Porto Seguro mantém a liderança em pesquisa de satisfação realizada com clientes, seguida por Allianz e Liberty

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Dando continuidade ao trabalho de monitorar a eficácia das seguradoras com presença no mercado nacional, a corretora on-line EscolherSeguro elaborou a 2ª pesquisa de avaliação do seguro automotivo. Realizado ao longo do ano passado, o estudo obteve a opinião de 14 mil clientes em uma escala de um a dez para itens como atendimento em geral, assistência 24 horas e prestação de serviços após sinistro.

Novamente, a Porto Seguro conquistou a primeira posição no acumulado de todas as avaliações, com média de 8,4, crescimento de 0,4 em relação ao mapeamento de 2012. A vice-liderança foi mantida pela alemã Allianz, com 8,2, que registrou aumento de 0,3 no índice. A Liberty, que não figurava entre as cinco melhores no ano passado, atingiu a terceira colocação ao obter média de 8,1. Já a Itaú Seguros, que obteve 8,0, caiu uma posição no ranking mesmo com a subida de sua média em 0,5. A SulAmérica, que também não estava entre as cinco melhores no levantamento anterior, completa o ranking com nota final de 7,9.

Apesar das modificações no ‘top five’, os índices gerais das seguradoras aumentaram em relação ao estudo anterior, informa Pieter Lekkerkerk, sócio diretor da EscolherSeguro. “O crescimento dos indicadores se deve ao fato das empresas estarem investindo cada vez mais no aperfeiçoamento de suas operações. Sem dúvida, essa movimentação do mercado como um todo refletiu na pesquisa”, complementa.

Ainda de acordo com o executivo, o nível competitivo das seguradoras pode ser medido pela análise dos clientes que recorrem ao pedido de sinistro. A Itaú Seguros, que obteve a quarta posição na pesquisa anterior, galgou para a liderança neste ano, com média de 8,2. A segunda posição ficou com a Liberty com índice de 8,1. Na sequência, aparecem empatadas a Allianz e a Porto Seguro com nota de 7,9. Fecha a lista, a Mitsui com média de 7,8. “A diferença de 0,4 no atual ranking mostra que as empresas de fato estão intensificando esforços para garantir a máxima tranquilidade aos consumidores. Isso é muito importante, pois aquele momento é onde o segurado mais precisa do suporte da seguradora”, argumenta.

Outro item importante observado no mapeamento foi o desempenho das seguradoras em serviço de assistência 24 horas. Com índice médio de 8,9, a Porto Seguro ampliou sua avaliação média em 0,7 pontos em comparação ao estudo anterior. A Allianz também segue na vice-liderança com 8,4, média 0,7 superior ao ano passado. Completam as cinco melhores, a Liberty (8,1), Azul (8,1) e SulAmérica (8,1) – que não figuravam no ranking em 2012. “Esse item foi o único em que as cinco seguradoras receberam pontuação média acima de oito, o que mostra o excelente trabalho do setor como um todo”, explica Lekkerkerk.

Por último, a pesquisa analisou a opinião dos entrevistados em relação aos serviços de atendimento geral. O item inclui, por exemplo, a facilidade entrar em contato com a central de atendimento, estrutura disponibilizada pela empresa e locais para vistoria dos veículos. Nele, a Porto Seguro também manteve a liderança do ranking, com índice de 8,5, registrando crescimento médio de 0,5 em comparação ao levantamento anterior. Na segunda posição, segue a Allianz, com 8,3, que aumentou sua média em 0,4. Liberty e HDI subiram uma colocação e ficaram, neste ano, respectivamente, com 8,0 e 7,9. A lista é fechada pela SulAmérica, com 7,8. “Esse quesito foi o que menos sofreu alterações em relação a 2012”, afirma o sócio diretor da EscolherSeguro.

Metodologia de pesquisa

A 2ª pesquisa de avaliação dos consumidores foi aplicada pela EscolherSeguro de forma contínua ao longo de 2013. Os entrevistados responderam apenas questões referentes às seguradoras com as quais possuem contrato. Os dados foram recolhidos do formulário de seguro de automóveis no site da empresa. Ao realizarem cotações, os consumidores que já possuíam apólice avaliaram de um a dez alguns dos mais importantes serviços de suas seguradoras atuais.

De acordo com Pieter Lekkerkerk, o levantamento tem como objetivo a conscientização dos consumidores sobre o melhor método para a escolha da seguradora. “Na maioria das vezes, o cliente insiste em comparar somente os preços. Esperamos que nosso estudo possa iniciar a reflexão de que em primeiro lugar deve se considerado a melhor cobertura para o perfil contratante e a qualidade dos serviços prestados pela empresa que protegerá o seu veículo”, conclui.

