por extensão.
Custos de Defesa
Os custos de defesa, que são o principal motivo de contratação do seguro de D&O, passaram por mudança significativa na minuta da Susep: de cobertura básica a cobertura adicional. Além disso, o artigo 5º da minuta diferencia os honorários advocatícios dos custos de defesa, que devem ser contratados como coberturas adicionais distintas. “Primeiramente, a minuta alterou a prática de mercado que previa os custos de defesa como cobertura básica, devendo estes, agora, serem contratados obrigatoriamente como cobertura adicional. E, ainda, retirou os honorários advocatícios do conceito de custos de defesa. Assim, para o segurado, essa proposta cria um problema, porque ele precisará saber alocar muito bem a verba que deseja como indenização, como custo de defesa e como honorários advocatícios”, disse Carolina Oger.
Multas
A minuta de circular da Susep não tratou de multas e penalidades, embora fosse uma posição que o mercado aguardava. Atualmente, a Susep veda a cobertura de D&O para o pagamento de multas, com base em um parecer da Procuradoria Federal relativo a fundos de pensão. Na prática, o mercado entende que a proibição caberia apenas aos casos de multa por atos dolosos e que não haveria impedimentos em indenizar os casos de multa por atos culposos. “A Susep perdeu a oportunidade de esclarecer essa questão”, disse Marcia Cicarelli.
Reflexões Finais
Encerrando o grupo de estudos, a equipe da JBO concluiu que a minuta de circular proposta pela Susep para o D&O não atende plenamente suas finalidades, especialmente se considerados os princípios norteadores da Política Nacional de Seguros, como a operacionalização do seguro e a proteção do consumidor. “O mercado de D&O funciona bem, atualmente, e não deveria ser mudado por novas regras”, disse Marcia Cicarelli. Por outro lado, ela reconheceu que a autarquia está mais disposta ao diálogo e aberta a propostas do setor. “O mercado de seguros brasileiro está se desenvolvendo e a participação do regulador é essencial”, disse.
O sistema de saúde dos Estados Unidos desperdiça entre US$ 543 bilhões e US$ 815 bilhões por ano. O montante representa de 20% a 30% do total aportado no setor ou de 3,6% a 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) americano. Os números fazem parte do estudo “Fontes de desperdício de recursos no sistema de saúde americano”, realizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar. O levantamento indica que não há fontes para determinar corretamente o desperdício do setor no Brasil, mas destaca que a experiência americana pode servir de base para o aperfeiçoamento na administração tanto do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto da Saúde Suplementar.
As principais razões para o desperdício são falhas assistenciais, de coordenação e de precificação; uso desnecessário de materiais, medicamentos e exames; complexidade administrativa; e práticas fraudulentas ou abusivas. Apenas as falhas assistenciais, como erros durante cirurgias, prescrição e administração incorreta de remédios e falhas na higiene hospitalar, acarretam no gasto desnecessário de algo entre US$ 17 bilhões e US$ 28 bilhões por ano nos Estados Unidos. Além dos recursos que poderiam ser aplicados de forma mais produtiva, essas falhas prejudicam a saúde dos pacientes, podendo acarretar, por exemplo, em infecções hospitalares. Problemas que poderiam ser, ao menos, minimizados com a adoção de protocolos clínicos mais rígidos.
O estudo do IESS aponta, também, que a adoção de Tecnologia da Informação (TI), principalmente para viabilizar prontuários eletrônicos, poderia gerar uma economia de até US$ 18 bilhões por ano, apenas ao facilitar e dar mais segurança à tomada de decisões pelos médicos, que teriam acesso mais rápido e fácil ao histórico de doenças e exames dos pacientes. Além disso, disponibilizar aos pacientes um histórico de eficiência das clinicas e hospitais poderia incentivar a concorrência e a busca por mais qualidade no atendimento.
