Foram divulgadas no site da Superintendência de Seguros Privados (Susep) as demonstrações contábeis individuais e consolidadas do exercício findo em 31/12/2013 das companhias seguradoras, resseguradoras, entidades abertas de previdência complementar e capitalização, todas supervisionadas por esta autarquia.
O trabalho de compilação é realizado pelo corpo técnico da Coordenação Geral de Monitoramento de Solvência (CGSOA) desde junho de 2011 e tem como objetivo tornar acessíveis a toda a sociedade as informações contábil-financeiras das empresas que atuam no mercado regulado pela Susep.
Os interessados podem consultar as referidas demonstrações por meio do endereço eletrônico abaixo:
A Marítima Seguros, uma das maiores seguradoras brasileiras, realizou, recentemente, uma parceria com a Serasa Experian para incentivar seus clientes a começarem sua própria história positiva. Por meio do Cadastro Positivo da Serasa Experian, os segurados poderão ter, em um futuro próximo, uma avaliação de crédito individual e mais justa para compras a prazo, mais facilidade e agilidade na aprovação de financiamentos e empréstimos e melhores taxas de juros.
“A construção de uma base relevante do Cadastro Positivo, ao mesmo tempo em que proporcionará ao segurado condições de acesso ao crédito mais favoráveis, ampliará a capacidade avaliativa do segurador, com consequente melhoria da relação risco versus retorno”, diz o diretor de Cadastro Positivo da Serasa Experian, Laércio de Oliveira Pinto.
“Fomos o pioneiro no mercado segurador a incentivar o cliente a abrir seu Cadastro Positivo, com mensagens no site, blog e e-mails para os corretores. Esta conscientização, no médio prazo, transformará os mercados na tomada de decisão, pois teremos muito mais informações”, explica o gerente de Produto Automóvel da Marítima Seguros, Adriano Fernandes.
O Cadastro Positivo mostra os compromissos financeiros já assumidos pelos consumidores no mercado, bem como as prestações quitadas, valorizando o histórico de crédito dos bons pagadores. “Trata-se de um indutor do bom comportamento do consumidor e de um antídoto contra o superendividamento”, afirma Laércio. Já o cadastro negativo, segundo o executivo, limita a capacidade do credor de analisar a situação daquele CPF, que pode ter sido negativado por uma dívida, mas, em contrapartida, ter muitos outros financiamentos pagos pontualmente e que não são considerados. “O Cadastro Positivo proporciona uma condição mais justa para os dois lados do balcão”, lembra o executivo.
O consumidor pode abrir seu Cadastro Positivo por meio do site da Marítima http://www.cadastropositivo.com.br/maritima/ ou no site www.cadastropositivo.com.br ,nas unidades da Serasa Experian e nas agências bancárias. Se for por meio dos sites, a autorização deve ser feita com o uso do Certificado Digital. Caso o cidadão opte por fazer a adesão ao Cadastro Positivo em uma agência da Serasa Experian, ele deverá apresentar um documento de identidade original com foto ou cópia autenticada.
A Marítima divulga para clientes e corretores a iniciativa em seu blog. Veja o post:
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Samy Hazan, diretor de Seguros de Pessoas da Marítima / Yasuda, e Mikio Okumura, diretor-presidente da Yasuda Seguros, apresentaram as principais tendências na área de Seguros de Pessoas durante um encontro com investidores e analistas do mercado financeiro de São Paulo e Rio de Janeiro. Realizado na sede do Banco BTG Pactual, na capital paulista, na última quinta-feira, dia 10 de abril, o evento foi uma oportunidade de apresentar as perspectivas de negócios do segmento.
Na ocasião, foram apresentados os vetores de crescimento do mercado de seguros nos países emergentes, tais como a participação da indústria de seguros no PIB – Produto Interno Bruto, que apresenta potencial para expansão expressiva; crescimento da renda per capita da população, inclusão e mobilidade social; e principalmente situação demográfica favorável. A relevância do corretor de seguros no processo de distribuição, a alta rentabilidade dos produtos de seguro de vida e o cenário favorável para criação de produtos mais sofisticados por conta da abertura do mercado de resseguros no Brasil também foram tema de debate.
