SulAmérica informa que foi mantido o indeferimento da oferta pública de debêntures

sulamericaSUL AMÉRICA S.A.

CNPJ/MF nº 29.978.814/0001-87
NIRE 33.3.0003299-1

Companhia Aberta de Capital Autorizado
CVM nº 21121

Em cumprimento ao disposto na Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) nº 358, de 3 de janeiro de 2002, e na Instrução CVM nº 400, de 29 de dezembro de 2003, conforme alteradas, e em complemento ao fato relevante divulgado no dia 28 de abril de 2014, SUL AMÉRICA S.A. (BM&FBovespa: SULA11) (“Companhia”) informa que foi mantido o indeferimento do pedido de registro da oferta pública de distribuição de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, da segunda emissão da Companhia (“Oferta”, “Debêntures” e “Emissão”, respectivamente), conforme decisão do Superintendente de Registros da CVM no âmbito do recurso interposto, com pedido de reconsideração ao referido Superintendente, contra a decisão constante do OFÍCIO/CVM/SRE/GER-2/Nº83/2014, datado de 25 de abril de 2014 (“Ofício”). Diante da referida decisão, a Companhia e o coordenador líder da Oferta decidiram desistir do recurso interposto com relação à tal decisão, dando por encerradas todas as atividades relacionadas à Oferta.

A Companhia e o coordenador líder da Oferta publicarão comunicado conjunto sobre eventuais procedimentos a serem tomados pelos investidores junto às demais instituições intermediárias participantes da Oferta, nos termos da Instrução CVM nº 400/03, conforme alterada, e do Prospecto Preliminar.

Rio de Janeiro, 13 de maio de 2014.

Sul América S.A.
Arthur Farme D’Amoed Neto
Diretor vice-presidente de Controle e Relações com Investidores

Campanha Artilheiros da Liberty Seguros engaja nove mil corretores

Liberty Fifa logoRelease

A Campanha Artilheiros, principal iniciativa da Liberty Seguros para os corretores com a temática do patrocínio da Copa do Mundo da FIFA 2014™, chegou ao final com grandes resultados. A campanha, que teve início em outubro de 2011 e foi finalizada em dezembro de 2013, premiou com ingressos para os jogos da Copa das Confederações e Copa do Mundo da FIFA 2014™ e viagens nacionais e internacionais, diversos corretores parceiros de todo Brasil.

A campanha de incentivo de vendas de produtos de auto, vida, residência e empresariais dos canais affinity, varejo e canal concessionária, foi dividida em três partes. A primeira, iniciada em outubro de 2011 e finalizada em junho de 2012, foi lançada com o slogan “A hora de balançar a rede”. Nesta rodada, os corretores participantes com melhor desempenho em vendas, foram contemplados com viagens para Madrid (Espanha) e Santiago (Chile). Uma das atrações foi assistir a um jogo das eliminatórias da Copa do Mundo da FIFA 2014™. Ao todo foram cerca de 220 viagens com acompanhantes, além de 175 vouchers de viagens para o premiado escolher o destino desejado.

Na segunda etapa, intitulada “O jogo continua”, a empresa convocou os corretores para mais uma campanha de vendas. “De acordo com a dinâmica da disputa, toda a pontuação acumulada na primeira campanha foi zerada para o início da nova competição para dar mais chances aos nossos parceiros”, explica Marcos Machini, vice-presidente Comercial da Liberty Seguros.

Nesta, de julho de 2012 a março de 2013, foram contemplados 33 corretores com viagens ao Rio de Janeiro para assistir ao jogo da final da Copa das Confederações da FIFA 2013, 78 para Belo Horizonte ou Fortaleza para assistir aos jogos das semifinais. Todas as viagens foram com acompanhantes. Além disso, 92 corretores tiveram a oportunidade de assistir ao jogo de abertura, em Brasília. A seguradora premiou também os corretores com pares de ingressos com Kit torcedor para uma partida da 1ª fase da Copa das Confederações da FIFA e outros foram premiados com TVs.

Já na terceira e última rodada, de abril a dezembro de 2013, com o slogan “Faça parte do time vencedor”, os corretores entraram em campo para concorrer a ingressos para os tão esperados jogos Copa do Mundo da FIFA 2014™. Ao todo foram quatro premiações: 34 viagens ao Rio de Janeiro para assistir ao jogo da final e 58 para São Paulo no jogo de Abertura da competição mundial, com acompanhantes. A Liberty Seguros distribuiu também 100 pares de ingressos entre os corretores para a fase de grupo.

