As 10 cidades mais arriscadas para viver, segundo a Swiss Re

Muito legal essa reportagem publicada pelo portal português Sabado, com base em um estudo da Swiss Re sobre as 10 cidades mais arriscadas para se viver. Calma, o Brasil não consta neste estudo. Ainda. Vale a leitura.

Segue a íntegra….

Desde terramotos a ciclones, são muitas as razões para querer evitar nestas regiões

Por Pedro José Oliveira

Se deseja manter a distância das cidades que sofrem o maior número de desastres naturais, então Portugal é um óptimo país para viver. 

Para a indústria de seguros, esta questão parece ser cada vez mais urgente de conhecer, e é por isso que a Swiss Re, a maior companhia de seguros do mundo, decidiu fazer um estudo em 616 cidades em todo o mundo para perceber o risco de terramotos, ciclones, tempestades, cheias e tsunamis, entre outras calamidades.

A SÁBADO mostra-lhe então as dez cidades mais perigosas para se viver. 



toquio1. Tóquio e Yokohama, Japão – 

Os 37 milhões de pessoas nestas duas cidades correm diariamente um grande risco de vida. Terramotos, cheias e tsunamis colocam estas regiões do Japão no primeiro lugar desta lista de lugares arriscados para viver, onde mais de 80% da população está exposta a catástrofes.

O último grande terramoto no Japão devastou as duas cidades, e matou mais de 142 mil pessoas. Apesar das medidas de segurança anti-terramoto que foram implementadas no país, ainda são muitas as casas e habitantes que vivem no limite e que esperam não ser atingidos por um desastre natural.

2 manila2. Manila, Filipinas – 

Construída junto à Fossa das Filipinas, a cidade de Manila é uma das piores para viver, de acordo com este estudo. O risco de terramotos e os ventos fortes são uma constante ameaça. 

O tufão Haiyan, que varreu o país em 2013, foi um dos mais agressivos de sempre, destruiu milhares de habitações e arrasou a cidade de Tacloban, causando milhares de vítimas mortais.

3 rio das perolas3. Rio das Pérolas, China

 – Toda a região banhada por este rio chinês (Hong Kong, Shenzhen, Dongguan, Macau e Ghangzhou) é casa para mais de 42 milhões de pessoas. Esta zona é uma das mais rentáveis do país asiático, mas também uma das mais afectadas por desastres naturais. 

Estas cidades situam-se na bacia do rio, zona que é a mais susceptível do mundo a sofrer tempestades que podem afectar 5,3 milhões de habitantes, de acordo com a seguradora Swiss Re.

A zona do Rio das Pérolas é a terceira área do mundo que mais sofre com os ventos ciclónicos que afectam outras 17,2 milhões de pessoas, e a quinta mais afectada por cheias.

4 osaka4. Osaka e Kobe, Japão

 – As duas cidades têm 14,6 milhões de habitantes a viver sob o risco de terramotos, como aquele que matou milhares de pessoas em 1995. Além disso, costumam ser afectadas por tempestades brutais e há um risco grande de cheias. É também a terceira cidade mundial com mais risco de ser atingida por um tsunami.

5 jacarta5. Jacarta, Indonésia

 – Cerca de 40% da cidade está abaixo do nível do mar e encontra-se uma bacia plana com solo macio perto de uma falha sísmica. Isto significa que os terramotos são particularmente perigosos para os quase 18 milhões de habitantes. 

Os terramotos, juntamente com o solo macio e sem drenagem adequada, podem levar a que todo o território reaja como areias movediças, engolindo a cidade. Se adicionarmos isto ao risco de cheias, Jacarta parece ser assim uma das cidades mais expostas do mundo.

6 nagoya6. Nagoya, Japão

 – O risco de tsunami é geral em todo o Pacífico, e o Japão é um dos países mais afectados. As cidades de Tóquio, Yokohama e Nagoya têm dois milhões de pessoas em risco elevado, e 12 milhões também poderão ser afectadas. 

O número de mortos causadas por este tipo de catástrofes consegue ser monstruoso, como já se verificou no passado em diversas cidades japonesas.

7 calcuta7. Calcutá, Índia

 – Com mais de dez milhões de pessoas em risco, as cheias são também fonte de constante preocupação para todos os habitantes da cidade que está no quinto lugar mundial relativamente ao risco de tsunami. Para além disso, a hipótese de ocorrer furacões também é bastante elevada.

8 xangai8. Xangai, China – 

O risco de cheias na maior cidade do país asiático é bastante elevado, e o principal rio (Huangpu), está constantemente a transbordar, afectando milhões de pessoas. 

Com tantas casas construídas perto do rio e até por cima deste, o perigo é cada vez maior. Esta situação verifica-se não só em Xangai, mas também em cidades como Banguecoque, Cidade do México, Paris e Doha, em que existem construções perto da água.