As seguradoras mencionadas com mais frequência pelos clientes são: Allianz, Azul, Bradesco Seguros, BB Seguridades, Caixa Seguros, Generali, HDI, Indiana, Itaú Seguros, Ituran, Liberty, Mapfre, Marítima, Mitsui, Porto Seguro, SulAmérica, Tokio Marine e Zurich.

Indenizações para o evento da Malaysia Airlines podem chegar a US$ 600 milhões

malaysia_airlines_boeing_777O sumiço do avião da Malaysia Airlines desde o dia 8 de março pode gerar uma conta acima de US$ 600 milhões para o mercado segurador, sendo US$ 100 milhões com indenizações da aeronave e US$ 500 milhões em responsabilidade civil, afirma o Credit Suisse em um relatório divulgado pela mídia internacional.

O estudo leva em conta indenizações por sequestro de aeronave. No entanto, profissionais do mercado segurador internacional contestam os valores citados pelo Credit Suisse, afirmando que em situações semelhantes ocorridas do passado, o valor de responsabilidade civil apresentou média de US$ 200 milhões.

As últimas notícias informam que os sistemas de transmissão de dados do avião começaram a ser desligados ‘por alguém’ 40 minutos após decolagem. Segundo uma das seguradoras do avião, a Eurasia Insurance Company, a cobertura para desaparecimento de aeronave é comum no mercado de seguros aeronáutico.

Perdas no transporte marítimo diminuem, mas novos riscos são grandes desafios, alerta Allianz

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As perdas relacionadas ao transporte marítimo continuaram com sua tendência de queda registrando 94 perdas no mundo todo em 2013, número que só foi abaixo de 100 duas vezes nos últimos 12 anos, de acordo com a Allianz Global Corporate & Specialty SE’s (AGCS) segundo a Análise Crítica de Segurança e Transporte Marítimo 2014, publicação anual que analisa o registro de perdas no transporte marítimo acima de 100 toneladas brutas.

As perdas diminuíram cerca de 20 por cento desde 2012 quando foram registradas 117 perdas. O ano do acidente (2013) também representa uma melhora significativa em comparação com os 10 anos anteriores, com perdas totais globais no transporte marítimo caindo 45 por cento em comparação a 2003.

“Mais de 90 por cento do comércio global é feito pelo mar, de acordo com as estatísticas da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). A segurança dos cargueiros marítimos internacionais e rotas são críticos para a saúde da economia global,” diz Tim Donney, Chefe Global da Maritime Risk Consulting. “Ao passo que a tendência negativa em longo prazo com perdas no transporte marítimo é encorajadora; há muito trabalho a ser feito para melhorar a segurança de maneira geral destas embarcações, assim como sua carga, tripulação e passageiros, especialmente em águas asiáticas. Como reseguradores, estamos sempre preocupados com os assuntos relacionados tais como gestão de treinamento e segurança – o erro humano não é algo que possamos ignorar e a falta de mão de obra qualificada ainda é um problema – mas também precisamos observar os novos riscos à medida que a indústria continua a se desenvolver.”

De acordo com o relatório, mais de um terço das perdas totais, assim como em 2012, de 2013 estiveram concentradas em duas regiões marítimas: o Sul da China, Indochina, Indonésia e a região das Filipinas. Essas áreas tiveram o número mais alto de perdas (18 navios), seguidas de perto pelos mares que cercam o Japão, Coréia e o Norte da China (17 navios).

Mais de dois anos após o acidente do Costa Concordia, a melhora na segurança de navio de passageiros continua a ser uma prioridade, especialmente, pois em 2014 provavelmente se atingirá a marca da 100a perda de uma embarcação de passageiros desde 2002. A Ásia continua sendo um “hotspot” para perdas no transporte marítimo de passageiros, especialmente com embarcações menores de passageiros e barcas. Um exemplo é o naufrágio da barca St. Thomas of Aquinas, que sucumbiu após uma colisão com outra embarcação fora de Cebu nas Filipinas em agosto de 2013, com a perda de no mínimo 116 vidas.

“Temos que apurar profundamente como alguns operadores de navio asiáticos medem a segurança e a qualidade, em particular ao falar sobre o transporte marítimo doméstico”, disse Jarek Klimczak, Consultor Sênior de Risco Marítimo na AGCS. “O entendimento da qualidade e padrões pode algumas vezes sugerir o padrão europeu de 50 anos atrás – talvez até mais.”

No mundo todo, mais de um terço das perdas de embarcações foram de navios de carga, como os pesqueiros e os navios graneleiros, os únicos outros tipos de embarcações a registrar perdas de dois dígitos. A perda total de dois navios graneleiros em águas asiáticas em 2013, o Harita Bauxite e o Trans Summer, destacou a importância do manuseio e estiva adequados em cargas a granel. Os especialistas da AGCS acreditam que o alto índice de umidade do conteúdo levaram a desestabilizar a carga sendo a causa primária dos acidentes.