A Liberty Seguros reservou também para um grupo de 96 corretores um Day Experience nas oitavas de final. “Este evento será um experiência única. Os premiados se encontrarão em um local para um esquenta antes da partida. Um encontro descontraído e logo após todos irão juntos ao estádio para acompanhar a partida”, comenta Machini.

Mais de mil corretores foram premiados na Campanha Artilheiros. Na cidade mineira de Juiz de Fora, oito corretores foram contemplados com pares de ingressos e viagens para o jogo de abertura, em São Paulo. Outros para o Day Experience nas oitavas de final e também na grande final, no Rio de Janeiro.

O corretor José Roberto Marques foi um dos contemplados com um par de ingressos para o jogo de abertura e viagem com tudo pago para São Paulo. “Sempre tive vontade de assistir a um jogo da Copa do Mundo. Aqui no Brasil será um sonho. A campanha fez com que a Liberty Seguros saísse na frente da concorrência. Foi uma excelente estratégia de motivação para toda a equipe da corretora, além de fortalecer a parceria com a Liberty Seguros”, diz.

Para Machini da Liberty Seguros, a Campanha Artilheiros apresentou um saldo positivo e todos os corretores que participaram estiveram engajados desde a primeira etapa da competição. “Realizamos uma pesquisa de satisfação junto a eles e tivemos uma avaliação muito positiva, principalmente em relação às premiações”, finaliza.

Tokio Marine e Chubb são autorizadas a operar com microsseguros pela Susep

massificadosA Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou nesta terça-feira a Tokio Marine e a Chubb a operarem com microsseguros de danos e de pessoas em todo o território nacional. Elas se juntam a outras empresas que já têm operação de microsseguros, como Caixa Seguros, Bradesco, BB e Mapfre, America Life Companhia de Seguros e Pan Seguros. Segundo resenha de novembro da consultoria Siscorp, o setor de microsseguros seguros direcionado para as necessidades específicas das famílias de baixa renda tem o potencial de atender 60 milhões pessoas no Brasil, segundo o presidente da Comissão de Microsseguros e Seguros populares da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Eugênio Liberatori Velasques, primeiro palestrante do dia no 1o. Encontro Anual Brasileiro de Seguros Massificados, promovido pela Hansonwade, empresa londrina que promove eventos ao redor do mundo. Serão dois dias de debates no Hotel Hilton, em São Paulo. Em 2013, o microsseguro registrou R$ 6,8 milhões em prêmios e indenizações pagas de R$ 1,8 milhão.

Mais sobre o evento: http://segurosmassificadosbrasileiros.com/agenda/1-dia

PL 3555 será debatido e votado terça-feira, 13

Fonte: Agência Câmara

A Comissão Especial de Normas Gerais Contrato Seguro Privado (PL 3555/04) reúne-se nesta terça-feira (13) para tentar discutir e votar o parecer do relator, o deputado Armando Vergílio (SD-GO). A reunião já foi marcada e adianta anteriormente.
Vergílio apresentou em fevereiro um novo substitutivo à proposta. Em outubro do ano passado, ele havia apresentado uma primeira versão, em que acatava cerca de 70% das 126 emendas apresentadas ao projeto. No texto alterado agora, ele analisou outras 73 emendas, e acolheu cerca de 40% delas no substitutivo. O PL 3555/04 estabelece regras para contratos de seguro privado e revoga dispositivos do Código Civil (Lei 10.406/02) e do Código Comercial Brasileiro (Lei 556/1850), entre outras leis. A reunião será realizada às 17 horas, em plenário a definir.

Revista Gerência de Riscos, da Fundación Mapfre, já está online

content_id-7A versão 117 da Revista Gerência de Riscos já está disponível na íntegra através do site da Fundación Mapfre em três idiomas: português, espanhol e inglês.

Ampliando horizontes
Com este número, que corresponde ao terceiro quadrimestral de 2013, iniciamos uma nova era. O sucesso espetacular que a
revista teve nos últimos 30 anos nos trouxe a uma nova etapa em seu desenvolvimento: uma edição bilíngue, em espanhol e inglês. Nossa meta sempre foi apresentar uma visão simples e esclarecedora, porém inovadora, da Gerência de Riscos e, a partir deste número 117, poderemos levar esta mensagem a um público muito maior.