9 los angeles9. Los Angeles, Estados Unidos

 – O facto de a cidade se encontrar na falha de Santo André torna-a um lugar perigoso para viver, devido ao risco de terramotos. No entanto os tsunamis não são razão para preocupação, uma vez que esta falha é sobretudo continental e não oceânica.

10 teerao10. Teerão, Irão

 – O pensamento geral é que a falha de Santo André, na Califórnia, ou que o anel de fogo do Pacífico são as zonas mais arriscadas quando se fala de terramotos, mas nem todos sabem que a falha da Anatólia é uma das mais perigosas do mundo. 

As 13,6 milhões de pessoas a viver na capital do Irão estão expostas a este perigo, assim como os habitantes de Bucareste na Roménia, Tashkent no Uzbequistão e grande parte da Turquia. 

O último terramoto no Teerã foi em 1830, e os edifícios não estão preparados para uma catástrofe, que poderá acontecer em qualquer altura.


Consumidores mais conscientes de sua responsabilidade

Fonte: Revista Apólice

Realizado em Porto Alegre, a segunda edição deste evento tem o objetivo de fazer interagir órgãos reguladores, consumidores e seguradores visando a transparência do setor. O diretor executivo da Fenasaúde, José Cechin, falou sobre os Direitos e Deveres do Consumidor à Luz da Tendência de Crescimento do Custo na Saúde. Após fazer um balanço sobre a representantividade da entidade, que reúne 38 milhões de beneficiários, ele abordou a visão da Saúde Suplementar como um grande problema.

Há 15 anos, parlamentares diziam, em uma audiência pública, que “quem comprou um plano de saúde, comprou um problema”. Cechin afirmou que viver sem ele é um problema. Cechin falou de um cenário em que as operadoras atuam com grande eficiência, com baixo índice de negativa de procedimentos. Ele disse que pesquisa do IBGE afirma que índice de satisfação dos consumidores está acima dos 80%.

“Há uma esquizofrenia coletiva entre o que o consumidor responde nas pesquisas e o que se lê na imprensa, porque o consumidor parece estar satisfeito e a mídia mostra um cenário diferente”. A oferta de planos individuais também é uma questão polêmica, porque segundo Cechin, aumentou a oferta desta linha. “O mercado de trabalho aquecido levou as empresas a investirem em benefícios, como o plano de saúde, como forma de manter os talentos”, disse Cechin.

O risco na saúde corresponde ao custo médio per capita da prevenção, promoção, diagnóstico e tratamento do grupo segurado. Os elementos essenciais do seguro são a imprevisilidade individual (eventos futuros e incertos); previsibilidade coletiva (quantificação); mutualismo e solidariedade (dividir igualmente os riscos que se materializam individualmente); e boa-fé.

Cechin declarou que é importante que as pessoas entendam como funciona o mutualismo para valorizá-lo. É um grupo solidário em que todos contribuem em um fundo comum. A contribuição individual custeia as despesas do próprio indivíduo e as de todas as pessoas do gruo que necessitarem. Não há, portanto, acumulação. A cobertura é durante o período em que se paga. Por isso, aquela reclamação “eu paguei durante tanto tempo e não tenho cobertura, não procede”. Mas, cada faixa etária é solidária entre si, gerando o pacto intergeracional para que os idosos possam continuar tendo acesso aos planos de saúde.

Para Cechin, o consumidor responsável tem algumas aspirações, como ter vida longa, saudável, sem dor, com diagnóstico rápido e preciso e tratamento na medida certa para recuperação segura, com as melhores técnicas. Nem sempre as práticas mais caras são as mais indicadas para o tratamento. “Há uma tendência do consumerismo, que é o consumo responsável, que avalia as consequências do consumo”.

Seguro de Automóvel: Aspectos que Influenciam a Definição do Prêmio
Julio Cesar Rosa, diretor regional da HDI Seguros e presidente do Sindseg/RS, falou sobre a precificação do seguro de automóvel, que representa 35% do mercado segurador. As coberturas envolvidas são alguns danos materiais e corporais (colisão , incêndio, furto e roubo, alagamamentos, impactos , danos corporais). Apenas 15% dos veículos são sinistrados. No pacote de serviços 24 horas, com carro reserva, auto socorro, guincho, translado etc, a frequência de uso médio é de 55%.
A aceitação do seguro de automóvel não leva em consideração as condições do indivíduo que o dirige. A composição tarifária leva em conta características do veículo e o local onde ele pernoita e circula. A justiça tarifária leva em conta o perfil do motorista e forma de utilização do veículo. Na verdade, ele é indiretamente proporcional ao seguro saúde. Aqui, os mais jovens pagam mais.

