O próximo almoço do CIST – Clube Internacional de Seguros de Transporte – que acontece nesta quinta-feira (03/04) terá como convidado especial o advogado Antonio Carlos Marques Mendes, para apresentar as divergências entre o Ministério Público e as gerenciadoras de riscos no seguro de transporte.
Com os direitos do cidadão em relação a sua imagem e seus dados, consolidados com a Constituição de 1988, o Ministério Público tenta proibir as gerenciadoras de risco de alimentarem o Banco de Dados do Motorista, no qual trocam informações sobre a conduta dos profissionais. Muitos caminhoneiros, apoiados pelo Ministério Público, reclamam que o cadastro prejudica os autônomos.
As gerenciadoras de risco, por sua vez, lutam para manter o cadastro. Se com esses recursos já temos um mercado com R$ 1 bilhão de roubo de cargas ao ano, ficará ainda pior sem.
“Irei apresentar a evolução das empresas de gerenciamento de riscos para construir esse banco de dados, as decisões favoráveis da justiças às gerenciadoras de risco e explicar que esse sistema pode existir com condições que proteja o caminhoneiro”, adianta Antonio Carlos Marques Mendes, que é especialista em seguro de transporte e sócio das empresas Mendes, Souza, Caldas, Beltrami e Paes Barretto Advogados Associados; Zênite Assessoria e Consultoria; e diretor Jurídico do grupo GPS Pamcary.
José Geraldo da Silva, presidente do CIST, ressalta a importância de as gerenciadoras de riscos e seguradoras ficarem atentas ao assunto e saberem como lidar para não serem prejudicas com ações do Ministério Público.
O evento acontece dia 03 de abril, das 12h às 14h, no Circolo Italiano. Associados do CIST investem R$ 100, não-associados R$ 150 e para jornalistas a participação é gratuita.
Ao completar 75 anos nesta quinta-feira (3/4), o IRB Brasil RE lança campanha publicitária comemorativa. A partir dessa data, todas as peças de comunicação internas e externas da maior resseguradora da América Latina serão divulgadas dentro de um conceito que pretende marcar o momento positivo que vive com a privatização concretizada em outubro de 2013.
Entre as ações, foram desenvolvidos junto aos Correios, um selo e um carimbo personalizados alusivos ao aniversário. O selo será usado em todas as correspondências postadas pelo IRB Brasil RE até o dia 2 de maio de 2015. Com isso, a marca da empresa ficará registrada na filatelia brasileira como reconhecimento de sua contribuição para o desenvolvimento do país.
Além de vídeo e folder institucionais, também estão previstos anúncios em veículos nacionais e internacionais voltados para o trade de seguros e resseguros. O trabalho reforça características da empresa como a confiabilidade das soluções em resseguro, a qualificação de seu corpo técnico e sua expansão internacional.
Os próprios colaboradores serviram de modelo para as peças publicitárias. Eles foram fotografados fazendo um gesto manual no formato do paralelograma presente na nova logomarca da empresa. O objetivo é ilustrar a frase conceitual “Foco no futuro”, que valoriza uma nova fase cheia de desafios e conquistas globais.
Para reforçar a importância de cada um dos colaboradores ao longo desses 75 anos, a ambientação da sede, das sucursais e subsidiárias sofrerão intervenções que valorizem esse cenário de transformações. Ainda este ano, serão lançados uma medalha comemorativa e um livro com toda a história de sucesso da empresa.
Um pouco da história do IRB Brasil RE
No dia 3 de abril de 1939 nasceu o IRB Brasil RE. Na época, a criação do ainda Instituto de Resseguros do Brasil foi um marco importante e decisivo na história do mercado de seguros brasileiro que era, até então, embrionário. Desde então, o IRB Brasil RE apoia a realização de importantes projetos que contribuem para o desenvolvimento do país.
A partir de 2007, com a abertura do mercado brasileiro de resseguros, a empresa passou a vivenciar uma nova fase de sua história, que vem sendo marcada por profundas transformações, sobretudo a partir de 1º de outubro de 2013, com sua privatização.