Os leitores habituais da revista encontrarão neste número mais que uma mudança em sua estrutura. A revista agora está com menos páginas, mas com conteúdos mais relevantes sobre a atualidade, e esperamos que isso seja de seu agrado. Ainda profundamente abalados pelas consequências devastadoras do tufão Haiyan, que ceifou mais de 5.000 vidas e afetou dez milhões de pessoas no arquipélago central das Filipinas, abrimos o número com a entrevista a Rogelio Bautista, Gerente de Riscos e Seguros da Abengoa, empresa andaluza com ativos avaliados em 11 bilhões de euros distribuídos no mundo todo e especializada em soluções inovadoras em tecnologia para sustentabilidade nos setores de energia e meio ambiente. Recorrendo à sua vasta experiência e seu conhecimento profundo, ele nos fala sobre os pontos-chave em gerência de riscos na criação de soluções tecnológicas novas e que favoreçam a sustentabilidade.

O primeiro artigo trata da função de cumprimento, entendida como um programa empresarial capaz de identificar e de alertar sobre os riscos do descumprimento das normas e informar a Diretoria. Com isso se demonstra publicamente o compromisso da organização com a integridade e a transparência, o que gera maior confiança e melhora a reputação da empresa. No segundo artigo o autor lista e explica os desafios do setor segurador ante a tão anunciada recuperação econômica. Ele enfatiza a necessidade de convencer os reguladores de que as novas exigências de capital não devem alterar o equilíbrio entre rentabilidade e risco, senão o setor segurador poderá perder a preciosa oportunidade de se apresentar para satisfazer a demanda por soluções de seguros de longo prazo, lacuna que os sistemas públicos de aposentadoria estão deixando.

Encerra este número o “Ranking dos maiores grupos seguradores europeus 2012” em Vida e Não Vida, elaborado pelo Instituto de Ciencias del Seguro. A classificação, em que a Mapfre ocupa a 10a posição, revela que, num ambiente marcado pelas dificuldades econômicas e as baixas taxas de juros, os dez maiores grupos seguradores europeus conseguiram aumentar sua receita em 4,3 por cento em 2012, atingindo um volume de prêmios de 428 bilhões de euros.

O relatório conclui que, de modo geral, o crescimento adveio dos negócios internacionais, principalmente da América Latina e da Ásia, que em alguns casos compensaram a pressão existente nos mercados locais. No caderno nacional, destaque para entrevista com Luciano Calheiros, da corretora Willis.

Para acessar basta clicar no link www.fundacionmapfre.com.br

Mitsui Sumitomo Seguros faz parceria com a CI&T para aumentar competitividade

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A Mitsui Sumitomo Seguros, empresa de seguros subsidiária da Mitsui Sumitomo Insurance Group (MSIG), anuncia que está desenvolvendo em parceria com a CI&T, multinacional brasileira especializada no desenvolvimento e manutenção de sistemas, a implantação do CI&T Insurance Business Services (CI&T IBS). A inovação tem gerado resultados significativos não apenas na área de TI, mas também nas áreas de negócios da seguradora atendidas pela solução.

Segundo Vinicius Martinelli, Head da Vertical de Seguros da CI&T, a solução CI&T IBS é fundamentada em três pilares: o modelo analítico que disponibiliza uma valiosa base de dados para que a seguradora possa tomar decisões mais ágeis e assertivas; o processo de governança que define, acompanha e propõe ações de melhoria dos indicadores chave das áreas de vendas e operações da seguradora; e o suporte e desenvolvimento de aplicações que envolvem um time de especialistas da CI&T com ampla vivência no setor de seguros para o rápido atendimento à Mitsui Sumitomo.

A implantação da solução está dividida em duas fases. A primeira, já em operação, foi responsável por amadurecer e otimizar as atividades de sustentação dos sistemas e desenvolvimento de projetos. Como resultado, aumentou o nível de maturidade e controle, e reduziu de forma significativa os custos de suporte às aplicações. A segunda etapa prevê a implantação de ferramentas de analytics e um processo de governança e melhoria contínua, os quais tornarão a gestão de vendas e perdas da Mitsui Sumitomo mais ativa e permitirão ações rápidas quando resultados previstos não estiverem sendo atingidos.

Para executar a governança da informação e decidir que caminhos seguir, a Mitsui Sumitomo criou um Comitê de Crescimento apoiado por uma equipe da CI&T para avaliar as melhores oportunidades de melhoria de negócio baseadas nos indicadores gerados.

Martinelli destacou também que todo o processo se inicia com a extração dos indicadores de performance da operação atual. Tais dados são levados de maneira segura à nuvem, onde são possíveis análises sofisticadas e o desenvolvimento de informações em dashboards executivos. “Trabalhamos em parceria com o time de negócios e de TI do cliente com o objetivo de avaliar resultados de indicadores, identificar as causas raiz e priorizar onde atuar. Uma vez identificadas as oportunidades, cabe às equipes de projeto ou sustentação criar rapidamente as soluções necessárias para validar as hipóteses levantadas”, completou Vinicius.