Adhemar Fuji, consultor técnico da CNseg, disse que a frequência de utilização dos serviços de assistência, há 5 anos, era de 20%. Hoje beira os 55%. “A quantidade de servicos que existem na assistência é imensa e, por isso, as pessoas devem ler as apólices”.

Um dos maiores impactos no preço do seguro é o roubo e o furto de veículos, sobre o qual as companhias não possuem nenhum controle. Na base do Denatran há 78 milhões de veículos, na base do DPVAT há 55 milhões de veículos em circulação.

O advogado Cristiano Schmitt deu voz aos consumidores. Ele afirmou que devido ao preço dos veículos, o carro assumiu o status de um bem. Isso justifica a necessidade da proteção deste bem. Temos o fator da vulneralibilidade, pelo principio de que todos somos mortais. A cobertura securitária é necessária para o bem estar do ser humano e sua tranquilidade.

“Quando levamos o seguro veicular a juízo, temos dois pontos: seguro como um serviço está sujeito ao Código de Defesa do Consumidor. Vamos proteger o sujeito vulnerável, conforme o código, durante a após o término do contrato. Há também a vigência do Código Civil que traz dispositivos específicos para o mercado de seguros.

“O olhar em separado pode mostrar um exagero do legislador na proteção, entretanto é preciso criar uma harmonia para a negociação. É direito básico do consumidor a informação sobre o contrato de seguro. Às vezes, falhamos sem nos darmos conta”, disse o advogado.

“A mensagem que fica é o perfil tem que ser respondido com muita responsabilidade e que a boa-fé é soberana no trato de causas envolvendo os contratos de seguro”, disse Ricardo Pansera, presidente do Sincor/RS e mediador da mesa.

Liberty Seguros lança seguro para quem corre

corrida_de_ruaDivulgação

Aproveitando o crescente número de pessoas que corre ou faz caminhadas, a Liberty Seguros de Portugal lançou um seguro de acidentes pessoais para quem se dedica a esta prática, seja na rua ou mesmo no ginásio. O Liberty Running é um seguro que cobre os riscos inerentes de quem corre e inclui um check up completo com consulta médica, anunciou a seguradora em comunicado. O novo seguro destina-se a quem tenha entre 14 e 74 anos, e faça “ginástica de manutenção”, estando excluídos os atletas federados e as respetivas provas.

Além de um seguro de acidentes pessoais, o Liberty Running inclui garantias de assistência e permite o acesso à rede RNA Medical (médicos, clínicas e hospitais) com mais de 15 mil prestadores, transporte em caso de acidente ocorridos no estrangeiro, entre outras coberturas de assitência. O Liberty Running permite também o acesso à Rede de Saúde e bem-estar (SPA, ginásios, centros de estética, medicinas alternativas) e dá descontos em várias lojas de material de desporto.

Relatório Mundial sobre Seguros aponta que lucro das seguradoras depende de melhorar a experiência de transformação digital dos clientes

midias sociais 2release

Apesar do aumento substancial dos lucros das seguradoras devido à queda do número de sinistros[2], apenas 32% dos clientes do setor de seguros tiveram experiências positivas com suas seguradoras em 2013, em todo o mundo. Isso é o que revela o World Insurance Report 2014 (Relatório Mundial sobre Seguros), divulgado pela Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, e a Efma[1], organização mundial sem fins lucrativos, que reúne cerca de 3,3,mil empresas varejistas de serviços financeiros em mais de 130 países.

Como resultado, aproximadamente 70% dos clientes do setor ameaça trocar de seguradora, indicando, pelo segundo ano, que a perda de clientes permanece alta e que as empresas devem priorizar a oferta de uma experiência melhor, para reduzir a evasão e garantir lucro. O relatório conclui que os canais digitais, com destaque para os canais móveis, são os que mais prometem gerar lucros relacionados ao comportamento dos clientes. Também de acordo com os clientes e seguradoras analisados para o relatório, é necessário haver um aperfeiçoamento dos canais digitais nas áreas de pagamento de sinistros e aquisição de apólices.

A demanda por canais digitais cresceu em ritmo acelerado. As seguradoras acreditam que, em cinco anos, quase um terço de seus negócios ocorrerão por meio digital – cerca de 20% em canais online e aproximadamente 11% em canais móveis. No Brasil, os canais digitais têm alcançado quase a mesma importância dos tradicionais no País, com um número maior de clientes de todas as faixas etárias passando a utilizar estes novos meios para as suas necessidades de seguros.

“Nosso estudo conclui que as seguradoras podem aumentar seus lucros oferecendo uma experiência positiva aos clientes, observando sua preferência pelo uso da internet e de canais digitais. As empresas que tiverem capacidade de entregar produtos e serviços digitais durante os diferentes estágios do ciclo de vida do seguro, principalmente no pagamento de sinistros e na aquisição de apólice, obterão mais vantagens em relação à concorrência,” afirma o diretor de vendas e marketing da divisão global de serviços financeiros da Capgemini, Jean Lassignardie.

