Associadas da FenaSaúde registraram aumento de despesas assistenciais em 16,1%, superando R$ 35,7 bilhões

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O mercado de Saúde Suplementar atingiu a marca de 71 milhões de beneficiários no fim de 2013, um aumento de 5,6% em relação ao ano de 2012. No mesmo período, as associadas à Federação Nacional de Saúde Suplementar alcançaram crescimento maior, de 8,9% no número de beneficiários, superando 27 milhões de vidas. Embora represente 31 empresas, de um universo de mais de 1.200 operadoras, as associadas da entidade já chegam a 38% do mercado de Saúde Suplementar. As informações constam no 6º Boletim de Indicadores Econômico-Financeiros da FenaSaúde.

O estudo também aponta para bom ritmo da procura por planos exclusivamente odontológicos. Em 2013, as associadas registraram um crescimento de 9,2% em relação a 2012 e 24,8% quando comparado com o ano de 2011. O número de contratos alcançou, em dezembro do ano passado, a 12,1 milhões.

De acordo com Marcio Coriolano, presidente da FenaSaúde, um dos pilares que vinha sustentando a expansão de beneficiários era o plano de saúde como um benefício de grandes empresas. “Na esteira disso, a participação de pequenas e médias empresas que oferecem plano de saúde aos funcionários vem aumentando progressivamente ao longo dos anos, inclusive com cobertura odontológica. O ciclo recente de crescimento da economia brasileira, o empreendedorismo e a terceirização de atividades de grandes empresas estatais e de complexos industriais privados contribuem para o estímulo do mercado de pequenos e médios estabelecimentos, expandindo a cultura do benefício para a cadeia de fornecedores”, explica Coriolano.

A análise da FenaSaúde mostra que 91,4% dos beneficiários de planos médicos e 97,5% dos planos exclusivamente odontológicos possuem contratos novos, isto é, com coberturas garantidas pela Lei 9.656/98. No mercado, a participação de planos novos é de 87,9% para de assistência médica e 97,7 para exclusivamente odontológicos.

O Boletim apresenta um levantamento realizado pela FenaSaúde com base nos dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre a faixa etária dos beneficiários do mercado de saúde suplementar. De acordo com informações de dezembro de 2013, o percentual de brasileiros com mais de 80 anos cobertos por planos ou seguros de saúde é de 32,4%. Em 2003, essa taxa era de 25,2%.

A faixa com maior participação relativa é a de 30 a 39 anos, com 33,7%. As faixas de 50 a 59, 60 a 69 e 70 a 79 anos também chamam atenção com taxas de cobertura de 28,2%, 26,2% e 26,3%, respectivamente.

Saúde financeira do mercado

As associadas à FenaSaúde registraram, no ano passado, receita de R$ 44,3 bilhões, enquanto as despesas totais – custos assistenciais, administrativos e impostos – somaram R$ 42,3 bilhões. O resultado operacional, obtido no ano passado, foi de R$ 1,9 bilhão.

As despesas exclusivamente assistenciais somaram R$ 35,7 bilhões, um aumento de 16,1% em relação ao ano anterior, o que representou 84,3% dos custos das operadoras associadas em 2013. A sinistralidade no ano de 2013 entre as associadas à entidade foi de 80,5%.

Para Coriolano, o aumento das despesas médicas acima dos índices gerais de preços e do crescimento do PIB é um dos pontos que pode vir a comprometer futuramente a sustentabilidade do setor, caso não sejam adotadas, dedsde já, medidas para a sua racionalização.

“Historicamente os custos assistenciais estão crescendo em um ritmo mais acelerado que o da inflação geral de preços ao consumidor. A série dos últimos dez anos aponta para um acúmulo de 133,7% nas despesas per capita com saúde, enquanto a variação do IPCA foi de 61,1%,” explica Coriolano.

Esta significativa elevação é justificada pelo crescimento dos preços, frequências de utilização do benefício e incorporação de novas tecnologias, como medicamentos e materiais mais caros e inclusão de exames sofisticados ao Rol de procedimentos fixados pela ANS.

As associadas encerraram 2013 alcançando R$ 12,1 bilhões em provisões técnicas, o que representa 50% de todo o mercado de Saúde Suplementar, R$ 24,2 bi. Esses valores são reservas financeiras garantidoras, constituídas ao longo dos anos e devem ser mantidas, obrigatoriamente, pelas operadoras de planos e seguros de saúde para garantir o custeio assistencial dos beneficiários do setor de saúde privada.