No Brasil, estima-se que a incidência de eventos adversos preveníveis (EAPs) é de 5%. Ou seja, a cada 100 atendimentos, 5 tem complicações – como infecções hospitalares e administração incorreta de medicamentos – que poderiam ser evitadas com protocolos mais rígidos e adoção de ferramentas de TI para auxiliar os prestadores de serviço de saúde. Contudo, não há bases para calcular qual o valor que tais medidas poderiam poupar.
A concentração de mercado nos Estados Unidos e a assimetria de informações são outros importantes aspectos relacionados ao desperdício de recursos no setor de saúde, uma vez que garantem às empresas margens de lucro muito superiores às encontradas no setor de saúde de outros países, como Canadá por exemplo. Isso gera falhas de precificação, que são mais marcantes em órteses, próteses e materiais especiais (OPMEs). Devido a cláusulas de contrato que permitem aos fornecedores cobrar de cada comprador um valor diferente pelo mesmo material de OPME, pode-se apenas estimar que se todos os prestadores de serviços hospitalares nos Estados Unidos pagassem o preço médio de mercado pelas OPMEs, a economia total de recursos para o sistema de saúde americano seria de aproximadamente US$ 5 bilhões ao ano.
No Brasil, com o objetivo de reduzir a assimetria de informação, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulga os preços praticados pelas produtoras e importadoras de medicamentos, bem como o preço máximo permitido para vendas a farmácias, drogarias e entes públicos. Além disso, a Anvisa divulga, também, os preços máximo, mínimo e médio de alguns materiais médicos, entre eles as principais OPMEs.
Outro gargalo são os gastos administrativos, referentes, principalmente, as horas de trabalho que médicos, enfermeiros e funcionários administrativos despendem em atividades de interação com as seguradoras e programas públicos de saúde, como pedidos de pagamento e de autorização para procedimentos. A automação de atividades administrativas, como o preenchimento de guias, a integração e padronização de rotinas, como os formulários de pagamento por procedimento realizado, e a simplificação de exigências regulatórias, poderiam reduzir os gastos do setor entre US$ 168 bilhões e US$ 180 bilhões por ano. No Brasil, calcula-se que os gastos administrativos equivalham a 12,8% da receita das operadoras de planos de saúde, no setor privado, e a 12,5% do orçamento total da União para as atividades públicas de assistência à saúde.
O estudo realizado pelo IESS aponta, ainda, que mais de 50% dos recursos empregados em remédios são desperdiçados devidos a prescrição, venda ou uso incorretos. Além disso, os desperdícios devidos à fraude alcançam a cifra de US$ 80 bilhões nos Estados Unidos, de acordo com dados do Federal Bureau of Investigation (FBI). Não há fontes para estimar os desperdícios com fraudes no Brasil, contudo, a Controladoria Geral da União (CGU) detectou o desvio de aproximadamente R$ 3,1 bilhões do setor da saúde pública entre 2002 e 2012.
A íntegra do estudo está disponível em: http://www.iess.org.br/html/TD0049Derperdicio.pdf
Para quem vive perguntando por onde anda Farid Eid — que deixou a ACE para se lançar no desafio de realizar um sonho: ser corretor diferenciado –, descobri onde ele está. No comando de uma corretora de seguros, a MGM Brokers Brasil. “Eu sai da Ace para constituir uma nova empresa e realizar um sonho antigo : Ser um Corretor de Seguros Diferenciado”, disse ao blog Sonho Seguro. !Que bom tê-lo como porta-voz!
O Valor traz o relatório da agência de classificação de riscos Standard and Poor’s (S&P), que estima que o alcance da venda de seguros entre clientes de bancos no Brasil ainda é muito baixa, provavelmente abaixo de 30%, de acordo com as suas estimativas. “Isso significa que ainda há espaço para crescer”, diz a agência, segundo matéria publicada no portal do Valor Econômico.
