Desafio da educação financeira é ampliar e fortalecer a importância dos canais de diálogo, diz diretora da CNseg

cnseg mapeamento_gdFONTE: portal da CNseg – www.cnseg.org.br

Mais de 800 iniciativas de educação financeira foram detectadas no Brasil no primeiro mapeamento sobre o tema, apresentado hoje, no auditório da BM&F Bovespa, em São Paulo. Isso significa oito vezes mais do que no levantamento anterior, realizado em 2010. “A maioria das iniciativas está alinhada com as diretrizes da Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), como gratuidade e imparcialidade, além de oferecer informação, orientação e formação”, ressaltou Silvia Morais, superintendente da AEF-Brasil, Associação de Educação Financeira, durante a apresentação dos dados.

O Mapa das Iniciativas de Educação Financeira no Brasil é um levantamento quantitativo produzido com o objetivo de provocar reflexões, estimular o debate e ampliar a visão sobre o assunto, contribuindo para a disseminação em toda a sociedade. Segundo o mapeamento, a maioria dos projetos pertence a iniciativa privada e ao setor público.

Um fato que chamou a atenção é que 40% dos projetos, 317 no total, foram cadastrados voluntariamente no site (www.vidaedinheiro.gov.br), Desses, 60% são ações gratuitas. “Educação é um direito do cidadão quando oferecemos isso de forma gratuita”, comentou a apresentadora do estudo ao auditório lotado por especialistas, parceiros das iniciativas e jornalistas. “Isso mostra que há um alinhamento informal dos objetivos da Enef”.

Segundo ela, o levantamento constatou que o cidadão tem disponível um conjunto de informações para tomar suas decisões financeiras. Dentro dos três eixos – informação, orientação e formação -, as iniciativas abordam finanças pessoais e dúvidas do dia a dia. “Observamos que precisamos não só levar conteúdo e sim despertar o cidadão de que ele precisa procurar informações. Precisamos diversificar o conteúdo ao cidadão”, comenta.

De forma geral, as iniciativas educam no curto, médio e longo prazo. A principal forma de contato das empresas envolvidas, cerca de 78%, é virtual, o que democratiza a orientação financeira. “Temos de ter cuidado com a imparcialidade, pois estamos educando essas pessoas”, ressaltou. Há um conjunto enorme de vídeos e blogs entre os instrumentos de educação mais ofertados pelos projetos. Só que nosso país precisa chegar às pessoas no contexto local”, ressalta.

Outro ponto destacado foi a identificação das ações de educação financeira voltadas a quatro grupos predominantes. Cerca de 31% dos projetos são voltados para crianças e adolescentes, visando o longo prazo. O segundo grupo engloba ações de abrangência nacional, representado por 25% das iniciativas partindo de consultorias especializadas, com características positivas por trabalharem com conteúdo especializado para os públicos que atendem. O terceiro grupo, correspondendo a 24% das ações, foi caracterizado por democratizar a educação financeira, e o quarto grupo, com 20% das iniciativas, é formado por empresas que tornam o tema parte do core business. “Elas buscam qualificar o tipo de relacionamento com seu cliente e com seus públicos de interesse, sendo 71% das iniciativas com foco em ofertar orientação ao cliente.

Como conclusão, o Mapeamento mostra a diversidade de instituições e iniciativas ligadas a educação financeira, revelando a importância de uma coordenação nacional que estimule a convergência das ações no sentido de ampliar o acesso da população. Segundo Silvia Morais, ficou claro que os públicos mais vulneráveis a conflitos de consumo, como idosos, crianças e moradores de regiões menos assistidas por órgãos de defesa do consumidor, carecem de ações especificas e mais da atenção dos patrocinadores dos projetos”.