O estudo aponta que o mercado brasileiro de seguros “não-vida”, como de automóveis e patrimoniais, se tornará mais forte com os investimentos em infraestrutura para sediar a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Outro ponto importante é que as seguradoras brasileiras continuam adquirindo sistemas de gestão de sinistros automatizados para aumentar a eficiência dos processos internos e redução de custos.

Experiência positiva dos clientes atrelada a comportamentos que geram lucros

O Índice de Experiência do Cliente, que analisa respostas de mais de 15,5 mil consumidores do setor de seguros por meio da pesquisa “Voz do Cliente”[3], encontrou uma conexão clara entre uma experiência positiva do cliente e os comportamentos que geram mais lucro, tais como compras adicionais e indicações de possíveis clientes.

O índice conclui que os consumidores com experiências positivas são quase duas vezes mais suscetíveis a fazer indicações e 50% mais propensos a fazer compras adicionais. Isto vale, principalmente, para os mercados em desenvolvimento, onde as experiências dos clientes com as companhias de seguros são relativamente novas. Por outro lado, as experiências negativas podem ser prejudiciais. O percentual de clientes que expressaram a intenção de deixar suas seguradoras é o dobro para aqueles com experiências negativas ou neutras.

“As seguradoras precisam oferecer uma experiência positiva a seus clientes todas as vezes que interagirem com a companhia”, analisa o secretário geral da Efma, Patrick Desmarès. “Essa experiência positiva e consistente ajudará a criar uma base de clientes leais e, definitivamente, lucrativos”.

O relatório revela que os corretores ainda são o principal canal de geração de uma experiência positiva para o cliente (39% para seguros de vida; 47% para outros tipos de seguros)[4], seguidos pela internet (32% vida, 41% outros) e canais móveis (26% vida, 31% outros). A Holanda registrou o maior aumento nas experiências positivas do cliente, com 18,2%, graças, principalmente, aos canais digitais e corretores. Nos mercados em desenvolvimento da Ásia-Pacífico e América Latina, a importância dos canais digitais é bastante alta entre os clientes mais jovens (entre 18 e 34 anos), que preferem os canais digitais aos tradicionais.

Experiências positivas em canais móveis causam mais impacto

Os canais móveis são os que apresentam menor probabilidade de propiciar uma experiência boa aos clientes mas, quando oferecem, são os que mais influenciam seu comportamento. Os consumidores são mais propensos a recomendar a empresa a amigos (48% para seguros de vida e 47% para outros seguros) e a comprar produtos adicionais (40% tanto para vida como outros).

“De todos os canais digitais, os móveis são os mais eficazes em oferecer acesso imediato à seguradora em simplificar as tarefas, reduzindo os passos necessários. Nossas análises indicam que têm o maior potencial de levar os clientes a adotar hábitos que gerem retorno financeiro. As seguradoras que se dedicam a aprimorar a experiência dos clientes, por meio de canais móveis, estarão bem posicionadas para otimizar o desempenho de seus negócios”, explica Lassignardie.

A transformação digital é fundamental para melhoria da experiência dos clientes, mas as seguradoras estão ficando para trás

Empresas com forte presença digital e foco nos clientes são, em média, 26% mais lucrativas do que outras empresas[5]. Para atender à demanda pelo digital e aprimorar a experiência dos clientes, as seguradoras precisam adotar uma abordagem de cima para baixo para a transformação digital. Ao mesmo tempo, devem promover excelência operacional na retaguarda para garantir a lucratividade. Assim, as principais áreas de foco das seguradoras neste ano deveriam ser a integração multicanal, a maximização das mídias sociais e análise preventiva.

De acordo com a pesquisa “Voz do Cliente”, da Capgemini, os clientes mencionaram a obtenção de informações, cotações de seguros e os serviços de sinistros como as áreas mais importantes. Por um lado, os consumidores classificaram as seguradoras como competentes no fornecimento de informações e cotações; por outro, não foram tão positivos em relação à administração de sinistros, principalmente na área de pagamento de ocorrências, onde, de acordo com os clientes, as seguradoras são deficientes. A aquisição de apólices também foi citada na pesquisa como uma área que precisa de mais aprimoramentos digitais.

Para mais informações, acesse www.worldinsurancereport.com.

VALOR: Seguradoras enfrentam alta sinistralidade

foto-20Em quarenta minutos, o fogo alastrou-se no complexo logístico da Copersucar, no Porto de Santos, com capacidade estática de 300 mil toneladas e um dos maiores do mundo. Lá estavam estocadas 180 mil toneladas de açúcar. Entre os armazéns afetados estava uma estrutura nova, inaugurada meses antes, com investimentos de R$ 125 milhões.

