Com aporte de R$ 59 milhões, RSA Seguros muda estratégia de negócios para crescer no Brasil
A RSA Seguros, um dos maiores grupos seguradores do mundo, apresenta sua nova estratégia de negócios para o mercado brasileiro nos próximos três anos. A Empresa intensificará os investimentos em quatro pilares estratégicos: Transportes, Automóvel Frotas, Seguros para Pequenas e Médias Empresas e Afinidades. Esse redirecionamento estratégico fortalecerá esses quatro pilares de atuação da Organização, o que deverá tornar o negócio mais sustentável e valioso.
De acordo com o CEO da RSA Seguros Brasil, Thomas Batt, a operação brasileira atuará em um modelo de negócio mais eficiente para buscar melhor rentabilidade e oferecer excelência em serviços para corretores e clientes. “A RSA Seguros possui no seu DNA a oferta de produtos e serviços de qualidade e que sejam geradores de negócios rentáveis. Após análises criteriosas que avaliaram oportunidades de crescimento e competitividade, a Organização decidiu focar nos pilares de negócios em que somos reconhecidos pela proposta de valor diferenciada e com potencial de crescimento de receita e lucratividade”, esclarece Thomas.
Com esse direcionamento, a partir de 1º de junho de 2014, a RSA Seguros deixará de comercializar os seguros dos produtos de Engenharia, Empresarial (com limite máximo de garantia acima de R$ 15 milhões), Responsabilidade Civil (sem estar atrelado aos produtos- foco) e Riscos Diversos. A Empresa honrará seu compromisso e optou por estar próxima dos seus corretores, centrais de negócios, clientes e parceiros, para garantir a continuidade dos serviços e o atendimento durante o período de vigência das apólices.
Thomas ressalta ainda que o objetivo desse novo posicionamento é fortalecer os quatro pilares de atuação da Companhia. “Dessa forma, esperamos um crescimento sólido nos pilares Transportes – no qual somos líder no segmento de embarcadores -, Automóvel Frotas – no qual somos referência de mercado -, Seguros para Pequenas e Médias Empresas e Afinidades, com potencial para alavancar negócios. A Empresa segue firme no propósito de oferecer produtos e serviços com excelência, e a implantação de mudanças em processos-chave promoverá melhorias significativas nos serviços para corretores e clientes”, comenta.
A RSA Seguros desenvolveu uma proposta de valor sob medida para corretores, centrais de negócios, clientes e parceiros, com produtos e assistências diferenciados. A solidez da RSA Seguros e a experiência de mais de 60 anos no mercado garantem soluções inovadoras e capacidade financeira para pagamentos de indenizações. Além disso, conta com equipes especializadas e capacitadas em cada um dos pilares estratégicos, que garantem maior agilidade nas respostas para corretores, centrais de negócios, clientes e parceiros.
Lojacorr inaugura em São Paulo o primeiro Broker Office para corretores acionistas
O bairro do Tatuapé, na Zona Leste da capital paulista, será o primeiro a ganhar uma unidade do inédito Broker Office da Lojacorr S.A. Para beneficiar seus acionistas, a maior rede de corretoras de seguros do país está investindo no moderno conceito de espaço de trabalho compartilhado, que oferece aos corretores a chance de fugir dos altos preços de aluguel de salas comerciais, com a vantagem de usufruir de um ambiente planejado para a atividade de corretagem e completa infraestrutura.
O Broker Office do Tatuapé, que será inaugurado no dia 28 de maio, ocupa uma área de 250 m2, subdividida em nove salas, das quais cinco individuais (para o corretor e até um funcionário); três salas compartilhadas (cada uma com capacidade para até quatro corretores); além de sala de reunião. O local também abrigará em espaço próprio a Unidade de Negócios São Paulo da Lojacorr, comandadas por Julio Tucci, diretor comercial, e Luiz Longobardi, diretor regional.