Outro aspecto abordado diz respeito à agenda da SUSEP – Superintendência de Seguros Privados para alinhar o mercado brasileiro de seguros às melhores práticas internacionais. Dentre as principais prioridades para o mercado de seguros nacional comentados durante o encontro está a adequação ao modelo europeu de solvência (Solvência II), as regras para retrocessão de prêmios de resseguro e remessas de capital, o risco de mercado e o capital regulatório para a previdência complementar aberta, entre outras.
A posição de destaque do Brasil no mercado de seguros da América Latina chamou a atenção dos executivos presentes. Só para se ter uma ideia, segundo dados da Ernst & Young Terco, o mercado Brasileiro foi o que mais cresceu em dólar na região nos últimos 08 anos (18% ao ano, em média, convertido em dólar, acima de México, Colômbia, Chile, etc.).
Mikio Okumura, Diretor-Presidente da Yasuda Seguros:
“Os investidores estão atentos às oportunidades no mercado de seguros brasileiro. Os aspectos demográficos e o aumento da capacidade de consumo da população faz com que aumente a demanda e o conhecimento de produtos até então pouco usuais no mercado interno. Isso faz do Brasil um mercado estratégico no segmento global de seguros”.
Samy Hazan, diretor de Seguros de Pessoas da Marítima/Yasuda:
“A taxa real de crescimento do seguro de Vida no Brasil, descontada inflação, não guardou correlação com a taxa de crescimento real do PIB nos últimos anos. Crescemos em termos reais mais de seis vezes a taxa de crescimento real do PIB nos principais produtos de Seguro de Vida. Ainda sim, a área de Seguro de Pessoas tem uma agenda extensa para os próximos anos. Dentre as prioridades do segmento destacamos a regulamentação do VGBL SAÚDE (conta individual de acumulação que visa custear despesas de saúde na melhor idade), a simplificação da contratação de seguros de Vida em geral, novos produtos de seguro de vida em regime de capitalização, Projeto de Lei para regulamentar o Patrimônio de Afetação na Previdência Complementar Aberta e o Projeto de Educação Financeira e Securitária da população”.
A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos securitários do mundo, anuncia a mudança de endereço das Sucursais Goiânia e Licitações, que funcionam no mesmo espaço. Com as novas instalações, a Companhia amplia sua estrutura para atender ao aumento da demanda e oferecer mais conforto a seus Corretores e Assessorias. Para celebrar oficialmente a mudança, a Seguradora promove um coquetel nesta quarta-feira, 16 de abril, a partir de 19h, com as presenças do Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues, do Diretor Comercial Nacional Varejo, João Melo e do Superintendente Comercial Varejo Centro-Oeste, Jean Carlo Brunetto.
A Sucursal Goiânia é composta por oito Colaboradores e atende 370 Corretores. Em 2013, a filial apresentou crescimento de 32%, em comparação com o ano anterior e obteve mais de R$ 50 milhões em prêmios emitidos. Os principais destaques na produção da Sucursal foram as carteiras dos produtos residencial, condomínio e automóvel, com crescimento de 83%, 41% e 34%, respectivamente. Os seguros de agro-equipamento, risco de engenharia, garantia e empresarial também apresentaram excelente desempenho.
Inserida em um mercado muito concorrido e altamente especializado, a Sucursal de Licitações foi constituída em 2009 para atender o importante segmento de negócios públicos. “Com uma equipe treinada, este Canal Estratégico da Tokio Marine tem obtido ótimos resultados, atuando em parceria com Corretores de todo o Brasil e em todos os ramos”, afirma o Superintendente Comercial do Varejo Centro-Oeste, Jean Carlo.
De acordo com Jean, outro ponto importante a ser destacado são as contratações diretas (dispensas), simplificação das contratações da Administração Pública, segmento ao qual a Seguradora tem dedicado especial atenção e colhido resultados significativos por meio Sucursal Licitações.