Segundo os envolvidos, o estudo abriu um cenário de oportunidades. “Temos de desenvolver iniciativas para públicos e locais de maior vulnerabilidade. Também precisamos especializar as ações, pois cada público tem uma relação diferente com dinheiro. E, por fim, o setor varejista oferece grande oportunidade nas ações de educação financeira, bem como a sociedade civil e os órgãos de defesa do consumidor”, concluiu Silvia.

solange beatrizPara a diretora-executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, um dos grandes desafios do setor é ampliar e fortalecer a importância dos canais de diálogo. “A aproximação com o segurado é uma das prioridades do mercado de seguros que, cada vez mais maduro, fortalece suas ouvidorias e diversifica seus canais digitais”, avalia. A executiva destaca também que a indústria do seguro mundial tem como missão despertar no consumidor de seguros o interesse em buscar informações e procurar o produto que mais se adeque as suas necessidades. “Diante desse cenário, uma das oportunidades é ampliar o acesso à informação por meio da Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), um projeto governamental que iniciou em 2010, mas que ganhou força este ano com a Semana Nacional de Educação Financeira (http://www.semanaenef.gov.br/) que acontece em maio”, comenta.

De acordo com Daniel Snoder, que representou Edemir Pinto, diretor presidente da BM&FBovespa, o Brasil possui baixa taxa de poupança. “A BM&F tem o compromisso com a educação, e com ações de curto, médio e longo prazo, pois entendemos que esse tema depende de um trabalho cultural. Temos convicção de que a união de esforços vai impulsionar a cultura financeira do Brasil”.

Para Leonardo Pereira, presidente da CVM e do Conef, o sonho de educar financeiramente a população do Brasil só pode ser alcançado com mobilização em ampla escala da sociedade, com mudança cultural no médio e longo prazo. “Temos de pensar em agir de forma consciente ao longo de gerações.”, afirmou. Segundo ele, há também o desafio de ter ações de âmbito nacional. “O mapeamento hoje divulgado foi desenvolvido no espírito de colaboração e parceria de todos nós”, disse, acrescentando que a Semana de Educação Financeira, que será realizada entre 5 e 9 de maio, também só está sendo possível pela parceria entre várias instituições.

Luiz Edson Feltrim, diretor de Relacionamento Institucional e Cidadania do Banco Central do Brasil, destacou que o Mapeamento permite conhecer os projetos e iniciativas. “Apenas com a parceria de todos conseguiremos alcançar os objetivos traçados pelo Enef, que é a tomada de decisões conscientes do cidadão na administração dos recursos.

Feltrim contou que o Banco Central tem sido procurado por vários reguladores de outros países e representantes de bancos centrais de todo o mundo, que querem conhecer o que está sendo construído no Brasil nos últimos anos. Dada a relevância do tema, em 2012, o BC estruturou uma área voltada para educação financeira, tendo como foco a estratégia de inclusão financeira.

Denise Pavarina, representante da Anbima, que reúne diversas instituições financeiras do mercado de capitais, afirmou que a Associação foi pioneira em lançar o primeiro site de Educação Financeira, em 2004, com o propósito de multiplicar os caminhos da Educação Financeira no Brasil. “Esse mapeamento conduzido pela Silvia Moraes traz um alinhamento das iniciativas em todo o pais, com perspectivas muito boas. Estamos convictos que devemos ter investidores educados para tomar decisões financeiras sustentáveis. Temos preocupação especial com os profissionais do mercado, para que atendam às necessidades dos investidores que chegam ao mercado”, afirmou.

Paulo Melo, diretor de Relações com o Mercado e Institucionais da Serasa Experian, afirmou que melhorar a educação financeira da sociedade é parte a missão da Serasa. “Desde 2001, inserimos esse tema em processos e práticas, atingindo diversos públicos, como consumidores, com feirões de negociação de divida, além de apoio e parcerias com Procons e centros judiciários”, relatou. Ele também ressaltou a importância da construção das bases de dados com cadastro positivo, instrumento que ajudará na concessão do crédito com práticas mais justas.

Murilo Portugal, presidente da Febraban, destacou a importância das entidades que financiam os projetos, como Anbima, BM&F, CNseg e Febraban. “Todas elas visam melhorar a qualidade de decisões financeiras, o que consequentemente ajudará a desenvolver o Brasil diante de uma população que tem maior consciência para usar o crédito e seguros, dois segmentos que crescem de forma rápida e que podem sustentar a realização de sonhos dos brasileiros”.