Por ser a maior trading de açúcar e etanol do mundo, o mercado internacional da commodity ficou tenso. No dia do acidente, 18 de outubro de 2013, o demerara registrou alta na Bolsa de Nova York, chegando a subir 5% durante o pregão. A tensão foi aliviada rapidamente com a divulgação do plano de contingência e do programa de seguros contratado pela responsável por 17% do escoamento da safra brasileira.

O incêndio não causou perdas ao Porto de Santos, segundo informou a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp). Durante o incidente, foi mantido o embarque e desembarque de mercadorias do porto. Cerca de 40 dias depois, o CEO do grupo informou aos acionistas que boa parte dos problemas estavam resolvidos e o plano de exportar 7 milhões de toneladas do produto em 2013/14 mantido.

É um bom exemplo para muitos embarcadores, transportadores e operadores portuários, que demandam um complexo programa de seguros para garantir os riscos e responsabilidades que envolvem interesses de vários segurados do operador e também de terceiros que convivem diariamente nos portos. Em 2013, a venda de seguros do segmento operador portuário registrou prêmios ganhos próximos de R$ 120 milhões, sendo a Itaú Unibanco responsável por mais de 65% do segmento.

Foi praticamente o dobro, considerando-se que em 2012 as seguradoras venderam R$ 65 milhões em apólices.

As empresas privadas (os portos públicos ainda não fazem seguro), que operam em portos molhados, são as principais clientes do mercado segurador. Segundo Maria Helena Carbone, diretora de marine da Aon, a concorrência levou os preços e franquias a patamares que tiraram o interesse das seguradoras e resseguradores pelo segmento.

Os resseguradores do exterior até pouco tempo viam o mercado brasileiro com reservas por esta razão, já que as seguradoras locais retinham pouco risco e a conta era paga pelos resseguradores. “Hoje começamos a ver alterações e o interesse do exterior pelo mercado brasileiro está voltando, o que pode ser uma promessa de tempos melhores”, comenta a especialista da Aon.

Segundo Rodrigo Vieira, gerente de transporte da AIG, a abertura do mercado de resseguros levou a uma redução de franquias e do preço dos programas de operadores portuários. No entanto, acidentes geraram perdas significativas e várias empresas deixaram de operar no segmento, gerando aumento do preço do seguro, das franquias e restrição de coberturas. “Temos o registro de poucos acidentes, mas quando eles acontecem os valores envolvidos são gigantescos”, comenta Felipe Smith, vice-presidente comercial da Tokio Marine, uma das maiores seguradoras deste segmento no mundo.

Segundo dados oficiais organizados por Victor Garibaldi, diretor da corretora MDS, de janeiro a novembro de 2013 as vendas de seguro de operadores totalizaram R$ 109 milhões e as indenizações no período R$ 140 milhões, o que significa um índice de sinistralidade de 129%. Mas isso não significa prejuízo para as seguradoras, pois elas repassam boa parte do risco para as resseguradoras.

A principal apólice comercializada é a de responsabilidade civil, que garante os danos a terceiros, entre eles prejuízos a mercadorias, a navios, a pessoas e bens. Também há cobertura de danos físicos a bens do operador e perda de receita. “Há várias possibilidades de coberturas adicionais. As mais usuais são da responsabilidade civil do empregador, danos morais, danos elétricos e quebra de máquinas”, cita.

“A carteira é rentável, mas é preciso ser especialista para gerenciar um risco tão complexo”, afirma Gilberto Espindola, líder da área marine da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS). “O risco de incêndio é bem administrado, mas a operação portuária tem muitos riscos que podem acontecer e não são gerenciados, como rachaduras num telhado de armazém”, exemplifica.

Segundo Espindola, é preciso que clientes, corretores, seguradores e resseguradores invistam mais no desenvolvimento da cultura de gerenciamento de risco portuário, como foi feito com a área de transporte de cargas.

Segundo Eduardo Takahashi, diretor executivo da corretora Marsh Brasil, a tendência é de aumento das vendas do seguro portuário, uma vez que os poderes concedentes, como Codesp, que administra o Porto de Santos, bem como a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) também estão ampliando as exigências com relação às coberturas securitárias para que sejam mais abrangentes. “Por exemplo, inclusão do pier, assim como solicitam outras modalidades de coberturas, como a de responsabilidade civil ambiental para novas licitações”, conclui.

Alexandre Camillo vence eleição para presidência do Sincor SP

alexandre camillo Alexandre Camillo ė eleito o novo presidente com 2061 contra 1617 de Mário Sérgio, da chapa 1.

Revista Apólice

Com o fim da apuração dos votos dos corretores de seguro de São Paulo para eleger o presidente da entidade, Alexandre Camillo, da Chapa 2, foi eleito, derrotando o representante da Chapa 1, Mário Sérgio de Almeida Santos, que buscava a reeleição. A votação foi realizada nesta quarta-feira, 26, com apuração realizada na sede do sindicato, no centro de São Paulo. O mandato de Camillo irá até 2018.