Após a implantação da primeira etapa, além do controle total sobre os chamados que são abertos e identificação de suas causas, a Mitsui Sumitomo Seguros pôde registrar uma redução de 50% no número de incidentes reportados. Na evolução do sistema, a partir da inclusão das funcionalidades de analytics, governança de informação e melhoria contínua, a seguradora poderá acompanhar todas as etapas do processo de renovação das apólices com acesso às informações por região, corretor e produto. Ao conhecer melhor o perfil dos segurados, a Mitsui Sumitomo poderá tomar decisões mais ágeis e assertivas a fim de evitar a migração de clientes para outras companhias. Os novos módulos do CI&T IBS permitirão a análise dos resultados provenientes do balanceamento de carteiras de clientes por área; a viabilidade das taxas de conversão de submissões de propostas x vendas efetivas, visitas x novos assegurados, entre outras. Adicionalmente, a seguradora poderá minimizar perdas, por meio da otimização de custos nas apólices e maior eficiência dos processos de reparo dos veículos sinistrados.

De acordo com Giuliano Borro, Diretor de Tecnologias e Operações da Mitsui Sumitomo Seguros, o cliente renova sua apólice baseado em dois importantes fatores: atendimento durante sua experiência como usuário e preço. Giuliano espera que os resultados obtidos com o IBS ajudem a Mitsui a conhecer melhor o perfil de seus clientes de modo que a seguradora possa ofertar serviços personalizados e mais acessíveis a cada segurado.

“Chegamos ao final dessa primeira fase com um nível superior de qualidade organizacional em todos os nossos processos. Sem dúvida, ao final da implantação da próxima etapa, nosso ganho em competitividade será extraordinário. O trabalho intenso e brilhante que a equipe da CI&T tem realizado em conjunto com as áreas de negócios e de TI da Mitsui, vem transformando a forma como lidamos com o nosso negócio. Estamos ansiosos por essa transformação, que contribuirá para levar a Mitsui Sumitomo a um novo patamar, posicionando-a entre as melhores operadoras de seguros do país”, finaliza.

Sobre a Mitsui
A Mitsui Sumitomo Seguros S.A. faz parte do MS&AD Insurance Group, que está presente em mais de 35 países e 400 localidades ao redor do mundo. É o maior grupo segurador do Japão, tendo em suas linhas de negócios seguros de vida, individuais e corporativos, negócios internacionais, serviços financeiros e gestão de riscos.

Com unidades operacionais espalhadas pelas Américas, Ásia e Europa, o Grupo MS&AD é reconhecido como um dos grupos seguradores mais admirados do mundo pela Revista Fortune.

No Brasil há 48 anos, a Mitsui Sumitomo, sempre atenta às mudanças e tendências do mercado segurador, oferece produtos e serviços que buscam atender com excelência às necessidades dos seus clientes. Estrategicamente presente em 13 localidades, dispõe das melhores soluções e proporciona um atendimento rápido e personalizado para cada região.
Para mais informações sobre a Mitsui Sumitomo Seguro, acesse: http://www.mitsuisumitomo.com.br

Sobre a CI&T
A CI&T é uma multinacional brasileira de TI, especializada em desenvolvimento e manutenção de sistemas, que promove inovações capazes de transformar o negócio dos seus clientes. Sua oferta abrange consultoria e outsourcing de aplicações, incluindo mobile, cloud, analytics e social. Utiliza metodologias ágeis fundamentadas em princípios Lean em 100% dos projetos, o que garante interações em todo o ciclo de desenvolvimento, velocidade de entrega e garantia de alinhamento com os objetivos de negócio. Alguns de seus clientes são: Alpargatas, Banco Votorantim, Bayer, BTG Pactual, Cielo, Coca-Cola, Grupo Pão de Açúcar, GVT, Honda, Johnson & Johnson, Makro, McDonalds, MetLife, Mitsui, Natura, NSK, Pfizer, Roche, SulAmérica, TV Globo, Vale e Walmart. Fundada em 1995, tem sede em Campinas-SP, e está também presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Estados Unidos, Europa, China e Japão. Para mais informações, visite: www.ciandt.com ou escreva para imprensa@ciandt.com

Microsseguro tem papel fundamental na sustentabilidade do crescimento dos países

cnseg encerramento_intFonte: Portal de CNseg

“Por que muitas pessoas não compram seguro se o produto tem um benefício essencial para a manutenção do status social?”, indaga Craig Churchill, especialista da Microinsurance Innovation Facility da Organização Internacional do Trabalho (OIT). E ele mesmo responde durante a última palestra proferia na 4ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros, que aconteceu nos dias 6 e 7 em São Paulo, promovida pela CNseg com apoio da Escola Nacional de Seguros. “Porquê têm dificuldade para entender e confiar nas companhias de seguro”, sentencia.