Fonte: Agência Brasil

População mais pobre do país continua carente de orientações financeiras, apesar de o Brasil ter tido expressivo crescimento das ações que proporcionam educação financeira. Há, porém,uma parcela da população sem acesso às informações que poderiam ajudá-la a usar melhor o dinheiro recebido por meio dos programas de distribuição de renda, como o Bolsa Família. “ A gente precisa começar a diversificar e buscar formas mais criativas de levar essas informações a essa população de baixa renda”, defendeu hoje (15), Silvia Moraes, superintendente da Associação de Educação Financeira do Brasil ( AEF-Brasil).

Ela se referia ao resultado do 1º Mapa de Educação Financeira no Brasil, feito pelas Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), em parceria com a AEF-Brasil e Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), com patrocínio da Serasa Experian. O levantamento, no final de 2013, identificou 803 iniciativas de educação financeira, número oito vezes acima da apuração anterior (de 2009). Muitas das iniciativas funcionam no âmbito de órgãos e empresas públicas como o Banco Central, a Comissão de Valores Mobiliários, Superintendência Nacional de Previdência Complementar, Superintendência de Seguros Privados e os ministérios da Fazenda e da Previdência Social.

Mais de metade das ações (60%) são de acesso gratuito, 50% delas disponíveis por meio da Internet, e um terço das iniciativas são do grupo Educação Financeira para o Futuro, desenvolvido por escolas públicas e privadas no atendimento a crianças e jovens. Só nas escolas públicas de ensino médio, as orientações deverão alcançar, em dois anos, aproximadamente 3 mil instituições. Segundo Silvia Moraes, ter cidadãos mais instruídos, significa que o país poderá elevar o nível de poupança e ter maior conscientização no consumo.

O mapa identificou que o acesso às orientações estão favorecendo mais os jovens estudantes, que têm mais facilidade para obter os dados, e por adultos mais velhos, entre 50 e 60 anos, ainda ativos no mercado de trabalho. “Quem se favorece é uma população economicamente ativa, mais consciente sobre a importância de tomar decisões”, apontou ela.

A executiva informou que também estão sendo analisados diferentes perfis de comportamento financeiro. Caso, por exemplo, das reações diferentes entre mulheres e aposentados para se estabelecer programas educacionais. “Tem mulher mais empreendedora, independentemente da condição socioeconômica; tem mulheres com dificuldade na tomada de posição financeira, por causa da baixa autoestima. E entender bem o comportamento, permite que a gente crie formas alternativas de chegar até elas”, justificou Silvia.

Finalmente Susep divulga dados de 2013!!!!

numerosFonte: Capitoliio

Foram divulgadas no site da Superintendência de Seguros Privados (Susep) as demonstrações contábeis individuais e consolidadas do exercício findo em 31/12/2013 das companhias seguradoras, resseguradoras, entidades abertas de previdência complementar e capitalização, todas supervisionadas por esta autarquia.

O trabalho de compilação é realizado pelo corpo técnico da Coordenação Geral de Monitoramento de Solvência (CGSOA) desde junho de 2011 e tem como objetivo tornar acessíveis a toda a sociedade as informações contábil-financeiras das empresas que atuam no mercado regulado pela Susep.

Os interessados podem consultar as referidas demonstrações por meio do endereço eletrônico abaixo:

http://www.susep.gov.br/menu/informacoes-ao-publico/mercado-supervisonado/demonstracoes-financeiras

Cadastro Positivo pode beneficiar segurado e seguradora

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A Marítima Seguros, uma das maiores seguradoras brasileiras, realizou, recentemente, uma parceria com a Serasa Experian para incentivar seus clientes a começarem sua própria história positiva. Por meio do Cadastro Positivo da Serasa Experian, os segurados poderão ter, em um futuro próximo, uma avaliação de crédito individual e mais justa para compras a prazo, mais facilidade e agilidade na aprovação de financiamentos e empréstimos e melhores taxas de juros.

“A construção de uma base relevante do Cadastro Positivo, ao mesmo tempo em que proporcionará ao segurado condições de acesso ao crédito mais favoráveis, ampliará a capacidade avaliativa do segurador, com consequente melhoria da relação risco versus retorno”, diz o diretor de Cadastro Positivo da Serasa Experian, Laércio de Oliveira Pinto.