A causa mais comum de perdas no último ano foi associada (naufrágio ou submersão) e quase sempre relacionada ao mau tempo, respondendo por quase 75 por cento de todas as perdas, o que representa um aumento significativo em 2012 (47 por cento) e na média dos 10 anos anteriores (44 por cento).

Pela primeira vez, o relatório inclui não somente o total de perdas, mas também o número total de vítimas relacionadas à navegação por região. A região do Leste do Mediterrâneo e do Mar Negro é apontada como “hotspot’ de acidentes, sendo responsável por 464 vítimas (18%) do total global de 2.596 registrados em 2013. A região combina rotas marítimas congestionadas e fracas práticas de gestão da segurança além de uma frota regional com alta proporção de embarcações mais antigas e de baixa qualidade. O relatório mostra também que, durante a última década, as Ilhas Britânicas têm sido a localidade de grande parte dos acidentes e que Janeiro é o mês com mais acidentes (incluindo perdas totais) no Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul, o fenômeno pode ser registrado no mês de Julho.

Piratas

Em 2013, os ataques de piratas diminuíram em 11 por cento e 264 incidentes foram informados mundialmente de acordo com as estatísticas do International Maritime Bureau – sendo 106 deles na Indonésia, registrando um aumento de 700 por cento nos ataques desde 2009. A maioria destes ataques permanece como roubos oportunistas de baixo nível, conduzidos por pequenos bandos, porém um terço dos incidentes nestas águas foi registrado no último trimestre de 2013. Existe uma possibilidade que esses ataques evoluam para um modelo de pirataria mais organizado, a menos que sejam controlados.

Outro “hotspot” emergente de pirataria mas esse com crimes mais organizados, é no Golfo da Guiné com 48 incidentes em 2013, respondendo sozinho por 18 por cento de todos os ataques globais. O número de ataques na região da Somália caiu drasticamente marcando somente sete incidentes em 2013, especialmente se forem comparados com os 160 ataques em 2011. O relatório sugere que o modelo organizado de pirataria pode ser interrompido na Somália em alguns anos se o patrulhamento naval continuar.

Riscos Emergentes

Uma série de inovações estão sendo implementadas para proteger as embarcações como: aumentar o tamanho de navios a fim de aproveitar a economia de escala, mudança no uso de combustíveis alternativos e atualizações nos projetos de navios. Ao mesmo tempo, estão surgindo mais rotas econômicas de comércio nas regiões do Ártico, que por si só já apresentam seu próprio conjunto de desafios.

Os riscos emergentes identificados no relatório de 2013 incluem:

· Tamanho da Embarcação: O ano passado marcou a chegada da maior embarcação de container já registrada, com mais de 400 metros de comprimento, ampliando a capacidade para 18.000 contêineres de 20’. Esta tendência parece continuar. A AGCS estima que a capacidade cresça cerca de 30 por cento a cada quatro ou cinco anos, o que quer dizer que a chegada de transportadores de 24.000 contêineres de 20’ pode ser antecipada para aproximadamente 2018.

“Os sinistros provenientes de emergências marítimas destes ‘mega navios’ podem ser enormes. Por exemplo, apenas pense na interrupção dos negócios dos portos e terminais caso o acidente bloqueie a entrada,” disse Dr. Sven Gerhard, Líder de Produtos Global, Responsabilidade de Casco & Marítimo, AGCS. “Além disso, os salvados podem exigir esforços sem precedentes e operações complexas – em alguns casos podem levar muitos meses, ou possivelmente um ano ou mais, para retirar todos os containers, em particular se o acidente acontece em uma localidade remota. A perda potencial para esse tipo de embarcações aumenta e ainda mais em águas onde não há lei para resgates.”

· Aumento das embarcações com combustível GNL: Espera-se que o uso de gás natural liquefeito para movimentar navios tenha um aumento drástico na utilização em 2020. Há preocupações com a segurança, especialmente pois novos portos que nunca lidaram previamente com GNL estão sendo criados já com estações de abastecimento de combustível na doca. “Precisamos perguntar que tipo de riscos os navios com combustível GNL irão representar para a indústria. A preocupação é como estocar o GNL como combustível e manuseá-lo a bordo. Poucas pessoas tem o conhecimento necessário para manusear o GNL – terá que existir uma mudança na mentalidade e treinamento,” disse Capt. Rahul Khanna, Consultor de Riscos Sênior, Marítimo, AGCS.