Hoje, ao completar 75 anos, o IRB Brasil RE estende sua experiência e credibilidade ao desenvolvimento global, oferecendo, com excelência, soluções de resseguro em todas as linhas de negócio, nos cinco continentes.
O Brasil recebe na próxima semana vários pesos pesados da indústria mundial de seguros para o 3o. Encontro de Resseguros, realizado nos dias 8 e 9, no Rio de Janeiro, com apoio da Cnseg, Aberco-Re, Fenaber e Escola Nacional de Seguros. Uma vez no país, os principais executivos das maiores empresas receberão convidados para estreitar laços comerciais. No dia 10, o Lloyd’s of London recria a sala de subscrição Londrina no Brasil. No mesmo dia, o BTG Pactual organiza coquetel para comemorar o primeiro ano das operações de seguro e de resseguro do grupo. IRB Brasil Re apresentará três novos vice-presidentes para clientes e parceiros e a African Re se antecipou, realizando nesta semana um coquetel em São Paulo para mais de 100 convidados.
Entre os eventos mais badalados da próxima semana, além dos citados, está o coquetel com o CEO do grupo Willis, Dominic Casserley. Além de ver de perto o bom desempenho da operação brasileira e também da América Latina, ele receberá clientes no dia 9, em São Paulo, acompanhado de Luis Maurette, CEO da Willis para a América Latina, e José Otávio Sampaio, CEO da Willis Brasil.
Depois do Brasil, será a vez de Denver, Colorado (EUA), receber pesos pesados da indústria mundial. Lá acontecerá uma das mais importantes feiras de gerenciamento de risco, a a 14a. Conferência Anual da RIMS, organização que reúne os gerentes de riscos das principais empresas do mundo. São mais de 160 palestras previstas durante todo o evento, que acontece entre os dias 26 e 30 de abril., com patrocínio de empresas como Wiliis, Liberty Mutual, Zurich, Aon, AIG, ACE, PwC, Swiss Re, Starr, Travelers entre outras.
O grupo Willis organiza uma série de palestras para o RIMS. Inclusive, convidaram executivos brasileiros para falar sobre o Brasil durante suas apresentações, entre eles Ângelo Colombo, CEO do grupo AGCS no Brasil, resseguradora local que se dedica a contratos facultativos para grandes riscos.
O Brasil frustrou muitas expectativas pelo fraco crescimento econômico, porém ainda é um dos melhores mercados de seguro para estar nos próximos anos, comentou o vice-presidente da AGCS, Guilherme Perondi. “Temos um volume interessante de investimentos, que vão sair, como os R$ 40 bilhões em rodovias nos 16 leilões de concessão, e outros projetos privados que já saíram e estão com os contratos de seguros sendo definidos atualmente”, contou. Entre eles, o terminal 3 do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.
Diante de tantos contratos em andamento, da globalização das empresas e da concorrência feroz gerada pela elevada capacidade de capital no mercado mundial de seguros, nada melhor do que apostar no relacionamento para manter e atrair clientes. E o Brasil, como o maior mercado da América Latina, é um dos preferidos pela indústria mundial, tanto pelo potencial de negócios como por ser mais flexível do ponto de vista regulatório do que outros mercados emergentes, como China, Índia e Rússia.
A Willis encerrou 2013 com receita de US$ 3,6 bilhões e lucro líquido ajustado por ação em US$ 2,64. A margem operacional ajustada chegou a 20% e o crescimento orgânico em comissões e fees chegou a 4,9%. “Cada um dos nossos negócios alcançou a meta de alta estipulada para o ano. Além disso, tivemos elevação no preço das ações e fluxo de caixa das operações durante 2013”, explica o CEO da Willis Group, Dominic Casserley, em nota.
A divisão Internacional (Willis International), na qual o Brasil está inserido, alcançou 3% de crescimento orgânico em comissões e fees, no último trimestre de 2013, em comparação ao mesmo período em 2012. Os países da América Latina cresceram mais de dois dígitos no faturamento, com resultados positivos de diversos países da região.