“Fomos o pioneiro no mercado segurador a incentivar o cliente a abrir seu Cadastro Positivo, com mensagens no site, blog e e-mails para os corretores. Esta conscientização, no médio prazo, transformará os mercados na tomada de decisão, pois teremos muito mais informações”, explica o gerente de Produto Automóvel da Marítima Seguros, Adriano Fernandes.

O Cadastro Positivo mostra os compromissos financeiros já assumidos pelos consumidores no mercado, bem como as prestações quitadas, valorizando o histórico de crédito dos bons pagadores. “Trata-se de um indutor do bom comportamento do consumidor e de um antídoto contra o superendividamento”, afirma Laércio. Já o cadastro negativo, segundo o executivo, limita a capacidade do credor de analisar a situação daquele CPF, que pode ter sido negativado por uma dívida, mas, em contrapartida, ter muitos outros financiamentos pagos pontualmente e que não são considerados. “O Cadastro Positivo proporciona uma condição mais justa para os dois lados do balcão”, lembra o executivo.

O consumidor pode abrir seu Cadastro Positivo por meio do site da Marítima http://www.cadastropositivo.com.br/maritima/ ou no site www.cadastropositivo.com.br ,nas unidades da Serasa Experian e nas agências bancárias. Se for por meio dos sites, a autorização deve ser feita com o uso do Certificado Digital. Caso o cidadão opte por fazer a adesão ao Cadastro Positivo em uma agência da Serasa Experian, ele deverá apresentar um documento de identidade original com foto ou cópia autenticada.

A Marítima divulga para clientes e corretores a iniciativa em seu blog. Veja o post:

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O Cadastro Positivo da Serasa Experian é o registro da pontualidade no pagamento de suas contas, ou seja, você mostra que é um bom pagador para o mercado. Assim, é possível ter mais facilidade na solicitação de crédito e na negociação da compra de bens e serviços.

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Investidores conhecem perspectivas para o mercado de seguros nacional durante encontro com executivos da Marítima/Yasuda

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Samy Hazan, diretor de Seguros de Pessoas da Marítima / Yasuda, e Mikio Okumura, diretor-presidente da Yasuda Seguros, apresentaram as principais tendências na área de Seguros de Pessoas durante um encontro com investidores e analistas do mercado financeiro de São Paulo e Rio de Janeiro. Realizado na sede do Banco BTG Pactual, na capital paulista, na última quinta-feira, dia 10 de abril, o evento foi uma oportunidade de apresentar as perspectivas de negócios do segmento.

Na ocasião, foram apresentados os vetores de crescimento do mercado de seguros nos países emergentes, tais como a participação da indústria de seguros no PIB – Produto Interno Bruto, que apresenta potencial para expansão expressiva; crescimento da renda per capita da população, inclusão e mobilidade social; e principalmente situação demográfica favorável. A relevância do corretor de seguros no processo de distribuição, a alta rentabilidade dos produtos de seguro de vida e o cenário favorável para criação de produtos mais sofisticados por conta da abertura do mercado de resseguros no Brasil também foram tema de debate.

Outro aspecto abordado diz respeito à agenda da SUSEP – Superintendência de Seguros Privados para alinhar o mercado brasileiro de seguros às melhores práticas internacionais. Dentre as principais prioridades para o mercado de seguros nacional comentados durante o encontro está a adequação ao modelo europeu de solvência (Solvência II), as regras para retrocessão de prêmios de resseguro e remessas de capital, o risco de mercado e o capital regulatório para a previdência complementar aberta, entre outras.

A posição de destaque do Brasil no mercado de seguros da América Latina chamou a atenção dos executivos presentes. Só para se ter uma ideia, segundo dados da Ernst & Young Terco, o mercado Brasileiro foi o que mais cresceu em dólar na região nos últimos 08 anos (18% ao ano, em média, convertido em dólar, acima de México, Colômbia, Chile, etc.).

Mikio Okumura, Diretor-Presidente da Yasuda Seguros:

“Os investidores estão atentos às oportunidades no mercado de seguros brasileiro. Os aspectos demográficos e o aumento da capacidade de consumo da população faz com que aumente a demanda e o conhecimento de produtos até então pouco usuais no mercado interno. Isso faz do Brasil um mercado estratégico no segmento global de seguros”.