O vencedor está no mercado de seguros há 34 anos. Começou a trabalhar na Itaú Seguros com 19 anos de idade e chegou ao posto de gerente comercial para São Paulo aos 28 anos. Fundou a Camillo Corretora de Seguros em 1990, e incorporou a Ypiranga Corretora de Seguros em 2001. Com essa segunda empresa também empreendeu no ramo de certificação digital, e sua Autoridade de Registro Ypiranga iniciou operações em fevereiro de 2011. É associado ao Sincor-SP desde 1990 e membro do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) desde 2000.

Camillo chegou à diretoria do CCS-SP na gestão 2002-2004, como secretário. Em 2005, Camillo foi indicado pelo então presidente do Sincor-SP, Leoncio de Arruda, para o cargo de diretor social do sindicato, desenvolvendo e coordenandocendo o bem-sucedido projeto “ Corretor de Seguros – Agente do Bem Estar Social”. De 2007 a 2010 acumulou dois cargos, sendo, além de diretor social, o 2º vice-presidente.

Cooper Gay tem novo Gerente de Operações

Enrico FigueiredoRelease

Novidade na Cooper Gay no Brasil. Enrico Figueiredo é o novo Gerente de Operações da Companhia. Ele assume o posto tendo como principal responsabilidade garantir a uniformidade dos processos desde a parte de documentação e cadastro até a colocação do resseguro. Segundo o Diretor Executivo da Corretora, Fernando Prado, o novo contratado possui uma sólida experiência em processos e um amplo conhecimento do mercado. “O seu trabalho terá como objetivo o relacionamento com os resseguradores no âmbito operacional de modo a simplificar os processos e aumentar a produtividade, através de documentos com formatos e cláusulas padronizados.”, afirma Prado.

Enrico Figueiredo, que atua há mais de 20 anos no mercado de seguros e resseguros, afirma que está muito feliz com o novo desafio profissional. “A minha experiência em planejamento estratégico e implementação de processos irão garantir mais agilidade no atendimento aos nossos clientes e parceiros.”, observa.

A contratação de Enrico Figueiredo é mais um dos investimentos da Cooper Gay visando a assegurar que os seus processos internos sejam realizados com mais eficiência e transparência.

Atualmente todos os processos da corretora de resseguros são controlados através de KPIs, desde a análise do risco até o acompanhamento financeiro, garantindo o compromisso da Cooper Gay na entrega de um serviço diferenciado. O eCOG Web, sistema de gestão de resseguros, é a interface onde as seguradoras podem acompanhar o desempenho de todas as etapas da colocação, pagamentos de prêmio e coleta de sinistros. O sistema, disponibilizado gratuitamente para as seguradoras, ainda conta com relatórios de desempenho de resseguradores, emissão do DARF e documentos referente ao negócio.

“Tendo em vista a tendência do mercado na maior rigidez com os Controles Internos e Governança Corporativa, desenvolvemos controles através de cada ponto de contato que temos com as seguradoras e resseguradores, consolidando a nossa missão de ser a extensão do departamento de resseguro das seguradoras.”, declara Fabio Basilone CEO do Grupo no Brasil.

Outra novidade é a promoção de Ronaldo Pinelli, há 4 anos na Cooper Gay, ao cargo de Gerente Técnico. Pinelli possui 12 anos de atuação no mercado de seguros e resseguros.

Ele terá como missão atuar na administração dos contratos vigentes, nas renovações e estar mais próximo dos clientes, assim como prospectando novos contratos. “Durante esses anos de atuação na Cooper Gay estou crescendo junto com a empresa, sempre visando a novas metas e objetivos. Estarei agora mais próximo dos clientes seja na administração dos contratos vigentes, nas renovações e prospectando novas oportunidades no mercado.”, destaca Ronaldo Pinelli.

Lloyd’s anuncia lucro de US$ 5,3 bilhões em 2013

inga bealeRelease

O Lloyd’s, o maior mercado especializado em seguros e resseguros do mundo, anunciou hoje um lucro de US$5,3 bilhões no ano de 2013. Para fins de comparação, o lucro de 2012 foi de US$ 4,5 bilhões. A receita de prêmio bruto emitido alcançou o novo patamar de US$ 40,7 bilhões, com um índice combinadoi de 86,8% e um retorno sobre o capital antes dos impostos de 16,2%.

A posição de capital do Lloyd’s se fortaleceu ainda mais com recursos líquidos de US$35 bilhões. As classificações de “rating” permanecem fortes em ‘A+’ na Standard & Poor’s e na Fitch e ‘A’ na AM Best. Todas as três agências de classificação tem uma perspectiva positiva do Lloyd’s.