Cancun, um dos principais e mais belos destinos turísticos do mundo, foi o local escolhido pela Tokio Marine Seguradora para a realização do XIII Encontro de Corretores Diamante. Com o tema “A Arte de Ser Diamante”, a subsidiária de um dos maiores grupos de seguros no mundo reunirá cerca de 215 convidados, entre Corretores e Assessorias, para celebrar as conquistas de 2013 e reafirmar a importância do relacionamento com seus parceiros de negócios. O evento na paradisíaca cidade mexicana acontece entre os dias 6 e 13 de abril.
“Fechamos o ano de 2013 com crescimento de 26,2% e esse resultado está diretamente ligado ao trabalho e à produção de nossos Corretores, que são nosso principal canal de distribuição no Brasil. Estamos felizes pela oportunidade de nos reunirmos, mais uma vez, com este grupo tão especial. O local é maravilhoso, a programação está repleta de atividades, e temos certeza de que viveremos momentos especiais e inesquecíveis”, afirma o Diretor Executivo Comercial da Tokio Marine, Valmir Rodrigues.
Todos os convidados ficarão hospedados no Hotel Paradisus Cancun, que proporciona o conforto de um resort de luxo e está à altura dos mais elevados padrões de excelência. O exclusivo resort de praia possui dez restaurantes e sete bares, com serviço da mais alta qualidade. São quatro piscinas inspiradas em lagoas, quartos luxuosos, espaçosos e elegantemente decorados, quadra de tênis e um campo de golf, entre outros atrativos. Tudo isso estará à disposição dos parceiros da Tokio Marine e seus acompanhantes.
Além disso, para proporcionar os melhores serviços, a Companhia preparou uma surpresa: durante toda a permanência dos Corretores Diamantes, a categoria Royal Service do hotel estará à disposição dos hóspedes. Isso significa que desfrutarão de acomodações privilegiadas, serviço de mordomo, piscina Royal Service privada, um elegante VIP Lounge, acesso gratuito à Internet, almoço buffet continental, jornais internacionais, coquetéis e canapés. Por meio de agendamento, também será possível relaxar, usufruindo de um delicioso banho regenerador no circuito de águas no SPA.
A programação inclui dias livres para atividades no hotel, jantares nos diversos restaurantes disponíveis, jantar temático maia, compras no La Isla Shopping Village, um dos principais shoppings centers de Cancun, e passeios no parque aquático Natural Garrafon e nas ruínas do Parque Nacional Tulum. Os convidados também irão conhecer Isla Mujeres, ilha sagrada na mitologia maia, e a casa de show Coco Bongo, uma mistura de boate, teatro e outras apresentações artísticas, com imitações das mais famosas celebridades do mundo. A casa ficou mundialmente conhecida por receber cenas da comédia hollywoodiana “O Máscara”. O encerramento do evento Diamante irá celebrar o relacionamento da Tokio Marine com seus parceiros de negócios com o tradicional jantar de premiação e um grande show surpresa.
“Toda a programação foi elaborada com o objetivo de reconhecer e valorizar o trabalho e a dedicação dos nossos Corretores e Assessorias. Queremos que nossos parceiros de negócios aproveitem as atrações, se divirtam e comemorarem conosco as conquistas de 2013, além de renovarem as energias para mais um ano de muito sucesso”, explica Rodrigues.
Pela Tokio Marine, estarão presentes o presidente José Adalberto Ferrara, os Diretores Executivos Valmir Rodrigues, Marcelo Goldman, Felipe Smith e Masaaki Itakura, além dos Diretores Comerciais e Superintendentes Regionais de Varejo, Corporate e Afinidades.
Website
A Tokio Marine Seguradora preparou um website exclusivo para que os corretores possam saber todos os detalhes do Evento Diamante 2014. No endereço, os profissionais encontram detalhes da programação, dicas para a viagem, orientações sobre trajes, passeios e informações gerais sobre as atrações disponíveis em Cancun.