“Acreditamos no potencial da região Centro-Oeste e continuaremos reforçando nossos investimentos. O objetivo é manter o ritmo de crescimento sustentável e facilitar o dia a dia de nossos Clientes e parceiros de negócios”, afirma João Melo. As Sucursais Goiânia e Licitações são comandadas respectivamente pelos Gerentes Executivos José Vadson de Oliveira e Marco Antonio Fagaraz.
A RSA Seguros, um dos maiores grupos seguradores do mundo, anuncia os resultados do balanço anual de suas operações em 2013. Com £ 8,7 bilhões de prêmios líquidos, o Grupo obteve um crescimento de 5% em relação ao período anterior.
Os negócios no Reino Unido, Canadá, Escandinávia e América Latina apresentaram bons desempenhos e foram definidos pelo Grupo como mercados foco para atuação, pois geram grandes retornos e apresentam oportunidades de investimento e crescimento nos próximos anos.
O novo posicionamento estratégico do Grupo RSA foi elaborado com o objetivo de impulsionar os resultados da Companhia e com isso, tornar o negócio ainda mais atraente, sustentável e valioso.
“Servir bem ao cliente. Funcionar com força de capital. Enfatizar valor ao acionista. Esta é nossa agenda”, comenta Stephen Hester, CEO Global da RSA Seguros, sobre o novo plano estratégico. E complementa, “A nossa expertise nos negócios de seguro, nossos 19 milhões de clientes e nossa equipe fornecem os principais subsídios para cumprirmos essa tarefa”.
A América Latina foi destaque nos resultados do Grupo, onde os prêmios aumentaram 15% e totalizaram £ 837 milhões.
A seguradora SulAmérica fechou uma captação de R$ 635 milhões em debêntures. Com boa demanda, a empresa conseguiu reduzir a taxa de juros que pagará aos investidores. A oferta foi realizada em três séries. Na primeira, a empresa obteve R$ 135 milhões.
Com prazo de cinco anos, os papéis renderão 108,25% do CDI ao ano, abaixo do teto, que era de 110% do CDI ao ano. A segunda série, com características semelhantes, fechou na mesma taxa da primeira.
A seguradora captou R$ 372 milhões nessa tranche. Na terceira série, corrigida pela inflação medida pelo IPCA e com prazo de oito anos, foram emitidos R$ 128 milhões em debêntures.
A SulAmérica pagará juros de 7,41% ao ano ao investidor na série, o equivalente a um prêmio de aproximadamente 1,10% sobre o título público corrigido pelo IPCA (NTN-B), segundo fontes de mercado. O teto proposto pela companhia era de NTN-B mais 1,25% ao ano. O Itaú BBA foi o coordenador e atuou ao lado do BB Investimentos.
O auditório da Escola Nacional de Seguros (Funenseg) na Bela Vista foi pequeno para as mais de 130 pessoas que participaram do “Seminário Comercialização de Seguros e Previdência Complementar por Meios não Presenciais”, realizado na última quinta-feira, 10 de abril, em São Paulo (SP). A entrada foi gratuita aos participantes, que colaboraram com latas de leite em pó para doação ao abrigo “Lar Sonho Infantil”.
Promovido pelo CVG-SP em parceria com a Funenseg, o evento trouxe abordagens inéditas sobre o tema, que, como ficou provado nas discussões, ainda gera muitas dúvidas ao mercado. “Quisemos trazer um conjunto de informações, abrangendo tecnologias e suas possibilidades; experiência prática de mercado; ponto de vista jurídico; e, finalmente, a visão do órgão regulador”, disse o presidente do CVG-SP, Dilmo B. Moreira, que coordenou o seminário em conjunto com a gerente de Ensino Técnico da Funenseg, Sonia Regina G. Ribas da Costa.
Em sua palestra, o fundador e sócio-diretor da Minuto Seguros, Marcelo Blay, revelou que desde a criação da corretora, em 2011, jamais realizou uma venda 100% online. “Tentamos, até porque isso traria redução de custos, mas não aconteceu. Em todo o processo de venda existe a interação humana”, disse. Para ele, o sucesso da corretora, ou o “pulo do gato”, como classifica, foi entender “que o atendimento online só funciona com o atendimento humano, por mais paradoxal que seja”.