CNseg lança a segunda edição do Guia de Acesso do Consumidor

foto-2Já está disponível no Portal da CNseg a segunda edição do Guia de Acesso do Consumidor às Empresas do Setor de Seguros. A publicação tem o objetivo de facilitar o contato dos consumidores com as seguradoras, apresentando os canais de acesso das ouvidorias das seguradoras, além de outras informações, tais como as regras de funcionamento das ouvidorias e legislação relacionada.

Segundo comenta Silas Rivelle Júnior, presidente da comissão de ouvidoria, no guia, a nova versão pretende prestar um serviço mais abrangente aos consumidores, na medida em que coloca à sua disposição as formas de acesso à boa parte das empresas de seguros, entidades de previdência privada com- plementar aberta, saúde suplementar e sociedades de capitalização a esses importantes canais de comunicação entre as organizações e os usuários de seus produtos e serviços.

O Guia de Acesso do Consumidor às Empresas do Setor de Seguros foi produzido pela Comissão de Ouvidoria da CNseg, órgão consultivo composto por representantes de seguradoras e voltado à produção de estudos, estatísticas e outros temas relacionados aos Direitos do Consumidor de seguros.

Para visualizar o Guia na íntegra, acesse o portal da CNseg.

Ifaseg lança com Abese campanha que destaca a importância do seguro para as empresas de segurança eletrônica

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A Ifaseg, empresa que administra o risco das organizações que movimentam 60% do mercado nacional de segurança eletrônica, está lançando uma campanha publicitária em conjunto com a Abese – Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança. O objetivo é conscientizar este setor da economia sobre a importância de também oferecer um programa de seguros para atender o cliente nas ocasiões em que houver a necessidade de reparar danos ao imóvel e ao sistema de segurança em virtude de acidentes elétricos, roubos, furtos e tentativas de intrusão.

“Quando ocorre este tipo de evento, é oportuno que a própria empresa de segurança eletrônica ofereça uma solução para minimizar os sentimentos de frustração e vulnerabilidade do cliente”, comenta Waldir de Menezes, diretor da Ifaseg. Segundo ele, a campanha indica como remédio para estas situações um produto de seguro desenhado e administrado pela Ifaseg para os associados da Abese. A proteção garante a substituição de peças do sistema de monitoramento eventualmente destruídas, além de verba indenizatória para custear furtos de objetos, incluindo os portáteis.

“Este produto, conhecido como Monitoramento Garantido Ifaseg, também permite o acesso à assistência especializada nas 24 horas do dia para realizar reparos emergenciais: chaveiro, vidraceiro, serralheiro e outros”, observa Mário Gasparini, também diretor da Ifaseg. Além de mais satisfação para o cliente, ele destaca que este seguro pode gerar uma nova fonte de renda para as empresas de segurança eletrônica. “Estas empresas podem passar a oferecer esta proteção como um novo produto adaptado para o seu negócio e que valoriza a sua imagem, obtendo um maior índice de fidelidade dos clientes”, explica. Conforme dados da Abese, o segmento de segurança eletrônica faturou R$ 4,6 bilhões em 2013.

A campanha

“O melhor serviço de monitoramento pode no máximo garantir uma proteção próxima de 100%. Mas o seu cliente pode passar a contar com você em 100% das ocasiões”. Este é o mote da campanha de conscientização, cujas primeiras peças impressas foram veiculadas na XVII Exposec – Feira Internacional de Segurança. O evento ocorreu entre os dias 13 e 15 de maio no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. A campanha prosseguirá até o final do ano no formato digital, por meio de peças criativas e bem humoradas.

“A divulgação está começando juntamente com o início de outro esforço, que visa ajudar as empresas que já comercializam o seguro a obter resultados ainda melhores com o produto”, observa Gasparini. “Por esta via nós vamos realizar treinamentos a fim de reciclar os profissionais envolvidos com as vendas”, complementa.

Monitoramento Garantido

O Monitoramento Garantido Ifaseg é parte integrante do Programa Proteção Integrada ABESE, que é também composto pelos produtos RC Profissional e Multirrisco Empresarial. O primeiro indeniza a empresa caso a sua prestação de serviço falhe e cause prejuízo ao cliente. O segundo apresenta vários tipos de coberturas personalizadas para as empresas de segurança eletrônica tais como incêndio, roubo de equipamentos eletrônicos, lucros cessantes, fidelidade de funcionários, etc. Os associados da Abese contam com condições especiais de custo.