Diante dessa constatação com base em centenas de projetos que acompanha em diversos países, a missão de Craig Churchill é difundir as experiências mundiais como forma de contribuir para que todos desenvolvam projetos de educação financeira viáveis. “Projetos que levam a proteção do seguro para um número cada vez maior de pessoas”, afirmou.

Para ele, que se declara um apaixonado pelo tema, o seguro tem um papel fundamental na sustentabilidade do crescimento dos países, uma vez que traz suporte financeiro para aqueles que registram perdas eventuais. “Nosso desafio é trazer para o mercado aquelas pessoas que desconhecem a proteção financeira que pode permitir que retomem suas vidas e seus negócios diante de acidentes. E a melhor maneira de ajudar as pessoas a entender o que é seguro é pagando o seguro justo e rapidamente”, afirmou o especialista.

A primeira missão da organização é aumentar a confiança da sociedade nas instituições do seguro. “A Microinsurance existe desde 2008 e queremos dar mais acesso às pessoas que não estão no mercado. É assim que participamos desse processo”, explicou. A fundação, que conta com recursos de gigantes como Bill Gates, dá bolsas para empresas, como fez com a Bradesco Seguros, no intuito de compartilhar experiências. “É uma agenda internacional e há muita coisa a ser aprendida. O que temos no Brasil é algo bem diferente do que vemos no Quênia, por exemplo, mas entendemos que as duas experiências são importantes para serem divulgadas a todos.”

A agenda da instituição de microsseguros é pautada por vários itens vitais para a estratégia de negócio, desde o crescimento das vendas, inclusão social, desenvolvimento de canais de distribuição, parcerias públicos privadas, bem como o lucro. “Quatro entre dez empresas entram em mercados novos motivadas por lucro e para expandir a marca socialmente. E temos nas camadas sociais mais carentes um grande mercado potencial, que se bem assistido, se tornará consumidor”, comenta.
Ele conta que os bancos são os maiores canais de distribuição, mas a cada dia surgem novos canais para o desenvolvimento do microsseguros. Segundo ele, pequenas instituições de financiamento como cooperativas se mostram um projeto vencedor. Ao contrário de locais de fé, como igrejas, que apresentam resultados ruins.

Outra tendência mundial citada por Churchill é fazer a venda de seguro ser a atividade principal dos canais alternativos, pois se há um problema com a principal fonte de renda, os investimentos feitos em seguros se perdem, uma vez que o vendedor vai se dedicar a sua atividade principal, deixando a cultura de seguro em um plano secundário.

Uma constatação dos estudos sob a tutela do especialista é que o seguro de vida é lucrativo. Já o de saúde é mais difícil de se chegar a um ponto de equilíbrio. Ele também citou que o modelo independente de microssseguro é mais desafiador no longo prazo. “Os projetos que usam a infraestrutura de uma grande empresa, com portfólio misto, tendem a apresentar melhor rentabilidade”, contou. Outra dica do especialista é ter uma perspectiva de longo prazo quando o negócio é microsseguro. “Tanto em relação ao lucro como a escalda”, resume.

Quanto às Parcerias Público Privada, o especialista afirmou que cada dia registra novas histórias de sucesso, que podem mudar o cenário de um país. “A empresa tem de confiar no governo para que o mercado privado possa passar confiança ao consumidor. As áreas agrícolas e de catástrofes naturais são as que mais têm projetos deste tipo, citou. O equilíbrio mágico do microsseguro é uma tendência, ou seja, a busca de soluções que beneficiem os clientes e as seguradoras, finalizou Graig Churchill.

Questionado por Eugenio Liberatori Velasques, presidente da comissão de microsseguros e seguros populares da CNseg, sobre qual o erro que não devemos cometer no Brasil, o especialista foi rápido na resposta. “A questão da educação financeira está em nosso objetivo, mas gostaria de ter certeza de que estamos complementando os serviços prestados. É importante criar uma base de cliente novos, de forma mais efetiva do que a distribuição de folhetos.”, respondeu.

Sincor-SP reforça representatividade em encontro com Fenacor e Susep

sincorrelease

Em um de seus primeiros trabalhos, a nova diretoria do Sincor-SP, que no tomou posse no último dia 1º de maio, promoveu um evento com mais de 300 participantes do mercado de seguros, na terça-feira (06/05), em São Paulo, entre corretores de seguros, alto escalão de seguradoras e dirigentes de entidades.