Samy Hazan, diretor de Seguros de Pessoas da Marítima/Yasuda:

“A taxa real de crescimento do seguro de Vida no Brasil, descontada inflação, não guardou correlação com a taxa de crescimento real do PIB nos últimos anos. Crescemos em termos reais mais de seis vezes a taxa de crescimento real do PIB nos principais produtos de Seguro de Vida. Ainda sim, a área de Seguro de Pessoas tem uma agenda extensa para os próximos anos. Dentre as prioridades do segmento destacamos a regulamentação do VGBL SAÚDE (conta individual de acumulação que visa custear despesas de saúde na melhor idade), a simplificação da contratação de seguros de Vida em geral, novos produtos de seguro de vida em regime de capitalização, Projeto de Lei para regulamentar o Patrimônio de Afetação na Previdência Complementar Aberta e o Projeto de Educação Financeira e Securitária da população”.

Sucursais Goiânia e Licitações da Tokio Marine têm novo endereço

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A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos securitários do mundo, anuncia a mudança de endereço das Sucursais Goiânia e Licitações, que funcionam no mesmo espaço. Com as novas instalações, a Companhia amplia sua estrutura para atender ao aumento da demanda e oferecer mais conforto a seus Corretores e Assessorias. Para celebrar oficialmente a mudança, a Seguradora promove um coquetel nesta quarta-feira, 16 de abril, a partir de 19h, com as presenças do Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues, do Diretor Comercial Nacional Varejo, João Melo e do Superintendente Comercial Varejo Centro-Oeste, Jean Carlo Brunetto.

A Sucursal Goiânia é composta por oito Colaboradores e atende 370 Corretores. Em 2013, a filial apresentou crescimento de 32%, em comparação com o ano anterior e obteve mais de R$ 50 milhões em prêmios emitidos. Os principais destaques na produção da Sucursal foram as carteiras dos produtos residencial, condomínio e automóvel, com crescimento de 83%, 41% e 34%, respectivamente. Os seguros de agro-equipamento, risco de engenharia, garantia e empresarial também apresentaram excelente desempenho.

Inserida em um mercado muito concorrido e altamente especializado, a Sucursal de Licitações foi constituída em 2009 para atender o importante segmento de negócios públicos. “Com uma equipe treinada, este Canal Estratégico da Tokio Marine tem obtido ótimos resultados, atuando em parceria com Corretores de todo o Brasil e em todos os ramos”, afirma o Superintendente Comercial do Varejo Centro-Oeste, Jean Carlo.

De acordo com Jean, outro ponto importante a ser destacado são as contratações diretas (dispensas), simplificação das contratações da Administração Pública, segmento ao qual a Seguradora tem dedicado especial atenção e colhido resultados significativos por meio Sucursal Licitações.

“Acreditamos no potencial da região Centro-Oeste e continuaremos reforçando nossos investimentos. O objetivo é manter o ritmo de crescimento sustentável e facilitar o dia a dia de nossos Clientes e parceiros de negócios”, afirma João Melo. As Sucursais Goiânia e Licitações são comandadas respectivamente pelos Gerentes Executivos José Vadson de Oliveira e Marco Antonio Fagaraz.

RSA Seguros divulga balanço financeiro de 2013 e define nova estratégia mundial

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A RSA Seguros, um dos maiores grupos seguradores do mundo, anuncia os resultados do balanço anual de suas operações em 2013. Com £ 8,7 bilhões de prêmios líquidos, o Grupo obteve um crescimento de 5% em relação ao período anterior.

Os negócios no Reino Unido, Canadá, Escandinávia e América Latina apresentaram bons desempenhos e foram definidos pelo Grupo como mercados foco para atuação, pois geram grandes retornos e apresentam oportunidades de investimento e crescimento nos próximos anos.

O novo posicionamento estratégico do Grupo RSA foi elaborado com o objetivo de impulsionar os resultados da Companhia e com isso, tornar o negócio ainda mais atraente, sustentável e valioso.

“Servir bem ao cliente. Funcionar com força de capital. Enfatizar valor ao acionista. Esta é nossa agenda”, comenta Stephen Hester, CEO Global da RSA Seguros, sobre o novo plano estratégico. E complementa, “A nossa expertise nos negócios de seguro, nossos 19 milhões de clientes e nossa equipe fornecem os principais subsídios para cumprirmos essa tarefa”.