“O Broker Office também é ideal para os corretores que atuam em espaços cedidos por seguradoras ou dentro delas e que, devido ao comprometimento com a empresa, não conseguem expandir sua produção”, diz Julio Tucci. Ele explica que no espaço de trabalho compartilhado criado pela Lojacorr os corretores acionistas terão mais opções de companhias para oferecer soluções mais adequadas às necessidades e perfil dos seus clientes. “O corretor poderá operar de forma independente com as seguradoras que quiser, mas sem vínculo com nenhuma, utilizando 100% a Lojacorr”, disse.
Além da Zona Leste, a Lojacorr tem planos de expandir o Broker Office para todas as regiões da capital, Grande São Paulo e interior, e, ainda, outros estados. Segundo o diretor, a Unidade de Negócios da Lojacorr entra com a locação da sala comercial, subdivide o espaço em áreas individuais e de uso comum, e arca com todos os investimentos iniciais.
A infraestrutura oferecida pela Lojacorr inclui a aquisição de mobiliário, divisórias, equipamentos etc. “O corretor acionista entra apenas com um valor mensal, que é descontado de sua produção, no qual já estão inclusas as despesas de aluguel da sala, infraestrutura, limpeza, água e luz”, diz. “Apenas o telefone não faz parte da estrutura”, acrescenta.
Ele destaca, ainda, outras vantagens do Broker Office, como a dispensa de avalista, fiador e de outros trâmites burocráticos, já que o espaço é locado pela Lojacorr; baixo custo de instalação, pois não há necessidade de reforma, pintura e investimentos em infraestrutura; uso compartilhado de equipamentos e mobília; e uso da sala de reunião para receber clientes.
Para o diretor regional Luiz Longobardi um dos maiores benefícios para os corretores acionistas que utilizarem o Broker Office é o aumento de networking. “O conceito de grupo já faz parte do modelo de negócio da Lojacorr, que é uma rede de corretoras. O Broker Office possibilitará aos corretores a troca de experiências comerciais e técnicas. É um espaço para eles empreenderem e prosperarem”, diz.
Lei do Desmonte Legal de veículos é sancionada pela presidenta Dilma Rousseff
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A Lei Federal 12.977, que regula e disciplina a atividade de desmontagem de veículos automotores terrestres no Brasil, acaba de ser sancionada pela presidenta Dilma Rousseff. As novas regras começam a vigorar em um ano. A expectativa do mercado de seguros é de que haja uma grande redução dos índices de roubos e furtos de veículos no país, além da possibilidade da criação de novos produtos voltados para veículos com mais de cinco anos.
Para o diretor-executivo da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Neival Rodrigues Freitas, a nova regulamentação é um marco para o setor e beneficia a sociedade como um todo. “As novas regras para desmontagem de veículos estão diretamente ligadas ao combate à violência e à criminalidade. Em 2013, cerca de 470 mil veículos foram roubados ou furtados no Brasil e menos da metade deles, 234 mil, foram recuperados. Do total de veículos que não são recuperados, a maior parte tem como destino os desmanches ilegais”, afirma o executivo, ressaltando que o latrocínio é uma das principais causas de morte no país.
Com a nova lei federal, a empresa de desmontagem deverá estar registrada no Departamento de Trânsito (Detran) de seu estado, ter inscrição nos órgãos fazendários e possuir alvará de funcionamento expedido pela autoridade local. Além disso, a lei prevê a criação de um banco de dados nacional de registro das peças que serão reutilizadas, conforme regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
Freitas ressalta ainda que as peças usadas e com origem comprovada permitirão que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) desenvolva produtos específicos, destinados a proprietários de veículos com mais de cinco anos – hoje, um mercado de 30 milhões de veículos no Brasil. “A nova regulamentação não permite a comercialização direta das peças de segurança, como sistemas de freios e suspensão, entre outras. Estas terão destino sustentável e poderão retornar para os próprios fabricantes ou serão vendidas como matéria-prima para a indústria siderúrgica”, explica, destacando a importância da lei no impacto do meio ambiente com o descarte adequado de resíduos fluidos e sólidos. “A geração de novos empregos formais, o aumento da arrecadação de impostos e a redução das fraudes em seguros são outros benefícios importantes que chegam com a nova lei federal”, conclui.