O novo presidente do Sindicato, Alexandre Camillo, e sua diretoria receberam para o “Bate-Papo com o Mercado de Seguros” o superintendente da Susep Roberto Westenberger, bem como o deputado federal e presidente da Fenacor, Armando Vergílio.

Camillo explicou que o evento ainda não era a festividade de posse, mas um dia de trabalho, que é a predisposição maior da nova gestão. “Queremos agora transformar tudo aquilo que eram propostas em realidade. Esse encontro contextualiza isso, pois dizíamos em campanha que queríamos ter o papel de integração e conciliação com todo o mercado. Sem dúvida nosso trabalho será em prol do corretor de seguros. Esse profissional integra uma cadeia que precisa estar em perfeita sinergia: categoria, órgão regulador e parceiros seguradores”, declarou. Em seguida, Camillo pediu à Susep uma atuação que estimulasse um ambiente de desenvolvimento do corretor de seguros, de modo a alavancar os resultados da indústria.

Armando Vergílio reforçou que o Sincor-SP é o maior sindicato de corretores do país e por isso se sentia motivado com o trabalho da nova gestão. “Saúdo a entrada de novos dirigentes, fazendo uma renovação integrada com aqueles que já construíram há algum tempo a história da nossa categoria. Estaremos prontos para, de forma sinérgica, empreender as ações que contribuírem para o bem e o desenvolvimento dos corretores de seguros. Podem contar comigo”.

Roberto Westenberger revelou a satisfação em participar do evento, pois em seu trabalho sempre esteve perto das seguradoras, mas quer agora se aproximar dos corretores. “É a primeira vez que um atuário assume a superintendência da Susep, sou técnico e tenho agora o maior desafio, principalmente em política, e vou contar com o apoio dos líderes do setor para direcionar nossa atuação e poder ao interesse maior que é o do país”.

Westenberger afirmou ainda que a Susep vê o corretor de seguros como um profissional indispensável para a boa prestação de serviços ao consumidor. Ele também divulgou o plano de gestão da autarquia sustentado por seis pilares: 1) valorização do servidor da Susep; 2) equilíbrio entre as entidades, empresas e profissionais do mercado de seguros; 3) modernização dos trâmites do órgão, baseando-se em gestão de risco; 4) desenvolvimento do mercado e lançamento de produtos; 5) internacionalização do relacionamento da Susep com os órgãos congêneres mundiais; e 6) capacitação dos profissionais da cadeia produtiva do setor, como também do consumidor, para a promoção eficaz do seguro.

Reuters: Aposta ruim da Pimco em emergentes é mais um problema para gestora

JENNIFER ABLAN E GUILLERMO PARRA-BERNAL – Reuters

A aposta em mercados emergentes levou a perdas para muitos no ano passado, mas entre grandes investidores poucos apostaram tão errado como a Pacific Investment Management Co (Pimco), a empresa gigante de bônus que recentemente foi manchete pela relação turbulenta de seus dois principais gestores.

Embora muita atenção venha sendo dada aos desafetos entre seu co-fundador Bill Gross e o ex-presidente-executivo Mohamed El- Erian, e o fraco desempenho de seu principal fundo Total Return Fund, poucos têm tomado conhecimento de que a Pimco falhou em investimentos em dívida de mercados emergentes. Em particular, a Pimco fez algumas apostas inoportunas no Brasil, no México e na Rússia.

A gestora fez substancial investimento em empresas que passaram do céu ao inferno, como a petroleira Óleo e Gás, ex-OGX e controlada por Eike Batista, que apenas dois anos atrás era estimado o sétimo homem mais rico do mundo, mas cujo império de negócios em grande parte já se desintegrou. Gross, El- Erian e um porta-voz da Pimco se recusaram a comentar para esta reportagem.

Investidores já retiraram quase 2 bilhões de dólares dos fundos de dívida de mercados emergentes da Pimco nos quatro primeiros meses deste ano, de acordo com dados da Morningstar, com saída de 639 milhões de dólares só em abril. Em comparação, esses mesmos fundos tiveram resgate líquido de 2 bilhões de dólares em todo o ano passado.

Os erros sugerem que a Pimco, que é propriedade da alemã Allianz, pode ter sido tentada a abrir mão dos baixos retornos disponíveis a partir de investimentos mais seguros de títulos para fazer apostas exageradas em mercados mais arriscados, segundo consultores de fundos.