Questionado pelo debatedor Marcelo de Freitas, diretor adjunto da American Life Companhia de Seguros, sobre o futuro da venda de seguro online, Blay respondeu que a internet ainda será por muito tempo apenas ferramenta – e não canal. “Imagino que somente haverá venda 100% online quando houver cultura do seguro e as pessoas entenderem o que estão comprando”, disse.
A advogada Ivy Cassa, presidente do Grupo Nacional de Trabalho da AIDA-Brasil, trouxe à reflexão muitos questionamentos sobre a norma. Um deles foi sobre como identificar as partes na venda de seguro online. Segundo ela, alguns advogados consumeristas consideram que a internet torna o consumidor vulnerável na medida em que o volume de informação prejudica a escolha do produto adequado. “Excesso de informação não significa informação útil”, disse.
Regina Simões, da área de coordenação de produtos da Susep, comentou sobre os casos em que são necessários o uso de login e senha, bastante questionado pela plateia. Ela orientou que na venda por telefone a confirmação exigida poderá ser feita por reconhecimento de voz (biometria). No ambiente virtual, outra opção é a certificação digital. “No entanto, a única forma de venda de seguro que dispensa a assinatura do segurado é o bilhete”, disse.
Maria Augusta Alves, que também atua na área de produtos da Susep, esclareceu que a opção de certificação digital para a formalização da proposta de contratação segue o mesmo princípio usado pelos bancos. “O correntista não precisa de certificação digital individual, porque utiliza a do ambiente virtual”, disse.
Outras diversas perguntas surgiram na plateia, caso de “como realizar a confirmação de voz em venda por telemarketing” ou “como confirmar a venda por celular”, mas não houve tempo para discussão. No encerramento do evento, Dilmo B. Moreira prometeu juntar todas as perguntas que sobraram e encaminhá-las à Susep para posterior resposta.
A 3ª edição do Lloyd’s Meet Market foi realizado na manhã desta quinta-feira, dia 10, no Hotel Sofitel, em Copacabana, no Rio de Janeiro, e reuniu cerca de 250 profissionais e especialistas do setor convidados. Durante o evento, foi recriado o tradicional salão de subscrição do Lloyd’s (Underwriting Room), localizado em Londres, com a presença de boxes dos 11 sindicatos da Lloyd’s com operação no Brasil, mais 4 sindicatos londrinos que enviaram representantes para participar do evento.
O ex-presidente do Banco Central (BC), Henrique Mereilles, primeiro não-anglo-saxão indicado a membro nomeado do Conselho Lloyd’s em 30 anos, ministrou a palestra de abertura do evento. Ele destacou o crescimento da economia brasileira na última década, lembrando que a classe média brasileira dobrou de tamanho no período, alcançando 120 milhões de brasileiros e que, junto com a classe alta representam cerca de 70% da população do país.
De acordo com o ex-presidente do BC, esse novo cenário permitiu o crescimento dos setores de seguros e resseguros e que, para os próximos anos, a tendência deve se manter. “O Brasil cresceu e isso tem consequências enormes no mercado de seguros, que cresce acima da média do mercado. E isso é normal, porque a complexidade das operações na nossa economia aumentou os investimentos”.
Meirelles salientou que o mercado segurador também se beneficiará nos próximos anos dos investimentos em infraestrutura que devem ser realizados no país, sobretudo, através das Parcerias Público-Privadas (PPPs). Ele também destacou a importância da avalição do cenário macroeconômico, dizendo não acreditar em um estouro da inflação. “Este crescimento tem consequências institucionais. A inflação baixa é uma conquista. Ela não vai aumentar porque a população não permitirá”.
O diretor de Mercados Internacionais do Lloyd’s, Vincent Vandendael, também salientou a importância dos investimentos em infraestrutura no país. “O Brasil está em boa forma. É muito importante que o governo brasileiro gaste o dinheiro em infraestrutura”. Participaram do salão os seguintes sindicatos: ACE, ANV, Argo, Catlin, Klin, Liberty, Markel, Navigators, Starr, Beazley, Hiscox, Aegis, Aspen, Allied World e Talbot.