No dia 10 de abril acontecerá o 3º encontro do Lloyd’s no Brasil, ocasião em que o sindicato recriará novamente no Rio de Janeiro a famosa sala de subscrição – “Underwriting Room” existente no Lloyd’s em Londres, com a presença de diversos sindicatos do Lloyd’s que estarão à disposição para receber convidados, clientes, fornecedores em seus respectivos “boxes” para discussões e apresentações de seus negócios.
A palestra de abertura do evento será feita por Henrique Meireles, ex-presidente do Banco Central e atual membro do Conselho do Lloyd’s of London. Segundo afirma Marco Castro, presidente do Lloyd’s no Brasil, já está confirmada a presença dos seguintes sindicatos: ACE, Aegis, Alterra, ANV, Argo, Aspen, Allied World, Beazley, Catlin, Hiscox, Kiln, Liberty, Markel, Navigators, Starr, Talbot
“Este evento será novamente uma excelente oportunidade para os representantes do mercado Brasileiro de seguros e resseguros conhecerem um pouco mais sobre o mercado do Lloyd’s e estreitarem suas parcerias de negócios com os sindicatos e seus subscritores”, afirma Castro.
A sala será montada no hotel Sofitel, em Copacabana, Rio de Janeiro. Nos dois dias anteriores, 8 e 9 de Abril, no mesmo local, será realizado o 3o Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, evento promovido pela CNseg, em parceria com a Abecor-Re, Fenaber e Escola Nacional de Seguros.
Recebido pelo presidente do CVG-SP, Dilmo B. Moreira, e pela diretoria, em almoço realizado na última quinta-feira, 27 de março, no Terraço Itália, o presidente da Federação Nacional de Previdência e Vida (FenaPrevi), Osvaldo Nascimento, apresentou uma completa análise do Mercado de Seguro de Pessoas e a Previdência para 2014, na visão FenaPrevi. Ele expôs um panorama do cenário econômico internacional e nacional, inclusive sobre a perspectiva futura, situando o Brasil e o seguro em posição privilegiada nesse contexto.
Cenário econômico
No cenário internacional, a perspectiva é de estabilização das economias. Em matéria de investimentos estrangeiros, o Brasil teve um bom fluxo de capitais de 2010 a 2012, quando saltou no ranking de investimentos da oitava posição para a quarta. Mas, Nascimento lembrou que essa condição pode sofrer o impacto do recente rebaixamento do país na avaliação da Standard & Poors. Entretanto, informou que o Brasil continua sendo uma boa opção para atração de capital estrangeiro e ainda permanece como um país classificado com o nível investment graded.
A deflação global é uma tendência, contrariada apenas pelos países emergentes, que apresentam inflação crescente na casa dos 6%. No caso do Brasil, ele entende que a redução da inflação não depende apenas da elevação da taxa de juros e tampouco do controle de preços de combustíveis, energia e transporte. A previsão é de que neste ano o PIB brasileiro se situe na faixa de 2%, aumentando um ponto percentual até 2016. Mesmo assim, continuará abaixo da média mundial de 4%, o que é preocupante. Enquanto o país não conseguir sustentar níveis acima de 4%, a riqueza por habitante diminuirá, levando ao empobrecimento, disse.
Fala-se muito do bônus demográfico brasileiro período em que a população economicamente ativa (PEA) é maior do que a de inativos -, mas Nascimento alertou que essa condição positiva tem prazo de validade. Atualmente, a PEA (incluindo ocupados e desocupados) é superior a 60 milhões. Mas este número é resultado de projeção do IBGE a partir de pesquisa em seis regiões metropolitanas. A questão, segundo ele, é que a quantidade de pessoas disponíveis para o trabalho atingiu seu nível máximo e, a partir de 2020, a tendência é de declínio.
Seguro de pessoas
O presidente da FenaPrevi apresentou uma lista de propostas para desenvolver o segmento de seguro de pessoas, que fazem parte da agenda de discussões previstas entre as federações da CNseg e a Susep. No topo da lista está a distribuição, que tem como ações previstas a simplificação e o uso de meios remotos. O caminho para aumentar a eficácia da distribuição são os meios eletrônicos, que facilitarão a entrega de produtos aos consumidores, disse. Já o VGBL Saúde, segundo item, aguarda a aprovação do Projeto de Lei 7052/14 para entrar em operação, embora Nascimento considere desnecessário um projeto para iniciar a comercialização, necessitando apenas de regulamentação do CNSP e Susep.