Os quase 2 trilhões de dólares sob gestão da Pimco lhe dão a capacidade de desempenhar um papel dominante no Tesouro dos Estados Unidos e em outros grandes mercados de dívida soberana, mas tal vantagem não existe com títulos de dívida emergente de baixa liquidez, onde grandes investimentos podem ser difíceis de sair e perdas podem ocorrer quando os preços estão caindo.

A Pimco provavelmente caiu em um “círculo vicioso”, com investimentos errados motivando a saída de investidores e a gestora se vendo obrigada a vender bônus em um mercado volátil, levando os preços dos ativos ainda mais para baixo, disse o diretor da empresa de pesquisa de fundos mútuos S&P Capital IQ, Todd Rosenbluth.

MINERADORA NA MONGÓLIA

Investimentos problemáticos da Pimco nos últimos dois anos incluem uma empresa de mineração da Mongólia, companhias do setor imobiliário no México e uma produtora de açúcar e etanol no Brasil.

A empresa também fez grandes investimentos na Rússia, enquanto o presidente Vladimir Putin ordenava a invasão da Crimeia e a inquietação no leste da Ucrânia crescia, provocando sanções ocidentais contra Moscou. A Pimco tem dito que os preços dos títulos de dívida na Rússia caíram para níveis atrativos, ainda que veja riscos.

“Embora a desaceleração da crise seja nosso cenário-base, potenciais erros de cálculo não podem ser descartados”, disse a Pimco no relatório de investimentos do primeiro trimestre, publicado em 31 de março.

A Rússia era o país em que a Pimco tinha maior exposição no portfólio de títulos corporativos de dívida de emergentes, com perto de 25 por cento de participação no fim de março, de acordo com dados do site da empresa. Os preços de dívida russa caíram 12 por cento e o rublo teve desvalorização superior a 8 por cento até agora em 2014.

As estatísticas de performance refletem tais variações.

O Pimco Emerging Local Bond Fund de 10,86 bilhões de dólares, que investe principalmente em títulos do governo em moeda local em países emergentes, declinou quase 11 por cento em 2013, ficando atrás de 88 por cento de fundos semelhantes na indústria. Este ano, as coisas têm melhorado, mas esse fundo da Pimco ainda está 52 por cento pior que outros pares, de acordo com Morningstar.

O Pimco Emerging Markets Fund Corporate Bond –com patrimônio de 1,37 bilhão de dólares e que investe em títulos de renda fixa emitidos por empresas em mercados emergentes– também sofreu, com retorno negativo de 1,89 por cento nos 12 meses até 30 de abril, contra uma ligeira oscilação positiva de 0,002 por cento no índice de referência JPMorgan Corporate Emerging Markets Bond Index Diversified, ou Cembi.

A culpa por pelo menos parte do mau desempenho do Total Return Fund, com seus 232 bilhões de dólares em ativos, pode ser atribuída ao impacto de seus 6 a 8 por cento de recursos aplicados nos países emergentes nos últimos 12 meses. O fundo, cuja carteira é composta principalmente por títulos do Tesouro dos EUA e papéis de dívida lastreados em hipotecas, tem visto uma enorme saída de 55 bilhões de dólares desde maio passado.

EIKE BATISTA

Na verdade, a aposta em empresas de países emergentes têm afetado também o desempenho de fundos geridos por alguns dos maiores rivais da Pimco, incluindo grandes nomes de Wall Street como BlackRock, Morgan Stanley e Goldman Sachs.

E embora a Pimco tenha passado tempos mais difíceis nos últimos dois anos, o seu histórico de investimentos de longo prazo para um empresa de seu tamanho é incomparável.

Os fundos de bônus de mercados emergentes da Pimco são também de alguma forma longe de ter o pior desempenho neste ano –no primeiro quadrimestre, seus quatro fundos no setor foram classificadas em 43o, 53o, 68o e 81o de um total de 100, de acordo com a Morningstar.

Mas tais posições na tabela estão muito longe dos dias quando a aposta ousada e altamente rentável de El- Erian em títulos públicos do Brasil em 2002, quando outros tinham preocupações infundadas sobre o eleição de um governo de esquerda, ajudou a fazer a reputação da Pimco de um ‘player’ forte na gestão de recursos.

Talvez a maior falha da Pimco em mercados de dívida de países emergentes tenha sido o investimento na ex-OGX, de Eike.

A fortuna do empresário brasileiro sucumbiu de estimados 30 bilhões de dólares em março de 2012 para menos de 300 milhões de dólares dois anos depois, de acordo com a revista Forbes, devido, principalmente, à combinação de uma grande dívida com investimentos em ativos que não conseguiram produzir retornos.