Ifaseg
Fundada há 32 anos, a Ifaseg desenvolve, implanta e administra programas de gerenciamento de riscos e de seguros com alta performance em diferentes ramos da economia. Em 2011 obteve o Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros – título concedido pelas com­panhias de seguros do Brasil, representadas pela sua Confederação, a CNseg. Mais informações: www.ifaseg.com.br

Grupo BB e Mapfre divulga levantamento sobre acidentes fatais envolvendo motos

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A maior causa de mortes envolvendo motocicletas, 73%, é provocada pelo próprio motociclista. Essa e outras conclusões sobre colisões fatais envolvendo motos são apontadas em levantamento elaborado pelo Grupo Segurador BB e Mapfre, em parceria com o Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária).

O estudo aponta que, em segundo lugar, estão as colisões de motos com automóveis (12%), seguidas por choques com caminhões (7%) e, na quarta posição, são apontadas batidas envolvendo animais na via (6%). Problemas na via (buracos, falta de sinalização etc.) e com o veículo são os que menos causam acidentes com motos. Os dois fatores respondem, cada um, por 1% das ocorrências.

“O objetivo desse estudo é apontar as principais causas desses acidentes. Essas informações são essenciais para a tomada de medidas preventivas e de segurança por parte dos condutores e autoridades”, afirma Jabis Alexandre, diretor geral de Automóvel do Grupo BB e Mapfre.

Para a realização do estudo, o Grupo e o Cesvi analisaram 360 acidentes envolvendo motocicletas e vítimas fatais. Os sinistros aconteceram entre agosto de 2012 a julho de 2013.

Causas secundárias – O estudo também revela que, desse total, 26% dos acidentes registraram como causa a perda de controle na direção e 16,5% foram ocasionados pela direção na contramão. Cerca de 4% das ocorrências apontaram condutores embriagados. “Perda de direção e tráfego na contramão são causas que, aparentemente, revelam despreparo do condutor e desconhecimento de riscos claros”, pontua Alexandre.

Região – Apesar de concentrar a maior frota de motocicletas do país – 21,9% das mais de 21,5 milhões de motos –, São Paulo, com 4,4% dos registros, não é o Estado com maior índice de acidentes fatais. O Maranhão, com 3,3% da frota brasileira, está no topo do ranking, concentrando 9,7% dos casos.

Famílias de passageiros do avião desaparecido do voo MH370 começam a receber seguro

Fonte: BBC BRASIL

Famílias de passageiros do avião desaparecido do voo MH370 da Malaysia Airlines começaram a receber indenizações pelas perdas de entes queridos. Seis famílias malaias e uma chinesa receberam pagamentos iniciais de US$ 50 mil (cerca de R$ 111 mil). Seguradoras estão avaliando os pedidos de outras 40 famílias chinesas.

Internacional

Parentes de todas as 239 pessoas que estavam a bordo do avião desaparecido podem pedir uma indenização de até US$ 175 mil.

O voo MH370 desapareceu no dia 8 de março enquanto fazia a rota de Kuala Lumpur, na Malásia, para Pequim, na China. Nenhum vestígio do avião foi encontrado.

O vice-chanceler da Malásia, Hamzah Zainudin, reforçou que o governo ainda não declarou que o avião está perdido. “Quando falamos em indenização total, precisamos esperar a conclusão do caso do MH370”, ele disse.

A seguradora da Malaysia Airlines, um consórcio liderado pela alemã Allianz, está fazendo os pagamentos.

Vários dos parentes se recusam a aceitar que seus entes desaparecidos estejam mortos.

Um grupo de parentes arrecadou U$ 5 milhões para investigar o desaparecimento do avião e encorajar qualquer um que tenha algum tipo de informação a se manifestar.

Uma enorme operação de busca conduzida em vários pontos dos oceanos Pacífico e Índico não encontrou qualquer fragmento do avião.

Especialistas continuam rastreando o fundo do mar com equipamentos especiais. No momento, eles acreditam que o avião caiu no Oceano Índico, a centenas de quilômetros ao noroeste da cidade australiana de Perth.