Ainda pouco desenvolvido no país, o seguro de pessoas em regime de capitalização foi alvo de um projeto da FenaPrevi que deverá ser apreciado pela Susep. Com a aprovação, Nascimento acredita que produtos como o Universal Life, prioritário na agenda, não demore a entrar em operação. Outra proposta, mas direcionada ao governo em forma de projeto de lei, se refere ao patrimônio de afetação. O propósito será isolar o risco da seguradora do patrimônio da pessoa.
Segundo Nascimento, está em discussão na Susep a comercialização de produtos que levam em conta a situação financeira do cliente, chamados de Suitability. Em sua visão, a venda desses produtos depende do mapeamento das necessidades dos clientes e da preparação dos canais de distribuição, em especial o corretor. Em alguns casos, o cidadão compra um produto de vida sem saber o que comprou e quem vende não sabe muito bem o que vendeu, disse. Para evitar essa situação, ele aponta que o caminho está na combinação da educação financeira do consumidor acompanhada de programas de melhoria dos agentes de distribuição, investindo-se mais no pleno conhecimento das necessidades dos clientes suitability.
Outro plano é viabilizar a utilização de recursos de provisões como garantia acessória para empréstimos. A proposta integra o Projeto Lei de 6.723/13, que está em tramitação na Câmara dos Deputados. Temos que adotar no Brasil os instrumentos que já existem em países desenvolvidos em previdência, em especial os empréstimos tendo as reservas de previdência como garantia, disse.
Por fim, na lista de prioridades da FenaPrevi para o ramo de pessoas está a educação financeira. Esta é a grande bandeira da CNseg. Se investirmos mais em educação do consumidor, o mercado crescerá como consequência. Propaganda de produto não faz o mercado crescer, mas a educação do consumidor, sim, disse.
Desafios para o ramo de pessoas
Em 2013, a previdência enfrentou sua maior crise em 20 anos, com os resgates superando as contribuições, em determinado período. O motivo, segundo Nascimento, foi a volatilidade dos investimentos. O alongamento na aplicação de recursos torna os investimentos voláteis, porque o Brasil não tem estabilidade na curva de juros de longo prazo, explicou. Depois que a situação foi contornada no curto prazo, a proposta agora é aprovar junto ao governo regras de alongamento e desindexação para aplicação de recursos em fundos de investimento e em modalidade de renda fixa.
Além do crescimento expressivo do seguro prestamista, acima de 100%, e de outros, como auxilio funeral, o seguro de vida representa quase 50% dos prêmios. Mas, a penetração deste seguro ainda é baixa, o que faz Nascimento enxergar um potencial astronômico de crescimento. Ele também acredita no potencial do microsseguro, mas, devido ao obstáculo da distribuição, sugere que seja acoplado a programas sociais do governo, como o Bolsa Família.
O presidente da FenaPrevi reforçou a tese de que a educação é o caminho para o crescimento do ramo de pessoas, juntamente com a simplificação de produtos e da distribuição. Para ele, ainda falta ao mercado visibilidade clara das necessidades dos clientes. Muitos não sabem que contam com coberturas do INSS e do DPVAT e então não sabem se precisam de coberturas adicionais de morte e de invalidez, disse.
Segundo Nascimento, a evolução dos projetos relacionados à solvência, em especial regras de alocação de capital, são prioridades do setor para alinhamento com o mercado internacional. O Brasil tem muito a avançar na dimensão regulatória do setor para continuar um porto atrativo de investimentos, concluiu.
No encerramento do evento, Dilmo B. Moreira comentou que a indústria de seguros tem grande papel na educação financeira. Nos cursos do CVG-SP, além da formação técnica, sempre reforçamos a importância de os alunos atuarem como multiplicadores junto à família e aos amigos, levando a mensagem sobre a proteção do seguro, disse.