· Rotas de comércio no Ártico: Os acidentes no transporte marítimo em águas do Círculo Ártico aumentaram em média de 45 por ano durante o período de 2009 a 2013 e foi de somente 7 durante o período de 2002 a 2007. Os prejuízos à maquinaria causaram um terço destes incidentes, índice que é o dobro da média de outros lugares, refletindo o difícil ambiente operacional.

DESTAQUES:
§ 94 navios de grande porte tiveram perdas globais em 2013, um número 20% menor em relação ao ano anterior.

§ O foco da pirataria mudou da Somália para novos pontos cruciais na Indonésia e na África Ocidental.

§ Os ataques na Indonésia cresceram mais de 700% em cinco anos. Novas táticas de pirataria desenvolvidas apresentam desafios crescentes.

§ “Mega navios”, a navegação no Ártico e os combustíveis alternativos criam novas indústrias de riscos.

Lojacorr: 400 corretores reunidos para debater estratégias e desafios de 2014

Releases Lojacorr, Allianz e Marítima sobre o evento:

Os cerca de 400 corretores de seguros acionistas da Lojacorr S.A. de todas as partes do país têm encontro marcado neste final de semana, nos dias 14 e 15 de março, no amplo e sofisticado Paraná Clube, em Curitiba (PR). O local será palco da 3ª Convenção Nacional Lojacorr S.A, evento anual que promove a aproximação e a troca de experiências entre os acionistas, além de discutir e analisar temas relevantes da atividade de corretagem, com a participação de representantes das seguradoras parceiras.

Com enfoque no tema “Empreender para crescer. Juntos somos mais fortes”, a programação da Convenção contemplará palestras de seguradores parceiros e de especialistas, jogos corporativos, feira de exposição de produtos e serviços, almoços e jantares sociais e a premiação aos corretores acionistas destaques em 2013 com a entrega do Troféu Referência Nacional.

Os jogos corporativos, nos quais os corretores se reúnem em workshops para discutir e em expor de forma criativa o aprendizado sobre questões de interesse do grupo são o ponto alto do evento, na visão de Diogo Arndt, vice-presidente da Lojacorr. “Temas como planejamento, organização e estabelecimento de parcerias são fundamentais para o bom desempenho da atividade dos acionistas”, afirma.

Ele observa que a cada ano a Convenção cresce em participação de corretores e em relevância de assuntos abordados, demonstrando a sintonia do evento com a fase atual da categoria. Não por acaso, a discussão sobre o empreendedorismo do corretor ocorre no momento em que a Lojacorr está aprimorando seu modelo de negócio. “Os acionistas que já fazem parte da rede terão condições de prosperar ainda mais no mercado e os novos corretores e corretoras encontrarão uma estrutura especializada para otimizar seus resultados”, diz

Para Diogo Arndt, a Convenção Nacional é um evento especial e imperdível. “É um momento único, em que a maior parte dos acionistas se reúne para a troca de experiências e conhecimentos, além de ser uma oportunidade de descontração e reconhecimento durante a festa de entrega do Troféu Referência Nacional”, avalia.

A 3ª Convenção Nacional Lojacorr S.A. tem o patrocínio das seguradoras: (categoria Ouro) Allianz, Bradesco, Centauro, HDI, Mapfre e Yasuda / Marítima; (categoria Prata) Chubb, Icatu e Tokio Marine.

Programação completa

3ª Convenção Nacional Lojacorr S.A.

Dias 14 e 15 de março de 2014 – Paraná Clube

Av. Presidente Kennedy, 2.377, Guaíra, Curitiba (PR)

Sexta-feira – 14 de março

14h – Abertura oficial da Convenção

14h30 – 1ª Rodada: Momento com o mercado

15h45 – coffee-break e visitação aos estandes das seguradoras

16h45 – 2ª Rodada: Momento com o mercado

18h00 – Visitação aos estandes das seguradoras

19h30 – Jantar Allianz Seguros

Sábado – 15 de março

9h – Jogo corporativo: Um desafio para vivenciar e refletir sobre competências empreendedoras

11h – Apresentação de grupos voluntários sobre os aprendizados do jogo corporativo

12h – Almoço Bradesco Seguros

13h – Visitação aos estandes das seguradoras

13h40 – Palestra Magna: “Empreender para crescer”, por Samy Hazan

15h10 – Momento Lojacorr S. A.: Inovações e novidades

16h10 – Encerramento da 3ª Convenção Nacional da Lojacorr: Brinde e foto oficial com os Acionistas.

16h40 – coffee-break de encerramento

19h30 – Festa para entrega do Troféu Referência Nacional

20h40 – Palavras do Presidente da Lojacorr, José Heitor Silva

23h – Show com Rogério Cordoni (Elvis Cover) e Banda

Releases

Marítima

A Marítima Seguros e a Yasuda Seguros, subsidiárias da Sompo Japan Insurance Inc. – um dos maiores grupos seguradores do Japão e do mundo -, marcam presença na 3ª Convenção Nacional Lojacorr S.A., que acontece nos dias 14 e 15 de março, no Salão Social do Paraná Clube (Av. Presidente Kennedy, 2377 – Bairro Guaíra), em Curitiba (PR).