QBE Brasil Seguros é a líder no ramo de Seguro Viagem no país

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No início de 2014, a expectativa dos diretores, acionistas e parceiros de negócios era de que a QBE Seguros continuasse em franco desenvolvimento e começasse a colher os frutos de um sólido planejamento executado nos últimos anos.

Tal previsão começa a se concretizar, como indicou o fechamento do resultado do primeiro quadrimestral de 2014 da empresa. Com um produto completo, desenvolvido para atender todas as necessidades dos segurados, a QBE não só despontou para o mercado, como assumiu a liderança no segmento de seguro viagem.

Os números impressionam e a seguradora liderada por Raphael Swierczynski já abocanhou a fatia de 28% do mercado, 3 pontos percentuais à frente da segunda colocada, de acordo com os números oficiais divulgados pela SUSEP para o período.

Atenta as oportunidades e tendências de consumo, a seguradora aposta na inovação de produtos e no forte relacionamento com as principais empresas de cartões de assistência que fazem seguro para suas carteiras de serviços, o que permite maior solidez aos produtos que vendem e garantia a seus clientes.

Além das parcerias, o seguro da QBE também é comercializado em agências on-line que oferecem o produto após a venda do pacote de viagem, e também através de corretores especializados no segmento.

Com a conquista, a QBE agora busca aprimorar suas operações e processos internos, incluir melhorias e novas vantagens ao produto, para, nos próximos meses, consolidar sua liderança e manter-se no topo.

Siscorp divulga projeções do mercado segurador 2014 a 2017

Faggion: Em nossas projeções, a partir de 2019 já consideramos melhora dos resultados

faggionA consultoria Siscorp já disponibiliza para clientes informações projetadas para o quadriênio 2014 a 2017, referentes aos segmentos de Seguros (incluindo saúde das seguradoras especializadas), Previdência Privada e Capitalização, no portal www.siscorp.com.br. “Mais que relatórios com projeções, este serviço é uma ferramenta de trabalho, pois todos os valores projetados podem ser ajustados facilmente pelo usuário para atender suas próprias expectativas ou informações, além de permitir a construção de cenários”, explica Flávio Faggion, um dos sócios da Siscorp.

As projeções estão compostas pelos seguintes relatórios:

a) PROJEÇÕES POR RAMOS: compreende as projeções por ramos técnicos e agrupamentos de ramos na visão global do mercado, referentes aos prêmios emitidos, prêmios retidos, prêmios ganhos, sinistros retidos e despesas de comercialização;

b) PROJEÇÕES POR COMPANHIAS: projeções por seguradoras e grupos seguradores, com visões por agrupamentos de ramos, tendo por base as projeções dos agrupamentos de ramos definidas no item anterior;

c) PROJEÇÕES DO BALANÇO PATRIMONIAL: projeções do ativo, passivo e demonstração do resultado, para cada um dos segmentos de seguros, previdência privada e capitalização. Há também a demonstração do resultado e das origens e aplicações de recursos com os dados consolidados desses segmentos.

d) EVOLUÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO MARGINAL REALIZADA E PROJETADA: evolução histórica e projetada da contribuição marginal do segmento de seguros, inclusive saúde, informando os últimos 6 anos com dados realizados e 4 anos projetados. Os dados são detalhados por Prêmios Emitidos, Prêmios Retidos, Prêmios Ganhos, Sinistros Retidos, Despesas de Comercialização e Contribuição Marginal, por ramos e por agrupamentos de ramos, expressos em moeda corrente, dólar e valores atualizados com base no IGP DI, IGPM, INPC e IPCA, incluindo gráficos.

e) SÍNTESE: documento em “pdf” com as principais premissas adotadas nas projeções.

“O usuário pode interagir para selecionar agrupamentos de ramos ou ramos técnicos, selecionar o índice de atualização dos valores monetários, alterar as projeções da cotação do dólar e dos índices, e criar até 15 novos agrupamentos de ramos”, explica Faggion.

Para obter mais informações sobre o SIMS clique no link: www.siscorp.com.br/saibamais.asp.