O presidente da Lloyd’s no Brasil, Marco Castro, ressaltou que a chegada ao Brasil este ano do 11º sindicato da Lloyd’s (Hiscox) fortalece a estratégia de ampliar escritórios no país e a realização do evento visa estreitar o relacionamento entre os integrantes do mercado e facilitar o desenvolvimento de novas oportunidades de negócio. “Este encontro é mais importante porque o Brasil está a 11 horas de Londres e nem sempre os profissionais têm a oportunidade de conhecer como funciona o mercado em Londres. Essa negociação pessoal é uma tradição. É lógico que temos a parte tecnológica, mas nada substitui o relacionamento pessoal. A decisão pode ser tomada na hora e o negócio se realiza”.
O estudo conduzido pela doutora Renate Finke, economista sênior da unidade de Pensões Internacionais da Allianz Asset Management, na Alemanha, revela que a Austrália possui o sistema de pensão mais sustentável do mundo, em segundo lugar está o da Suécia e, em seguida, vem o da Nova Zelândia. Na outra ponta, dentre os três menos sustentáveis, aparecem os da Tailândia, Brasil e Japão.
“Uma boa classificação no índice não equivale a pagamentos de aposentadorias generosas, mas mostra que um sistema de pensões de um país será capaz de lidar com seus dados demográficos subjacentes. Em contrapartida, é preciso levar em consideração que as nações que figuram no extremo inferior do ranking estão lá por diversas razões”, afirma Renate Finke.
De acordo com o índice, o 50º lugar ocupado pela Tailândia está relacionado à idade extremamente baixa com que sua população se aposenta, além dessa estar envelhecendo rapidamente e o trabalho informal ser representativo no país. Já o sistema de pensões no Brasil parece insustentável em longo prazo porque tem alta taxa de substituição, somada às opções de aposentadoria antecipada, ao número de idosos que cresce a passos largos e aos 13 pagamentos anuais, que gera estresse nas finanças públicas. Embora 60 e 65 anos sejam as idades legais para que brasileiras e brasileiros, respectivamente, se aposentem, a reforma efetiva é substancialmente mais baixa, quando considerado o tempo de contribuição, 30 e 35; isso sugere que elas podem começar a receber aposentadoria, em média, aos 50 anos e eles aos 55. Diante disso, projeta-se que em 2050, o número de pensionistas deverá aumentar 3,5 vezes. O Japão também aparece na parte inferior do ranking por causa da média de idade avançada da sua população e nível elevado da dívida soberana.
“As mudanças demográficas e seu impacto no sistema de pensão no Brasil é um tema que temos acompanhado de perto. A Allianz Seguros está engajada em promover o debate para desenvolvimento de novas políticas para fortalecer a sustentabilidade das pensões com o objetivo de melhorar índices financeiros e também de qualidade de vida”, ressalta Ingo Dietz, diretor executivo da Allianz Seguros. Em outubro do ano passado, a seguradora promoveu uma série de eventos com Michael Heise, economista-chefe do Grupo Allianz, sobre o assunto. “A ideia é disseminar nosso expertise, trocar experiências e desenhar propostas e soluções de longo prazo adequadas à realidade de nosso país”, finaliza Dietz.
A posição de liderança da Austrália é consequência de uma estrutura dualista. Nesse país, a exemplo do que acontece nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Irlanda, a receita pública cobre apenas as necessidades mais básicas, ou seja, evita a pobreza na velhice. Qualquer rendimento adicional, para manter certo padrão de vida, deve ser gerado a partir de fontes financiadas, por meio de capitalização. Ao mesmo tempo, a Austrália conta com a combinação da demografia favorável e boa gestão das finanças públicas.
O Índice de Sustentabilidade de Pensões da Allianz foi lançado em 2004. No entanto, a versão de 2014 traz pela primeira vez a análise de 50 países – passaram a ser contemplados Brasil, Chile, México, Malásia, Indonésia e África do Sul.