A América Latina foi destaque nos resultados do Grupo, onde os prêmios aumentaram 15% e totalizaram £ 837 milhões.

SulAmérica capta R$ 635 milhões em debêntures

sulamericaFONTE: Valor Econômico

A seguradora SulAmérica fechou uma captação de R$ 635 milhões em debêntures. Com boa demanda, a empresa conseguiu reduzir a taxa de juros que pagará aos investidores. A oferta foi realizada em três séries. Na primeira, a empresa obteve R$ 135 milhões.

Com prazo de cinco anos, os papéis renderão 108,25% do CDI ao ano, abaixo do teto, que era de 110% do CDI ao ano. A segunda série, com características semelhantes, fechou na mesma taxa da primeira.

A seguradora captou R$ 372 milhões nessa tranche. Na terceira série, corrigida pela inflação medida pelo IPCA e com prazo de oito anos, foram emitidos R$ 128 milhões em debêntures.

A SulAmérica pagará juros de 7,41% ao ano ao investidor na série, o equivalente a um prêmio de aproximadamente 1,10% sobre o título público corrigido pelo IPCA (NTN-B), segundo fontes de mercado. O teto proposto pela companhia era de NTN-B mais 1,25% ao ano. O Itaú BBA foi o coordenador e atuou ao lado do BB Investimentos.

CVG-SP e Funenseg discutem teorias, práticas e legislações sobre seguros online e outros meios não presenciais

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O auditório da Escola Nacional de Seguros (Funenseg) na Bela Vista foi pequeno para as mais de 130 pessoas que participaram do “Seminário Comercialização de Seguros e Previdência Complementar por Meios não Presenciais”, realizado na última quinta-feira, 10 de abril, em São Paulo (SP). A entrada foi gratuita aos participantes, que colaboraram com latas de leite em pó para doação ao abrigo “Lar Sonho Infantil”.

Promovido pelo CVG-SP em parceria com a Funenseg, o evento trouxe abordagens inéditas sobre o tema, que, como ficou provado nas discussões, ainda gera muitas dúvidas ao mercado. “Quisemos trazer um conjunto de informações, abrangendo tecnologias e suas possibilidades; experiência prática de mercado; ponto de vista jurídico; e, finalmente, a visão do órgão regulador”, disse o presidente do CVG-SP, Dilmo B. Moreira, que coordenou o seminário em conjunto com a gerente de Ensino Técnico da Funenseg, Sonia Regina G. Ribas da Costa.

Em sua palestra, o fundador e sócio-diretor da Minuto Seguros, Marcelo Blay, revelou que desde a criação da corretora, em 2011, jamais realizou uma venda 100% online. “Tentamos, até porque isso traria redução de custos, mas não aconteceu. Em todo o processo de venda existe a interação humana”, disse. Para ele, o sucesso da corretora, ou o “pulo do gato”, como classifica, foi entender “que o atendimento online só funciona com o atendimento humano, por mais paradoxal que seja”.

Questionado pelo debatedor Marcelo de Freitas, diretor adjunto da American Life Companhia de Seguros, sobre o futuro da venda de seguro online, Blay respondeu que a internet ainda será por muito tempo apenas ferramenta – e não canal. “Imagino que somente haverá venda 100% online quando houver cultura do seguro e as pessoas entenderem o que estão comprando”, disse.

A advogada Ivy Cassa, presidente do Grupo Nacional de Trabalho da AIDA-Brasil, trouxe à reflexão muitos questionamentos sobre a norma. Um deles foi sobre como identificar as partes na venda de seguro online. Segundo ela, alguns advogados consumeristas consideram que a internet torna o consumidor vulnerável na medida em que o volume de informação prejudica a escolha do produto adequado. “Excesso de informação não significa informação útil”, disse.

Regina Simões, da área de coordenação de produtos da Susep, comentou sobre os casos em que são necessários o uso de login e senha, bastante questionado pela plateia. Ela orientou que na venda por telefone a confirmação exigida poderá ser feita por reconhecimento de voz (biometria). No ambiente virtual, outra opção é a certificação digital. “No entanto, a única forma de venda de seguro que dispensa a assinatura do segurado é o bilhete”, disse.