O ano de 2013 foi um ano benigno em relação a catástrofes seguradas, com os maiores sinistros para o Lloyd’s totalizando US$1.362 milhões. Apesar disso, o total de sinistros incorridos líquidos foi de US$ 14,9 bilhões em 2013, abaixo dos US$16,1 bilhões no ano anterior. Não se espera que os sinistros de inundações de 2013 no Reino Unido resultem em significativa exposição para o Lloyd’s.

A nova presidente Mundial do Lloyd’s, Inga Beale, disse: “A subscrição disciplinada e um ano benigno em relação a grandes catástrofes nos possibilitou ter um desempenho superior aos nossos concorrentes e alcançar esse lucro notável de $5,3 bilhões. Partindo dessa base, o mercado do Lloyd’s tem uma grande oportunidade de se expandir nas economias de alto crescimento e sub-seguradas ao redor do mundo. Começamos a construir as fundações para esse crescimento, como explicado na estratégia de longo prazo “Visão 2025”, através de um estreito engajamento com o mercado. Continuaremos a apoiar nossos subscritores especializados, por meio de operações eficientes, para atrair capital e talentos dessas economias de alto crescimento”.

O Chairman do Lloyd’s, John Nelson, disse: “Estes são resultados excepcionais para o Lloyd’s e são um tributo ao talento e ao profissionalismo no mercado do Lloyd’s. Apesar de termos visto poucos sinistros de catástrofes em 2013, a continuidade de baixas taxas de juros geraram receitas de investimentos reduzidas e altos níveis de capital continuando a fluir para o mercado, o que pressionou os preços”.

“Essas condições parecem que vão persistir. Acredito, portanto, que um aumento da pressão competitiva sobre o mercado continuará em 2014. Isto sublinha a necessidade de uma contínua disciplina na subscrição ao buscarmos manter e reforçar nossa posição como centro global de seguros e resseguros especializados”.

Destaques financeiros:

 Lucro antes de impostos de US$5,32 bilhões (£3,20 bilhões; 2012: £2,8 bilhões).
 O índice combinado de 86,8% (um aumento de 4,3 pontos percentuais em relação a 91,1% em 2012) se compara favoravelmente com o índice combinado de nosso grupo de concorrentesii de 93,4%.
 Total de recursos da Sociedade do Lloyd’s e seus membros no patamar de US$98,70 bilhões (£59,5 bilhões; 2012: £59,6 bilhões).
 Capital, reservas e dívidas e títulos mobiliários subordinados de US$35 bilhões (2012: £20,2 bilhões)
 Ativos centrais montando a US$3.957 milhões (£2.384 milhões; 2012: £2.485 milhões).
 Crescimento de prêmio controlado de 1,6% depois de se levar em consideração o
impacto do câmbio e a mudança da taxa reajustada do risco ano sobre ano.
 Retorno sobre o investimento de US$1.309 milhões (£839 milhões; 2012: £1.311 milhões).
 Liberações de excedentes sobre reservas de anos anteriores de US$2.615 milhões (£1.575 milhões; 2012: £1.351 milhões).

Grupo BB e Mapfre adere novamente à Hora do Planeta

mapfre fatimaRelease

O grupo BB e Mapfre participa de mais uma edição da Hora do Planeta – uma manifestação mundial que sinaliza a preocupação com o aquecimento global a partir do incentivo a uma atitude simples: o “apagar de luzes”.

Em linha com a proposta da iniciativa, no dia 29 de março, as luzes do edifício-sede do GRUPO, localizado na Av. das Nações Unidas, em São Paulo, e de suas sucursais distribuídas pelo Brasil, serão apagadas das 20h30 às 21h30.

“Ao participar deste que é o maior movimento mundial contra o aquecimento global, o GRUPO BB E MAPFRE reforça o seu posicionamento em relação à sustentabilidade, mostrando o comprometimento com a solução das questões ligados ao meio ambiente, como as mudanças climáticas”, destaca Fátima Lima, executiva de Sustentabilidade do grupo.

Com o slogan “Use seu poder para salvar o planeta”, a Hora do Planeta 2014 apresentará embaixadores, reais e fictícios, para mobilizar cidades, empresas e pessoas a participar da iniciativa. O embaixador global do movimento é o Homem-Aranha. No Brasil, o personagem-símbolo da ação em 2014 é o ‘homem do farol’. A escolha explora a facilidade com que todos podem participar do movimento – com exceção de uma única figura: o engajado morador e administrador de um farol que não poderá apagar as luzes no sábado 29 de março.

Para estimular também a participação de seus colaboradores nesse importante evento mundial, a BB e Mapfre criou uma campanha interna, denominada “Menos é Mais”, que mostra como é possível aproveitar esse período sem energia com atividades de lazer e integração à família. Para isso, foram criadas mensagens ligadas ao tema como: ‘Menos 60 minutos de energia, mais tempo conversando com sua esposa’, ‘Menos 60 minutos de energia, mais tempo brincando com seus filhos’.