Seguradoras registram vendas de R$ 56,2 bi no 1o. quadrimestre de 2014

estavelDepois de décadas de crescimento, o mercado segurador registra queda nos dados acumulados de janeiro a abril de 2014. Segundo dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e organizados pela consultoria Siscorp disponibilizados ao Blog Sonho Seguro, as seguradoras arrecadaram R$ 56,2 bilhões no primeiro quadrimestre do ano, volume 3% inferior aos R$ 57,8 bilhões do ano anterior. Já as indenizações pagas avançaram 11%, para R$ 17,3 bilhões. No entanto, dados da Allianz Seguros não estão computados nesta estatística, em função de problemas com a troca de sistema operacional realizada pela seguradora no final de 2013. Levando-se em conta o mesmo volume produzido no ano passado neste período pela subsidiária da seguradora alemã, R$ 1,15 bilhão, o faturamento do setor seria considerado estável.

O lucro líquido do setor no período totalizou R$ 5 bilhões, alta de 34%, beneficiado pelo ciclo de alta da taxa Selic promovida pelo governo com vistas a controlar a inflação. O patrimônio liquido do setor acumulou R$ 61 bilhões, com lucratividade anualizada (lucro líquido do período sobre patrimônio líquido do final do período) em 24%. As reservas técnicas totalizaram R$ 473 bilhões até abril, avanço de 12% em relação ao mesmo período.

De acordo com os dados oficiais, sem a produção de uma das dez maiores seguradoras do Brasil, os prêmios de seguros gerais totalizaram R$ 19,3 bilhões, avanço de 8% em relação ao mesmo período de 2013. O segmento de previdência privada, considerando-se VGBL, PGBL e planos tradicionais, declinou para R$ 21,7 bilhões, cerca de 6% menos do que o primeiro quadrimestre do ano passado.

O ramo vida registrou vendas de R$ 8,5 bilhões de janeiro a abril deste ano, apenas 1% acima da receita de prêmios registrada no mesmo período do ano anterior. Microsseguros, segmento que começa aquecer na concorrência, com quase 10 empresas já autorizadas pela Susep, movimentou no período prêmios de R$ 3,1 milhões. Títulos de capitalização geraram receita de R$ 6,7 bilhões no primeiro quadrimestre, avanço de 10%.
Diante do fraco desempenho do VGBL, que vinha puxando o crescimento da indústria de seguros, grupos seguradoras começaram a rever as projeções de vendas para 2014. Uma delas foi a Bradesco Seguros, passando a estimativa para prêmios emitidos no mínimo 9% e no máximo 12%. O Itaú Unibanco espera que os prêmios cresçam entre 12% e 14% em 2014, segundo nota do balanço do primeiro trimestre do ano.

A maior carteira do segmento de seguros gerais, automóvel, avançou 5% nos primeiros quatro meses do ano, para R$ 9,5 bilhões. A projeção da Siscorp aponta para avanço de 15% no ano de 2014, porém a aposta de alguns executivos do setor é de que o crescimento seja menor em razão do desaquecimento das vendas de veículos, compensada pelo aumento do preço do seguro em virtude da alta da sinistralidade, tanto em perdas parciais como também em roubo e furto registrados nas grandes cidades. O seguro rural apresentou o maior índice de crescimento, 44%, passando de R$ 499 milhões para R$ 718 milhões. A projeção da Siscorp para 2014 é de que o ramo apresente alta de 20%, para R$ 2,7 bilhões.

O Estado de São Paulo registrou decréscimo de 3% nas vendas, para R$ 21,8 bilhões no primeiro quadrimestre de 2014. O Rio de Janeiro é o segundo maior do Pais em vendas de seguros, com R$ 5,4 bilhões (-4%), seguido por Minas Gerais, com R$ 3,6 bilhões (-5%) e Rio Grande do Sul, com R$ 2,8 bilhões (-11%).

Ranking – O grupo BB e Mapfre é o maior em vendas de seguros gerais (exceto saúde), com R$ 12 bilhões no primeiro quadrimestre do ano, avanço de 7% em relação ao mesmo período do ano anterior. O Bradesco vem em segundo, com receita de prêmios de R$ 8,1 bilhões (-6%). Entre as 10 maiores, a maior queda no volume de prêmios foi do Itaú Unibanco, com prêmios de R$ 6,3 bilhões, 26% menos do que no primeiro quadrimestre de 2013. Porto Seguro (R$ 3,6 bilhões) é a quarta maior, seguida pela Zurich Seguros (R$ 2,6 bilhões), Caixa (R$ 2,3 bilhões), SulAmérica (R$ 1,3 bilhão), Tokio Marine (R$ 997 milhões), Liberty (R$ 824 milhões) e HDI (R$ 799 milhões).