O modelo de distribuição de apólices no balcão de bancos (conhecido como “bancassurance”) tem ganhado destaque em países em desenvolvimento, com as seguradoras vendo neste canal uma das melhores maneiras de se chegar à classe média emergente da região, segundo o relatório da S&P.
“O bancassurance se provou especialmente potente no Brasil, onde foi crescendo junto com o mercado geral de seguros na última década”, disse a analista de crédito da S&P Amalia Bulacios no relatório.
Esse tipo de canal domina a venda de seguros de varejo no Brasil. “Estimamos que cerca de 60% de toda a receita de prêmios de seguros [de varejo] venham das vendas originadas em bancos”, diz a agência.
O sucesso desse canal, porém, é notável não apenas por aumentar o alcance comercial das seguradoras, mas também por ajudar a compensar a queda na rentabilidade na concessão de empréstimos dos bancos, especialmente os privados, aponta a S&P. Desde a crise financeira de 2009, os grupos financeiros brasileiros têm procurado diversificar suas receitas e aumentar seus negócios baseados em comissões, e o modelo de “bancassurance” tem se mostrado bom nisso.
No Brasil, os maiores agentes do “bancassurance” são os braços de seguros dos maiores bancos do país. Os três maiores grupos são Bradesco Seguros, Itaú Seguros e grupo segurador Banco do Brasil e Mapfre (uma das subsidiárias da BB Seguridade). Os três grupos têm 60% do mercado no Brasil, enquanto as 10 maiores seguradoras têm 85% do mercado.
A agência nota que, das 10 maiores seguradoras, cinco são subsidiárias de grupos financeiros. Além das três já citadas, há a HSBC Seguros e a Caixa Seguros – esta última atua em joint venture com a francesa CNP Assurances. Outras duas seguradoras têm joint ventures com bancos: a Porto Seguro, com o Itaú Unibanco, e a Zurich Seguros, com o Santander. Já a SulAmérica tem um acordo comercial com o Citibank. As duas menores seguradoras do top 10 são a Tokio Marine e a Allianz Seguros, segundo a S&P.
A Vayon Insurance Solutions, empresa de negócios de TI com foco exclusivo no mercado de seguros, acaba de se tornar uma Autoridade Certificadora de Tempo (ACT) homologada pelo Observatório Nacional (ON), instituição vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI). Com isso, garante aos seus clientes o atendimento completo dos requisitos exigidos pela Resolução CNSP 294 em relação a autenticidade, privacidade, inviolabilidade e temporalidade de documentos eletrônicos (apólices, propostas, condições gerais, formulários web, aceite eletrônico em termos de serviços, email e SMS) envolvidos nos processos de negócio.
De acordo com Valdemir Navarro, diretor Comercial da empresa, esta tecnologia permite levar nos documentos digitais à Hora Legal Brasileira (HLB) de forma segura, autêntica e auditável, trazendo a prova de quando a transação foi executada e a garantia do conteúdo. “Ao implementar esta infraestrutura, estamos aptos a atender integralmente aos requisitos da resolução 294, que trata sobre a utilização de meios remotos relacionadas ao mercado segurador”, revela Navarro. Vale destacar que os servidores de Carimbo de Tempo (ICP-BRASIL) são auditados e sincronizados pelo Observatório Nacional de acordo com as normas internacionais criadas pelo Internet Engineering Task Force (IETF) e pelo Internet Engineering Steering Group (IESG).
“Nossos clientes podem contar com três serviços essenciais para trabalharem em conformidade com a Resolução CNSP 294, um serviço integrado de Protocolização e Fluxo de documentos Eletrônicos; um serviço de Aceite Eletrônico (ClickWrap) de documentos (condições gerais, propostas, contratos e termos de uso) e formulários web; e um serviço de Email Auditável, instrumentado com elementos técnicos legais e periciáveis. Tudo isso em um ambiente certificado PCI-DSS, garantindo o mais alto nível de segurança e o valor jurídico necessário.”, finaliza Navarro.
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