Na ocasião, Samy Hazan Diretor Técnico da área de Vida da Marítima/Yasuda, ministra a palestra magna Empreender para Crescer. O executivo vai apresentar os principais fatores que levam muitos corretores de seguros à crise de produtividade no negócio e as qualidades encontradas nos verdadeiros líderes e empreendedores de alto desempenho na corretagem de seguros.

Em sua terceira edição, a Convenção Nacional Lojacorr deve reunir vai reunir corretores e acionistas da rede para debater o panorama do mercado e posicionamento do corretor como um Empresário de Seguros. A Lojacorr S.A. é uma é uma sociedade anônima de capital fechado, que agrega Corretoras de Seguros como acionistas preferenciais e que está presente em mais de 110 municípios, através de 16 Unidades de Negócios.

Samy Hazan Diretor Técnico da área de Vida da Marítima/Yasuda:

“O desafio de cada corretor de seguros é fazer seu negócio crescer. Porém, alguns fazem claramente um trabalho melhor do que outros. A maioria daqueles que não alcançam rentabilidade está jogando o jogo com a cartilha de ontem, e isso não funciona mais. É necessário estar atento às oportunidades e à necessidade do segurado que, hoje em dia, já demanda diversas modalidades de seguro”.

Allianz

Nesta sexta-feira, 14, Eduardo Grillo, diretor regional Sul da Allianz Seguros, participa da 2ª rodada de palestras “Momento com o Mercado” da 3ª Convenção Nacional Lojacorr, cujo tema é “Empreender para crescer. Juntos somos mais fortes”. O evento acontecerá no Salão Social do Paraná Clube, em Curitiba.

Empreendedorismo e inovação são ações que merecem destaque no mercado segurador. “É preciso ser flexível diante da descoberta de novas tendências dos consumidores. E foi pensando nisso que a Allianz reformulou o seu programa de relacionamento com corretores, implementou uma nova plataforma tecnológica e até fechou um contrato de naming rights no Brasil”, ressalta Grillo, diretor da Allianz.

A Allianz, que figura entre as patrocinadoras do evento, recepcionará os corretores em um stand que estampa a consolidação de sua marca por meio do esporte. O local contará com painéis da Fórmula-1TM, modalidade na qual a Allianz está presente desde 2000, e do Allianz Parque, arena que a seguradora passou a ter o direito de nomear em 2013.

A 3ª Convenção Nacional da Lojacorr acontece nos dias 14 e 15 de março e nela serão discutidos vários temas a respeito do mercado de seguros e das novas estratégias da empresa a partir de 2014. Cerca de 400 corretores de seguros acionistas, além de executivos de seguradoras estarão presentes no evento.

Candidatos à presidência do Sincor-SP se apresentam aos associados do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo

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Como acontece tradicionalmente, o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP), que tem mais de 40 anos de atividades, promove a apresentação dos candidatos e suas propostas à presidência do Sincor-SP, maior sindicato da categoria no país.

Nesta terça-feira, 11, foram apresentados os corretores de seguros que encabeçam as duas chapas concorrentes ao pleito do dia 26 de março: Mário Sérgio de Almeida Santos e Alexandre Camillo (inclusive, ambos sócios do CCS-SP). Cada um teve 25 minutos para apresentar seus programas e as perguntas ou dúvidas podem ser encaminhadas a seus assessores.

“Escolham seus candidatos, analisem as propostas, mas acima de tudo, pedimos que nossos associados estejam no dia das eleições. Povo civilizado busca o entendimento e a urna é meio de manifestação”, declarou o mentor do CCS-SP, Adevaldo Calegari.

Representando a Chapa 1, Mário Sérgio foi o primeiro a se apresentar. Ele esclareceu que para compor sua chapa escolheu corretores de seguros com a seguinte prioridade: comprometimento, disponibilidade e competência “Primeiro vem o comprometimento com a categoria, e, em segundo, a disponibilidade, ambas superam a capacidade e a competência. A escolha de todos segue o mesmo princípio”.

Para a gestão de 2014-2018, a Chapa 1 que busca a reeleição de Mário Sérgio, está focada em capacitação, “que é a tônica da campanha”. Ele afirmou que o programa de gestão está baseado em cinco pontos principais: institucional; operacional; administrativo; fiscal; e técnico.