Mercado quer ampliar seguro de exportações no Brasil
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A necessidade de ampliar o seguro de exportações no Brasil foi um dos destaques durante o Encontro Internacional IUMI Spring Meeting, realizado pela primeira vez no Brasil na última quinta-feira, 22, no Rio de Janeiro. Organizado pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) e a International Union of Marine Insurance (IUMI), em parceria com o IRB Brasil Re, o evento reuniu representantes de seguradoras e resseguradoras nacionais e internacionais e representantes de entidades brasileiras e europeias.
Na abertura do Encontro, o presidente da FenSeg Paulo Marraccini destacou a importância do evento para ampliar a troca de experiências do Brasil com países com maior expertise no seguro de transportes. “A contribuição internacional trazida pelo IUMI é de extrema valia para nós. Queremos incrementar ainda mais o intercâmbio entre as entidades”, ressaltou. Já o presidente da IUMI Ole Wikborg ressaltou o desafio de ser uma organização internacional. “Precisamos entender as necessidades dos clientes e como podemos contribuir para o seu desenvolvimento”, explicou, lembrando o potencial dos transportes marítimos.
Só em 2012, o mercado marítimo internacional movimentou US$ 33,05 bilhões, sendo 50% na Europa, 28,6% na Ásia e 8,8% na América Latina, na qual o Brasil ocupa o topo do ranking dos países que mais arrecadam na carteira, com 38,38%. México e Venezuela estão logo atrás, com 23,23% e 7,19%, respectivamente. No período, o seguro de transportes de cargas respondeu por 53,4%, o seguro de cascos por 25,7%, o seguro de responsabilidade civil do transportador por 15,7%, e o seguro de offshore/energia, com coberturas patrimoniais, cerca de 5,2%. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mostram que, entre 2010 e 2013, o número de exportações foi maior do que o de importações, sendo 242.179 contra 239.621.
Gargalos logísticos
Entre os desafios, o diretor da Chubb Seguros Amilcar Spencer Fryszman lembrou que o enfrentamento aos gargalos logísticos, como aumento do tempo de trânsito, agravação e acúmulo de riscos e falta da modernização dos portos, é um dos principais. “Cerca de 60% dos transportes são feitos via rodovias, mas há uma carência de mão-de-obra e de veículos adequados”, explicou.
O executivo destacou ainda que o Brasil é líder no gerenciamento de risco do roubo rodoviário, mas é necessário atingir o mesmo padrão na gestão de outros riscos, como acidentes, incêndios e carga e descarga. “Para evitar acidentes, são necessárias medidas de treinamento e educação, técnicas de direção defensiva, todas que levam certo tempo. Para as outras, é necessário quebrar o paradigma de que no Brasil só acontece roubo das cargas”, lembrou.
Começam as inscrições para o Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros
Já estão abertas as inscrições para a quarta edição do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, criado pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) em 2011. Com o objetivo de estimular o aprimoramento das relações entre a indústria de seguros e seus públicos de interesse, o Prêmio apoia a adoção de ideias inovadoras, que contribuem para delinear o perfil do setor no futuro.
As inscrições acontecem até o dia 30 de setembro, devendo ser realizadas no hotsite da premiação (www.premioseguro2014.com.br). Os projetos concorrentes precisarão se enquadrar em uma das seguintes categorias: “Produtos e Serviços”, “Processos” e “Comunicação”. O 1º lugar de cada uma delas receberá como prêmio o valor de R$20 mil, enquanto o 2º e o 3º receberão R$10 mil e R$5 mil, respectivamente.