Em seguida, o presidente do CVG-SP registrou a presença do presidente eleito do Sincor-SP, Alexandre Camillo, um dia depois da eleição, cumprimentando-o pela vitória. Em breve pronunciamento, Camillo agradeceu os apoios recebidos para as suas propostas de gestão e informou sobre o início de uma nova etapa na entidade dos corretores.
A Porto Seguro lança em 1o de abril a campanha de incentivo “Negócios à Vista”, a fim de estimular os corretores a prospectarem novas oportunidades com seguros empresariais. A ação vai até 30 de junho e, nesse período, os participantes serão premiados à medida que realizarem negociações dos produtos: Empresa, Bares e Restaurantes, Pet Shop e Clínica Veterinária, Estética e Beleza, Clínicas e Consultórios, e Academias.
Para Edson Frizzarim, diretor de Ramos Elementares da Porto Seguro, a campanha será uma boa oportunidade para o corretor mostrar a seus clientes a importância de um seguro empresarial. “Independente do setor, as empresas precisam fazer uma série de investimentos para atuar e crescer em seus respectivos mercados. E esses recursos podem ser perdidos em grande parte, quando não se tem a proteção de um seguro para os riscos que venham a comprometer as atividades do segurado”, explica. “Nesse contexto, o seguro torna-se um investimento fundamental para garantir a estabilidade dos negócios”, completa.
Preparação
Para conhecer mais sobre seguros empresariais e se preparar melhor para a campanha, os corretores podem fazer o curso on-line que o Porto Seguro Empresa disponibiliza no ambiente da Escola de Corretores Porto Seguro. O acesso é feito pelo site www.portoseguroeducacao.com.br.
Em homenagem aos 20 anos do legado de Ayrton Senna, os fãs do tricampeão mundial de Fórmula 1 podem visitar em São Paulo uma grande exposição com itens do piloto que ainda não haviam sido exibidos. Uma das peças em destaque é a Lotus preta e dourada que o piloto dirigiu em 1986, ano em que conquistou duas vitórias na F1, nos GPs da Espanha e dos Estados Unidos. A exposição deste ícone do automobilismo, em especial, tem o apoio da ACE Brasil, que se responsabilizou pelo seguro.
Foi com a equipe inglesa que Senna venceu seis GPs, nas temporadas de 1985, 1986 e 1987. A mostra “Ayrton Senna Sempre 20 Anos”, que acontece no Shopping VillaLobos, começou no dia 21 de março, data em que o piloto completaria 54 anos, e vai até 21 de abril.
A ACE estará destacando o logotipo da empresa na área de exposição ao longo de todo o período do evento. “A capacidade de inovar e oferecer coberturas sob medida para cada demanda constitui um dos principais diferenciais da ACE no mercado brasileiro de seguros”, diz Angel Diaz, presidente da ACE Brasil.
O Grupo Tempo Assist [BM&FBovespa: TEMP3] – uma das principais companhias do país na prestação de serviços de seguros saúde, planos odontológicos, assistências especializadas, home care e soluções em saúde – reportou Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) recorrente de R$ 14,2 milhões no quatro trimestre de 2014, resultado 16,1% maior que o do mesmo período no ano anterior. No acumulado do ano, o crescimento foi de 11,1%, totalizando R$ 54,4 milhões.
A receita líquida atingiu R$ 965 milhões em 2013, montante 8% superior ao apurado em 2012. No 4T13, a receita líquida somou R$ 254, 1 milhões, aumento de 11,4% com relação ao 4T12. O lucro líquido no quarto trimestre foi de R$ 22,4 milhões e somou R$ 40,3 milhões no acumulado de 2013.
A Tempo Assist também fez importantes desinvestimentos em 2013, nas unidades de Odonto e Seguradora de Saúde.
Para Marcos Couto, CEO da Tempo Assist e Diretor de Relações com Investidores “a TEMPO ASSIST está bem posicionada para enfrentar os desafios de 2014 e crescer de maneira sustentável, com rentabilidade e eficiência em seus negócios”.