1 – Âmbito institucional: ampliação do programa Cultura do Seguro, Criação de novas mídias para a divulgação do seguro, Criação da TV Sincor, Modernização dos canais de comunicação com o corretor e o consumidor, principalmente renovação do portal na internet, Programa da exposição da importância do corretor de seguros como representante do segurado, Fortalecimento das relações do Sincor com as entidades do mercado, Gestão compartilhada (definir as funções, obrigações e os deveres em cada caso), Programa de valorização dos sócios, Ampliação das ações sociais.

2 – Âmbito Operacional: Multicálculo de automóvel (continuar a luta para implantação e homologação dessa ferramenta), Criação do novo portal: também colocar à disposição os balancetes, que serão acessados somente por corretores de seguros, com certificação digital.

3 – Âmbito Administrativo: Maior capilaridade e atendimento aos corretores através de regionais (dividir as regionais, algumas são muitas extensas geograficamente), Mandato de todos os integrantes da chapa que terão apenas uma reeleição (“Temos hoje diretores regionais com 3 ou 4 mandatos, tesoureiro com 10 anos de cargo”), Cronograma de atividades para eventos e ações divulgadas no portal; Extinção da obrigatoriedade do arquivamento de propostas físicas; Mais benefícios para os corretores.

3 – Âmbito Fiscal: Redução de tributária municipal, estadual e federal, Programa de qualificação do corretor de seguros; Implantação e divulgação da Bolsa de Empregos (não apenas disponibilizar os currículos, mas selecionar as pessoas e treinar), Criação da Comissão para a Melhoria do Comissionamento do Corretor.

Ele informou que mais informações sobre o programa de gestão podem ser obtidas no site da campanha.

Alexandre Camillo, representando a Chapa 2, esclareceu como começou a composição da Chapa 2. “Com uma inquietude sobre onde está o mercado de seguros, e como tem se comportado o corretor diante desse mercado. Um dos fatores para os problemas do corretor hoje é a falta da representatividade. Diante da complexidade dos desafios o que nos torna aptos desafios e oportunidades é uma aliança de líderes”.

Ele apresentou a composição de sua chapa, destacando a importância da competência de cada um dos membros, empreendedorismo e liderança para o trabalho. “Com esse agrupamento, em 9 de novembro reunimos em Atibainha 193 corretores num sábado, que abriram mão de seus compromissos para junto conosco montarmos o programa de gestão. Ouvimos por quatro horas o corretor e ele sabe o que quer. Nosso programa é factível e se baseia em quatro pilares”.

1º pilar: Negócios dos corretores de seguros – porque é isso que está em jogo, a valorização do corretor, da profissão, valoração do seu negócio. Portanto, este é o primeiro item, que prevê uma serie de ações, como maior proximidade com a Susep e ANS, Câmara de arbitragem, Cooperativas de risco, Aproximação com o segurador.

2º pilar: Divulgação da importância do corretor para a sociedade e a categoria – o corretor tem de saber o que o faz, e o consumidor e a sociedade o que ele faz. Porque as vezes muitos ainda não entendem a nobreza da atividade e do produto que representams. É preciso orientação, o corretor sabendo o que faz, venderá mais e melhor.

3º pilar: Benefícios que atendam ao corretor e a sua família e a sua empresa –Quando você se aproxima de uma entidade busca guarita para aquilo que não sozinho consegue. Além do que há que se ter respeito à taxa associativa, que tem de ser revertida em forma de benefícios, tais como: softwares, desenvolvimento do negócio, assistência jurídica.

4º pilar: Eficiência na gestão do Sincor-SP – porque é preciso fazer uma gestão eficiente, transparente e profissional, de forma que todos possam participar, sem correr risco aos negócios e sem medo que o seu negócio vire o Sincor-SP. Em último lugar porque é uma obrigação de quem está à frente do Sincor-SP. Aquele que não entender que isso é obrigação, a responsabilidade pela confiança cedida, não está no lugar certo.

Finalizou dizendo que a atual gestão foi eleita com 1.800 votos, de um universo de 32 mil corretores. “Isso não nos dá representatividade. Mobilizem-se para votar no futuro da profissão de vocês, no futuro do negócio que trouxe vocês até aqui”.

Tokio Marine registra crescimento de 31% no segmento de Afinidades em 2013

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A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos securitários do mundo, comemora o excelente desempenho do canal Afinidades em 2013. No ano passado, a produção do segmento foi de R$ 400 milhões, o que representa um crescimento de 31% em relação a 2012, quando o índice foi de R$ 305 milhões.