Desde o último estudo, em 2011, Grécia, Irlanda, Luxemburgo, Romênia, Singapura, Turquia e Estados Unidos foram capazes de subir mais de cinco posições no ranking. A melhora das perspectivas de envelhecimento, a introdução de reformas das pensões e o desenvolvimento econômico podem ser fatores que levaram a essa melhora. Croácia, França, Hong Kong, Malta, Eslovênia e Taiwan caíram significativamente na classificação. Dentre as razões estão a nova projeção de envelhecimento rápido da população e o atraso na realização de importantes reformas de pensões.
O índice, ao analisar o sistema público de pensões, torna-se capaz de indicar a necessidade de um país em fazer reformas para manter a sustentabilidade financeira em longo prazo. Isso pode ser difícil de avaliar devido às especificidades institucionais, técnicas e jurídicas de cada nação. No entanto, há as principais variáveis, independentemente dessas diferenças. O índice usa subindicadores como a evolução demográfica, finanças públicas e projetos de sistemas de pensão para medir sistematicamente a sustentabilidade de um sistema de aposentadorias. Eles abrangem vários parâmetros para a situação atual e perspectivas futuras do sistema.
O estudo na íntegra pode ser acessado pelo site: https://www.allianz.com/v_1396002521000/media/press/document/2014_PSI_ES_final.pdf
Release
Nos últimos meses, o país tem passado por uma grave escassez de água. A falta de chuva acarretou a queda no nível dos reservatórios de diversos estados brasileiros. Pelo fato de grande parte da energia elétrica do país vir de hidrelétricas, a falta de água impacta diretamente no setor elétrico. De acordo com Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Planejamento Energético (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia, as regiões Nordeste, Sudeste e Centro-oeste estão passando pela terceira pior estiagem desde 1931.
Com o objetivo de alertar a população sobre a importância de economizar energia, o Site Sustentabilidade da Allianz elencou 10 dicas simples para economizar o recurso.
Réguas de tomadas
Mesmo sem desligar a TV e computador, eles usam continuamente até 20 quilowatts de eletricidade conectados à tomada.
Conectar seus equipamentos a uma régua de tomadas e desligá-la durante a noite não requer muito esforço e é um modo excelente para economizar até 8 kg de CO2 por ano!
Aproveite o Sol
Se todo mundo usasse um varal nos meses quentes, e não as secadoras elétricas, o impacto no consumo nacional de energia seria enorme.
Baixe a temperatura
Os modernos sabões em pó para lavar roupa são mais eficazes em temperaturas mais baixas. Portanto, você vai conseguir tirar aquelas manchas mesmo se lavar suas roupas a 30°C em vez de usá-la a 40°C.
Recicle sempre
Você sabia que reciclar uma latinha de alumínio pode economizar eletricidade suficiente para acender uma lâmpada de 100 watts por mais de três horas?
Seu carro mais leve
Quanto mais coisas você carrega, mais energia você consome ao caminhar. O mesmo se aplica ao seu carro: quanto mais pesado ele estiver, mais combustível será necessário para ele rodar – especialmente nos carros compactos.
Desligue os aparelhos
Simplesmente desligar os aparelhos no fim do dia, em vez de deixá-los no standby, já economiza muita energia.
Panela menor
Cozinhar com a menor panela possível e usar a menor boca do fogão tem um duplo impacto: sua comida vai aquecer mais rapidamente e você vai desperdiçar menos energia.
Usando uma panela de 15 cm de diâmetro sobre uma boca de 8 cm de diâmetro, você perde quase a metade do calor produzida pela chama.
Use um notebook
Usar um notebook normal já vai economizar até 80% menos energia em comparação com um computador de mesa. Mesmo se conectar um monitor maior no seu notebook, ainda assim você estará economizando energia.
Embalagem reciclável
Bolinhas para embalagem feitas de amido que se dissolvem na água são uma alternativa ambientalmente correta. E que tal reutilizar bolinhas das embalagens que você recebe dos outros? Assim você economiza dinheiro e evita desperdício.
Reutilizar papel de embrulho ou usar folhas de jornal para embrulhas presentes também faz bem ao meio ambiente.
Divulgue suas ideias
Você tem alguma ideia de como favorecer mais o meio ambiente? Compartilhe o seu conhecimento.
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