Valor segurado de todos os times da Copa 2014: US$ 10,5 bilhões

foto-3O Lloyd’s lançou hoje uma pesquisa em parceria com o CEBR (Centre For Economics & Business Research) que avalia cada equipe na Copa com base no valor segurável do time de cada país. O valor somado de todos os times é estimado em £ 6.2 bilhões (€ 7.7 bilhões / US$ 10.5 bilhões).

A pesquisa também aponta que Alemanha, Espanha, Inglaterra e Brasil têm os quatro times mais caros, em termos de valor seguráveis. O valor segurável médio de um jogador inglês é maior do que de toda a equipe da Costa Rica.

Grupo G é o grupo mais forte, com um valor segurável combinado de £ 1,2 bilhões.

Grupo C é o grupo mais fraco, com um valor segurável combinado de £ 340 milhões.

Considerando os valores de todos os grupos, o Lloyd’s prevê que a final será entre a Alemanha e a Espanha.

Para Marco Castro, representante do Lloyd’s do Brasil, é incrível ver o quanto alguns dos times jogando no Brasil valem – os três primeiros, Alemanha, Espanha e Inglaterra – valem mais de £ 1,7 bilhões somados. Isso é mais do que os outros 20 times combinados. “Os valores seguráveis ​​previstos também mostram claramente quais são os grupos em que deve ser mais complicado para se classificar – e está longe de ser um campo de jogo nivelado! O Lloyd’s Brasil dá às boas vindas à todos os times no Brasil e deseja boa sorte a todos os países”.

Guinchos da Liberty Seguros prestarão serviço gratuito durante a Copa do Mundo da FIFA 2014™

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A Liberty Seguros vai disponibilizar durante a Copa do Mundo da FIFA 2014™ 18 guinchos para realizar serviços especiais de locomoção de veículos com problemas mecânicos. O serviço é gratuito e tem o objetivo de contribuir com a fluidez do trânsito nos dias dos jogos.

Os guinchos irão circular um dia antes, no dia e um dia após cada partida da competição. Os caminhões entram em operação no dia 11 de junho em São Paulo, data que antecede a abertura do mundial na Arena Corinthians. Com isso, farão atendimentos a clientes e não clientes da seguradora, removendo os veículos para um local adequado, desobstruindo as ruas e avenidas ao entorno dos estádios.

O serviço da Liberty Seguros será oferecido em 52 jogos de nove cidades-sedes: São Paulo (Arena de São Paulo), Rio de Janeiro (Estádio do Maracanã), Belo Horizonte (Estádio do Mineirão), Porto Alegre (Estádio Beira-Rio), Curitiba (Arena da Baixada), Brasília (Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha), Salvador (Arena Fonte Nova), Recife (Arena Pernambuco) e Fortaleza (Estádio Castelão). “A ideia é que o guincho circule pelas cidades num perímetro de até dois quilômetros dos estádios garantindo a fluidez do trânsito. O deslocamento não terá nenhum custo e qualquer pessoa poderá contar conosco para levar o seu veículo a um local mais seguro e acionar a sua seguradora ou uma assistência”, explica Adriana Gomes, diretora de Marketing da Liberty Seguros.

A iniciativa com os guinchos gratuitos passou por um teste na Copa das Confederações FIFA 2013 e foi realizado um piloto em seis cidades-sedes. No Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Recife e Brasília. “Realizamos em 15 dias de operação 238 atendimentos, beneficiando direta e indiretamente mais de 92 mil pessoas. A iniciativa foi aprovada pelos usuários e faremos essa cortesia na Copa”, complementa a executiva.

Sobre a Liberty Seguros – Seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA2014™, a Liberty Seguros está no mercado brasileiro desde 1996, quando adquiriu a tradicional Companhia Paulista de Seguros, e está entre os nove maiores grupos seguradores do país. Com prêmios de R$ 2,4 bilhões e uma carteira com mais de 1,3 milhão de segurados, tem cerca de 1,5 mil funcionários, em 72 pontos de vendas em todo Brasil. Com mais de 13 mil corretores em todo o território nacional, a Liberty Seguros possui um portfólio com mais de 100 soluções de seguros para pessoas físicas, empresas e grandes riscos. É pioneira e especialista em seguros personalizados para funcionários de empresas, o seguro de afinidade (Affinity).