Assistência
A Unidade Assistência (Tempo USS), que presta serviços assistenciais para veículos, pessoas e residências por meio de parceiros, terminou o 4T13 com receita líquida de R$ 124, 8 milhões, alta de 20,1% quando comparada ao mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, o resultado foi 16,5% maior que o alcançado em 2012, atingindo R$ 467 milhões. Já o lucro líquido cresceu 66,3%, atingindo R$ 29,8 milhões em 2013, considerando o acumulado do ano.
A Tempo USS registrou EBTIDA anual recorrente de R$ 50,2 milhões em 2013, resultado 39,9% superior ao período anterior. A margem EBITDA também cresceu e atingiu 10,7% no ano.
A unidade Assistência continua sendo o motor de crescimento da companhia, por conta da performance de sua base de clientes e pela expansão do canal massificado de comercialização. Além disso, a Tempo USS teve o faturamento do trimestre corrente impulsionado pelas atualizações de preços de alguns contratos, que eram deficitários. A sinistralidade média do negócio melhorou em doze meses, por conta dos contratos reajustados e dos investimentos internos em projetos de eficiência operacional.
Home Care
A MED-LAR, divisão de atendimento domiciliar da Tempo Assist, atingiu lucro líquido de R$ 8,4 milhões no 4T13, crescimento de 165,3% com relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado do ano de 2013, o lucro líquido da unidade cresceu 61,1% e somou R$ 13,4 milhões.
O EBTIDA totalizou R$ 15,9 milhões em 2013, alta de 43% sobre 2012. Na comparação 4T13 versus 4T12, o crescimento foi de 76,2%.
A carteira da unidade cresceu 17,9% em 2013, são 274 novos pacientes. O resultado reflete os esforços comerciais e administrativos realizados pela unidade, que investiu em melhorias operacionais e em ações para estreitar o relacionamento com seus clientes.
Unidade Saúde Soluções
A receita líquida da Unidade Saúde Soluções (CRC, que atua há 20 anos nos setores público e privado, e Gama Saúde, que oferece a gestão de planos administrados) cresceu 44,9% no 4T13 quando comparada ao 4T12, devido principalmente à conquista de novos clientes.
A busca por uma maior eficiência tanto operacional quanto financeira, permitiram o alcance do EBITDA de R$ 3,8 milhões no 4T13, resultado 115,2% superior ao verificado no mesmo período do ano passado.
Unidades em desinvestimento
Seguradora Saúde
A Tempo Assist anunciou em novembro de 2013 a venda, por R$ 30 milhões, de toda a carteira de segurados desta unidade para a Unimed Seguros Saúde. A operação foi aprovada, sem restrições, pela ANS e pelo CADE. Dessa forma, a transferência da carteira de clientes será efetivada no dia 1º de abril de 2014, conforme previamente anunciado no Fato Relevante de 04 de novembro de 2013.
A Tempo Saúde continuará responsável pela gestão e pelo resultado da carteira de clientes até a data da realização da transferência da carteira para a Unimed Seguros Saúde.
“Temos a convicção de que tomamos a melhor decisão ao realizarmos as operações de desinvestimento em mercados sujeitos a risco. Agimos com a clara intenção de aumentar a geração de valor na Tempo Assist”, diz Marcos Couto, CEO da companhia e diretor de Relações com Investidores.
No acumulado do ano, a receita líquida dessa Unidade cresceu 1,5% em comparação ao verificado em 2012, alcançando R$ 288,3 milhões. O EBTIDA Recorrente foi de R$ 5,8 milhões negativos no último trimestre de 2013, alta de 168,3% quando comparadocom o mesmo período do ano passado.
Odonto
A divisão de planos odontológicos Tempo Dental, no canal corporativo, encerrou o 4T13 com crescimento de 3,7% em sua base de beneficiários e de 7,1% no seu ticket médio mensal.
No canal Afinidades, apesar da redução da base de beneficiários em 15,8%, o ticket médio mensal subiu 14,1%, devido às recomposições de preços realizadas durante o ano de 2013.