O império de Eike já estava começando a entrar em colapso quando a Pimco acumulou uma grande posição em bônus da petroleira com vencimento em 2018 e 2022. Fontes familiarizadas com a situação disseram à Reuters estimar que a posição chegou a 800 milhões de dólares em maio do ano passado.

A Pimco se recusou a responder perguntas sobre sua posição em bônus da OGX. A petroleira protagonizou o maior pedido de concordata da história corporativa da América Latina em outubro passado, com mais de 5 bilhões de dólares em dívidas.

O valor de face dos títulos de dívida da empresa no exterior com vencimento em 2022 caíram 93,7 por cento em 2013. De acordo com uma das fontes, as perdas da Pimco com seu investimento na rebatizada Óleo e Gás estão até agora estimadas em mais de 300 milhões de dólares.O momento das compras dos bônus da petroleira pela Pimco foi particularmente desconcertante, disseram as fontes.

A gestora de portfólio de mercados emergentes Su Fei Koo, da DoubleLine Capital, uma das principais concorrentes da Pimco, disse: “Todo mundo estava animado com a OGX por volta de maio de 2011 –logo antes que emitiu bônus– e eu pensei: ‘Aqui está uma empresa sem geração de caixa e sem ter descoberto petróleo'”. Ela disse não ter visto nenhuma melhora nas perspectivas de crédito da companhia e decidiu não comprar os bônus. Não está claro quem na Pimco tomou a decisão de investir em títulos de dívida Óleo e Gás.

De acordo com o analista Eric Jacobson, da Morningstar, o chefe global de gestão de bônus corporativos, Mark Kiesel, e sua equipe de crédito abriram o caminho na cobertura da petroleira pela Pimco. Kiesel recentemente foi promovido a um dos seis vice-presidentes de investimentos da Pimco abaixo de Gross, na esteira da saída de El- Erian.

Kiesel teve reunião privada com Eike no fim de 2012, meses antes de a dívida da petroleira ter ficado sob pressão de venda forte, e em um momento em que Pimco estava montando posições em títulos de dívida, disse uma pessoa familiarizada com a situação à Reuters.Os resultados dessa reunião não puderam ser verificados.

Brigitte Posch, que liderou a área de investimentos em dívida corporativa emergente na Pimco até o fim do ano passado, não quis comentar esta reportagem. Ela agora está liderando uma nova equipe de investimentos de dívida de mercados emergentes da Capital Management Babson, em Londres.

Seu último chefe na Pimco, Michael Gomez, que é co-responsável pela gestão de carteiras para mercados emergentes da empresa, também não quis se pronunciar.A Pimco recusou-se a disponibilizar Kiesel para comentar o assunto.

A Óleo e Gás se recusou a comentar o assunto. Os esforços para encontrar Eike para esta matéria foram infrutíferos. Os advogados e os bancos de investimentos atuando como conselheiros de Eike, da Pimco e de algumas empresas de gestão de investimentos envolvidas no plano de reestruturação da petroleira também não quiseram falar.

Entre as participações que o fundo de dívida de empresas de emergentes da Pimco fez no ano passado estão títulos de dívida emitidos pela produtora de carvão da Mongólia Mining Corp, que caíram 30 por cento em 2013, com os preços do carvão recuando para uma baixa recorde.

Outro investimento da Pimco foi feito nas construtoras mexicanas Corporación GEO SAB –que pediu concordata em março–, na Urbi Desarrollos Urbanos SAB e na Desarrolladora Homex SAB, que têm lutado contra restrições a subsídios governamentais para projetos nas periferias e visto queda no valor de seus terrenos. Os preços de seus bônus caíram pelo menos 50 por cento no ano passado.

No fim do ano passado, a Pimco também tinha bônus da produtora de açúcar e etanol brasileira Aralco SA Indústria e Comércio, que em março deste ano entrou em concordata após os preços do açúcar caírem para a mínima em três anos. Não está clara qual a responsabilidade direta de Gross e de e El- Erian nos investimentos de retorno ruim.

Mas Gross no ano passado estava incentivando investimentos no Brasil e no México pouco antes de suas moedas se desvalorizarem. Em janeiro deste ano, Gross mudou sua visão, ao afirmar em um evento que o Brasil não era mais o mercado emergente de grande preferência da Pimco.

No fim de abril, no entanto, Kiesel escreveu em relatório a clientes de que ele é “mais otimista” sobre o Brasil depois de uma viagem recente e que vê oportunidades em títulos soberanos e de dívida de empresas brasileiras, incluindo os da estatal Petrobras.