Maria Augusta Alves, que também atua na área de produtos da Susep, esclareceu que a opção de certificação digital para a formalização da proposta de contratação segue o mesmo princípio usado pelos bancos. “O correntista não precisa de certificação digital individual, porque utiliza a do ambiente virtual”, disse.

Outras diversas perguntas surgiram na plateia, caso de “como realizar a confirmação de voz em venda por telemarketing” ou “como confirmar a venda por celular”, mas não houve tempo para discussão. No encerramento do evento, Dilmo B. Moreira prometeu juntar todas as perguntas que sobraram e encaminhá-las à Susep para posterior resposta.

“O Brasil cresceu e isso tem consequências enormes no mercado de seguros”, afirma Henrique Meirelles

FONTE: Portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Lloyds_gd_02A 3ª edição do Lloyd’s Meet Market foi realizado na manhã desta quinta-feira, dia 10, no Hotel Sofitel, em Copacabana, no Rio de Janeiro, e reuniu cerca de 250 profissionais e especialistas do setor convidados. Durante o evento, foi recriado o tradicional salão de subscrição do Lloyd’s (Underwriting Room), localizado em Londres, com a presença de boxes dos 11 sindicatos da Lloyd’s com operação no Brasil, mais 4 sindicatos londrinos que enviaram representantes para participar do evento.

O ex-presidente do Banco Central (BC), Henrique Mereilles, primeiro não-anglo-saxão indicado a membro nomeado do Conselho Lloyd’s em 30 anos, ministrou a palestra de abertura do evento. Ele destacou o crescimento da economia brasileira na última década, lembrando que a classe média brasileira dobrou de tamanho no período, alcançando 120 milhões de brasileiros e que, junto com a classe alta representam cerca de 70% da população do país.

De acordo com o ex-presidente do BC, esse novo cenário permitiu o crescimento dos setores de seguros e resseguros e que, para os próximos anos, a tendência deve se manter. “O Brasil cresceu e isso tem consequências enormes no mercado de seguros, que cresce acima da média do mercado. E isso é normal, porque a complexidade das operações na nossa economia aumentou os investimentos”.

Meirelles salientou que o mercado segurador também se beneficiará nos próximos anos dos investimentos em infraestrutura que devem ser realizados no país, sobretudo, através das Parcerias Público-Privadas (PPPs). Ele também destacou a importância da avalição do cenário macroeconômico, dizendo não acreditar em um estouro da inflação. “Este crescimento tem consequências institucionais. A inflação baixa é uma conquista. Ela não vai aumentar porque a população não permitirá”.

O diretor de Mercados Internacionais do Lloyd’s, Vincent Vandendael, também salientou a importância dos investimentos em infraestrutura no país. “O Brasil está em boa forma. É muito importante que o governo brasileiro gaste o dinheiro em infraestrutura”. Participaram do salão os seguintes sindicatos: ACE, ANV, Argo, Catlin, Klin, Liberty, Markel, Navigators, Starr, Beazley, Hiscox, Aegis, Aspen, Allied World e Talbot.

O presidente da Lloyd’s no Brasil, Marco Castro, ressaltou que a chegada ao Brasil este ano do 11º sindicato da Lloyd’s (Hiscox) fortalece a estratégia de ampliar escritórios no país e a realização do evento visa estreitar o relacionamento entre os integrantes do mercado e facilitar o desenvolvimento de novas oportunidades de negócio. “Este encontro é mais importante porque o Brasil está a 11 horas de Londres e nem sempre os profissionais têm a oportunidade de conhecer como funciona o mercado em Londres. Essa negociação pessoal é uma tradição. É lógico que temos a parte tecnológica, mas nada substitui o relacionamento pessoal. A decisão pode ser tomada na hora e o negócio se realiza”.

Brasil tem um dos sistemas de pensões menos sustentáveis do mundo, aponta estudo da Allianz

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O estudo conduzido pela doutora Renate Finke, economista sênior da unidade de Pensões Internacionais da Allianz Asset Management, na Alemanha, revela que a Austrália possui o sistema de pensão mais sustentável do mundo, em segundo lugar está o da Suécia e, em seguida, vem o da Nova Zelândia. Na outra ponta, dentre os três menos sustentáveis, aparecem os da Tailândia, Brasil e Japão.