A receita líquida da Unidade atingiu R$ 22 milhões no 4T13, alta de 9,4% diante do mesmo período do ano anterior, e o EBITDA passou de R$ 5,4 milhões no 4T12, para R$ 5,9 milhões no quarto trimestre de 2013. No acumulado do ano, a receita líquida somou R$ 85,1 milhões, alta de 14,8%.
Em 23 de dezembro de 2013, a Tempo Assist celebrou um contrato com a Caixa Seguros prevendo a venda da Tempo Dental por R$ 133,6 milhões. A transação será concluída após a aprovação da ANS – o CADE autorizou a operação, sem ressalvas, em fevereiro deste ano.
Rir é sempre o melhor remédio, já diz o conhecido ditado. Mas rir a qualquer custo pode ter sabor amargo. As brincadeiras típicas de 1º de abril, o Dia da Mentira, geraram perdas estimadas em US$ 4,3 milhões, em 2013, devido à perda de produtividade, desperdício de recursos e gastos associados a serviços de emergência, que atenderam às pegadinhas que foram mais longe do que o esperado. O cálculo é parte do relatório No laughing matter: April Fools’ Day divulgado pela Allianz Pre-Risk Mitigation (APM).
Diferentemente do passado recente, agora não só as pessoas físicas participam das brincadeiras, empresas usam cada vez mais a data para gerar publicidade. Entretanto, especialistas garantem que muitas subestimam o risco e os custos da piada virar uma dor de cabeça.
“Se bem feitas, as piadas podem gerar um resultado simpático, entretanto a experiência tem mostrado que muitas vezes, as piadas de 1º de abril não provocam só risadas, elas podem significar custosos processos judiciais quando dão errado” alerta Rainer zu Fall, porta-voz sênior da APM. O relatório demonstrou que as ações de 1º e abril afetam a produtividade da empresa, pois os funcionários gastam tempo para responder as comercializações de ofertas ou reportagens que são, na verdade, pegadinhas.
Humor duvidoso
Outro lado negativo das brincadeiras é o uso dos serviços de emergência, que poderia ser evitado. Nos Estados Unidos, mais de 840 chamadas de emergência foram diretamente atribuídas às chamadas de “brincadeiras que deram errado”.
A APM também avaliou sinistros de seguros em todo o mundo em 1º de abril e outras datas que carregam o mesmo sentido, ao redor do mundo. O relatório apontou um aumento considerável de sinistro dos seguros gerais associados a 1º de abril, na última década. A maioria dos pedidos de indenização ocorreu nos EUA e no Reino Unido, entretanto houve aumento também na Austrália, Canadá, França, Hong Kong, e na Sérvia e Montenegro.
Em 2013, um incidente causou um grande prejuízo na Flórida, EUA, quando dois apresentadores disseram aos ouvintes que “monóxido de dihidrogênio” saía das torneiras na área de Cape Coral. A afirmação causou pânico entre os moradores, que não associaram o anúncio a uma brincadeira com a simples fórmula química da água. Os serviços de utilidade pública locais foram forçados a emitir um comunicado oficial e o programa foi suspenso e enfrentou acusações criminais.
Em Schildbürger, na Alemanha, um gerente fez uma brincadeira com outro envolvendo uma dançarina do ventre turca, um balão em forma de tubarão cheio de hidrogênio, e um bolo de aniversário iluminado, que resultou em um incêndio, cujo prejuízo foi de mais de US$ 137 mil ao escritório e a uma fábrica vizinha. Pior ainda, duas pessoas foram hospitalizadas por causa da inalação de fumaça.
Piadas corporativas, como o anúncio do YouTube, no ano passado, que iria fechar por dez anos, ou lançamento do Google de mapas de tesouros perdidos, mais frequentemente causam confusão do que entretém o público, já que é necessário lidar com o impacto das informações durante todo o dia. “Se a escolha da empresa é brincar, melhor ter em mente que é muito difícil que pegadinhas terminem somente com sorrisos irônicos no rosto”, alerta Rainer zu Fall.
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