O expressivo crescimento da carteira é atribuído ao desenvolvimento de novos produtos, como o garantia estendida, e ao fechamento de parcerias estratégicas com varejistas, financeiras, bancos e concessionárias de serviços públicos. “Estamos muito satisfeitos com os resultados e nossa expectativa para 2014 é de um crescimento de 17% na produção”, afirma o Diretor de Afinidades da Tokio Marine, Luciano Bezas,

De acordo com o executivo, como a maioria dos estipulantes, que são as empresas parceiras na venda dos seguros, está otimista quanto à Copa, a tendência é de que haja um aquecimento no mercado por conta do evento. O executivo também prevê para este ano ajustes neste mercado devido à resoluções da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Uma das principais características do ramo de Afinidades é a customização do seguro para atender as necessidades do mercado consumidor. Entre os principais seguros oferecidos pela Tokio Marine estão residencial, prestamista e garantia estendida, que são seguros comercializados a valores baixos. “A facilidade de contratação do seguro a preços bastante atrativos é outra vantagem assegurada pela Tokio Marine”, conclui Bezas.

Agenda: 50º Seminário Anual da IIS acontece em junho

FONTE: CNSEG

O 50º Seminário Anual da International Insurance Society (IIS) acontecerá em Londres, de 22 a 25 de junho, no Park Plaza Westminster Brigde Hotel, e contará com a participação dos 25 maiores líderes do mercado segurador, entre eles: Inga Beale, Albert Benchimol, Dominic Casserley, Jozef De Mey, Evan Greenberg, Denis Kessler, Barry Stowe, Vincent Vandendael, Nikolaus von Bomhard, Greig Woodring, além da prefeita londrina, Alderman Fiona Woolf.

Com um programa focado no impacto da ciência e da tecnologia em todos os setores da indústria de seguros, em nível mundial, a expectativa da organização é que o Seminário tenha record de participação.

A IIS é uma organização internacional da indústria de seguros que conta com associados em mais de 90 países, tendo como objetivo a troca de ideias e o estabelecimento de uma rede mundial de relacionamentos entre os agentes do mercado

Pedido de vista adia novamente votação da regulamentação do seguro privado

AGÊNCIA CÂMARA

Um pedido de vista do deputado Duarte Nogueira (PSDB-SP) adiou para o dia 26 de março a discussão e votação na comissão especial do parecer à proposta que regulamenta o setor de seguros privados (Projeto de Lei 3555/04). O relator, deputado Armando Vergílio (SDD-GO), apresentou em fevereiro um novo substitutivo à proposta. Em outubro do ano passado, ele havia apresentado uma primeira versão, em que acatava cerca de 70% das 126 emendas apresentadas ao projeto. No texto alterado agora, ele analisou outras 73 emendas, e acolheu cerca de 40% delas no substitutivo (saiba mais sobre o parecer do relator).

A votação do relatório estava marcada para o último dia 19, mas foi adiada a pedido do deputado Moreira Mendes (PSD-RO). Já o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) apresentou voto em separado.

O PL 3555/04 estabelece regras para contratos de seguro privado e revoga dispositivos do Código Civil (Lei 10.406/02) e do Código Comercial Brasileiro (Lei 556/1850), entre outras leis.

Íntegra da proposta: PL-3555/2004 Reportagem – Luiz Gustavo Xavier

Edição – Newton Araújo

Recorde de sinistros no seguro agrícola leva BB e Mapfre a preparar atendimento especial a produtores

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A seca, que vem prejudicando as principais culturas de verão (soja e milho), levou o grupo BB e Mapfre a dedicar atendimento especial aos produtores. As ocorrências no campo já batem recordes e desde dezembro de 2013 a companhia, que detém 70% do mercado de seguros rurais, começou a receber avisos de sinistros. “A seca está mais grave do que se pensava”, resume Luis Carlos Guedes Pinto, diretor de seguros Rurais do BB e MAPFRE e ex-ministro da Agricultura.

Esse comportamento exigiu da companhia uma contingência operacional para garantir o atendimento aos segurados. Só nos 10 primeiros dias de fevereiro foram recebidos mais de 2 mil avisos de sinistros, média de 200 avisos por dia, somente relacionados aos produtos BB Seguro Agrícola e Colheita Garantida, que detêm os valores mais expressivos em relação aos seguros agrícolas de grãos e refletem o comportamento geral da safra.

A maioria dos sinistros refere-se, principalmente, a ocorrências nos Estados do Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais e Goiás. “Desde a safra 2004/2005 não temos uma quantidade tão grande de sinistros comunicados em um só dia. Esse número é quase o dobro dos avisos recebidos no mesmo período de 2013, e 250% maior que em 2012, quando houve a seca que originou 5 mil sinistros e R$ 180 milhões em prejuízo”, recorda Guedes Pinto.

Além do comportamento climático atípico verificado nesta safra e das condições de campo de diversas regiões afetadas, o aumento significativo de sinistros comunicados decorre do aumento das contratações. “Nas safras de 2011/2012 e 2012/2013, para o BB Seguro Agrícola, o número total de apólices contratadas variou entre 25 e 27 mil, contra aproximadamente 40 mil apólices na safra atual”, registra o ex-ministro.