Colaboradores de empresas de seguros, previdência privada, saúde suplementar, capitalização, resseguros, corretoras e corretores de seguros pessoa física poderão participar. Os vencedores serão conhecidos durante evento de confraternização do mercado segurador, que será realizado em 16 de dezembro no Rio de Janeiro.
Com um número cada vez maior de trabalhos inscritos, o Prêmio vem se consolidando como importante incentivador de práticas inovadoras na área securitária. A iniciativa é uma das mais importantes da CNseg, na medida em que reforça, por meio desse estímulo aos colaboradores do mercado de seguros, o papel do setor como agente fundamental do desenvolvimento socioeconômico do país.
Novidades no regulamento
Os critérios de avaliação foram reformulados para se adequarem à nova proposta do Prêmio, na qual o quesito de maior peso será a inovação. Os projetos serão ainda pontuados de acordo com a sua relevância para o negócio, os aspectos de implementação e o conjunto do trabalho.
Os nove finalistas, sendo três de cada categoria, participarão também de uma segunda etapa, em que terão a oportunidade de defender seus projetos presencialmente para a Comissão Julgadora, composta por profissionais reconhecidos nas áreas acadêmica, de seguros, de inovação e da imprensa. A fase será decisiva para a colocação final dos vencedores.
Sobre Antônio Carlos de Almeida Braga
Nascido em 1926, filho de engenheiro português dos setores imobiliário e de seguros, Antônio Carlos de Almeida Braga fez da Companhia Atlântica uma das maiores seguradoras da América Latina, vendida para o Bradesco em 1984. Foi ainda o fundador, posteriormente, da Icatu Seguros.
Por seu caráter, sua generosidade e, principalmente, sua trajetória profissional, sempre ligada à inovação, Antônio Carlos de Almeida Braga é praticamente uma lenda viva do setor de seguros e incontestável homenageado pela CNseg com o Prêmio em seu nome.
Capemisa aposta em seguro escolar
A Capemisa Seguradora reinicia a na próxima segunda (26) a comercialização do Seguro Escolar CAPEMISA, voltado para instituições de Ensino Fundamental e Médio de todo o País. O seguro de acidentes pessoais coletivo apresenta coberturas e serviços exclusivos que atendem necessidades específicas das instituições de ensino, como a Assistência Apoio Emocional, que oferece a orientação e indicação de rede de psicólogos para serviços de psicoterapia em situações de forte impacto emocional, além de serviços de assistência escolar em casos de saúde, como transporte hospitalar e aulas de reposição e de reforço, também em casos de acidentes. Os segurados contam também com até quatro sorteios mensais de valores até R$ 50 mil.
Serviços de Assistências
Aulas de reforço escolar
Serviços de Conveniência
Transmissão de mensagens urgentes
Apoio Emocional
Assistência Funeral
Remoção Inter-hospitalar
Prolongamento de estadia após alta hospitalar
Retorno à residência após alta hospitalar
Transporte para frequência às aulas (exclusivo para aluno em caso de acidente)
Aulas domiciliares para reposição das aulas perdidas (exclusivo para aluno em caso de acidente)
Warren Buffett entra com segunda empresa no mercado ressegurador brasileiro
Enquanto muitos brasileiros não acreditam no Brasil, o megainvestidor Warren Buffett aposta suas fichas no mercado segurador brasileiro. Enfim, não foi à toa que ele construiu um dos maiores impérios do mundo. Entra na hora certa nos mercados. A Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou hoje a Berkshire Hathaway International Insurance Limited a atuar como ressegurador eventual no Brasil. O grupo já atua no Brasil por meio da General Re, resseguradora admitida, há pouco mais de um ano.