Os colaboradores também serão estimulados a encaminhar frases com ideias de como aproveitar da melhor maneira possível esses 60 minutos sem energia. Os autores das três frases mais criativas serão premiados com uma diária em hotel, com direito a 4 acompanhantes.

Este é o quarto ano consecutivo em que participa da Hora do Planeta, envolvendo e incentivando a participação de seus colaboradores, executivos, corretores, fornecedores e clientes. Na edição de 2013, mais de 7.000 cidades em 154 países apagaram suas luzes por 60 minutos. No Brasil, 113 cidades participaram da iniciativa, apagando mais de 627 ícones (entre monumentos, espaços públicos e prédios históricos).

Valor Setorial LOGÍSTICA – Serviços ajudam a vender apólices

valor logisticaEntender para atender. Este é o slogan de Fernando Simões, presidente daJLS, um dos principais clientes das seguradoras no segmento de transporte e logística do Brasil. Este também é o tom dos executivos dedicados à elaboração de programas de prevenção de perdas e de seguros para embarcadores e transportadores que operam no Brasil.

Em 2013, a JSL investiu mais de R$ 19 milhões na compra de 36 apólices de seguro de diversas naturezas: seguro de vida, seguro de cargas, de responsabilidade civil, de responsabilidade pessoal contra terceiros. São mais de 48 mil equipamentos segurados contra terceiros. “Gerenciar riscos e contar com um bom programa de seguros são alguns dos diferenciais do grupo para manter e conquistar clientes”, diz o CEO do grupo.

A mesma estratégia levou a Marsh a fazer uma parceria com a Pamcary. Eduardo Marques, diretor-executivo da Marsh, e Darcio Cento, diretor de gerenciamento de risco da Pamcary, defendem que há uma complementaridade nos serviços de seguros e gerenciamento de risco e é prioritário juntar esforços para inovar. “Um cliente que leva dois meses para repor o produto na prateleira está condenado a perder mercado”, diz Marques. Segundo dados da Pamcary, no Brasil são registrados anualmente

cerca de 14,4 mil roubos de cargas e mais de 90 mil acidentes envolvendo caminhões de transporte de carga, acarretando cerca de 8,5 mil mortes por ano. Os acidentes geram prejuízos da ordem de RS 9 bilhões.

O seguro transporte registrou vendas de R$ 2,3 bilhões em 2013 – um crescimento de apenas 5%, conseqüência de novas regras e competição do mercado, que puxaram a receita para baixo. No caso do grupo BB e Mapfre, após o alinhamento das companhias no final de 2013, foi observado um incremento de 1 5% das vendas nos dois últimos meses, informa Carlos Eduardo Polízio, superintendente de seguros de transportes.

Neste segmento há dois produtos principais: responsabilidade civil do transportador de cargas e seguro da carga, tanto nacional quanto internacional. A concorrência ainda é feita em cima do preço, mas começam a ganhar foco os diferenciais oferecidos aos clientes, como a consultoria de gerenciamento de risco, serviços de pronto-atendimento a sinistros, incluindo a reparação dos locais afetados (com direito a danos ambientais causados por cargas perigosas), bem como soluções de tecnologias para extração das informações de embarques perante clientes.

Rodrigo Vieira, gerente de transporte da AIG, diz que, nas reuniões

Simões, da JSL: mais de R$19 milhões na compra de 36 apólices

174

O desafio está em mitigar os riscos do segmento. “Trata-se de uma carteira extremamente dinâmica, que requer soluções rápidas das seguradoras e investimentos estratégicos das empresas”, explica o superintendente de transportes da Berkley, Sidney Cesare. Mais de 60% das cargas no Brasil são transportadas por rodovias. Além das péssimas condições das estradas, os bons motoristas fugiram do setor pela baixa remuneração dos fretes. O envelhecimento da frota de caminhões é estimado em 19,2 anos.

“O roubo é só um pedaço dos problemas e agora tende a baixar”, afirma Paulo Robson Alves, diretor de transportes da Zurich Seguros. Em janeiro último, o governo paulista sancionou uma lei para inibir a receptação das mercadorias. Lojas que tiverem produto proveniente de roubos de carga podem perder a Inscrição Estadual e o registro de ICMS. Com isso, o proprietário fica impedido de abrir outro comércio do mesmo setor por cinco anos.

Os números mostram que, em valor de sinistros, os acidentes superam os roubos. “Por mais que se previna o risco, há gargalos como o período de safra. O Brasil não tem frota de caminhões para atender à demanda e os clientes acabam contratando o primeiro que tiver disponibilidade, o que eleva o risco de ter um motorista sem treinamento e com pouca experiência no transporte do produto. Para ter lucro neste segmento é preciso ser especialista.”