“Uma boa classificação no índice não equivale a pagamentos de aposentadorias generosas, mas mostra que um sistema de pensões de um país será capaz de lidar com seus dados demográficos subjacentes. Em contrapartida, é preciso levar em consideração que as nações que figuram no extremo inferior do ranking estão lá por diversas razões”, afirma Renate Finke.

De acordo com o índice, o 50º lugar ocupado pela Tailândia está relacionado à idade extremamente baixa com que sua população se aposenta, além dessa estar envelhecendo rapidamente e o trabalho informal ser representativo no país. Já o sistema de pensões no Brasil parece insustentável em longo prazo porque tem alta taxa de substituição, somada às opções de aposentadoria antecipada, ao número de idosos que cresce a passos largos e aos 13 pagamentos anuais, que gera estresse nas finanças públicas. Embora 60 e 65 anos sejam as idades legais para que brasileiras e brasileiros, respectivamente, se aposentem, a reforma efetiva é substancialmente mais baixa, quando considerado o tempo de contribuição, 30 e 35; isso sugere que elas podem começar a receber aposentadoria, em média, aos 50 anos e eles aos 55. Diante disso, projeta-se que em 2050, o número de pensionistas deverá aumentar 3,5 vezes. O Japão também aparece na parte inferior do ranking por causa da média de idade avançada da sua população e nível elevado da dívida soberana.

“As mudanças demográficas e seu impacto no sistema de pensão no Brasil é um tema que temos acompanhado de perto. A Allianz Seguros está engajada em promover o debate para desenvolvimento de novas políticas para fortalecer a sustentabilidade das pensões com o objetivo de melhorar índices financeiros e também de qualidade de vida”, ressalta Ingo Dietz, diretor executivo da Allianz Seguros. Em outubro do ano passado, a seguradora promoveu uma série de eventos com Michael Heise, economista-chefe do Grupo Allianz, sobre o assunto. “A ideia é disseminar nosso expertise, trocar experiências e desenhar propostas e soluções de longo prazo adequadas à realidade de nosso país”, finaliza Dietz.

A posição de liderança da Austrália é consequência de uma estrutura dualista. Nesse país, a exemplo do que acontece nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Irlanda, a receita pública cobre apenas as necessidades mais básicas, ou seja, evita a pobreza na velhice. Qualquer rendimento adicional, para manter certo padrão de vida, deve ser gerado a partir de fontes financiadas, por meio de capitalização. Ao mesmo tempo, a Austrália conta com a combinação da demografia favorável e boa gestão das finanças públicas.

O Índice de Sustentabilidade de Pensões da Allianz foi lançado em 2004. No entanto, a versão de 2014 traz pela primeira vez a análise de 50 países – passaram a ser contemplados Brasil, Chile, México, Malásia, Indonésia e África do Sul.

Desde o último estudo, em 2011, Grécia, Irlanda, Luxemburgo, Romênia, Singapura, Turquia e Estados Unidos foram capazes de subir mais de cinco posições no ranking. A melhora das perspectivas de envelhecimento, a introdução de reformas das pensões e o desenvolvimento econômico podem ser fatores que levaram a essa melhora. Croácia, França, Hong Kong, Malta, Eslovênia e Taiwan caíram significativamente na classificação. Dentre as razões estão a nova projeção de envelhecimento rápido da população e o atraso na realização de importantes reformas de pensões.

O índice, ao analisar o sistema público de pensões, torna-se capaz de indicar a necessidade de um país em fazer reformas para manter a sustentabilidade financeira em longo prazo. Isso pode ser difícil de avaliar devido às especificidades institucionais, técnicas e jurídicas de cada nação. No entanto, há as principais variáveis, independentemente dessas diferenças. O índice usa subindicadores como a evolução demográfica, finanças públicas e projetos de sistemas de pensão para medir sistematicamente a sustentabilidade de um sistema de aposentadorias. Eles abrangem vários parâmetros para a situação atual e perspectivas futuras do sistema.

O estudo na íntegra pode ser acessado pelo site: https://www.allianz.com/v_1396002521000/media/press/document/2014_PSI_ES_final.pdf