E não é só Warren Buffett que investe no mercado segurador brasileiro. João Francisco, CEO da subsidiária brasileira da alemã HDI convoca os acionistas para Assembléia Geral Extraordinária, a realizar-se no dia 30 de Maio de 2014, às 11:00 para aumento de capital social por subscrição em dinheiro e reforma do estatuto social, com vistas a refletir o aumento de capital social da companhia. Vale lembrar que o grupo HDI é um dos interessados na carteira de grandes riscos do Itaú.
Valor Econômico promove seminário sobre mercado segurador no dia 28 de maio, no RJ
O setor de Previdência, Seguros e Resseguros no Brasil amadureceu de forma muito rápida e consistente. O aumento de renda da população, ampliação da expectativa de vida, acesso a novos bens, mudança no perfil demográfico, têm colocado novos desafios ao mercado. Em função disso, o jornal Valor Econômico organizou o seminário O Futuro do Mercado de previdência, seguros e resseguros, que acontece no próximo dia 28, no auditório do BNDES, no Rio de Janeiro. Patrocionado pela CNseg, IRB Brasil Re, Abrapp e Instituto San Thiago Dantas, o evento conta com palestras de Roberto Westenberger, titular da Susep, Paulo Marracini, presidente da FenSeg, José Ribeiro Pena Neto, Diretor-presidente da Abraap, Ricardo Pena, Diretor-Presidente da Funpresp e Adacir Reis, Presidente do Instituto San Tiago Dantas de Direito e Economia.
Mais informações no site http://www.valor.com.br/seminarios/resseguros
Geneva Association divulga Declaração de Riscos Climáticos
Chefes executivos de 66 das principais seguradoras do mundo, entre estes, o presidente do Conselho de Administração da SulAmérica Seguros, Patrick Larragoiti, assinaram ontem, dia 20, a Declaração de Riscos Climáticos da Geneva Association, um conjunto de princípios orientadores sobre o papel que o seguro pode desempenhar nos esforços globais para combater os riscos relacionados às mudanças climáticas.
A declaração pretende fornecer os alicerces das futuras iniciativas da Geneva Association relacionadas ao clima, tendo sido concluída na última sexta-feira, dia 16 de maio, durante a Assembleia Geral Ordinária da Geneva Association em Toronto, no Canadá.
O ex- vice-presidente dos Estados Unidos e presidente da Generation Investment Management, Al Gore, disse, na ocasião, que: “a indústria de seguros tem, há muito tempo, tomado a iniciativa no combate aos riscos climáticos e, com esta Declaração, se compromete a fazer ainda mais. É uma indústria que tem a capacidade de trabalhar com os formuladores de políticas na mitigação dos riscos relacionados ao clima. A maioria das pessoas não querem pensar sobre o risco a longo prazo. Agora que o nosso mundo está enfrentando os riscos mais graves que já enfrentou, devemos recorrer ao setor de seguro como fonte de conselho. Por sua vez, as seguradoras devem verbalizar mais sobre os desafios que identificam.”
Para o presidente da Axis Capital e co-presidente do grupo de trabalho de Eventos Extremos da The Geneva Association, Michael Butt, “a Declaração de Riscos Climáticos fornece um ponto de referência para os decisores políticos, organizações não governamentais, clientes, bem como a própria indústria de seguros, sobre as maneiras pelas quais o seguro pode complementar os esforços globais de mitigação e de adaptação às mudanças climáticas”
Já o presidente da Tokio Marine e co-presidente do Grupo de Trabalho de Riscos Climáticos e Eventos Extremos, Shuzo Sumi, disse que: “diante do aumento dos custos econômicos causados por desastres relacionados com o clima, é fundamental que todo o potencial de seguros e resseguros seja aproveitado de forma eficaz.”
As empresas associadas à Geneva Association, entre estas as brasileiras Bradesco e Itaú, além da já citada SulAmérica, têm prêmios brutos acima de US$ 2.1 trilhões, agregando um total de ativos de mais de US$ 14,9 trilhões, empregando mais de 2 milhões de pessoas e atendendo a clientes em mais de 140 países.