O grupo estima pagar R$ 275 milhões em indenizações a 5 mil produtores de 13 Estados. Mais de 300 peritos, auditores e analistas estão em campo, distribuídos nas regiões sinistradas ou de alta concentração de riscos, para as vistorias necessárias. “Em safras anteriores, com a concentração dos sinistros em poucas regiões, a capacidade de atendimento foi ajustada mais facilmente, por meio do deslocamento de peritos de áreas não atingidas para as regiões de interesse. Nesta safra, no entanto, com os sinistros distribuídos nas diversas regiões de comercialização do seguro, e com a concentração de avisos em um curto período de tempo, a dificuldade de redistribuição da rede de peritos foi maior, razão pela qual estamos recorrendo aos serviços de empresas terceirizadas”, destaca o executivo.

Atualmente, o grupo dispõe de uma equipe especializada e treinada para receber ligações e atender sinistros de seguros rurais. Para o Canal BB, atendentes responsáveis pela solicitação e cobrança de documentos de regulação foram deslocados às localidades de maior demanda para reforçar as atividades de distribuição e agendamento de vistorias perante os segurados e peritos da rede credenciada.

No Canal Mapfre, a equipe interna é quem está responsável pelo acompanhamento e a confirmação das agendas e realização de vistorias. Até o momento, as vistorias estão sendo agendadas e realizadas em um prazo médio de nove dias após a data do aviso, dentro do prazo esperado.

Orientação aos segurados

O grupo BB e Mapfre alerta os produtores sobre algumas orientações e procedimentos importantes para viabilizar o atendimento da seguradora:

· Após a comunicação de perdas à seguradora, é agendada a vistoria por um engenheiro agrônomo credenciado. Normalmente são realizadas duas vistorias: uma logo após a comunicação de perdas e outra no período da colheita.
· O segurado ou seu representante legal assina os Laudos de Inspeção de Danos (Preliminar e Final). Caso discorde das conclusões do documento, deverá declarar no próprio laudo suas razões para a discordância.
· O produtor deverá apresentar as Notas Fiscais dos insumos utilizados na área segurada. Essas notas deverão estar em nome do segurado e da propriedade.
· O segurado deverá comunicar a data do início da colheita com antecedência de 15 (quinze) dias para permitir o agendamento das vistorias pelos peritos.
· O produtor não deve iniciar a colheita sem a autorização do perito (engenheiro agrônomo indicado pela seguradora).

Os contatos com o grupo segurador devem ser feitos pelos telefones: 0800 729 7000 (Banco do Brasil) e 0800 775 1000 (Mapfre).

Cresce a procura das mulheres por produtos da Brasilprev

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A Brasilprev Seguros e Previdência, uma das líderes do mercado brasileiro de previdência privada aberta e especialista neste setor, lança o seu tradicional levantamento sobre as mulheres de sua base de clientes. Um dos principais fatos constatados é que, proporcionalmente, elas vêm crescendo mais do que os homens na procura por planos de previdência privada. Das vendas do ano de 2013, 48% foram destinadas ao público feminino, um crescimento de 4 pontos percentuais (p.p.) em relação a 2010, quando elas representavam 44% dos planos contratados naquele período.

Por este motivo, o aumento da representatividade deste público na base de clientes da companhia também apresenta constante evolução e se aproxima cada vez mais dos homens. Dos 1,37 milhão de participantes que a Brasilprev possui em todo o Brasil no “mercado vivo”, ou seja, nos planos PGBL e VGBL, 47% são do sexo feminino. Em 2010, este percentual era de 45%.

Soraia Fidalgo, gerente de Inteligência e Gestão de Clientes, comenta que “as mulheres da base de clientes da companhia demonstram visão de longo prazo, pois 55% optaram pela tabela regressiva do Imposto de Renda. Além disso, identifica-se que 71% têm até 50 anos de idade; 40% possuem segundo grau completo e 43%, ensino superior. Ou seja, a maioria delas tem uma vida economicamente ativa e boa escolaridade”.

Outra observação do estudo foi que 52% destas clientes encontram-se na Região Sudeste. Veja abaixo a representatividade da fatia feminina (47% do total de clientes) distribuída nas cinco regiões do país: Quanto ao tíquete médio (média do valor mensal aportado), a executiva revela que homens e mulheres empataram quanto à evolução do valor no último ano: 7%. “Em 2013, as mulheres aportaram em média R$ 266,97 mensais. Mas, se analisarmos a evolução da arrecadação da Brasilprev, em 2010 elas representavam 40% do valor arrecadado anualmente e em 2013 este número evoluiu para 43%“.