Veja abaixo a íntegra da declaração:
Declaração dos Riscos Climáticos da “The Geneva Association”
O novo Quinto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) indica fortemente que as mudanças climáticas estão acontecendo, que as interferências humanas são materiais e que as mudanças estão acontecendo mais rápidas do que foi projetado anteriormente. A perspectiva de mudanças climáticas extremas e suas potenciais consequências econômicas e sociais devastadoras são de grande preocupação para o setor de seguros.
Contra essa conjuntura, nós, os líderes das maiores seguradoras e resseguradoras do mundo, reunidos na “The Geneva Association”, queremos fazer com que conheçam nossa visão através das seguintes mensagens principais.
Clientes
Estamos empenhados em melhorar as nossas capacidades de pesquisa, a fim de proporcionar uma melhor avaliação e gestão dos riscos climáticos. Nós promovemos esforços de mitigação ao desenvolver produtos que incentivam a compensação ou redução dos níveis de emissão de gases de efeito estufa.
Estamos dispostos a criar produtos de seguro para apoiar projetos de desenvolvimento de energias que emitem menos carbono e ajudar a atrair investimentos para esses projetos. Como um dos principais investidores institucionais, o setor de seguros incentiva os esforços de mitigação e adaptação, como investir em projetos de energia de baixa emissão de carbono.
Decisores políticos
A indústria de seguros está preparada para ajudar a combater os riscos climáticos através da cooperação ativa na adoção de códigos de construção ou meios semelhantes que incentivem o uso de práticas sustentáveis.
Nós oferecemos trabalhar estreitamente com os decisores políticos, comunicando aos nossos clientes os seus níveis de risco climático, possíveis estratégias de mitigação e adaptação, e em quantificar os benefícios financeiros dessas estratégias.
A indústria de seguros fornece soluções inovadoras para questões de riscos climáticos. Estas incluem o financiamento de pesquisas relevantes e o fornecimento de ferramentas aos seus clientes para avaliar e poder agir frente ao risco climático.
Reconhecemos o significativo benefício em mutualizar os riscos climáticos. Apelamos aos decisores políticos para coletar dados robustos e torná-los disponíveis gratuitamente a fim de que permitam a avaliação dos riscos e facilitem soluções eficientes onde os prêmios são baseados no risco.
Nações Unidas
A indústria de seguros está singularmente posicionada para oferecer serviços especializados para os países e as empresas que enfrentam os riscos climáticos em todo o mundo.
As seguradoras têm a expertise para desenvolver uma ampla gama de soluções de seguros privados a preços acessíveis para os riscos climáticos.
Os mecanismos de seguros são ferramentas eficazes para promover a gestão e redução de riscos relacionados com o clima.
Reconhecemos que nenhum dos stakeholders pode ter sucesso sozinho na resolução dos desafios das mudanças climáticas. O seguro pode e deve ser um forte mecanismo complementar em uma estrutura mais ampla de adaptação e de redução do risco de desastres.
Indústria de seguros
Nós encorajamos os processos políticos trabalhando no sentido de uma melhor compreensão dos potenciais custos das mudanças climáticas e as vantagens das soluções baseadas no mercado.
Continuamos a trabalhar no sentido de reduzir ainda mais a pegada de carbono, relativamente moderada, do setor de seguros.
Estamos dispostos a desempenhar um papel importante e concertado nos esforços globais para combater os riscos climáticos.
A “The Geneva Association” oferece uma plataforma única para partilhar os conhecimentos e experiência do setor de seguros. Ela atua como um centro para especialistas em um network dentro da indústria, bem como com as comunidades externas. A “The Geneva Association” se esforça para criar oportunidades para o setor de seguros juntando suas forças para lidar com os riscos climáticos quando pertinente e apropriado.
Toronto,16 de Maio de 2014














